POSTOPERATIVE COMPLICATIONS IN MYOCARDIAL REVASCULARIZATION SURGERIES
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ni10202511062024
Lucas Pereira Vedoin1
RESUMO
Este estudo teve como objetivo analisar as principais complicações pós-operatórias em pacientes submetidos à Cirurgia de Revascularização do Miocárdio (CRM), identificando fatores de risco, impactos clínicos e estratégias de prevenção e manejo descritas na literatura. A CRM é um procedimento essencial no tratamento da doença arterial coronariana, visando restaurar o fluxo sanguíneo para o músculo cardíaco, mas apresenta risco elevado de complicações que podem comprometer a recuperação do paciente. Para a condução da pesquisa, realizou-se uma revisão integrativa da literatura, seguindo o método PRISMA e a estratégia PICO, considerando pacientes submetidos à CRM, cuidados pós-operatórios, comparação entre diferentes estratégias de manejo e resultados clínicos relacionados a complicações. As buscas foram realizadas nas bases PubMed, LILACS e BVS, utilizando descritores específicos em português e inglês. Foram incluídos estudos originais publicados nos últimos cinco anos, de diferentes desenhos metodológicos, e excluídas revisões, duplicatas e trabalhos pagos. Os resultados evidenciam que as complicações mais frequentes envolvem os sistemas cardíaco, respiratório, neurológico, renal e infeccioso. Destacam-se a fibrilação atrial, a parada cardíaca, as complicações pulmonares, o delirium e a lesão renal aguda, com risco aumentado em pacientes idosos, com comorbidades e submetidos a cirurgias prolongadas. Estratégias preventivas, como monitoramento contínuo, espirometria de incentivo, manejo multiprofissional e reabilitação precoce, mostraram-se eficazes na redução da morbimortalidade. Apesar dos avanços, a literatura apresenta limitações, como predominância de estudos retrospectivos, heterogeneidade metodológica e poucas pesquisas prospectivas sobre intervenções preventivas. Estudos futuros devem priorizar ensaios clínicos multicêntricos e análises de protocolos padronizados para aprimorar a segurança e o desfecho pós-operatório em pacientes submetidos à CRM.
Palavras-Chave: Revascularização Miocárdica; Cirurgia Cardíaca; Complicações operatórias.
ABSTRACT
This study aimed to analyze the main postoperative complications in patients undergoing Coronary Artery Bypass Grafting (CABG), identifying risk factors, clinical impacts, and prevention and management strategies described in the literature. CABG is an essential procedure in the treatment of coronary artery disease, aiming to restore blood flow to the heart muscle, but it carries a high risk of complications that can compromise patient recovery. To conduct this research, an integrative literature review was performed, following the PRISMA method and the PICO strategy, considering patients undergoing CABG, postoperative care, comparison between different management strategies, and clinical outcomes related to complications. Searches were conducted in the PubMed, LILACS, and BVS databases, using specific descriptors in Portuguese and English. Original studies published in the last five years, with different methodological designs, were included, while reviews, duplicates, and paid articles were excluded. The results show that the most frequent complications involve the cardiac, respiratory, neurological, renal, and infectious systems. Notable complications include atrial fibrillation, cardiac arrest, pulmonary complications, delirium, and acute kidney injury, with increased risk in elderly patients, those with comorbidities, and those undergoing prolonged surgeries. Preventive strategies, such as continuous monitoring, incentive spirometry, multidisciplinary management, and early rehabilitation, proved effective in reducing morbidity and mortality. Despite advances, the literature presents limitations, such as the predominance of retrospective studies, methodological heterogeneity, and few prospective studies on preventive interventions. Future research should prioritize multicenter clinical trials and standardized protocol analyses to improve safety and postoperative outcomes in patients undergoing CABG.
Keywords: Myocardial Revascularization; Cardiac Surgery; Postoperative Complications.
INTRODUÇÃO
A cirurgia de revascularização do miocárdio é um dos principais procedimentos utilizados no tratamento da doença arterial coronariana, uma condição que reduz o fluxo de sangue para o coração devido ao acúmulo de placas nas artérias (Carneiro et al., 2020). Esse tipo de cirurgia tem como objetivo restabelecer a circulação adequada do sangue para o músculo cardíaco, melhorando a qualidade de vida e reduzindo o risco de infarto. Apesar dos avanços nas técnicas cirúrgicas e nos cuidados de saúde, trata-se de um procedimento complexo, que exige atenção especial antes, durante e depois da operação (Goncharov et al., 2025).
O período pós-operatório é uma fase delicada e decisiva para o sucesso da cirurgia. Nesse momento, o organismo passa por diversas adaptações e está mais vulnerável a complicações. Entre as mais comuns estão as arritmias cardíacas, a insuficiência respiratória, as infecções, a disfunção renal e as alterações de pressão arterial. Esses problemas podem prolongar o tempo de internação, aumentar os custos hospitalares e, em casos mais graves, comprometer a recuperação do paciente (Santos et al., 2022).
As complicações pós-operatórias são definidas como qualquer alteração clínica ou funcional que ocorra após a cirurgia e que interfira na recuperação do paciente. Elas podem surgir ainda no hospital, nos primeiros dias após a cirurgia, ou até mesmo depois da alta. Por isso, o acompanhamento contínuo e a avaliação cuidadosa do estado clínico são fundamentais para identificar precocemente qualquer sinal de complicação e agir de forma rápida e eficaz (Araújo et al., 2025).
No Brasil, a cirurgia de revascularização do miocárdio é bastante realizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo dados do Ministério da Saúde, entre 2012 e 2022 foram realizadas cerca de 228 mil cirurgias desse tipo em todo o país. A taxa média de mortalidade nesse período foi de aproximadamente 5,6%, número que demonstra tanto a complexidade do procedimento quanto a necessidade de aperfeiçoar as práticas de cuidado no pós-operatório (Al-Lage et al., 2022). Esses dados evidenciam a importância de compreender melhor as causas e os fatores de risco associados às complicações que podem surgir após a cirurgia.
Diversos fatores podem contribuir para o surgimento de complicações pós-operatórias, como idade avançada, presença de doenças crônicas, obesidade e histórico de problemas cardíacos prévios. Além disso, pacientes que passam por cirurgias de emergência ou que precisam de procedimentos associados, como troca de válvulas cardíacas, apresentam maior risco. O reconhecimento desses fatores é essencial para o planejamento da cirurgia e o acompanhamento adequado de cada caso (Reis; Ribeiro; Lima, 2025).
Nos últimos anos, os hospitais brasileiros têm investido em protocolos de segurança e monitoramento para reduzir a ocorrência de complicações e melhorar os resultados cirúrgicos. Equipes multidisciplinares, compostas por médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e outros profissionais, desempenham papel fundamental nesse processo, atuando desde o pré-operatório até a fase de reabilitação. Essa integração favorece a detecção precoce de complicações e contribui para uma recuperação mais segura e eficiente (Maia et al., 2024).
Assim, a realização desta pesquisa justifica-se pela sua relevância acadêmica, científica e social. Academicamente, contribui para ampliar o conhecimento sobre os fatores que interferem na recuperação cirúrgica. Cientificamente, auxilia na criação de protocolos que previnam e tratem complicações, aprimorando a assistência. Socialmente, favorece a redução da mortalidade e o fortalecimento do cuidado humanizado no Sistema Único de Saúde.
Desse modo, o objetivo em questão consiste em: Analisar as principais complicações pós-operatórias em cirurgias de revascularização do miocárdio.
METODOLOGIA
Neste trabalho, utilizou-se a revisão integrativa da literatura como recurso metodológico. Trata-se de uma abordagem descritiva que possibilita reunir, analisar e sintetizar as evidências disponíveis sobre o tema em questão. Para orientar a condução e a apresentação dos resultados, foi adotado o método PRISMA (Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses), que fornece diretrizes padronizadas para revisões sistemáticas e contribui para a transparência e reprodutibilidade do processo de pesquisa.
A investigação foi guiada segundo a estratégia PICO, conforme demonstrado abaixo:
– P (População): pacientes submetidos à cirurgia de revascularização do miocárdio;
– I (Intervenção): cuidados pós-operatórios e monitoramento clínico;
– C (Comparação): ausência ou variações das estratégias de prevenção ou manejo;
– O (Outcomes – Resultados): complicações pós-operatórias, incluindo cardíacas, respiratórias, neurológicas, renais e infecciosas, bem como fatores de risco e estratégias de prevenção e manejo.
O levantamento bibliográfico foi realizado nas bases: National Library of Medicine (PubMed), Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) e Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), reconhecidas por sua relevância em pesquisas nas áreas da saúde pública e vigilância epidemiológica.
As buscas foram conduzidas com estratégias específicas para cada base, utilizando descritores controlados dos vocabulários DeCS e MeSH. Para a PubMed utilizou-se a seguinte equação: (“Myocardial Revascularization”[MeSH] OR “Coronary Artery Bypass” OR “CABG”) AND (“Postoperative Complications”[MeSH] OR “Surgical Complications” OR “Postoperative Period”) AND (“Risk Factors”[MeSH] OR “Prevention” OR “Management”) AND (“Humans”[MeSH]). Para a BVS e LILACS utilizou-se: (“revascularização do miocárdio” OR “cirurgia de revascularização miocárdica” OR “ponte de safena” OR “CABG”) AND (“complicações pós-operatórias” OR “complicações cirúrgicas” OR “cuidados pós-operatórios”) AND (“fatores de risco” OR “prevenção” OR “manejo”).
Com base na estratégia PICO, definiu-se a seguinte pergunta norteadora: Quais são as principais complicações pós-operatórias em pacientes submetidos à cirurgia de revascularização do miocárdio, quais fatores de risco estão associados a elas e quais estratégias de prevenção e manejo foram descritas na literatura?
Foram considerados critérios de inclusão estudos originais do tipo coorte, casocontrole, transversal, observacionais, ensaios clínicos, estudos quantitativos ou qualitativos, disponíveis na íntegra, publicados nos últimos 05 anos, publicados em todos os idiomas. Já os critérios de exclusão abrangeram revisões, artigos pagos, duplicados em mais de uma base de dados e estudos que não abordassem o tema em questão. O detalhamento da seleção dos estudos foi apresentado na Figura 1.
RESULTADOS E DISCUSSÕES
Inicialmente, foram identificados 1.107 estudos nas bases PubMed (1.025), BVS (42) e Lilacs (40). Desses, 550 foram excluídos por estarem fora do recorte temporal, restando 557 para triagem. Nessa fase, 61 estudos duplicados e 130 indisponíveis foram removidos. Em seguida, 270 estudos foram excluídos, permanecendo 96 para avaliação completa da elegibilidade. Por fim, 86 estudos foram excluídos, resultando em 10 estudos incluídos na revisão final.
Figura 1: Fluxograma de seleção da amostra.

Os estudos selecionados para a amostra foram organizados no quadro abaixo, estruturado entre as respectivas informações de: Título, autor, ano de publicação, país de publicação, amostra do estudo e as principais complicações evidenciadas.
Quadro 1: Descrição dos estudos selecionados para a amostra.



A maioria das publicações foi realizada na China e no Brasil, com três estudos em cada país, representando 60% do total. Outros países, como Suécia, Palestina, Tuzla e Ucrânia, contribuíram com 10% cada. Na China, os estudos destacaram grandes amostras e monitoramento de complicações cardíacas, renais e neurológicas, enquanto os estudos brasileiros focaram em complicações pulmonares e estratégias preventivas, incluindo análises de prontuários e ensaios clínicos.
Quanto ao período de publicação, 70% dos estudos foram realizados entre 2024 e 2025, mostrando o interesse recente pelo tema, enquanto os demais (2020–2022) abordam prevenção de complicações e predição de riscos. Esses dados indicam que a literatura atual busca oferecer evidências que contribuam para reduzir a morbimortalidade, melhorar a recuperação dos pacientes e fortalecer práticas clínicas seguras e eficazes.
Os estudos analisados mostram que as complicações mais frequentes envolvem os sistemas cardíaco, respiratório, neurológico, renal e infeccioso, sendo influenciadas por fatores clínicos e cirúrgicos. Entre as complicações respiratórias, destacam-se problemas como atelectasia e insuficiência respiratória. O estudo de Krdzalic et al. (2025) observaram, em um estudo de coorte com 98 pacientes, que fatores pré-operatórios como diabetes, tabagismo, hipertensão e baixa saturação de oxigênio aumentam significativamente o risco de complicações pulmonares. Além disso, condições intraoperatórias e pós-operatórias, como cirurgias prolongadas e ventilação mecânica estendida, também contribuem para a piora do quadro clínico. De forma similar, Souza et al. (2022) evidenciaram que complicações respiratórias são recorrentes no período imediato e estão ligadas à função pulmonar reduzida e à mecânica ventilatória.
Por outro lado, estratégias preventivas mostram-se eficazes na redução dessas complicações. A pesquisa realizada por Sweity et al. (2021) demonstra que a espirometria de incentivo pré-operatória, associada a exercícios respiratórios, estímulo à tosse e deambulação precoce, reduziu a incidência de atelectasia em pacientes submetidos à CRM. Esses achados indicam que intervenções simples, quando aplicadas de forma planejada, podem impactar positivamente na recuperação e diminuir complicações respiratórias.
No que se refere às complicações cardíacas, a fibrilação atrial (FA) pós-operatória é uma das mais estudadas. Taha et al. (2025), em uma coorte nacional com mais de 10 mil pacientes, verificaram que a FA de início recente está associada a maior risco de acidente vascular cerebral, principalmente em pacientes que não utilizavam anticoagulação. Além disso, a parada cardíaca pós-operatória se mostra uma complicação grave, com baixa taxa de sobrevida, conforme observado por Yang et al. (2024).
O prognóstico é particularmente pior quando a parada ocorre em enfermarias gerais, devido ao atendimento tardio e às condições limitadas de resgate, em comparação com pacientes internados na unidade de terapia intensiva (UTI). Esses achados reforçam a necessidade de monitoramento contínuo e de protocolos de intervenção rápida para reduzir a mortalidade associada.
Segundo Almeida et al. (2024) e Franzotti et al. (2020) destacam que, após CRM, as complicações cardíacas, seguidas das neurológicas e renais, são as mais prevalentes. Os autores Franzotti et al. (2020) mostraram que pacientes com escores de gravidade elevados têm maior chance de apresentar complicações neurológicas e renais, evidenciando a importância da estratificação de risco para planejar cuidados individualizados.
A lesão renal aguda (LRA) também merece atenção especial, pois é comum após cirurgias com circulação extracorpórea. Maruniak et al. (2024) verificaram que a LRA está associada à duração prolongada da cirurgia e à instabilidade hemodinâmica, aumentando o tempo de internação e a mortalidade. Como aponta Han et al. (2025) as complicações renais, além de cardíacas, respiratórias e infecciosas, demonstrando que o controle da oxigenação tecidual e o monitoramento hemodinâmico podem reduzir esses eventos.
Outra complicação relevante é o delirium pós-operatório. De acordo com Zhao et al. (2024) pacientes submetidos à CRM sem circulação extracorpórea apresentam risco significativo de delirium, sendo que marcadores inflamatórios, como SII e SIRI, podem ajudar na predição. O delirium impacta diretamente na recuperação, prolonga a internação e pode levar a declínio cognitivo, reforçando a necessidade de medidas preventivas voltadas ao controle inflamatório e ao acompanhamento neurológico.
É importante destacar também o papel da equipe multiprofissional na prevenção e manejo das complicações. O estudo de Almeida et al. (2024) mostra que equipes treinadas para identificar precocemente complicações cardíacas, neurológicas e infecciosas melhoram os desfechos clínicos. A pesquisa realizada por Han et al. (2025) reforça que a utilização de monitoramento contínuo e estratégias de cuidado individualizado diminui a incidência de eventos adversos, mostrando que a integração entre profissionais é essencial para a segurança do paciente.
Diante disso, os estudos analisados convergem ao demonstrar que as complicações pós-operatórias em CRM resultam da interação entre fatores clínicos, cirúrgicos e fisiológicos. Idade avançada, comorbidades, tempo prolongado de cirurgia e ventilação mecânica aumentam significativamente o risco de desfechos adversos. Dessa forma, o planejamento cuidadoso, o preparo pré-operatório e a vigilância intensiva no pós-operatório são fundamentais para reduzir a morbimortalidade.
CONCLUSÃO
Este estudo evidencia que as complicações pós-operatórias em cirurgias de revascularização do miocárdio são frequentes e envolvem múltiplos sistemas, como o cardíaco, respiratório, neurológico, renal e infeccioso. Entre os desfechos mais comuns estão a fibrilação atrial, a parada cardíaca, as complicações pulmonares, o delirium e a lesão renal aguda, que estão relacionadas a fatores clínicos pré-existentes, duração prolongada da cirurgia e manejo intra e pós-operatório. Os estudos indicam que estratégias preventivas, incluindo avaliação de risco, monitoramento contínuo, reabilitação precoce e atuação multiprofissional, são essenciais para reduzir a morbimortalidade e favorecer uma recuperação mais segura e eficaz.
No entanto, a literatura apresenta limitações importantes, como a predominância de estudos retrospectivos, heterogeneidade nas definições e medições das complicações e tamanhos de amostra variados. Além disso, poucas pesquisas avaliaram sistematicamente intervenções preventivas específicas. Por isso, estudos futuros devem priorizar ensaios clínicos multicêntricos com protocolos padronizados, pesquisas prospectivas de longo prazo e análises voltadas à eficácia de estratégias de prevenção e manejo individualizado.
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1Médico, Clínica Médica – HCAN/MT
E-mail: lucasvedoin@hotmail.com
