COMPLICAÇÃO HEMORRÁGICA PÓS-CESÁREA POR RUPTURA DE ARTÉRIA UTERINA COM NECESSIDADE DE REABORDAGEM CIRÚRGICA: RELATO DE CASO

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/dt10202508080914


Fabio Ricardo Gonçalves Reche1
Vastí Oliveira Donadon2
Andressa Oliveira Flores Ramirez3
Dr. Ângelo Keppe4
Dra. Carolina Mira Maciel Pereira5
Dr. Luiz Diniz Simão6


RESUMO 

A hemorragia pós-parto (HPP) é definida como a perda sanguínea igual ou superior a  500 mL após parto vaginal ou 1000 mL após cesariana, sendo uma das principais  causas de morbimortalidade materna no puerpério. Quando não tratada de forma  adequada e oportuna, pode evoluir para choque hipovolêmico, falência de múltiplos  órgãos e óbito materno. Suas causas são tradicionalmente classificadas no modelo  das “4 Ts”: Tônus, Trauma, Tecidos e Trombina. A atonia uterina, caracterizada pela  ausência de contrações uterinas eficazes após o parto, representa a principal  etiologia, responsável por cerca de 70% dos casos. Também são causas relevantes  lacerações do canal do parto, retenção de restos placentários, rotura uterina e  distúrbios de coagulação. Este relato descreve o caso de uma puérpera de 19 anos,  admitida com pré-eclâmpsia leve e submetida à cesariana eletiva após falha na  indução do parto, que evoluiu com hemorragia significativa nas primeiras horas pós operatórias. A paciente foi submetida a reabordagem cirúrgica, na qual se identificou  sangramento por retração da artéria uterina esquerda e formação de hematoma  retroperitoneal, solucionados com sutura compressiva. O caso evidencia a  importância da vigilância intensiva no pós-operatório imediato e da intervenção  cirúrgica ágil frente às complicações hemorrágicas. 

Palavras-chave: Hipotensão. Vigilância obstétrica. Cirurgia revisional.  Hemodinâmica materna. Emergência perinatal.

ABSTRACT 

Postpartum hemorrhage (PPH) is defined as blood loss of 500 mL or more after vaginal  delivery or 1000 mL after cesarean section. It is one of the main causes of maternal  morbidity and mortality in the postpartum period. If not treated appropriately and timely,  it can progress to hypovolemic shock, multiple organ failure, and maternal death. Its  causes are traditionally classified according to the “4 Ts” model: Tone, Trauma,  Tissues, and Thrombin. Uterine atony, characterized by the absence of effective  uterine contractions after delivery, is the main etiology, accounting for approximately  70% of cases. Other relevant causes include lacerations of the birth canal, retained  placental remains, uterine rupture, and coagulation disorders. This report describes  the case of a 19-year-old postpartum admitted with mild preeclampsia and undergoing  elective cesarean section after failed labor induction. She developed significant  bleeding in the first postoperative hours. The patient underwent resurfacing, which  revealed bleeding due to retraction of the left uterine artery and the formation of a  retroperitoneal hematoma, which were resolved with compressive sutures. This case  highlights the importance of intensive surveillance in the immediate postoperative  period and prompt surgical intervention in the face of hemorrhagic complications. 

Keywords: Hypotension. Obstetric surveillance. Revision surgery. Maternal  hemodynamics. Perinatal emergency. 

1. INTRODUÇÃO 

A hemorragia pós-parto (HPP) é definida como a perda sanguínea ≥ 500 mL  após parto vaginal ou ≥ 1000 mL após cesariana, podendo levar a choque  hipovolêmico, falência orgânica e óbito materno se não manejada adequadamente (Silva et al, 2024).  

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS, 2023), a HPP é responsável  por aproximadamente 27% das mortes maternas em todo o mundo, sendo  considerada uma das principais emergências obstétricas. 

As causas da HPP são frequentemente agrupadas no modelo das “4 Ts”:  Tônus, Trauma, Tecidos e Trombina. A atonia uterina, caracterizada pela ausência de  contrações uterinas eficazes após o parto, é a principal causa de hemorragia pós parto (HPP), sendo responsável por aproximadamente 70% dos casos e acometendo  cerca de 5% dos nascimentos. Outras etiologias associadas à HPP incluem lacerações do canal do parto, retenção placentária, rotura uterina e coagulopatias.  (Martins, 2014). Contudo, causas menos frequentes, como sangramentos arteriais por  retração de ligaduras vasculares, embora raras, podem ser fatais se não reconhecidas  precocemente.

Quadro 1 – Os 4Ts da etiologia da HTT

Fonte: Martins, 2014, p. 33.

Diversos fatores de risco estão associados ao desenvolvimento da hemorragia  pós-parto (HPP), sendo possível agrupá-los em categorias maternas, gestacionais,  relacionadas ao parto e cirúrgicas (Soares, 2020). No grupo de fatores maternos,  destacam-se a idade inferior a 20 anos ou superior a 35 anos, anemia, obesidade,  pré-eclâmpsia e distúrbios de coagulação.  

Já entre os fatores gestacionais, a presença de gravidez múltipla, polidrâmnio,  placenta prévia e descolamento prematuro da placenta configuram riscos  significativos. Quanto aos fatores relacionados ao parto, incluem-se o trabalho de  parto prolongado, indução do parto e uso prolongado de ocitocina. Por sua vez, as  causas cirúrgicas abrangem a realização prévia de cesariana, cesarianas de  emergência, ruptura uterina e falhas na sutura uterina, todas associadas ao aumento  do risco de sangramento significativo no puerpério imediato. 

De forma complementar, outros fatores intrínsecos comumente implicados na  ocorrência de HPP incluem a indução do trabalho de parto, histórico prévio de  hemorragia pós-parto, multiparidade — a qual pode acarretar enfraquecimento das  fibras musculares uterinas —, obesidade materna, remoção manual da placenta,  retenção de coágulos intrauterinos, além da presença de placenta prévia e idade  materna avançada.  

A inter-relação entre esses elementos reforça a necessidade de avaliação  clínica individualizada e vigilância obstétrica intensiva, sobretudo em pacientes com  múltiplos fatores predisponentes.

Tabela 1 – Fatores de risco associados à atonia uterina

Fonte: Rezende et al, 2009, p. 90.

Neste relato, descreve-se o caso de uma puérpera adolescente com  hipertensão gestacional, submetida à cesariana após parada de progressão do  trabalho de parto, que evoluiu com sangramento uterino persistente no pós-operatório  imediato, atribuível à retração de artéria uterina esquerda, exigindo reabordagem  cirúrgica com sucesso. 

O objetivo será apresentar a evolução clínica, o manejo e os desfechos de uma  paciente com hemorragia puerperal grave por sangramento vascular pós-cesariana,  ressaltando a importância da vigilância no puerpério imediato e da abordagem  cirúrgica rápida frente às causas não usuais de HPP. 

2. RELATO DO CASO 

Trata-se de paciente do sexo feminino, 19 anos, primigesta (G1P0A0), natural  de Vilhena–RO, com idade gestacional de 39 semanas, admitida em 05/06/2025 na  maternidade pública por quadro de hipertensão gestacional, com registros prévios de  pressão arterial oscilando entre 140 a 160 mmHg há cerca de 12 dias, mesmo sob  uso regular de metildopa 250 mg três vezes ao dia. Referia sintomas de cefaleia  occipital, parestesias em mãos e lábios, náuseas e escotomas quando exposta à luz  intensa. Durante o pré-natal, foi classificada como gestação de risco habitual, com  cinco consultas registradas, vacinação atualizada e ausência de comorbidades ou  histórico prévio de hemorragia pós-parto (HPP).

Na admissão, apresentou pressão arterial de 154/100 mmHg, frequência  cardíaca de 78 bpm e saturação de oxigênio de 99%. Ao exame físico, encontrava-se  em bom estado geral, normotensa, normocorada, hidratada, eupneica, afebril, lúcida  e comunicativa. A ausculta fetal identificou BCF de 145 bpm, com movimentos fetais  presentes. Diante da suspeita de pré-eclâmpsia leve com sinais de alerta, foi indicada  internação, coleta de exames laboratoriais e administração de dose de ataque de  sulfato de magnésio, seguida de infusão contínua (1 g/h), visando a profilaxia de  eclâmpsia. 

No dia 06/06/2025, foi iniciada indução do parto com uso de misoprostol vaginal  (25 mcg) e método de Krause, com balonete insuflado com 80 mL de solução  fisiológica 0,9%. Após evolução para dilatação cervical de 8 cm e 12 horas de trabalho  de parto, houve parada de progressão, sendo indicada cesariana eletiva, realizada às  18h24 pelo obstetra Dr. Ângelo Keppe. O procedimento ocorreu inicialmente sem  intercorrências, com nascimento de recém-nascido do sexo masculino, com peso de  3535 g, boas condições clínicas, e Apgar não registrado no prontuário. A paciente foi  encaminhada para a recuperação pós-anestésica (RPA). 

Por volta das 19h50, a paciente apresentou sangramento vaginal aumentado,  com eliminação de coágulos e útero hipotônico. Às 20h00, foi administrada ocitocina  intravenosa (5 UI/mL), seguida por ergometrina intramuscular e ácido tranexâmico (1  g EV). Às 21h00, foi administrado misoprostol (800 mcg, sendo 400 mcg sublingual e  400 mcg endoretal), porém o quadro evoluiu com sangramento persistente,  hipotensão (PA 90/57 mmHg) e queda significativa de hemoglobina (7,2 g/dL) e  hematócrito (22%). Frente à ausência de resposta clínica e instabilidade  hemodinâmica, foram transfundidas duas bolsas de concentrado de hemácias. 

Às 23h00, foi indicada reabordagem cirúrgica de urgência. Durante o  procedimento, identificou-se hematoma retroperitoneal entre o útero e a parede lateral  esquerda da bexiga, causado por retração da artéria uterina esquerda, que se  encontrava fora do ponto original de ligadura, promovendo sangramento para a  cavidade uterina e vaginal. Foi realizada sutura compressiva com controle efetivo da  hemorragia. A paciente foi estabilizada e transferida à maternidade às 00h43. 

No pós-operatório imediato, permaneceu sob vigilância intensiva,  apresentando evolução clínica satisfatória. Manteve-se consciente, orientada,  normotensa, eupneica, com boa aceitação alimentar e ingestão hídrica espontânea,  diurese e evacuação preservadas, sem queixas álgicas relevantes. O útero encontrava-se bem contraído, lóquios com aspecto fisiológico, ferida operatória seca,  íntegra e sem sinais flogísticos. As mamas apresentavam empastamento leve com  presença de colostro. A amamentação foi iniciada com sucesso. 

Os exames laboratoriais de 09/06/2025 evidenciaram hemoglobina de 8,0 g/dL,  hematócrito de 24,9%, leucocitose (19.670/mm³) com 76% de segmentados, e  contagem plaquetária de 227.000/mm³. Após três dias de internação pós reabordagem, recebeu alta hospitalar em boas condições clínicas, com orientações  quanto aos cuidados domiciliares, higiene da ferida cirúrgica, repouso, amamentação  e retorno ambulatorial para avaliação puerperal e planejamento contraceptivo. 

3. DISCUSSÃO 

A hemorragia pós-parto (HPP) permanece como uma das principais causas de  mortalidade materna no mundo, sendo responsável por cerca de 25% dos óbitos,  especialmente em países de baixa e média renda, onde o acesso limitado a cuidados  obstétricos especializados compromete a detecção precoce e o manejo adequado das  complicações (OMS, 2022, 2023). De acordo com as recomendações atualizadas da  Organização Mundial da Saúde, estratégias de vigilância e resposta rápida devem ser  implementadas, incluindo a avaliação objetiva da perda sanguínea, uso imediato de  uterotônicos, monitoramento hemodinâmico contínuo e, quando necessário,  intervenção cirúrgica precoce. 

No caso apresentado, a equipe seguiu essas diretrizes com a administração de  uterotônicos como ocitocina, ergometrina e misoprostol, além do antifibrinolítico ácido  tranexâmico. Tal abordagem inicial está de acordo com os protocolos recomendados  para o manejo da HPP, conforme descrito por Teixeira et al. (2021).  

Segundo Muzi et al. (2025), a administração precoce do ácido tranexâmico está  associada à redução da mortalidade por sangramento quando realizada nas primeiras  três horas do evento hemorrágico. Essa evidência também foi corroborada pelo  estudo Woman Trial, que demonstrou eficácia significativa na redução da mortalidade  relacionada à HPP em grandes populações de pacientes (Woman Trial Collaborators,  2017). 

Apesar da conduta farmacológica adequada, a paciente apresentou  agravamento clínico progressivo, caracterizado por hipotensão, queda acentuada dos níveis de hemoglobina e persistência do sangramento. Esses achados clínico laboratoriais indicaram falência terapêutica e necessidade de reabordagem cirúrgica  urgente.  

De acordo com Silva, Dias e Júnior (2025), a demora na indicação cirúrgica em  casos de HPP refratária pode levar a complicações graves, como coagulopatia e  falência de múltiplos órgãos, o que justifica a decisão precoce por nova intervenção. 

Durante o procedimento, identificou-se uma causa incomum de HPP:  sangramento arterial secundário à retração da artéria uterina esquerda fora do ponto  de ligadura, com formação de hematoma retroperitoneal entre o útero e a bexiga. Tal  apresentação configura um quadro de difícil diagnóstico clínico, exigindo alto grau de  suspeição diante da ausência de resposta às medidas convencionais. Embora a  atonia uterina seja responsável por até 70% dos casos de HPP (Martins, 2014),  causas traumáticas e vasculares também devem ser consideradas em situações  refratárias. 

Além da etiologia vascular, fatores individuais como primigestação, idade  materna jovem e presença de distúrbio hipertensivo gestacional contribuíram para o  risco aumentado de complicações hemorrágicas. Estudos como os de Freitas (2017)  apontam que a pré-eclâmpsia pode comprometer a contratilidade uterina e a  integridade vascular, favorecendo perdas sanguíneas mais severas no período pós parto. 

Por fim, destaca-se a importância do suporte multiprofissional no desfecho  positivo da paciente. A integração entre equipe médica, enfermagem e setor de apoio  diagnóstico foi essencial para a conduta clínica segura, o diagnóstico intraoperatório  preciso e o acompanhamento eficaz no pós-operatório, com atenção à estabilidade  uterina, recuperação hemodinâmica e início do processo de amamentação. 

4. CONCLUSÃO 

O caso apresentado evidencia a complexidade do manejo da hemorragia pós parto secundária a causas vasculares raras, como o sangramento por retração de  artéria uterina. Destaca-se a importância da vigilância obstétrica intensiva no pós operatório imediato, especialmente em pacientes com fatores de risco como  primigestação e hipertensão gestacional.

A eficácia do atendimento depende de protocolos bem estabelecidos,  reconhecimento precoce de sinais de alarme e articulação de uma equipe treinada  para responder a emergências obstétricas. A adoção de condutas baseadas em  evidências científicas, o uso racional de recursos terapêuticos e a decisão oportuna  por intervenção cirúrgica foram determinantes para a sobrevida e recuperação da  paciente. 

Este relato de caso contribui para a literatura ao descrever uma causa incomum  de hemorragia pós-parto, cuja identificação exigiu atenção clínica detalhada diante da  ausência de resposta às medidas terapêuticas iniciais. O episódio reforça a  importância da capacitação permanente das equipes de saúde materno-infantil,  especialmente no reconhecimento de quadros refratários e na adoção de intervenções  oportunas. A experiência descrita evidencia como a atuação ágil, aliada ao trabalho  multiprofissional coordenado, pode ser decisiva para a preservação da saúde e da  vida materna, mesmo em situações clínicas de maior complexidade. 

REFERÊNCIAS 

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1Graduando em Medicina pela Uninassau Vilhena/RO – Endereço de Email: fabioricardo1351@gmail.com. 

2Graduada em Direito faculdade AVEC Vilhena Rondônia – Graduanda em Medicina Uninassau  Vilhena/RO – Endereço de Email: vastidonadon08@gmail.com. 

3Graduanda em Medicina pela Uninassau Vilhena/RO. Endereço de Email:  andressa_olivflor@hotmail.com. 

4Ginecologista /Obstetra – TEGO 048/09 – RQE 1396 – Especialista em Ultrassonografia Geral – RQE  1397 – CRM-RO 3014. Endereço de Email: akeppego@gmail.com. 

5Médica – Especialidades: Ginecologia e Obstetrícia, Mastologia – CRM 5671: Endereço de Email:  carolinamira.mp@gmail.com 

6Médico – Pós graduado em Clínica Médica pela Universidade Metropolitana de Santos – SP – Pós  graduado em Ultrassonografia em GO, pela PUC – Goiás. Endereço de Email: ldinizs@hotmail.com.