OBESIDADE INFANTIL: CONTRIBUIÇÕES DO ENFERMEIRO E DOS PAIS NO PROCESSO DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE. 

 CHILDHOOD OBESITY: CONTRIBUTIONS OF NURSES AND PARENTS IN THE HEALTH EDUCATION PROCESS

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/dt10202508080937


Cleomar Caitano da Silva1
Elizame Novaes Barboza1
Helenice dos S. dos Reis1
Monia Raquel F. Barreto1
Nadja Borges Rocha1
Janezeide Carneiro S. Borges2


RESUMO

Introdução: Os hábitos alimentares e os estilos de vida adquiridos em casa são os principais  contribuintes para a obesidade infantil. E o enfermeiro pode orientar os pais sobre a importância da  alimentação saudável e o estilo de vida. Objetivos: compreender sobre as influências familiares,  como o enfermeiro deve atuar na prevenção e combate a obesidade infantil. Metodologia: Trata-se  de uma pesquisa bibliográfica do tipo de revisão integrativa, onde foram utilizados os bancos de  dados, Scientific electronic Library Online (SCIELO), GOOGLE ACADÊMICO. Incluídos artigos  dos últimos 05 anos, publicados entre o período de 2018 a 2023 no idioma português. Foram  excluídos artigos que não correspondiam à temática, artigos, teses e resumos. Resultados: foram  encontrados 47 artigos, que após a aplicação do filtro, idioma português, publicados nos últimos 05  anos, apenas foram selecionados 07 artigos, por corresponder ao objetivo proposto. Foram identificados que os pais são os principais educadores. E o enfermeiro também pode cooperar na educação em  saúde. Discussão: obesidade infantil tem aumentado de forma alarmante em todo mundo sendo um  dos problemas de saúde pública mundial. A família possui um papel importante na nutrição da  criança, e o enfermeiro participa promovendo educação em saúde. Conclusão: É necessário que os  profissionais de saúde, trabalhem mais a questão da educação em saúde, e possa criar novas estratégias e ações de saúde que envolvam os pais, de forma dinâmica. Auxiliando na prevenção de  fatores de risco, como também orientar desde a infância a prática de atividade física e a importância  da alimentação saudável.  

Palavras-chave: Enfermeiro. Obesidade Infantil. Pais. Saúde. 

ABSTRACT

Introduction: Eating habits and lifestyles acquired at home are major contributors to  childhood obesity. And the nurse can guide parents on the importance of healthy eating and  lifestyle. Objectives: understand about family influences, how nurses should act in the  prevention and fight against childhood obesity. Methodology: This is a bibliographic research  of the integrative review type, where the following databases were used: Scientific electronic  Library Online (SCIELO), GOOGLE SCHOLAR. Articles from the last 05 years, published  between 2018 and 2023 in the Portuguese language, were included. Articles that did not  correspond to the theme, articles, theses and abstracts were excluded. Results: A total of 47  articles were found, which after applying the filter, language Portuguese, published in the last  05 years, only 07 articles were selected, as they correspond to the proposed objective. It was  identified that parents are the main educators. And nurses can also cooperate in health  education. Discussion: childhood obesity has increased alarmingly worldwide, being one of the  world’s public health problems. The family plays an important role in the child’s nutrition, and  the nurse participates in promoting health education. Conclusion: It is necessary for health  professionals to work more on the issue of health education and to be able to create new health  strategies and actions that involve parents in a dynamic way. Helping in the prevention of risk  factors, as well as guiding the practice of physical activity and the importance of healthy eating  from childhood.  

Keywords: Nurse. Childhood Obesity. Parents. Health. 

INTRODUÇÃO

Muitas vezes, os hábitos alimentares e o estilo de vida adquiridos em casa são responsáveis  pela ocorrência da obesidade infantil, tornando essencial a influência dos pais na sua prevenção, é  importante que os pais estejam cientes dos riscos associados à obesidade infantil, pois isso pode  evitar um ciclo contínuo de obesidade que se estende até a idade adulta. (O’Brien et al.,2012; Daniels ,2009) 

No Brasil essa doença afeta 13,2% das crianças entre 5 e 9 anos acompanhadas no Sistema Único de Saúde (SUS), do Ministério da Saúde, e pode trazer consequências preocupantes ao longo da vida. Nessa faixa-etária, 28% das crianças apresentam excesso de peso, um sinal de alerta para o risco de obesidade ainda na infância ou no futuro. Já Globalmente, a prevalência de excesso de peso  entre crianças menores de cinco anos aumentou ligeiramente de 5,4% (33,3 milhões) em 2000 para  5,7% (38,9 milhões) em 2020. Tendências crescentes são vistas em cerca de metade dos países em  todo o mundo. (Brasil, 2022; Ministério da Saúde, 2022). 

Por regiões do Brasil no ano de 2022, adolescentes de 10 a 19 anos de idade, a região Sul  possui 13,13% de crianças obesas nessa faixa etária, maior índice do País. Em seguida aparecem as  regiões Sudeste, com 11,48%; Nordeste, com 8,25%; Centro-Oeste, com 10.91%; e Norte, com  7,4%.Ficando nítido o quanto a participação dos pais nesse cenário desde a infância é de extrema  relevância.( Ministério da Saúde,2022) 

Diante dessa temática nosso estudo vem responder: Qual a importância dos pais em conjunto  com enfermeiro no processo de educação em saúde no controle da obesidade para seus filhos? Portanto  justifica-se a realização do estudo, o número de crianças obesas que só vem aumentando, fazendo a  saúde pública reconhecerem a obesidade infantil como um grave problema, como uma epidemia.  Isso porque a obesidade está relacionada a diversas doenças crônicas, podendo iniciar na infância  ou se instalar na fase adulta.  

Assim, esse presente estudo vem acompanhado do seguinte objetivo que é compreender  sobre as influências familiares é como o enfermeiro deve atuar na prevenção e combate a obesidade  infantil. 

METODOLOGIA

Trata-se de uma pesquisa bibliográfica do tipo revisão integrativa, para elaborar essa revisão  integrativa foram percorridas as seguintes etapas: identificação do tema e a pergunta norteadora;  estabelecer os critérios de exclusão e inclusão dos artigos; pesquisa na literatura; análise dos estudos  referentes ao tema; discussão dos resultados; exposição da revisão integrativa.  

A coleta de dados ocorreu no período de setembro e outubro de 2023 e foi realizada nas  bases de dados achados nas seguintes bases eletrônicas: Scientific Electronic Library Online  (SCIELO); Google Acadêmico nos resultados com o seguinte descritores no DeCS (Descritores em  Ciências da Saúde) “Obesidade Infantil”. 

Para estabelecer as amostras de estudo foram estabelecidos os seguintes critérios de  inclusão: artigos científicos publicados nos últimos 5 anos, no período de 2018 a 2023, tendo como  critério de inclusão os artigos que estivessem em relevância com a temática, em português e como  critério de exclusão os artigos que não atenderam o objetivo proposto, e os que apresentaram  duplicidade em outras bases de dados.

No total, 47 artigos atendiam a pesquisa conforme os descritores, após o levantamento  preliminar que foi realizado por meio da leitura dos resumos encontrados. Apenas 7 artigos se  encaixavam em nossa temática, para produção deste artigo. 

RESULTADOS

A partir da utilização da estratégia de busca com o descritor obesidade infantil, foram  encontrados 47 registros, onde selecionaram-se 7 artigos, após a aplicação dos filtros no idioma  português nos últimos 5 anos, após a leitura do título e resumo, 38 estudos foram excluídos por não  se encaixarem na temática. Desta forma obtiveram 7 estudos que compuseram a amostra final desta  pesquisa , conforme apresentado na figura 1 abaixo.

Figura 1: Fluxograma de busca e seleção de artigos

Fonte: As Autoras, 2023.

Organizaram-se após a seleção, os artigos foram identificados com a codificação (n), o ano  de publicação, o título, os nomes dos autores (a), periódicos, metodologia empregada e objetivos.  

Conforme quadro 1 a seguir. 

Optou-se pela apresentação dos resultados no formato de codificação de cada estudo  selecionado e representado pelo número (n), conforme descrito a seguir: 

Quadro 1: Artigos selecionados como amostra de estudo.

Fonte: As autoras, 2023.

DISCUSSÃO

Educação dos pais no processo de prevenção e controle a obesidade infantil. 

A (OMS) Organização Mundial de Saúde define obesidade pelo acúmulo de gordura  anormal ou excessiva que pode provocar algum risco à saúde. No ano de 2019 os dados  demonstraram que a obesidade infantil aumenta a cada dia de forma alarmante em todo o mundo,  sendo a obesidade um dos problemas de saúde pública (Abeso, 2019). 

A família tem importante papel no desenvolvimento nutricional da criança, pois desde o  ventre a alimentação da gestante influência em hábitos posteriores, as papilas linguais estão  presentes na 10.ª semana de gestação e os botões gustatórios já são identificados nas papilas  fungiformes a partir do quarto mês fetal. Por meio da deglutição do líquido amniótico, o feto é  capaz de perceber os sabores ingeridos pela mãe. O recém-nascido e o lactente amamentado ao seio  percebem, via leite materno, os sabores dos alimentos da dieta materna. Assim é aceito que a  exposição pré-natal e pós-natal a diversos sabores, por meio do líquido amniótico e do leite  materno, colabora para a aceitação posterior de alimentos sólidos correspondentes aos alimentos  ingeridos pela mãe (Alves, Tubino, Tubino, 2016). 

Os pais, por serem os principais responsáveis pela aquisição dos alimentos, têm influência  direta na preferência alimentar das crianças e em seu padrão alimentar por meio dos alimentos  inseridos em casa, pelo uso de práticas de alimentação e pelo seu próprio comportamento alimentar,  ou seja, o ambiente alimentar é fundamental na disponibilidade dos alimentos saudáveis. Na infância  que ocorre a formação dos hábitos alimentares, é nesta fase que as crianças formam preferências  alimentares que se estenderam pelos restos de suas vidas. Neste sentido, a nutrição precisa ser  trabalhada em conjunto com os familiares, para que todos passem a adquirir melhores hábitos  alimentares (Oliveira, Oliveira, 2019, Silva et al, 2019). 

O lactente, devido a sua imaturidade biológica, depende totalmente de outras pessoas para se  alimentar. Essas pessoas, especialmente as mães, por serem as principais cuidadoras das crianças,  têm papel fundamental na construção do hábito alimentar infantil. Além de decidir o que as crianças  irão comer, elas determinam como a criança será alimentada. A dinâmica familiar pode alterar os  padrões de comportamento ou prática alimentar da criança com obesidade, como sugerem  evidências em que crianças expostas ao ambiente comunicativo, funcional e regrado estão menos  predispostas ao ganho de peso corporal. Pois o sistema familiar é responsável pelos padrões  comportamentais e hábitos alimentares, contribuindo para o estado nutricional dessa criança. (Silva, Costa, Giugliani, 2016, Skelton et al, 2020). 

O consumo de alimentos ultraprocessados contribui tanto para a obesidade como para a  desnutrição, visto não ser fonte de todos os nutrientes necessários em sua composição nutricional. Sendo fundamental a substituição, retirada desses alimentos industrializados, por frutas e legumes  ou alimentos com caráter nutricional adequado (Cavinato et al, 2022). 

O enfermeiro juntamente com a equipe multidisciplinar pode promover diferentes estratégias para educar os pais, pois o contato com os mesmos inicia desde a gestação, parto, puericultura e no  crescimento dessas crianças. Os pais devem ser os principais educadores nutricionais, visto que os  hábitos alimentares dos familiares influenciam o comportamento alimentar infantil (Albuquerque et  al, 2018, Melo et al, 2017, Cavinato et al, 2022). 

Educação em saúde para prevenção e controle a obesidade infantil com ênfase no  enfermeiro. 

Os estudos selecionados apontaram as principais estratégias adotadas pelos enfermeiros na  prevenção e combate a obesidade infantil, destacando o incentivo ao aleitamento materno e ações  voltadas para o autocuidado da criança e da família por meio da realização de consultas de  enfermagem de puericultura, além da realização de visitas domiciliares para investigar a  alimentação infantil (Rabuske, 2022) 

As consultas de puericultura, o enfermeiro deve ir além de uma abordagem técnica simples,  como, pesar, medir e prestar orientações básicas. Deve-se realizar uma consulta de enfermagem  completa, composta por uma anamnese, exame físico, interpretação de dados, diagnósticos de  enfermagem, prescrições com orientações e intervenções pertinentes. Orientar e transferir  conhecimento aos familiares, tornando muitas vezes uma prática mais educativa que assistencial.  (Gonçalo e Barbone, 2021) 

No quinto estudo dessa categoria aponta que o enfermeiro tem um papel importante no  controle da obesidade infantil, porém, encontra dificuldades para realizar a abordagem nutricional  na infância com os pais, logo que são considerados responsáveis em relação ao excesso de peso do  filho. (Flávia Gonçalo Isabel Barbone, 2021).  

Entretanto, quando a obesidade ou o sobrepeso são identificados, os enfermeiros acreditam  que as mães não reconhecem a obesidade como um problema de saúde, sendo necessário chamar  sua atenção para a questão, situação semelhante foi observada em outro estudo em que a maioria  das mães reconhece o excesso ponderal dos filhos, porém, nem sempre esse excedente é  considerado um problema capaz de interferir em seu processo saúde-doença. (Rabuske, 2022)

As ações educativas sobre práticas saudáveis realizadas pelo enfermeiro e por outros  profissionais de saúde da atenção Primária são, muitas vezes, desprezadas ou ignoradas pelos  próprios familiares da criança, pois os pais são os principais contribuintes para os filhos adquirirem hábitos e práticas saudáveis, também foi citado nos estudos que a responsabilidade dos pais  cuidarem dos filhos, é muitas vezes, repassada para outros, como babá, avós, tias e vizinho, devido  a vida corriqueira no vínculo empregatício dentre outras ocupações no dia-a-dia, a ausência dos pais  nas ações educativas representa a segunda maior dificuldade na realização do aconselhamento  nutricional. (Gonçalo e Barbone et al, 2021) 

Outra condição que dificulta a conduta do enfermeiro perante a obesidade infantil é o  elevado consumo de alimentos industrializados e estilo de vida sedentário da família. Desta forma o  objetivo do enfermeiro na prevenção da obesidade infantil é de suma importância, pois ele orienta a  família em relação à alimentação saudável, para não desenvolver possíveis doenças, orientando as  famílias sobre os melhores hábitos alimentares e qualidade de vida, além de atuar na prevenção de  estratégias, apoiando medidas que se tornam mais factível a adesão de práticas saudáveis por  indivíduos ou coletividade, sendo informados e motivados. (Barbone et al, 2021) 

Fato que faz o enfermeiro e outros profissionais da saúde enfrentarem várias crenças dos  familiares para realizar a abordagem nutricional na infância, Em relação à categoria, „„Dificuldades  Para abordagem nutricional da criança‟‟, nota-se que é fundamental, o enfermeiro em conjunto com  a equipe multidisciplinar em saúde da Atenção Primária, promova atividades de educação em saúde  com a finalidade de estimular a participação dos pais e familiares nas atividades educativas. E  respeitar as crenças, culturas, representações, ambientes nos quais estão inseridos, para que os pais  ou responsáveis pela criança se tornem participantes ativos deste processo educativo e estimular  seus sensos críticos quanto à mudança de suas práticas alimentares e comportamentais. (Gonçalo, Barbone et al, 2021) 

Nesse sentido (Gonçalo e Barbone et al, 2021), fala que ensinar e orientar pais e crianças é  um processo contínuo que exige do enfermeiro conhecimento, técnica, talento, dedicação,  criatividade, sabedoria e perseverança. Apesar da importância das mudanças e adoção de hábitos  saudáveis, o enfermeiro deve entender que cada família tem seu tempo, e somente eles podem  decidir mudar. O enfermeiro deve ter uma postura empática, tolerante e compreensiva, entendendo  que hábitos de vida são arraigados ao longo de uma vida e que alterar hábitos pode ser um processo  difícil e demorado, levando tempo para entender e adaptar com as mudanças.

CONSIDERAÇÕES FINAIS 

Frente ao exposto neste trabalho, a obesidade infantil é um grande desafio para o enfermeiro  e demais profissionais de saúde. Neste contexto, é necessário criar estratégias e ações de saúde que  envolvam os pais, enfermeiro e a equipe de saúde de forma dinâmica e educativa para um melhor  entendimento dos fatores de riscos e um comprometimento maior nas medidas preventivas. A  orientação nutricional e a prática regular de atividade física desde a infância são essenciais para o  desenvolvimento de um estilo de vida e hábitos saudáveis, assim como para a modificação do  comportamento estilo de vida de crianças acima do peso. 

No entanto, é indispensável a realização de capacitações e qualificações nos serviços de  saúde relacionados à obesidade infantil para todos os profissionais. Visto que, causam maior  importância e impacto na família quando orientadas por um profissional de saúde qualificado e  motivado para essas ações. A partir disso, espera-se que os conhecimentos adquiridos sejam válidos  para o aprimoramento no planejamento de intervenções, de tratamento e de prevenção, da obesidade  infantil, bem como, da promoção da saúde das crianças e de suas famílias. 

Espera-se que este estudo contribua para o debate e instigando e ampliando a capacidade de  produção de novos estudos sobre o tema com desenvolvimento de mais investigações realizadas por  enfermeiros, uma vez que é um profissional que possui papel relevante como educador em saúde. 

Dessa forma é fundamental que os pais estejam conscientes dos perigos da obesidade  infantil, pois são determinantes nesse processo, e assim participam ativamente na formação dos  hábitos alimentares dos seus filhos.

REFERÊNCIAS 

1. BAGGIO, M. A. et al.. childhood obesity in the perception of children, families and health  and education professionals. Texto & Contexto – Enfermagem, v. 30, p. e20190331, 2021.  

2. BARBONE, F. G. Isabel; M, Vander L; ANDRADE, H. S. Dificuldades enfrentadas pelo  enfermeiro na prevenção da obesidade infantil: uma revisão integrativa. Revista Conexão Ciência [internet], n. 2, p. 101, 2021. 

3. BRASIL. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. Obesidade infantil afeta 3,1 milhões  de crianças menores de 10 anos no Brasil. Brasília, 2021. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2021/junho/obesidade-infantil-afeta-3-1- milhoes-de-criancas-menores-de-10-anos-no-brasil/.Acesso em: 19 outubro. 2023. 

4. BRASIL. Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. SUS diagnosticou sobrepeso e obesidade em quase 1,4 milhão de adolescentes. Brasília, 2022. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/outubro/sus-diagnosticou-sobrepeso-e obesidade-em-quase-1-4-milhao-de-adolescentes/.Acesso em: 19 out.2023. 

5. BRASIL. Nações Unidas. Relatório mostra como sobrepeso e obesidade está afetando o  mundo. Brasília, 2022. Disponível em: https://brasil.un.org/pt-br/190064-relatório-mostra como-sobrepeso-e-obesidade-estão-afetando-o-mundo/. Acesso em: 19 out. 2023. 

6. CAPISTRANO, Gisele Bailich et al. Obesidade infantil e suas consequências: uma revisão da  literatura. Conjecturas, v. 22, n. 2, p. 47-58, 2022 

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9. RABUSKE, L.M; CORDENUZZI, Onélia da C.P. ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NA  PREVENÇÃO E CONTROLE DA OBESIDADE INFANTIL. REVISTA DE SAÚDE DOM ALBERTO, v. 10, n. 2, p. 63-87, 2023. 

10. VERGA, S. M. P. et al.. The family system seeking to transform its eating behavior in the  face of childhood obesity. Revista Brasileira de Enfermagem, v. 75, n. 4, p. e20210616, 2022.


1Acadêmicas do curso de enfermagem do Centro Universitário São Francisco de Barreiras (UNIFASB/UNINASSAU). E-mail: helllenice@gmail.com 

2Professora Mestre do Curso de Enfermagem do Centro Universitário São Francisco de Barreiras – UNIFASB. E-mail: borgesjane674@gmail.com

Endereço para correspondência: 

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