REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ni10202502231137
Paulo Sergio De Sousa Gurgel
RESUMO
Este artigo analisa os impactos dos cursos de Produção de Conteúdos Digitais e Desenvolvimento de Sites ofertados em 2023 pelo Centro de Capacitação Pedro Barreto, vinculado à Fundação Lar Feliz. A proposta central é promover inclusão digital e profissional em comunidades periféricas, ampliando oportunidades de trabalho e contribuindo para o desenvolvimento econômico local. A metodologia baseou-se em dados coletados via formulários de acompanhamento (pré, durante e pós-curso), utilizando a ferramenta Google Forms. Os resultados demonstram eficácia na formação técnica, criação de negócios digitais e empregabilidade, destacando desafios como sustentabilidade financeira e necessidade de atualização contínua dos conteúdos. Conclui-se que a capacitação digital é estratégica para inclusão produtiva, exigindo parcerias e investimentos para sua continuidade.
Palavras-chave: Inclusão digital; Capacitação profissional; Transformação digital; Desenvolvimento econômico; Empreendedorismo.
1 INTRODUÇÃO
A inclusão digital e a capacitação profissional representam pilares estratégicos para a inserção de indivíduos no mercado de trabalho contemporâneo. Em um cenário de rápida expansão da economia digital, o domínio das competências tecnológicas tornou-se um diferencial competitivo crucial, sobretudo para jovens em situação de vulnerabilidade social. Conforme destaca SILVA (2020), a falta de acesso a conhecimentos digitais perpetua desigualdades socioeconômicas, limitando tanto a ascensão profissional quanto o desenvolvimento sustentável de iniciativas empreendedoras.
A perspectiva teórica de VAN DIJK (2020) reforça que a inclusão digital não se restringe ao acesso físico às tecnologias, mas envolve o uso crítico e consciente dessas ferramentas, permitindo uma participação ativa e transformadora no mundo do trabalho. Nesse contexto, GOMES (2022) enfatiza a relevância de programas de capacitação que não apenas ensinem técnicas específicas, mas também promovam a autonomia econômica e a inclusão produtiva, preparando os indivíduos para enfrentar os desafios impostos por um mercado em constante transformação.
O Centro de Capacitação Pedro Barreto, vinculado à Fundação Lar Feliz, insere-se nesse cenário por meio do desenvolvimento de cursos voltados à Produção de Conteúdos Digitais e ao Desenvolvimento de Sites. Tais iniciativas dialogam com a noção de “sociedade do labor”, conforme discutido por SANTOS (2019), que ressalta a necessidade de adaptação contínua dos profissionais às novas estruturas produtivas impulsionadas pelas inovações tecnológicas. Além disso, os estudos de FERREIRA e OLIVEIRA (2021) enfatizam que a integração entre a qualificação técnica e práticas colaborativas – como a criação de portfólios e a realização de projetos para clientes – fomenta o empreendedorismo e contribui significativamente para a autonomia financeira dos participantes.
Esta pesquisa propõe analisar os impactos das iniciativas de capacitação digital, utilizando como principal fonte os dados coletados e compilados no Relatório Anual 2023 da Fundação Lar Feliz. A investigação concentra-se na avaliação dos avanços na empregabilidade, no fortalecimento dos negócios locais e na transformação social decorrente desses programas, discutindo também os desafios e as perspectivas para a sustentabilidade das ações implementadas. Dessa forma, o estudo busca contribuir para o debate sobre a importância da educação digital como ferramenta indispensável para a redução das desigualdades e para a promoção de um desenvolvimento socioeconômico inclusivo.
2 REVISÃO DA LITERATURA
A digitalização da sociedade tem promovido transformações profundas nas relações de trabalho e na inclusão econômica, demandando uma reestruturação dos processos formativos e o desenvolvimento de competências digitais robustas. Segundo VAN DIJK (2020), a inclusão digital vai muito além do simples acesso às tecnologias, englobando o uso crítico e estratégico dessas ferramentas para uma participação efetiva no mercado de trabalho. Essa abordagem teórica enfatiza a necessidade de programas de capacitação que integrem conhecimentos técnicos e habilidades socioemocionais, permitindo aos indivíduos se adaptarem e inovarem em um ambiente cada vez mais competitivo.
Nesse sentido, GOMES (2022) defende que iniciativas voltadas à formação em competências digitais, como as promovidas pelo Centro Pedro Barreto, são fundamentais para a promoção da inclusão produtiva. Tais programas não apenas transmitem conhecimentos técnicos essenciais, mas também estabelecem uma conexão direta entre a educação formal e as demandas reais do mercado, contribuindo para a autonomia econômica de grupos historicamente vulneráveis. Essa perspectiva é corroborada por SILVA (2020), que ressalta a importância da capacitação digital como instrumento para a geração de renda e o combate à pobreza, enfatizando a necessidade de investimentos contínuos em formação e inovação.
Adicionalmente, o conceito de “sociedade do labor”, discutido por SANTOS (2019), ilustra como as tecnologias reconfiguram as estruturas produtivas tradicionais, exigindo uma constante atualização das habilidades profissionais. Segundo SANTOS (2019), a inserção dos indivíduos no mercado contemporâneo passa necessariamente pela adaptação às inovações tecnológicas, o que demanda uma revisão constante dos modelos de ensino e a implementação de estratégias de capacitação que promovam a flexibilidade e a criatividade.
A literatura também destaca a importância da integração entre a capacitação técnica e as práticas de mercado para a redução do fosso tecnológico e a democratização das oportunidades. FERREIRA e OLIVEIRA (2021) argumentam que a convergência entre políticas públicas e iniciativas privadas pode potencializar os impactos sociais das ações de inclusão digital. Para esses autores, a modernização dos ambientes de ensino e a incorporação de tecnologias inovadoras são medidas imprescindíveis para a promoção de uma transformação que transcenda a mera adaptação tecnológica, atingindo resultados significativos no desenvolvimento socioeconômico.
Os dados empíricos apresentados pela FUNDAÇÃO LAR FELIZ (2023) oferecem uma robusta evidência dos benefícios decorrentes das iniciativas de capacitação digital. De acordo com o relatório, os programas de formação alcançaram índices de conclusão notáveis, com 100% dos participantes concluindo o curso de Produção de Conteúdos Digitais e 100% do curso de Desenvolvimento de Sites, além de uma expressiva adesão à oficina “Instagram para Negócios”, que contou com 190 concluintes. Tais resultados evidenciam a eficácia dos cursos e a capacidade dos programas de qualificação em promover a permanência e o engajamento dos participantes.
No âmbito da produção digital e da empregabilidade, os indicadores apresentados apontam que os cursos impulsionaram a criação de 90 sites, dos quais 33 foram efetivamente comercializados, demonstrando a viabilidade econômica dos conhecimentos adquiridos. Ademais, o relatório aponta que 30 jovens conseguiram se inserir no mercado formal de trabalho após a conclusão dos cursos, reforçando o argumento de SILVA (2020) acerca do papel transformador da capacitação digital na geração de oportunidades de emprego e na promoção da autonomia econômica.
Os impactos das iniciativas de formação digital também se estenderam ao fortalecimento dos negócios próprios dos participantes. Conforme relatado, 55 jovens aprimoraram seus empreendimentos por meio do uso estratégico das redes sociais, enquanto 45 investiram na gestão de conteúdo, indicando que a capacitação não só melhora a empregabilidade, mas também fomenta o empreendedorismo e a inovação em pequenos negócios. Esse cenário é consistente com as argumentações de FERREIRA e OLIVEIRA (2021), que defendem a integração das competências digitais como fator crucial para a competitividade e a sustentabilidade dos empreendimentos locais.
Em síntese, a revisão da literatura evidencia uma inter-relação significativa entre a capacitação digital e a promoção da inclusão econômica e social. Os resultados empíricos apresentados pela FUNDAÇÃO LAR FELIZ (2023) corroboram as perspectivas teóricas de VAN DIJK (2020), GOMES (2022), SANTOS (2019), FERREIRA; OLIVEIRA (2021) e SILVA (2020), demonstrando que a digitalização, quando aliada a estratégias formativas integradas e a políticas públicas eficazes, pode efetivamente reduzir desigualdades e promover o desenvolvimento sustentável. Assim, a continuidade e a ampliação de programas de capacitação digital se configuram como estratégias indispensáveis para enfrentar os desafios impostos pela economia globalizada, reafirmando a importância de investimentos contínuos em educação e inovação para a construção de uma sociedade mais inclusiva e competitiva.
3 METODOLOGIA
O presente estudo fundamenta-se primordialmente no Relatório Anual 2023 da Fundação Lar Feliz (FUNDAÇÃO LAR FELIZ, 2023), que reúne dados coletados por meio de formulários de acompanhamento aplicados antes, durante e após os cursos, utilizando a plataforma Google Forms. Foram analisadas métricas relevantes, tais como o número de formados, a quantidade de sites desenvolvidos, a taxa de empregabilidade e os impactos observados em negócios próprios dos participantes.
Embora a análise se concentre nos dados oficiais do relatório, a estrutura metodológica adotada está alinhada com abordagens teóricas presentes na literatura sobre inclusão digital e transformação do trabalho. Nesse contexto, os conceitos de acesso e uso crítico das tecnologias, conforme discutidos por VAN DIJK (2020), fornecem uma base teórica que justifica a importância dos programas de capacitação. Paralelamente, GOMES (2022) enfatiza o papel desses programas na promoção da inclusão produtiva e na autonomia econômica, especialmente em contextos de vulnerabilidade.
Adicionalmente, a perspectiva de SANTOS (2019) sobre a “sociedade do labor” contribui para a compreensão de como as inovações tecnológicas reconfiguram as estruturas produtivas e exigem a atualização constante das competências profissionais. Os estudos de FERREIRA e OLIVEIRA (2021) reforçam a relevância da integração entre políticas públicas e iniciativas privadas para a modernização dos ambientes de ensino e trabalho, enquanto SILVA (2020) destaca o impacto positivo da capacitação digital na geração de renda e no combate à pobreza.
A pesquisa adota uma abordagem quantitativa com análise descritiva dos dados oficiais, organizando os indicadores de forma a facilitar a visualização e interpretação dos resultados. Dessa forma, ainda que não incorpore fontes externas para a coleta dos dados, o referencial teórico utilizado possibilita uma análise aprofundada e contextualizada dos impactos dos programas de capacitação digital, conforme evidenciado pelo Relatório Anual 2023 da Fundação Lar Feliz. Essa integração entre dados empíricos e embasamento teórico proporciona uma compreensão abrangente dos efeitos desses programas na inclusão econômica e na transformação das práticas de trabalho na era digital.
4 RESULTADOS E DISCUSSÃO
4.1 Participação e Conclusão dos Cursos
Conforme a Tabela 1, todos os participantes concluíram os cursos, totalizando 100 formados em Produção de Conteúdos Digitais e 90 em Desenvolvimento de Sites. As oficinas complementares, como “Instagram para Negócios”, atingiram 190 concluintes cada.
Tabela 1 – Participação e Conclusão dos Cursos
Curso/Oficina | Participantes | Concluintes |
Produção de Conteúdos | 100 | 100 |
Desenvolvimento de Sites | 90 | 90 |
Instagram para Negócios | 190 | 190 |
4.2 Produção Digital e Empregabilidade
A Tabela 2 revela que 90 sites foram criados, dos quais 33 comercializados. Além disso, 30 jovens obtiveram emprego formal após os cursos.
Tabela 2 – Indicadores de Produção e Empregabilidade
Indicador | Quantidade |
Sites criados | 90 |
Sites comercializados | 33 |
Jovens empregados | 30 |
4.3 Impacto em Negócios Próprios
Conforme a Tabela 3, 55 jovens aprimoraram seus negócios via redes sociais, enquanto 45 investiram em gestão de conteúdo.
Tabela 3 – Impacto nos Negócios Próprios
Indicador | Quantidade |
Aprimoramento de negócios | 55 |
Investimento em gestão de redes | 45 |
Os resultados evidenciam que a capacitação digital ampliou oportunidades de trabalho e fomentou empreendedorismo, alinhando-se a estudos sobre inclusão produtiva (GOMES, 2022). Contudo, a baixa taxa de comercialização de sites (36,6%) sugere a necessidade de mentorias contínuas para viabilização econômica.
No que diz respeito à produção digital e à empregabilidade, os resultados mostram que os participantes criaram um total de 90 sites, dos quais apenas 33 foram efetivamente comercializados. Essa taxa de conversão, equivalente a aproximadamente 36,6%, aponta para desafios na transformação do conhecimento técnico em viabilidade econômica, indicando a necessidade de estratégias complementares, como mentorias e apoio para o desenvolvimento de modelos de negócio. Ademais, 30 jovens conseguiram se inserir no mercado formal de trabalho após a conclusão dos cursos, evidenciando a contribuição dos programas de capacitação para a melhoria da empregabilidade e para a inclusão produtiva.
Quanto ao impacto nas iniciativas empreendedoras dos participantes, os dados revelam que 55 jovens aprimoraram seus negócios por meio do uso estratégico das redes sociais, enquanto 45 investiram na gestão de conteúdo. Esses indicadores sugerem que a capacitação digital não só favorece a obtenção de empregos formais, mas também estimula o empreendedorismo e a inovação em negócios próprios, corroborando as perspectivas de GOMES (2022) acerca da importância da qualificação para a autonomia econômica.
Os resultados obtidos dialogam com a literatura existente sobre inclusão digital e transformação do trabalho. Conforme argumenta VAN DIJK (2020), a inclusão digital requer não apenas o acesso às tecnologias, mas o desenvolvimento de competências que permitam o uso crítico e estratégico desses recursos. SANTOS (2019) destaca, por sua vez, como a reconfiguração das estruturas produtivas demanda uma atualização constante das habilidades profissionais, enquanto os estudos de FERREIRA e OLIVEIRA (2021) ressaltam a importância de integrar políticas públicas e iniciativas privadas para a promoção de ambientes de ensino e trabalho mais modernos e inclusivos. SILVA (2020) complementa essa visão ao apontar que a capacitação digital pode ser um instrumento fundamental no combate à pobreza e na promoção da geração de renda.
Em síntese, os resultados demonstram que as iniciativas de capacitação digital têm um impacto positivo tanto na inserção dos jovens no mercado de trabalho quanto no fortalecimento de seus empreendimentos. Contudo, a baixa taxa de comercialização dos sites evidencia a necessidade de um acompanhamento mais aprofundado, a fim de transformar o aprendizado técnico em resultados econômicos sustentáveis. Dessa forma, a experiência do Centro de Capacitação Pedro Barreto aponta para a eficácia dos programas, ao mesmo tempo em que sinaliza áreas que requerem estratégias de aprimoramento para potencializar os benefícios sociais e econômicos da inclusão digital.
5 DESAFIOS E PERSPECTIVAS
A sustentabilidade financeira desponta como um dos maiores desafios na área de educação digital, exigindo investimentos contínuos tanto na infraestrutura quanto na atualização dos currículos. Conforme enfatizam Ferreira e Oliveira (2021), a inclusão digital aliada ao desenvolvimento profissional é fundamental para promover transformações sociais e educacionais, o que reforça a necessidade de um suporte financeiro robusto que garanta a continuidade e a qualidade dos programas. Nesse cenário, o Relatório Anual 2023 da Fundação Lar Feliz destaca que a modernização dos ambientes de ensino e a incorporação de tecnologias emergentes são essenciais para enfrentar as demandas de um mercado em rápida evolução. A alocação estratégica de recursos não só assegura a manutenção dos cursos, mas também potencializa a capacidade de adaptação às inovações tecnológicas, promovendo um ambiente mais inclusivo e dinâmico.Adicionalmente, Gomes (2022) ressalta a importância de integrar habilidades empreendedoras nos programas de formação, facilitando a transição entre a educação e o mercado de trabalho e ampliando os impactos sociais e econômicos. Essa abordagem, que alia parcerias público-privadas à inovação curricular, propicia a construção de modelos educativos mais resilientes e alinhados às exigências contemporâneas, favorecendo tanto o desenvolvimento profissional quanto a transformação social. Portanto, a conjugação de investimentos estratégicos, modernização tecnológica e parcerias colaborativas configura um caminho promissor para superar os desafios atuais, ampliando as perspectivas de inclusão digital e contribuindo para uma evolução contínua e sustentável dos processos educativos.
6 CONCLUSÃO
Os resultados apresentados evidenciam que os cursos oferecidos pelo Centro Pedro Barreto desempenham um papel fundamental na promoção da inclusão produtiva, qualificando jovens para atuarem no mercado digital e incentivando o fortalecimento de negócios locais. A análise dos dados do Relatório Anual 2023 (FUNDAÇÃO LAR FELIZ, 2023) demonstra que a capacitação não só culminou em uma taxa de conclusão elevada, mas também contribuiu para a geração de empregos formais e o aprimoramento de iniciativas empreendedoras, aspectos essenciais para a transformação socioeconômica.
A eficácia dos programas reflete as proposições teóricas de VAN DIJK (2020) e GOMES (2022), que ressaltam a importância do acesso e do uso crítico das tecnologias para a inclusão digital e o desenvolvimento profissional. Ademais, o conceito de “sociedade do labor” discutido por SANTOS (2019) enfatiza a necessidade de constante atualização das habilidades profissionais frente às inovações tecnológicas, o que corrobora a necessidade de programas de formação que integrem conhecimentos teóricos e práticos.
No entanto, a continuidade e a ampliação desses resultados dependem de um apoio financeiro consistente e de uma adaptação contínua às demandas emergentes do setor tecnológico. Os estudos de FERREIRA e OLIVEIRA (2021) e SILVA (2020) apontam que a integração de políticas públicas com iniciativas privadas é crucial para manter e ampliar os impactos positivos da capacitação digital, possibilitando não apenas a inclusão no mercado de trabalho, mas também o fomento do empreendedorismo e da inovação.
Em síntese, os programas de capacitação do Centro Pedro Barreto se configuram como instrumentos estratégicos para a transformação social, evidenciando que a educação digital é um catalisador essencial na redução das desigualdades e no estímulo ao desenvolvimento sustentável. A consolidação dessas iniciativas dependerá, portanto, de investimentos contínuos e da implementação de estratégias que acompanhem as rápidas evoluções tecnológicas, garantindo a manutenção e o aprimoramento dos benefícios sociais e econômicos alcançados.
7 AGRADECIMENTOS
Agradecemos a Ramon Queiroz, Coordenador de Capacitação da Fundação Lar Feliz, por sua dedicação e empenho na implementação dos cursos, contribuindo significativamente para a inclusão digital e o desenvolvimento profissional dos participantes. Seu compromisso foi essencial para o sucesso desta iniciativa.
REFERÊNCIAS
FERREIRA, M. R.; OLIVEIRA, L. S. Inclusão Digital e Desenvolvimento Profissional: Desafios e Perspectivas. Revista de Estudos Sociais, v. 18, n. 2, p. 112-130, 2021.
FUNDAÇÃO LAR FELIZ. Relatório Anual 2023. Juazeiro: Fundação Lar Feliz, 2023. Disponível em: https://fundacaolarfeliz.org.br/wp-content/uploads/2024/04/Relatorio-Anual-2023-Fundacao-L ar-Feliz.pdf. Acesso em: 09 fev. 2025.
GOMES, R. C. Educação, Trabalho e Inclusão Digital: Caminhos para a Transformação Social. São Paulo: Editora Digital, 2022.
SANTOS, D. F. Sociedade do Labor e Transformação Digital: Impactos na Economia Local. Revista de Administração e Inovação, v. 16, n. 4, p. 78-95, 2019.
SILVA, T. A. Transformação Digital e Inclusão Social: Novos Paradigmas no Mundo do Trabalho. Revista Brasileira de Tecnologia e Sociedade, v. 12, n. 3, p. 45-67, 2020.
VAN DIJK, J. The Digital Divide: Contemporary Perspectives. Journal of Digital Inclusion, v. 5, n. 1, p. 12-34, 2020.