BIOESTIMULAÇÃO FACIAL COM O USO DE FIOS PDO PARA O REJUVENESCIMENTO DA PELE

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cs10202511232209


Lara Héllen Marinho Pereira1
Orientadora: Alessandra Borges Sanches de Oliveira2


RESUMO

O envelhecimento cutâneo é um processo biológico, progressivo e multifatorial, que resulta na degradação das fibras de colágeno e elastina, na redução da produção de ácido hialurônico e na perda da capacidade regenerativa da pele. Como consequência, surgem sinais visíveis como flacidez, rugas, sulcos profundos, perda do contorno facial e diminuição da elasticidade. Diante da crescente busca por procedimentos estéticos menos invasivos, que proporcionem resultados eficazes com menor tempo de recuperação, os fios de polidioxanona (PDO) têm se destacado como uma tecnologia promissora no campo da estética avançada. Esses fios atuam por meio de dois mecanismos principais: o efeito mecânico, que promove um lifting imediato devido à tração dos tecidos, e o efeito biológico, que estimula uma intensa neocolagênese, além da produção de elastina e outras fibras essenciais para a sustentação cutânea. O procedimento é minimamente invasivo, seguro, de rápida recuperação e com risco reduzido de complicações quando realizado por profissionais qualificados. Este trabalho tem como objetivo analisar, por meio de revisão bibliográfica, a eficácia dos fios de PDO na bioestimulação facial, abordando seus mecanismos fisiológicos, indicações clínicas, contraindicações, benefícios, possíveis efeitos adversos e limitações. A metodologia adotada consiste em uma pesquisa de caráter qualitativo, com levantamento e análise de referências científicas atuais sobre o tema. A revisão abrange artigos científicos, livros e fontes confiáveis relacionados à bioestimulação com fios de PDO. Foram considerados estudos nacionais e internacionais, priorizando dados que evidenciem a eficácia e a segurança do procedimento. Os resultados obtidos na literatura evidenciam que, além de promoverem rejuvenescimento e melhora na qualidade da pele, os fios de PDO contribuem significativamente para o bem-estar e a autoestima dos pacientes, consolidando-se como uma das principais ferramentas da estética moderna e regenerativa.

Palavras-chave: Bioestimulação; Fios de Polidioxanona; Rejuvenescimento Facial; Estética Avançada; Lifting Facial.

ABSTRACT 

Skin aging is a progressive, multifactorial biological process that results in the degradation of collagen and elastin fibers, reduced hyaluronic acid production, and loss of the skin’s regenerative capacity. As a result, visible signs such as sagging, wrinkles, deep furrows, loss of facial contour, and decreased elasticity appear. Given the growing demand for less invasive aesthetic procedures that provide effective results with shorter recovery times, polydioxanone (PDO) threads have emerged as a promising technology in the field of advanced aesthetics. These threads work through two main mechanisms: the mechanical effect, which promotes an immediate lift due to tissue traction, and the biological effect, which stimulates intense neocollagenesis, as well as the production of elastin and other fibers essential for skin support. The procedure is minimally invasive, safe, with a fast recovery time, and with a reduced risk of complications when performed by qualified professionals. This study aims to analyze, through a literature review, the efficacy of PDO threads in facial biostimulation, addressing their physiological mechanisms, clinical indications, contraindications, benefits, possible adverse effects, and limitations. The methodology adopted consists of qualitative research, including a survey and analysis of current scientific references on the topic. The review covers scientific articles, books, and reliable sources related to biostimulation with PDO threads. National and international studies were considered, prioritizing data demonstrating the efficacy and safety of the procedure. The results obtained in the literature show that, in addition to promoting rejuvenation and improving skin quality, PDO threads significantly contribute to patients’ well-being and self-esteem, consolidating their position as one of the main tools in modern and regenerative aesthetics.

Keywords: Biostimulation; Polydioxanone Threads; Facial Rejuvenation; Advanced Aesthetics; Facial Lifting.

1. INTRODUÇÃO 

O envelhecimento da pele é um processo multifatorial, progressivo e inevitável que afeta todas as pessoas ao longo da vida. Caracteriza-se por alterações estruturais e funcionais nos tecidos cutâneos, resultantes de fatores intrínsecos, como predisposição genética e senescência celular, e extrínsecos, como exposição solar, poluição, tabagismo, má alimentação e estresse oxidativo (Zanelato et al., 2020). A partir dos 25 anos, observa-se uma redução gradual na produção de colágeno, elastina e ácido hialurônico, componentes essenciais para a sustentação, hidratação e elasticidade da pele. Com o tempo, essa diminuição leva ao surgimento de rugas, linhas de expressão, flacidez e perda do contorno facial, impactando diretamente na estética e autoestima dos indivíduos (Souza; Dias; Moreira, 2019)

Historicamente, a busca por técnicas de rejuvenescimento cutâneo remonta às civilizações antigas, nas quais ervas, óleos e máscaras eram aplicados com o intuito de preservar a juventude da pele. No entanto, os avanços tecnológicos e científicos das últimas décadas possibilitaram o desenvolvimento de procedimentos estéticos modernos e minimamente invasivos, que aliam segurança, eficácia e resultados naturais. Entre essas técnicas, destaca-se o uso dos fios de polidioxanona (PDO), que vêm ganhando notoriedade no campo da dermatologia e estética por sua capacidade de estimular a regeneração tecidual e melhorar o aspecto da pele sem a necessidade de intervenções cirúrgicas (Ferreira; Ribeiro; Lima, 2021).

Os fios de PDO são compostos por um polímero sintético absorvível, derivado do petróleo, amplamente utilizado em suturas médicas desde os anos 1980. Sua aplicação na área estética teve início na Coreia do Sul e rapidamente se disseminou para diversos países, tornando-se um dos procedimentos preferidos por pacientes e profissionais da saúde estética (Kim et al., 2017). A técnica consiste na inserção subdérmica ou intradérmica dos fios, que podem ser lisos, espiculados, parafusos ou moldados, conforme a necessidade clínica e o objetivo terapêutico. Esses fios promovem um efeito lifting imediato pela tração mecânica dos tecidos e um efeito tardio devido ao estímulo da produção de colágeno tipo I, fibroblastos e outras proteínas estruturais da matriz extracelular (Baek et al., 2018).

Além dos efeitos biomecânicos, os fios de PDO provocam uma reação inflamatória controlada no tecido, levando à angiogênese, neocolagênese e reorganização das fibras elásticas. Essa regeneração celular contribui para a melhora da textura, firmeza e elasticidade da pele, com resultados progressivos que se mantêm por um período variável entre 12 e 24 meses, mesmo após a completa absorção dos fios pelo organismo (Martins; Silva; Amaral, 2022). O procedimento pode ser aplicado em diversas regiões da face, como bochechas, mandíbula, região malar e área periorbital, bem como em áreas corporais como pescoço, abdômen, braços e coxas.

A crescente popularidade dos fios de PDO se deve, em parte, à busca contemporânea por tratamentos menos invasivos, com tempos de recuperação reduzidos e menor risco de complicações. Comparado às cirurgias plásticas tradicionais, o lifting com fios de PDO apresenta vantagens como menor tempo de execução, ausência de cortes, anestesia local e retorno quase imediato às atividades cotidianas. Essa tendência acompanha uma mudança no perfil dos pacientes, que atualmente valorizam resultados mais sutis, naturais e progressivos (Oliveira; Pereira; Almeida, 2020). Além disso, o procedimento é considerado seguro, desde que realizado por profissionais qualificados e com conhecimento anatômico aprofundado.

No entanto, apesar dos benefícios evidentes, o uso dos fios de PDO requer cuidados específicos. A técnica apresenta contraindicações em casos de infecções locais, doenças autoimunes, gravidez, distúrbios de coagulação, entre outros. Complicações, embora raras, podem ocorrer, como hematomas, dor local, irregularidades na pele, infecção ou migração do fio. Por isso, o domínio técnico, o correto diagnóstico e a escolha criteriosa dos materiais são fatores determinantes para o sucesso terapêutico (Ferreira; Ribeiro; Lima, 2021).

Nos últimos anos, diversos estudos clínicos têm sido realizados para avaliar os efeitos histológicos e clínicos dos fios de PDO. Baek et al. (2018), por exemplo, demonstraram aumento significativo na produção de colágeno após três meses da aplicação, evidenciando a eficácia do método no rejuvenescimento cutâneo. Outro estudo, conduzido por Kim et al. (2017), mostrou alta taxa de satisfação entre pacientes, com melhora perceptível na firmeza da pele e contorno facial. Tais evidências científicas têm reforçado a credibilidade da técnica e incentivado sua difusão entre profissionais da área estética.

Portanto, o uso dos fios de PDO para rejuvenescimento facial representa uma inovação importante no campo da estética, unindo tecnologia, segurança e eficácia em um único procedimento. Sua crescente demanda justifica o aprofundamento científico sobre o tema, visando não apenas a compreensão dos mecanismos de ação, mas também o aprimoramento das técnicas de aplicação, a redução de riscos e a ampliação de suas indicações terapêuticas. Com base nesse contexto, o presente trabalho tem como objetivo principal investigar os efeitos clínicos e estéticos do uso de fios de PDO no rejuvenescimento facial, destacando seus mecanismos fisiológicos, indicações, contraindicações, tipos de fios disponíveis e os cuidados necessários para um procedimento seguro e eficiente.

2. REFERENCIAL TEÓRICO 

2.1 Envelhecimento cutâneo: bases morfofisiológicas e processos degenerativos

O envelhecimento cutâneo é um fenômeno fisiológico progressivo e irreversível, que resulta de uma interação complexa entre fatores intrínsecos, como genética e tempo biológico, e fatores extrínsecos, como exposição solar crônica, poluição ambiental, estresse oxidativo, alimentação inadequada, consumo de álcool e tabaco, entre outros. Esses agentes desencadeiam uma série de modificações estruturais e funcionais nos tecidos cutâneos, especialmente na derme, comprometendo a integridade da matriz extracelular. As principais consequências dessas alterações incluem a redução da espessura e da densidade dérmica, diminuição da atividade dos fibroblastos, comprometimento da síntese de colágeno tipo I e III, fragmentação das fibras de elastina e perda de ácido hialurônico, resultando em rugas, sulcos, flacidez e perda de elasticidade da pele (Trojan et al., 2021; Gomes; Silva; Lima, 2020).

A partir do ponto de vista celular, o envelhecimento é marcado por um declínio na renovação dos queratinócitos na epiderme, além da redução na vascularização e na oxigenação dos tecidos. O turnover celular é desacelerado, favorecendo o acúmulo de células senescentes que liberam mediadores inflamatórios pró-envelhecimento. Na derme, os fibroblastos envelhecidos apresentam menor capacidade de replicação e de produção de componentes da matriz extracelular, o que afeta diretamente a firmeza e a tonicidade cutânea. Ainda, as metaloproteinases de matriz (MMPs), enzimas responsáveis pela degradação de colágeno e elastina, tornam-se mais ativas, intensificando a fragmentação das fibras e agravando o quadro de flacidez e perda de sustentação (Fonseca; Oliveira, 2019). Tais processos são ainda mais acentuados pelo fotoenvelhecimento, que corresponde à ação crônica dos raios ultravioleta sobre a pele, promovendo danos ao DNA celular, mutações e estresse oxidativo, além de estimular a síntese exacerbada de MMPs e gerar inflamação persistente no tecido (Kim et al., 2020).

2.2 Bioestimulação cutânea: fundamentos científicos e relevância clínica

A bioestimulação cutânea é uma abordagem terapêutica inovadora, que visa restaurar a funcionalidade e a arquitetura da pele por meio do estímulo endógeno da regeneração tecidual, sem o uso de preenchedores ou implantes volumizadores. O objetivo da bioestimulação é reativar as funções dos fibroblastos, induzindo a produção de novas fibras colágenas, elastina e glicosaminoglicanos, o que melhora a firmeza, a densidade dérmica, a hidratação e a elasticidade da pele (Vieira; Castro, 2021). Esta técnica tem ganhado destaque na prática clínica por proporcionar resultados progressivos, duradouros e naturais, sem alterar as proporções anatômicas do rosto. Diversos recursos podem ser utilizados com essa finalidade, como microagulhamento, tecnologias baseadas em luz (como o laser fracionado e a luz pulsada intensa), além de substâncias injetáveis bioestimuladoras, como ácido poli-L-láctico, hidroxiapatita de cálcio, carboximetilcelulose e, mais recentemente, os fios de polidioxanona (PDO), que aliam efeito mecânico e biológico em uma única aplicação (Dias, 2022).

Os fios de PDO atuam como agentes bioestimuladores ao serem inseridos nas camadas da pele, promovendo uma inflamação leve e controlada que ativa a migração de células imunes e desencadeia a resposta reparadora do organismo. Este processo inclui a liberação de fatores de crescimento e a proliferação de fibroblastos, que passam a sintetizar novos componentes da matriz extracelular (Lopes Mendonça; Azevedo, 2023). Assim, a pele passa por um processo de remodelação gradual, com evidente melhora da firmeza, suavização das rugas e recuperação do contorno facial. É importante destacar que a bioestimulação é uma técnica de efeito cumulativo e progressivo, com resultados que se estendem por vários meses após o procedimento, especialmente quando combinada a outros tratamentos complementares (Guedes; Nascimento, 2021).

2.3 Fios de polidioxanona (PDO): estrutura, classificação e mecanismos de ação

Os fios de polidioxanona (PDO) são filamentos sintéticos compostos por um polímero biodegradável, biocompatível e totalmente absorvível pelo organismo, com ampla utilização na prática cirúrgica como fio de sutura. Seu uso na estética facial se baseia em dois mecanismos principais: o efeito mecânico imediato, que promove tração e reposicionamento tecidual, e o efeito biológico de bioestimulação, responsável pela indução da síntese de colágeno (KIM et al., 2017). A inserção dos fios de PDO no tecido subcutâneo desencadeia uma reação inflamatória controlada que estimula a atividade dos fibroblastos e promove a deposição de novas fibras colágenas, reorganizando a matriz dérmica. Esse processo culmina em maior firmeza, elasticidade e tonicidade da pele, com melhora do aspecto geral da face, atenuação de rugas e linhas de expressão, e recuperação da definição do contorno facial (Lopes Mendonça; Azevedo, 2023).

Existem diferentes tipos de fios de PDO, cada um com indicações e aplicações específicas. Os fios lisos (monofilamentares) são utilizados com foco na bioestimulação, sendo inseridos em formato de malha ou leque para promover melhora global da textura e da firmeza da pele. Já os fios espiculados (cog ou barbed) possuem pequenas espículas em sua superfície, que se ancoram ao tecido subcutâneo e permitem um efeito lifting imediato, indicado para áreas com maior flacidez e queda gravitacional (Dias, 2022). Os fios parafusos, por sua vez, têm formato helicoidal e são recomendados para estímulo volumétrico em regiões como malar, sulco nasogeniano e linha da mandíbula. A escolha do tipo de fio, da quantidade e da técnica de inserção deve ser criteriosa e baseada na análise da anatomia facial do paciente, dos vetores de tração e da distribuição da flacidez (Guedes; Nascimento, 2021).

2.4 Indicações clínicas, resultados e cuidados pós-procedimento

O uso dos fios de PDO é indicado para pacientes que apresentam sinais iniciais a moderados de envelhecimento cutâneo, como flacidez, perda do contorno facial, rugas estáticas e dinâmicas, além de marcas de expressão na testa, glabela, sulcos nasogenianos, região perioral, mandíbula e pescoço. A técnica também pode ser utilizada em áreas corporais, como braços, abdômen e glúteos, embora seu uso seja mais difundido na região facial (Vieira; Castro, 2021). O procedimento é minimamente invasivo e pode ser realizado em consultório, com anestesia local, apresentando tempo de recuperação reduzido e retorno quase imediato às atividades diárias. Os resultados começam a ser percebidos a partir da segunda ou terceira semana após a aplicação e atingem seu pico máximo entre o segundo e o terceiro mês, com efeitos duradouros por até 12 a 18 meses, dependendo das características do paciente, do tipo de fio utilizado e do protocolo adotado (Dias, 2022).

Após a aplicação, recomenda-se evitar exposição solar, práticas esportivas intensas, massagens faciais e manipulação da área tratada por pelo menos 48 horas. Também é importante evitar procedimentos estéticos agressivos no local por algumas semanas. Os efeitos adversos mais comuns incluem leve edema, eritema, hematomas e dor na área da aplicação, que geralmente desaparecem espontaneamente em poucos dias. Complicações mais graves, como infecção, extrusão dos fios ou fibrose, são raras e geralmente associadas à técnica inadequada ou à falta de cuidados no pós-procedimento (Guedes; Nascimento, 2021). Por isso, é fundamental que o profissional executor tenha conhecimento aprofundado da anatomia facial, domínio técnico da aplicação e utilize materiais devidamente registrados e esterilizados.

2.5 Considerações éticas, limitações e contraindicações

A realização de procedimentos estéticos minimamente invasivos, como a aplicação de fios de PDO, envolve uma série de considerações éticas que devem ser rigorosamente respeitadas pelos profissionais da área da saúde. Em primeiro lugar, é fundamental garantir o princípio da autonomia do paciente, que só pode ser plenamente exercido mediante o fornecimento de informações claras, objetivas e compreensíveis sobre os riscos, benefícios, alternativas terapêuticas e expectativas realistas em relação ao procedimento. O Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) é um instrumento indispensável nesse contexto, servindo como uma forma de assegurar a vontade livre do paciente e resguardar juridicamente o profissional (Costa et al., 2021).

Ademais, o profissional deve atuar de acordo com o princípio da beneficência, priorizando sempre o bem-estar do paciente, e da não maleficência, evitando a exposição a riscos desnecessários, principalmente em casos de contraindicações clínicas. Dentre as principais contraindicações à aplicação de fios de PDO destacam-se infecções ativas na pele, doenças autoimunes em atividade, gestação e lactação, histórico de queloides ou cicatrizes hipertróficas, distúrbios de coagulação, imunossupressão e uso recente de substâncias anticoagulantes (Souza; Lima; Rodrigues, 2022). Além disso, pacientes com expectativas irreais ou distúrbios da imagem corporal devem ser cuidadosamente avaliados, considerando-se, inclusive, a possibilidade de contraindicação ética e psicológica ao procedimento.

As limitações técnicas também devem ser consideradas. Os fios de PDO são indicados, preferencialmente, em casos de flacidez leve a moderada, não sendo eficazes em quadros avançados de ptose facial ou em pacientes que apresentam perdas significativas de volume facial. Nestes casos, outras abordagens, como lifting cirúrgico, preenchedores ou técnicas combinadas, podem ser mais apropriadas. A durabilidade dos resultados, ainda que satisfatória, varia de acordo com fatores individuais, como metabolismo, hábitos de vida e qualidade da pele, o que reforça a necessidade de manutenção periódica e acompanhamento profissional (Ferreira; Pereira; Machado, 2020).

2.6 Relevância científica e inovação tecnológica

A utilização dos fios de polidioxanona (PDO) representa uma das mais relevantes inovações tecnológicas no campo da estética minimamente invasiva, unindo segurança, eficácia e estímulo fisiológico da regeneração cutânea. A proposta terapêutica dos fios de PDO dialoga com os avanços da biotecnologia e com o crescente interesse da ciência estética em promover o rejuvenescimento facial com o mínimo de agressividade, respeitando a individualidade anatômica e funcional dos pacientes. A bioestimulação provocada por esses dispositivos permite a reestruturação gradual da matriz dérmica, com melhora significativa na firmeza, elasticidade e textura da pele, sem a necessidade de adição de volume ou intervenções cirúrgicas (Santos; Almeida; Figueiredo, 2021).

No contexto científico, estudos recentes têm evidenciado a eficácia dos fios de PDO na indução da neocolagênese, além da sua capacidade de modular a expressão de genes envolvidos na regeneração tecidual e na síntese de proteínas estruturais da derme. A introdução dessas tecnologias está associada a uma mudança de paradigma nos tratamentos antienvelhecimento, priorizando intervenções que atuem na causa do envelhecimento tecidual – como a perda de colágeno – ao invés de apenas camuflar suas manifestações clínicas (Melo et al., 2023). Isso coloca os fios de PDO como uma alternativa promissora frente à demanda crescente por tratamentos que aliam naturalidade estética, eficácia clínica e biocompatibilidade.

Além disso, o interesse científico por essa técnica tem crescido exponencialmente, resultando em um número crescente de publicações, revisões sistemáticas e estudos clínicos randomizados voltados à avaliação de sua segurança, indicações e protocolos de aplicação. Esse corpo crescente de evidências contribui para a consolidação do procedimento na prática clínica e fortalece a atuação dos profissionais da saúde estética de forma ética, segura e respaldada em bases científicas (Oliveira; Costa; Santana, 2022).

3. METODOLOGIA 

Esta pesquisa caracterizou-se de natureza qualitativa do tipo revisão bibliográfica, com o objetivo de reunir e analisar criticamente produções científicas relevantes acerca da bioestimulação facial com o uso de fios de polidioxanona (PDO) voltada para o rejuvenescimento da pele. A metodologia adotada seguiu uma abordagem sistematizada de análise da literatura científica disponível nas principais bases de dados acadêmicas.

O processo metodológico foi estruturado em seis etapas: (1) definição do tema e delimitação do problema de pesquisa; (2) levantamento bibliográfico nas bases eletrônicas; (3) definição dos critérios de inclusão e exclusão; (4) categorização e coleta dos dados; (5) análise crítica dos estudos selecionados; e (6) elaboração e apresentação da revisão narrativa.

As buscas foram realizadas por meio de plataformas eletrônicas especializadas em publicações científicas, tais como PubMed, ScienceDirect, SciELO e Google Acadêmico. Para a realização das buscas, foram utilizados os seguintes descritores, combinados com operadores booleanos (AND/OR), em português e em inglês: “Bioestimulação facial” (Facial bioestimulation), “Fios de polidioxanona” (Polydioxanone threads), “Rejuvenescimento da pele” (Skin rejuvenation), “Estética facial” (Facial aesthetics) e “Colágeno dérmico” (Dermal collagen).

Os critérios de inclusão para a seleção dos artigos foram: estar disponível na íntegra; estar publicado nos idiomas português, inglês ou espanhol; ter sido publicado entre os anos de 2015 e 2025; e abordar, de maneira direta, a aplicação dos fios de PDO como recurso de bioestimulação cutânea facial. Também foram incluídos estudos clínicos que apresentassem resultados relacionados à produção de colágeno, melhora da firmeza e elasticidade da pele, bem como satisfação dos pacientes com o procedimento.

Foram excluídos os trabalhos que não apresentavam relação direta com a técnica dos fios de PDO, artigos de revisão sistemática, monografias, dissertações e teses acadêmicas, bem como aqueles que se repetiam entre as bases de dados. Além disso, estudos que não apresentavam resultados objetivos ou que não estavam disponíveis na íntegra foram igualmente descartados da amostra final.

Após a triagem inicial e aplicação dos critérios, os estudos selecionados foram analisados criticamente, de modo a identificar os principais achados relacionados aos efeitos fisiológicos e clínicos da bioestimulação promovida pelos fios de polidioxanona, seu papel no rejuvenescimento da pele, bem como possíveis limitações e complicações da técnica.

4. RESULTADOS E DISCUSSÃO 

A análise da literatura selecionada evidenciou resultados consistentes quanto à eficácia dos fios de polidioxanona (PDO) na bioestimulação cutânea e no rejuvenescimento facial. De forma geral, os estudos demonstraram que a inserção dos fios promove um processo inflamatório controlado que estimula a proliferação fibroblástica e o aumento da produção de colágeno, resultando em melhora visível da firmeza, elasticidade e textura da pele. Esses achados estão alinhados com as observações de Baek, Lee e Kim (2018), que verificaram alterações histológicas positivas após o uso de fios de PDO, e também com a pesquisa de Wang et al. (2019), que identificaram ativação do TGF-β como mecanismo central na regeneração dérmica induzida pelos fios.

Os efeitos clínicos progressivos também foram confirmados por Choi et al. (2021), que identificaram aumento de aproximadamente 21% na espessura dérmica após três meses do procedimento, reforçando o potencial bioestimulador da técnica. Tal resultado converge com Martins, Silva e Amaral (2022), que observaram melhora significativa da densidade dérmica e da flacidez facial no mesmo período. Entretanto, Baek et al. (2018) destacaram que sinais iniciais de melhora podem ser percebidos já na quarta semana após o tratamento, sugerindo que a resposta clínica pode variar conforme o metabolismo individual, a técnica de inserção e a qualidade dos fios utilizados.

Do ponto de vista temporal, a literatura aponta que os resultados se intensificam entre 90 e 180 dias após o procedimento, período correspondente à reorganização das fibras colágenas e elásticas. Oliveira et al. (2020) e Melo et al. (2023) reforçam essa perspectiva, indicando que os efeitos podem persistir por até 18 meses, dependendo da técnica, do tipo de fio e das condições fisiológicas do paciente. Park (2020) corrobora essa durabilidade, destacando a importância da seleção anatômica adequada das áreas de inserção e da combinação com outras terapias estéticas para resultados otimizados.

A segurança do procedimento também se mostrou um ponto recorrente entre os estudos. De acordo com Guedes e Nascimento (2021), a taxa de complicações relacionadas aos fios de PDO é inferior a 2%, sendo os eventos adversos mais comuns edema, eritema e hematomas transitórios. Esses dados estão em consonância com Vieira e Castro (2021), que relataram resolução rápida dos efeitos colaterais e baixa incidência de extrusão ou infecção quando o procedimento é realizado por profissionais habilitados e com técnica asséptica adequada. A literatura analisada destaca ainda que o uso correto da técnica reduz significativamente os riscos, preservando a segurança e a previsibilidade dos resultados (Santos; Almeida; Figueiredo, 2021).

Além dos benefícios estéticos, a bioestimulação com fios de PDO demonstrou impacto positivo na autoestima, autoconfiança e bem-estar dos pacientes. Costa et al. (2023) evidenciaram melhora significativa na percepção de satisfação pessoal e qualidade de vida após o tratamento, destacando que a estética contemporânea não se limita apenas a parâmetros físicos, mas também ao bem-estar emocional e psicológico. Esse aspecto reforça o valor dos fios como uma ferramenta integrativa na harmonização facial, contribuindo não apenas para a aparência, mas também para a saúde emocional do paciente.

Entretanto, algumas limitações foram identificadas. Souza, Lima e Rodrigues (2022) relataram menor eficácia em pacientes com flacidez avançada, destacando a necessidade de associação com outras técnicas, como radiofrequência ou bioestimuladores injetáveis, para otimizar o efeito lifting. Santos, Almeida e Figueiredo (2021) também ressaltaram que a falta de padronização técnica entre os estudos dificulta comparações mais precisas, especialmente devido à variabilidade nos tipos de fios, abordagens de inserção e tempo de acompanhamento. Assim, observa-se que embora a literatura seja consistente quanto à eficácia dos fios de PDO, as respostas individuais e a metodologia aplicada influenciam os resultados.

De modo geral, os achados indicam que os fios de polidioxanona representam uma abordagem minimamente invasiva com segurança clínica consolidada e potencial de rejuvenescimento progressivo. A técnica alia estímulo biológico à remodelação tecidual gradual, proporcionando efeito lifting inicial seguido de bioestimulação sustentada. Dessa forma, quando aplicados com conhecimento anatômico e respaldo técnico-científico, os fios de PDO constituem ferramenta relevante no arsenal terapêutico da Biomedicina Estética moderna, oferecendo resultados previsíveis, naturais e duradouros.

5. CONSIDERAÇÕES FINAIS 

Com base na análise das evidências científicas apresentadas, conclui-se que a bioestimulação facial com fios de polidioxanona (PDO) representa uma estratégia eficaz e inovadora no tratamento do envelhecimento cutâneo. Sua ação fundamenta-se em mecanismos biológicos que promovem a regeneração tecidual, a neocolagênese e a reorganização das fibras elásticas, proporcionando melhora significativa na firmeza, textura e elasticidade da pele.

O estudo demonstrou que o uso dos fios de PDO une segurança, eficácia e resultados naturais, sendo uma alternativa minimamente invasiva às cirurgias convencionais de lifting facial. A técnica mostra-se especialmente vantajosa por apresentar baixo risco de complicações, rápida recuperação e elevado grau de satisfação dos pacientes. Além dos efeitos físicos, destaca-se o impacto positivo na autoestima e na qualidade de vida, evidenciando que a estética contemporânea deve ser entendida como promotora de saúde e bem-estar.

Contudo, é essencial ressaltar que o sucesso do procedimento depende da formação adequada do profissional Biomédico Esteta, do correto diagnóstico clínico e da escolha individualizada do tipo de fio e da técnica de aplicação. Recomenda-se que novas pesquisas clínicas controladas e de longo prazo sejam realizadas para aprofundar o conhecimento sobre os mecanismos moleculares envolvidos, a durabilidade dos resultados e possíveis efeitos adversos a longo prazo.

Assim, este trabalho contribui para o avanço da biomedicina estética ao reforçar a importância dos fios de PDO como recurso promissor na rejuvenescência facial bioestimuladora, consolidando seu papel dentro da prática clínica segura, ética e baseada em evidências. O conhecimento gerado aqui reforça a necessidade de constante atualização profissional e o compromisso com práticas científicas que valorizem a estética aliada à saúde e à regeneração tecidual.

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1Discente do curso de Biomedicina da Faculdade de Ilhéus, Centro de Ensino Superior, Ilhéus, Bahia. e-mail: larahellen855@gmail.com
2Docente do curso de Biomedicina da Faculdade de Ilhéus, Centro de Ensino Superior, Ilhéus, Bahia. e-mail: absoliveira.ab@gmail.com