AVALIAÇÃO FORMATIVA VERSUS AVALIAÇÃO SOMATIVA NO ENSINO  SUPERIOR: UMA REVISÃO NARRATIVA DE PUBLICAÇÕES BRASILEIRAS  (2020–2025) 

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/dt10202509262309


Isaias da Silva Rosa1
Simone Leite Azevedo Gurgel Guida2
Flaviane de Souza Brito3
Cláudia  Santana Belchior4
Samira Ferez de Macedo5


RESUMO 

Este estudo apresenta uma revisão bibliográfica narrativa sobre avaliação formativa e  somativa no ensino superior, com base em publicações brasileiras indexadas na base  SciELO entre 2020 e 2025. Foram analisados 11 artigos, sendo sete relacionados à  avaliação formativa e quatro à avaliação somativa. Os resultados evidenciam que a  avaliação formativa, quando sustentada por práticas como feedback, metodologias  ativas e integração teoria-prática, favorece aprendizagens significativas, engajamento  discente e inovação pedagógica. A avaliação somativa, por sua vez, mostra-se  indispensável para certificação e regulação institucional, mas apresenta limites  quando utilizada isoladamente, como a ênfase em métricas quantitativas e efeitos  emocionais negativos sobre os estudantes. A análise integrada aponta para a  necessidade de modelos híbridos, que articulem a função regulatória da avaliação  somativa com a dimensão emancipatória da avaliação formativa, fortalecendo a  qualidade acadêmica e a permanência estudantil. Conclui-se que os objetivos da  revisão foram atingidos, ao mapear a produção recente, identificar contribuições e  lacunas e discutir perspectivas de integração entre os dois modelos avaliativos. 

PALAVRAS-CHAVE: Avaliação da aprendizagem; Avaliação formativa; Avaliação  somativa; Ensino superior; Desempenho acadêmico. 

INTRODUÇÃO 

A avaliação da aprendizagem no ensino superior configura-se como campo de  disputas conceituais e práticas, marcado pela tensão entre modelos de caráter  somativo e formativo. Se, de um lado, a avaliação somativa cumpre a função de  certificar resultados e atribuir notas, de outro, a avaliação formativa propõe-se a acompanhar o processo de aprendizagem, oferecer feedbacks e promover a  autorregulação do estudante. Essa dualidade, frequentemente apresentada de forma  excludente, suscita um problema central: como a literatura acadêmica recente tem  tratado a relação entre esses dois modelos e quais impactos identifica sobre o  desempenho acadêmico? 

O objeto desta pesquisa consiste na produção científica publicada no Brasil,  entre 2020 e 2025, acerca da avaliação formativa e somativa no ensino superior,  reunida a partir de buscas realizadas na base SciELO. Considerando a relevância do  tema, o estudo volta-se para compreender de que modo diferentes autores têm  discutido práticas avaliativas nesse período, quais tendências se sobressaem e quais  limitações permanecem. 

O objetivo geral é analisar como a literatura recente aborda a avaliação  formativa e a avaliação somativa no ensino superior, destacando suas implicações  para o desempenho acadêmico. Como objetivos específicos, busca-se: (i) identificar  os enfoques predominantes nos estudos que discutem avaliação formativa; (ii)  examinar os trabalhos que tratam da avaliação somativa e suas críticas; (iii) comparar  contribuições e limites de cada abordagem; e (iv) discutir a possibilidade de integração  entre os dois modelos como alternativa de qualificação das práticas avaliativas. 

A justificativa para a presente investigação apoia-se em três dimensões. Na  dimensão científica, observa-se a necessidade de sistematizar a produção recente  sobre o tema, considerando que a literatura em língua portuguesa carece de sínteses  atualizadas. Na dimensão pedagógica, ressalta-se a influência direta das práticas  avaliativas sobre a aprendizagem, a permanência e a motivação dos estudantes. Por  fim, na dimensão institucional, compreende-se que a avaliação repercute na qualidade  do ensino superior e no atendimento às exigências de regulação e de políticas  públicas. 

Para alcançar os objetivos, a pesquisa foi desenvolvida em duas etapas. A  primeira consistiu em busca realizada no portal SciELO com os descritores “avaliação  formativa” e “ensino superior”, resultando em 29 trabalhos. Após aplicação de filtros  (período de 2020 a 2025, idioma português e análise de títulos e resumos), foram  selecionados sete artigos para leitura integral. A segunda etapa correspondeu a nova  consulta, desta vez com o descritor “avaliação somativa”, que localizou 26 trabalhos.  Aplicados os mesmos critérios de recorte temporal e linguístico, quatro artigos foram selecionados para análise. O corpus final, composto por 11 artigos, constitui a base  empírica deste estudo. 

A estrutura do artigo organiza-se da seguinte maneira: na seção seguinte,  apresenta-se o referencial teórico, ancorado em obras clássicas que fundamentam o  campo da avaliação educacional. Em seguida, descreve-se a metodologia da revisão  bibliográfica narrativa, explicitando os critérios de busca, seleção e análise dos artigos.  Posteriormente, a seção de resultados e discussão integra os achados das duas  pesquisas, comparando tendências, lacunas e possibilidades. Por fim, as  considerações finais sintetizam as contribuições da revisão e apontam caminhos  futuros para a reflexão sobre avaliação formativa e somativa no ensino superior. 

REFERENCIAL TEÓRICO 

A avaliação educacional é um tema central para a qualidade do ensino superior.  Ela não se limita a medir resultados, mas também orienta e regula o processo de  aprendizado. Autores como Cipriano Luckesi (2011) e Jussara Hoffmann (2001)  defendem essa visão, argumentando que a avaliação deve ser mais do que um  simples ato classificatório; ela precisa ser uma ferramenta mediadora. Eles a veem  como uma prática que promove a aprendizagem e a autonomia do estudante, baseada  na reflexão e na interação pedagógica. Assim, a avaliação se torna um ato com função  tanto pedagógica quanto política, alinhado à missão social da universidade. 

Philippe Perrenoud (1999) destaca a avaliação formativa como uma estratégia  contínua de diagnóstico, feedback e reorientação da prática docente. A interpretação  de Hadji (2001) destaca os riscos de perpetuar modelos punitivos de avaliação,  apontando a necessidade de superação destas práticas. Assim a avaliação formativa  se enquadraria como prática emancipatória, capaz de estimular autonomia,  autorregulação e maior engajamento dos estudantes no processo formativo. 

Entretanto, a avaliação somativa permanece indispensável em diferentes  contextos, sobretudo na certificação e na regulação institucional. Libâneo (1994) e  Vianna (2005) reforçam que sua função consiste em validar aprendizagens, registrar  desempenhos e atender às demandas de responsabilização externa. No Brasil,  conforme observa Sousa (2014), as políticas de avaliação em larga escala, a exemplo  do ENADE e das métricas da CAPES, consolidaram a avaliação somativa como pilar  de regulação do ensino superior. Ainda que necessária, essa lógica enfrenta críticas, especialmente por acentuar desigualdades e privilegiar indicadores quantitativos em  detrimento de aspectos qualitativos da aprendizagem. 

O diálogo entre esses referenciais clássicos e os estudos recentes permite  observar tendências de continuidade e atualização do debate. Flauzino et al. (2025) e  Pereira, Wagner e Gasparin (2022) reforçam que práticas formativas — quando  sustentadas por feedbacks, integração teoria-prática e envolvimento institucional — contribuem para maior motivação e desempenho discente. Gomes e Schlickmann  (2024) destacam a importância de políticas institucionais que ampliem o acesso ao  apoio pedagógico por meio de estratégias avaliativas de caráter formativo. Por outro  lado, Villela et al. (2022) e Leite et al. (2020) revelam os limites da avaliação somativa  quando aplicada de modo restritivo, apontando lacunas de clareza, excesso de  métricas e ausência de engajamento da comunidade acadêmica. 

Diante disso, assume-se que a compreensão contemporânea da avaliação no  ensino superior demanda superar a dicotomia rígida entre avaliação formativa e  somativa. Mais do que modelos concorrentes, ambas devem ser entendidas como  dimensões complementares de um mesmo processo: a avaliação somativa garante a  certificação e a legitimidade institucional, enquanto a formativa promove a  aprendizagem, a permanência e o desenvolvimento integral do estudante. A  articulação entre essas abordagens depende, contudo, de investimento em formação  docente, inovação pedagógica e políticas institucionais que assegurem coerência e  equidade nas práticas avaliativas. 

METODOLOGIA 

O método deste estudo consistiu em revisão bibliográfica narrativa, realizada a  partir de buscas sistemáticas no portal Scientific Electronic Library Online – SsiELO. O objetivo foi mapear e analisar as publicações recentes sobre avaliação formativa e  somativa no ensino superior, considerando produções publicadas entre 2020 e 2025. 

Na primeira etapa, realizou-se a busca com os descritores “avaliação formativa”  e “ensino superior”, em qualquer idioma e período. Foram localizados 29 artigos. Após  o filtro temporal (2020–2025), restaram 13 trabalhos; aplicando-se a restrição para o  idioma português, obteve-se 10. Três artigos foram excluídos, um por erro de acesso  e dois por estarem em inglês. Assim, sete artigos foram selecionados, lidos na íntegra  e resumidos.

Na segunda etapa, realizou-se nova busca utilizando o descritor “avaliação  somativa”, também em qualquer idioma e período. Inicialmente, foram encontrados 26  trabalhos. Após aplicar o filtro temporal (2020–2025) e idioma português, restaram  cinco artigos. Um deles foi excluído por não atender ao idioma definido, resultando em  quatro artigos incluídos na análise, igualmente lidos integralmente e sintetizados. 

A seleção permitiu constituir um corpus de 11 artigos, sendo sete relacionados  a avaliação formativa e quatro à avaliação somativa. O conjunto representa a  produção científica nacional recente indexada na base SciELO, permitindo discutir  práticas, tendências e lacunas sobre a avaliação no ensino superior. Os resultados  orientaram a construção de resumos analíticos e a organização dos achados em eixos  temáticos. 

RESULTADOS 

A análise dos 11 artigos encontrados permitiu identificar tendências,  convergências e lacunas no debate sobre a avaliação no ensino superior. Os trabalhos  encontrados foram separados em dois eixos temáticos: (i) avaliação formativa no  ensino superior; e (ii) avaliação somativa no ensino superior. Em cada eixo, os artigos  foram sistematizados em quadros-síntese permitindo visualizar convergências e  especificidades. 

Avaliação Formativa 

A primeira busca, realizada com os descritores “avaliação formativa” e “ensino  superior”, resultou em sete artigos publicados entre 2020 e 2025. Seis deles tratam  diretamente de práticas avaliativas formativas em diferentes contextos: cursos de  Medicina (Flauzino et al., 2025; Bivanco-Lima et al., 2022), programas institucionais  de apoio pedagógico (Gomes; Schlickmann, 2024), uso de portfólios no PIBID  (Antiqueira; Pereira; Galiazzi, 2023), análise do envolvimento docente (Quintanilha et  al., 2023) e pesquisa-ação fundamentada no método Gaspariano (Pereira; Wagner;  Gasparin, 2022). O Quadro 1 apresenta a síntese dos artigos encontrados:

Quadro 1: Síntese dos artigos sobre avaliação formativa (2020–2025)

Fonte: Do autor (2025).

O conjunto desses estudos reforça a centralidade da avaliação formativa como  estratégia de promoção da aprendizagem, regulação do ensino e engajamento  discente. Há destaque para práticas de feedback, metodologias ativas e integração  teoria-prática, que se alinham às contribuições de Perrenoud (1999) e Hoffmann  (2001). Entretanto, persistem desafios, como a evasão estudantil (Gomes;  Schlickmann, 2024), a dificuldade de avaliar dimensões atitudinais (Flauzino et al.,  2025) e as contradições entre concepção e prática docente (Bivanco-Lima et al.,  2022). 

Importa ressaltar que o artigo de Postingue e Peralta (2020) não trata  diretamente da avaliação formativa, mas sim do silenciamento da formação para  avaliar nas Diretrizes Curriculares Nacionais das Licenciaturas em Matemática. Sua  contribuição, embora indireta, é relevante por evidenciar lacunas normativas que  impactam a preparação docente e, consequentemente, a adoção de práticas  avaliativas formativas no ensino superior. 

Avaliação Somativa 

A segunda busca foi realizada no portal SciELO utilizando o descritor “avaliação  somativa” e localizou quatro artigos publicados entre 2020 e 2025, sendo três  diretamente relacionados ao objeto da pesquisa. Esses estudos abordam  instrumentos, práticas e limites da avaliação somativa no ensino superior. Para  organizar os achados, o Quadro 2 apresenta uma síntese dos resultados, destacando  metodologias aplicadas, objetos de estudo investigados e principais contribuições  identificadas.

Quadro 2: Síntese artigos sobre avaliação somativa (2020–2025)

Fonte: Do autor (2025).

Villela et al. (2022) analisaram o Teste de Progresso em Medicina e apontaram  avanços técnicos, mas também fragilidades de clareza e foco, em linha com Vianna  (2005), que já destacava a importância da validade e da precisão nos instrumentos  somativos. 

Leite et al. (2020) discutiram a avaliação da CAPES e mostraram que, embora  necessária para fins regulatórios, a ênfase em indicadores quantitativos limita a  qualidade acadêmica. Essa crítica converge com Sousa (2014), que vê a avaliação  como campo em disputa, e reforça a necessidade de complementar processos  somativos com práticas mais democráticas. Já Vasconcelos et al. (2024) identificaram  que a predominância da avaliação somativa em metodologias ativas gera medo e  ansiedade nos estudantes, resultado que remete à crítica de Luckesi (2011) sobre o  caráter punitivo da avaliação quando usada de forma isolada. 

Por fim, Senger et al. (2021), ainda que não tratem diretamente da avaliação  somativa, evidenciam que sua insuficiência como único recurso avaliativo favorece o  surgimento de práticas complementares, como a mentoria. Esse achado confirma a  visão de Libâneo (1994), segundo a qual a avaliação deve ser entendida como parte  do conjunto da prática pedagógica. Em síntese, a somativa é indispensável para certificação e regulação, mas apresenta limites que reforçam a necessidade de  integração com dimensões formativas. 

Integração dos resultados 

A leitura integrada dos resultados apresentados no Quadro 1 e no Quadro 2  permite observar tanto convergências quanto contrastes entre avaliação formativa e  somativa no ensino superior. Enquanto os estudos sobre práticas formativas  evidenciam a centralidade do feedback, da pesquisa-ação e das metodologias ativas  (Flauzino et al., 2025; Pereira; Wagner; Gasparin, 2022), os trabalhos sobre avaliação  somativa destacam a necessidade de rigor técnico e consistência nos instrumentos  (Villela et al., 2022). Esse contraste remete às concepções de Perrenoud (1999) e  Hoffmann (2001), que defendem a avaliação como processo contínuo e emancipador,  em oposição à lógica classificatória tradicional descrita por Vianna (2005). 

O diálogo entre os dois blocos evidencia ainda a coexistência de funções  distintas, mas complementares: a avaliação formativa contribui para a construção de  aprendizagens significativas e inclusivas, enquanto a somativa cumpre papel de  certificação e accountability institucional (Libâneo, 1994). No entanto, os limites da  somativa, como a ênfase em métricas quantitativas e os impactos emocionais  negativos sobre os estudantes (Leite et al., 2020; Vasconcelos et al., 2024), reforçam  as críticas de Luckesi (2011) e Sousa (2014), que alertam para o risco de reduzir a  avaliação a um mecanismo punitivo e burocrático. Dessa forma, observa-se a  necessidade de integrar práticas que articulem a função regulatória com a dimensão  formativa, promovendo engajamento discente e desenvolvimento integral. 

Nesse sentido, o Quadro 3 sintetiza as principais contribuições e lacunas  identificadas nos dois conjuntos de artigos. De um lado, destacam-se avanços como  a valorização do protagonismo estudantil, o uso de metodologias inovadoras e a  ampliação da reflexão docente (Antiqueira; Pereira; Galiazzi, 2023; Gomes;  Schlickmann, 2024). De outro, persistem desafios como a dificuldade em avaliar  dimensões atitudinais, a evasão em programas de apoio e os impactos negativos de  práticas somativas excessivas (Quintanilha et al., 2023; Senger et al., 2021). Assim,  em consonância com Hadji (2001), reforça-se a urgência de modelos híbridos, nos  quais a avaliação formativa e somativa sejam integradas de modo equilibrado,  garantindo tanto legitimidade institucional quanto aprendizagens emancipatórias.

Quadro 3: Contribuições e lacunas da literatura recente sobre avaliação formativa e  somativa (2020–2025)

Fonte: Do autor (2025).

CONSIDERAÇÕES FINAIS 

As análises realizadas a partir dos artigos selecionados permitiram atingir o  primeiro e o segundo objetivos específicos, uma vez que foi possível mapear a  produção científica recente tanto sobre avaliação formativa quanto sobre avaliação  somativa no ensino superior. Os quadros-síntese (Quadro 1 e Quadro 2)  sistematizaram os achados, evidenciando tendências, metodologias e contextos de  aplicação. 

O terceiro objetivo, de comparar práticas, potencialidades e limites, também foi  alcançado. Observou-se que a avaliação formativa contribui para aprendizagens  significativas, engajamento discente e inovação pedagógica, enquanto a avaliação  somativa, embora indispensável para certificação e accountability, apresenta limitações quando utilizada de forma isolada. Esse contraste foi evidenciado pelo  diálogo entre os dois conjuntos de artigos e pela Tabela 3. 

O quarto objetivo, de identificar contribuições e lacunas, foi plenamente  atendido. Foram destacadas contribuições como o protagonismo discente, a utilização  de metodologias ativas e a melhoria da qualidade dos instrumentos avaliativos. Em  contrapartida, as lacunas mais recorrentes referem-se à dificuldade de avaliar  dimensões atitudinais, à evasão em programas de apoio e aos impactos emocionais  negativos das práticas somativas. 

Por fim, o quinto objetivo, de discutir possibilidades de integração, foi  igualmente contemplado. Os resultados demonstraram que práticas exclusivamente  formativas ou somativas não respondem às demandas atuais, reforçando a  necessidade de modelos híbridos que articulem certificação, regulação e promoção  de aprendizagens emancipatórias. Assim, conclui-se que todos os objetivos da  pesquisa foram alcançados, ainda que persistam desafios que apontam para a  necessidade de novos estudos e aprofundamentos. 

Destaca-se a necessidade de aprofundar investigações sobre estratégias que  integrem dimensões formativas e somativas em contextos híbridos, avaliando seus  efeitos sobre indicadores de desempenho, permanência e inclusão estudantil.  Ademais, sugere-se explorar com maior rigor a relação entre avaliação e dimensões  socioemocionais, considerando impactos de ansiedade, motivação e engajamento  discente, pouco explorados pela literatura nacional recente. 

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1Doutor em Engenharia Química (Universidade Federal do Rio de Janeiro). Docente no Centro Universitário Santa  Cecília – UNICEA e Faculdade de Ciências Humanas do Estado de São Paulo – FACIC. isaiasrosa2012@gmail.com

2Mestre em Educação (Universidade de Taubaté – UNITAU). Docente no Centro Universitário Santa Cecília – UNICEA e Faculdade de Ciências Humanas do Estado de São Paulo – FACIC. iazevedogurgel@gmail.com – https://orcid.org/0000-0001-5649-7843

3Mestre em Ciências Biológicas (Universidade do Vale do Paraíba- UNIVAP). Docente no Centro Universitário Santa Cecília – UNICEA. flaviane_britos@hotmail.com

4Especialista em Gestão de Serviços Públicos de Saúde (Faculdade de Ciências Humanas do Estado de São Paulo – FACIC). Docente no Centro Universitário Santa Cecília – UNICEA e Faculdade de Ciências Humanas do Estado de São Paulo – FACIC. claudiasantana.belchior@gmail.com

5Especialista em Psicologia do Trânsito (Universidade de Ribeirão Preto – UNAERP). Docente no Centro Universitário Santa Cecília – UNICEA, Faculdade de Ciências Humanas do Estado de São Paulo – FACIC, e Faculdades Integradas de Araraquara – FIAR.