REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/dt10202509262309
Isaias da Silva Rosa1
Simone Leite Azevedo Gurgel Guida2
Flaviane de Souza Brito3
Cláudia Santana Belchior4
Samira Ferez de Macedo5
RESUMO
Este estudo apresenta uma revisão bibliográfica narrativa sobre avaliação formativa e somativa no ensino superior, com base em publicações brasileiras indexadas na base SciELO entre 2020 e 2025. Foram analisados 11 artigos, sendo sete relacionados à avaliação formativa e quatro à avaliação somativa. Os resultados evidenciam que a avaliação formativa, quando sustentada por práticas como feedback, metodologias ativas e integração teoria-prática, favorece aprendizagens significativas, engajamento discente e inovação pedagógica. A avaliação somativa, por sua vez, mostra-se indispensável para certificação e regulação institucional, mas apresenta limites quando utilizada isoladamente, como a ênfase em métricas quantitativas e efeitos emocionais negativos sobre os estudantes. A análise integrada aponta para a necessidade de modelos híbridos, que articulem a função regulatória da avaliação somativa com a dimensão emancipatória da avaliação formativa, fortalecendo a qualidade acadêmica e a permanência estudantil. Conclui-se que os objetivos da revisão foram atingidos, ao mapear a produção recente, identificar contribuições e lacunas e discutir perspectivas de integração entre os dois modelos avaliativos.
PALAVRAS-CHAVE: Avaliação da aprendizagem; Avaliação formativa; Avaliação somativa; Ensino superior; Desempenho acadêmico.
INTRODUÇÃO
A avaliação da aprendizagem no ensino superior configura-se como campo de disputas conceituais e práticas, marcado pela tensão entre modelos de caráter somativo e formativo. Se, de um lado, a avaliação somativa cumpre a função de certificar resultados e atribuir notas, de outro, a avaliação formativa propõe-se a acompanhar o processo de aprendizagem, oferecer feedbacks e promover a autorregulação do estudante. Essa dualidade, frequentemente apresentada de forma excludente, suscita um problema central: como a literatura acadêmica recente tem tratado a relação entre esses dois modelos e quais impactos identifica sobre o desempenho acadêmico?
O objeto desta pesquisa consiste na produção científica publicada no Brasil, entre 2020 e 2025, acerca da avaliação formativa e somativa no ensino superior, reunida a partir de buscas realizadas na base SciELO. Considerando a relevância do tema, o estudo volta-se para compreender de que modo diferentes autores têm discutido práticas avaliativas nesse período, quais tendências se sobressaem e quais limitações permanecem.
O objetivo geral é analisar como a literatura recente aborda a avaliação formativa e a avaliação somativa no ensino superior, destacando suas implicações para o desempenho acadêmico. Como objetivos específicos, busca-se: (i) identificar os enfoques predominantes nos estudos que discutem avaliação formativa; (ii) examinar os trabalhos que tratam da avaliação somativa e suas críticas; (iii) comparar contribuições e limites de cada abordagem; e (iv) discutir a possibilidade de integração entre os dois modelos como alternativa de qualificação das práticas avaliativas.
A justificativa para a presente investigação apoia-se em três dimensões. Na dimensão científica, observa-se a necessidade de sistematizar a produção recente sobre o tema, considerando que a literatura em língua portuguesa carece de sínteses atualizadas. Na dimensão pedagógica, ressalta-se a influência direta das práticas avaliativas sobre a aprendizagem, a permanência e a motivação dos estudantes. Por fim, na dimensão institucional, compreende-se que a avaliação repercute na qualidade do ensino superior e no atendimento às exigências de regulação e de políticas públicas.
Para alcançar os objetivos, a pesquisa foi desenvolvida em duas etapas. A primeira consistiu em busca realizada no portal SciELO com os descritores “avaliação formativa” e “ensino superior”, resultando em 29 trabalhos. Após aplicação de filtros (período de 2020 a 2025, idioma português e análise de títulos e resumos), foram selecionados sete artigos para leitura integral. A segunda etapa correspondeu a nova consulta, desta vez com o descritor “avaliação somativa”, que localizou 26 trabalhos. Aplicados os mesmos critérios de recorte temporal e linguístico, quatro artigos foram selecionados para análise. O corpus final, composto por 11 artigos, constitui a base empírica deste estudo.
A estrutura do artigo organiza-se da seguinte maneira: na seção seguinte, apresenta-se o referencial teórico, ancorado em obras clássicas que fundamentam o campo da avaliação educacional. Em seguida, descreve-se a metodologia da revisão bibliográfica narrativa, explicitando os critérios de busca, seleção e análise dos artigos. Posteriormente, a seção de resultados e discussão integra os achados das duas pesquisas, comparando tendências, lacunas e possibilidades. Por fim, as considerações finais sintetizam as contribuições da revisão e apontam caminhos futuros para a reflexão sobre avaliação formativa e somativa no ensino superior.
REFERENCIAL TEÓRICO
A avaliação educacional é um tema central para a qualidade do ensino superior. Ela não se limita a medir resultados, mas também orienta e regula o processo de aprendizado. Autores como Cipriano Luckesi (2011) e Jussara Hoffmann (2001) defendem essa visão, argumentando que a avaliação deve ser mais do que um simples ato classificatório; ela precisa ser uma ferramenta mediadora. Eles a veem como uma prática que promove a aprendizagem e a autonomia do estudante, baseada na reflexão e na interação pedagógica. Assim, a avaliação se torna um ato com função tanto pedagógica quanto política, alinhado à missão social da universidade.
Philippe Perrenoud (1999) destaca a avaliação formativa como uma estratégia contínua de diagnóstico, feedback e reorientação da prática docente. A interpretação de Hadji (2001) destaca os riscos de perpetuar modelos punitivos de avaliação, apontando a necessidade de superação destas práticas. Assim a avaliação formativa se enquadraria como prática emancipatória, capaz de estimular autonomia, autorregulação e maior engajamento dos estudantes no processo formativo.
Entretanto, a avaliação somativa permanece indispensável em diferentes contextos, sobretudo na certificação e na regulação institucional. Libâneo (1994) e Vianna (2005) reforçam que sua função consiste em validar aprendizagens, registrar desempenhos e atender às demandas de responsabilização externa. No Brasil, conforme observa Sousa (2014), as políticas de avaliação em larga escala, a exemplo do ENADE e das métricas da CAPES, consolidaram a avaliação somativa como pilar de regulação do ensino superior. Ainda que necessária, essa lógica enfrenta críticas, especialmente por acentuar desigualdades e privilegiar indicadores quantitativos em detrimento de aspectos qualitativos da aprendizagem.
O diálogo entre esses referenciais clássicos e os estudos recentes permite observar tendências de continuidade e atualização do debate. Flauzino et al. (2025) e Pereira, Wagner e Gasparin (2022) reforçam que práticas formativas — quando sustentadas por feedbacks, integração teoria-prática e envolvimento institucional — contribuem para maior motivação e desempenho discente. Gomes e Schlickmann (2024) destacam a importância de políticas institucionais que ampliem o acesso ao apoio pedagógico por meio de estratégias avaliativas de caráter formativo. Por outro lado, Villela et al. (2022) e Leite et al. (2020) revelam os limites da avaliação somativa quando aplicada de modo restritivo, apontando lacunas de clareza, excesso de métricas e ausência de engajamento da comunidade acadêmica.
Diante disso, assume-se que a compreensão contemporânea da avaliação no ensino superior demanda superar a dicotomia rígida entre avaliação formativa e somativa. Mais do que modelos concorrentes, ambas devem ser entendidas como dimensões complementares de um mesmo processo: a avaliação somativa garante a certificação e a legitimidade institucional, enquanto a formativa promove a aprendizagem, a permanência e o desenvolvimento integral do estudante. A articulação entre essas abordagens depende, contudo, de investimento em formação docente, inovação pedagógica e políticas institucionais que assegurem coerência e equidade nas práticas avaliativas.
METODOLOGIA
O método deste estudo consistiu em revisão bibliográfica narrativa, realizada a partir de buscas sistemáticas no portal Scientific Electronic Library Online – SsiELO. O objetivo foi mapear e analisar as publicações recentes sobre avaliação formativa e somativa no ensino superior, considerando produções publicadas entre 2020 e 2025.
Na primeira etapa, realizou-se a busca com os descritores “avaliação formativa” e “ensino superior”, em qualquer idioma e período. Foram localizados 29 artigos. Após o filtro temporal (2020–2025), restaram 13 trabalhos; aplicando-se a restrição para o idioma português, obteve-se 10. Três artigos foram excluídos, um por erro de acesso e dois por estarem em inglês. Assim, sete artigos foram selecionados, lidos na íntegra e resumidos.
Na segunda etapa, realizou-se nova busca utilizando o descritor “avaliação somativa”, também em qualquer idioma e período. Inicialmente, foram encontrados 26 trabalhos. Após aplicar o filtro temporal (2020–2025) e idioma português, restaram cinco artigos. Um deles foi excluído por não atender ao idioma definido, resultando em quatro artigos incluídos na análise, igualmente lidos integralmente e sintetizados.
A seleção permitiu constituir um corpus de 11 artigos, sendo sete relacionados a avaliação formativa e quatro à avaliação somativa. O conjunto representa a produção científica nacional recente indexada na base SciELO, permitindo discutir práticas, tendências e lacunas sobre a avaliação no ensino superior. Os resultados orientaram a construção de resumos analíticos e a organização dos achados em eixos temáticos.
RESULTADOS
A análise dos 11 artigos encontrados permitiu identificar tendências, convergências e lacunas no debate sobre a avaliação no ensino superior. Os trabalhos encontrados foram separados em dois eixos temáticos: (i) avaliação formativa no ensino superior; e (ii) avaliação somativa no ensino superior. Em cada eixo, os artigos foram sistematizados em quadros-síntese permitindo visualizar convergências e especificidades.
Avaliação Formativa
A primeira busca, realizada com os descritores “avaliação formativa” e “ensino superior”, resultou em sete artigos publicados entre 2020 e 2025. Seis deles tratam diretamente de práticas avaliativas formativas em diferentes contextos: cursos de Medicina (Flauzino et al., 2025; Bivanco-Lima et al., 2022), programas institucionais de apoio pedagógico (Gomes; Schlickmann, 2024), uso de portfólios no PIBID (Antiqueira; Pereira; Galiazzi, 2023), análise do envolvimento docente (Quintanilha et al., 2023) e pesquisa-ação fundamentada no método Gaspariano (Pereira; Wagner; Gasparin, 2022). O Quadro 1 apresenta a síntese dos artigos encontrados:
Quadro 1: Síntese dos artigos sobre avaliação formativa (2020–2025)

O conjunto desses estudos reforça a centralidade da avaliação formativa como estratégia de promoção da aprendizagem, regulação do ensino e engajamento discente. Há destaque para práticas de feedback, metodologias ativas e integração teoria-prática, que se alinham às contribuições de Perrenoud (1999) e Hoffmann (2001). Entretanto, persistem desafios, como a evasão estudantil (Gomes; Schlickmann, 2024), a dificuldade de avaliar dimensões atitudinais (Flauzino et al., 2025) e as contradições entre concepção e prática docente (Bivanco-Lima et al., 2022).
Importa ressaltar que o artigo de Postingue e Peralta (2020) não trata diretamente da avaliação formativa, mas sim do silenciamento da formação para avaliar nas Diretrizes Curriculares Nacionais das Licenciaturas em Matemática. Sua contribuição, embora indireta, é relevante por evidenciar lacunas normativas que impactam a preparação docente e, consequentemente, a adoção de práticas avaliativas formativas no ensino superior.
Avaliação Somativa
A segunda busca foi realizada no portal SciELO utilizando o descritor “avaliação somativa” e localizou quatro artigos publicados entre 2020 e 2025, sendo três diretamente relacionados ao objeto da pesquisa. Esses estudos abordam instrumentos, práticas e limites da avaliação somativa no ensino superior. Para organizar os achados, o Quadro 2 apresenta uma síntese dos resultados, destacando metodologias aplicadas, objetos de estudo investigados e principais contribuições identificadas.
Quadro 2: Síntese artigos sobre avaliação somativa (2020–2025)


Villela et al. (2022) analisaram o Teste de Progresso em Medicina e apontaram avanços técnicos, mas também fragilidades de clareza e foco, em linha com Vianna (2005), que já destacava a importância da validade e da precisão nos instrumentos somativos.
Leite et al. (2020) discutiram a avaliação da CAPES e mostraram que, embora necessária para fins regulatórios, a ênfase em indicadores quantitativos limita a qualidade acadêmica. Essa crítica converge com Sousa (2014), que vê a avaliação como campo em disputa, e reforça a necessidade de complementar processos somativos com práticas mais democráticas. Já Vasconcelos et al. (2024) identificaram que a predominância da avaliação somativa em metodologias ativas gera medo e ansiedade nos estudantes, resultado que remete à crítica de Luckesi (2011) sobre o caráter punitivo da avaliação quando usada de forma isolada.
Por fim, Senger et al. (2021), ainda que não tratem diretamente da avaliação somativa, evidenciam que sua insuficiência como único recurso avaliativo favorece o surgimento de práticas complementares, como a mentoria. Esse achado confirma a visão de Libâneo (1994), segundo a qual a avaliação deve ser entendida como parte do conjunto da prática pedagógica. Em síntese, a somativa é indispensável para certificação e regulação, mas apresenta limites que reforçam a necessidade de integração com dimensões formativas.
Integração dos resultados
A leitura integrada dos resultados apresentados no Quadro 1 e no Quadro 2 permite observar tanto convergências quanto contrastes entre avaliação formativa e somativa no ensino superior. Enquanto os estudos sobre práticas formativas evidenciam a centralidade do feedback, da pesquisa-ação e das metodologias ativas (Flauzino et al., 2025; Pereira; Wagner; Gasparin, 2022), os trabalhos sobre avaliação somativa destacam a necessidade de rigor técnico e consistência nos instrumentos (Villela et al., 2022). Esse contraste remete às concepções de Perrenoud (1999) e Hoffmann (2001), que defendem a avaliação como processo contínuo e emancipador, em oposição à lógica classificatória tradicional descrita por Vianna (2005).
O diálogo entre os dois blocos evidencia ainda a coexistência de funções distintas, mas complementares: a avaliação formativa contribui para a construção de aprendizagens significativas e inclusivas, enquanto a somativa cumpre papel de certificação e accountability institucional (Libâneo, 1994). No entanto, os limites da somativa, como a ênfase em métricas quantitativas e os impactos emocionais negativos sobre os estudantes (Leite et al., 2020; Vasconcelos et al., 2024), reforçam as críticas de Luckesi (2011) e Sousa (2014), que alertam para o risco de reduzir a avaliação a um mecanismo punitivo e burocrático. Dessa forma, observa-se a necessidade de integrar práticas que articulem a função regulatória com a dimensão formativa, promovendo engajamento discente e desenvolvimento integral.
Nesse sentido, o Quadro 3 sintetiza as principais contribuições e lacunas identificadas nos dois conjuntos de artigos. De um lado, destacam-se avanços como a valorização do protagonismo estudantil, o uso de metodologias inovadoras e a ampliação da reflexão docente (Antiqueira; Pereira; Galiazzi, 2023; Gomes; Schlickmann, 2024). De outro, persistem desafios como a dificuldade em avaliar dimensões atitudinais, a evasão em programas de apoio e os impactos negativos de práticas somativas excessivas (Quintanilha et al., 2023; Senger et al., 2021). Assim, em consonância com Hadji (2001), reforça-se a urgência de modelos híbridos, nos quais a avaliação formativa e somativa sejam integradas de modo equilibrado, garantindo tanto legitimidade institucional quanto aprendizagens emancipatórias.
Quadro 3: Contribuições e lacunas da literatura recente sobre avaliação formativa e somativa (2020–2025)

CONSIDERAÇÕES FINAIS
As análises realizadas a partir dos artigos selecionados permitiram atingir o primeiro e o segundo objetivos específicos, uma vez que foi possível mapear a produção científica recente tanto sobre avaliação formativa quanto sobre avaliação somativa no ensino superior. Os quadros-síntese (Quadro 1 e Quadro 2) sistematizaram os achados, evidenciando tendências, metodologias e contextos de aplicação.
O terceiro objetivo, de comparar práticas, potencialidades e limites, também foi alcançado. Observou-se que a avaliação formativa contribui para aprendizagens significativas, engajamento discente e inovação pedagógica, enquanto a avaliação somativa, embora indispensável para certificação e accountability, apresenta limitações quando utilizada de forma isolada. Esse contraste foi evidenciado pelo diálogo entre os dois conjuntos de artigos e pela Tabela 3.
O quarto objetivo, de identificar contribuições e lacunas, foi plenamente atendido. Foram destacadas contribuições como o protagonismo discente, a utilização de metodologias ativas e a melhoria da qualidade dos instrumentos avaliativos. Em contrapartida, as lacunas mais recorrentes referem-se à dificuldade de avaliar dimensões atitudinais, à evasão em programas de apoio e aos impactos emocionais negativos das práticas somativas.
Por fim, o quinto objetivo, de discutir possibilidades de integração, foi igualmente contemplado. Os resultados demonstraram que práticas exclusivamente formativas ou somativas não respondem às demandas atuais, reforçando a necessidade de modelos híbridos que articulem certificação, regulação e promoção de aprendizagens emancipatórias. Assim, conclui-se que todos os objetivos da pesquisa foram alcançados, ainda que persistam desafios que apontam para a necessidade de novos estudos e aprofundamentos.
Destaca-se a necessidade de aprofundar investigações sobre estratégias que integrem dimensões formativas e somativas em contextos híbridos, avaliando seus efeitos sobre indicadores de desempenho, permanência e inclusão estudantil. Ademais, sugere-se explorar com maior rigor a relação entre avaliação e dimensões socioemocionais, considerando impactos de ansiedade, motivação e engajamento discente, pouco explorados pela literatura nacional recente.
REFERÊNCIAS
ANTIQUEIRA, Liliane Silva de; PEREIRA, Elaine Corrêa; GALIAZZI, Maria do Carmo. Apostas formativas de portfólios coletivos em diálogo com a pesquisa científica. Educação em Revista, Belo Horizonte, v. 39, e35858, 2023. Disponível em: https://www.scielo.br/j/edur/a/bKBScxy4367MgLpcDX4hcpc/?lang=pt. Acesso em: 18 set. 2025.
BIVANCO-LIMA, Danielle; KLAUTAU, Giselle Burlamaqui; KNOPFHOLZ, José. Formação docente no curso de Medicina: como podemos melhorar? Revista Brasileira de Educação Médica, Brasília, v. 46, n. 4, e159, 2022. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbem/a/qz3jKPtF8zTbm3qq8J3868S/?lang=pt. Acesso em: 18 set. 2025.
BRASIL. Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004. Institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 15 abr. 2004.
FLAUZINO, Rodrigo Humberto et al. Avaliação do estudante de graduação nas profissões da saúde: mudanças associadas ao desenvolvimento docente. Revista Brasileira de Educação Médica, v. 49, n. 3, 2025. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbem/a/9BFvSvyYLMZhRP7CGkf9v7B/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 18 set. 2025.
GOMES, Luiza Souza Ioppi; SCHLICKMANN, Raphael. Política de apoio pedagógico no ensino superior: um estudo de caso. Avaliação: Revista da Avaliação da Educação Superior, Campinas, v. 29, e024003, 2024. Disponível em: https://www.scielo.br/j/aval/a/JfL7fKZ6HgSMkxBr8xyPvYD/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 18 set. 2025.
HADJI, Charles. Avaliar para quê? Porto Alegre: Artmed, 2001.
HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover: as setas do caminho. Porto Alegre: Mediação, 2001.
LEITE, Denise; VERHINE, Robert; DANTAS, Lys Maria Vinhaes; BERTOLIN, Julio Cesar Godoy. A autoavaliação na Pós-Graduação (PG) como componente do processo avaliativo CAPES. Avaliação: Revista da Avaliação da Educação Superior, Campinas, v. 25, n. 2, p. 339-353, 2020. Disponível em: https://www.scielo.br/j/aval/a/whfJzmNx7Vgpcr7c6Zj5kXz/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 18 set. 2025.
LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 1994.
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições. 22. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
PEREIRA, Terezinha Lima; WAGNER, Valdilene; GASPARIN, João Luiz. O método Gaspariano como perspectiva crítica de qualificação didática no ensino superior: pesquisa-ação. Revista Brasileira de Educação, v. 27, e270080, 2022. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1413-24782022270080. Acesso em: 18 set. 2025.
PERRENOUD, Philippe. Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens. Porto Alegre: Artmed, 1999.
POSTINGUE, Thais Paschoal; PERALTA, Deise Aparecida. Um olhar habermasiano sobre o silenciamento da formação para avaliar nas Diretrizes Curriculares Nacionais das Licenciaturas em Matemática. Bolema: Boletim de Educação Matemática, Rio Claro, v. 34, n. 68, p. 1304-1323, dez. 2020. Disponível em: https://doi.org/10.1590/1980-4415v34n68a22. Acesso em: 18 set. 2025.…
QUINTANILHA, Luiz Fernando; PEREIRA, Mariana Araújo; ANDRADE, Bruno Bezerril; PORTILHO, Evelise Maria Labatut. Formação e envolvimento docente no ensino superior brasileiro em Saúde: fragilidades e fortalezas. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, Brasília, v. 104, e5293, 2023. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbeped/a/rrD4RRQgL9SWCWyRmbBMKht/?lang=pt . Acesso em: 18 set. 2025.
SENGER, Maria Helena et al. A inserção da mentoria na matriz curricular de um curso de Medicina: relato de experiência. Revista Brasileira de Educação Médica, Brasília, v. 45, 2021. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbem/a/wmB3ypLcHF4SwJ3vMcP5WtL/?lang=pt. Acesso em: 18 set. 2025.
SOUSA, Sandra Zákia Lian de. Avaliação: entre a regulação e a emancipação. Campinas: Autores Associados, 2014.
TEIXEIRA, Anísio. Educação e universidade. Rio de Janeiro: UFRJ, 1997.
VASCONCELOS, Pedro Fonseca de; GUSMÃO, Tânia Cristina Rocha Silva; DUARTE, Ana Cristina Santos. Avaliação formativa nas sessões tutoriais: uma análise com base na idoneidade didática emocional. Educação em Revista, Belo Horizonte, v. 40, 2024. Disponível em: https://www.scielo.br/j/edur/a/YHsbhjHnpRxjxtkzYSHzXhM/?lang=pt . Acesso em: 18 set. 2025.
VIANNA, Heraldo Marelim. Avaliação educacional e o avaliador. São Paulo: Ibrasa, 2005.
VILLELA, Edlaine Faria de Moura; HYPPOLITO, Miguel Angelo; MORIGUTI, Julio Cesar; BOLLELA, Valdes Roberto. Análise da adequação dos itens do Teste de Progresso em medicina. Revista Brasileira de Educação Médica, Brasília, v. 46, 2022. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbem/a/zZGMWkChxXV4TrXghKKwHGr/?lang=pt. Acesso em: 18 set. 2025.
1Doutor em Engenharia Química (Universidade Federal do Rio de Janeiro). Docente no Centro Universitário Santa Cecília – UNICEA e Faculdade de Ciências Humanas do Estado de São Paulo – FACIC. isaiasrosa2012@gmail.com
2Mestre em Educação (Universidade de Taubaté – UNITAU). Docente no Centro Universitário Santa Cecília – UNICEA e Faculdade de Ciências Humanas do Estado de São Paulo – FACIC. iazevedogurgel@gmail.com – https://orcid.org/0000-0001-5649-7843
3Mestre em Ciências Biológicas (Universidade do Vale do Paraíba- UNIVAP). Docente no Centro Universitário Santa Cecília – UNICEA. flaviane_britos@hotmail.com
4Especialista em Gestão de Serviços Públicos de Saúde (Faculdade de Ciências Humanas do Estado de São Paulo – FACIC). Docente no Centro Universitário Santa Cecília – UNICEA e Faculdade de Ciências Humanas do Estado de São Paulo – FACIC. claudiasantana.belchior@gmail.com
5Especialista em Psicologia do Trânsito (Universidade de Ribeirão Preto – UNAERP). Docente no Centro Universitário Santa Cecília – UNICEA, Faculdade de Ciências Humanas do Estado de São Paulo – FACIC, e Faculdades Integradas de Araraquara – FIAR.
