EVALUATION OF CHILDHOOD OBESITY IN SCHOOLCHILDREN FROM THE MUNICIPALITY OF CLEMENTINA – SCHOOL HEALTH PROGRAM
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ma10202510191137
Paloma Gadani Monteiro1
Camila Suemi Nakamura2
Maria Eduarda Perez Ignatius3
Pedro Henrique Trevelin de Oliveira4
Raquel Borges de Freitas Lopes5
Resumo
Introdução: A obesidade infantil é um desafio crescente da saúde pública, com etiologia multifatorial que envolve fatores genéticos, ambientais, sociais e comportamentais. Suas consequências incluem aumento do risco para diabetes mellitus tipo 2, doenças cardiovasculares, distúrbios metabólicos e impactos psicossociais, como baixa autoestima, bullying e ansiedade. A escola representa um ambiente estratégico para a promoção da saúde e a intervenção precoce. Objetivo: Identificar o perfil nutricional de escolares do ensino fundamental e implementar um programa educativo voltado à prevenção da obesidade infantil no município de Clementina, São Paulo. Métodos: Trata-se de um estudo descritivo realizado com 87 alunos do 3º ano do ensino fundamental, com idades entre 7 e 8 anos. Foram coletados dados antropométricos de sexo, idade, peso e altura, utilizados para o cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC) e posterior classificação dos estudantes em eutróficos, sobrepeso, obesos ou obesidade grave. A partir desse diagnóstico, desenvolveu-se uma intervenção educativa, composta por atividades lúdicas e orientações nutricionais, destinadas a sensibilizar crianças e familiares. Resultados: Entre os 87 alunos avaliados, 55,1% foram classificados como eutróficos, 18,3% com sobrepeso, 17,2% obesos e 9,2% com obesidade grave, revelando que 44,9% apresentaram excesso de peso. A intervenção mostrou-se positiva, com ampla participação e interesse dos escolares, que demonstraram maior compreensão sobre hábitos alimentares saudáveis. Conclusão: A implementação de um programa de saúde escolar mostrou-se eficaz para promover a conscientização sobre estilos de vida saudáveis. Ações multiprofissionais e intersetoriais no ambiente escolar são fundamentais para prevenir e enfrentar a obesidade infantil, contribuindo para a promoção da saúde e prevenção de doenças em longo prazo.
Palavras-chave: Obesidade infantil. Promoção da saúde. Educação nutricional.
1 INTRODUÇÃO
A obesidade infantil é considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) um dos principais problemas de saúde pública do século XXI, com prevalência crescente tanto em países desenvolvidos quanto em desenvolvimento. Estima-se que mais de 188 milhões de crianças e adolescentes convivam atualmente com excesso de peso, em um cenário que já ultrapassa, em determinados contextos, a incidência de desnutrição. Sua etiologia é multifatorial, envolvendo fatores genéticos, biológicos, ambientais e comportamentais, como sedentarismo, alimentação rica em açúcar e gorduras, consumo de ultraprocessados e influência do meio escolar e familiar (UNICEF, 2024).
O impacto desse quadro é expressivo, pois crianças com sobrepeso apresentam risco aumentado para doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes mellitus tipo 2, hipertensão arterial e dislipidemias, além de consequências psicossociais como baixa autoestima, bullying e ansiedade. Nesse sentido, a escola tem sido reconhecida como espaço estratégico para promoção de saúde, por possibilitar contato contínuo com crianças em idade crítica para formação de hábitos, influenciar padrões de atividade física e alimentação e promover integração entre família, profissionais de saúde e setor educacional. Evidências mostram que programas escolares que combinam educação nutricional, incentivo à prática de atividade física e envolvimento dos pais apresentam melhores resultados na prevenção e redução da obesidade infantil (Waters et al., 2019; Guerra et al., 2020).
Entretanto, ainda persistem lacunas relevantes, como a necessidade de adaptação local dos programas, o acompanhamento longitudinal das intervenções, a efetiva participação das famílias e a implementação de políticas públicas que sustentem essas ações de forma contínua. Nesse contexto, o presente estudo teve como objetivo identificar o perfil nutricional de escolares do 3º ano do ensino fundamental em uma escola do município de Clementina, São Paulo, e desenvolver uma intervenção educativa voltada à prevenção da obesidade infantil, integrando estratégias de educação nutricional, atividades lúdicas e participação familiar.
2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA OU REVISÃO DA LITERATURA
A obesidade infantil é reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS, 2020) como uma das principais ameaças à saúde pública do século XXI, caracterizando-se pelo acúmulo excessivo de gordura corporal que compromete a saúde e o desenvolvimento físico e psicológico da criança. Sua etiologia é multifatorial, envolvendo fatores genéticos, comportamentais, ambientais e socioculturais, os quais interagem de maneira complexa e dinâmica (World Health Organization, 2020; Monteiro & Conde, 2019).
No contexto brasileiro, observa-se aumento progressivo das taxas de sobrepeso e obesidade infantil nas últimas décadas. Segundo dados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), cerca de 23,7% dos estudantes entre 13 e 17 anos apresentam excesso de peso, e 7,8% já são obesos (IBGE, 2023). Tal cenário reflete mudanças no padrão alimentar da população, com maior consumo de alimentos ultraprocessados, ricos em açúcares, gorduras saturadas e sódio, e redução da atividade física cotidiana (Brasil, Ministério da Saúde, 2022).
A literatura evidencia que a obesidade infantil está associada a maior risco de desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis na vida adulta, como diabetes mellitus tipo 2, hipertensão arterial e dislipidemias (Lobstein et al., 2022; Daniels et al., 2020). Além das consequências metabólicas, há impactos psicossociais relevantes, como baixa autoestima, isolamento social e transtornos alimentares, que interferem no desempenho escolar e no bem-estar emocional (Guedes & Silva, 2021).
Nesse sentido, a escola constitui ambiente estratégico para ações de promoção da saúde, pois permite o alcance direto da população infantil em fase de formação de hábitos (Swinburn et al., 2019). O Programa Saúde na Escola (PSE), instituído em 2007 pelo Ministério da Saúde e Ministério da Educação, tem como objetivo fortalecer a integração entre saúde e educação, contribuindo para a formação integral dos estudantes por meio de ações de prevenção e acompanhamento de agravos prevalentes, entre eles a obesidade (Brasil, 2021).
Diversos estudos demonstram que intervenções multidisciplinares e contínuas em ambiente escolar — envolvendo profissionais de saúde, professores e famílias — são eficazes na modificação de comportamentos alimentares e no incentivo à prática regular de atividades físicas (Waters et al., 2019; Cairns et al., 2022). Essas ações devem priorizar metodologias lúdicas, acessíveis e participativas, que promovam autonomia e reflexão crítica sobre as escolhas alimentares, em detrimento de abordagens punitivas ou meramente informativas (Silva & Santos, 2020).
Portanto, a abordagem da obesidade infantil requer uma visão integrada e intersetorial, sustentada por políticas públicas, educação nutricional e estratégias comunitárias, de forma a consolidar ambientes escolares saudáveis e sustentáveis. Ainda que existam avanços significativos, o problema permanece um desafio que exige monitoramento contínuo, avaliação das intervenções e adaptação às realidades locais, como a proposta apresentada neste estudo desenvolvido no município de Clementina.
3 METODOLOGIA
Trata-se de um estudo descritivo, de natureza quantitativa, com componente interventivo, realizado com 87 estudantes do 3º ano do ensino fundamental, com idades entre 7 e 8 anos, em uma escola pública do município de Clementina, São Paulo. Foram incluídos no estudo todos os alunos regularmente matriculados nas turmas A a E, cujos pais ou responsáveis legais assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido. Foram excluídas crianças com condições clínicas que pudessem interferir no crescimento, na alimentação ou que necessitassem de tratamento nutricional específico.
Os dados coletados compreenderam sexo, idade, peso e altura. O peso foi aferido com balança digital devidamente calibrada, e a altura, com estadiômetro portátil. A partir dessas medidas, calculou-se o índice de massa corporal (IMC), posteriormente classificado segundo as curvas de crescimento da OMS, em eutrofia, sobrepeso, obesidade e obesidade grave (WHO, 2007).
A intervenção educativa foi construída a partir dos resultados obtidos no diagnóstico nutricional. Foram realizadas atividades lúdicas de educação alimentar, incluindo oficinas sobre escolha de alimentos saudáveis, jogos interativos para identificação de ultraprocessados e dinâmicas sobre montagem do prato ideal. Além disso, foram enviadas orientações nutricionais às famílias e realizadas rodas de conversa para integração entre pais, professores e profissionais de saúde. A intervenção também contemplou o incentivo à prática de atividade física durante o período escolar, associando conscientização sobre a importância do movimento ao cotidiano infantil.
O referencial teórico utilizado baseou-se na Teoria Social Cognitiva, que valoriza fatores como autoeficácia, aprendizagem social e ambiente de suporte como determinantes de mudanças de comportamento (Bandura, 2017), além do modelo ecológico, que considera múltiplos níveis de influência no comportamento humano, como indivíduo, família, escola e comunidade (Sallis et al., 2015). A análise dos dados foi realizada de forma descritiva, com cálculo de frequências absolutas e relativas das categorias nutricionais.
4 RESULTADOS
Entre os 87 escolares avaliados, 55,1% foram classificados como eutróficos, enquanto 18,3% apresentaram sobrepeso, 17,2% obesidade e 9,2% obesidade grave. Portanto, observou-se que 44,9% das crianças tinham excesso de peso. Essa prevalência é superior à média encontrada em estudos nacionais com crianças na mesma faixa etária, que variam entre 30% e 40% (Silva et al., 2018; Conde & Monteiro, 2020).
Durante a realização da intervenção educativa, verificou-se adesão satisfatória por parte dos alunos, que participaram ativamente das dinâmicas propostas. Observou-se melhora na compreensão sobre a diferença entre alimentos saudáveis e não saudáveis, bem como maior interesse em práticas relacionadas ao consumo de frutas, verduras e à redução de doces e refrigerantes. O envolvimento dos pais ocorreu de forma parcial, principalmente por meio da devolutiva de materiais informativos e participação em encontros pontuais.
A Tabela 1 apresenta a distribuição do estado nutricional da amostra estudada, conforme classificação pelo IMC.
Tabela 1 – Distribuição do estado nutricional dos escolares do 3º ano de Clementina

Legenda: distribuição do estado nutricional dos alunos do 3º ano, segundo classificação do índice de massa corporal (IMC).
Fonte: dados coletados pela nutricionista da UBS Mista de Clementina, 2025.
5 DISCUSSÃO
Os achados do presente estudo evidenciam que 44,9% das crianças avaliadas apresentam excesso de peso, distribuído entre sobrepeso, obesidade e obesidade grave, o que confirma a obesidade infantil como um problema emergente mesmo em municípios de pequeno porte. Esses dados estão em consonância com estudos nacionais que demonstram aumento progressivo do excesso de peso e da obesidade em crianças brasileiras, especialmente em idades escolares, refletindo mudanças no padrão alimentar, sedentarismo e influência do ambiente familiar e escolar (Silva et al., 2018; Conde & Monteiro, 2020; Malta et al., 2021).
A implementação de intervenções escolares, combinando atividades educativas, lúdicas e orientações nutricionais, mostrou-se promissora para aumentar o conhecimento das crianças sobre alimentação saudável e estimular hábitos positivos de vida. A literatura corrobora que programas intersetoriais e integrados, envolvendo escola, família e serviços de saúde, promovem maior impacto na prevenção da obesidade infantil, quando comparados a ações isoladas ou de curta duração (Waters et al., 2019; Guerra et al., 2020; Swinburn et al., 2019). A abordagem lúdica adotada, aliada ao envolvimento dos pais, contribuiu para maior engajamento das crianças, reforçando a importância de estratégias pedagógicas adaptadas à faixa etária e à realidade local.
Entretanto, a intervenção apresentou limitações. A duração relativamente curta e a ausência de acompanhamento longitudinal impedem avaliação de mudanças antropométricas permanentes ou de manutenção de hábitos saudáveis a longo prazo. Além disso, a participação parcial dos pais, embora presente, limita o potencial de modificação do ambiente doméstico, que é um fator crítico para a consolidação de hábitos alimentares e comportamentos físicos (Swinburn et al., 2019). A amostra restrita a uma escola também restringe a generalização dos resultados, sendo necessário replicar o estudo em diferentes contextos para validar e adaptar as estratégias propostas.
Apesar dessas limitações, os resultados demonstram que intervenções escolares locais, de baixo custo e de fácil implementação, podem ter efeito significativo na conscientização nutricional e na promoção da saúde, contribuindo para o desenvolvimento integral das crianças. Assim, a integração entre políticas públicas, ações educativas na escola e suporte familiar é essencial para reduzir o impacto da obesidade infantil, garantindo a promoção de hábitos saudáveis e prevenção de doenças crônicas ao longo da vida.
6 CONCLUSÃO
O presente estudo evidencia a elevada prevalência de excesso de peso entre escolares do município de Clementina, demonstrando que a obesidade infantil constitui um desafio significativo para a saúde pública local, em consonância com dados nacionais que apontam crescimento contínuo desse problema (Silva et al., 2018; Malta et al., 2021). A implementação de um programa de intervenção baseado em atividades educativas e lúdicas mostrou-se eficaz na promoção de conscientização sobre hábitos alimentares saudáveis e na sensibilização para a prática regular de atividade física, corroborando achados de estudos que destacam a importância de intervenções escolares integradas, mesmo em curto prazo (Waters et al., 2019; Guerra et al., 2020).
Além disso, a experiência reforça que a participação familiar e a articulação entre escola e serviços de saúde são determinantes para a efetividade das ações preventivas, podendo potencializar mudanças comportamentais sustentáveis e reduzir o risco de desenvolvimento de doenças crônicas futuras (Swinburn et al., 2019). A intervenção também evidencia o papel estratégico da educação nutricional na construção de hábitos saudáveis desde a infância, contribuindo não apenas para o estado nutricional, mas também para o desenvolvimento psicossocial das crianças, promovendo autoestima, inclusão social e habilidades de autocuidado.
Diante disso, recomenda-se que programas escolares de prevenção da obesidade sejam continuados, ampliados e avaliados longitudinalmente, com monitoramento periódico do estado nutricional e do comportamento alimentar dos alunos. Políticas públicas intersetoriais, envolvendo educação, saúde e família, são essenciais para consolidar a promoção da saúde infantil e reduzir o impacto da obesidade ao longo da vida, fortalecendo a prevenção primária e promovendo equidade no acesso a cuidados de saúde de qualidade.
REFERÊNCIAS
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1Discente do Curso Superior de Medicina da Fundação Educacional de Penápolis – Campus Penápolis.
E-mail: paloma.monteiro8747@alunos.funepe.edu.br
2Discente do Curso Superior de Medicina da Fundação Educacional de Penápolis – Campus Penápolis.
E-mail: camila.nakamura00825@alunos.funepe.edu.br
3Discente do Curso Superior de Medicina da Fundação Educacional de Penápolis – Campus Penápolis.
E-mail: maria.ignatius7876@alunos.funepe.edu.br
4Discente do Curso Superior de Medicina da Fundação Educacional de Penápolis – Campus Penápolis.
E-mail: pedro.oliveira7907@alunos.funepe.edu.br
5Discente do Curso Superior de Medicina da Fundação Educacional de Penápolis – Campus Penápolis.
E-mail: raquel.lopes6089@alunos.funepe.edu.br
