AVALIAÇÃO DA CONTAMINAÇÃO CRUZADA EM RESINAS COMPOSTAS UTILIZADAS EM CLÍNICA-ESCOLA DE ODONTOLOGIA

EVALUATION OF CROSS-CONTAMINATION IN COMPOSITE RESINS USED IN A DENTAL SCHOOL CLINIC

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202512011608


Gabrielly Camargo Sodré1
Guylherme da Silva Velho2
Zilanda Martins de Almeida3


Resumo

O estudo avaliou a contaminação cruzada em resinas compostas utilizadas na clínica-escola da UNINASSAU–Cacoal. Dez tubos foram analisados: um grupo controle, com barreira de proteção, e um grupo experimental, sem proteção. As amostras incubadas por 24 e 48 horas em BHI e MacConkey revelaram crescimento microbiano em 60% dos tubos de ambos os grupos, com presença de Staphylococcus epidermidis e Escherichia coli. Isso evidencia falhas nas práticas de biossegurança, mesmo com uso de barreiras. Entre os fatores contribuintes estão manipulação inadequada, reutilização da mesma bisnaga e contaminação das luvas. O estudo conclui que o cumprimento rigoroso dos protocolos de biossegurança e o treinamento contínuo são essenciais para prevenir a contaminação cruzada e garantir a segurança do paciente.

Palavras-chave: Contaminação cruzada; Resina composta; Biossegurança; Crescimento microbiano; Barreiras de proteção; Treinamento profissional.

Abstract

The study evaluated cross-contamination in composite resins used at the UNINASSAU–Cacoal dental school clinic. Ten tubes were analyzed: a control group with protective barriers and an experimental group without protection. Samples incubated for 24 and 48 hours in BHI and MacConkey revealed microbial growth in 60% of the tubes from both groups, with the presence of Staphylococcus epidermidis and Escherichia coli. This demonstrates failures in biosafety practices, even with the use of barriers. Contributing factors include improper handling, reuse of the same composite syringe, and glove contamination. The study concludes that strict compliance with biosafety protocols and continuous training are essential to prevent cross-contamination and ensure patient safety.

Keywords: Cross-contamination; Composite resin; Biosafety; Microbial growth; Protective barriers; Professional training.

INTRODUÇÃO

A biossegurança na odontologia é importante para proteger equipe de trabalho e pacientes contra infecções cruzadas e doenças transmissíveis. O cumprimento rigoroso das normas, como uso de EPIs, esterilização adequada de instrumentos, desinfecção de superfícies e descarte correto de resíduos, é indispensável para garantir um ambiente clínico seguro. (KOHN et al., 2003; PEREIRA et al., 2017; DE SOUSA, Thacila Geovana Rodrigues; BARBETTA, Lídia Maria Lourenço Costa. 2025).

Os cirurgiões-dentistas que tratam pacientes diretamente, ficam expostos ao ar, significando contato frequente com saliva e sangue, fluidos potencialmente contaminados. Segundo a American Dental Association afirma que os microrganismos presentes na saliva podem ser a causa de doenças como tuberculose, pneumonia, herpes facial, hepatite B (AMERICAN DENTAL ASSOCIATION, 2003). O controle da infecção cruzada em consultórios odontológicos inclui cuidados especiais no que diz respeito à intensidade de contaminação microbiana existente no ambiente odontológico. (ANVISA, 2006).

Contudo, apesar dos progressos na implementação de medidas de proteção, como o aumento do uso de EPIs, reorganização dos fluxos clínicos e adoção de tecnologias digitais, ainda existem desafios consideráveis. (REBOUÇAS, Larissa Batista; GONÇALVES, Dimas Melo; PESSOA, Neuma Medeiros. 2025.

Entre os diversos procedimentos odontológicos, pode-se mencionar a prática da dentística restauradora realizada pelos acadêmicos e profissionais já atuantes como um dos meios em que ocorre a contaminação cruzada, ocasião na qual os materiais de consumo são manejados sem a descontaminação química mecânica, sendo negligenciada pelos estudantes e por profissionais formados, incorrendo, dessa forma, em falhas na biossegurança.( DE CASTRO, Carlos Eduardo Dias; SILVA, Juliana Beatrice Costa; TAQUES, Cláudia Renata Malvezzi., 2022). A contaminação cruzada durante esse procedimento pode acontecer devido ao manuseio de materiais não descontaminados, os quais apresentam microrganismos patogênicos oriundos de sangue, saliva e demais fluidos da cavidade oral de pacientes atendidos anteriormente.

O manuseio inadequado de materiais na odontologia restauradora pode levar à contaminação cruzada. A falta de descontaminação é frequentemente negligenciada pelos acadêmicos e profissionais, resultando em falhas na biossegurança e riscos de infecção (NEVES et al., 2010).

Este estudo terá como objetivo analisar a contaminação por microrganismos resultante do manuseio incorreto das resinas compostas em procedimentos restauradores. Além disso, espera-se que possam ser propostas formas de aumentar os protocolos de higienização, com vista a diminuir ou controlar a propagação de vírus, bactérias e fungos no ambiente odontológico.

METODOLOGIA

Este estudo caracteriza-se como uma pesquisa aplicada, de natureza quantitativa e abordagem experimental, realizada por meio da coleta e análise microbiológica de tubos de resina composta utilizados em procedimentos odontológicos. 

A pesquisa foi conduzida na clínica-escola do curso de Odontologia da Universidade Maurício de Nassau de Cacoal por acadêmicos do curso de Odontologia, com coleta de dados na clínica e os procedimentos laboratoriais microbiológicos no Laboratório de microbiologia, Laboranálises, pela Dr.ª Kelli F. Moreira de Freitas.

Após o consentimento do responsável pelas clínicas, foi verificada a validade e a marca dos tubetes de Resina Composta, sendo a maioria eram Opallis® (FGM), e o restante, TPH Spectrum ® (Dentsply Sirona). Como critério de inclusão, os tubetes de resina deveriam estar dentro do prazo de validade e disponíveis para a análise no momento da visita. Foram analisados 10 tubos de resina composta, divididos em dois grupos:

  • Grupo 1 (Controle): 5 tubos utilizados com barreiras de proteção com filme plástico e manuseados seguindo os protocolos de biossegurança.
  • Grupo 2 (Experimental): 5 tubos utilizados em procedimentos clínicos sem proteção adequada, representando situações de manuseio incorreto.

Os tubos foram recolhidos após o uso clínico.

A coleta foi realizada, com uso de luvas estéreis, transferindo 2 mm de resina composta para dentro de um tubo de ensaio estéril, onde se adiciona um pequeno volume de solução estéril (soro fisiológico). O conjunto é agitado para desprender o material aderido à resina. Após a dessorção, o líquido resultante é aspirado por uma seringa estéril e são imediatamente condicionados em tubos de transporte contendo meio de cultura e encaminhados para análise laboratorial.

Os dados obtidos foram analisados quantitativamente, representando os valores e percentuais de crescimento bacteriano nas amostras coletadas nos diferentes intervalos de tempo (24 e 48 horas). Os dados foram apresentados de forma descritiva para determinar a frequência e a porcentagem de amostras com crescimento bacteriano em cada intervalo de tempo utilizando o software Excel da Microsoft.

Resultados

Na Figura 1, estão apresentados os registros fotográficos finais do período de 48h. Nelas, estão representadas pelos tubos de controle  2, 3, 4 e teste, representadas pelos tubos experimental  2, 3, 4.

Figura 1 – Amostras com o período de 48h.

Figura 1: tubos de ensaio com turvação.

Fonte: Autores

Após o período de incubação de 24 e 48 horas, foram analisados visualmente os tubos contendo as amostras imersas no meio de cultura BHI e placas com meio Agar MACCONKEY com crescimento microbiano (Figura 3).

No grupo de controle (Figura 1), os tubos 1, 2 e 4 estão contidos na amostra coletada da parte interna da resina composta odontológica. Nota-se que este apresentou turbidez, indicando a presença de microrganismos.

No grupo experimental (Figura 2), os tubos 1 e 5, somente com BHI e 1 RC, o caldo BHI permaneceu límpido nos dois tubos, indicando ausência de crescimento microbiano, conforme o esperado, pois as resinas destes grupos ainda não haviam sido usadas.

Figura 2: tubos de ensaio sem turvação límpida.

Fonte: Autoria própria.

Figura 3: Colônias sugestivas de bactérias

Fonte: Autoria própria.

A Tabela 1, demonstra os percentuais de contaminação dos grupos analisados. Através da análise visual, dos grupos, incremento das resinas compostas foram obtidos os respectivos percentuais.

Tabela 1-Resultados das Amostras (24–48h)

GrupoAmostraResultadoCrescimentoPercentual
ControleControle 01S. epidermidis + E. coliSim20%
ControleControle 02S. epidermidisSim20%
ControleControle 03Não houve crescimentoNão20%
ControleControle 04S. epidermidis + E. coliSim20%
ControleControle 05Não houve crescimentoNão20%
ExperimentalTeste 01Não houve crescimentoNão20%
ExperimentalTeste 02S. epidermidis + E. coliSim20%
ExperimentalTeste 03S. epidermidis + E. coliSim20%
ExperimentalTeste 04S. epidermidisSim20%
ExperimentalTeste 05Não houve crescimentoNão20%

Fonte: Autoria própria.

As amostras foram analisadas após 24h e 48h de incubação. No grupo controle, verificou-se crescimento microbiano em três das cinco amostras (Controle 01, Controle 02 e Controle 04), correspondendo a 60% de contaminação. As amostras Controle 03 e Controle 05 permaneceram sem crescimento ao longo de todo o período de observação, indicando ausência de contaminação.

No grupo experimental, observou-se crescimento em três das cinco amostras analisadas (Teste 02, Teste 03 e Teste 04), totalizando igualmente 60% de contaminação. As amostras Teste 01 e Teste 05 não apresentaram crescimento bacteriano. Entre os microrganismos identificados nas amostras contaminadas, destacam-se Staphylococcus epidermidis e Escherichia coli, isoladamente ou em associação.

A variação observada entre as amostras, tanto no grupo controle quanto no grupo experimental, pode estar associada à carga microbiana inicial e às diferenças na velocidade de proliferação dos microrganismos presentes. Esses fatores influenciam diretamente o tempo necessário para que o crescimento se torne detectável visualmente, o que explica a divergência entre amostras contaminadas e não contaminadas.

Discussão

Os resultados das análises mostraram contaminação bacteriana significativa nas resinas compostas avaliadas. É importante destacar que embora não tenha sido adotada a desinfecção dos tubetes de resina com álcool a 70%, desinfectante utilizado na clínica para superfícies, esses tubetes foram manipulados pelo acadêmico com uso de luvas de procedimento. Sabemos que as luvas que podem proteger o operador podem ser contaminadas e transmitir microrganismos para os materiais de uso comum. (ANDRADE, Isabel Cristina G. Bandeira et al. 2017; FERRAZ, Camila et al. 2010.).

Podemos observar que a presença de microrganismos nos incrementos das bisnagas de resinas compostas utilizadas na clínica-escola, conforme mostrado na FIGURA 1, apontam falhas no manuseio e na adesão aos protocolos de biossegurança. A contaminação observada sugere que as práticas atuais de manipulação das resinas não são adequadas para prevenir a contaminação cruzada, especialmente considerando que o mesmo tubo é frequentemente utilizado em mais de um paciente. (CRUZ, Sâmya Santana et al. 2025).

Em estudo realizado por BONADIMAN, WESTPFAL,  KAISER, 2022. onde foram comparadas amostras de resinas quando da utilização de isolamento absoluto e isolamento relativo, barreiras de proteção mais próximas do dente, concluíram que houve contaminação, reforçando que os fluidos salivares são de difícil visualização, e, caso o isolamento não esteja adequado, é possível que ocorra a presença de fluidos juntamente com a presença de microrganismos.

Além disso, os procedimentos odontológicos levam à formação de aerossóis e, por isso, os respingos podem contaminar as luvas do profissional e, consequentemente, os materiais.

Esse achado reforça o que é apontado pela literatura, de que o ambiente odontológico é altamente suscetível à disseminação microbiana devido ao contato constante com saliva, sangue e aerossóis (ANVISA, 2006; KOHN et al., 2003).

Recomenda-se o descarte do primeiro incremento de resina a cada troca de pacientes na realização do procedimento com resinas compostas BONADIMAN, WESTPFAL, KAISER, 2022.

A detecção de Staphylococcus epidermidis e Escherichia colhido nas amostras contaminadas confirma que esses microrganismos são frequentes em situações de biossegurança inadequada, seja por manipulação incorreta ou por falhas na higienização das mãos e superfícies (SOUZA et al., 2014; SILVA et al., 2015). A presença desses microrganismos indica que, mesmo com medidas de proteção, o risco não é totalmente eliminado, especialmente quando há manipulação repetida dos materiais ou negligência em práticas básicas de assepsia. Segundo Silva et al. (2015), a falha no controle de infecção pode comprometer não apenas a segurança do paciente, mas também a integridade dos materiais odontológicos, impactando a qualidade do tratamento. 

O emprego de barreiras físicas, como protetores descartáveis nas pontas dos tubos, aliado ao manejo correto dos materiais, constitui uma estratégia eficaz para minimizar o risco de contaminação cruzada. Da mesma forma, a implementação rigorosa de práticas de biossegurança como a adequada higienização das mãos, o uso de equipamentos de proteção individual (EPIs) e a desinfecção criteriosa das superfícies é fundamental para o controle da infecção em ambientes odontológicos com o processo de desinfecção química friccionando-se gaze umedecida em álcool 70% durante vinte segundos (ANVISA, 2006).

A semelhança entre os percentuais de contaminação dos grupos mostra que o uso de barreiras só é eficaz quando combinado a protocolos rígidos de higiene e treinamento profissional constante, como reforçam Molinari e Harte (2010). Além do risco biológico, a contaminação pode comprometer propriedades da resina composta, afetando a qualidade e a longevidade das restaurações (POWERS; WATAHA, 2019, (SOUZA et al., 2014).

Considerações finais

Portanto, os achados deste estudo destacam a necessidade da adoção rigorosa de práticas de biossegurança, incluindo higienização adequada das mãos, desinfecção das superfícies, correto uso de EPIs e manipulação cuidadosa dos materiais restauradores. A conscientização e o treinamento contínuo são fundamentais para reduzir a contaminação cruzada e garantir segurança no atendimento odontológico para o sucesso dos procedimentos odontológicos.

Os microrganismos encontrados, Staphylococcus epidermidis e Escherichia coli, reforçam a necessidade de maior atenção às práticas de assepsia no ambiente clínico.

REFERÊNCIAS:

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AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (ANVISA). Segurança do Paciente em Serviços de Saúde: Higienização das Mãos. Brasília: ANVISA, 2010.

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1UNINASSAU-Cacoal, Brasil. E-mail: camargo_gab05@outlook.com
2UNINASSAU-Cacoal, Brasil. E-mail: guylhermevelho@gmail.com
3UNINASSAU-Cacoal, Brasil. E-mail: Zilandadent@gmail.com