REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ra10202511091219
Kennedy Gardiery Evangelista Machado1
Victor Gabriel Costa Vital1
Orientadora: Profa. Msc. Valéria Maciel Cordeiro de Oliveira2
RESUMO
Introdução: A Hanseníase é um grande problema de saúde pública, com números oficiais em 103 países que mostram a prevalência mundial da doença. Sob esse cenário, o farmacêutico como dispensador da atenção à saúde, deve participar, ativamente, na prevenção das doenças e da promoção da saúde, junto com outros membros da equipe da atenção à saúde. Objetivo Geral: Demonstrar a importância da atenção farmacêutica na adesão ao tratamento e na qualidade de vida dos pacientes com hanseníase. Materiais e Métodos: Foi realizada uma revisão bibliográfica de literatura, com caráter qualitativo, na busca de artigos, livros, revistas nas bases de dados na área da saúde, com descritores “Hanseníase”; “Farmácia Clínica”; “Cuidados Farmacêuticos”. Foram coletados por meio das bases de dados PubMed, Scielo, LILACS e MedLine. Resultados e Discussões: Observa-se uma convergência entre os achados dos estudos analisados: o farmacêutico atua como agente essencial na promoção do uso racional de medicamentos, na adesão ao tratamento e na segurança do paciente. Conclusão: Conclui-se que a atenção farmacêutica é uma ferramenta indispensável na assistência ao paciente com hanseníase, pois permite identificar, prevenir e resolver problemas relacionados ao uso de medicamentos, além de promover o empoderamento do paciente sobre seu próprio tratamento.
Palavras-chave: Hanseníase. Farmácia Clínica. Cuidados Farmacêuticos.
ABSTRACT
Introduction: Leprosy is a major public health problem, with official figures from 103 countries showing the worldwide prevalence of the disease. In this context, pharmacists, as healthcare providers, must actively participate in disease prevention and health promotion, alongside other members of the healthcare team. General Objective: To demonstrate the importance of pharmaceutical care in treatment adherence and the quality of life of leprosy patients. Materials and Methods: A qualitative literature review was conducted, searching for articles, books, and journals in healthcare databases using the descriptors “Leprosy”; “Clinical Pharmacy”; and “Pharmaceutical Care.” Data were collected from the PubMed, Scielo, Lilacs, and MedLine databases. Results and Discussion: There is convergence between the findings of the analyzed studies: pharmacists act as essential agents in promoting the rational use of medications, treatment adherence, and patient safety. Conclusion: It is concluded that pharmaceutical care is an indispensable tool in assisting patients with leprosy, as it allows identifying, preventing and resolving problems related to the use of medications, in addition to promoting patient empowerment over their own treatment.
Keywords: Leprosy. Clinical Pharmacy. Pharmaceutical Care.
1 INTRODUÇÃO
De acordo com os dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), 2016, a Hanseníase é um grande problema de saúde pública, com números oficiais de 103 países que mostram a prevalência mundial da doença. No Brasil, a doença é considerada endêmica em todo o país, com maior incidência em cinco estados: Pará, Maranhão, Tocantins, Mato Grosso e Goiás.
A hanseníase, antigamente conhecida como lepra, é uma doença infecciosa crônica causada pelo Mycobacterium leprae, que afeta principalmente a pele, nervos periféricos, olhos e, em casos avançados, outros órgãos, com transmissão pelas vias aéreas superiores como espirro e tosse, ou através da convivência com uma pessoa acometida pela doença sem tratamento (Soares; Costa, 2021).
É uma doença tratável e curável, entretanto a hanseníase ainda representa um desafio de saúde pública, especialmente em países em desenvolvimento, onde o diagnóstico e o tratamento muitas vezes não ocorrem de forma precoce (Ribeiro et al., 2022).
A adesão ao tratamento para hanseníase é um desafio persistente, influenciado pelo longo tempo de terapia, efeitos adversos e estigmas associados à doença. Para o Ministério da Saúde (2019), a baixa completude da adesão está relacionada ao insucesso das intervenções com ênfase nos contatos dos pacientes, uma vez que o contato é o principal determinante para a permanência dos níveis de incidência. Os demais fatores relacionados são: a falha no diagnóstico precoce, o atraso no início do tratamento, assim como a falha no tratamento e cuidado.
Os principais fatores que afetam a adesão ao tratamento da hanseníase estão relacionados à complexidade do regime da administração, duração do tratamento, falha de tratamentos anteriores e mudanças no tratamento (OMS, 2020).
Sob esse o cenário, o farmacêutico como dispensador da atenção à saúde, deve participar, ativamente, na prevenção das doenças e da promoção da saúde, junto com outros membros da equipe da atenção à saúde (Anjos, 2015).
De relevância que para a OMS, o farmacêutico é indispensável para organizar os serviços de apoio necessários, com sua a função na farmácia clínica, beneficiando o paciente com o seguimento de sua farmacoterapia, monitorando os efeitos adversos, estudando as possíveis interações entre os fármacos e nutrientes e propondo esquemas terapêuticos para um melhor resultado (Silva, 2015).
Nesse contexto, a atenção farmacêutica é uma prática que envolve o cuidado ativo do farmacêutico no acompanhamento do paciente, sendo fundamental para otimizar a terapia, reduzir reações adversas e melhorar a adesão ao tratamento (Nicoletti; Takahashi, 2020). Portanto, a pesquisa teve como objetivo demonstrar a importância da atenção farmacêutica na adesão ao tratamento e na qualidade de vida dos pacientes com hanseníase.
MATERIAIS E MÉTODOS
O presente estudo constituiu em uma Revisão Sistemática da Literatura, de caráter qualitativo, cujo objetivo foi reunir, analisar e discutir publicações científicas relacionadas às demonstrar a importância da atenção farmacêutica na adesão ao tratamento e na qualidade de vida dos pacientes com hanseníase.
A revisão bibliográfica permite a sistematização do conhecimento já produzido sobre determinado tema, possibilitando identificar lacunas, compreender diferentes abordagens adotadas por autores e analisar as evidências existentes sobre as práticas do farmacêutico no contexto das estratégias para promoção de saúde dos pacientes portadores de hanseníase.
Foram selecionados artigos publicados relacionados ao objetivo do estudo e relevantes para pesquisa, nos últimos 6 anos, entre os anos de 2020 a 2025 utilizando os seguintes Descritores em Saúde (DeCS): “Hanseníase”; “Farmácia Clínica”; e “Cuidados Farmacêuticos”.
As buscas foram realizadas através do levantamento bibliográfico em artigos científicos publicados em bases de dados nacionais e gratuitas, entre elas a Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), Scientific Electronic Library Online (SCIELO) e PubMed. Quantos aos critérios de exclusão, foram descartados publicações que não atenderem ao tema, objetivos e à problemática da pesquisa, de língua estrangeira, anais, estudos pagos, duplicados nas bases de dados e fora do recorte temporal delimitado.
A pesquisa inicial nas bases de dados resultou um total de 98 artigos. A Figura 1 sintetiza detalhadamente a quantidade de estudos identificados, bem como as fases de escolhas dos artigos.
Figura 1 – Fluxograma de Artigos.


Fonte: Produzido pelo autor, 2025.
3. RESULTADOS E DISCUSSÕES
Esta tabela sintetiza os principais achados da literatura sobre a importância da atenção farmacêutica na adesão ao tratamento e na qualidade de vida dos pacientes com hanseníase. Os resultados destas categorias foram demonstrados em quadro com a expressão dos autores selecionados, sendo destacada a importância de ações como educação em saúde, busca ativa, combate à desinformação e fortalecimento do vínculo entre profissionais farmacêuticos e a comunidade, para melhor compreensão, contendo as seguintes informações: autor/ano, título, objetivo e resultado.








A análise dos 20 estudos selecionados demonstra o papel crescente e multifacetado do cuidado farmacêutico no manejo da hanseníase, evidenciando avanços nas práticas clínicas, educativas e gerenciais realizadas por farmacêuticos no contexto do Sistema Único de Saúde (SUS).
Silva et al., (2023) realizaram um levantamento abrangente das evidências científicas sobre o cuidado farmacêutico na hanseníase no Brasil, destacando serviços como educação em saúde, acompanhamento farmacoterapêutico e dispensação orientada como os mais frequentes. Esses achados são corroborados por Nicoletti; Takashi (2020), que reforçam a relação entre a informação adequada ao paciente, o diagnóstico precoce e a adesão à poliquimioterapia (PQT/MDT), mostrando que a orientação farmacêutica tem impacto direto nos resultados terapêuticos.
Matos; Ferreira (2022), complementam essa perspectiva ao demonstrar que a assistência farmacêutica contribui para o uso racional de medicamentos e melhora da adesão, evidenciando a importância da atuação clínica na continuidade do tratamento. De forma semelhante, Barros (2020), identifica que os cuidados farmacêuticos clínicos favorecem a redução de erros terapêuticos, a detecção precoce de reações adversas e o fortalecimento da adesão ao tratamento, reforçando o potencial resolutivo dessa prática.
O estudo de Soares e Costa (2021), aprofunda a discussão ao enfatizar o papel do farmacêutico na orientação sobre reações adversas e acompanhamento clínico, mostrando que a atenção contínua ao paciente contribui para a segurança e efetividade da terapêutica. Essa mesma linha é observada em Santos e Oliveira (2020), que relataram intervenções farmacêuticas eficazes na prevenção de eventos adversos em pacientes sob PQT, consolidando a relevância do farmacêutico na farmacovigilância.
A atuação educativa também foi amplamente explorada. Ferreira e Souza (2020) descreveram ações de educação em saúde, como campanhas e rodas de conversa, conduzidas por farmacêuticos, demonstrando que essas atividades fortalecem o vínculo profissional-paciente. Da mesma forma, Carvalho e Souza (2021) evidenciaram que programas educativos aumentam a compreensão dos pacientes sobre o tratamento, reduzindo abandonos e promovendo corresponsabilidade terapêutica. Silveira et al. (2020) reforçam essa vertente, destacando que a educação em saúde fortalece o vínculo paciente-farmacêutico e promove melhor comunicação.
Oliveira et al. (2021) analisaram especificamente a adesão à terapia farmacológica em hanseníase, destacando a importância da farmacovigilância e da gestão de medicamentos na manutenção da regularidade do tratamento. Pereira et al. (2023) ampliam essa análise ao evidenciar a atuação do farmacêutico clínico como parte da equipe multiprofissional, mostrando que essa integração favorece o cuidado integral e humanizado ao paciente com hanseníase.
Macedo et al., (2024), em uma revisão de escopo, apontam que ainda há lacunas na padronização das práticas dos profissionais da Atenção Primária, sugerindo a inclusão de protocolos de acompanhamento farmacoterapêutico em políticas públicas como forma de fortalecer a atuação farmacêutica. Essa necessidade é reforçada por Peixoto et al., (2022), que, ao analisarem a inserção dos farmacêuticos nas Unidades Básicas de Saúde entre 2014 e 2017, evidenciam o crescimento da relevância desses profissionais na Atenção Primária à Saúde (APS).
O acompanhamento farmacoterapêutico também foi foco do estudo de Lima e Andrade (2022), que demonstraram redução de eventos adversos e melhoria da adesão entre pacientes acompanhados em farmácias clínicas. Esses resultados reforçam a importância de práticas clínicas estruturadas e contínuas. Já Batista e Coimbra (2025) abordam o tema sob uma perspectiva macro, destacando as estratégias de intervenção clínica voltadas à promoção do uso racional de medicamentos e a necessidade de políticas públicas que fortaleçam a atenção farmacêutica.
Gomes; Rocha (2022) focaram na farmacovigilância, destacando sua relevância para a segurança do paciente e o gerenciamento de reações adversas. A atuação do farmacêutico é vista como essencial nesse processo, complementando as observações de Santos e Oliveira (2020).
Rodrigues et al. (2022) abordaram a prática clínica do farmacêutico no Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF-AB), ressaltando que esses profissionais são capacitados para oferecer apoio medicamentoso integral e fortalecer o trabalho interdisciplinar. Tal achado dialoga com Destro et al., (2021), que descreveram um movimento de redefinição do papel do farmacêutico na APS, evidenciando o crescimento de práticas clínicas e assistenciais que buscam transformar a realidade da assistência.
No campo da formação e qualificação profissional, Barros e Mendes (2020) enfatizam a importância da educação continuada para farmacêuticos atuantes no cuidado à hanseníase, mostrando que a capacitação aumenta a confiança, a qualidade do atendimento e a resolutividade das intervenções. Finalmente, Medeiros e Albuquerque (2022) destacam o papel do farmacêutico na gestão e logística de medicamentos, apontando que um controle eficiente da PQT contribui diretamente para a continuidade e efetividade do tratamento.
De modo geral, observa-se uma convergência entre os achados dos estudos analisados: o farmacêutico atua como agente essencial na promoção do uso racional de medicamentos, na adesão ao tratamento e na segurança do paciente. As práticas clínicas e educativas se consolidam como pilares do cuidado, enquanto a integração multiprofissional e o fortalecimento das políticas públicas emergem como desafios e oportunidades para a consolidação do cuidado farmacêutico na hanseníase.
4. CONCLUSÃO
A hanseníase, apesar dos avanços terapêuticos e das políticas públicas de controle, ainda representa um desafio significativo para a saúde pública, especialmente em países endêmicos como o Brasil. Nesse contexto, a atenção farmacêutica se destaca como uma estratégia essencial para o cuidado integral ao paciente, contribuindo não apenas para a adesão ao tratamento poliquimioterápico, mas também para a redução de reações adversas, prevenção de recidivas e melhoria da qualidade de vida.
Os estudos analisados evidenciam que a atuação do farmacêutico vai muito além da simples dispensação de medicamentos, abrangendo o acompanhamento farmacoterapêutico, a educação em saúde, a orientação sobre o uso racional de fármacos e o apoio psicossocial ao paciente. Essa abordagem humanizada e interdisciplinar fortalece o vínculo entre o paciente e a equipe de saúde, favorecendo o sucesso terapêutico e o controle da doença.
Conclui-se que a atenção farmacêutica é uma ferramenta indispensável na assistência ao paciente com hanseníase, pois permite identificar, prevenir e resolver problemas relacionados ao uso de medicamentos, além de promover o empoderamento do paciente sobre seu próprio tratamento. No entanto, ressalta-se a necessidade de maior valorização e inserção efetiva do farmacêutico nas equipes multiprofissionais da Atenção Primária à Saúde, bem como a ampliação de pesquisas que mensurem o impacto dessa atuação nos desfechos clínicos e sociais dos portadores da doença.
Dessa forma, fortalecer a atenção farmacêutica no cuidado à hanseníase representa um avanço não apenas no âmbito terapêutico, mas também na promoção da equidade e integralidade do Sistema Único de Saúde (SUS).
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1Acadêmicos do curso de Farmácia da Universidade de Gurupi (UnirG);
2Orientadora, Professora do curso de Farmácia da Universidade de Gurupi (UnirG)).
