ANÁLISE ESPACIAL E SOCIODEMOGRÁFICA DA ASMA NO ESTADO DO TOCANTINS, 2014 A 2023 

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ch10202512060733


Gustavo Santos Andrade; Isadora Leão Beltrami;  Jayne Gracielle Dos Santos Oliveira; Josy Barros Noleto De Souza; Juliana Abreu Oliveira; Nayara Cristine Pereira Goffi; Rômulo Jales Natal; Rubens Gabriel Martins Rosa; Thaís Oliveira  Santos; Vitoria Canto Duarte


RESUMO 

Introdução – A asma é uma das doenças crônicas mais comuns entre as  crianças em todo o mundo, sendo caracterizada por uma baixa letalidade, porém  apresenta elevados índices de morbidade, representando assim um desafio  significativo à saúde pública. Ela é uma das principais causas de visitas a  serviços de emergência e hospitalizações e a sua prevalência tem tido um  aumento frequente na população pediátrica, mesmo com os esforços para  otimizar o manejo clínico e tratamento da condição por órgãos governamentais,  sendo os elevados índices de morbimortalidade motivo de preocupação.  Métodos – Estudo observacional analítico do tipo epidemiológico retrospectivo,  descritivo e quantitativo que analisou casos notificados de asma pediátrica  ocorridos no Tocantins entre 2014 e 2023. Resultados e discussão – A asma  pediátrica no Tocantins, com etiologia multifatorial (genética, ambiental),  representa um desafio de saúde pública. A baixa adesão ao tratamento e  comorbidades como obesidade elevam crises, absenteísmo escolar e  hospitalizações. A doença afeta o bem-estar físico e emocional da criança,  exigindo intervenções psicoeducacionais personalizadas. 90% das crianças  menores de 10 anos falham na percepção da gravidade, evidenciando a  necessidade de educação em saúde robusta. O avanço para a medicina  personalizada e a monitorização remota são promessas para melhorar o manejo.  Conclusão – A doença supracitada afeta mais crianças de 1 a 4 anos e pardas,  exigindo políticas socioeconômicas e ambientais. Pois, baixa adesão e uso  inadequado de medicação causam hospitalizações. Assim, é vital otimizar a  Atenção Primária, criar planos de ação escritos e integrar vigilância e educação  em saúde para mitigar a doença. 

Palavras-chave: Asma; Pediatria; Perfil epidemiológico.

ABSTRACT 

Introduction – Stroke is the biggest cause of death in Brazil and one of the  biggest in the world and the lack of epidemiological studies on this disease in the  state of Tocantins, associated with the COVID-19 pandemic, which in its  disruptiveness can have generated an increase in the incidence of  cerebrovascular disease, demand attention because they are diseases that  involve death and disability on the part of the population, generating social losses  and public expenses which can be mitigated. Methods – This was an analytical  observational study of the retrospective, descriptive, and quantitative  epidemiological type that analyzed reported cases of pediatric asthma that  occurred in Tocantins between 2014 and 2023. Results and Discussion – Pediatric asthma in Tocantins, with its multifactorial etiology (genetic,  environmental), represents a significant public health challenge. Low adherence  to treatment and comorbidities such as obesity increase crises, school  absenteeism, and hospitalizations. The disease affects the child’s physical and  emotional well-being, requiring personalized psychoeducational interventions.  90% of children under 10 fail to perceive the severity of the condition, highlighting  the need for robust health education. Advances in personalized medicine and  remote monitoring are promising for improved management. Conclusion – The  aforementioned disease affects more children aged 1 to 4 years and those of  mixed race (Parda), demanding socioeconomic and environmental policies. Low  adherence and improper medication use cause hospitalizations. Thus, it is vital to  optimize Primary Care, create written action plans, and integrate surveillance and  health education to mitigate the disease. 

Key-words: Asthma; Pediatrics; Epidemiological profile. 

1 INTRODUÇÃO 

A asma é uma das doenças crônicas mais comuns entre as crianças em  todo o mundo, sendo caracterizada por uma baixa letalidade, porém apresenta  elevados índices de morbidade, representando assim um desafio significativo à  saúde pública. Ela é uma das principais causas de visitas a serviços de  emergência e hospitalizações e a sua prevalência tem tido um aumento  frequente na população pediátrica, mesmo com os esforços para otimizar o  manejo clínico e tratamento da condição por órgãos governamentais, sendo os  elevados índices de morbimortalidade motivo de preocupação (Bateman et al.,  2008). 

Essa condição respiratória costuma ter três elementos distintos: a  obstrução das vias aéreas, inflamação e hiperresponsividade brônquica, os  quais resultam em sintomas como tosse seca, dispneia e sibilância. Com base  nesses aspectos, a Organização Mundial da Saúde (OMS) criou diretrizes que  direcionam o tratamento, a autogestão e o controle da asma, sendo que  durantes tais crises é fundamental administrar broncodilatadores para facilitar  a passagem do ar e o controle eficaz perpassa por uma prática de exercícios  para fortalecer a imunidade e fazer uma boa adesão ao tratamento prescrito  pelo pediatra (Holderness et al., 2017). 

Um das diretrizes de tratamento supracitadas é a Global Initiative for  Asthma (GINA) que estabelece uma classificação dos casos de asma em quatro  níveis de gravidade clínica, sendo que ela considera a frequência dos sintomas  (dispneia, sibilância e/ou tosse) e a função pulmonar (avaliada pelo volume  expiratório final no primeiro segundo): em intermitente, persistente leve,  moderada e grave. Sendo que se estima que cerca de 60% dos casos são  classificados como intermitentes ou persistentes leves, enquanto uma média de  30% dos casos são moderados e apenas 10% são considerados graves  (Roncada et al., 2020). 

Ademais, atualmente tem sido relatado um aumento na incidência da  asma e a sua origem está interligada com uma variedade de elementos, como  fatores alimentares, ambientais, genéticos, entre outros. E entre os fatores  genéticos, a pré-disposição para a asma costuma se manifestar nos três primeiros anos de vida e está correlacionado com um quadro alérgico, como a  presença de uma dermatite atópica ou de rinite alérgica, o que demanda uma  investigação de histórico familiar na anamnese (De Assis et al., 2019). 

Outrossim, a presente temática fundamenta-se na necessidade de  identificar a prevalência de casos de asma pediátrica no Estado do Tocantins,  com base na análise da incidência de notificações ocorridas entre os anos de  2015 e 2024. Avaliar o quantitativo desses casos possibilitará uma  compreensão mais aprofundada do panorama da enfermidade na região,  oferecendo subsídios relevantes para que os agentes estatais possam delinear  estratégias de saúde pública voltadas à redução dos custos com internações.  A proposta também visa investigar os fatores socioeconômicos e ambientais  associados à elevada prevalência da asma pediátrica, especialmente nos locais  com os maiores índices da doença. Deste modo, este projeto de iniciação  científica mostra-se relevante ao possibilitar uma melhor compreensão da  epidemiologia da asma pediátrica no Tocantins, bem como a identificação de  fatores de risco agravantes, informações estas fundamentais para o  desenvolvimento de medidas de controle e prevenção mais eficientes por parte  dos agentes de saúde pública. 

Desse modo, por entender esse aumento da incidência da asma na  população pediátrica, a qual por ainda estar em formação demanda uma atenção  maior, faz-se imperativo desenvolver o presente projeto com o fito de verificar a  incidência de casos de asma na população infantil do estado do Tocantins. 

2 MATERIAL E MÉTODOS 

A pesquisa consiste em uma abordagem observacional analítica do  tipo ecológico, com um delineamento retrospectivo, descritivo e quantitativo e  tem como finalidade investigar casos notificados de asma pediátrica no estado  do Tocantins, abrangendo um período de dez anos, de 2015 a 2024. 

A população do estudo é composta por todos os registros de asma  pediátrica que atendam aos critérios de inclusão e que foram notificados no  Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) durante o período  estabelecido de 2015 a 2024. Os critérios de inclusão definem que os casos devem ser de residentes do Tocantins, com diagnóstico de asma na faixa etária  pediátrica, e cujos dados estejam devidamente registrados e acessíveis no portal  eletrônico do DATASUS. Foram excluídos da análise os casos de indivíduos que  não residiam no Tocantins no período em questão, bem como aqueles sem  diagnóstico de asma ou cujos dados não foram inseridos de forma apropriada na  plataforma. 

Para a coleta das informações, utilizou-se a base de dados oficial do  Ministério da Saúde, o DATASUS, por meio do SINAN. As variáveis analisadas  incluem faixa etária, sexo, sintomas clínicos, número de crises, nível de  escolaridade, etnia e a distribuição geográfica dos casos notificados de asma no  estado do Tocantins. Acesso a esses dados de domínio público será feito através  do endereço eletrônico https://datasus.saude.gov.br. 

3 RESULTADOS E DISCUSSÃO 

A asma na infância representa um desafio significativo para a saúde  pública, impactando a qualidade de vida de milhões de crianças globalmente. No  Brasil, e especificamente no Estado do Tocantins, compreender o perfil  epidemiológico dessa doença crônica é fundamental para o desenvolvimento de  políticas de saúde mais eficazes e direcionadas. Assim, a asma pediátrica, com  sua complexa etiologia multifatorial, tem demonstrado uma crescente incidência,  impulsionada por uma intrincada rede de fatores genéticos, ambientais e  alimentares (De Assis et al., 2019). A predisposição genética, frequentemente  manifestada nos primeiros anos de vida, é notavelmente associada a quadros  alérgicos, como dermatite atópica e rinite alérgica, ressaltando a importância de  uma anamnese detalhada do histórico familiar. 

Outrossim, os resultados encontrados na literatura demonstram  inequivocamente que o impacto da asma pediátrica transcende a gravidade da  doença, afetando profundamente a vida diária das crianças. A baixa adesão ao  tratamento, um desafio persistente, dificulta o controle da doença, culminando  em maior recorrência de sintomas diurnos e noturnos, crises induzidas por  exercícios, e um aumento preocupante nas visitas a serviços de emergência e  hospitalizações. Além disso, observa-se um incremento no absenteísmo escolar, no Índice de Massa Corporal (IMC), no sedentarismo e na atopia. Crianças  asmáticas, independentemente da severidade de sua condição, frequentemente  exibem sobrepeso e obesidade, como demonstrado por Holderness et al. (2015),  que reportaram taxas de 15% para sobrepeso e 31% para obesidade em uma  coorte de crianças asmáticas urbanas. Essa limitação nas atividades físicas em  crianças com asma mal controlada, em comparação com aquelas com sintomas  mais leves, reforça a necessidade de abordagens terapêuticas holísticas que  considerem o bem-estar físico e a qualidade de vida global. 

Ademais, a asma, em sua essência, não se restringe a uma disfunção  pulmonar; ela permeia o cotidiano da criança asmática em múltiplos níveis – físico, emocional e social. Pois, a percepção da crise asmática, para a criança,  é frequentemente associada a um grande sofrimento, angústia e insegurança,  especialmente devido à prevalência das crises noturnas. As limitações sociais  impostas pela doença, como a restrição em atividades recreativas e escolares,  contribuem para um sentimento de isolamento e frustração. Desse modo, o grau  de escolaridade de crianças acometidas por asma na população analisada por  esse estudo e evidenciada no Gráfico 1, permite explorar a relação da incidência  da doença com os impactos decorrentes dessa mazela na rotina escolar, como  a incidência de faltas e de prejuízos nos estudos, além do estigma psicológico  que prejudica o desenvolvimento escolar dos pequenos. 

Gráfico 1: Grau de escolaridade por indivíduos acometidos por asma pediátrica no estado do  Tocantins entre os anos de 2014 a 2023. 

Em outro viés, é perceptível, contudo, a capacidade de algumas crianças  de se apropriarem de sua condição, desenvolvendo uma maturidade emocional  que lhes permite agir preventivamente aos primeiros sinais de sintomas,  evitando o agravamento das crises. Em contrapartida, outras demonstram  imaturidade em relação à doença, subestimando os riscos e, consequentemente,  expondo-se a situações de maior perigo, o que enfatiza a necessidade de  intervenções psicoeducacionais personalizadas (Silva et al., 2018). 

Nesse enfoque, o conhecimento aprofundado da magnitude da asma  pediátrica, obtido através de estudos como este, oferece um subsídio para o  planejamento e a otimização das ações em saúde. Ao estimar a carga de  trabalho e os insumos necessários, pode-se alocar recursos de forma mais  eficiente. Por exemplo, a partir de dados sobre o número médio de crises anuais  e a necessidade de broncodilatadores inalatórios e corticoides, é possível  dimensionar adequadamente as equipes de saúde da Atenção Primária, como  as Unidades de Saúde da Família (USF). 

Doravante, é alarmante constatar que, em cerca de 90% das crianças  com menos de 10 anos, fatores como a falha na percepção da gravidade da  doença e suas exacerbações, a baixa adesão ao tratamento e o uso inadequado  de medicações são prevalentes, e culminam em visitas frequentes a serviços de  urgência e hospitalizações (Chipps et al., 2012). Logo, a ausência de um plano  de ação escrito, o desconhecimento dos gatilhos das exacerbações e o atraso  na procura por assistência médica são questões críticas que evidenciam a  necessidade de uma educação em saúde mais robusta, envolvendo não apenas  o paciente, mas também a família e a equipe de saúde. Fatores como  vulnerabilidade socioeconômica e comorbidades amplificam essa complexidade,  exigindo uma abordagem multifacetada que transcenda o tratamento  farmacológico. 

Paralelamente, avanços na medicina personalizada estão redefinindo o  cenário terapêutico da asma pediátrica. A identificação de subtipos de asma e  biomarcadores específicos permite tratamentos mais direcionados, culminando  no desenvolvimento de terapias biológicas que atuam em vias inflamatórias  específicas, oferecendo esperança para casos mais graves e refratários (Brasil,  2022). Assim, a integração de tecnologias, como dispositivos de monitoramento remoto e aplicativos de saúde, representa uma abordagem inovadora e  promissora no manejo da asma. Essas ferramentas não apenas facilitam a  monitorização contínua da função pulmonar, mas também capacitam o paciente  e sua família por meio da educação e permitem a identificação precoce de  exacerbações (Sousa et al., 2012). Embora a tendência temporal da mortalidade  por asma em crianças e adolescentes tenha demonstrado um decréscimo  significativo em todos os grupos etários até os 19 anos no Brasil, com uma  redução média anual de 0,022 por 100.000 habitantes entre 1980 e 2014, e uma  queda ainda mais acentuada em menores de quatro anos (85,2%), a análise  regional revela disparidades. As regiões mais desenvolvidas do país  apresentaram diminuição nas taxas, enquanto regiões menos favorecidas, como  o Norte e Nordeste, onde o Tocantins está inserido, persistiram com altas taxas  ou aumento da mortalidade. 

Gráfico 2: Distribuição por raça dos indivíduos acometidos por asma pediátrica no estado do  Tocantins entre os anos de 2014 a 2023. 

Nesse ínterim, Alves et al. (2023), ao analisar o perfil de internações por  asma pediátrica no estado do Tocantins entre os anos de 2018 a 2022,  reconheceram um padrão de atendimento em crianças entre 1 a 4 anos, de cor  parda e com um atendimento que durou uma média de 3,2 dias. O que coaduna  com o apresentado no gráfico 2, o qual apresenta os indivíduos de raça parda  como os que possuem maior incidência entre a população analisada no presente  estudo.  

4 CONCLUSÃO 

Ao realizar uma análise aprofundada da epidemiologia da asma  pediátrica, com foco no Estado do Tocantins, reafirma-se a magnitude desta  doença crônica como um dos principais desafios da saúde pública. Os dados  obtidos, que se alinham à literatura nacional e global, evidenciam a prevalência  da asma, com especial atenção ao grupo etário de 1 a 4 anos e à população  parda, conforme evidenciado nos registros do Tocantins. Este panorama  regional, marcado pela alta incidência e pelas disparidades em comparação com  outras regiões do país, exige uma reflexão crítica sobre a eficácia das estratégias  de controle atuais. Destarte, os achados sugerem que a abordagem da asma  não pode ser meramente clínica; ela deve ser intrinsecamente ligada à realidade  socioeconômica e ambiental, dado o forte impacto desses fatores na  exacerbação e no manejo da doença. A complexidade etiológica, que envolve a  intrincada tríade de fatores genéticos, alérgicos e ambientais, exige uma visão  holística e personalizada no cuidado do paciente pediátrico. 

A partir desta investigação, torna-se inequívoca a necessidade de otimizar  a atenção à saúde em múltiplos níveis. A baixa adesão ao tratamento, o uso  inadequado de dispositivos inalatórios e a falha na percepção da gravidade, que  culminam em internações evitáveis e prejuízo na qualidade de vida e no  desempenho escolar das crianças, não podem ser vistos apenas como falhas do  paciente. Pelo contrário, estes fatores evidenciam a lacuna existente na  educação em saúde e na comunicação entre a equipe médica, o paciente e seus  responsáveis. O desenvolvimento de um plano de ação escrito, personalizado e  acessível, a capacitação contínua dos profissionais da Atenção Primária para o  manejo da asma conforme as diretrizes GINA, e a integração de tecnologias de  monitoramento são medidas urgentes para reverter este cenário e alcançar um  controle efetivo da doença. 

Por fim, o mapeamento da incidência da asma pediátrica no Tocantins  fornece subsídios epidemiológicos cruciais. A identificação de populações de  maior risco e a correlação entre a asma e a vulnerabilidade social e educacional  abrem caminho para intervenções mais direcionadas. Assim, infere-se que através da integração entre vigilância epidemiológica robusta, educação em saúde de qualidade e uma abordagem terapêutica que considere os  determinantes sociais da saúde será possível mitigar o ônus da asma pediátrica  e garantir um futuro com melhor capacidade respiratória e qualidade de vida para  as crianças do Tocantins. 

5 REFERENCIAIS BIBLIOGRÁFICOS 

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6 ANEXOS 

Gráfico 1: Grau de escolaridade por indivíduos acometidos por asma pediátrica no estado do
Tocantins entre os anos de 2014 a 2023.

Gráfico 2: Raça dos indivíduos acometidos por asma pediátrica no estado do Tocantins entre os
anos de 2014 a 2023.

Gráfico 3: Raça dos indivíduos acometidos por asma pediátrica no estado do Tocantins entre os
anos de 2014 a 2023.