ANÁLISE DA VIABILIDADE PARA A EXPANSÃO DA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA (ETA) EM SÃO LUÍS DE MONTES BELOS – GO

FEASIBILITY ANALYSIS FOR THE EXPANSION OF THE WATER TREATMENT PLANT (WTP) IN SÃO LUÍS DE MONTES BELOS – GO

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202510301114


Stela Faria da Silva1
Carllos Emannuel Xavier Batista1
Juracy Mendes Moreira2
Gisley de Souza Brito2
Lourenço Manuel3
Marcelo Carlos Ribeiro4
Aurélio Ferreira Melo5
Andre Mendes6
Jackelya Araujo da Silva7
Guido Gustavo Humada González8


Resumo

O presente artigo tem como objetivo analisar a viabilidade de expansão da Estação de Tratamento de Água (ETA) Santana, localizada no município de São Luís de Montes Belos – GO. Essa estação, construída entre 1964 e 1966, operava com o método de filtragem lenta e com mudanças nas normas, houve ajustes técnicos para que continuasse abastecendo o município. Diante dos avanços tecnológicos e do crescimento populacional contínuo, a ampliação da ETA Santana torna-se essencial para garantir seu funcionamento adequado. A metodologia proposta neste trabalho consiste na implementação de uma ETA compacta, que se apresenta como uma solução ágil, de fácil execução e economicamente vantajosa. Este estudo foi desenvolvido no contexto da potabilidade da água e da saúde pública da comunidade, considerando que a estação de tratamento original não foi dimensionada para acompanhar o crescimento demográfico e a crescente demanda hídrica. Dessa forma, a ampliação do sistema atual é necessária para continuar em nível de potabilidade que possa ser considerado seguro, evitando que a qualidade da água potável se deteriore para além dos padrões estabelecidos pelo Ministério da Saúde.

Palavras-chave: Saneamento. ETA Compacta. Filtragem.

Abstract

This article analyzes the feasibility of expanding the Santana Water Treatment Plant (WTP), located in the municipality of São Luís de Montes Belos, Goiás. Built between 1964 and 1966, this plant operated using a slow filtration method. With regulatory changes, technical adjustments were made to ensure it continued supplying the municipality. Given technological advances and continued population growth, expanding Santana WTP is essential to ensure its proper operation. The methodology proposed in this work consists of implementing a compact WTP, which presents an agile, easy-to-implement, and economically advantageous solution. This study was developed within the context of water potability and community public health, considering that the original treatment plant was not designed to accommodate population growth and increasing water demand. Therefore, expanding the current system is necessary to maintain a safe level of potability, preventing the quality of drinking water from deteriorating beyond the standards established by the Ministry of Health.

Keywords: Sanitation. Compact WTP. Filtration.

1. INTRODUÇÃO

A ingestão de água potável é de crucial relevância para a saúde pública, dado que a composição hídrica majoritária do organismo humano é indispensável para o seu funcionamento adequado. (GUITARRARA, 2025)

O fornecimento de água potável às residências é precedido pelo tratamento realizado nas Estações de Tratamento de Água (ETA), instalação responsável para tratar impurezas, contaminantes e microrganismos provenientes da água bruta, sua funcionalidade é constantemente fiscalizada para que se atinja o padrão de potabilidade pela Portaria n° 888/2021. (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2021)

Conforme dados da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), apenas 84,1% da população brasileira possui acesso à água tratada, com as regiões Norte e Nordeste sendo as mais afetadas por essa realidade. Essa situação resulta em mais de 40 mil internações anuais devido a doenças relacionadas à falta de saneamento, além de dificultar o desenvolvimento econômico dessas regiões. (ANA, 2025)

São Luís de Montes Belos é um dos 226 municípios do estado de Goiás que são atendidos pelo sistema de abastecimento de água tratada, no total, Goiás possui 246 municípios. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o censo realizado em 2022 indicou uma população de 33.852 habitantes em São Luís de M. Belos, todos atendidos 4 com água tratada pelo Saneamento de Goiás S.A. – Saneago, uma empresa de economia mista criada pela Lei Estadual nº 6.680, de 13 de setembro de 1967. (IBGE, 2022)

A ETA do município de São Luís de Montes Belos – GO foi construída por volta da década de 60, quando as normas em relação ao tratamento de água eram mais flexíveis do que atualmente. Com o passar dos anos e o município crescendo cada vez mais, a vazão da água que abastecia a cidade teve que ser aumentada para atender as necessidades da população ali presente. Apesar de todo o crescimento da população, apenas pequenas mudanças na atual estação foram realizadas para que conseguisse suprir a sociedade até que medidas sejam tomadas. 

A operação dessa instalação além de sua capacidade de vazão projetada acarreta consequências de longo prazo, tais consequências incluem, uma diminuição na eficácia do tratamento, o que é uma causa para a promoção de doenças. Diante de tais problemas, é, então, importante aplicar manutenção e reparos enquanto os sistemas estão no nível de estado limite de serviço (ELS) para evitar um potencial colapso ou falha – estado limite último (ELU).

Com os avanços nas tecnologias de construção, é possível realizar a ampliação da ETA Santana de forma a não interromper o abastecimento público a longo prazo e utilizando menos espaço com a Estação de Tratamento de Água (ETA) Compacta.

2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 

2.1 O TRATAMENTO DE ÁGUA PARA CONSUMO HUMANO 

Um dos fatores necessários para garantir o desenvolvimento de um município é o saneamento básico, que é composto pelos sistemas de tratamento de água e esgoto. Esses sistemas, juntos, proporcionam saúde pública e previnem diversas doenças, como diarreia por Escherichia coli, amebíase, disenteria bacteriana e ascaridíase, entre outras. (DAMKE; PASSINI, 2020)

Após a aprovação da Lei nº 14.026, em 15 de julho de 2020, moderniza-se a estrutura do Novo Marco Legal do Saneamento Básico no Brasil e estabelece-se o objetivo de alcançar 99% do fornecimento de água tratada e esgoto até 2033. Esta lei visa oferecer à população brasileira um cuidado básico que todas as sociedades precisam para melhorar sua qualidade de vida. (BRASIL, 2020)

Conforme dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cada dólar investido em água e saneamento proporciona uma economia de 4,3 dólares em despesas de saúde em escala global. Contudo, a realidade é que 2,5 bilhões de pessoas permanecem desprovidas de acesso a serviços básicos de saneamento. Adicionalmente, cerca de 1 bilhão de indivíduos são compelidos a praticar a defecação a céu aberto, um cenário que não apenas intensifica a proliferação de doenças, mas também degrada a salubridade e a dignidade dos espaços urbanos, transformando, lamentavelmente, ruas e áreas públicas em locais de descarte inadequado de efluentes. (OMS, 2014)

Segundo estudo conduzido pela Organização das Nações Unidas (ONU), o acesso à água potável constitui um pilar fundamental para a qualidade de vida da população. Com isso, destaca-se que esta premissa não se restringe a indicadores de grandezas, mas, sim, que a garantia de água com qualidade adequada é um fator determinante para a preservação da vida humana. (ONU, 2022)

2.2 PROCESSOS CONVENCIONAIS DE TRATAMENTO DE ÁGUA

As etapas de tratamento de água convencionais após a captação de água bruta são: 

  • Coagulação: etapa que consiste no recebimento da água em estado bruto e seguida pela adição do composto químico sulfato de alumínio Al₂(SO₄) ₃, utilizado devido suas propriedades coagulantes e floculantes, fazendo com que as partículas de sujidades se aglomerem em uma massa maior conhecida como flóculos ou flocos, sendo essencial para facilitar sua extração e garantir a purificação da água;
  • Floculação: após a formação dos flóculos, é utilizado um agitador mecânico para potencializar a ação do composto, permitindo com que as partículas entrem em contato;
  • Decantação: fase em que se é utilizada a força da gravidade para que os sólidos sedimentem e acumulem na parte inferior formando um lodo, a parte líquida superior é direcionada para outro reservatório;
  • Filtração: processo em que a água passa por filtros que retém as partículas pequenas, eliminando as impurezas sólidas restantes;
  • Desinfecção: a água é encaminhada para outro reservatório, em que é acrescido o produto químico cloro para eliminar os microrganismos presentes, garantindo a sua salubridade;
  • Fluoretação: etapa opcional, realizada na ETA Santana, em que consiste na adição de flúor para auxílio na saúde bucal da população. 

Posterior ao processo de tratamento, a água tratada é depositada em reservatórios para ser distribuída à população. 

Cada estágio de tratamento em que a água bruta é submetida para se tornar água tratada é de grande importância tanto para saúde populacional, quanto para economia local e nacional, sendo indispensável para o funcionamento eficiente e sustentável de uma sociedade. (SIRIUS BIOTECNOLOGIA JR, 2024)

2.3 ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ÁGUA (ETA) COMPACTA 

A tecnologia que se consolida cada vez mais presente no mercado de saneamento básico é a Estação de Tratamento de Água Compacta, sendo um equipamento que assegura a potabilidade da água conforme estabelecido pela Portaria 2.914/2011 do Ministério de Saúde, trazendo benefícios como instalação em menor espaço, menor consumo de energia e operação automatizada. O equipamento opera de forma modular, através de skids metálicos ou containers, projetado para integrar todos os componentes necessários para executar as etapas de tratamento de uma estação (FILTRANDOBLOG, 2025). No entanto, em determinadas situações, pode-se optar por implantar apenas um estágio do tratamento, como por exemplo na estação da cidade de São Luís de Montes Belos – GO, onde é fundamental apenas a instalação de novos filtros.

Esse sistema já vem sendo adotado em alguns municípios, como em Anápolis – GO (figura 1), foi instalada essa inovação possibilitando a diminuição de custos operacionais e elevação do padrão da água, funcionando de forma controlada e monitorada automaticamente. (GOIÁS, 2024)

Figura 1 – ETA Compacta de Anápolis

Fonte: Saneamento de Goiás S.A. – SANEAGO, disponível em: <https://www.saneago.com.br/#/noticia_interna/6395/3> (acesso em: 19 out. 2025)

3. METODOLOGIA 

A abordagem metodológica deste Trabalho de Conclusão de Curso fundamenta-se em uma pesquisa do tipo específica, com abordagem qualitativa e descritiva. Para atender aos seus objetivos, foi realizada uma análise técnica e documental relacionada ao funcionamento da Estação de Tratamento de Água (ETA) Santana, a qual atualmente opera acima de sua capacidade técnica.

O estudo baseou-se em um levantamento bibliográfico de artigos técnico-científicos, normas técnicas e na coleta de dados fornecidos pela concessionária local de abastecimento de água. A partir dessas informações, foi elaborada uma proposta para ampliar a capacidade de tratamento, considerando como alternativa a implantação de uma ETA compacta. Esse tipo de solução é frequentemente adotado em municípios de pequeno e médio porte devido à sua eficiência operacional e ao reduzido tempo de implementação (MARTINS, BASSO, 2017).

A ETA compacta funcionará como um sistema de filtração de pequeno porte, com rápida instalação, destinado ao tratamento de água para consumo controlado, acrescentando cerca de 40 L/s à capacidade de abastecimento do município. O processo de filtração ocorre quando a água passa por grandes filtros compostos por camadas de seixos (pedras de rio), areia de diferentes granulometrias e carvão antracito (carvão mineral). Nesse estágio, as impurezas que não foram removidas nas fases anteriores ficam retidas. Ressalta-se que, nesse ponto, a água já se apresenta potável; contudo, para garantir maior segurança contra infecções de origem hídrica, realiza-se a desinfecção por meio da cloração, processo em que é adicionado cloro à água com a finalidade de eliminar micro-organismos patogênicos, assegurando sua potabilidade até o ponto de consumo (TEODORO, 2021).

Os dados foram coletados com base em documentos institucionais, relatórios de operação da ETA e informações disponibilizadas pela empresa concessionária. Também foram considerados os parâmetros definidos pela legislação e normas vigentes, como a Portaria de Consolidação nº 5 do Ministério da Saúde (BRASIL, 2017), que estabelece os padrões de potabilidade da água destinada ao consumo humano.

4. RESULTADOS E DISCUSSÕES 

Durante visitas realizadas a estação da cidade de São Luís de Montes Belos – GO, foi identificado um local promissor para a instalação da ETA compacta, ambiente já sendo analisado pela concessionária para possível instalação, trata-se de um tanque desativado com vasto espaço, conforme pode ser observado na figura 2.

Figura 02: Área junto ETA existente, com possibilidade de instalação da nova ETA

Fonte: própria.

Adicionalmente, foram analisados parâmetros operacionais fornecidos pela concessionária local. Observou-se que a água tratada apresenta pH médio de 6,40, valor que se enquadra nos limites estabelecidos pela Portaria de Consolidação nº 5/2017 do Ministério da Saúde, que define a faixa de 6,0 a 9,5 para a água destinada ao consumo humano. Esse parâmetro segue ainda os procedimentos técnicos de análise descritos na ABNT NBR 9896/1987, que padroniza a determinação laboratorial do pH da água (ABNT, 1987). No que se refere ao uso de produtos químicos no processo de tratamento, verificou-se que são consumidos diariamente de 80 a 450 kg de sulfato de alumínio como coagulante, aproximadamente 12 kg de flúor para fluoretação e cerca de 15 kg de cloro para desinfecção da água. Esses dados reforçam a caracterização do funcionamento atual da estação e constituem subsídios para a avaliação da eficiência do processo e para a justificativa da necessidade de ampliação do sistema de tratamento. 

Ainda que o padrão de potabilidade da água esteja de acordo com as normas, foi identificado uma inconformidade na etapa de filtração, fator que pode afetar futuramente na qualidade da água. Esse estágio é equipado com quatro filtros para purificação da água, sendo cada um deles projetado para suportar a vazão de 20 L/s, resultando em uma capacidade de 80 L/s. No entanto, constatou-se que a vazão atual para conseguir suprir a necessidade do município, excede o limite estabelecido, ocasionando a sobrecarga dos filtros.

Considerando esse fator, a intervenção na estação de tratamento deve ser realizada com rapidez e de forma eficiente, falhas ou imprecisões nas etapas do tratamento podem comprometer o seu desempenho esperado, resultando na mudança da qualidade da água, como aumento da turbidez, maior consumo de produtos químicos para suprir a necessidade e assim, ocasionar riscos à saúde ao ser consumida (OLIVEIRA, 2021). 

5. CONCLUSÃO/CONSIDERAÇÕES FINAIS

Este trabalho teve como propósito analisar a viabilidade de expansão da Estação de Tratamento de Água (ETA) Santana, situada no município de São Luís de Montes Belos – GO, considerando o crescimento populacional e as limitações do sistema atual, que opera acima de sua capacidade projetada. Ao longo da pesquisa, ficou evidente que, embora a ETA ainda consiga manter os padrões de potabilidade exigidos pela legislação vigente, seu desempenho vem sendo comprometido pela sobrecarga operacional, especialmente na etapa de filtração.

As análises realizadas demonstraram que a estação utiliza corretamente os parâmetros de controle da qualidade da água — como o pH médio de 6,40 e o uso adequado de sulfato de alumínio, flúor e cloro — conforme estabelecido pela Portaria de Consolidação nº 5/2017 do Ministério da Saúde. No entanto, o funcionamento contínuo acima da vazão ideal representa um risco futuro à eficiência do sistema e à qualidade da água distribuída à população.

Diante desse cenário, a implantação de uma ETA compacta surge como uma solução moderna, prática e economicamente viável. Esse tipo de tecnologia tem se mostrado eficiente em diversos municípios, pois permite ampliar a capacidade de tratamento sem grandes obras, com menor custo, tempo reduzido de instalação e manutenção simplificada. Além disso, a ETA compacta pode ser integrada à estrutura existente, garantindo o abastecimento contínuo e atendendo plenamente às exigências de potabilidade.

Com isso, conclui-se que a ampliação do sistema de tratamento por meio da adoção de uma ETA compacta representa um passo essencial para o desenvolvimento sustentável de São Luís de Montes Belos. Essa iniciativa não apenas assegura a continuidade do fornecimento de água de qualidade, mas também fortalece a saúde pública e o bem-estar da população. Recomenda-se, por fim, que sejam realizados estudos complementares de viabilidade técnica, econômica e ambiental, de forma a embasar a implementação do projeto e contribuir para o avanço das políticas de saneamento básico do município.

REFERÊNCIAS

AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS E SANEAMENTO BÁSICO. O saneamento no Brasil. Disponível em: https://www.ana.gov.br/saneamento/. Acesso em: 20 ago. 2025.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 9896: Água – Determinação do pH. Rio de Janeiro, 1987. Acesso em: 12 out. 2025.

BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS Nº 888, de 4 de maio de 2021. Altera o Anexo XX da Portaria de Consolidação GM/MS nº 5, de 28 de setembro de 2017, para dispor sobre os procedimentos de controle e de vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 5 maio 2021. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2021/prt0888_07_05_2021.html. Acesso em: 10 ago. 2025.

BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria de Consolidação nº 5, de 28 de setembro de 2017. Consolida as normas sobre as ações e os serviços de saúde do Sistema Único de Saúde. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 3 out. 2017. Acesso em: 15 out. 2025.

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DAMKE, T.; PASINI, F. A importância da potabilidade da água no saneamento básico para a promoção da saúde pública no Brasil. TECCEN – Revista de Tecnologia e Ciências Exatas e Naturais, v. 4, n. 1, p. 1-9, 2022. Disponível em: https://editora.univassouras.edu.br/index.php/TECCEN/article/view/2200/1422. Acesso em: 05 set. 2025.

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1Discente do Curso de Engenharia Civil do Centro Universitário UniBRÁS São Luiz de Montes Belos – Goiás.
2Professor MsC. Centro Universitário UniBRÁS São Luiz de Montes Belos – Goiás.
3Professor Dr. Centro de Excelência em Sistemas Agroalimentares e Nutrição, Universidade Eduardo Mondlane (UEM). Moçambique – África.
4Professor Dr. Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) – Ouro Preto-MG
5Professor Dr. Faculdade de Gestão Integrada – FGI – Goiânia-GO.
6Professor Dr. Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia de Minas Gerais. Campus Ponte Nova.
7Professora Dra. Universidade Federal do Piauí (UFPI).
8Professor Dr. Universidad San Carlos. Asunción. Paraguay.