ANÁLISE DA SEGURANÇA DO USO DE PLANTAS MEDICINAIS DURANTE A GESTAÇÃO E LACTAÇÃO

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202508311803


Sabrina Kaylane da Silva Alves1
Maria Galbênia Nogueira Silva1
Emmilly Leite Salviano1
Hilara Giselly Macedo Bitu1
Vitória Regina Pinheiro do Nascimento1
Cícera Lohanny Viana Andrade1
Júlio César de Araújo Evangelista1
Maíra Ellen Santos Belém1
Antonia Yaciara da Silva Souza1
Karen Tamara Oliveira Vieira1


Introdução 

O uso de plantas medicinais e fitoterápicos faz parte da prática cultural de diferentes povos e tem sido cada vez mais incorporado como alternativa terapêutica em diversos contextos de saúde, inclusive durante a gestação e o período de lactação. Entretanto, a utilização de fitoterápicos deve ser cuidadosamente analisada, uma vez que muitas substâncias ativas presentes nessas plantas podem atravessar a barreira placentária ou serem excretadas no leite materno, oferecendo riscos à saúde do feto e do lactente (Chiang, 2025). 

A gestação é um período fisiológico de grande importância, marcado por intensas transformações hormonais, como aumento de progesterona e cortisol, alterações metabólicas e imunológicas que garantem o desenvolvimento adequado do feto e a adaptação do organismo materno. Nesse contexto, a exposição a substâncias externas, incluindo compostos bioativos de plantas medicinais, pode interferir negativamente no processo de formação fetal, podendo resultar em sintomas leves, como náuseas, ou até problemas significativos como malformações congênitas, aborto espontâneo ou outras complicações gestacionais (Priya, 2016). 

O período de lactação, por sua vez, é essencial para a saúde do recém-nascido, pois o leite materno fornece nutrientes, fatores imunológicos e proteção contra diversas doenças. Contudo, compostos ingeridos pela mãe, como cafeína e ativos de ervas, podem ser transferidos para o lactente através do leite, o que reforça a necessidade de cautela no consumo de medicamentos e produtos de origem natural nesse período (Budzynska, 2013). 

Apesar dos riscos, a utilização de medicamentos durante a gestação e a lactação é muitas vezes necessária, seja para o alívio de sintomas comuns como náuseas, azia e constipação, seja para o tratamento de condições crônicas ou intercorrências clínicas. Parte da população, no entanto, opta pelo uso de plantas medicinais como alternativa terapêutica, recorrendo a diferentes formas farmacêuticas, como cápsulas, extratos, xaropes, tinturas e, principalmente, chás, que representam a forma de uso mais tradicional, acessível, de baixo custo e amplamente difundida pelo conhecimento popular (Aljofan, 2020). 

Diante desse cenário, torna-se relevante revisar a literatura disponível a fim de identificar riscos, potenciais benefícios e lacunas de conhecimento acerca da segurança do uso de plantas medicinais durante a gestação e a lactação. 

Referencial teórico 

Uso histórico e cultural das plantas medicinais 

As plantas medicinais são utilizadas há milhares de anos como recursos terapêuticos. Civilizações antigas, como a egípcia, chinesa, indiana e grega, já registravam o uso de espécies vegetais no tratamento de diversas enfermidades. No Brasil, a utilização é fortemente influenciada pelo conhecimento popular, pela medicina indígena e pela tradição afrodescendente, configurando-se como parte importante da cultura e da atenção primária à saúde. 

Com o tempo, o Estado brasileiro passou a organizar e reconhecer o uso terapêutico das plantas, criando políticas públicas específicas para a fitoterapia. 

A Relação Nacional de Plantas Medicinais de Interesse ao SUS (ReniSUS) representa uma iniciativa estratégica do Ministério da Saúde para valorizar a fitoterapia e ampliar suas possibilidades no cuidado clínico. O documento reúne espécies vegetais amplamente utilizadas na medicina tradicional brasileira, contemplando indicações que vão desde distúrbios digestivos até problemas respiratórios, processos inflamatórios e condições do sistema nervoso, como ansiedade e insônia. Assim, além de organizar e reconhecer o uso popular dessas plantas, o ReniSUS contribui para aproximar o conhecimento tradicional das práticas de saúde, fortalecendo sua aplicação de forma segura e complementar dentro do SUS. 

Durante a gestação e lactação, muitas mulheres recorrem às plantas medicinais para aliviar sintomas comuns, como náuseas, azia, constipação, ansiedade e distúrbios do sono. Contudo, o uso nem sempre é orientado por profissionais de saúde, o que pode aumentar os riscos de efeitos adversos. 

Riscos do uso de plantas medicinais durante a gestação.

Efeitos teratogênicos, embriotóxicos e o risco de aborto espontâneo. 

Estudos demonstram que algumas plantas medicinais contêm compostos que podem causar malformações fetais. Por exemplo, o uso de plantas como a Erva-de-Santa-Maria (Chenopodium ambrosioides) e o Poejo (Cunila microcephala) está associado a efeitos teratogênicos e apresentam compostos que demonstraram atividade embriotóxica em estudos laboratoriais, evidenciando riscos potenciais para o desenvolvimento embrionário, sendo contra indicadas durante a gestação (Saúde, 2022).  

Certas plantas medicinais possuem propriedades emenagogas, que estimulam ou regulam o ciclo menstrual, que podem induzir contrações uterinas e aumentar o risco de aborto espontâneo. A ingestão de tais plantas deve ser evitada durante a gestação para prevenir complicações. 

Dada a complexidade e os potenciais riscos associados ao uso de plantas medicinais durante a gestação, é fundamental que gestantes busquem orientação profissional antes de utilizar qualquer fitoterápico. Profissionais de saúde podem fornecer informações sobre os riscos e benefícios, além de orientar sobre o uso seguro e adequado desses produtos durante a gestação. A automedicação com plantas medicinais sem supervisão adequada pode resultar em efeitos adversos significativos para a saúde materna e fetal, destacando a importância de uma abordagem cautelosa e informada (Pedroso; Andrade; Pires; 2021). 

Interações medicamentosas pelo uso concomitante de medicamentos sintéticos e fitoterápicos  

O consumo de plantas medicinais pode interferir na eficácia de medicamentos convencionais, como anticoagulantes e anti-hipertensivos. A interação entre fitoterápicos e medicamentos alopáticos pode resultar em efeitos adversos inesperados, exigindo cautela no uso simultâneo. 

O uso de fitoterápicos como Ginkgo biloba e Panax ginseng tem se tornado cada vez mais comum. No entanto, esses produtos podem alterar a farmacocinética e a farmacodinâmica de medicamentos convencionais. O Ginkgo biloba, por exemplo, pode potencializar o efeito de anticoagulantes, enquanto o ginseng pode interferir em antidepressivos, anti-hipertensivos e contraceptivos. Esses dados reforçam a importância do acompanhamento profissional para garantir a segurança do uso concomitante de fitoterápicos e fármacos sintéticos (ALEXANDRE; BAGATINI; SIMÕES, 2008)  

Riscos do uso de plantas medicinais durante a lactação 

Transferência de compostos para o leite materno 

Compostos presentes em plantas medicinais podem ser excretados no leite materno, expondo o lactente a substâncias que podem afetar seu desenvolvimento. A transferência de compostos como cafeína e outros fitonutrientes para o leite materno é uma preocupação durante a lactação. 

Por esse motivo, o consumo de plantas medicinais nesse período deve ser cuidadosamente avaliado, pois seus compostos ativos podem exercer efeitos farmacológicos tanto benéficos quanto adversos no bebê. A dose, a frequência de uso e as características individuais da mãe e do recém-nascido influenciam esses efeitos, tornando essencial a orientação de profissionais de saúde para garantir a segurança da amamentação. 

Efeitos adversos no lactente 

A ingestão de plantas medicinais pela mãe pode levar a efeitos adversos no lactente, como irritabilidade, distúrbios gastrointestinais e reações alérgicas. Estudos indicam que o uso de fitoterápicos durante a amamentação deve ser cuidadosamente monitorado para garantir a segurança do bebê. 

Compostos ativos dessas plantas podem ser transferidos pelo leite materno, afetando o desenvolvimento e o metabolismo do lactente. Mesmo espécies tradicionalmente consideradas seguras, como erva-doce, camomila e boldo, podem causar alterações digestivas e outras reações indesejadas. Dessa forma, a orientação de profissionais de saúde é essencial para minimizar riscos e assegurar a segurança da mãe e do bebê (CASALI; PEREIRA, 2019). 

Prevalência do uso 

Estudos indicam que uma porcentagem significativa de gestantes e lactantes recorre ao uso de plantas medicinais para aliviar sintomas comuns, como náuseas, insônia e ansiedade. Por exemplo, uma pesquisa realizada no Banco de Leite Humano de Palmas, Tocantins, a qual envolveu 200 mulheres que amamentavam, mostrou que 26% delas relataram o uso de plantas medicinais durante a lactação. As plantas mais citadas foram Pimpinella anisum (erva-doce), Cymbopogon citratus (capim-santo) e Lippia alba (erva-cidreira) (Santos, 2025). 

Crenças populares como motivações para o uso 

O uso de plantas medicinais é frequentemente motivado por crenças culturais e tradicionais, com a percepção de que são alternativas naturais e seguras. No entanto, essa percepção pode ser equivocada, já que a falta de regulamentação e controle de qualidade pode representar riscos à saúde. 

Apesar de serem consideradas naturais, essas plantas não estão isentas de perigos. A falta de orientação adequada sobre doses, formas de preparo e possíveis interações com medicamentos convencionais pode levar a efeitos adversos, como intoxicações, alergias ou agravamento de doenças preexistentes. Por isso, é fundamental que o manejo dessas plantas seja feito com cautela, conciliando o conhecimento tradicional com evidências científicas que garantam a segurança do usuário. 

Necessidade de orientação profissional e evidências científicas 

É essencial que gestantes e lactantes busquem orientação profissional antes de utilizar plantas medicinais. Profissionais de saúde podem fornecer informações sobre os riscos e benefícios, além de orientar sobre o uso seguro e adequado desses produtos durante a gestação e lactação. 

Grande parte das informações disponíveis sobre a segurança das plantas medicinais em gestantes e lactantes deriva de relatos de casos, estudos em animais e análises in vitro. A escassez de ensaios clínicos controlados é explicada por barreiras éticas, já que expor gestantes e lactentes a substâncias potencialmente nocivas é um risco elevado. 

Existe uma lacuna significativa na pesquisa sobre o uso de plantas medicinais durante a lactação, com poucos estudos clínicos que avaliem a segurança e eficácia desses produtos nesse período. A falta de dados confiáveis dificulta a formulação de diretrizes claras para o uso de fitoterápicos por lactantes. 

Farmacologia das plantas medicinais 

As plantas medicinais contêm uma diversidade de metabólitos secundários – alcaloides, flavonoides, saponinas, terpenos, cumarinas e outros – responsáveis por suas ações farmacológicas. Durante a gestação, tais compostos podem atravessar a barreira placentária, afetando diretamente o desenvolvimento fetal. No período da lactação, podem ser excretados pelo leite materno e atingir o recém-nascido. 

Alguns grupos químicos apresentam maior risco nesse contexto: 

  • Alcalóides: com potencial abortivo e teratogênico (ex.: arruda, boldo). 
  • Antraquinonas: presentes em plantas laxativas, como o sene, podendo induzir contrações uterinas. 
  • Óleos essenciais: com ação estimulante sobre o útero (ex.: cânfora, alecrim, hortelã em excesso). 
  • Fitoestrógenos: como os presentes no funcho e no feno-grego, que podem interferir no sistema endócrino materno e no desenvolvimento hormonal do lactente. 

Plantas medicinais contraindicadas na gestação 

Diversas plantas são contra indicadas nesse período devido a evidências científicas ou relatos de efeitos adversos, tais como: 

  • Arruda (Ruta graveolens) – contém furanocumarinas e alcaloides com efeito abortivo e tóxico hepático. 
  • Boldo-do-chile (Peumus boldus) – possui alcaloide boldina, com potencial hepatotóxico e teratogênico. 
  • Artemísia (Artemisia absinthium) – utilizada como emenagoga, pode causar aborto espontâneo. 
  • Cânfora (Cinnamomum camphora) – óleo essencial neurotóxico e abortivo em doses elevadas. 
  • Babosa (Aloe vera) – a aloína presente no látex da planta pode induzir contrações uterinas e aborto. 
  • Buchinha-do-norte (Luffa operculata) – tóxica, associada a hemorragias graves e abortos. 

Algumas espécies podem representar risco tanto para a mãe quanto para o feto, sendo proibidas em protocolos de fitoterapia para gestantes. 

Plantas de uso controverso ou cauteloso 

Algumas espécies são amplamente utilizadas pela população, mas apresentam resultados inconclusivos sobre sua segurança: 

  • Gengibre (Zingiber officinale) – estudos apontam eficácia no alívio das náuseas gravídicas, mas doses elevadas podem interferir na coagulação sanguínea. 
  • Camomila (Matricaria recutita) – utilizada como calmante e digestiva, porém alguns relatos associam seu uso a risco de aborto e sensibilização alérgica. 
  • Erva-doce (Foeniculum vulgare) – contém anetol, com efeito estrogênico; pode interferir no equilíbrio hormonal e não é recomendado em uso prolongado. 

O uso dessas plantas deve ser avaliado individualmente, levando em conta a dose, tempo de uso e possíveis interações medicamentosas. 

Plantas relativamente seguras 

Poucas plantas são consideradas relativamente seguras quando usadas em doses moderadas durante a gestação e lactação, dentre elas destacam-se: 

  • Hortelã-pimenta (Mentha piperita) – indicada para náuseas leves e desconforto gástrico, desde que em infusões suaves. 
  • Erva-cidreira (Melissa officinalis) – efeito calmante leve, considerada de baixo risco em doses terapêuticas. 

Apesar disso, mesmo as plantas classificadas como seguras carecem de estudos clínicos em larga escala que comprovem sua inocuidade em gestantes e lactantes. 

Riscos do uso na lactação 

No período da amamentação, o risco principal está na transferência de metabólitos ativos para o leite materno. Substâncias como alcaloides, flavonoides e óleos essenciais podem causar reações adversas em recém-nascidos, incluindo sonolência, irritabilidade, cólicas e alergias. 

Alguns estudos destacam: 

  • Funcho e feno-grego – utilizados como galactagogos, mas podem provocar diarreia e gases no lactente. 
  • Camomila – risco de alergia em crianças com predisposição. 
  • Plantas ricas em cafeína (ex.: chá verde, chá preto, guaraná, erva-mate) – podem causar agitação, insônia e taquicardia no lactente. 

Assim, a recomendação atual de órgãos de saúde é adotar uma abordagem conservadora, evitando plantas sem comprovação de segurança e priorizando apenas aquelas já estudadas em contextos clínicos adequados. 

Metodologia 

Este estudo trata-se de uma revisão de literatura narrativa. Foram realizadas buscas nas bases de dados PubMed, Scielo e Google Acadêmico, utilizando os descritores: “plantas medicinais”, “gestação”, “lactação”, “segurança”, “fitoterápicos” e “toxicidade”. Foram incluídos artigos publicados entre 2015 e 2025, em português e inglês, que abordassem diretamente a segurança do uso de plantas medicinais em gestantes ou lactantes. Trabalhos que não apresentavam relação direta com o tema ou cuja metodologia era insuficiente para análise crítica foram excluídos. 

Resultados e Discussão 

A análise dos estudos demonstrou que: 

  • Plantas contra indicadas na gestação: arruda, buchinha-do-norte (Luffa operculata), cânfora, losna, boldo-do-chile (Peumus boldus), babosa (Aloe vera) e sene (Senna alexandrina) apresentaram evidências de efeitos abortivos, hepatotóxicos ou teratogênicos. 
  • Plantas com uso cauteloso: gengibre, camomila e erva-doce (Foeniculum vulgare) mostraram benefícios potenciais no alívio de náuseas e cólicas, porém estudos relatam riscos em altas doses, incluindo alterações no desenvolvimento fetal e efeitos hormonais. 
  • Plantas consideradas relativamente seguras: hortelã-pimenta (Mentha piperita) e erva-cidreira (Melissa officinalis) foram citadas em alguns estudos como seguras em doses moderadas, mas ainda carecem de ensaios clínicos controlados que comprovem sua inocuidade. 
  • Na lactação: plantas como funcho e feno-grego (Trigonella foenum-graecum) foram investigadas pelo efeito galactagogo, mas estudos apontam possíveis efeitos adversos no lactente, como diarreia e cólicas. A camomila, por sua vez, demonstrou risco de alergia em recém-nascidos. 

De forma geral, a revisão evidenciou que grande parte das informações disponíveis deriva de relatos de casos, estudos in vitro e em modelos animais, o que limita a extrapolação para seres humanos. A ausência de ensaios clínicos controlados é um dos principais obstáculos para estabelecer recomendações seguras. 

Considerações Finais 

O uso de plantas medicinais durante a gestação e lactação deve ser avaliado com cautela, visto que muitas espécies apresentam riscos documentados para a mãe e para o bebê. A crença de que o “natural” é inofensivo pode levar à utilização inadequada e potencialmente perigosa dessas substâncias. 

É fundamental que gestantes e lactantes busquem orientação profissional antes de utilizar qualquer planta medicinal ou fitoterápicos. Além disso, há necessidade urgente de mais estudos clínicos bem conduzidos para avaliar a segurança e eficácia dessas plantas nesse contexto específico. 

Portanto, enquanto não houver evidências científicas robustas, a recomendação é adotar uma postura conservadora, restringindo o uso de plantas medicinais apenas àquelas com segurança comprovada. 

REFERÊNCIAS 

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1Discentes do curso de Farmácia do Centro Universitário Paraíso-UNIFAP