REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/fa10202511200032
Alessandra de Jesus Silva Sarmento
Orientador (a): Prof.ª. Ma. Caroline Gomes Carvalho
RESUMO
A estética dentária tem se consolidado como elemento fundamental para a autoestima e a qualidade de vida, sendo considerada parte importante da identidade pessoal e social. Entre as anomalias de forma, os dentes conóides destacam-se por comprometerem a harmonia do sorriso e desencadearem impactos estéticos e psicossociais relevantes. O presente artigo teve como objetivo analisar a importância da reanatomização de dentes conóides para a satisfação de um sorriso harmônico, discutindo as principais alternativas restauradoras disponíveis. Trata-se de uma revisão narrativa da literatura, realizada a partir de buscas nas bases SciELO, PubMed/MEDLINE, LILACS e Google Scholar, abrangendo publicações entre 2015 e 2025. Foram incluídos artigos completos em português, inglês e espanhol, que tratassem do tema, sendo excluídos editoriais, teses e trabalhos duplicados. Os achados demonstram que a resina composta constitui opção conservadora, acessível e reparável, indicada principalmente para pacientes jovens, enquanto as facetas cerâmicas apresentam maior longevidade, estabilidade de cor e previsibilidade estética, sendo recomendadas em casos de maior exigência estética. Além dos critérios clínicos, ressaltou-se a relevância do impacto psicossocial, uma vez que a estética dentária está associada à autoconfiança, à autoimagem e à integração social. Conclui-se que não existe técnica universalmente superior, mas a necessidade de um planejamento individualizado, capaz de integrar ciência, estética e bem-estar, devolvendo ao paciente a harmonia do sorriso e a satisfação pessoal.
Palavras-chave: Resina composta. Estética dentária. Odontologia estética. Autoestima.
ABSTRACT
Dental aesthetics have been consolidated as a fundamental element for selfesteem and quality of life, being considered an important part of personal and social identity. Among shape anomalies, peg-shaped teeth stand out for compromising smile harmony and triggering significant esthetic and psychosocial impacts. This article aimed to analyze the importance of the reanatomization of peg-shaped teeth for achieving a harmonious smile, discussing the main restorative alternatives available. This is a narrative literature review carried out through searches in SciELO, PubMed/MEDLINE, LILACS and Google Scholar databases, covering publications from 2015 to 2025. Complete articles in Portuguese, English and Spanish were included, while editorials, theses and duplicates were excluded. The findings show that composite resin is a conservative, accessible and repairable option, mainly indicated for young patients, while ceramic veneers offer greater longevity, color stability and esthetic predictability, being recommended for cases of higher esthetic demand. In addition to clinical criteria, the psychosocial impact was highlighted, since dental esthetics are associated with self-confidence, self-image and social integration. It is concluded that there is no universally superior technique, but rather the need for individualized planning, capable of integrating science, esthetics and wellbeing, restoring smile harmony and personal satisfaction.
Keywords: Composite Resins. Dental Esthetics. Esthetic Dentistry. SelfConcept.
1 INTRODUÇÃO
A busca por um sorriso esteticamente agradável consolidou-se como um dos principais objetivos da Odontologia contemporânea. Mais do que a valorização da saúde bucal, a estética dentária exerce influência direta na autoestima e nas interações sociais, sendo considerada elemento central da expressão individual e um verdadeiro cartão de visita que impacta a percepção social e a qualidade de vida (Monteiro et al., 2022).
Entre as alterações morfológicas capazes de comprometer a harmonia estética, destacam-se os dentes conóides, caracterizados pela forma cônica e tamanho reduzido, com maior frequência, envolvendo os incisivos laterais superiores, localizados em posição de destaque no sorriso. A desproporção gerada por essa anomalia pode ocasionar diastemas, assimetrias e desarmonias visíveis, resultando em queixas relacionadas ao aspecto “infantilizado” do sorriso e à insegurança do indivíduo em contextos sociais (Jesus; Santos, 2021).
Mais do que uma condição morfológica, os dentes conóides configuram um problema de ordem estética e psicossocial, já que afetam diretamente a confiança pessoal, a imagem corporal e a integração do indivíduo em diferentes contextos (Oliveira; Miguel; Magalhães, 2021). O impacto psicossocial é amplamente relatado na literatura, sendo descrito como fator restritivo para a autoestima e para as relações interpessoais. Alterações na forma, cor e posicionamento dentário podem desencadear retração social e até mesmo prejuízos em oportunidades profissionais e afetivas (Gimenez, 2021).
Diante desse cenário, a reanatomização dentária surge como uma estratégia clínica de relevância, pois além de restaurar a proporção e a harmonia do sorriso, contribui para a recuperação da confiança e da satisfação pessoal. No campo da prática odontológica, duas abordagens restauradoras têm recebido destaque nesse contexto: as restaurações diretas em resina composta e as facetas cerâmicas. A escolha entre essas técnicas depende de múltiplos fatores, como as condições estruturais do dente, a expectativa do paciente e os recursos disponíveis (Monteiro et al., 2022; Kureski et al., 2018).
As resinas compostas consolidaram-se como uma alternativa eficaz por serem conservadoras, acessíveis e reparáveis, permitindo preservação da estrutura dentária saudável e bons resultados estéticos quando aplicadas adequadamente. Já as facetas cerâmicas, embora apresentem custo mais elevado, oferecem longevidade clínica, estabilidade de cor e previsibilidade estética em longo prazo. Ambas as técnicas possuem benefícios e limitações, e a decisão clínica deve ser pautada no planejamento individualizado, considerando o perfil e as necessidades de cada paciente (Santos Torrez, 2024).
Dessa forma, o presente estudo tem como objetivo relatar a importância da reanatomização de dentes conóides na promoção da harmonia do sorriso e na melhora do bem-estar psicossocial dos pacientes, descrevendo de forma comparativa as principais abordagens restauradoras, resina composta e facetas cerâmicas, quanto aos seus aspectos estéticos, funcionais e clínicos, além de compreender os critérios que orientam a escolha da técnica mais adequada.
2 METODOLOGIA
Trata-se de uma pesquisa de caráter qualitativo, com abordagem exploratória e descritiva, realizada por meio de revisão narrativa da literatura. O estudo buscou reunir evidências científicas atualizadas sobre dentes conóides, suas implicações estéticas e os principais recursos restauradores empregados na reanatomização, considerando também os impactos psicossociais dessa anomalia.
A pergunta norteadora que orienta a pesquisa foi: “De que maneira a reanatomização dentária pode contribuir para a melhoria da harmonia do sorriso e, consequentemente, para a autoestima e o bem-estar dos indivíduos acometidos por essa anomalia dentária? ”
As palavras-chave (DECs) utilizadas foram: dente conóide, microdontia, incisivo lateral conóide, estética dentária, reanatomização, resina composta, facetas cerâmicas e impacto psicossocial do sorriso. As expressões foram utilizadas de forma isolada ou associada, ampliando a abrangência das pesquisas encontradas.
Os critérios de inclusão foram artigos científicos publicados no período de 2015 a 2025, nas bases de dados PubMed/MEDLINE, SciELO, LILACS e Google Scholar, utilizando descritores em português, inglês e espanhol, disponíveis na íntegra e que abordassem diretamente a temática investigada.
Foram estabelecidos como critérios de exclusão: estudos duplicados, publicações fora do recorte temporal definido, editoriais, resumos de congressos, monografias, teses, dissertações e pesquisas que não tratassem especificamente da temática abordada.
O processo de análise consistiu na leitura integral dos estudos selecionados, organização das informações em tópicos temáticos e elaboração de uma síntese crítica sobre as técnicas de reanatomização e seus efeitos na harmonia do sorriso e na autoestima dos pacientes.
3 REVISÃO DE LITERATURA
3.1 Dentes conóides: definição e implicações estéticas
As anomalias dentárias morfológicas despertam grande interesse na Odontologia contemporânea, tanto pela frequência com que ocorrem quanto pelos impactos que provocam na estética do sorriso. Entre essas alterações, os dentes conóides ocupam lugar de destaque, sendo considerados uma das variações mais comuns da microdontia. Esses dentes se caracterizam por apresentarem dimensões reduzidas em relação aos demais elementos dentários da arcada e uma coroa em formato cônico, o que compromete a proporção natural da dentição e interfere diretamente na harmonia facial. Os dentes conóides representam alterações no tamanho e na forma dos dentes naturais, resultando em impacto estético perceptível no sorriso do paciente, uma vez que esses elementos costumam ser menores que o normal e apresentar borda incisal mais afilada (Sena, Araújo e Martinho, 2021; Silva, Costa e Almeida, 2021).
O aspecto anatômico desses dentes, geralmente observado nos incisivos laterais superiores, chama atenção pela discrepância que produz em uma região de alta relevância estética. Em muitos casos, a presença de dentes conóides leva à formação de diastemas, à quebra da simetria do arco e à sensação de desarmonia no sorriso. Além disso, em situações mais severas, pode haver comprometimento funcional associado a pequenos desalinhamentos ou dificuldades oclusais. A literatura aponta que a alteração não se restringe a um simples detalhe morfológico, mas se configura como um fator capaz de modificar a percepção do sorriso tanto para o próprio indivíduo quanto para aqueles com quem convive (Fernandes; Rocha, 2019).
Um sorriso considerado “infantilizado” ou desproporcional pode gerar desconforto em situações sociais e até mesmo desencadear sentimento de insegurança e baixa autoestima. De acordo com Oliveira, Ramos e Pereira (2020), os dentes conóides são anomalias de tamanho e forma que comprometem a harmonia do sorriso e podem afetar a autoestima dos pacientes. Os mesmos autores ainda ressaltam que esse efeito não deve ser subestimado, uma vez que a estética dentária desempenha papel fundamental na forma como o indivíduo se apresenta e se relaciona em diferentes contextos sociais (Oliveira; Ramos; Pereira, 2020).
Do ponto de vista psicossocial, a literatura tem apontado cada vez mais a relação entre estética bucal e qualidade de vida. Moura, Lima e Albuquerque (2021) ressaltam que o sorriso harmônico exerce grande influência na autoestima dos pacientes, sendo considerado um elemento determinante na autopercepção e na integração social. Nesse sentido, o tratamento dos dentes conóides não se restringe a uma demanda meramente estética, mas também atende a uma necessidade ligada ao bem-estar psicológico e emocional do indivíduo.
O olhar clínico sobre essa alteração morfológica precisa, portanto, transcender a simples observação da coroa dentária em formato cônico. É fundamental compreender que a presença dos dentes conóides repercute em diferentes esferas: desde o comprometimento da estética do sorriso até o reflexo na autoconfiança e nas oportunidades sociais do paciente. De acordo com Stojilković, Gušić e Berić (2024), em muitos casos as pessoas que apresentam esse tipo de anomalia relatam constrangimento ao sorrir, evitam registros fotográficos e podem até desenvolver comportamentos de retração em ambientes coletivos.
Do ponto de vista da prática odontológica, reconhecer a relevância dessa condição é essencial para guiar o planejamento terapêutico. A definição clara da anomalia e a compreensão de suas implicações estéticas e psicossociais servem de base para a escolha das estratégias restauradoras mais adequadas, que serão discutidas posteriormente. Conforme marcial (2021), ao abordar o conceito e as características dos dentes conóides, a literatura evidencia que, embora se trate de uma alteração isolada e restrita a um ou poucos dentes, seus efeitos podem ser amplos, alcançando aspectos emocionais e sociais do paciente.
3.2 Abordagens restauradoras: resina composta e facetas cerâmicas
Quando se fala em reabilitação estética de dentes conóides, duas técnicas ganham maior destaque: o uso da resina composta em facetas diretas e a aplicação de laminados cerâmicos, também conhecidos como facetas indiretas. Conforme Silva e Campioni (2022), ambas as abordagens se consolidaram como alternativas eficazes e previsíveis, cada uma com suas características específicas, vantagens e limitações que precisam ser consideradas no momento do planejamento clínico.
A resina composta tem sido amplamente utilizada na Odontologia restauradora por se tratar de um material versátil, de custo acessível e que permite uma abordagem conservadora, preservando ao máximo a estrutura dentária saudável. Essa característica é especialmente importante em pacientes jovens, em que a manutenção do tecido dental é prioridade. Além disso, a possibilidade de reparo direto em consultório faz com que a técnica apresente grande viabilidade no dia a dia clínico. De acordo com Silva et al. (2021), a técnica restauradora com resina composta representa uma excelente alternativa para a reanatomização de dentes conóides, sendo que, na maioria dos serviços odontológicos, o custo das facetas em resina é inferior ao das facetas em porcelana.
Por outro lado, a literatura também aponta para algumas limitações da resina composta. O material, apesar de proporcionar bons resultados imediatos, apresenta maior susceptibilidade a alterações de cor ao longo do tempo, além de exigir manutenção periódica com polimentos e possíveis retoques. A longevidade clínica tende a ser inferior quando comparada às facetas cerâmicas, embora a reparabilidade das facetas em resina composta represente uma vantagem considerável (Brito; Ferreira; Yamashita, 2022).
As facetas cerâmicas, por sua vez, oferecem resultados estéticos de altíssimo padrão, com excelente estabilidade de cor e maior durabilidade clínica. O protocolo envolve etapas laboratoriais mais complexas, que incluem planejamento digital, enceramento diagnóstico, prova estética e cimentação adesiva. De acordo com Ferreira, Souza e Almeida (2020), as facetas cerâmicas constituem preparações ultraconservadoras que preservam o esmalte disponível para adesão, tendo como principais vantagens a estabilidade de cor e a maior longevidade clínica.
Outro aspecto a ser considerado é o custo do tratamento. Enquanto a resina composta se apresenta como uma opção economicamente mais acessível, as facetas cerâmicas demandam investimento financeiro mais elevado, em razão dos processos laboratoriais envolvidos, da tecnologia empregada e do tempo clínico necessário. Conforme Leite (2021), essa diferença de custo acaba por influenciar diretamente a escolha do paciente, sobretudo em contextos nos quais os recursos financeiros são um fator limitante.
A literatura nacional e internacional aponta ainda que a escolha entre as técnicas deve levar em conta não apenas o custo ou a durabilidade, mas também as expectativas do paciente e o perfil clínico do caso. Torrez et al. (2024) compararam as abordagens com resina composta e cerâmica, destacando que ambas oferecem resultados satisfatórios, mas apresentam diferenças quanto à previsibilidade estética e à resistência ao longo dos anos. Nessa perspectiva, o paciente deve ser inserido no processo de decisão, sendo esclarecido sobre os prós e contras de cada técnica.
Outro ponto relevante diz respeito à necessidade ou não de desgaste dentário. De acordo com Gama et al. (2022), as facetas em resina composta ou cerâmica, com ou sem desgaste, devem ser avaliadas conforme a indicação clínica, o perfil do paciente e as expectativas estéticas. Assim, casos em que há pouco espaço ou pequenas desproporções podem ser resolvidos com mínima intervenção, enquanto situações mais complexas podem exigir preparos específicos para garantir adaptação e longevidade.
Nos últimos anos, o desenvolvimento de técnicas diretas em resina composta tem ganhado força justamente pela praticidade e pela evolução dos materiais disponíveis. Dominguez et al. (2024) ressaltam que as facetas diretas em resina composta têm se tornado uma opção cada vez mais popular para restaurar dentes anteriores comprometidos, pela sua versatilidade, custo reduzido e preservação de estrutura dentária. Essa realidade demonstra que, mesmo diante das limitações de estabilidade e longevidade, a resina segue como alternativa bastante competitiva frente à cerâmica.
Em contrapartida, os laminados cerâmicos se mantêm como padrão ouro quando se busca excelência estética e previsibilidade em longo prazo. Sua resistência ao desgaste, menor risco de pigmentação e fidelidade na reprodução de cor e translucidez os tornam ideais para pacientes com alta demanda estética. A abordagem das facetas cerâmicas mostra-se menos flexível em termos de reparabilidade: em casos de fratura ou desadaptação, o processo restaurador geralmente precisa ser reiniciado, o que representa maior custo e tempo de tratamento (Jeziorski, 2021).
Em síntese, tanto a resina composta quanto as facetas cerâmicas se configuram como soluções eficazes para a reanatomização de dentes conóides. A primeira se destaca pelo caráter conservador, reparabilidade e menor custo; a segunda, pela longevidade, estabilidade de cor e estética superior. O papel do cirurgião-dentista, nesse contexto, é realizar uma avaliação criteriosa de cada caso, considerando fatores clínicos, funcionais e emocionais, além da realidade socioeconômica do paciente. De acordo com Coimbra (2024), não há uma técnica universalmente melhor, mas sim a necessidade de personalizar o tratamento para garantir um sorriso harmônico e funcional, capaz de restaurar não apenas a forma dentária, mas também a autoestima e o bem-estar do indivíduo.
3.3 Critérios de escolha e impacto psicossocial
A decisão entre utilizar resina composta ou facetas cerâmicas na reanatomização de dentes conóides não pode ser tomada de forma padronizada. Cada paciente apresenta um conjunto particular de condições clínicas e expectativas que precisam ser cuidadosamente analisadas pelo cirurgião-dentista. Entre os principais fatores clínicos envolvidos estão a idade do paciente, a quantidade de estrutura dentária remanescente, a demanda estética, a condição socioeconômica e a previsibilidade esperada do tratamento. De acordo com Schünemann et al. (2019), esses elementos, quando avaliados em conjunto, permitem definir uma conduta terapêutica personalizada, que vai além da simples escolha de material.
A idade é um dos pontos centrais na tomada de decisão. Em pacientes jovens, a preservação de estrutura dentária assume maior relevância, já que ao longo dos anos pode haver necessidade de retratamentos. Nesse cenário, a resina composta tende a ser a primeira opção, pois é um material conservador, que permite ajustes futuros e reparos em consultório com relativa facilidade. Além disso, em adolescentes ou adultos jovens, o custo reduzido das restaurações diretas em resina representa uma vantagem significativa, permitindo acesso ao tratamento sem grandes barreiras financeiras (Silva et al., 2021).
Por outro lado, em pacientes adultos com maior estabilidade dentária e maior exigência estética, as facetas cerâmicas são frequentemente a alternativa indicada. A durabilidade, a estabilidade de cor e a previsibilidade estética desse tipo de material garantem resultados de longo prazo, o que é particularmente valorizado por indivíduos que buscam excelência estética sem a necessidade de manutenções constantes. De acordo com Ferreira, Souza e Almeida (2020), as facetas cerâmicas são preparações ultraconservadoras que preservam o esmalte disponível para adesão e apresentam como principais vantagens a estabilidade de cor e a maior longevidade clínica. Assim, para esse perfil de paciente, a cerâmica se mostra uma opção mais coerente, ainda que envolva maior custo e procedimentos mais elaborados.
Outro critério fundamental é a estrutura dentária remanescente. Pacientes que apresentam dentes conóides com volume muito reduzido ou esmalte limitado podem demandar preparos específicos, que garantam a correta adaptação e retenção da restauração. De acordo com Gama et al. (2022), as facetas em resina composta ou cerâmica, com ou sem desgaste, devem ser avaliadas conforme a indicação clínica, o perfil do paciente e as expectativas estéticas de cada caso.
Isso significa que, em alguns casos, até mesmo a cerâmica pode ser utilizada com preparos minimamente invasivos, desde que haja substrato suficiente para a adesão.
Além dos fatores clínicos, é indispensável considerar os aspectos psicossociais relacionados à estética dentária. Diversos estudos demonstram que a aparência do sorriso exerce forte influência sobre a autoestima, a autoimagem e até mesmo sobre as oportunidades sociais e profissionais dos indivíduos. De acordo com Campos et al. (2020), o impacto psicossocial da estética dentária está intimamente relacionado à insatisfação com a aparência, à redução da autoconfiança e às repercussões sociais decorrentes da imagem pessoal. Esse dado demonstra que a reanatomização de dentes conóides não é um simples procedimento restaurador, mas uma intervenção capaz de transformar a forma como o paciente se percebe e é percebido pelos outros.
O reflexo dessa relação estética-autoestima é evidente em diferentes faixas etárias. Em adolescentes, por exemplo, a estética dentária interfere diretamente na atratividade facial, o que está intimamente ligado à autopercepção e à construção da identidade. Nesse sentido, Xiao et al. (2024) apontam que a estética dentária influencia a atratividade facial, estando intimamente relacionada à autopercepção e à autoestima do indivíduo. Já em adultos, o impacto é frequentemente relatado na forma de retração social, insegurança ao sorrir e dificuldades em situações que exigem exposição, como entrevistas de emprego ou relações interpessoais mais próximas.
De acordo com Stojilković et al. (2024), os indivíduos mais afetados pelo impacto psicossocial da estética dentária tendem a apresentar níveis mais baixos de autoestima. Esse achado demonstra que a anomalia não deve ser negligenciada pelo clínico, já que as repercussões ultrapassam o campo da Odontologia estética e atingem dimensões emocionais e sociais. Ao compreender isso, o profissional se coloca em posição de maior responsabilidade, uma vez que sua intervenção pode modificar não apenas o sorriso, mas também a qualidade de vida do paciente.
Outro aspecto importante é a relação entre estética, autoconfiança e integração social. Militi et al. (2021) observaram que há uma correlação inversa entre impacto psicossocial e autoconfiança, e uma relação positiva entre impacto psicológico e social, reforçando a importância da estética dentária para o bem-estar. Isso mostra que restaurar a harmonia do sorriso vai além do plano biológico: trata-se também de promover equilíbrio psicológico e ampliar a inserção social.
No entanto, a escolha da técnica deve ser pautada não apenas em fatores estéticos ou emocionais, mas também em critérios objetivos de durabilidade. Estudos comparativos demonstram que, ao longo de uma década, as facetas cerâmicas apresentam taxas de falha significativamente menores do que as facetas em resina composta. De acordo com Mazzetti et al. (2022), as facetas em resina composta apresentam maior risco de falha em comparação às facetas cerâmicas, apresentando índices de risco significativamente mais elevados. Esse dado evidencia que, para pacientes que buscam longevidade e estabilidade estética, a cerâmica pode ser a melhor alternativa, desde que estejam dispostos a assumir o maior custo do tratamento.
Ainda dentro da perspectiva clínica, Schünemann et al. (2019) destacam que a escolha entre resina composta e cerâmica deve considerar tanto os fatores clínicos quanto as expectativas estéticas do paciente. Isso porque, em muitos casos, a percepção do próprio indivíduo sobre o que é esteticamente aceitável ou desejado pode ser diferente da visão técnica do profissional. Essa necessidade de alinhar expectativas e realidade reforça o valor do planejamento individualizado, que deve incluir diálogo aberto, uso de recursos digitais como o planejamento estético do sorriso e demonstrações em mock-up.
Portanto, o processo de escolha da abordagem restauradora em dentes conóides precisa ser entendido como um equilíbrio entre ciência e subjetividade. De um lado, o profissional deve basear-se em critérios técnicos, clínicos e científicos, garantindo a longevidade e a previsibilidade do tratamento. De outro, é preciso respeitar o impacto psicossocial da estética dentária, que influencia diretamente a autoestima e a integração social do paciente. De acordo com Militi et al. (2021), ao unir os aspectos clínicos e psicossociais do tratamento, é possível elaborar um plano terapêutico que não apenas corrige uma anomalia dentária, mas também resgata a confiança, a autopercepção e a qualidade de vida do indivíduo.
4 DISCUSSÃO
A literatura revisada demonstra de maneira consistente que os dentes conóides representam uma anomalia de forma cujas repercussões ultrapassam o campo morfológico e atingem dimensões estéticas e psicossociais. Zanco e Passoni (2024) apontam que tanto as restaurações diretas em resina composta quanto as facetas cerâmicas são amplamente relatadas por estudos nacionais e internacionais, cada qual com vantagens e limitações específicas. Nesse mesmo sentido, Silva et al. (2021) reforçam que a técnica restauradora com resina composta se apresenta como uma excelente alternativa para a reanatomização de dentes conóides, destacando o menor custo do material em comparação às facetas cerâmicas. Assim, ambos os autores convergem ao reconhecer que a escolha entre as técnicas depende do equilíbrio entre eficiência estética, viabilidade financeira e preservação da estrutura dentária.
A resina composta é frequentemente apontada por diferentes pesquisadores como uma alternativa viável, sobretudo em pacientes jovens, por sua natureza conservadora e reparabilidade. Silva et al. (2021) salientam a vantagem econômica desse método, enquanto Dominguez et al. (2024) complementam que, embora versátil e acessível, essa técnica exige acompanhamento contínuo para a manutenção dos resultados estéticos. As observações de ambos se alinham ao entendimento de que o uso da resina deve vir acompanhado de orientação adequada, evitando frustrações relacionadas à durabilidade do material. Dessa forma, a literatura mostra consenso quanto à eficácia da resina, mas ressalta que sua indicação deve considerar o comprometimento do paciente com o cuidado a longo prazo.
Por outro lado, as facetas cerâmicas aparecem como alternativa de maior previsibilidade estética e longevidade clínica, sendo recomendadas para pacientes que buscam resultados mais duradouros. Ferreira, Souza e Almeida (2020) enfatizam que as facetas cerâmicas são preparações ultraconservadoras que preservam o esmalte disponível para adesão, destacando sua estabilidade de cor e resistência. Em consonância, Mazzetti et al. (2022) corroboram essa visão ao apontar que as facetas em resina composta apresentam maior risco de falha do que as facetas cerâmicas. Ambos os estudos, portanto, convergem na ideia de que, apesar do custo mais elevado e da irreversibilidade do preparo, as facetas cerâmicas proporcionam maior longevidade e previsibilidade, características que as tornam preferíveis em casos de alta exigência estética.
Ainda que as cerâmicas se sobressaiam pela durabilidade, a literatura reconhece limitações que devem ser ponderadas diante do perfil do paciente. Enquanto Ferreira, Souza e Almeida (2020) destacam as vantagens técnicas do material, Mazzetti et al. (2022) e Dominguez et al. (2024) lembram que a complexidade e o custo de substituição em casos de fratura tornam o procedimento menos acessível. Essa divergência demonstra que o valor clínico de cada técnica não pode ser medido apenas por parâmetros mecânicos, mas também pela praticidade, reparabilidade e impacto financeiro, fatores que influenciam diretamente a decisão terapêutica.
Ao comparar diretamente as duas abordagens, os estudos de Gama et al. (2022) e Schünemann et al. (2019) reforçam a inexistência de uma técnica universalmente superior. Ambos defendem que a escolha deve se basear em critérios clínicos e nas expectativas do paciente, considerando não apenas a estética, mas também fatores funcionais e econômicos. Torrez et al. (2024) reforçam esse entendimento ao destacar que as duas técnicas oferecem resultados satisfatórios, embora difiram quanto à previsibilidade e ao tempo de longevidade. Assim, há consenso entre os autores de que o papel do cirurgião-dentista é atuar como mediador entre ciência, estética e realidade do paciente, aplicando o princípio da individualização do tratamento.
Para além dos aspectos técnicos, a literatura converge quanto à importância do componente psicossocial na reanatomização de dentes conóides. Campos et al. (2020) observaram que o impacto psicossocial da estética dentária está significativamente associado à insatisfação, à menor autoconfiança e às repercussões sociais da aparência. Essa análise dialoga com os achados de Xiao et al. (2024), que enfatizam que a estética dentária influencia diretamente a atratividade facial e a autoestima. Ao unirem essas perspectivas, os autores demonstram que os benefícios do tratamento estético ultrapassam o campo odontológico, refletindo na autopercepção e nas interações sociais dos pacientes.
Em indivíduos adultos, Stojilković et al. (2024) reforçam que os participantes que foram mais afetados pelo impacto psicossocial da estética dentária tenderam a apresentar menor autoestima, evidenciando a mesma correlação observada por Campos et al. (2020) e Xiao et al. (2024). Militi et al. (2021) também corroboram essas conclusões ao demonstrar relação inversa entre impacto psicossocial e autoconfiança, indicando que a estética dentária está profundamente associada à qualidade de vida. Assim, os autores convergem ao demonstrar que o tratamento restaurador de dentes conóides não apenas corrige anomalias morfológicas, mas também contribui para o bem-estar emocional e social do paciente.
Embora os estudos apontem avanços expressivos nos materiais restauradores, como ressaltam Mazzetti et al. (2022) e Dominguez et al. (2024), ainda há limitações relacionadas à escassez de pesquisas longitudinais comparativas. A predominância de estudos de caso e revisões narrativas, mencionada por diferentes autores, restringe a força da evidência científica disponível. Essa limitação reforça a necessidade de investigações mais amplas e controladas, capazes de fornecer parâmetros sólidos para a escolha terapêutica ideal em casos de dentes conóides.
Diante desse panorama, os autores convergem ao defender que o planejamento deve ser individualizado e pautado tanto em critérios técnicos quanto em fatores humanos. Gama et al. (2022), Schünemann et al. (2019) e Militi et al. (2021) apontam que o sucesso clínico depende da integração entre ciência, técnica e empatia, garantindo que o tratamento não apenas corrija uma anomalia dentária, mas também promova confiança, autoestima e qualidade de vida. Esse olhar abrangente, que conecta função e emoção, representa o verdadeiro diferencial da Odontologia contemporânea, conforme evidenciam os estudos analisados.
5 CONSIDERAÇÕES FINAIS
A reanatomização de dentes conóides mostrou-se essencial para restaurar a harmonia do sorriso e promover melhora significativa na autoestima e no bem-estar psicossocial dos pacientes. Tanto a resina composta quanto as facetas cerâmicas se apresentaram como técnicas eficazes, cada uma com características próprias que atendem perfis distintos de casos clínicos. A resina composta se destaca pela abordagem conservadora, acessibilidade e facilidade de reparo, enquanto as facetas cerâmicas oferecem maior estabilidade estética e longevidade. Dessa forma, conclui-se que a escolha da técnica mais adequada deve ser individualizada, considerando as necessidades estéticas, estruturais e emocionais de cada paciente, de modo a alcançar resultados funcionais e estéticos satisfatórios.
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