THE ROLE OF PHYSIOTHERAPY IN REHABILITATION OF PATIENTS AFTER ISCHEMIC STROKE IN THE CHRONIC PHASE: LITERATURE REVIEW
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/pa10202511161031
Bruna Thais da Silva Oliveira1
Walter Santos da Silva1
Thaiana Bezerra Duarte2
Resumo
Introdução: A reabilitação pós-acidente vascular cerebral (AVC) é uma área crítica que visa restaurar a função e a qualidade de vida dos pacientes. Diversas intervenções terapêuticas têm sido exploradas, incluindo técnicas de deglutição, fortalecimento muscular, fisioterapia convencional, e neuromodulação. Objetivo: Investigar a importância da fisioterapia na fase crônica da reabilitação de pacientes pós AVC isquêmico, analisando as intervenções disponíveis e sua eficácia na recuperação funcional. Materiais e método: Foram revisados ensaios clínicos randomizados que compararam diferentes abordagens terapêuticas em pacientes pós-AVC, analisando resultados como força muscular, deglutição, espasticidade e marcha. Resultados: As intervenções mostraram variações em eficácia; a Terapia Tradicional de Deglutição e o Fortalecimento Isocinético demonstraram benefícios significativos, enquanto a fisioterapia baseada em exoesqueleto não apresentou vantagens em comparação ao tratamento padrão. A Terapia por Ondas de Choque foi mais eficaz que a TENS na redução da espasticidade. Conclusão: A reabilitação pós-AVC requer uma abordagem multifacetada, onde a personalização das intervenções é fundamental para melhorar os resultados. Embora algumas técnicas tenham se mostrado eficazes, outras, como a fisioterapia robótica, necessitam de mais investigação para determinar seu valor clínico.
Palavras-chave: Reabilitação pós-AVC. Neuromodulação. Fortalecimento Fisioterapêutico. Intervenções.
Abstract
Introduction: Post-stroke (CVA) rehabilitation is a critical area that aims to restore patients’ function and quality of life. Several therapeutic interventions have been explored, including swallowing techniques, muscle strengthening, conventional physical therapy, and neuromodulation. Objective: To investigate the importance of physiotherapy in the chronic phase of rehabilitation of patients after ischemic stroke, analyzing the available interventions and their effectiveness in functional recovery. Materials and methods: Randomized clinical trials comparing different therapeutic approaches in post-stroke patients were reviewed, analyzing outcomes such as muscle strength, swallowing, spasticity, and gait. Results: The interventions showed variations in effectiveness; Traditional Swallowing Therapy and Isokinetic Strengthening demonstrated significant benefits, while exoskeleton-based physical therapy showed no advantages compared to standard care. Shockwave therapy was more effective than TENS in reducing spasticity. Conclusion: Post-stroke rehabilitation requires a multifaceted approach, where personalized interventions are essential to improve outcomes. While some techniques have proven effective, others, such as robotic physiotherapy, require further research to determine their clinical value.
Keywords: Post-stroke rehabilitation. Neuromodulation. Physiotherapeutic strengthening.. Interventions.
1 INTRODUÇÃO
O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é um grave evento clínico que representa um dos principais desafios à saúde pública no Brasil, caracterizado pela interrupção súbita do fluxo sanguíneo cerebral. Essa condição resulta em déficits neurológicos que podem comprometer significativamente as funções motoras e cognitivas dos indivíduos. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o AVC é identificado como o aparecimento rápido de sinais clínicos de distúrbios focais ou globais da função cerebral, com sintomas que persistem por 24 horas ou mais e têm origem vascular. Os sinais mais comuns incluem fraqueza ou dormência súbita em um dos lados do corpo, confusão mental, dificuldades na fala e alterações visuais (Ministério da Saúde, 2013).
A prevalência do AVC no Brasil é alarmante, com a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) indicando que aproximadamente 2,2 milhões de pessoas convivem com as consequências da doença, sendo 568 mil com incapacidades severas. A prevalência é maior entre homens (1,6%) do que mulheres (1,4%) e aumenta com a idade e o nível de escolaridade. Esses dados evidenciam a necessidade urgente de um modelo de assistência que integre cuidados multidisciplinares, priorizando a reabilitação e a promoção da saúde (Bensenor et al., 2013). A efetividade das políticas públicas é necessária para garantir uma abordagem preventiva e educativa no manejo do AVC. Diretrizes atuais recomendam a promoção de uma assistência multidisciplinar que considere o suporte social às famílias, as quais frequentemente enfrentam a jornada de cuidado de forma isolada (Silva et al., 2016). A participação ativa da família é fundamental para facilitar o acesso aos serviços de saúde, mas a falta de conhecimento sobre fatores de risco e as implicações das sequelas do AVC ainda é uma realidade preocupante (Brito e Rabinovich, 2008).
Embora a assistência médica pública seja a principal fonte de cuidado para a população brasileira, Cacho et al. (2022) destacam que existe uma lacuna significativa de informações sobre o acesso à reabilitação após o AVC. Nesse contexto, a reabilitação visa promover a restauração ou adaptação à perda de funcionalidade, sendo um processo multidimensional. Contudo, a utilização de evidências baseadas em pesquisa na tomada de decisões é, muitas vezes, inadequada. Terapias como a ocupacional e a fisioterapia desempenham papéis cruciais nesse processo. O estudo de Kristensen et al. (2016) investiga como as evidências são implementadas na reabilitação do AVC, utilizando a Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde como referencial.
A pesquisa de Kristensen et al. (2016), é um estudo de coorte prospectivo que abrange todos os níveis de serviço na reabilitação do AVC. Foram incluídos pacientes admitidos em um hospital universitário, com a documentação da prática clínica analisada em comparação com diretrizes clínicas nacionais. Os resultados mostraram que, embora a prática dos terapeutas esteja em conformidade com as diretrizes, a definição conjunta de metas e a utilização de medidas padronizadas foram raramente documentadas. Isso sugere que, apesar do reconhecimento da importância da prática baseada em evidências, sua aplicação é limitada. A fisioterapia emerge como uma disciplina central na reabilitação de pacientes pós-AVC, contribuindo significativamente para a recuperação das funções motoras e para a melhoria da qualidade de vida. Intervenções específicas, como o treinamento muscular respiratório, têm demonstrado eficácia na restauração das funções respiratórias e na prevenção de complicações, como a pneumonia por aspiração (Neto et al., 2020).
Diante desse panorama, este trabalho tem como objetivo investigar a importância da fisioterapia na reabilitação de pacientes que sofreram AVC isquêmico, analisando as intervenções disponíveis e sua eficácia na recuperação funcional. A pesquisa busca contribuir para a melhoria das práticas de reabilitação e para a conscientização da equipe multiprofissional sobre a relevância do cuidado contínuo e integrado para esses pacientes.
2 MATERIAIS E MÉTODO
Este estudo foi conduzido por meio de uma revisão da literatura, visando examinar a eficácia da fisioterapia na reabilitação de pacientes que sofreram acidente vascular cerebral (AVC). Para isso, foram selecionadas fontes de dados científicas, incluindo as bases PubMed, SciELO, LILACS e BVS. O intervalo de análise abrangeu 10 anos, de 2013 a 2023, possibilitando uma avaliação abrangente dos resultados mais significativos nessa área.
Os critérios de inclusão foram definidos para abranger artigos publicados em português e inglês que discutissem a fisioterapia na reabilitação de pacientes pós-AVC. Foram considerados, entre outros, estudos clínicos, revisões sistemáticas e meta-análises, que proporcionam uma visão consolidada e crítica das evidências disponíveis. Em contrapartida, foram excluídos trabalhos que não tivessem relação direta com a reabilitação pós-AVC, aqueles que não se enquadravam no período estabelecido, textos duplicados e artigos que não estavam acessíveis na íntegra.
Para a pesquisa, foram utilizadas palavras-chave como: a) “Fisioterapia pós-AVC” / “Physiotherapy after stroke”; b) “Reabilitação” / “Rehabilitation”; c) “Qualidade de vida” / “Quality of life”; e d) “Recuperação do AVC” / “Stroke recovery”. Sinônimos e variações em ambos os idiomas foram incorporados para ampliar a abrangência da pesquisa, garantindo que todos os aspectos pertinentes da fisioterapia na reabilitação pós-AVC fossem abordados.
A coleta dos estudos ocorreu entre agosto e setembro de 2025. Os dados obtidos foram organizados de forma sistemática em tabelas e gráficos, facilitando uma análise visual clara e acessível das informações. Essa estruturação possibilitou a identificação de padrões e tendências nos resultados, além de permitir comparações eficazes entre os diferentes estudos analisados. Um fluxograma foi elaborado para detalhar as etapas do processo de seleção dos estudos, desde a identificação inicial dos artigos até a inclusão final, facilitando a compreensão do fluxo de dados e da metodologia utilizada.
Dessa maneira, a metodologia adotada assegurou uma revisão abrangente e crítica da literatura existente, contribuindo para um entendimento mais profundo sobre a eficácia da fisioterapia na reabilitação de pacientes pós-AVC e suas implicações para a prática clínica.
3 RESULTADOS
Os resultados da pesquisa mostraram a identificação de um total de 1.525 trabalhos, distribuídos entre diferentes bases de dados: 6 na SciELO, 913 na PubMed, 65 na LILACS e 541 na BVS. Desses estudos, 69 estavam redigidos em português e 1.456 em inglês. Após uma análise aprofundada, foram aplicados critérios de inclusão que consideravam a relevância dos artigos para o tema em questão, e a atualidade das publicações. Como resultado, um total de 6 trabalhos foram considerados elegíveis para inclusão na revisão (conforme ilustrado na Figura 1). Os demais artigos foram excluídos por não cumprirem os requisitos definidos anteriormente, seja por falta de foco no tema, ou por serem publicações muito antigas. Esses resultados destacam a necessidade de uma seleção criteriosa na revisão da literatura, assegurando que apenas estudos relevantes que sejam considerados para a análise final.
Figura 1. Fluxograma de identificação e seleção para pesquisa.

Os estudos analisados envolveram mais de 200 pacientes com idades variando de 18 a 60 anos, todos em condições de pós Acidente Vascular Cerebral (AVC). As principais intervenções incluíram a Fisioterapia Convencional com exercícios direcionados para melhorar equilíbrio e coordenação em pacientes crônicos. Terapia Tradicional de Deglutição (TST), Estimulação Elétrica Neuromuscular (NMES), Bandagem Kinesiológica (KT), Fortalecimento Isocinético, Fisioterapia baseada em Exoesqueleto, Terapia por Ondas de Choque Extracorpóreas Radiais (rESWT) e Estimulação Transcraniana por Corrente Contínua (tDCS). Os resultados mostraram melhorias significativas com terapia convencional demonstrando mais força muscular, controle motor e equilíbrio na deglutição, com a terapia rESWT se destacando na redução da espasticidade, enquanto a Fisioterapia baseada em Exoesqueleto não apresentou benefícios adicionais.
TABELA 1 – Relação de trabalhos encontrados nos bancos de dados.



4 DISCUSSÃO
A reabilitação pós-acidente vascular cerebral (AVC) é um campo complexo que requer uma abordagem multifacetada para atender às diversas necessidades dos pacientes, especialmente aqueles com dificuldades de engolir (disfagia) e paralisia em um lado do corpo (hemiplegia). Os ensaios clínicos selecionados oferecem insights valiosos sobre diferentes estratégias de tratamento e suas respectivas eficácias. A fisioterapia exerce papel essencial na recuperação desses pacientes, atuando na prevenção de complicações, no restabelecimento da mobilidade e no treino de funções específicas, favorecendo a independência e a qualidade de vida (Miranda et al., 2018). Estudos indicam que programas estruturados de reabilitação, iniciados precocemente e conduzidos por equipes multiprofissionais, ampliam os ganhos funcionais. Contudo, ainda há limitações na oferta de fisioterapia na atenção primária, com baixa continuidade do acompanhamento e acesso restrito, o que evidencia a necessidade de fortalecer e expandir esses serviços para garantir reabilitação adequada a todos os indivíduos pós-AVC (Miranda et al., 2018; Teodoro e Glehn, 2025).
O estudo de Güleç et al. (2021) destaca a eficácia de três intervenções, as quais são: Terapia Tradicional de Deglutição (TST), Estimulação Elétrica Neuromuscular (NMES) e Bandagem Kinesiológica (KT) na recuperação funcional de pacientes. Os resultados mostraram uma diminuição estatisticamente significativa nos escores de deglutição e um aumento nos escores da Escala de Alimentação Oral (FOIS), indicando que essas intervenções podem ser eficazes na melhora da deglutição em pacientes pós-AVC. Isso sugere que uma combinação de técnicas manuais e estimulação elétrica pode proporcionar um benefício sinérgico na reabilitação da deglutição (Teodoro e Glehn, 2025).
Por outro lado, Kerimov et al. (2021) focaram no fortalecimento isocinético do membro superior parético e observaram melhorias significativas no pico de torque extensor e na força muscular isométrica máxima após quatro semanas de tratamento. Este estudo reforça a importância do fortalecimento muscular na reabilitação de pacientes hemiplégicos, indicando que intervenções direcionadas podem ter um impacto positivo na funcionalidade do membro afetado.
Em contraste, Louie et al. (2021) avaliaram a eficácia da fisioterapia baseada em exoesqueleto em pacientes não deambuladores, mas os resultados não mostraram melhorias significativas em comparação ao tratamento padrão. Isso sugere que, embora a tecnologia robótica ofereça promessas, sua eficácia pode depender do estágio da reabilitação e das condições específicas dos pacientes.
No que diz respeito à espasticidade, Senarath et al. (2023) demonstraram que a Terapia por Ondas de Choque Extracorpóreas Radiais (rESWT) foi mais eficaz do que a Estimulação Elétrica Nervosa Transcutânea (TENS) na redução da espasticidade dos membros superiores. A espasticidade é uma complicação comum após o AVC, e a escolha de intervenções adequadas é determinante para melhorar a mobilidade e a qualidade de vida dos pacientes.
Além disso, o estudo de Klomjai et al. (2022) investigou os efeitos da Estimulação Transcraniana por Corrente Contínua (tDCS) associada à fisioterapia. A montagem dupla de tDCS demonstrou ser a mais eficiente na melhora do desempenho motor, sugerindo que a estimulação cerebral pode potencializar os efeitos da fisioterapia convencional. Isso levanta a possibilidade de que intervenções neuromodulatórias possam ser incorporadas na reabilitação para otimizar os resultados.
Por fim, o trabalho de Silva et al. (2020) destaca a possibilidade de melhorar o equilíbrio em pacientes crônicos após o AVC, especialmente em casos de AVC isquêmico. A reabilitação tardia pode ser desafiadora, mas os achados indicam que intervenções direcionadas ainda podem proporcionar benefícios, reforçando a importância de não subestimar o potencial de recuperação mesmo em estágios mais avançados.
Diante disso, é fundamental reconhecer as limitações observadas nos estudos, que refletem os desafios presentes na literatura. Inicialmente, os estudos selecionados apresentam uma considerável diversidade em relação ao desenho metodológico, características da população (como idade, tempo pós-AVC e gravidade do quadro), protocolos de intervenção (duração, intensidade e frequência) e medidas de desfecho. Essa variação dificulta a comparação direta entre as intervenções e a generalização dos resultados para toda a população de pacientes que se recuperam de um AVC. Além disso, muitos ensaios clínicos concentram-se em desfechos de curto a médio prazo, e há uma escassez de estudos que realizem um acompanhamento a longo prazo, capaz de avaliar a sustentabilidade dos ganhos funcionais e o impacto duradouro na qualidade de vida e na participação social dos indivíduos.
Em um contexto de prática clínica, a reabilitação após um AVC deve ser integrada e envolver diferentes profissionais de saúde, atendendo às necessidades específicas dos pacientes, especialmente aqueles com disfagia e hemiplegia. Iniciar a reabilitação cedo e manter um acompanhamento contínuo é importante para ajudar os pacientes a recuperar funções e melhorar a qualidade de vida. É necessário melhorar o acesso aos serviços de reabilitação, garantindo que todos tenham a continuidade necessária no tratamento (Miranda et al., 2018; Teodoro e Glehn, 2025).
5 CONCLUSÃO
Conclui-se, a partir da síntese das evidências apresentadas, que a otimização da reabilitação pós-acidente vascular cerebral transcende a aplicação de modalidades isoladas, apontando para um paradigma de sinergia terapêutica e especificidade. A eficácia superior de abordagens combinadas, como no manejo da disfagia, e o papel crescente da neuromodulação (seja periférica com NMES ou central com tDCS) como estratégia para potencializar a neuroplasticidade, reforçam que o avanço da prática clínica reside na integração inteligente de diferentes ferramentas. Em contraste, a evidência sobre tecnologias como exoesqueletos serve como um lembrete essencial de que a inovação por si só não garante resultados, sendo a intensidade, a especificidade do treinamento e a seleção adequada do paciente os verdadeiros determinantes do sucesso. Portanto, a prática clínica deve evoluir para a construção de planos terapêuticos personalizados que combinem estrategicamente terapias convencionais, tecnologias e neuromodulação, reconhecendo ainda o potencial de recuperação funcional mesmo na fase crônica. A substituição definitiva desses achados para a prática diária demanda, agora, a condução de pesquisas focadas no desenvolvimento de protocolos clínicos padronizados para essas terapias combinadas e na avaliação de seus desfechos funcionais e de qualidade de vida a longo prazo.
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1 Discente do Curso de Fisioterapia do Centro Universitário do Norte – UNINORTE
2 Doutorado em Reabilitação e Desempenho Funcional, Docente do Curso de Fisioterapia do Centro Universitário do Norte – UNINORTE e do Curso de Medicina da Afya Faculdade de Ciências Médicas Itacoatiara. Endereço: Av. Joaquim Nabuco, 1365, Centro | Manaus | AM | CEP: 69020-030 | (92) 3212-5000.
