MUNDO MÁGICO DE HISTÓRIAS: AVENTURAS CRIADAS COM INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202512051031


Adriele Cristina Cordeiro Ghigliotti
Felipe Bueno de Abreu
Felipe de Camargo Xavier
Katia Andreotta Rocha
Patrícia de Carvalho Noni
Reinaldo Domingues da Costa
Renato do Carmo Bueno
Vanessa Herichs Morales Vieira


RESUMO

O projeto “Mundo Mágico de Histórias: Aventuras Criadas com Inteligência Artificial” propõe o desenvolvimento e a validação de um minicurso para professores da Escola Estadual, em Sorocaba. O objetivo principal é capacitá-los a utilizar a Inteligência Artificial (IA) como ferramenta criativa na produção de narrativas e imagens pelos estudantes, alinhando-se ao currículo e a salvaguardas éticas. A metodologia adotada inclui três etapas principais: “ouvir e interpretar o contexto” por meio de entrevistas e questionário para diagnosticar as necessidades dos docentes; “criar/prototipar” os roteiros e materiais de apoio do mini curso; e “implementar/testar” a solução por meio de um piloto com um grupo restrito de professores para coletar devolutivas e realizar ajustes. O minicurso tem como etapas uma introdução, denominada “Novos desafios para a educação na Era da Inteligência Artificial”, uma apresentação das novas ferramentas, seguida por um módulo tratando das narrativas em equipe mediadas por IA e outro abordando do texto à imagem: ilustrando com IA, seguidos, por fim, de um módulo final de conclusão, fechando o mini curso. O projeto sublinha a importância de integrar criticamente as tecnologias digitais à prática docente, reforçando a autoria, a colaboração e a equidade, com o professor no papel central de mentor e mediador.

Palavras-chave: inteligência artificial; métodos pedagógicos; narrativas.

1. INTRODUÇÃO

O presente relatório apresenta o projeto “Mundo Mágico de Histórias: Aventuras Criadas com Inteligência Artificial”, cuja finalidade é conceber, produzir e validar um mini curso, dirigido aos professores da Escola Estadual, para apoiar o uso pedagógico criativo da Inteligência Artificial na produção de narrativas e imagens ao trabalhar em sala de aula com os estudantes, promovendo colaboração, imaginação e autoria compartilhada.

Fullan e Hargreaves (2000), ao estudarem as características que as culturas de trabalho conjunto podem adquirir nas escolas, apontam que “a simples existência de colaboração não deve ser confundida com a consumação de uma cultura de colaboração”(p.71, no original). Eles descrevem formas alternativas de colaboração que, apesar de envolverem trabalho conjunto, não constituem culturas colaborativas por apresentarem subgrupos em disputa, ações conjuntas apenas ocasionais ou ações reguladas de maneira diretiva pela direção das instituições.

Torres, Alcântara e Irala (2004) salientam que, apesar de suas diferenças teóricas e práticas, ambos os termos (cooperação e colaboração) derivam de dois postulados principais: rejeição ao autoritarismo e promoção da socialização, não só pela aprendizagem, mas, principalmente, na aprendizagem. Eles argumentam que a colaboração pode ser entendida como uma filosofia de vida, enquanto que a cooperação seria vista como uma interação projetada para facilitar a realização de um objetivo ou produto final.

O problema de pesquisa que orienta a proposta pode ser formulado nos seguintes termos: como apoiar, de maneira ética, inclusiva e pedagógica, a adoção da Inteligência Artificial por professores dos anos iniciais do ensino fundamental para a criação de narrativas e ilustrações em equipe, articulando o currículo e contribuindo para a emancipação dos sujeitos.

O tema se insere no campo da integração das tecnologias digitais à prática docente, alinhado ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 4 (educação inclusiva, equitativa e de qualidade) e a diretrizes internacionais que recomendam capacitação docente, centralidade do humano na tecnologia e salvaguardas éticas e de proteção de dados. ((ONU), 2015)

O foco delimitou-se à realidade da escola indicada, considerando-se pré-requisitos como abertura institucional à inovação pedagógica e infraestrutura tecnológica básica: na escola escolhida há acesso a internet para uso pedagógico, sete projetores multimídia Data Show, quatrocentos e sessenta computadores portáteis, dezesseis computadores e noventa tablets.

2. DESENVOLVIMENTO

2.1 OBJETIVOS

O objetivo geral consistiu em desenvolver e validar um minicurso, para professores da Escola Estadual, a fim de capacitá-los a usar a Inteligência Artificial como ferramenta criativa na produção de narrativas e imagens, durante as aulas de português, com estudantes.

Como objetivos específicos, alcançamos:

  • conhecer o contexto institucional, a infraestrutura e as necessidades formativas dos docentes;
  • descrever e analisar fundamentos, oportunidades e riscos do uso da IA em contextos escolares;
  • elaborar, prototipar e revisar os roteiros e materiais do mini curso;

2.2 JUSTIFICATIVA E DELIMITAÇÃO DO PROBLEMA

Devido aos grandes avanços no mundo tecnológico, a IA (Inteligência Artificial) e seus impactos no mercado de trabalho têm sido bem discutidos. Assim como outras ferramentas de tecnologia e inovação, ela veio para somar e está se difundindo com a função de colaborar em diversos âmbitos. (UNESCO, 2019)

O profissional que utilizá-la como instrumento para lapidar suas criações se tornará mais relevante e valorizado no mercado de trabalho. Cada vez mais se torna fundamental o aprendizado e adaptação aos meios tecnológicos para que sejam usufruídos a nosso favor, o foco é utilizar a IA como aliada para capacitar e aprimorar a criatividade humana e não substituí-la. (UNESCO, 2019)

A relevância social e acadêmica deriva do imperativo de integrar criticamente tecnologias digitais aos processos de ensino e aprendizagem, sem perder de vista a centralidade do professor. Diretrizes internacionais sublinham que a IA deve servir às pessoas, com salvaguardas de ética, transparência, não discriminação e proteção de dados, que cabe aos sistemas formativos preparar professores para ambientes educacionais mediados por IA. (UNESCO, 2019)

A literatura recente evidencia que a IA pode personalizar a aprendizagem, apoiar a docência (inclusive ao aliviar tarefas repetitivas) e fornecer feedback mais ágil, desde que sua implementação seja cuidadosa e contextualizada, respeitando privacidade e equidade de acesso.(Torres; Costa, 2024)

No plano filosófico-pedagógico, reforça-se o papel do professor como mentor e mediador de pensamento crítico, criatividade e valores, em uma “technotização” permanente que requer alfabetização tecnológica contínua dos educadores. (Azambuja; Ferreira da Silva, 2024)

Delimita-se o estudo à comunidade docente da Escola Estadual, com foco no uso de IA generativa para narrativas e imagens em turmas dos anos iniciais do ensino fundamental, sem coleta de dados pessoais sensíveis dos estudantes e com materiais aplicáveis em condições de infraestrutura básica.

2.3 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

No final dos anos 90, o que mais se enfatizava no meio acadêmico era a conceituação de ciberespaço. De acordo com Lévy (1999), é o novo viés de comunicação que surge da interconexão dos computadores. Não se refere somente a infraestrutura da comunicação digital, mas também um universo oceânico de informações, e todos nós navegamos e alimentamos esse universo.

A utilização de instrutores virtuais personalizados e “estudantes virtuais” em ambientes educacionais online na China mostrou melhorias significativas tanto no desempenho acadêmico dos alunos quanto no seu engajamento, evidenciado pelo aumento da participação ativa e pela disposição para fazer perguntas relevantes. (Lee, 2018, p. 118)

Também, segundo Lee (2018), estudantes virtuais são aqueles que estudam a distância utilizando plataformas digitais para acessar o conteúdo do curso. Essa modalidade de ensino oferece flexibilidade e organização, permitindo que os alunos estudem no seu próprio ritmo e local, sem a necessidade de se deslocar fisicamente para a instituição de ensino. Além disso, o ensino virtual é uma alternativa acessível para pessoas de diferentes localidades, promovendo a inclusão e a diversidade no ambiente educacional.

A inteligência são sistemas computadorizados, primariamente programas e hardware, que conseguem realizar as mesmas coisas que os humanos realizam (aprender a linguagem ou solucionar problemas, por exemplo). A ênfase da inteligência artificial recai nas realizações dos sistemas. […]. (Lefrançois, 2012, p. 277)

Pensando ainda como a IA poderia engajar os estudantes, tais sistemas motivam os alunos a escrever redações criativas, produtos que geram livros texto, em tempo real, de acordo com o perfil de aprendizagem de cada aluno, e sistemas de tradução de voz em tempo real (Vicari, 2021, p. 78)

Harari (2016) projeta um cenário onde professores digitais devem monitorar minuciosamente cada resposta e quanto tempo se leva para dá-las. Com o decorrer do tempo, eles vão discernir as fraquezas, assim como os pontos fortes. Vão identificar o que deixa o estudante excitado e o que faz suas pálpebras despencarem. Serão capazes de ensinar termodinâmica ou geometria de um modo que se adapte a cada personalidade, mesmo que ele não se aplique a maioria dos outros alunos. E esses professores digitais nunca perderão a paciência, nunca gritarão, nunca entrarão em greve.

Portanto, a reformulação da maneira como o conteúdo é entregue e assimilado, está transformando o papel dos educadores, oferecendo ferramentas que podem aliviar a carga administrativa, permitindo-lhes concentrar mais na interação direta e enriquecimento intelectual dos estudantes (Cruz, 2023, p. 20)

2.4 APLICAÇÃO DAS DISCIPLINAS ESTUDADAS NO PROJETO INTEGRADOR

O presente projeto, que tem como objetivo oferecer um minicurso voltado à capacitação de professores no uso pedagógico da Inteligência Artificial (IA), apresenta uma estreita relação com os conteúdos abordados na disciplina de Educação de Jovens e Adultos (EJA).

Durante o desenvolvimento da disciplina, foram estudadas temáticas como as metodologias ativas de aprendizagem, a gamificação e a planificação do ensino, que têm como finalidade promover uma educação mais significativa, participativa e contextualizada às necessidades dos estudantes jovens e adultos. Segundo Moran (2018), as metodologias ativas “colocam o aluno como protagonista de sua aprendizagem, tornando-o mais engajado e responsável pelo processo educativo”.

Nesse sentido, o projeto propõe o uso da Inteligência Artificial como um recurso didático inovador, capaz de potencializar as metodologias ativas e favorecer a personalização do ensino. Ao capacitar os professores para o uso consciente e pedagógico dessas ferramentas, busca-se contribuir para o desenvolvimento de práticas educacionais mais dinâmicas, interativas e alinhadas às demandas contemporâneas da educação.

Além disso, o projeto dialoga com os princípios defendidos por Freire (1996), ao promover uma formação docente voltada para a autonomia e a reflexão crítica sobre o uso das tecnologias. Assim, a proposta articula teoria e prática, integrando os conhecimentos desenvolvidos na disciplina de Educação de Jovens e Adultos com uma aplicação concreta no contexto educacional atual, em especial no trabalho com jovens e adultos, que cada vez mais fazem uso de ferramentas tecnológicas em seus processos de aprendizagem.

2.5 METODOLOGIA

A metodologia alinha-se aos passos “ouvir e interpretar o contexto”, “criar/prototipar” e “implementar/testar”, orientados por salvaguardas éticas e por princípios de inclusão e centralidade do professor. Na etapa de escuta, será descrito o contexto da Escola Estadual, com base em entrevistas semiestruturadas com a equipe gestora e docente, observação do espaço, laboratório de informática e salas de aula, e questionário diagnóstico sobre necessidades formativas e percepções quanto à IA; a coleta não abrangerá dados pessoais de estudantes, tampouco imagens de crianças e adolescentes, seguindo práticas de proteção de dados.

Na etapa de criação e prototipagem, buscar a identificação de temas, necessidades e oportunidades, subsidiando a elaboração dos roteiros do mini curso.

Por fim, na etapa de implementação e teste, está prevista a aplicação piloto do minicurso em um grupo restrito de docentes da escola, com o registro de devolutivas por meio de entrevistas breves.

Essas devolutivas coletadas serão cruciais para orientar os ajustes necessários nos roteiros e materiais, visando garantir a clareza, a relevância curricular e a adequação do tempo de aplicação em sala.

3. RESULTADOS: SOLUÇÃO FINAL

O projeto “Mundo Mágico de Histórias: Aventuras Criadas com Inteligência Artificial”, cuja finalidade foi conceber, produzir e validar um mini curso, dirigido aos professores da Escola Estadual, em Sorocaba, para apoiar o uso pedagógico criativo da Inteligência Artificial na produção de narrativas e imagens ao trabalhar em sala de aula com os estudantes, promovendo colaboração, imaginação e autoria compartilhada.

A ideia básica consistiu em desenvolver um mini curso que capacite o professor a compreender fundamentos e limites da Inteligência Artificial na educação.

O curso tem os seguintes módulos:

  1. Novos desafios para a educação na Era da Inteligência Artificial
  2. Apresentando novas Ferramentas
  3. Narrativas em equipe mediadas por IA
  4. Do texto à imagem: ilustrando com IA
  5. Conclusão

No módulo 1: Novos desafios para a educação na Era da Inteligência Artificial, fizemos uma introdução ao assunto. Os objetivos de aprendizagem são reconhecer o impacto e os novos desafios impostos pela Inteligência Artificial no contexto educacional contemporâneo; identificar os conceitos básicos e as aplicações iniciais da IA na prática pedagógica e refletir criticamente sobre o papel do professor e do estudante na Era da IA.

Já no módulo 2: Apresentando novas Ferramentas, os objetivos de aprendizagem se definem em explorar diferentes ferramentas de Inteligência Artificial generativa de texto (LLMs) e imagem; compreender as funcionalidades básicas e os requisitos de acesso de cada ferramenta apresentada e, ainda, desenvolver a habilidade de seleção da ferramenta mais adequada para diferentes propósitos pedagógicos.

Avançando, no módulo 3: Narrativas em equipe mediadas por IA, apresentamos como aplicar a IA para gerar ideias e roteiros iniciais para a criação de narrativas em grupo; utilizar a IA como coautora, promovendo a colaboração e a reescrita criativa em equipe e como desenvolver estratégias pedagógicas que integrem a ferramenta de IA ao processo de escrita e revisão compartilhada dos estudantes.

No módulo 4: Do texto à imagem: ilustrando com IA, temos como objetivos indicar como dominar a técnica de elaboração de prompts eficazes para geração de imagens por Inteligência Artificial; gerar ilustrações que complementem e enriqueçam as narrativas criadas no módulo anterior e analisar e selecionar criticamente as imagens geradas pela IA para fins pedagógicos e estéticos.

Por fim, no módulo 5: Conclusão, encerramos o curso buscando sistematizar os conhecimentos adquiridos sobre o uso da IA na produção de narrativas e ilustrações; projetar uma proposta de atividade prática que integre IA no contexto específico de sua sala de aula e avaliar o próprio aprendizado e a aplicabilidade das ferramentas e metodologias discutidas ao longo do curso.

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS

O projeto “Mundo Mágico de Histórias: Aventuras Criadas com Inteligência Artificial”atingiu seu objetivo central ao conceber, produzir e validar um minicurso, visando capacitar os professores da Escola Estadual, em Sorocaba, a utilizar a Inteligência Artificial (IA) como ferramenta criativa e pedagógica na produção de narrativas e imagens pelos estudantes.

O minicurso foca em capacitar o professor para compreender os fundamentos e limites da IA na educação, reforçando seu papel como mentor e mediador do pensamento crítico, criatividade e valores.

A proposta alinha-se ao currículo e a salvaguardas éticas, como a proteção de dados, e ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 4 (educação inclusiva, equitativa e de qualidade).

A metodologia, dividida em “ouvir e interpretar o contexto”, “criar/prototipar”e “implementar/testar”, resultou na conclusão da primeira versão do desenho instrucional.

O projeto enfatiza o uso da IA para promover a colaboração, a imaginação e a autoria compartilhada entre os estudantes, utilizando a IA como coautora na criação de narrativas e ilustrações.

A finalização dos materiais e a aplicação piloto com o grupo restrito de professores (etapa “implementar/testar”) será crucial para coletar devolutivas e realizar os ajustes necessários, garantindo a clareza, a relevância curricular e a adequação do tempo de aplicação em sala de aula.

REFERÊNCIAS

(ONU), Organização das Nações Unidas. Transformando Nosso Mundo: A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. [S. l.: s. n.], 2015. Resolução A/RES/70/1 da Assembleia Geral da ONU. Acesso em: 25 set. 2025. Disponível em: https://brasil.un.org/ptbr/91863-agenda-2030-para-o-desenvolvimento-sustent%C3%A1vel.

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