REABILITAÇÃO PROTÉTICA EM PACIENTE COM SÍNDROME DA COMBINAÇÃO: RELATO DE CASO CLÍNICO

PROSTHETIC REHABILITATION IN A PATIENT WITH COMBINATION SYNDROME: CLINICAL CASE REPORT  

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ni10202511221548


Thawana De Souza Oliveira
Beatriz Araújo Mendes Velozo
Ane Sthefane Oliveira Meira
Camila Santos Rocha
Frineia Fernandes Silva Tavares


Resumo

Objetivo: O objetivo do presente estudo foi discutir um relato de caso clínico acerca do uso de próteses removíveis na reabilitação oral de um paciente com a Síndrome da Combinação. Detalhamento do caso: Trata-se de um paciente do sexo masculino, melanoderma, de 67 anos de idade que compareceu a uma clínica escola de uma faculdade privada do Sudoeste da Bahia, queixando-se de um dente escurecido, sem sintomatologia dolorosa. O plano de tratamento proposto incluiu a substituição da prótese antiga superior por uma nova prótese total removível e foi confeccionada uma prótese parcial removível inferior, conjuntamente a instruções de higiene oral, com o objetivo de promover qualidade de vida, devolvendo capacidade mastigatória e estética adequada ao paciente. Considerações finais: Em suma, este estudo abordou a importância de um plano reabilitador protético adequado às necessidades e limitações do caso, além de técnicas bem aplicadas, em um paciente com Síndrome da Combinação, destacando suas aplicações e relevância no contexto clínico da reabilitação com próteses removíveis.

Palavras-chave: Prótese parcial removível; Prótese total removível; Reabilitação oral; Síndrome.

Abstract

Objective: The objective of this study was to discuss a clinical case report regarding the use of removable prostheses in the oral rehabilitation of a patient with Combination Syndrome. Case details: This is a 67-year-old male patient, of African descent, who attended a teaching clinic at a private college in Southwest Bahia, complaining of a darkened tooth, without painful symptoms. The proposed treatment plan included the replacement of the old upper prosthesis with a new removable complete denture and the fabrication of a lower removable partial denture, along with oral hygiene instructions, with the aim of promoting quality of life, restoring masticatory capacity and adequate aesthetics to the patient. Final considerations: In summary, this study addressed the importance of a prosthetic rehabilitation plan appropriate to the needs and limitations of the case, as well as well-applied techniques, in a patient with Combination Syndrome, highlighting its applications and relevance in the clinical context of rehabilitation with removable prostheses.

Keywords: Removable partial denture; Removable complete denture; Oral rehabilitation; Syndrome.

1 INTRODUÇÃO

A Síndrome da Combinação foi descrita pela primeira vez por Ellisworth Kelly no ano de 1972, podendo ser conhecida também como Síndrome de Kelly ou Síndrome da Hiperfunção Anterior. Ela considerava uma condição patológica do Sistema Estomatognático (SE), em que se evidenciavam ausências dentárias total superior e parcial inferior (bilateral posterior), perda acentuada de suporte ósseo na região anterior da maxila, aumento fibroso do rebordo maxilar, hiperplasia papilar da mucosa do palato duro, extrusão de dentes inferiores anteriores e perda acentuada de osso na região posterior da mandíbula (Kelly, 1972).

Tal definição perdura até os dias atuais, ratificando a desorganização patológica que a perda dentária total da maxila e parcial posterior bilateral da mandíbula (Classe I de Kennedy) provocam no Sistema Estomatognático, com perda de suporte ósseo em ambos os arcos, extrusão dentária inferior anterior, falso prognatismo, maceração dos tecidos moles ântero-superiores, seguido de crescimento fibromucoso em ambos os arcos (Leite, Ragazini, Júnior, 2006; Silva, 2024).

Para Maldonato, M. (2024), a Síndrome de Kelly representa um desafio clínico na Odontologia Reabilitadora, já que causa alterações funcionais, estéticas e psicossociais que comprometem a estabilidade das próteses e a qualidade de vida do paciente, que, de acordo com Korunoska et al. (2017), a Síndrome da Combinação tem prevalência em 25% das pessoas que usam próteses removíveis e apresenta implicações tanto para a saúde bucal quanto para o bem-estar geral de um indivíduo.

Diante disso, apesar de já descrita na literatura, ainda há poucos estudos sobre a Síndrome da Combinação. Portanto, é evidente a necessidade de relatos clínicos que discutam condutas reabilitadoras eficazes diante dessa condição. Dessa forma, o objetivo do presente estudo foi discutir um relato de caso clínico acerca do uso de próteses removíveis na reabilitação oral de um paciente com a referida síndrome, contribuindo com relevância no campo da Odontologia Reabilitadora.

2 DETALHAMENTO DO CASO

Trata-se de um paciente, sexo masculino, melanoderma de 67 anos de idade que compareceu a uma clínica escola de ensino superior de uma faculdade privada do Sudoeste da Bahia, queixando-se de um dente escurecido, sem sintomatologia dolorosa. Durante a anamnese, foram abordados aspectos relevantes a respeito do histórico médico, para a observância de possível presença de doenças sistêmicas pré-existentes ou alergias medicamentosas. O paciente foi classificado como ASA I, pois relatou não possuir qualquer doença significativa e não possuir histórico de alergias a nível farmacológico.

Na avaliação clínica, foram realizados exames extra e intraorais e solicitação de exame radiológico complementar. Observou-se o uso de uma prótese total superior mal adaptada com ausência de prótese parcial inferior há mais de 15 anos (Figura 1). Desse modo, no exame radiológico constatou-se grande reabsorção óssea maxilar e posterior mandibular, ausência significativa de elementos dentários e pneumatização do seio maxilar mais extensa do lado esquerdo. Além disso, apresentou extrusão dos dentes inferiores anteriores (Figura 2).

O plano de tratamento proposto incluiu a substituição da prótese antiga superior por uma nova prótese total removível e a confecção de uma prótese parcial removível inferior, conjuntamente a instruções de higiene oral, com objetivo de promover qualidade de vida, devolvendo capacidade mastigatória e estética adequada ao paciente. O paciente foi orientado sobre os procedimentos planejados, incluindo a importância do acompanhamento regular durante as consultas para confecção dos dispositivos protéticos.

Iniciou-se pelas moldagens para obtenção dos modelos de estudo superior e inferior com alginato (Hydrogum – Rovigo, Itália) e vazamento com Gesso pedra tipo III (Asfer – São Paulo, Brasil). No modelo superior, foi feita a delimitação da área chapeável, para posterior confecção da moldeira individual. O modelo inferior foi encaminhado ao laboratório, para realização do delineamento, planejamento do preparo de boca do paciente e desenho da estrutura metálica (Figura 3). Após quinze dias, o modelo de gesso da arcada inferior foi recebido do laboratório com o delineamento devidamente realizado, portanto, foi iniciado o preparo de boca no paciente. Foram feitos aumentos de cíngulos nos elementos 33, 32, 31, 41, 42 e 43, assim como aumento de bossa vestibular dos elementos 33 e 43 com o objetivo de confeccionar planos guias, para auxiliar na determinação do eixo de inserção (Figura 4).

Posteriormente, utilizando a moldeira individual superior confeccionada em resina acrílica autopolimerizável (JET líquido e pó clássico – São Paulo/Brasil), foi realizada a moldagem funcional da arcada superior para obtenção do modelo de trabalho. No arco inferior, realizou-se a moldagem funcional com a moldeira universal com levante em cera 7 utilidade (Asfer – São Paulo/Brasil) na região posterior para a cópia dos preparos realizados anteriormente.

Figura 1 – Prótese total superior removível antiga intraoral.

Fonte: Beatriz Velozo, Thawana Souza.

Figura 2 – Visão bidimensional maxilomandibular na radiografia panorâmica.

Fonte: Beatriz Velozo, Thawana Souza.

Figura 3 – Delineamento no modelo de gesso da arcada inferior.

Fonte: Beatriz Velozo, Thawana Souza.

Figura 4 – Preparo de boca.

Fonte: Beatriz Velozo, Thawana Souza

No modelo de trabalho superior, foram confeccionados a base de prova da prótese e plano de cera para montagem dos dentes artificiais, já o modelo inferior foi encaminhado ao laboratório para confecção da armação metálica e após quinze dias, foi recebida do laboratório, provada em boca, e foi realizado o ajuste dos planos de cera superior e inferior. Foram registradas as relações intermaxilares e característica estéticas do paciente: Dimensão Vertical de Repouso e de Oclusão; Linha de sorriso alto; distal de canino; linha média; suporte labial e corredor bucal.

Nesta etapa do plano de cera, enfrentou-se um desafio ao adaptar a armação metálica com o plano de cera, devido à invaginação dos tecidos adjacentes na região de rebordo inferior com extensa reabsorção. Logo a seguir, realizou-se a escolha dos dentes e cor usando os dentes presentes como base, sendo que a cor de escolha foi a 66 da escala de dentes Biolux, com o auxílio também de fotografias intraorais. Quinze dias após, os dentes montados no plano de cera chegaram para prova, porém foram necessários alguns ajustes com realização de registros oclusais com Silicone leve (Perfil – Jerusalém, Israel) e solicitado remontagem dos dentes.

Após a remontagem, foi realizada nova prova da prótese e executadas algumas alterações de posição dos dentes com o paciente ainda em clínica. Devido à grande reabsorção óssea superior, foi necessário o reembasamento com Silicone leve (Perfil – Jerusalém, Israel) e encaminhado ao laboratório com a escolha de gengiva para a acrilização. Finalizadas as próteses, foram entregues ao paciente com as devidas instruções de uso e higiene, obtendo-se um resultado satisfatório com função e estética devolvidas e a satisfação pessoal do paciente.

Uma semana após a entrega das próteses, o paciente não relatou desconforto ao falar ou deglutir, demonstrando uma boa adaptação imediata às próteses. Essa ausência de desconforto é um indicativo positivo da eficácia das próteses removíveis como aparelhos reabilitadores orais em pacientes com Síndrome de Kelly ou da Combinação, quando bem realizados e adaptados, apesar dos desafios que cada caso apresenta, destacando também a resposta favorável do paciente diante do tratamento.

Figura 5 – Resultado do paciente com as próteses definitivas em boca.

Fonte: Beatriz Velozo, Thawana Souza

3 RESULTADOS E DISCUSSÃO

Sabe-se que a reabilitação de pacientes com Síndrome da Combinação corresponde a um grupo de casos clínicos de elevada complexidade, em virtude das alterações estruturais e funcionais decorrentes do edentulismo combinado (Korunoska et al. 2017). No presente estudo foi possível identificar algumas alterações morfofuncionais expressivas, como a reabsorção óssea no rebordo anterior maxilar, decorrente da sobrecarga exercida pelos dentes inferiores anteriores e da ausência de estímulo mastigatório nas regiões posteriores, o que comprometia a estabilidade e retenção da prótese superior removível que o paciente utilizava há mais de 15 anos. Constatou-se também uma pneumatização do seio maxilar esquerdo decorrente da perda acentuada dos elementos superiores e à ausência de suporte ósseo. Percebe-se que essas alterações estruturais e funcionais descritas por autores como Saunders et al. (1979) e Kelly (1972) nem sempre se manifestam simultaneamente em todos os pacientes acometidos pela síndrome.

No estudo em questão, o paciente se apresentou com edentulismo total superior e bilateral inferior (classe I de Kennedy), com tratamento proposto a confecção de próteses removíveis total superior e parcial inferior. Dessa forma, elaborou-se um plano de tratamento detalhado, com o propósito de redistribuir adequadamente a carga oclusal, alcançando um resultado satisfatório quanto à obtenção de uma oclusão equilibrada e de uma adequada retenção protética. Tal conduta corrobora a minimização dos achados relatados por Leite, Ragazini e Júnior (2006), os quais destacaram a perda progressiva do rebordo alveolar como fator limitante para a retenção protética, bem como ressaltaram a relevância das próteses removíveis como uma alternativa viável para restabelecer equilíbrio oclusal e o conforto ao paciente, sobretudo em casos com acentuada reabsorção óssea e limitações anatômicas. Diante disso, tais reabilitações se mostraram eficazes na restauração da função mastigatória, fonética e estética, aspectos frequentemente comprometidos em pacientes acometidos por essa síndrome.

Do ponto de vista oclusal, os registros intermaxilares são um procedimento fundamental na reabilitação oral, pois permitem determinar com precisão a relação entre os arcos dentários, garantindo estabilidade e harmonia funcional (Sonawane; Sathe, 2020), sendo evidente no presente caso, em que a sobrecarga exercida sobre os elementos remanescentes favorecia um desequilíbrio oclusal, comprometendo não apenas a função, mas também a estética do paciente. Cristófaro e L. Soares (2006) esclareceram que a síndrome em questão requer ajustes oclusais criteriosos, os quais foram devidamente realizados durante a instalação dos dispositivos protéticos destinados ao paciente.  

De acordo com Neto, Mestriner e Carreiro (2010), a melhor função mastigatória é atribuída a uma oclusão bilateral balanceada, pois traz mais superfícies em contato durante a mastigação. Neste caso clínico não foi diferente, visto que a oclusão balanceada bilateral foi pensada no sucesso da reabilitação do paciente a longo prazo, para que não houvesse movimentação da prótese total superior causando irritação ou inflamação da mucosa (Luthra et al., 2018). Diante disso, é notável que um plano de tratamento bem traçado, para reabilitar pacientes com a Síndrome de Kelly, respeitando os princípios da biomecânica das próteses removíveis, visando a saúde periodontal dos dentes remanescentes, adequada higiene oral, capacidade funcional e estética, é de grande valia na área protética (Hussain et al., 2015).

Os resultados observados — especialmente a boa adaptação das próteses e a ausência de desconforto relatada pelo paciente — indicam que o planejamento individualizado e a execução da técnica adequada são fatores determinantes para o sucesso no caso. Estudos prévios corroboram esses achados, demonstrando que a moldagem funcional e o preparo de boca cuidadoso reduzem pontos de pressão, aumentam a estabilidade protética e promovem melhor distribuição de cargas mastigatórias (Korunoska et al., 2017; Silva, 2024; Cabral et al., 2002; Rodrigues et al., 2023 e Marin et al., 2014).

Do ponto de vista estético, a escolha adequada da forma e cor dos dentes artificiais também contribuiu para o resultado satisfatório e para a melhora da autoestima do paciente. Esse alinhamento entre função e estética reforça a importância de abordagens integradas no campo da Odontologia Reabilitadora. De acordo com Maldonato e Martin (2024), a reabilitação protética tem impacto direto na autopercepção e no bem-estar psicossocial, sendo essencial considerar o aspecto emocional do paciente durante o tratamento.

De forma geral, o presente caso contribui para a literatura, pois demonstra que a reabilitação com próteses removíveis bem planejadas e executadas pode restaurar satisfatoriamente as funções bucais e estéticas em pacientes com Síndrome da Combinação. Reforça-se, portanto, a importância do diagnóstico preciso, do planejamento detalhado, das etapas clínicas bem conduzidas e da atenção às particularidades anatômicas e funcionais de cada paciente como pilares para o sucesso reabilitador.

4 CONCLUSÃO/CONSIDERAÇÕES FINAIS

A partir da análise do caso descrito, foi possível evidenciar que este estudo explorou a importância de um plano reabilitador com próteses removíveis bem elaborado e técnicas aplicadas adequadamente em um paciente com Síndrome da Combinação, destacando suas implicações e relevâncias no contexto clínico. Ao analisar as perspectivas positivas, o presente estudo é de grande valia, visto que as técnicas aplicadas trouxeram resultados de excelência ao paciente, devolvendo função e estética. Não obstante, foi possível compreender também as complexidades e limitações do paciente com a referida síndrome e maneiras de minimizar suas consequências e evitar sua evolução. Por fim, apesar de ter sido feito com um único paciente, este estudo contribuiu para um melhor entendimento sobre a problemática em questão, uma vez que, com a era da Implantodontia, já não se dá tanta importância para o tipo de tratamento aqui descrito, daí a necessidade de abordagens técnicas  para se tratar a população portadora da Síndrome da Combinação que não tem acesso aos implantes. 

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