THE ROLE OF EPISTEMOLOGY IN GEOGRAPHY: WITH EMPHASIS ON ITS CONTRIBUTION TO RESEARCH ON INDIGENOUS SCHOOL EDUCATION
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cs10202511161802
Rosalina Davila Larrondo1
Mateus da Silva Teixeira2
Emily Soares dos Santos3
Francisco de Oliveira Júnior4
Márcia Ramos Martins5
Resumo
O artigo discute a importância da epistemologia na geografia e sua contribuição para a pesquisa da educação escolar indígena no Brasil, compreendendo-a como campo de disputa de saberes, de resistência cultural e de construção de justiça social. O estudo tem como objetivo analisar as contribuições e desafios de uma abordagem epistemológica decolonial e situada na valorização dos conhecimentos tradicionais e das práticas pedagógicas das comunidades indígenas. Fundamenta-se em autores como Rubem Alves, Frantz Fanon, Byung-Chul Han, Daniel Paiva e Klondy Agra, que problematizam a neutralidade científica, a colonialidade do saber e a necessidade de uma educação plural e intercultural. A metodologia adota uma perspectiva analítico-sintética, articulando crítica teórica e síntese de múltiplos aportes, com base em pesquisa bibliográfica interdisciplinar. A análise evidencia que a epistemologia decolonial permite compreender a escola indígena como espaço de resistência, autonomia e produção de saberes localizados, em oposição às estruturas eurocêntricas e neoliberais de ensino. Conclui-se que a epistemologia em geografia, ao dialogar com as epistemologias indígenas e decoloniais, oferece ferramentas conceituais e metodológicas para transformar as práticas escolares e fortalecer a autonomia dos povos originários, contribuindo para a consolidação de uma educação mais ética, plural e intercultural.
Palavras-chave: Epistemologia. Geografia. Educação Escolar Indígena. Decolonialidade.
ABSTRACT
This article discusses the importance of epistemology in geography and its contribution to research on indigenous school education in Brazil, understanding it as a field of knowledge contestation, cultural resistance, and the construction of social justice. The study aims to analyze the contributions and challenges of a decolonial and situated epistemological approach that values the traditional knowledge and pedagogical practices of indigenous communities. It is based on authors such as Rubem Alves, Frantz Fanon, Byung-Chul Han, Daniel Paiva, and Klondy Agra, who problematize scientific neutrality, the coloniality of knowledge, and the need for a plural and intercultural education. The methodology adopts an analytical-synthetic perspective, articulating theoretical critique and synthesis of multiple contributions, based on interdisciplinary bibliographic research. The analysis shows that decolonial epistemology allows for understanding the indigenous school as a space of resistance, autonomy, and production of localized knowledge, in opposition to Eurocentric and neoliberal structures of education. It concludes that epistemology in geography, by engaging in dialogue with indigenous and decolonial epistemologies, offers conceptual and methodological tools to transform school practices and strengthen the autonomy of indigenous peoples, contributing to the consolidation of a more ethical, plural, and intercultural education.
Keywords: Epistemology. Geography. Indigenous School Education. Decoloniality.
1. INTRODUÇÃO
A educação escolar indígena no contexto brasileiro possui uma relevância multifacetada, abrangendo dimensões culturais, sociais, políticas e históricas. Sua importância manifesta-se na preservação e valorização da diversidade cultural, no fortalecimento da autonomia e do protagonismo indígena, na promoção da justiça social e da igualdade, no reconhecimento dos direitos dos povos originários e na preparação para um futuro pautado na interculturalidade e no respeito às diferenças. Trata-se, portanto, de um campo estratégico para a consolidação de políticas educacionais comprometidas com a pluralidade e com a superação das desigualdades históricas.
A epistemologia exerce papel fundamental na geografia, pois molda a forma como os geógrafos compreendem o espaço e as relações entre sociedade e meio ambiente. No âmbito da educação escolar indígena, sua função é igualmente essencial, uma vez que possibilita a análise das diferentes formas de conhecimento e das relações de poder que perpassam o processo educativo. A epistemologia fornece as bases conceituais e metodológicas para a construção de um conhecimento crítico, reflexivo e comprometido com a valorização das culturas e dos saberes tradicionais. Assim, adotar uma abordagem epistemológica sensível às especificidades das comunidades indígenas é condição indispensável para o desenvolvimento de uma educação escolar voltada à justiça social, ao protagonismo dos povos originários e ao reconhecimento da diversidade cultural.
Este trabalho tem como propósito analisar o papel da epistemologia na pesquisa da educação escolar indígena, com ênfase em suas contribuições e desafios. Busca-se descrever a relação entre geografia e educação escolar indígena sob uma perspectiva epistemológica, destacando obras e autores que fundamentam e enriquecem o debate, além de refletir sobre as categorias de análise geográfica e sua conexão com a epistemologia e os debates desenvolvidos no curso.
O texto está organizado em seis partes principais. A Introdução apresenta o contexto da educação escolar indígena e a importância da epistemologia na pesquisa educacional, explicitando os objetivos e a estrutura do trabalho. A Fundamentação Teórica discute a diversidade cultural indígena e o papel dos saberes tradicionais, analisando as relações de poder na educação escolar indígena a partir da epistemologia decolonial, situada e interseccional, e ressaltando a necessidade de metodologias de pesquisa participativas e contextualizadas. A Metodologia de Pesquisa descreve a abordagem adotada, o delineamento, as técnicas e os procedimentos utilizados. Na Análise Sintética dos Saberes e Práticas, enfatizam-se a disputa epistêmica, a colonialidade, as dinâmicas de resistência e reexistência, o currículo, os materiais didáticos e os desafios institucionais. A Discussão Analítica aborda as relações de poder e autonomia, o impacto das epistemologias decoloniais e as propostas de transformação. Por fim, a Conclusão apresenta as considerações finais sobre as contribuições e a importância de uma abordagem epistemológica sensível e dialógica, pautada no diálogo intercultural e na valorização das epistemologias indígenas.
2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA OU REVISÃO DA LITERATURA
2.1 A Educação Escolar Indígena como Espaço de Disputa Epistêmica
A educação escolar indígena configura-se como um espaço de tensão e diálogo entre saberes ancestrais e práticas pedagógicas comunitárias frente aos modelos hegemônicos eurocêntricos e neoliberais. Esse campo de disputa epistêmica e política envolve o confronto entre epistemologias coloniais e saberes tradicionais, articulando resistência, identidade e autonomia cultural. A epistemologia, enquanto reflexão sobre a natureza, a origem e os limites do conhecimento, assume papel essencial na análise dessas relações de poder, uma vez que permite compreender e valorizar o conhecimento indígena como sistema legítimo e criativo de saber. Nesse contexto, a epistemologia decolonial situada e interseccional emerge como perspectiva indispensável, pois reconhece vozes indígenas, posicionamentos localizados e múltiplas dimensões de identidade e resistência.
2.2 A Epistemologia Decolonial e o Pensamento Crítico
A leitura de autores como Rubem Alves, Frantz Fanon, Byung-Chul Han, Daniel Paiva e Klondy Agra revela a importância de articular pensamento crítico, afetividade e interseccionalidade na compreensão dos processos educativos. Rubem Alves (1981) desmonta o mito da neutralidade científica ao afirmar que toda ciência nasce de um problema humano e criativo. Essa concepção legitima o saber indígena como forma de pensamento inventivo e não subordinado, rompendo com currículos que marginalizam epistemologias não ocidentais. Fanon (2008), em Pele Negra, Máscaras Brancas, analisa os impactos psíquicos do colonialismo e denuncia a imposição da língua e da cultura do colonizador como instrumentos de dominação. Sua afirmação de que “falar uma língua é assumir um mundo, uma cultura” ilumina a importância de preservar as línguas e cosmovisões indígenas como fundamento da educação diferenciada.
Byung-Chul Han (2021) amplia o debate ao apontar que o capitalismo neoliberal produz uma “sociedade do cansaço”, marcada pela lógica da produtividade e pela exaustão subjetiva. Essa crítica aplica-se ao ambiente escolar indígena, onde modelos avaliativos quantitativos desconsideram ritmos comunitários e saberes corporais, reforçando a necessidade de pedagogias voltadas ao bem-viver e à coletividade. Klondy Agra (2020; 2023), por sua vez, destaca a “colonização interna de mentes” e propõe uma “decolonização do pensamento”, defendendo a escola como espaço de disputa epistêmica e transformação social. Para a autora, descolonizar mentes significa legitimar outras formas de pensar e viver, rompendo com o monopólio do saber eurocêntrico.
2.3 A Experiência, o Corpo e o Afeto na Produção do Conhecimento
Daniel Paiva (2017), ao propor as “teorias não-representacionais”, desloca o foco da descrição abstrata para as práticas, afetos e eventos do cotidiano. Essa abordagem convida a registrar o conhecimento indígena não como dado estático, mas como experiência viva. Aplicada à educação escolar indígena, ela permite reconhecer rituais, danças e práticas agrícolas como modos legítimos de aprendizagem. Amélia Nogueira (2020) reforça que “a geografia é uma experiência”, construída no contato direto com o espaço e com os lugares vividos, valorizando narrativas que emergem da prática e da percepção dos sujeitos. Nessa perspectiva, o corpo e o território se tornam coautores do conhecimento, e o aprendizado se realiza no vínculo entre experiência e imaginação.
2.4 Raça, Identidade e Cura Cultural
Frantz Fanon e Kabengele Munanga fornecem bases para compreender a racialização e os efeitos psicossociais da colonização. Fanon expõe como o colonialismo impõe máscaras de inferioridade aos sujeitos subalternizados, enquanto Munanga (2005) evidencia que “raça” e “etnia” são construções políticas e históricas usadas para hierarquizar culturas. Reconhecer essas marcas na educação escolar indígena é essencial para construir espaços de cura cultural, onde crianças e jovens possam reafirmar identidades e cosmovisões sem o peso das estruturas coloniais. O reconhecimento das línguas, mitos e narrativas próprias das comunidades é, portanto, uma estratégia de reexistência e emancipação cultural.
2.5 Lugar, Memória e Imaginação Geográfica
Autores como Buttimer (1985) e Lowenthal (1982; 1985) destacam o papel da experiência vivida e da imaginação na formação da identidade e da memória. Lowenthal argumenta que “toda vivência no espaço imprime marcas que se transformam em memória e identidade”, o que, na educação indígena, reforça a importância de valorizar os saberes originários e as experiências locais. O lugar é simultaneamente uma construção física e simbólica, produto da experiência e da imaginação de seus habitantes. Essa perspectiva permite currículos mais sensoriais e contextualizados, nos quais o território e a memória coletiva se tornam elementos centrais da aprendizagem.
2.6 Interseccionalidade e Gênero nas Comunidades Indígenas
A partir das reflexões de Kimberlé Crenshaw (2002) e Nascimento Silva et al. (2025), compreende-se que gênero, etnia e classe se entrecruzam nas formas de opressão. As autoras alertam para o risco de tratar o “indígena” como categoria genérica e defendem a valorização das especificidades culturais e territoriais de cada povo. A educação escolar indígena, nesse sentido, deve reconhecer as singularidades das relações entre mulheres, corpo e rio, promovendo currículos que expressem as interações entre natureza, gênero e cultura.
2.7 Saberes Ancestrais, Oralidade e Resistência Cultural
Ailton Krenak, Gersem Baniwa e Antônio Bispo dos Santos apontam que a resistência indígena e quilombola se manifesta em práticas cotidianas, rituais, canções e memórias. Bispo dos Santos (2023) afirma que “os saberes das comunidades não estão nos livros, mas nos gestos, na oralidade e no silêncio das noites em volta da fogueira”, defendendo o reconhecimento dos saberes orais e comunitários como formas legítimas de conhecimento. Essa visão amplia o horizonte da educação indígena ao incluir o ensinamento ancestral e o tempo circular como princípios pedagógicos. “Resistimos não apenas com armas, mas com sementes, cantos e memórias” (Bispo dos Santos, 2007) sintetiza a força simbólica e política dessa pedagogia da resistência.
2.8 Crítica Marxista e Geografia das Desigualdades
Por fim, autores como Richard Peet (1985), Ricardo Nogueira, Leoné Barzotto e Elmar Altvater contribuem com uma crítica estrutural às hierarquias espaciais e à educação sob o capitalismo. Peet aplica a teoria marxista à geografia da desigualdade, enquanto Altvater relaciona crise capitalista e educação, denunciando as contradições do modelo neoliberal. Essas leituras reforçam a necessidade de políticas públicas que garantam a permanência indígena nas escolas e assegurem a autonomia epistemológica das comunidades.
3. METODOLOGIA
Este trabalho adota um recorte analítico-sintético, pois busca integrar criticamente múltiplos aportes teóricos (decolonial, interseccional, não-representacional etc.) e, ao mesmo tempo, sintetizar as principais linhas de investigação sobre educação escolar indígena. Na fase analítica, decompomos o fenômeno em categorias-chave (poder, saber, corpo, território) para compreender suas tensões; na fase sintética, reunir as análises de forma integrada à luz da epistemologia decolonial situada, mostrando como tais categorias se articulam na prática escolar indígena.
A natureza interdisciplinar do tema é um método que combina crítica teórica e síntese de perspectivas diversas. A abordagem analítico-sintética permite transitar entre o nível conceitual (fundamentação epistemológica) e os exemplos práticos (práticas pedagógicas), reforçando a interlocução entre teoria e realidade educacional. Alinha-se ao compromisso de refletir uma “geografia do que acontece” (Paiva, 2017) e ao “jogo criativo do conhecimento” (Alves, 1981), ao mesmo tempo em que enfrenta a colonialidade epistemológica e o racismo estrutural.
Realizou-se um levantamento extensivo de fontes primárias e secundárias, incluindo obras de Rubem Alves (1981), Byung-Chul Han (2021), Daniel Paiva (2017), Frantz Fanon (2008) e Kimberlé Crenshaw (2002), bem como textos de geógrafos como Buttimer (1985) e Lowenthal (1985), de cada obra foram destacadas suas contribuições para as dimensões cultural, afetiva, política e espacial da educação escolar indígena
4. RESULTADOS E DISCUSSÕES OU ANÁLISE DOS DADOS
4.1 ANÁLISE SINTÉTICA DOS SABERES E PRÁTICAS
Os saberes indígenas baseiam-se em cosmovisões holísticas, nas quais o conhecimento é situado no corpo, no território e nas relações comunitárias, contrastando com o modelo científico eurocêntrico de fragmentação do saber. Para superar a dicotomia absolutista entre ciência e saber indígena, propõe-se uma interculturalidade epistêmica que reconheça a validade de múltiplos modos de conhecer. As redes comunitárias, formadas por aldeias, associações e coletivos de professores indígenas, funcionam como espaços de fortalecimento onde se partilham estratégias de ensino e apoio mútuo. Os desafios institucionais são as barreiras burocráticas, racismo estrutural e políticas públicas
4.2 DISCUSSÃO ANALÍTICA
O debate analítico sobre educação escolar indígena requer um olhar que reconheça simultaneamente as dinâmicas de poder internas e externas às comunidades, a força das epistemologias decoloniais para subverter paradigmas dominantes e a construção de caminhos práticos para tornar a escola um espaço verdadeiramente intercultural. A interseccionalidade demonstra como raça, gênero e classe não operam isoladamente, mas atravessam as experiências de estudantes indígenas, gerando desafios específicos. Em contextos escolares, meninas indígenas, por exemplo, enfrentam não só o racismo estrutural, mas também expectativas de gênero que podem limitar sua permanência e protagonismo acadêmico. Ao adotar uma epistemologia situada, as escolas indígenas passam a enxergar os alunos como co- autores do conhecimento, integrando suas vivências e emoções ao processo pedagógico.
Interseccionalidade, epistemologias decoloniais situadas e propostas concretas de prática e políticas formam um tripé capaz de transformar a educação escolar indígena de um modelo excludente e colonizador para um espaço de pluralidade, autonomia e justiça social. Essas transformações demandam não apenas vontade política, mas um compromisso genuíno de Estado e sociedade em valorizar os saberes e vidas dos povos originários.
5. CONCLUSÃO/CONSIDERAÇÕES FINAIS
Para captar as complexas especificidades da educação escolar indígena, a epistemologia que melhor se encaixa de acordo com os textos lidos e debatidos em aula é a decolonial situada e interseccional, pois, essa epistemologia reconhece saberes como posicionados e politizados, rejeitando a neutralidade, valoriza narrativas autobiográficas e práticas etnobiográficas, colocando pesquisador e pesquisado em diálogo igualitário, incorpora metodologias não- representacionais que registram afetos, rituais e movimentos corpóreos, enfatiza a intersecção de etnia, gênero, classe e território, para mapear opressões múltiplas e estratégias de resistência.
Dessa forma essa composição teórico-metodológica permite não apenas descrever, mas transformar as práticas escolares, abrindo caminhos para uma educação verdadeiramente intercultural, emancipatória e ancorada nos modos de ser e saber dos povos indígenas. Portanto,essa abordagem integra todas as dimensões crítica, afetiva, espacial e política, necessárias para produzir uma pesquisa em educação escolar indígena que seja ética, plural e transformadora.
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1Mestranda em Geografia no Programa de Pós-Graduação em Geografia – PPGEO Universidade Federal de Rondônia e-mail: larrondorosalina@gmail.com
2Doutorando em Geografia no Programa de Pós-Graduação em Geografia – PPGEO Universidade Federal de Rondônia e-mail: mateus.mdst97@gmail.com
3Mestranda em Geografia no Programa de Pós-Graduação em Geografia – PPGEO Universidade Federal de Rondônia e-mail: emilyjuh22@gmail.com
4Mestrando em Geografia no Programa de Pós-Graduação em Geografia – PPGEO Universidade Federal de Rondônia e-mail: foliveirajr28@gmail.com
5Mestranda em Geografia no Programa de Pós-Graduação em Geografia – PPGEO Universidade Federal de Rondônia e-mail: marciamartins@seduc.ro.gov.br
