REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ar10202510310049
Jenifer Moreira Da Silva
Orientador: Prof. Me.Jean Carlo Duarte Augusto
RESUMO
O trabalho aborda o clareamento dental em dentes vitais como um dos procedimentos estéticos mais procurados na odontologia moderna, impulsionado pela valorização da aparência e da autoestima. O objetivo principal é compreender as indicações clínicas do clareamento, suas técnicas, benefícios, riscos e cuidados necessários.
Historicamente, o clareamento é praticado desde o Egito Antigo, evoluindo até o uso moderno de peróxidos de hidrogênio e de carbamida, introduzidos na década de 1980. O estudo destaca duas principais técnicas: clareamento caseiro supervisionado e clareamento de consultório, que apresentam eficácia semelhante, diferenciando-se apenas na concentração do agente clareador, tempo de aplicação e custo.
O procedimento é indicado para casos de escurecimento dental causado por pigmentações extrínsecas (de alimentos, bebidas e fumo) ou intrínsecas (por trauma, doenças ou medicamentos). Apesar de ser um método seguro e minimamente invasivo, pode causar efeitos colaterais como hipersensibilidade dentinária e irritação gengival, geralmente transitórios. Estratégias como o uso de dessensibilizantes, flúor e laser de baixa intensidade ajudam a reduzir esses sintomas.
O cirurgião-dentista desempenha papel crucial na avaliação e individualização do tratamento, levando em conta a saúde bucal, o tipo de mancha e a integridade do esmalte. O sucesso do clareamento depende da correta indicação, acompanhamento profissional e respeito aos limites biológicos.
Conclui-se que o clareamento dental é um procedimento seguro, eficaz e acessível, desde que realizado de forma ética e supervisionada. Além do benefício estético, ele contribui para a autoestima e o bem-estar do paciente, reforçando a importância da atualização científica constante dos profissionais da odontologia.
Palavras chaves: Peróxido de hidrogênio, Peróxido de Carbamida, saúde.
ABSTRACT
The study addresses dental bleaching for restricted teeth as one of the most sought-after aesthetic procedures in modern dentistry, driven by the appreciation of appearance and self-esteem. The main objective is to understand the clinical limitations of bleaching, its techniques, benefits, risks, and necessary care.
Bleaching has been practiced historically since Ancient Egypt, evolving into the modern use of hydrogen and carbamide peroxides, introduced in the 1980s. The study highlights two main techniques: supervised home bleaching and in-office bleaching, which offer similar functionality, differing only in the concentration of the bleaching agent, application time, and cost.
The procedure is indicated for cases of dental darkening caused by extrinsic pigmentation (from food, beverages, and smoking) or intrinsic pigmentation (from trauma, disease, or medications). Although it is a safe and minimally invasive method, it can cause side effects such as dentin hypersensitivity and gum protection, which are generally temporary. Strategies such as the use of desensitizers, fluoride, and low-level laser help reduce these symptoms.
The dentist plays a crucial role in evaluating and customizing treatment, taking into account oral health, the type of stain, and the integrity of the enamel. The success of whitening depends on proper indication, professional monitoring, and respect for biological limits.
It can be concluded that tooth whitening is a safe, effective, and affordable procedure, as long as it is performed ethically and under supervision. In addition to the aesthetic benefits, it contributes to the patient’s self-esteem and well-being, reinforcing the importance of ongoing scientific updating for dental professionals.
Keywords: Hydrogen peroxide, carbamide peroxide, health
1 INTRODUÇÃO
Nos últimos anos a busca por uma boa aparência vem crescendo em larga escala em todas as áreas estéticas. Nos consultórios odontológicos a busca por um sorriso perfeito com elementos dentais esbranquiçados torna-se constante, fazendo com que os pacientes busquem cada vez mais soluções como o clareamento dental. (SILVA et al., 2021)
O sorriso esbranquiçado tão almejado está diretamente ligado à autoestima dos pacientes que procuram esse procedimento, onde a principal queixa pelos pacientes é a alteração na cor do dente, por escurecimento, ou manchas causadas por alimentos e bebidas acidas ou corantes muito fortes. Além disso o cirurgião dentista pode indicar o clareamento em casos de manchas intrincais causadas por distúrbio de desenvolvimento dos dentes, por algumas doenças, calcificações, perda da vitalidade pulpar, trauma, acúmulo de placas, e em dentes que foram tratados incorretamente e que perderam sua vitalidade causando o escurecimento interno.
Por se tratar de um procedimento bastante simples, minimamente invasivo, seguro, rápido e conservador.A maioria dos pacientes pode realizar esse tratamento, desde que seja avaliado a saúde periodontal, e descartados problemas relacionados com hipersensibilidade e hipoplasia dental.
O que os profissionais e pacientes precisam ter consciência é que devem ser respeitadas as limitações, não apenas da técnica que está sendo utilizada, mas também sobre a estrutura dentaria, pois cada paciente é único e cada procedimento deve ser realizado de forma individualizada, pensada especificamente para aquele paciente.
Levando em consideração que o clareamento é um dos procedimentos mais procurados na área da estética odontológica, se faz necessário entender as principais indicações para a realização do procedimento para preservar a saúde do dente.
2 METODOLOGIA
Este artigo foi desenvolvido por meio de uma pesquisa bibliográfica narrativa, com o objetivo de reunir e analisar informações sobre o clareamento dental, suas técnicas, benefícios, malefícios e estratégias para minimizar a sensibilidade dental.
A pesquisa foi realizada utilizando as bases de dados Google Acadêmico e PubMed, que possuem uma vasta quantidade de artigos científicos e revisões de literatura na área de odontologia. O tema principal da pesquisa foi o clareamento dental, com foco nas diferentes técnicas disponíveis, suas eficácias, efeitos colaterais e métodos de dessensibilização.
A seleção das referências foi realizada com base em critérios de relevância e atualidade. Foram incluídos artigos publicados, que abordam aspectos técnicos e clínicos do clareamento dental com as palavras chaves: clareamento dental, hipersensibilidade, estética, dentes brancos.
A coleta de dados foi realizada por meio da leitura e análise crítica dos artigos selecionados, além de uma análise feita de forma qualitativa, buscando identificar padrões e divergências nas evidências apresentadas.
3 REVISÃO DE LITERATURA
O clareamento dental é descrito desde o Egito antigo, onde eram usados abrasivos, vinagres e urina. A partir de 1860 possui publicações e testes de materiais para deixar os dentes mais brancos, todavia em 1877 Chapple fez sua primeira publicação, onde utilizava ácido oxálico para remoção de algumas pigmentações. (SURECK et al., 2017)
Em 1989 Heywood e Heymann utilizaram a técnica de Carbamida a 10% como agentes para o clareamento, método que se popularizou e vem sendo utilizado até os dias de hoje. Eles consideraram essa técnica segura, por não envolver fonte de calor, ácidos e por causar poucos danos, além de ser uma técnica de fácil aplicação, ela corrige manchas leves a moderadas.
Atualmente o clareamento dental é uma das técnicas mais procuradas nos consultórios odontológicos, pois os dentes brancos são considerados padrões de beleza em todo o mundo. Nos anos 80 a mídia divulgou materiais que teriam a proposta de clarear os dentes, e logo se tornou muito popular entre a sociedade (MONTEIRO et al., 2020).
O clareamento dental tradicional possui duas técnicas principais: técnica caseira e de consultório. Em ambas pode ser usado tanto o Peróxido de Hidrogênio quanto o Peróxido de Carbamida. A técnica caseira se diferencia da técnica do consultório por conta da moldeira feita de acordo com a arcada dentaria do paciente e o gel que possui uma baixa concentração (BARBOSA et al.,2015).
Para que seja possível realizar o tratamento, é indispensável que seja realizado uma avaliação pelo cirurgião dentista, com o objetivo de identificar a alteração cromática dos elementos e definir o melhor tratamento para o paciente, buscando alcançar a satisfação do cliente (SANTOS et al., 2018).
Para realizar o clareamento com sucesso é fundamental que o cirurgião dentista saiba diferenciar e reconhecer os diversos tipos de manchas que o dente pode apresentar. As pigmentações dentarias são divididas em dois grupos: as intrínsecas e as extrínsecas (MANNA et al., 2021).
As machas intrínsecas já estão integradas a estrutura do dente, fazendo com que seja mais difícil de ser removida e podem ser divididas entre congênitas e adquirida pré e pós-erupção. A mancha intrínseca congênita é resultado de alterações amelogenese/dentinogenese imperfeita e fluorose. Já as manchas intrínsecas adquiridas são por conta de traumas, ingestão de medicamentos por exemplo. Já as manchas extrínsecas são de fácil remoção, pois sua origem se dá por conta de consumo de substâncias ou alimentos como cafés, chás, corantes, cigarros (VIEIRA et al., 2019).
Além desses dois grupos que causam manchas ainda tem o grupo iatrogênico, as manchas iatrogênicas se dão pelo mal uso de produtos para obturação no tratamento endodôntico, tanto para condutos radiculares como para restauração da cavidade do acesso, abertura inadequada da cora, com presença de restos necróticos e acúmulo de materiais seladores.
Também é importante ressaltar que a idade torna os dentes mais descoloridos, pelo esmalte do dente ir ficando mais translucido e por conta da maior formação de dentina secundaria (MANNA et al., 2021)
Para que seja possível realizar qualquer uma das duas técnicas de clareamento é necessário que seja feito uma preparação previa, com remoção de cálculos, trincas do esmalte, verificando restaurações que não sofrem ação clareadora e que podem se tornar mais frágeis com o procedimento que devem ser trocadas entre 7 e 14 dias após o fim do clareamento (MCHANTAF et al., 2017).
O clareamento de consultório deve ser realizado em ambiente clínico, usando maiores concentrações do gel clareador, sendo necessário a realização do isolamento gengival para que não seja comprometido a integridade dos tecidos moles, já que o gel possui alto poder cáustico. Os resultados do clareamento no consultório aparecem de 30 a 60 minutos após a aplicação do gel, entretanto é necessário que seja feito algumas reaplicações no período de 7 dias, para chegar no resultado e desejado (BARBOSA et al., 2015). A maior vantagem dessa técnica é a melhor administração e controle do gel clareador, levando a uma maior segurança para os tecidos moles e maior sucesso clínico, pois o profissional acompanha de perto os resultados. Entretanto o custo do clareamento de consultório é elevado comparado com o clareamento caseiro e apresenta maior risco de sensibilidade pós-clareamento (SOARES et al., 2121).
Já o clareamento caseiro o paciente é responsável pela aplicação do gel na moldeira, sempre sendo instruído pelo cirurgião dentista. O tempo de aplicação e do tratamento varia de acordo com cada fabricante. O clareamento caseiro possui um menor custo para o paciente, e menos idas ao consultório do cirurgião dentista e redução na possibilidade de desenvolver sensibilidade (SILVA et al.,2021).
No clareamento caseiro o Peróxido de Carbamida é usado em concentração de 10%,15% e 16%, já no clareamento de consultório é utilizado o Peroxido de Hidrogênio na concentração de 35% (ARAÚJO et al., 2015). O Peróxido de Carbamida se decompõe em Peróxido de Hidrogênio, ureia e logo em seguida em amônia e água, além de conter Carbapol em sua composição, que é importante na redução da liberação do Peróxido de Hidrogênio, tornando-o mais eficaz em clarear (KWON et al., 2015). Já o peróxido de Hidrogênio varia de 5% a 35%, sendo de fato o verdadeiro componente clareador (VIEIRA et al., 2015).
A principal forma de ação do gel clareador é a oxidação dos compostos orgânicos e liberação dos radicais livres que quebram os pigmentos e os tornam mais claros. Os agentes clareadores se difundem nos espaços interprismáticos altamente permeáveis. Conforme o gel permanece em contato com a estrutura dental, as estruturas vão se tornando incolores e hidrofílicas, também chamadas de ponto de saturação. O cirurgião dentista deve reconhecer quando esse ponto é atingido e seguir corretamente o tempo do material aplicado (PARREIRAS et al., 2015).
O clareamento mesmo que considerado um método não invasivo e que mantém a estrutura dental, pode causar efeitos colaterais tanto nos tecidos moles quanto nos tecidos duros. Nos tecidos moles pode causar irritação ou queimaduras ao entrar em contanto direto com a gengiva. O esmalte dentário pode se tornar fraco se houver uma ultrapassagem no tempo do ponto de saturação. Os materiais restauradores podem perder sua força de união, características ou sofrer deformação (SANTIAGO et al.,2020). Entretanto a sensibilidade ainda é o efeito mais comum em pacientes que realizam o clareamento, onde a principal característica dessa sensibilidade é a dor espontânea que pode durar até 48horas, variando de dor leve a severa. O motivo para essa sensibilidade ser tão recorrente não é bem esclarecido, mas o motivo mais aceito atualmente é que, a alta penetração dos géis na estrutura dental causa o início de um processo inflamatório na polpa, que leva a um quadro de sensibilidade, que pode ser ainda mais grave caso o esmalte do dente apresente trincas e exposição de dentina (FERREIRA et al., 2016). É possível que seja reduzido o quadro de sensibilidade, usando dentifrícios dessensibilizantes e gomas de mascar modificadas, ainda no consultório pode ser feito o uso de Nitrato de Potássio a 5% via moldeira ou até mesmo o próprio gel clareador, além do flúor em gel antes ou depois de iniciar o tratamento e a laser terapia (SANTOS et al., 2020).
Luzes incandescentes, fotopolimerizadores, lasers infravermelhos e LEDs de alta potência podem aquecer o agente clareador, acelerando sua manipulação. No entanto, esse aquecimento pode prejudicar a saúde do tecido pulpar do dente. Apesar do calor ajudar a acelerar o processo, não há evidências científicas de que isso torne o clareamento mais eficaz. Além disso, aumentar a temperatura dentro do dente acima de 5,5°C pode causar danos à polpa dentária (SULIEMAN M, et al., 2006). Entretanto alguns autores recomendam o uso de luz de diodo (LED) e lasers infravermelhos, chamados de fontes híbrida, essas fontes de luz, embora populares, ainda geram dúvidas sobre literatura de alta qualidade. Ainda há perguntas sem respostas sobre a eficácia e segurança dos procedimentos de clareamento ativados por essas luzes (Mondelli RFL, 2003).
Em 1991 Haywood e Heymann concluíram que os produtos de clareamento com peróxido de carbamida podem ser divididos em duas categorias: com ou sem um polímero chamado carbopol, que influencia na velocidade de liberação do oxigênio e, assim, na eficácia do clareamento.
Sureck et al., (2017) e Santos et al., (2018) afirmaram que deve primeiro investigar quais fatores envolvidos nas alterações cromáticas para uma melhor escolha do agente clareador e de sua técnica, assim como o mecanismo de ação dos clareadores, já que cada um deles provoca mudanças na estrutura dentaria. E Soares et al, (2021) reforçou que o clareamento não é indicado para pacientes que possuem comprometimento pulpar, lesões de carie, abfrações, erosões, ou outros defeitos estruturais e ainda afirmou que o cirurgião dentista é responsável por contornar qualquer situação, a fim de concluir o tratamento com menos efeitos adversos possíveis, seja ele caseiro ou de consultório.
O autor Silva et al., (2021) concordou com os demais altores que trouxeram a hipersensibilidade, a rugosidade do esmalte e as alterações morfologias como as principais desvantagens do clareamento, e trouxe como pontos positivos a mudança de cor, mudança na autoestima e a simplicidade da técnica quando comparada a outras técnicas realizadas para mudança de cor.
Após realizar uma comparação entre o clareamento de consultório e o clareamento caseiro Barbosa et al., 2015 mostrou que não existe diferença no resultado das técnicas, entretanto Manna et al., 2021 mostrou que apesar de não haver uma diferença no resultado, existem alterações envolvendo o tempo clínico de cada técnica, assim como diferentes graus de degradação do esmalte dental, onde a maior concentração do gel degrada mais e aumenta o quadro de sensibilidade pós-clareamento.
4 CONCLUSÃO
O clareamento dental em dentes vitais é um procedimento que tem se consolidado como um dos mais procurados na odontologia estética contemporânea, resultado da valorização crescente da aparência e da relação direta entre sorriso, autoestima e bemestar psicossocial. O desejo por dentes brancos e harmônicos ultrapassa a questão estética, refletindo também um padrão cultural de saúde e higiene bucal (SILVA et al., 2021).
A revisão da literatura demonstrou que o clareamento dental, tanto o clareamento caseiro quanto na realizado em consultório, são técnicas eficazes e seguras quando corretamente indicada e supervisionada pelo cirurgião-dentista. As duas abordagens apresentam resultados clínicos semelhantes quanto à alteração de cor, tendo como principal diferença a concentração dos agentes clareadores, no tempo de tratamento e na possibilidade de desenvolvimento de sensibilidade pós-operatória (BARBOSA et al., 2015; MANNA et al., 2021).
O cirurgião-dentista, ao planejar o tratamento clareador, deve realizar uma criteriosa avaliação do paciente, considerando fatores como integridade do esmalte, presença de restaurações, histórico de sensibilidade, saúde pulpar e condições periodontais. A individualização do tratamento é indispensável, uma vez que o tipo, a intensidade e a origem das manchas dentárias variam entre pacientes, exigindo seleção adequada da técnica e do agente químico utilizado (SURECK et al., 2017; SOARES et al., 2021). Embora o clareamento dental seja considerado minimamente invasivo, ele pode provocar efeitos adversos, como aumento temporário da sensibilidade dentinária e irritações gengivais. Esses efeitos estão geralmente associados à difusão do peróxido de hidrogênio através dos túbulos dentinários e ao tempo prolongado de exposição do gel clareador (FERREIRA et al., 2016; SANTIAGO et al., 2020). O uso de algumas estratégias para diminuir a sensibilidade podem ser usadas, como o uso de dessensibilizantes à base de nitrato de potássio, aplicação de flúor ou laser de baixa potência, têm mostrado resultados promissores na redução desses sintomas.
Os avanços científicos e tecnológicos têm contribuído para o aprimoramento dos materiais clareadores, tornando-os mais estáveis, eficazes e menos agressivos à estrutura dental (KWON et al., 2015; ARAÚJO et al., 2015).
Portanto, o clareamento dental deve ser compreendido não apenas como um procedimento estético, mas como uma intervenção clínica que exige conhecimento científico, avaliação criteriosa e acompanhamento profissional. Quando realizado dentro dos limites biológicos e éticos, proporciona benefícios significativos ao paciente, tanto funcionais quanto emocionais, reforçando o papel do cirurgião-dentista na promoção da saúde e na valorização da estética do sorriso.
Em resumo, o clareamento dental é um procedimento seguro, eficaz e acessível, desde que executado de forma responsável, baseada em evidências e respeitando as particularidades de cada caso. A constante atualização científica dos profissionais é essencial para garantir tratamentos mais previsíveis, seguros e com resultados satisfatórios a longo prazo (SILVA et al., 2021; SOARES et al., 2021; MANNA et al., 2021).
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