REABILITAÇÃO ATRAVÉS DE PRÓTESE TOTAL SUPERIOR E PRÓTESE PARCIAL REMOVÍVEL INFERIOR – CASO CLÍNICO

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202510242020


Géssica Thauanny Alves Lindoso Oliveira
Orientadora: Profa. Ma. Caren Cristine da Silva Batista


RESUMO: Este trabalho tem como objetivo apresentar um caso clínico de reabilitação oral por meio de prótese total superior e prótese parcial removível inferior. Através de uma abordagem clínica criteriosa e planejada, buscou-se restabelecer a função mastigatória, fonética e estética do paciente. O caso descrito demonstra a importância de um planejamento individualizado e da aplicação correta das técnicas protéticas, contribuindo para a reabilitação e qualidade de vida do paciente.

Palavras-chave: Prótese total. Prótese parcial removível. Reabilitação oral. Caso clínico Odontologia. Autoestima.

ABSTRACT: This paper presents a clinical case of oral rehabilitation using an upper complete denture and a lower removable partial denture. Through a careful and planned clinical approach, the aim was to restore the patient’s masticatory, phonetic, and aesthetic functions. The case described demonstrates the importance of individualized planning and the correct application of prosthetic techniques, contributing to the patient’s rehabilitation and quality of life.

Keywords: Complete denture. Removable partial denture. Oral rehabilitation. Clinical case Dentistry. Self-esteem.

1. INTRODUÇÃO

A perda dentária total ou parcial compromete significativamente a qualidade de vida do paciente, afetando mastigação, fala e estética facial. A reabilitação com próteses removíveis continua sendo uma alternativa viável e acessível, especialmente quando próteses fixas ou implantes não são viáveis (MENEZES, 2024; LIMA et al., 2018).

A ausência dentária impacta a saúde geral, levando a dificuldades alimentares, restrição nutricional e comprometimento psicológico, como baixa autoestima e isolamento social (MACHADO; ALENCAR ARRAIS, 2024). A falta de dentes provoca reabsorção óssea do rebordo alveolar, comprometendo retenção e estabilidade das próteses, agravada por atraso na confecção e alterações teciduais como mucosa flácida ou hiperplásica (ARAÚJO et al., 2022; COELHO; PIMENTA, 2024).

Diversos fatores contribuem para a perda dentária, incluindo cárie, doenças periodontais, trauma, condições patológicas e uso prolongado de medicamentos que causam xerostomia (FERREIRA; PEREIRA, 2020; PARDINI; LEÃO; PENONI, 2019). A reabilitação combinando prótese total superior e prótese parcial removível inferior representa solução eficaz e de baixo custo, especialmente para pacientes com limitações anatômicas ou financeiras (MATTOS et al., 2020).

O edentulismo funcional em idosos está relacionado a fatores socioeconômicos, dificuldade de acesso a serviços odontológicos e histórico de cuidados bucais insuficientes (SILVA; OLIVEIRA; LELES, 2016; SALES; FERNANDES NETO; CATÃO, 2017). A educação em saúde, aliada a estratégias preventivas, é essencial para reduzir a incidência de perda dentária e seus impactos funcionais, estéticos e psicossociais (FERRARESSO et al., 2021; PRESA et al., 2014; IRINEU et al., 2015).

A adaptação às próteses é gradual, envolvendo dimensões fisiológicas, funcionais e psicológicas. Ajustes periódicos e orientação adequada potencializam aceitação, função mastigatória e bem-estar (ALVES et al., 2020; NASCIMENTO, 2025). O caso clínico descrito neste estudo evidencia que a reabilitação com prótese total superior associada a prótese parcial removível inferior proporciona melhora funcional, estética e psicológica, reforçando sua importância na qualidade de vida do paciente (COSTA et al., 2021; PEREIRA; SALES; SALES, 2020).

2. CASO CLÍNICO

Paciente A.S., sexo masculino, 63 anos, compareceu à Clínica Odontológica da Faculdade Metropolitana relatando interesse em receber reabilitação protética. Durante a anamnese, informou ter perdido os dentes ainda na juventude, apresentando edentulismo total na maxila e parcial na mandíbula. Na primeira consulta, foram realizadas restaurações nos dentes 33 e 43, com o objetivo de preservar os elementos remanescentes e garantir suporte adequado para a confecção da prótese parcial removível inferior.

Em seguida, realizou-se a moldagem anatômica com alginato e o vazamento com gesso tipo IV, obtendo modelos de estudo precisos. A partir dos modelos obtidos, confeccionaram-se as moldeiras individuais em resina acrílica incolor, devidamente ajustadas em boca.

Foi então realizado o selamento periférico com godiva em bastão, etapa essencial para definir corretamente os limites funcionais da prótese. Na sequência, procedeu-se à moldagem funcional com silicone leve, assegurando registro detalhado das superfícies mucosas e anatômicas. O encaixotamento e o vazamento com gesso especial tipo IV possibilitaram a obtenção do modelo de trabalho para envio ao laboratório.

Na fase laboratorial, foi confeccionada a armação metálica inferior, a base de prova e o rolete de cera. Ressalta-se que, previamente à confecção da armação, foi realizado o delineamento e o desenho da prótese parcial removível, garantindo retenção e estabilidade adequadas. Na fase clínica subsequente, foi feita a prova da armação metálica no paciente, observando-se adaptação e passividade. Para a prótese total superior, realizou-se o registro do relacionamento intermaxilar, considerando o corredor bucal, suporte labial, dimensão vertical e marcações das linhas medianas e de sorriso. Após o registro intermaxilar superior e inferior, foi feita a escolha da cor dos dentes artificiais e o encaminhamento ao laboratório para a montagem dos dentes.

Durante a prova dos dentes artificiais, observou-se que os os dentes apresentavam tamanho incompatível com a estética facial do paciente, sendo considerados excessivamente volumosos. Diante disso, foi solicitada uma nova montagem dos dentes, resultando em uma segunda prova clínica. Nesta etapa, o paciente esteve acompanhado, o que contribuiu positivamente para a decisão estética final. A disposição, proporção e cor dos dentes foram ajustadas, obtendo-se um resultado estético e funcional satisfatório, o qual foi aprovado pelo paciente e acompanhante.

Após a aprovação, as próteses foram encaminhadas para acrilização. Na instalação, observou-se boa adaptação, sendo realizados ajustes oclusais, polimento e conferência final da estabilidade e retenção. O paciente recebeu orientações quanto à higienização, uso e manutenção das próteses, sendo agendada proservação após sete dias para acompanhamento clínico. A execução criteriosa de todas as etapas clínicas e laboratoriais permitiu o restabelecimento das funções mastigatória, fonética e estética, promovendo conforto, adaptação adequada e significativa melhora na qualidade de vida do paciente.

Fonte : Autoria própria

Figura 3 : Molde inicial com alginato arcada superior e arcada inferior.

Fonte : Autoria própria.

Figura 4: A partir desse modelo de gesso, foi confeccionada a moldeira individual com resina acrílica incolor, perfurada para permitir o escoamento do material de moldagem e evitar compressão dos tecidos.

Fonte : autoria própria.

Figura 5: Foi realizado vedamento periférico da moldeira individual com godiva, em seguida, a moldeira foi novamente posicionada na cavidade bucal do paciente, e realizou-se a moldagem final com silicone de adição fluida, visando obter maior fidelidade na reprodução dos detalhes anatômicos.

Fonte : autoria própria.

Fonte : autoria própria.

Figura 6: Posteriormente, foi realizado o encaixotamento para obtenção dos modelos de gesso, que foram encaminhados ao laboratório para a confecção das bases de prova da prótese total superior e da armação metálica da prótese parcial removível inferior.

Fonte : autoria própria.

Figura 7: Os preparos para acomodação dos grampos de ação de ponta e MD inferior (33 e 43), foi realizado uma modificação no grampo MD para dar mais estabilidade para a PPR inferior, seguindo todas as características necessárias. A armação metálica foi provada em boca. Observou-se passividade e adequada ação retentiva dos grampos.

Fonte: autoria própria.

Figura 8: Vista frontal mostrando a aparência do corredor bucal após desgaste do excesso de cera, registro da linha do sorriso e marcação das guias caninas, auxiliando na orientação do plano oclusal.

Fonte : autoria própria.

Figura 9: Vista lateral da prova do rolete de cera, evidenciando o correto posicionamento e espessura do rolete, permitindo avaliar a altura do plano oclusal, o suporte labial e a harmonia do perfil facial do paciente.

Fonte : autoria própria.

Figura 10: Realizou-se a prova estética dos planos de orientação e os devidos ajustes em boca, posteriormente foi realizado a montagem dos modelos das arcadas superior e inferior com as marcações das linhas de referência do sorriso, linha média e posição dos caninos, A escolha da cor dos dentes foi realizada com escala de cores para montagem dos dentes, que para esse caso foi utilizado os dentes ( BIOLUX OMC 62 v21 )

Fonte: autoria própria.

Figura 11: Primeira prova dos dentes artificiais evidenciando insatisfação do paciente quanto ao volume e à cor dos dentes.

Fonte: autoria própria.

Figura 12: Segunda prova dos dentes artificiais em boca, com ajustes aprovados e escolha final confirmada pelo paciente. ( BIOLUX OMC 62 v21 )

Fonte: autoria própria.

Figura 13: Próteses acrilizadas, ajustadas e instaladas, com adaptação satisfatória e paciente relatando conforto e satisfação. Vista frontal e lateral evidenciando a reabilitação estética e a melhora da fisionomia e da expressão facial após a instalação das próteses. Proservação agendada para 7 dias.

Fonte: autoria própria

3. MATERIAIS E MÉTODOS

O caso clínico teve a aprovação do comitê de ética em pesquisas da Faculdade Metropolitana de Rondônia-UNNESA.

O paciente maior juridicamente e com necessidade de reabilitação com prótese total superior e prótese parcial removível inferior. O paciente preencheu um formulário com todas as informações, foi informado como seria o processo de reabilitação através da prótese, assinou o termo de consentimento livre e esclarecido ao paciente. O presente caso clínico foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Faculdade Metropolitana de Rondônia – UNNESA, garantindo o cumprimento das normas éticas vigentes para pesquisas envolvendo seres humanos. O paciente, maior de idade e juridicamente capaz, apresentava necessidade de reabilitação oral com prótese total superior e prótese parcial removível inferior. Inicialmente, foi realizada anamnese detalhada por meio do preenchimento de formulário clínico contendo informações pessoais, histórico médico, odontológico e queixas principais. O paciente foi informado sobre todas as etapas do processo reabilitador, incluindo as fases clínicas e laboratoriais necessárias para a confecção das próteses. Após esclarecimento das dúvidas, foi solicitado ao mesmo que assinasse o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), autorizando a realização do tratamento e a utilização dos dados clínicos para fins acadêmicos e científicos.

As etapas clínicas compreenderam a avaliação inicial da cavidade oral, moldagem anatômica e funcional, determinação da dimensão vertical, registro da relação central, seleção dos dentes artificiais, prova estética e funcional, além da instalação e ajustes pós-inserção das próteses. Antes de dar início à confecção da prótese foi realizada restauração dos elementos 33 e 43. Os materiais utilizados incluíram alginato para moldagem inicial, silicona de condensação e godiva para moldagens funcionais, roletes de cera para registro de mordida e altura do sorriso, dentes artificiais em resina acrílica e resina acrílica termopolimerizável para a confecção das próteses.

4. DISCUSSÃO

A reabilitação protética apresentada neste trabalho evidenciou a relevância do uso da prótese parcial removível (PPR) inferior associada à prótese total (PT) superior como solução eficaz e acessível em pacientes edêntulos. O caso analisado envolveu um paciente desdentado há mais de 10 anos, condição que trouxe desafios adicionais, especialmente no processo de readaptação funcional e estética. Segundo Marinho et al. (2024) e Alves et al. (2020), períodos prolongados de edentulismo aumentam a complexidade da adaptação às próteses, exigindo planejamento cuidadoso e acompanhamento clínico.

De acordo com Batista et al. (2021) e Machado & de Alencar Arrais (2024), o edentulismo prolongado contribui para reabsorção óssea, perda da dimensão vertical e dificuldades mastigatórias e fonéticas, fatores que impactam diretamente a função oral e a qualidade de vida. Conforme observado neste paciente, havia limitações alimentares e insatisfação estética. Após a instalação das próteses, verificou-se melhora significativa na mastigação, na harmonia facial e na fonética, evidenciando benefícios funcionais e psicossociais, conforme relatam Silva et al. (2023) e Nascimento (2025), incluindo aumento da autoestima e melhoria na interação social.

No que se refere à prótese total superior, segundo Pereira et al. (2020) e de Araújo et al. (2022), quando bem confeccionada e ajustada, a PT oferece estabilidade satisfatória, recuperação do suporte labial e impacto positivo na autoestima. Os autores destacam que o ajuste clínico da prótese é essencial para eliminar pontos de pressão ou degraus que possam causar desconforto, sendo seguido de polimento da superfície para reduzir acúmulo de biofilme e prevenir estomatites. Esse cuidado é especialmente importante em pacientes com longo período sem reabilitação, garantindo conforto e adaptação funcional.

Quanto à prótese parcial removível inferior, de acordo com Oliveira et al. (2019) e Lima et al. (2018), a PPR permite preservação dos dentes remanescentes, apresenta baixo custo e facilidade de execução. Conforme relata Barbosa et al. (2017), esta modalidade continua sendo uma alternativa terapêutica válida, mesmo diante das limitações inerentes à retenção e estabilidade em pacientes parcialmente edêntulos. O ajuste da PPR, seguido de polimento adequado, é fundamental para melhorar a adaptação, evitar áreas de irritação na mucosa e aumentar a satisfação do paciente.

Além dos aspectos clínicos, segundo Presa et al. (2014) e Ferraresso et al. (2021), o impacto psicossocial da reabilitação é evidente, com relato de aumento da autoconfiança e satisfação estética pelo paciente. Conforme descrito pelo Ministério da Saúde (2012), a reabilitação protética contribui não apenas para função mastigatória, mas também para a melhoria da qualidade de vida e convívio social.

Em síntese, este estudo demonstra que, mesmo após longo período de edentulismo, a reabilitação com PPR e PT convencional permanece como alternativa viável, acessível e socialmente relevante. Conforme ressalta Irineu et al. (2015), Ramos et al. (2022) e Sales, Fernandes Neto & Catão (2017), o ajuste e polimento das próteses após a instalação são etapas cruciais para garantir conforto, estabilidade e higiene, devolvendo funções essenciais, promovendo a restauração da autoestima e evidenciando a importância contínua das próteses removíveis na prática odontológica.

5. CONCLUSÃO

Conclui-se que a reabilitação protética com prótese total superior e prótese parcial removível inferior é uma solução eficaz para restabelecer funções mastigatórias, estéticas e fonéticas em pacientes edêntulos ou parcialmente desdentados. Além de recuperar a autoestima e a qualidade de vida, o tratamento minimiza os impactos emocionais e sociais decorrentes da perda dentária. O presente estudo atingiu seu objetivo ao demonstrar que a reabilitação protética não apenas devolve funções ao sistema estomatognático, mas também contribui de forma significativa para o bem-estar emocional, social e psicológico do paciente.

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