ENVELHECIMENTO SAUDÁVEL E A ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM NA PREVENÇÃO DE DOENÇAS CRÔNICAS

 HEALTHY AGING AND NURSING’S ROLE IN PREVENTING CHRONIC DISEASES

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/dt10202510130953


Anderson Wesley Diniz de Souza
Crystian Bruno Jardim do Nascimento
Geyce Ramos Lima
Orientador: Landerson Laife Batista Gutierres


RESUMO

O envelhecimento populacional tem se intensificado no Brasil e no mundo, trazendo consigo o aumento da incidência de doenças crônicas não transmissíveis, como hipertensão arterial sistêmica e diabetes mellitus. Nesse cenário, a enfermagem desempenha papel fundamental na promoção da saúde e na prevenção dessas condições, especialmente na Atenção Primária. A atuação do enfermeiro vai além da assistência técnica, abrangendo ações educativas, incentivo a hábitos saudáveis, acolhimento e fortalecimento do vínculo com os idosos e suas famílias. Essas práticas contribuem para a melhoria da qualidade de vida, manutenção da autonomia e redução de complicações relacionadas ao envelhecimento. O presente estudo, de natureza bibliográfica e abordagem qualitativa, tem como objetivo investigar a atuação da enfermagem na promoção do envelhecimento saudável, enfatizando estratégias de cuidado voltadas à prevenção de doenças crônicas e ao fortalecimento de políticas públicas que garantam dignidade e bem-estar à população idosa.

Palavras-chave: Envelhecimento saudável; Doenças crônicas não transmissíveis; Hipertensão arterial sistêmica; Diabetes mellitus; Promoção da saúde.

ABSTRACT

Population aging has intensified in Brazil and worldwide, bringing with it an increased incidents of chronic noncommunicable diseases, such as systemic arterial hypertension and diabetes mellitus. In this context, nursing plays a fundamental role in promoting health and preventing these conditions, especially in Primary Care. Nurses’ work goes beyond technical assistance, encompassing educational initiatives, encouraging healthy habits, and providing support and strengthening bonds with older adults and their families. These practices contribute to improving quality of life, maintaining autonomy, and reducing aging-related complications. This bibliographical study, with a qualitative approach, aims to investigate nursing’s role in promoting healthy aging, emphasizing care strategies aimed at preventing chronic diseases and strengthening public policies that ensure dignity and well-being for the elderly population. 

Keywords: Healthy aging; Chronic noncommunicable diseases; Systemic arterial hypertension; Diabetes mellitus; Health promotion.

1. INTRODUÇÃO 

O envelhecimento da população é uma realidade que impõe novos desafios à sociedade e aos sistemas de saúde. As mudanças demográficas, com o aumento da longevidade e redução das taxas de natalidade, vêm alterando o perfil etário da população brasileira. Esse fenômeno acentua a importância de ações voltadas à promoção de um envelhecimento ativo e saudável, principalmente frente ao crescimento da incidência de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), como a hipertensão arterial sistêmica (HAS) e o diabetes mellitus (DM).

Nesse contexto, a enfermagem assume papel central, especialmente na atenção básica à saúde, ao desenvolver estratégias de prevenção e promoção da saúde. O acompanhamento contínuo, o incentivo à adoção de hábitos saudáveis e a educação em saúde são medidas essenciais para garantir qualidade de vida, autonomia e bem-estar na velhice. Além do cuidado técnico, destaca-se o acolhimento humanizado que fortalece o vínculo com o paciente e possibilita uma atuação mais eficaz e empática.

Além disso, o trabalho da enfermagem vai além das orientações. Envolve escuta, acolhimento e construção de vínculos com os pacientes e suas famílias, o que facilita o reconhecimento de sinais de risco e permite intervenções mais eficazes e humanas. Quando bem executada, essa atuação pode reduzir internações, evitar complicações e tornar o processo de envelhecimento mais leve e saudável. 

Diante disso, este trabalho tem como objetivo investigar como o profissional de enfermagem tem atuado na promoção do envelhecimento saudável, com foco especial na prevenção de doenças crônicas não transmissíveis, principalmente a hipertensão arterial sistêmica e o diabetes mellitus. Entender essa atuação pode ajudar a fortalecer as práticas de cuidado e contribuir para a construção de políticas públicas mais eficazes e sensíveis às necessidades da população idosa. 

2. OBJETIVOS: 

2.1 Objetivo Geral: 

Investigar a atuação do profissional de enfermagem na promoção do envelhecimento saudável, com ênfase na prevenção de doenças crônicas em especial a hipertensão arterial sistêmica e o diabetes mellitus.   

 2.2 Objetivos Específicos:  

  • Investigar fatores de risco que contribuem para o surgimento de doenças crônicas em idosos. 
  • Identificar o manejo e cuidados de enfermagem na qualidade de vida dos idosos em especial os acometidos por hipertensão arterial sistêmica e diabetes mellitus. 
  • Apontar estratégias de fortalecimento da atuação da enfermagem na promoção da saúde e prevenção de doenças crônicas.
  • Destacar ações da enfermagem voltadas à promoção do envelhecimento ativo, autônomo e com qualidade de vida.

3. REFERENCIAL TEÓRICO 

3.1 O envelhecimento populacional e seus desafios: 

O processo de envelhecimento é uma etapa natural da vida, caracterizado por mudanças físicas, psicológicas e sociais que afetam cada pessoa de maneira única. Durante essa fase, o idoso costuma refletir sobre sua trajetória, valorizando suas conquistas e enfrentando desafios, sendo a saúde um dos aspectos mais impactados ao longo desse percurso (Valcarenghi et al., 2015).Considerado um fenômeno de grande importância no século XXI, o envelhecimento da população apresenta uma taxa de crescimento anual de aproximadamente 3% para a população idosa mundial. Estima-se que, até 2050, o número de pessoas com 60 anos ou mais chegue a 2,1 bilhões, representando cerca de 13% da população global atual. A previsão é que, nas próximas décadas, todas as regiões, exceto a África, terão uma parcela significativa de seus habitantes nessa faixa etária. No Brasil, cerca de 13% da população é composta por pessoas com 60 anos ou mais, e esse número deve crescer para 29,3% até 2050 (Souza et al., 2018).  

De acordo com a Assembleia Geral das Nações Unidas, em dezembro de 2020, o período de 2021 a 2030 foi oficialmente nomeado como a Década do Envelhecimento Saudável. Essa iniciativa representa um compromisso global, onde os governos se propõem a desenvolver estratégias para apoiar e promover ações que garantam uma sociedade inclusiva para todas as idades, reconhecendo o envelhecimento como uma fase da vida que merece atenção, cuidado e respeito (Cavalheiro et al., 2024). Esse fenômeno levanta questões sobre como as pessoas idosas vivenciam essa fase da vida e o que pode ser feito para assegurar que, além de uma maior longevidade, esses anos sejam vividos com qualidade e dignidade.  

A reflexão sobre esse tema busca destacar a importância de proporcionar condições que favoreçam um envelhecimento ativo e saudável. Atualmente, diversos termos são empregados para descrever o processo de envelhecimento, com o objetivo de adiar as consequências negativas associadas à idade avançada. Entre esses termos, destacam-se o “envelhecimento bem-sucedido”, “envelhecimento saudável” e, mais recentemente, o conceito de “envelhecimento ativo”, introduzido pela Organização Mundial da Saúde (Valer et al., 2018). O envelhecimento da população e os desafios para promover um envelhecimento ativo e saudável têm sido amplamente discutidos na ciência atualmente. Esse processo é considerado único e irreversível, envolvendo diversas mudanças biopsicossociais (Cavalheiro et al., 2024).     

3.2 Doenças crônicas em idosos: Definição e principais tipos 

As doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) são um grupo de condições de saúde que surgem a partir de diversas causas e fatores de risco. Elas se desenvolvem ao longo de períodos prolongados, muitas vezes sem sintomas iniciais, e, em muitos casos, podem levar a limitações funcionais significativas na vida das pessoas (Figueiredo et al. 2020). A demanda por cuidados na Atenção Primária à Saúde (APS) tem crescido, principalmente entre os idosos, em grande parte devido às doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), que agravam sua saúde e aumentam a mortalidade. As alterações biológicas e cognitivas próprias do envelhecimento afetam a funcionalidade e elevam a incidência de doenças, comprometendo a qualidade de vida. Isso destaca a necessidade urgente de um planejamento cuidadoso, com foco na prevenção, promoção da saúde e políticas públicas para garantir um envelhecimento saudável e um cuidado integral ao idoso (Walker et al., 2024). 

Sendo então a idade um fator de risco para doenças crônicas como, hipertensão arterial e diabetes tipo 2. A hipertensão fica em destaque entre as doenças crônicas em idosos. De acordo com Barbosa et al. (2018), a hipertensão arterial sistêmica (HAS) é uma condição crônica e multifatorial, caracterizada pela elevação sustentada dos níveis de pressão arterial, com valores iguais ou superiores a 140 mmHg para a sistólica e/ou 90 mmHg para a diastólica. Sendo a  hipertensão uma doença crônica, faz com que seu tratamento seja constante. Por isso, é essencial o acompanhamento de uma equipe de profissionais para garantir o melhor cuidado ao paciente (Nogueira et al., 2021) De acordo com os estudos, a hipertensão afeta principalmente os idosos, resultando em uma diminuição da capacidade física e aptidão, além de comprometer a qualidade de vida, as relações sociais, as rotinas diárias e a autonomia desses indivíduos (Queiroz et al., 2020). 

Dada sua gravidade, o tratamento contínuo da hipertensão é essencial, envolvendo tanto o uso de medicamentos quanto mudanças no estilo de vida. Entre as estratégias mais eficazes, destaca-se a prática regular de exercícios físicos, que não só ajuda a controlar a pressão arterial, mas também melhora o bem-estar e medicamentos. Contudo, a adesão à prática geral, reduzindo o risco de outras doenças e minimizando a necessidade de atividades físicas ainda é um desafio, especialmente entre os idosos, que enfrentam barreiras para adotar esse hábito  (Barbosa et al., 2019).  

O diabetes mellitus é uma condição metabólica crônica caracterizada pelo aumento persistente da glicose no sangue, resultante de falhas na produção ou na ação da insulina. Essa desordem pode levar a complicações graves, afetando órgãos como coração, rins e sistema nervoso. O tipo 2 é o mais prevalente, representando a maioria dos casos. Projeções indicam um crescimento significativo da doença, especialmente em países em desenvolvimento. No Brasil, milhões de pessoas convivem com o diagnóstico, sendo os idosos os mais afetados, com taxas de prevalência que aumentam com o avanço da idade (Francisco et al. 2016) 

Dados indicam que a morbimortalidade associada ao diabetes é um dos principais problemas de saúde pública mundial, refletindo a magnitude dessa doença na população. A prevalência de diabetes entre pessoas idosas, com idades entre 65 e 69 anos é alarmante, com aproximadamente uma em cada cinco pessoas afetadas. Esse número tende a crescer de maneira significativa nas próximas décadas, com projeções apontando que em 2030 o número de pessoas acima de 65 anos com diabetes pode atingir cerca de 195 milhões, e em 2045, esse total pode chegar a 276 milhões. O aumento é impulsionado principalmente pelo diabetes tipo 2, que representa a grande maioria dos casos e afeta principalmente os idosos. Esse cenário é resultado de uma combinação de fatores como mudanças no estilo de vida, com dietas não saudáveis e sedentarismo, além da urbanização crescente. A detecção precoce e o tratamento adequado são essenciais para prevenir complicações graves, como insuficiência renal e problemas cardíacos, que impactam diretamente na qualidade de vida e no sistema de saúde. Em países como o Brasil, o diabetes representa uma parte significativa para o tratamento da doença em função dos gastos com saúde pública, com custos elevados não apei, mas também relacionados aos fatores de risco, como a obesidade e a velhice (Francisco  et al., 2022)  

3.3 A prevenção de doenças crônicas no envelhecimento  

Os profissionais de saúde têm um papel fundamental em incentivar os idosos a assumirem um papel ativo no próprio cuidado. Ao desenvolverem habilidades e adquirirem conhecimento sobre sua condição de saúde, esses indivíduos tornam-se mais capacitados para tomar decisões conscientes e adotar práticas que promovam o bem-estar. Lidar com uma doença crônica vai além de compreender sua natureza; exige também a adoção de estratégias que favoreçam a autonomia e a qualidade de vida. (Valcarenghi et al., 2015) 

3.4 A atuação da enfermagem na promoção do envelhecimento ativo e saudável  

A Organização Mundial da Saúde (OMS) descreve a política do Envelhecimento Ativo como um processo voltado para otimizar as oportunidades de saúde, participação e segurança, visando proporcionar uma vida mais longa e saudável para todos, incluindo aqueles que enfrentam fragilidade ou limitações físicas. Nesse contexto, a OMS destaca sete determinantes interconectados do envelhecimento ativo: comportamentais, pessoais, ambientais, sociais, econômicos, de sistemas de saúde e serviços sociais, com aspectos de cultura e gênero influenciando todos eles (Crichi et al., 2016).  

A enfermagem desempenha um papel crucial no processo de envelhecimento, oferecendo cuidados diretos aos idosos, ajudando-os a manter a saúde, promovendo a independência e a qualidade de vida. Entre as principais ações dos enfermeiros, estão a promoção da saúde e prevenção de doenças, o fornecimento de cuidados de enfermagem, como administração de medicamentos, tratamento de feridas e acompanhamento de condições crônicas, além de oferecer orientação às famílias sobre questões relacionadas ao envelhecimento. O trabalho da enfermagem visa, ainda, preservar a independência dos idosos e melhorar sua qualidade de vida por meio de cuidados personalizados (Cavalheiro et al., 2024). De acordo com a compreensão de que o cuidado é fundamental no trabalho dos profissionais de enfermagem, as atividades desenvolvidas devem abranger os aspectos multidimensionais dos idosos, visando promover um envelhecimento saudável. Isso deve ser realizado com base em princípios essenciais, como saúde, participação, independência, auto realização e dignidade, garantindo, assim, oportunidades reais para o exercício de uma vida autônoma e ativa (Casagranda et al., 2015). 

O envelhecimento é um processo caracterizado por transformações no corpo, que afetam sistemas vitais e aumentam a vulnerabilidade do idoso a várias doenças. Diante disso, os cuidados de enfermagem desempenham um papel fundamental na promoção do bem-estar e na manutenção da saúde dos idosos. Esses cuidados vão além de simples orientações sobre hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada e prática regular de exercícios; envolvem também o apoio contínuo na prevenção de doenças, o acompanhamento médico adequado e a promoção da saúde mental. Além disso, é essencial que os profissionais de enfermagem incentivem a participação em atividades sociais, adaptem o ambiente de vida para garantir a segurança e promovam a independência dos idosos. Essas ações têm como objetivo proporcionar um envelhecimento com qualidade de vida, segurança e dignidade (Cavalheiro et al., 2024) 

Ilha et al. (2016), afirmam que o envelhecimento ativo envolve o equilíbrio entre os declínios naturais das capacidades físicas e mentais e a busca pelos objetivos que o idoso deseja alcançar. Nesse processo, os profissionais de enfermagem desempenham um papel fundamental, colaborando com o idoso, sua família e a comunidade para promover a saúde e prevenir complicações. Eles destacam a responsabilidade da enfermagem em conscientizar e criar estratégias para incentivar o envelhecimento ativo, oferecendo oportunidades para que os idosos escolham estilos de vida saudáveis, alinhados às suas próprias expectativas.  

De acordo com Ilha et al. (2016), a enfermagem possui um papel fundamental na promoção do envelhecimento ativo, sendo essencial a adoção de estratégias que vão além do modelo biomédico tradicional, priorizando não apenas o tratamento de doenças, mas também a promoção da saúde e da qualidade de vida dos idosos. Entre essas estratégias, destaca-se a atuação multiprofissional, visto que um único profissional não é capaz de atender todas as necessidades do idoso. Assim, a colaboração entre diferentes áreas do conhecimento possibilita um cuidado mais amplo e eficaz. A educação em saúde interprofissional também é apontada como uma estratégia relevante, permitindo que profissionais e idosos adquiram conhecimentos que favoreçam a prevenção de doenças e a manutenção do bem-estar.  

Além disso, incentivar a prática de atividade física e a adoção de uma alimentação saudável são medidas fundamentais na promoção do envelhecimento ativo. Da mesma forma, intervenções direcionadas ao comportamento alimentar mostraram impactos positivos na modificação dos hábitos nutricionais dos idosos, contribuindo para um envelhecimento mais saudável. Outro fator relevante é a criação de ambientes comunitários que favoreçam o engajamento social, pois o isolamento pode comprometer a saúde mental e emocional dos idosos. Estudos indicam que a participação em atividades grupais educativas contribui significativamente para um envelhecimento mais saudável (Ilha et al. 2016). 

A qualidade do sono também é um aspecto importante a ser considerado.. No Brasil, as Estratégias de Saúde da Família (ESF) possuem um papel essencial na promoção da saúde da população idosa. No entanto, ainda há desafios na implementação de práticas que favoreçam o envelhecimento ativo, pois a assistência permanece fortemente baseada no modelo biomédico curativista. Para superar essas dificuldades, torna-se indispensável a implementação de programas de educação permanente tanto para os profissionais de saúde quanto para os idosos, a fim de estimular o autocuidado e incentivar hábitos que favoreçam a longevidade com qualidade de vida (Ilha et al., 2016) 

4. MATERIAIS E MÉTODOS 

Este estudo caracteriza-se como uma revisão bibliográfica de natureza descritiva, adotando uma abordagem qualitativa. A meta é compilar e examinar dados relativos ao envelhecimento saudável, bem como à atuação da enfermagem na prevenção de doenças crônicas, destacando as doenças hipertensão arterial sistêmica e diabetes mellitus, levando em conta as principais estratégias e os efeitos desses cuidados na qualidade de vida da população idosa. O estudo será conduzido através da análise de artigos acadêmicos, monografias e documentos oficiais publicados nos últimos dez anos, utilizando bases de dados como Google Acadêmico, SciELO, LILACS, BDENF e PubMed. Serão selecionados materiais em português, inglês e espanhol que discutam e busquem compreender os fatores de risco associados a doenças crônicas em idosos, a promoção da saúde durante o envelhecimento e como a enfermagem pode atuar em estratégias na promoção do envelhecimento ativo nesse cenário. Os critérios de inclusão abarcam publicações acessíveis na íntegra, as quais demonstram relevância para o tema em questão. Serão desconsiderados estudos que não apresentem uma conexão direta com o tema, publicações que se encontrem indisponíveis. A avaliação dos dados será realizada através de uma leitura crítica e categorização das informações de acordo com os objetivos do estudo, permitindo uma investigação aprofundada sobre a relevância da enfermagem na promoção de um envelhecimento saudável. Sendo este um estudo fundamentado em fontes secundárias, não há a necessidade de participação direta de indivíduos, o que dispensa a necessidade de aprovação por um Comitê de Ética. Entretanto, todas as fontes consultadas serão adequadamente referenciadas, em conformidade com os princípios éticos que regem a pesquisa científica.

5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 

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