REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202508131214
Thays Barros Pereira1
Dayvison Santos de Oliveira2
Roberta Alves da Silva3
Rômulo Fábio Lopes dos Santos4
Tobias do Rosário Serrão5
Suelem Pereira Santos Oliveira6
Larissa de Castro Magalhães Teixeira7
RESUMO
A comunicação eficaz entre profissionais da saúde é um dos pilares fundamentais da segurança do paciente, especialmente em contextos de alta complexidade como as Unidades de Terapia Intensiva Pediátrica (UTIP). Este artigo tem como objetivo relatar a experiência de implementação do protocolo HOUnd (Hands-Off Until Necessary Discussion) em uma UTIP de um hospital público de referência, visando qualificar a passagem de plantão entre as equipes multiprofissionais. Trata-se de um relato de experiência com abordagem qualitativa, baseado na vivência prática dos profissionais envolvidos no processo de sensibilização, capacitação e execução do protocolo. A intervenção foi dividida em quatro etapas: diagnóstico situacional, capacitação das equipes, implantação piloto e avaliação dos resultados. Os principais achados evidenciaram melhorias na clareza e linearidade da comunicação entre turnos, redução de falhas de continuidade assistencial, ampliação da participação multiprofissional e fortalecimento da cultura de escuta ativa e segurança do paciente. Embora tenham sido identificadas resistências iniciais e desafios operacionais, a experiência demonstrou que o protocolo HOUnd é uma ferramenta eficaz para qualificar a comunicação clínica e promover uma assistência mais segura e humanizada. O relato reforça a importância de iniciativas institucionais que valorizem a comunicação estruturada como estratégia para a melhoria contínua da qualidade dos cuidados em saúde.
Palavras-chave: Unidades de Terapia Intensiva Pediátrica; Segurança do Paciente; Comunicação em Saúde; Equipe Multiprofissional; Unidades de Terapia Intensiva.
1. INTRODUÇÃO
A comunicação é um componente essencial da assistência segura em ambientes hospitalares, especialmente em setores de alta complexidade como as Unidades de Terapia Intensiva Pediátrica (UTIP). Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), falhas de comunicação estão entre as principais causas de eventos adversos evitáveis no ambiente hospitalar, contribuindo significativamente para morbidades e mortalidades, particularmente em pacientes vulneráveis, como crianças internadas em UTIs (Organização Mundial da Saúde, 2019).
Na pediatria intensiva, a complexidade clínica dos pacientes, associada à multiplicidade de profissionais envolvidos no cuidado — médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, técnicos, psicólogos, nutricionistas, entre outros — exige uma coordenação eficaz e contínua entre turnos e equipes. A passagem de plantão, momento crítico para a transferência de informações assistenciais, é considerada uma das etapas mais vulneráveis da comunicação em saúde. Estima-se que até 80% dos eventos adversos ocorram durante as transições de cuidado, sendo que muitos desses erros poderiam ser evitados com uma comunicação mais clara, objetiva e estruturada (Joint Commission, 2021).
Diante desse cenário, diferentes ferramentas vêm sendo propostas e testadas em unidades críticas para fortalecer a comunicação multiprofissional. Uma dessas estratégias é o protocolo HOUnd (Hands-Off Until Necessary Discussion), que tem como princípio orientar uma escuta ativa e atenta durante a passagem de plantão, evitando interrupções desnecessárias, uso simultâneo de prontuários ou dispositivos eletrônicos, e promovendo uma comunicação focada, eficiente e multidisciplinar (Campbell et al., 2020).
O HOUnd se fundamenta em três premissas principais: a priorização da escuta ativa antes da intervenção, a organização das informações de forma lógica e cronológica, e a valorização do olhar multiprofissional durante a transição de turnos. Em UTIs pediátricas, nas quais o tempo, a clareza e a precisão das informações são determinantes para decisões clínicas imediatas, esse protocolo apresenta-se como uma importante inovação na segurança do paciente.
Apesar dos avanços no campo da segurança do paciente, a literatura nacional ainda é escassa no que diz respeito à aplicação prática do protocolo HOUnd em UTIPs brasileiras, especialmente em instituições públicas da região Norte do país. Assim, conhecer experiências reais de implementação pode contribuir para a disseminação de boas práticas e servir como base para futuras pesquisas e políticas institucionais.
Diante disso, o objetivo deste artigo é relatar a experiência de implementação do protocolo HOUnd em uma Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica de um hospital público de alta complexidade, evidenciando os processos de sensibilização, os desafios enfrentados, as adaptações realizadas e os resultados observados nos primeiros meses de sua adoção. A experiência pretende demonstrar como uma estratégia de comunicação estruturada pode impactar positivamente na segurança do cuidado e na integração das equipes multiprofissionais.
2. METODOLOGIA
Este estudo trata-se de um relato de experiência, com abordagem qualitativa, descritiva e analítica, realizado por profissionais da saúde diretamente envolvidos no processo de implantação e condução do protocolo HOUnd em uma Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica (UTIP) localizada em um hospital público de referência da região Norte do Brasil. O relato foi estruturado de modo a permitir uma análise reflexiva sobre a vivência profissional e os impactos práticos da adoção do protocolo no cotidiano assistencial.
A opção metodológica pelo relato de experiência se justifica por seu potencial em revelar aspectos subjetivos e contextuais da prática profissional, possibilitando uma compreensão ampliada dos desafios e estratégias envolvidas na implementação de inovações em ambientes clínicos reais (MINAYO, 2022). Esse tipo de estudo, embora não tenha a pretensão de generalização estatística, contribui significativamente para o compartilhamento de boas práticas, construção coletiva de saberes e transformação de realidades institucionais.
2.1 Contexto do Estudo
A experiência ocorreu em uma UTIP com capacidade para 10 leitos, pertencente a um hospital terciário, público e universitário, especializado em atenção pediátrica de alta complexidade. A unidade conta com equipe multiprofissional composta por médicos intensivistas, residentes, enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, nutricionistas, psicólogos e assistentes sociais. O fluxo assistencial é organizado em três turnos (manhã, tarde e noite), com entrega de plantão estruturada ao início de cada turno.
Anteriormente à intervenção, a passagem de plantão ocorria de forma oral, sem padronização, variando de acordo com o profissional responsável, o que frequentemente resultava em perda de informações críticas, omissões, interrupções e retrabalho. Demandas recorrentes da equipe assistencial quanto à insegurança comunicacional motivaram a busca por um modelo estruturado de passagem de informações clínicas.
2.2 Etapas da Implementação
A implementação do protocolo HOUnd foi dividida em quatro fases principais:
Fase 1 – Diagnóstico Situacional e Sensibilização:
A equipe gestora da UTIP realizou rodas de conversa e reuniões com os profissionais de todos os turnos para levantar as principais dificuldades enfrentadas durante a entrega de plantão. Relatos frequentes de erros de medicação, inconsistência de condutas entre turnos e confusão sobre prioridades clínicas revelaram a necessidade de intervenção imediata. Com base nesse diagnóstico, iniciou-se o processo de sensibilização para a importância da comunicação efetiva e segura, fundamentado em materiais da Organização Mundial da Saúde e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).
Fase 2 – Capacitação e Adaptação do Protocolo:
Foram realizados três encontros formativos com as equipes da UTIP, em formato de oficinas dialogadas, nos quais foram apresentados os fundamentos do protocolo HOUnd, seus objetivos e a estrutura da passagem ideal. Para garantir a aderência e aplicabilidade, a equipe criou um roteiro adaptado com base nos princípios do protocolo, contemplando: situação clínica atual, evolução nas últimas 24 horas, exames recentes, uso de dispositivos, suporte ventilatório, condutas médicas e prioridades imediatas. Simulações de entrega de plantão foram conduzidas, permitindo o treinamento prático e a incorporação da escuta ativa.
Fase 3 – Implantação Piloto e Monitoramento:
A implantação ocorreu inicialmente no plantão noturno, por meio de uma fase piloto com duração de quatro semanas. Durante esse período, foi realizado o acompanhamento direto da aplicação do protocolo por enfermeiros líderes e supervisores. Ocorreram reuniões semanais para identificação de dificuldades, ajustes no roteiro e reforço das condutas preconizadas. Critérios como tempo médio de entrega, participação da equipe, interrupções evitadas e clareza das prioridades foram observados qualitativamente.
Fase 4 – Avaliação Inicial e Consolidação:
Ao final do período piloto, foram organizadas duas rodas de avaliação com os profissionais envolvidos. Por meio de escuta aberta e reflexiva, os participantes relataram percepções sobre mudanças no fluxo de informações, redução de erros, integração da equipe e segurança no cuidado. As contribuições serviram de base para o aprimoramento do protocolo e sua expansão para os turnos da manhã e tarde.
2.3 Aspectos Éticos
Embora não se trate de pesquisa com seres humanos nos moldes clínicos ou experimentais, este relato de experiência respeitou os princípios éticos da confidencialidade, anonimato dos participantes e não exposição institucional. Todas as informações apresentadas têm caráter coletivo e foram utilizadas com finalidade educativa, sem identificação individual. A iniciativa foi autorizada pela coordenação da UTIP, alinhada às diretrizes de melhoria contínua da qualidade assistencial e à promoção da cultura de segurança do paciente.
3. RESULTADOS E DISCUSSÃO
A implantação do protocolo HOUnd em uma Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica (UTIP) revelou resultados significativos no aprimoramento da comunicação entre profissionais de saúde, na segurança do paciente e na integração da equipe multiprofissional. A transição de turnos, anteriormente caracterizada por informalidade, interrupções constantes, ausência de padronização e omissão de informações críticas, passou a ser reconhecida como um momento estratégico, estruturado e colaborativo.
Um dos primeiros resultados observados foi a melhora expressiva na qualidade da comunicação durante a entrega de plantão. Com a adoção do roteiro proposto pelo protocolo HOUnd — centrado em cinco elementos principais: situação clínica, evolução nas últimas 24 horas, resultados de exames, condutas estabelecidas e prioridades do próximo turno — as informações passaram a ser transmitidas de forma mais clara, objetiva e lógica. Essa estruturação reduziu ruídos na comunicação e contribuiu para uma escuta mais atenta por parte dos profissionais. Esse achado corrobora os resultados obtidos em estudo brasileiro realizado no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, onde a implementação do protocolo I‑PASS (modelo similar ao HOUnd) aumentou significativamente a inclusão de itens essenciais na comunicação e reduziu as interrupções durante o handoff de 18% para 2,7%, sem aumento significativo no tempo de passagem (Kornfeld et al., 2023).
Outro aspecto relevante foi a percepção de redução de falhas na continuidade do cuidado, especialmente em relação à administração de medicamentos, monitoramento de dispositivos invasivos e execução de condutas previamente estabelecidas. A adoção do protocolo garantiu que as metas de cuidado diário fossem explicitadas com maior clareza e que todos os membros da equipe tivessem ciência das condutas prioritárias. Situações anteriormente recorrentes, como esquecimentos de solicitações de exames, perda de seguimento de balanços hídricos ou duplicação de procedimentos, tornaram-se raras após a consolidação da nova prática. Esses resultados estão em consonância com os dados do estudo multicêntrico de Starmer et al. (2014), realizado em nove hospitais pediátricos dos Estados Unidos, que demonstrou uma redução de 23% nos erros médicos e de 30% nos eventos adversos evitáveis após a implementação do I‑PASS.
Adicionalmente, foi possível observar um importante ganho no aspecto da integração multiprofissional. Profissionais que antes eram marginalizados nas passagens — como técnicos de enfermagem, fisioterapeutas e nutricionistas — passaram a ter espaço e voz no processo, compartilhando informações relevantes e contribuindo ativamente para o plano terapêutico. Essa mudança reforçou a horizontalização das relações dentro da UTIP e fortaleceu o sentimento de pertencimento e corresponsabilidade entre os profissionais. Estudo realizado por Pinto et al. (2022) aponta que a comunicação interprofissional efetiva favorece a construção de vínculos dentro da equipe e impacta diretamente na tomada de decisões clínicas compartilhadas, resultando em um cuidado mais seguro e humanizado.
Apesar dos avanços observados, o processo de implementação também enfrentou resistências e desafios. A maior dificuldade identificada foi a adesão inconsistente de alguns profissionais, especialmente médicos residentes em início de formação, que relutaram em abandonar práticas anteriores, como o uso do prontuário eletrônico durante a escuta ou interrupções constantes com checagem simultânea de exames. Além disso, turnos com menor número de profissionais, como os de finais de semana e feriados, apresentaram mais dificuldades em manter o padrão da comunicação estabelecida pelo protocolo. A literatura aponta que a sustentabilidade de protocolos de passagem estruturada depende não apenas da capacitação inicial, mas também da realização de reforços contínuos, supervisão periódica e ações institucionais de incentivo (Starmer et al., 2023).
Outro ponto de destaque foi o impacto subjetivo gerado pelo novo modelo de passagem. Muitos profissionais relataram aumento da satisfação no trabalho, sensação de valorização e melhora do clima organizacional. A escuta ativa e o reconhecimento da fala de cada membro da equipe foram percebidos como instrumentos de cuidado, respeito e empatia. Nesse sentido, o protocolo deixou de ser apenas uma ferramenta técnica e passou a representar um dispositivo de humanização do cuidado e fortalecimento da cultura de segurança institucional. Segundo Minayo (2022), práticas que estimulam a comunicação reflexiva e a escuta entre profissionais favorecem a construção de ambientes mais colaborativos, éticos e comprometidos com o bem-estar de todos os envolvidos no processo assistencial.
Diante disso, a experiência com o protocolo HOUnd demonstrou que mudanças simples, quando bem estruturadas, podem gerar transformações significativas no cuidado prestado em unidades críticas. A sua aplicação sistemática, respeitando as especificidades locais e com apoio institucional, pode contribuir para a redução de eventos adversos, para o fortalecimento do trabalho em equipe e para a promoção de uma cultura organizacional centrada na segurança e na humanização da assistência.
4. CONSIDERAÇÕES FINAIS
A implementação do protocolo HOUnd em uma Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica demonstrou que intervenções simples, porém bem estruturadas, podem gerar mudanças significativas na dinâmica assistencial, na cultura institucional e, principalmente, na segurança do paciente. O relato evidenciou que a adoção de um modelo padronizado de comunicação durante a passagem de plantão não apenas melhorou a clareza e a linearidade da transferência de informações, como também promoveu a valorização da escuta ativa, a integração das diferentes categorias profissionais e a corresponsabilização pelo cuidado.
Os resultados observados – como a diminuição de falhas de continuidade, a percepção de redução de erros assistenciais e o fortalecimento do vínculo entre os membros da equipe – corroboram os achados da literatura nacional e internacional sobre protocolos de handoff estruturados, a exemplo do I‑PASS. Tais evidências reforçam que o investimento em estratégias comunicacionais eficazes deve ser entendido não como algo secundário ou acessório à assistência, mas sim como um componente essencial para o funcionamento seguro e ético de unidades de alta complexidade, como as UTIPs.
A vivência relatada também destaca a importância da gestão participativa e do apoio institucional para a sustentabilidade de práticas inovadoras. A adesão da equipe ao protocolo HOUnd não se deu de forma imediata, sendo necessário um processo de sensibilização contínuo, capacitação técnica e supervisão atenta dos líderes de equipe. Além disso, desafios como a rotatividade de profissionais, a escassez de recursos humanos em determinados turnos e as resistências culturais exigiram estratégias de enfrentamento específicas, demonstrando que a consolidação de boas práticas depende de um trabalho coletivo, intersetorial e permanente.
Outro aspecto relevante foi a constatação de que a comunicação estruturada tem impactos que vão além do âmbito técnico, afetando diretamente a qualidade das relações interpessoais e o clima organizacional. Profissionais relataram maior sensação de pertencimento, valorização profissional e empatia entre colegas, o que contribui não apenas para a qualidade da assistência, mas também para a saúde mental das equipes que atuam sob constante pressão emocional e operacional. Nesse sentido, a escuta ativa, central no protocolo HOUnd, revelou-se não apenas como uma técnica, mas como uma postura ética diante do cuidado em saúde.
Recomenda-se que outras unidades críticas avaliem a possibilidade de adotar modelos semelhantes, respeitando suas especificidades locais e promovendo adaptações necessárias. Além disso, sugere-se a realização de estudos futuros com metodologias mistas, que possam quantificar os impactos clínicos e organizacionais dessas práticas, contribuindo para a consolidação de um cuidado mais seguro, humano e eficiente nos serviços de saúde.
5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
CAMPBELL, S. G. et al. Implementing a standardized patient handoff protocol in a pediatric intensive care unit. BMJ Quality & Safety, London, v. 29, n. 5, p. 391–398, 2020. DOI: https://doi.org/10.1136/bmjqs-2019-009360.
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PINTO, L. F. et al. Comunicação interprofissional e segurança do paciente em unidade de terapia intensiva pediátrica. Cadernos de Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 30, n. 2, p. 145–152, 2022. Disponível em: https://www.scielo.br/j/cadsc/a/9DY5Rq9FzY3gxpmqK6BncCM/. Acesso em: 30 jun. 2025.
STARMER, A. J. et al. Changes in medical errors after implementation of a handoff program. New England Journal of Medicine, Boston, v. 371, n. 19, p. 1803–1812, 2014. DOI: https://doi.org/10.1056/NEJMsa1405556.
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1Formação: Especialista Pediatra e Intensisvista em uti neo e pediátrica.
E-mail: thaysbarros.enf@gmail.com
2Formação: Mestre em Gestão e Saúde – E-mail: dayvison.oliveira2005@gmail.com
3Formação enfermeira esp em saúde da mulher e da criança.
E-mail robertaalves336@gmail.com
4Enfermeiro Dermatológico Estomaterapeuta – Romulofabio10@hotmail.com
5Bacharelado em Enfermagem – FAPAN – tobias_175@hotmail.com
6Formação: Tereputa Ocupacional. E-mail: santos.suelen109@gmail.com
7Bacharel em Enfermagem, Especialista em oncologia e saúde da família. Larissa.c.magalhaes@hotmail.com
