MICROLEARNING AUDIOVISUAL E APRENDIZAGEM MÓVEL COMO ESTRATÉGIA COMPLEMENTAR À EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA INSTITUCIONAL NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFISSIONAIS DA SEGURANÇA PÚBLICA

AUDIOVISUAL MICROLEARNING AND MOBILE LEARNING AS A COMPLEMENTARY STRATEGY TO INSTITUTIONAL DISTANCE EDUCATION IN THE CONTINUING TRAINING OF PUBLIC SECURITY PROFESSIONALS

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cs10202602271437


Capitão QOEM PM Walla Schreiner1


RESUMO

A formação continuada em organizações públicas, especialmente na área da segurança pública, demanda estratégias educacionais que conciliam atualização permanente, padronização de procedimentos e aplicabilidade prática do conhecimento em contextos operacionais complexos. Nesse cenário, a Educação a Distância (EaD) consolidou-se como política institucional relevante, embora apresente desafios relacionados ao engajamento, à retenção de conteúdos e à integração entre aprendizagem formal e prática profissional. O presente artigo tem como objetivo justificar cientificamente a adoção do microlearning audiovisual, distribuído por meio de aprendizagem móvel, como estratégia complementar à EaD institucional, com foco na formação continuada de profissionais da segurança pública. Trata-se de um estudo de natureza teórica, qualitativa e exploratória, desenvolvido por meio de revisão integrativa da literatura científica publicada na plataforma SciELO. Os resultados da análise indicam convergência entre os fundamentos da educação corporativa, da aprendizagem de adultos, do microlearning e da aprendizagem móvel, evidenciando que unidades formativas breves, focalizadas e orientadas a objetivos específicos favorecem o engajamento, reduzem a sobrecarga cognitiva e ampliam a aplicabilidade do conhecimento. Conclui-se que o microlearning audiovisual constitui estratégia educacional cientificamente fundamentada, institucionalmente viável e pedagogicamente pertinente para complementar programas formais de EaD, potencializando os processos de formação continuada na segurança pública.

Palavras-chave: Educação a distância. Microlearning. Aprendizagem móvel. Educação corporativa. Formação continuada.

ABSTRACT

Continuing education in public organizations, particularly in the field of public security, requires educational strategies capable of reconciling continuous updating, standardization of procedures, and practical applicability of knowledge in complex operational contexts. In this scenario, Distance Education (DE) has become an important institutional policy, although it still faces challenges related to engagement, content retention, and the integration between formal learning and professional practice. This article aims to scientifically justify the adoption of audiovisual microlearning, delivered through mobile learning, as a complementary strategy to institutional Distance Education, focusing on the continuing education of public security professionals. This is a theoretical, qualitative, and exploratory study developed through an integrative review of scientific literature published on the SciELO platform. The analysis reveals convergence between the foundations of corporate education, adult learning, microlearning, and mobile learning, indicating that brief, focused learning units oriented toward specific objectives enhance engagement, reduce cognitive overload, and improve knowledge applicability. It is concluded that audiovisual microlearning constitutes a scientifically grounded, institutionally feasible, and pedagogically appropriate educational strategy to complement formal Distance Education programs, strengthening continuing education processes in public security.

Keywords: Distance education. Microlearning. Mobile learning. Corporate education. Continuing education.

1. INTRODUÇÃO

A formação continuada de profissionais em organizações públicas tem se configurado como desafio permanente diante das transformações sociais, tecnológicas e institucionais que impactam o trabalho contemporâneo. No campo da segurança pública, tais desafios são intensificados pela complexidade das demandas operacionais, pela necessidade de atualização constante de procedimentos e pela exigência de padronização de condutas em contextos marcados por elevado grau de responsabilidade social. Nesse cenário, a Educação a Distância (EaD) consolidou-se como política institucional relevante, ao possibilitar a ampliação do acesso à formação e a racionalização de recursos, especialmente em instituições de grande porte e capilaridade territorial (Almeida, 2003; Veloso, 2022).

Embora a EaD representa avanço significativo no âmbito da educação pública, a literatura científica aponta limites relacionados ao engajamento dos participantes, à retenção de conteúdos e à integração entre aprendizagem formal e prática profissional. Estudos indicam que modelos formativos centrados exclusivamente em cursos extensos e concentrados tendem a apresentar dificuldades na transferência do conhecimento para o cotidiano laboral, sobretudo em contextos nos quais o tempo disponível para atividades formativas é restrito e a aplicação prática do conteúdo ocorre de forma imediata (Cruz, 2010; Castro; Eboli, 2013).

No âmbito da educação corporativa, essas limitações têm impulsionado a busca por estratégias educacionais complementares, capazes de sustentar processos contínuos de aprendizagem e reforçar conteúdos estratégicos ao longo do tempo. A literatura indexada na SciELO destaca que a aprendizagem distribuída, integrada à rotina de trabalho e orientada a objetivos específicos, apresenta maior potencial de aderência às necessidades organizacionais e ao desempenho profissional (Moscardini; Klein, 2015; Veloso, 2022).

Nesse contexto, o microlearning emerge como abordagem pedagógica alinhada às demandas contemporâneas da formação profissional. Caracterizado pela organização de conteúdos em unidades breves, focalizadas e intencionalmente planejadas, o microlearning tem sido discutido como estratégia capaz de reduzir a sobrecarga cognitiva, favorecer o engajamento e ampliar a aplicabilidade do conhecimento, especialmente quando associado a tecnologias digitais e dispositivos móveis (Cruz, 2010; Moscardini; Klein, 2015).

A aprendizagem móvel, por sua vez, amplia o alcance dessas estratégias ao possibilitar o acesso aos conteúdos em qualquer tempo e lugar, integrando a aprendizagem ao fluxo de trabalho. Evidências científicas indicam que o uso de dispositivos móveis favorece a aprendizagem situada, na qual o conhecimento é acessado em proximidade temporal e contextual com sua aplicação prática, aspecto particularmente relevante em ambientes operacionais como os da segurança pública (Kurtz et al., 2015; Santos, 2023).

No que se refere ao uso de recursos audiovisuais, a literatura aponta que a linguagem multimodal contribui para a clareza conceitual e para a compreensão de procedimentos, sobretudo quando os conteúdos possuem natureza aplicada. Unidades audiovisuais breves, quando orientadas a objetivos específicos de aprendizagem, favorecem a padronização de orientações institucionais e a redução de ambiguidades interpretativas, aspectos essenciais para a atuação profissional em contextos de risco e tomada de decisão rápida (Almeida, 2003; Martins; Ribeiro, 2019).

Diante desse panorama, delineia-se o problema de pesquisa que orienta este estudo: de que forma o microlearning audiovisual, mediado por aprendizagem móvel, pode ser cientificamente justificado como estratégia complementar à Educação a Distância institucional na formação continuada de profissionais da segurança pública? A investigação desse problema torna-se pertinente ao considerar a necessidade de potencializar os efeitos das políticas de EaD já existentes, sem substituí-las, mas ampliando sua efetividade pedagógica.

O objetivo geral deste artigo é justificar cientificamente a adoção do microlearning audiovisual, distribuído por meio de aprendizagem móvel, como estratégia complementar à Educação a Distância institucional voltada à formação continuada de profissionais da segurança pública. Como objetivos específicos, busca-se: a) analisar os fundamentos teóricos do microlearning à luz da educação corporativa; b) discutir a contribuição da aprendizagem móvel e dos recursos audiovisuais para o engajamento e a retenção do conhecimento; c) examinar evidências científicas publicadas na SciELO sobre estratégias educacionais distribuídas e móveis; e d) articular essas evidências à construção de uma proposta educacional complementar aplicável ao contexto institucional da segurança pública.

A justificativa científica deste estudo reside na identificação, na literatura indexada na SciELO, de lacunas relacionadas à aplicação empírica e institucional do microlearning audiovisual em organizações públicas de segurança, especialmente no que se refere à formação continuada mediada por tecnologias móveis. Do ponto de vista institucional, a pesquisa contribui ao oferecer subsídios teóricos consistentes para o aprimoramento de políticas de capacitação, alinhando inovação pedagógica, racionalidade administrativa e efetividade formativa. Sob a perspectiva social, a qualificação contínua dos profissionais da segurança pública reflete-se diretamente na melhoria do serviço prestado à população, fortalecendo a atuação estatal em benefício da sociedade.

2. METODOLOGIA

O presente estudo caracteriza-se como uma pesquisa de natureza teórica, com abordagem qualitativa e delineamento exploratório, desenvolvida por meio de uma revisão integrativa da literatura científica. A opção por esse delineamento metodológico justifica-se pela necessidade de reunir, analisar e sintetizar criticamente produções científicas consolidadas acerca do microlearning, da aprendizagem móvel, da educação corporativa e da formação continuada em contextos institucionais, permitindo a construção de uma base conceitual sólida para a fundamentação da proposta educacional apresentada.

A revisão integrativa foi adotada por possibilitar a articulação de diferentes perspectivas teóricas e empíricas, favorecendo uma compreensão abrangente do fenômeno investigado. Esse tipo de revisão permite identificar convergências, lacunas e tendências na literatura científica, contribuindo para a elaboração de proposições fundamentadas e coerentes com o estado do conhecimento na área educacional (Almeida, 2003; Cruz, 2010).

A fonte exclusiva de dados utilizada na pesquisa foi a plataforma Scientific Electronic Library Online (SciELO), em consonância com as restrições metodológicas estabelecidas. A escolha dessa base justifica-se por sua relevância no contexto científico latino-americano, por sua política editorial rigorosa e por reunir periódicos qualificados nas áreas de educação, administração, saúde e ciências sociais aplicadas, diretamente relacionadas ao escopo deste estudo.

Os critérios de busca contemplaram artigos científicos publicados em periódicos indexados na SciELO que abordassem, de forma direta ou indireta, os seguintes eixos temáticos: educação a distância, educação corporativa, microlearning, aprendizagem móvel, engajamento em EaD e uso de tecnologias digitais e móveis em processos educacionais. Foram considerados descritores e combinações de termos em língua portuguesa, tais como “educação a distância”, “educação corporativa”, “aprendizagem móvel”, “microaprendizagem”, “engajamento”, “tecnologias educacionais” e “formação continuada”.

Como critérios de inclusão, adotaram-se: a) artigos científicos completos, publicados em periódicos indexados na SciELO; b) estudos que apresentassem fundamentação teórica consistente e/ou evidências empíricas relacionadas aos eixos temáticos definidos; c) publicações que contribuíssem para a compreensão da aprendizagem em contextos institucionais e profissionais; e d) textos disponíveis integralmente em língua portuguesa. Foram excluídos documentos que não configurarem artigos científicos, tais como editoriais, resenhas, relatórios técnicos, legislações, dissertações, teses ou materiais de divulgação institucional, bem como publicações fora da plataforma SciELO.

O processo de análise dos artigos selecionados ocorreu em etapas sucessivas. Inicialmente, realizou-se a leitura dos títulos, resumos e palavras-chave, com o objetivo de verificar a aderência temática ao escopo da pesquisa. Em seguida, procedeu-se à leitura integral dos textos selecionados, priorizando a identificação de conceitos centrais, fundamentos teóricos, resultados relevantes e contribuições para a discussão sobre estratégias educacionais distribuídas, aprendizagem móvel e formação continuada. Os dados extraídos foram organizados de forma temática, possibilitando a construção de categorias analíticas que orientaram a elaboração do referencial teórico e da discussão.

A análise dos dados foi conduzida de forma interpretativa e crítica, buscando articular os diferentes aportes teóricos identificados na literatura com as demandas específicas da formação continuada em instituições públicas de segurança. Essa abordagem permitiu não apenas a descrição dos achados científicos, mas também a problematização de seus limites e potencialidades quando aplicados a contextos institucionais complexos, conforme discutido nos capítulos subsequentes (Castro; Eboli, 2013; Moscardini; Klein, 2015).

Por fim, destaca-se que, em consonância com os princípios éticos da pesquisa científica, todas as ideias, conceitos e achados discutidos neste artigo foram devidamente referenciados, respeitando-se as normas da ABNT NBR 10520 para citações e da ABNT NBR 6023 para referências. A opção metodológica adotada assegura a transparência, a rastreabilidade das fontes e a integridade acadêmica do estudo, conferindo robustez científica à justificativa proposta.

3. REFERENCIAL TEÓRICO

3.1 EDUCAÇÃO CORPORATIVA E FORMAÇÃO CONTINUADA EM ORGANIZAÇÕES PÚBLICAS

A educação corporativa consolidou-se como campo estratégico no interior das organizações contemporâneas, assumindo papel central na articulação entre desenvolvimento de pessoas, desempenho institucional e alcance dos objetivos organizacionais. A literatura científica destaca que a educação corporativa ultrapassa a lógica tradicional do treinamento pontual, ao estruturar processos contínuos de aprendizagem alinhados às estratégias institucionais e às demandas do ambiente organizacional (Cruz, 2010; Castro; Eboli, 2013).

No contexto das organizações públicas, a educação corporativa adquire contornos específicos, uma vez que se insere em estruturas marcadas por normatização rígida, diversidade de perfis profissionais e forte compromisso com o interesse público. Estudos indicam que a formação continuada no setor público deve conciliar inovação pedagógica, racionalidade administrativa e padronização de procedimentos, de modo a assegurar coerência institucional e qualidade na prestação dos serviços à sociedade (Cruz, 2010; Veloso, 2022).

A formação continuada, nesse sentido, é compreendida como processo permanente de atualização, reflexão e aprimoramento profissional, articulado às transformações do trabalho e às exigências institucionais. A literatura aponta que modelos formativos baseados exclusivamente em ações concentradas e episódicas apresentam limitações quanto à efetividade pedagógica, especialmente no que se refere à retenção do conhecimento e à sua aplicação prática no cotidiano laboral (Castro; Eboli, 2013; Moscardini; Klein, 2015).

Em instituições de grande porte e elevada capilaridade territorial, como as organizações de segurança pública, esses desafios tornam-se ainda mais evidentes. A necessidade de manter o efetivo permanentemente atualizado, sem comprometer a continuidade das atividades operacionais, exige estratégias educacionais flexíveis e escaláveis. Nesse contexto, a educação corporativa assume papel fundamental ao estruturar políticas de formação que integrem diferentes modalidades e estratégias pedagógicas, articulando ensino formal, aprendizagem no trabalho e ações educativas complementares (Veloso, 2022).

3.2 LIMITES DOS MODELOS TRADICIONAIS DE CAPACITAÇÃO E A NECESSIDADE DE ESTRATÉGIAS COMPLEMENTARES

A literatura científica tem evidenciado limites associados aos modelos tradicionais de capacitação, especialmente aqueles centrados em cursos extensos, concentrados em períodos específicos e desvinculados do contexto imediato de aplicação do conhecimento. Estudos indicam que tais modelos tendem a apresentar dificuldades no que se refere ao engajamento dos participantes, à manutenção do interesse ao longo do tempo e à transferência efetiva da aprendizagem para o ambiente de trabalho (Cruz, 2010; Castro; Eboli, 2013).

No âmbito da Educação a Distância, embora se observe ampliação do acesso e racionalização de recursos, persistem desafios relacionados à evasão, à baixa interação e à dificuldade de sustentar processos contínuos de aprendizagem. A literatura aponta que esses desafios são agravados quando os conteúdos são apresentados de forma excessivamente extensa ou pouco conectada às situações práticas enfrentadas pelos profissionais (Almeida, 2003; Martins; Ribeiro, 2019).

Diante dessas limitações, estudos têm ressaltado a importância da adoção de estratégias educacionais complementares, capazes de reforçar conteúdos, promover revisões periódicas e integrar a aprendizagem ao cotidiano profissional. A aprendizagem distribuída, caracterizada pela organização do processo formativo em unidades menores e recorrentes ao longo do tempo, tem sido apontada como alternativa promissora para ampliar a efetividade dos programas de capacitação, especialmente em contextos organizacionais complexos (Moscardini; Klein, 2015; Veloso, 2022).

Essa perspectiva reforça a compreensão de que a educação corporativa não deve se restringir a uma única modalidade ou formato, mas articular diferentes estratégias pedagógicas de forma integrada. A complementaridade entre cursos formais de EaD e ações educativas distribuídas ao longo do tempo contribui para a consolidação do conhecimento, favorecendo sua internalização e aplicação prática (Castro; Eboli, 2013).

3.3 FUNDAMENTOS CONCEITUAIS DO MICROLEARNING

O microlearning, ou microaprendizagem, tem sido discutido na literatura científica como abordagem pedagógica alinhada às transformações dos processos de aprendizagem em contextos profissionais contemporâneos. De forma geral, o microlearning caracteriza-se pela organização intencional de conteúdos em unidades breves, focalizadas e orientadas a objetivos específicos de aprendizagem, concebidas para serem acessadas de maneira rápida e recorrente (Cruz, 2010; Moscardini; Klein, 2015).

Do ponto de vista teórico, o microlearning dialoga com princípios da aprendizagem de adultos, que enfatizam a relevância, a aplicabilidade imediata e a autonomia do aprendiz. Estudos indicam que a aprendizagem tende a ser mais eficaz quando os conteúdos são apresentados de forma contextualizada, diretamente relacionada às demandas profissionais e estruturada em unidades que respeitam as limitações cognitivas e temporais dos indivíduos (Almeida, 2003; Castro; Eboli, 2013).

A literatura ressalta que o microlearning não deve ser compreendido como simples fragmentação de conteúdos extensos, mas como estratégia pedagógica planejada, que exige curadoria temática, definição clara de objetivos e articulação com um projeto educacional mais amplo. Quando concebido dessa forma, o microlearning favorece a aprendizagem contínua, o reforço de conhecimentos estratégicos e a construção progressiva de competências profissionais (Moscardini; Klein, 2015; Veloso, 2022).

No contexto da educação corporativa, o microlearning tem sido associado à ampliação do engajamento e à redução da sobrecarga cognitiva, ao permitir que o profissional acesse conteúdos relevantes no momento da necessidade. Essa característica mostra-se particularmente pertinente em ambientes de trabalho marcados por elevada pressão operacional e restrições de tempo, como é o caso das instituições de segurança pública (Cruz, 2010; Veloso, 2022).

3.4 MICROLEARNING, APRENDIZAGEM MÓVEL E RECURSOS AUDIOVISUAIS

A convergência entre microlearning e aprendizagem móvel tem sido amplamente discutida na literatura científica como resposta às transformações tecnológicas e organizacionais que impactam os processos formativos contemporâneos. A aprendizagem móvel caracteriza-se pelo uso de dispositivos portáteis para acesso a conteúdos educacionais em diferentes contextos, permitindo que a aprendizagem ocorra de forma flexível, integrada ao cotidiano profissional e em proximidade temporal com a aplicação prática do conhecimento (Kurtz et al., 2015; Santos, 2023).

No âmbito do microlearning, a mediação por dispositivos móveis potencializa seus efeitos pedagógicos ao possibilitar o acesso rápido e recorrente a unidades formativas breves. Estudos indicam que essa articulação favorece a aprendizagem situada, na qual o profissional consulta informações no momento em que enfrenta situações concretas de trabalho, ampliando a transferência da aprendizagem e a tomada de decisão informada (Kurtz et al., 2015; Veloso, 2022).

Os recursos audiovisuais desempenham papel central nesse processo, ao favorecer a clareza conceitual e a compreensão de conteúdos procedimentais. A literatura científica aponta que a linguagem audiovisual contribui para a redução de ambiguidades interpretativas, especialmente quando os conteúdos possuem caráter normativo ou operacional. Em contextos institucionais que demandam padronização de condutas, como a segurança pública, essa característica assume relevância estratégica (Almeida, 2003; Martins; Ribeiro, 2019).

Além disso, estudos indicam que a utilização de recursos audiovisuais em estratégias educacionais distribuídas contribui para o aumento do engajamento e da percepção de utilidade dos conteúdos, aspectos fundamentais para a sustentação de processos formativos contínuos. Quando integrados a um projeto pedagógico claro, vídeos e outros recursos multimodais potencializam a efetividade do microlearning, ampliando sua aderência às necessidades dos profissionais (Moscardini; Klein, 2015; Santos, 2023).

3.5 A DURAÇÃO DOS VÍDEOS NO MICROLEARNING: BREVIDADE COMO PRINCÍPIO PEDAGÓGICO

A duração dos recursos audiovisuais constitui variável pedagógica relevante no desenho de estratégias de microlearning, especialmente em contextos de aprendizagem móvel e formação continuada. Entretanto, a literatura científica indexada na plataforma SciELO não estabelece consenso quantitativo rígido acerca de um tempo ideal universal para vídeos educacionais utilizados em microaprendizagem. Em contrapartida, os estudos convergem ao enfatizar a brevidade, a segmentação intencional do conteúdo e o foco em objetivos específicos de aprendizagem como princípios centrais para a eficácia pedagógica dessa abordagem (Almeida, 2003; Cruz, 2010).

Pesquisas no campo da educação corporativa indicam que conteúdos extensos, quando apresentados de forma contínua, tendem a gerar sobrecarga cognitiva e redução do engajamento, especialmente em ambientes profissionais caracterizados por elevada demanda operacional e limitação de tempo. Nesse sentido, unidades formativas breves e focalizadas favorecem a assimilação progressiva do conhecimento e sua integração à prática profissional (Castro; Eboli, 2013; Moscardini; Klein, 2015).

No contexto da aprendizagem móvel, a brevidade dos conteúdos assume relevância adicional, uma vez que o acesso ocorre, em geral, em intervalos reduzidos de tempo, intercalados com outras atividades profissionais. Estudos indicam que a aprendizagem mediada por dispositivos móveis se beneficia de conteúdos autossuficientes, que possam ser acessados e revisitados conforme a necessidade do aprendiz, no momento da aplicação prática (KURTZ et al., 2015; SANTOS, 2023).

Dessa forma, a literatura sugere que a definição da duração dos vídeos em estratégias de microlearning deve ser orientada menos por métricas temporais fixas e mais por critérios pedagógicos, tais como a complexidade do conteúdo, a clareza do objetivo de aprendizagem e a aplicabilidade prática da informação. A centralidade do microlearning reside na capacidade de cada unidade audiovisual promover compreensão clara e reforço contínuo do conhecimento, independentemente de sua duração absoluta (Cruz, 2010; Veloso, 2022).

3.6 USO DO WHATSAPP COMO SUPORTE EDUCACIONAL EM ESTRATÉGIAS DE MICROLEARNING

O uso de aplicativos de mensagens instantâneas como suporte a processos educacionais tem sido amplamente discutido na literatura científica indexada na SciELO, especialmente no campo da educação em saúde e da formação profissional continuada. Estudos indicam que ferramentas como o WhatsApp podem atuar como canais eficazes para a disseminação de conteúdos educacionais, ao facilitar a comunicação institucional, o acompanhamento pedagógico e a interação entre os participantes (Paulino et al., 2018; Meirelles et al., 2022).

A literatura aponta que o WhatsApp apresenta características que o tornam adequado para estratégias de aprendizagem móvel, tais como ampla adoção social, facilidade de uso e possibilidade de compartilhamento rápido de diferentes formatos de conteúdo, incluindo textos, imagens, áudios e vídeos. Essas características contribuem para a ampliação do alcance das ações educativas e para o fortalecimento do vínculo entre instituição e profissionais em formação (Meirelles et al., 2022; Santos, 2023).

Entretanto, os estudos também ressaltam que o uso educacional do WhatsApp requer planejamento pedagógico e governança institucional, a fim de evitar sobrecarga informacional, dispersão dos objetivos formativos e confusão entre comunicação institucional e informal. Quando integrado a uma estratégia educacional clara, o aplicativo pode potencializar ações de microlearning audiovisual, funcionando como canal complementar de reforço e atualização contínua de conteúdos (Paulino et al., 2018; Meirelles et al., 2022).

No contexto institucional, a utilização do WhatsApp como suporte educacional deve estar alinhada às políticas de formação continuada e às diretrizes organizacionais, assegurando coerência pedagógica, padronização de conteúdos e respeito às especificidades da rotina profissional. A literatura científica sustenta que, nessas condições, a mensageria instantânea pode contribuir de forma significativa para a efetividade de estratégias educacionais distribuídas e móveis (Veloso, 2022; Moscardini; Klein, 2015).

4. DISCUSSÃO

A análise dos aportes teóricos apresentados permite sustentar que a adoção do microlearning audiovisual, mediado por aprendizagem móvel, constitui estratégia educacional coerente com as demandas contemporâneas da formação continuada em organizações públicas, especialmente no âmbito da segurança pública. As evidências científicas indicam que modelos formativos centrados exclusivamente em cursos extensos e concentrados apresentam limitações quanto ao engajamento, à retenção do conhecimento e à transferência da aprendizagem para a prática profissional, sobretudo em contextos marcados por elevada complexidade operacional e restrições temporais (Cruz, 2010; Castro; Eboli, 2013).

No campo da educação corporativa, a literatura ressalta que a efetividade dos processos formativos está diretamente relacionada à capacidade de integrar aprendizagem e trabalho, promovendo atualizações contínuas e contextualizadas. O microlearning, ao organizar conteúdos em unidades breves, focalizadas e orientadas a objetivos específicos, apresenta potencial para reforçar conhecimentos estratégicos e sustentar processos permanentes de aprendizagem, atuando de forma complementar aos programas formais de Educação a Distância já instituídos (Moscardini; Klein, 2015; Veloso, 2022).

A articulação entre microlearning e recursos audiovisuais revela-se particularmente pertinente no contexto da formação policial. Estudos indicam que a linguagem audiovisual favorece a compreensão de conteúdos procedimentais e normativos, reduzindo ambiguidades interpretativas e contribuindo para a padronização de condutas institucionais. Em ambientes operacionais, nos quais a clareza das orientações é essencial para a tomada de decisão e a segurança dos profissionais e da população, essa característica assume relevância estratégica (Almeida, 2003; Martins; Ribeiro, 2019).

A discussão acerca da duração dos vídeos reforça a necessidade de compreender a brevidade como princípio pedagógico estruturante do microlearning. A ausência de consenso quantitativo rígido na literatura SciELO indica que a eficácia das unidades audiovisuais não depende de métricas temporais fixas, mas da coerência entre objetivo de aprendizagem, complexidade do conteúdo e aplicabilidade prática. Essa compreensão confere flexibilidade institucional para definir parâmetros pedagógicos adequados às especificidades da rotina profissional, evitando a adoção de modelos engessados e pouco responsivos às necessidades reais dos profissionais (Cruz, 2010; Veloso, 2022).

A aprendizagem móvel amplia o alcance dessas estratégias ao integrar o acesso aos conteúdos ao fluxo de trabalho. Evidências científicas apontam que o acesso oportuno à informação, mediado por dispositivos móveis, favorece a aprendizagem situada e a transferência do conhecimento para a prática, especialmente em contextos nos quais a aplicação do conteúdo ocorre de forma imediata. Para a segurança pública, essa característica representa vantagem significativa, ao permitir que orientações institucionais sejam consultadas e reforçadas em proximidade temporal com as situações operacionais enfrentadas (Kurtz et al., 2015; Santos, 2023).

Nesse cenário, o uso do WhatsApp como suporte educacional apresenta-se como alternativa viável e cientificamente respaldada, desde que integrado a uma estratégia pedagógica planejada e com governança institucional clara. Estudos publicados na SciELO demonstram que a mensageria instantânea pode ampliar a adesão dos participantes, fortalecer o vínculo institucional e sustentar processos formativos contínuos, quando utilizada de forma intencional e alinhada aos objetivos educacionais (Paulino et al., 2018; Meirelles et al., 2022).

Do ponto de vista institucional, a adoção do microlearning audiovisual requer planejamento pedagógico, curadoria temática e articulação com as políticas de formação continuada existentes. A literatura científica ressalta que estratégias educacionais bem-sucedidas em ambientes organizacionais são aquelas integradas a um projeto institucional mais amplo, evitando iniciativas fragmentadas ou desconectadas dos objetivos estratégicos da organização. Nesse sentido, o microlearning deve ser concebido como estratégia complementar, capaz de potencializar os efeitos da Educação a Distância formal, e não como substituição a ela (Castro; Eboli, 2013; Moscardini; Klein, 2015).

Outro aspecto relevante refere-se ao engajamento dos profissionais. Estudos sobre engajamento em Educação a Distância indicam que este é um fenômeno multidimensional, envolvendo dimensões comportamentais, cognitivas e afetivas. Estratégias educacionais distribuídas, como o microlearning audiovisual, podem atuar como catalisadoras do engajamento ao reduzir barreiras de acesso, aumentar a percepção de utilidade dos conteúdos e promover maior proximidade entre instituição e profissionais em formação (Martins; Ribeiro, 2019; Carniel; Espinosa; Heidemann, 2025).

Assim, a discussão das evidências científicas sustenta que o microlearning audiovisual distribuído por meio de aprendizagem móvel configura-se como estratégia complementar coerente, viável e cientificamente fundamentada para a formação continuada de profissionais da segurança pública. Ao reforçar conteúdos estratégicos, promover aprendizagem contínua e ampliar o engajamento, essa abordagem contribui para o fortalecimento das políticas institucionais de capacitação e para a qualificação do serviço prestado à sociedade (Moscardini; Klein, 2015; Veloso, 2022).

CONCLUSÃO

O presente artigo teve como objetivo justificar cientificamente a adoção do microlearning audiovisual, mediado por aprendizagem móvel, como estratégia complementar à Educação a Distância institucional, com foco na formação continuada de profissionais da segurança pública. A partir da revisão integrativa da literatura científica indexada na plataforma SciELO, foi possível identificar convergências teóricas consistentes entre os fundamentos da educação corporativa, da aprendizagem de adultos, do microlearning e da aprendizagem móvel, evidenciando a pertinência dessa abordagem em contextos institucionais caracterizados por elevada complexidade operacional.

Os estudos analisados indicam que a formação continuada em organizações públicas demanda estratégias educacionais que ultrapassem modelos centrados exclusivamente em cursos extensos e concentrados, incorporando abordagens que favoreçam a aprendizagem distribuída, contínua e integrada ao cotidiano de trabalho. Nesse sentido, o microlearning apresenta-se como alternativa pedagógica alinhada às diretrizes da educação corporativa contemporânea, ao possibilitar o reforço recorrente de conteúdos estratégicos e a aproximação entre aprendizagem formal e prática profissional (Cruz, 2010; Castro; Eboli, 2013; Moscardini; Klein, 2015).

No que se refere ao uso de recursos audiovisuais, a literatura científica evidencia que unidades formativas breves, focalizadas e orientadas a objetivos específicos contribuem para a clareza conceitual, a redução da sobrecarga cognitiva e a retenção do conhecimento, especialmente quando os conteúdos possuem natureza procedimental ou normativa. A ausência de consenso quantitativo rígido acerca da duração ideal dos vídeos, identificada na literatura SciELO, reforça a compreensão de que a brevidade deve ser tratada como princípio pedagógico, e não como métrica temporal fixa, cabendo às instituições definir parâmetros a partir de critérios pedagógicos e avaliações internas (Almeida, 2003; Cruz, 2010; Veloso, 2022).

A aprendizagem móvel amplia o alcance dessas estratégias ao permitir o acesso oportuno aos conteúdos, integrando a aprendizagem ao fluxo de trabalho. Evidências científicas apontam que o uso de dispositivos móveis favorece a aprendizagem situada e a transferência do conhecimento para a prática profissional, aspecto particularmente relevante no contexto da segurança pública, no qual a aplicação do conteúdo ocorre frequentemente em situações imediatas e de alta complexidade (Kurtz et al., 2015; Santos, 2023).

Nesse cenário, o uso de aplicativos de mensagens instantâneas, como o WhatsApp, apresenta-se como canal educacional viável e cientificamente respaldado, desde que integrado a uma estratégia pedagógica planejada e alinhada às políticas institucionais de formação continuada. Estudos indexados na SciELO demonstram que a mensageria instantânea pode ampliar a adesão dos participantes, fortalecer o vínculo institucional e sustentar processos formativos contínuos, quando utilizada com governança pedagógica, curadoria de conteúdos e clareza de objetivos educacionais (Paulino et al., 2018; Meirelles et al., 2022).

Do ponto de vista científico, os achados deste estudo permitem validar o microlearning audiovisual como estratégia complementar, e não substitutiva, à Educação a Distância formal. Trata-se de abordagem caracterizada por flexibilidade, baixo custo relativo e potencial significativo de impacto, capaz de potencializar os efeitos dos programas institucionais de EaD ao reforçar conteúdos, promover aprendizagem contínua e ampliar o engajamento dos profissionais (Moscardini; Klein, 2015; Veloso, 2022).

Entre as limitações do estudo, destaca-se sua natureza teórica, baseada exclusivamente em revisão integrativa da literatura, o que impede a avaliação empírica direta dos efeitos da estratégia em um contexto institucional específico. Em razão disso, recomenda-se o desenvolvimento de pesquisas futuras de natureza empírica, especialmente estudos aplicados, com delineamentos experimentais ou quase experimentais, que investiguem de forma sistemática:

a) O tempo ideal de duração dos vídeos de microlearning, considerando diferentes tipos de conteúdo, níveis de complexidade e perfis profissionais, com vistas a identificar parâmetros pedagógicos que maximizem a absorção, a retenção e a aplicação do conteúdo em contextos operacionais, suprindo lacuna atualmente existente na literatura científica indexada na SciELO;

b) A construção, implementação e avaliação de estratégias institucionais para a disseminação de conteúdos educacionais via WhatsApp, contemplando aspectos como governança pedagógica, frequência de envio, curadoria temática, engajamento dos participantes, percepção de utilidade e impacto no desempenho profissional, de modo a produzir evidências empíricas específicas para o contexto da formação continuada em instituições de segurança pública.

A realização de pesquisas com esses focos poderá contribuir de forma significativa para o amadurecimento científico do uso do microlearning audiovisual e da aprendizagem móvel em organizações públicas, fornecendo subsídios empíricos para a definição de parâmetros pedagógicos mais precisos e para o aprimoramento das políticas institucionais de capacitação.

Conclui-se, portanto, que o microlearning audiovisual mediado por aprendizagem móvel constitui alternativa pedagógica cientificamente fundamentada, institucionalmente viável e educacionalmente pertinente para a formação continuada de profissionais da segurança pública. Sua adoção, quando planejada, avaliada e integrada às políticas institucionais de Educação a Distância, tem potencial para contribuir de forma significativa para a qualificação do serviço prestado à sociedade e para o fortalecimento da atuação estatal em contextos de elevada complexidade operacional.

REFERÊNCIAS

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1Bacharel em Segurança Pública pela Academia Policial Militar do Guatupê. Bacharel em Direito pela Universidade Cruzeiro do Sul. Especialista em Controle de Distúrbios Civis pela PMPR. Especialista em Cinotecnia Policial Militar pela PMPR. e-mail: walla.schreiner@pm.pr.gov.br