USO DE MOLDES ANATÔMICOS PARA O ENSINO DE CIRURGIA EM MEDICINA VETERINÁRIA – REVISÃO DA LITERATURA

USE OF ANATOMICAL MODELS FOR TEACHING SURGERY IN VETERINARY MEDICINE – LITERATURE REVIEW

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ch10202512101306


Júlia Marcela Vasconcelos de Moraes Vilela1; Ana Luiza Paula Borges2; Lucas Augusto Chaves Borges3; Eloisa Schroeder Medina4; Geovana Soares de Castro5; Diego Silva Lima6; Nadielli Pereira Bonifácio7; Mariana Paz Rodrigues Dias8; Tiago Luís Eilers Treichel9; Tales Dias do Prado10


RESUMO – O ensino das técnicas cirúrgicas em Medicina Veterinária vem passando por importantes transformações impulsionadas por demandas éticas, pedagógicas e tecnológicas. A tradicional utilização de animais vivos e peças anatômicas conservadas tem sido gradualmente substituída por métodos alternativos baseados em simuladores, moldes sintéticos e modelos tridimensionais, que permitem o desenvolvimento seguro e progressivo das habilidades práticas essenciais à formação profissional. A adoção desses recursos está alinhada aos Princípios dos 3Rs, que preconizam a substituição, redução e refinamento do uso de animais em atividades acadêmicas. Além de promover maior bem-estar animal, os moldes anatômicos possibilitam treinamentos repetitivos, diminuem erros iatrogênicos, ampliam a autoconfiança discente e reduzem a exposição a agentes tóxicos utilizados na conservação de peças biológicas. Esta revisão reúne evidências científicas nacionais e internacionais sobre a eficácia dos modelos alternativos aplicados ao ensino da cirurgia veterinária, e aborda seus benefícios, limitações e perspectivas futuras. Os resultados apontam que os moldes anatômicos constituem ferramentas valiosas para a modernização do ensino, com potencial para fortalecer a formação técnica, ética e científica dos futuros médicos-veterinários.

Palavras-chave: ensino de cirurgia, medicina veterinária, modelos sintéticos, princípios dos 3Rs, simuladores anatômicos.

ABSTRACT – The teaching of surgical techniques in Veterinary Medicine has undergone significant changes driven by ethical, pedagogical, and technological demands. The traditional use of live animals and preserved anatomical specimens has increasingly been replaced by alternative methods based on simulators, synthetic molds, and three-dimensional models, which enable safe and progressive development of the practical skills essential to professional training. The adoption of these resources aligns with the 3Rs Principles, which promote the replacement, reduction, and refinement of animal use in academic activities. In addition to enhancing animal welfare, anatomical molds allow repetitive training, reduce iatrogenic errors, increase student confidence, and minimize exposure to toxic agents used in biological specimen preservation. This review compiles national and international scientific evidence on the effectiveness of alternative models applied to teaching veterinary surgery, as adresses their benefits, limitations, and future perspectives. The findings indicate that anatomical molds are valuable tools for modernizing veterinary education, with the potential to strengthen the technical, ethical, and scientific training of future veterinarians.

Keywords: anatomical simulators, synthetic models, surgical education, the 3Rs principles, veterinary medicine.

Introdução

A Medicina Veterinária, enquanto área essencial para a saúde animal, humana e ambiental, exige que o futuro profissional desenvolva competências teóricas e práticas ao longo de sua formação acadêmica. Entre essas competências, destaca-se o domínio das técnicas cirúrgicas, que requerem precisão, habilidade motora, tomada de decisão e compreensão profunda das estruturas anatômicas. Tradicionalmente, o ensino prático dessas habilidades baseou-se no uso de animais vivos, cadáveres frescos e peças anatômicas conservadas, muitas vezes em condições que apresentam riscos biológicos, limitações éticas e dificuldades logísticas. Frente a esse cenário, a busca por metodologias alternativas de ensino vem ganhando destaque, sobretudo aquelas que promovem a aprendizagem segura, progressiva e alinhada aos princípios contemporâneos de bem-estar animal.

Nesse contexto, a discussão sobre o uso de animais em aulas práticas tornou-se cada vez mais relevante, impulsionada pelos Princípios dos 3Rs — Substituição, Redução e Refinamento — que orientam o desenvolvimento de estratégias educacionais mais éticas e responsáveis. Instituições de ensino de diversos países já adotam políticas que limitam ou substituem a utilização de animais vivos em treinamentos acadêmicos, sem prejuízo da qualidade pedagógica. No Brasil, embora muitos cursos ainda utilizem espécimes oriundos de óbitos naturais ou abates legalizados, cresce o interesse por soluções que reduzam impactos éticos, ambientais e de biossegurança, incorporando modelos sintéticos, peças tridimensionais e tecnologias emergentes ao ensino da cirurgia veterinária.

Os moldes anatômicos, sejam eles produzidos artesanalmente, por técnicas de impressão 3D ou clonagem sintética de órgãos, constituem ferramentas fundamentais nesse processo de modernização. Esses modelos permitem que o estudante treine habilidades técnicas de maneira repetitiva e segura, desenvolvendo destreza e confiança antes de realizar procedimentos em animais reais. Além disso, simuladores e moldes sintéticos reduzem a necessidade de exposição dos alunos a substâncias potencialmente tóxicas, como o formaldeído, e contribuem para ambientes de aprendizagem mais saudáveis e acessíveis.

A crescente literatura científica da área evidencia que esses recursos didáticos favorecem o aprendizado ativo, reduzem a ocorrência de erros iatrogênicos, fortalecem a autoconfiança discente e promovem uma formação prática mais ética e eficaz. Contudo, ainda existem desafios relacionados à padronização dos modelos, à validação de sua eficácia e à igualdade de acesso entre instituições com diferentes níveis de infraestrutura. Diante desse panorama, torna-se necessário investigar, discutir e compreender o papel dos moldes anatômicos no ensino da técnica cirúrgica em Medicina Veterinária, especialmente no contexto brasileiro.

Assim, este trabalho tem como objetivo apresentar uma revisão abrangente sobre o uso de moldes anatômicos no ensino de cirurgia veterinária, destacando suas vantagens, limitações, fundamentos éticos, aplicações práticas e perspectivas futuras. Ao analisar os avanços tecnológicos e pedagógicos nessa área, busca-se contribuir para o aprimoramento da formação profissional e para o fortalecimento de práticas educativas alinhadas aos valores contemporâneos da Medicina Veterinária.

Revisão da Literatura

A formação prática do médico-veterinário contemporâneo exige métodos de ensino que permitam o desenvolvimento seguro, ético e progressivo das habilidades cirúrgicas. Nas últimas décadas, o debate sobre o uso de animais em práticas didáticas ganhou força, principalmente devido à disseminação dos Princípios dos 3Rs — Substituição, Redução e Refinamento — que propõem a reformulação das práticas envolvendo animais na educação e na pesquisa. Esses princípios, originalmente descritos por Russell e Burch (1959), tornaram-se referência internacional na promoção de métodos alternativos mais humanizados e responsáveis (RUSSELL; BURCH, 1959).

O tema ganha ainda mais relevância quando se observa que diversos países, como Estados Unidos, Alemanha e Itália, já implementaram políticas de limitação do uso de animais vivos em práticas acadêmicas sem prejuízo da qualidade formativa. Esse cenário internacional reforça um movimento global de modernização pedagógica, direcionado ao bem-estar animal e à segurança dos estudantes (SANTOS et al., 2021). No Brasil, embora muitas instituições ainda façam uso de cadáveres provenientes de mortes naturais ou abates legalizados, há crescente incorporação de moldes sintéticos, simuladores e modelos alternativos que visam substituir ou complementar o uso de espécimes biológicos, especialmente em aulas práticas de anatomia e cirurgia (MACEDO et al., 2021).

A adoção desses modelos não se relaciona apenas à ética animal, mas também à segurança humana. Diversos autores apontam que a utilização de peças úmidas conservadas em formaldeído expõe estudantes e docentes a riscos ocupacionais, o que reforça a importância de migrar para tecnologias mais seguras, como simuladores e peças sintéticas (CARVALHO et al., 2013). Além disso, novas metodologias vêm sendo desenvolvidas no país, como a clonagem anatômica descrita por Cavalcante (2024), que utiliza materiais de baixo custo para produzir peças que reproduzem com elevada fidelidade texturas, volumes e formatos de órgãos reais. Esse tipo de iniciativa amplia o acesso a ferramentas didáticas realistas e de fácil implementação (CAVALCANTE, 2024).

Outro aspecto relevante está associado ao bem-estar animal no contexto clínico. Embora não trate diretamente de modelos anatômicos, o estudo de Oliveira e Notomi (2023) destaca que o manejo amigável em clínicas veterinárias reduz estressores como ruídos, contenções inadequadas e manipulação brusca. O princípio de reduzir sofrimento, presente tanto no manejo clínico quanto na educação, reforça que novas tecnologias de ensino, como simuladores, caminham na mesma direção ética (OLIVEIRA; NOTOMI, 2023).

Paralelamente às questões éticas, as transformações no campo da educação veterinária revelam novas demandas profissionais. Segundo Paula (2023), a formação contemporânea deve preparar o aluno para os desafios emergentes da profissão, considerando aspectos técnicos, emocionais e sociais. Diversos estudos mostram que fatores pessoais, econômicos e sociais impactam o processo de aprendizagem, influenciando diretamente a segurança e o desempenho dos estudantes durante práticas cirúrgicas (MACIEL DUARTE et al., 2023). Nesse contexto, modelos sintéticos oferecem aos estudantes um ambiente de treinamento progressivo que reduz erros iatrogênicos e riscos ao bem-estar animal, ajudando na construção gradual da autoconfiança, especialmente em estudantes iniciantes (RIVERA, 2002).

1. A Simulação e o Ensino Prático em Medicina Veterinária

O ensino por simulação tornou-se fundamental na educação em saúde, permitindo que os alunos desenvolvam habilidades motoras e cognitivas em ambientes controlados, seguros e repetíveis. Na Medicina Veterinária, simuladores e moldes anatômicos possibilitam o treinamento técnico prévio, diminuindo erros durante os primeiros contatos com animais reais. A literatura evidencia que a prática simulada contribui para o domínio instrumental, a familiarização com os planos teciduais e o aperfeiçoamento da sutura e da dissecação (HUNT et al., 2021).

Modelos de baixa, média e alta fidelidade são utilizados conforme o objetivo pedagógico. Embora modelos de alta fidelidade, como peças produzidas por impressão 3D, ofereçam maior detalhamento anatômico, autores defendem que a fidelidade funcional, isto é, a capacidade do modelo de permitir execução realista do procedimento, é o principal fator de impacto no aprendizado (HUNT et al., 2021).

2. Moldes Anatômicos e Simuladores no Treinamento Cirúrgico

Modelos físicos confeccionados com materiais sintéticos representam uma das principais alternativas ao uso de animais em treinamentos cirúrgicos. Eles permitem a prática de suturas, incisões, identificação de planos anatômicos e outras habilidades básicas com alta repetibilidade e baixo custo, reforçando sua relevância no processo formativo (ALLAVENA, 2017).

Além dos modelos sintéticos, cadáveres preparados por técnicas especiais também são amplamente utilizados. Zero (2021) desenvolveu um modelo baseado em cadáveres quimicamente tratados para o treinamento de coleta de líquido cerebroespinhal e mielografia. Esse estudo demonstrou que a preservação adequada permite que o material seja utilizado por meses, mantendo características anatômicas reais e possibilitando múltiplas repetições de procedimentos complexos com alto grau de realismo (ZERO, 2021).

A impressão 3D revolucionou a prática anatômica e cirúrgica, viabilizando modelos tridimensionais derivados de exames de imagem. Gaspar et al. (2021) criaram um modelo impresso para estudo da luxação de patela em cães, demonstrando sua aplicabilidade no ensino e no planejamento cirúrgico ortopédico. Paralelamente, pesquisas brasileiras como as de Hackmann et al. (2023) mostram que a digitalização de órgãos reais permite a construção de peças duráveis, seguras e altamente realistas para uso contínuo em laboratório (HACKMANN et al., 2023).

Estudos internacionais recentes também apontam vantagens dos modelos 3D de baixo custo, mostrando que materiais simples podem gerar peças eficientes e suficientemente realistas para treinos clínicos e cirúrgicos (HADŽIOMEROVIĆ et al., 2025). No Brasil, Macedo et al. (2021) demonstraram a viabilidade de produzir componentes anatômicos tridimensionais artesanalmente, com baixo custo e boa aceitação por estudantes, reforçando a possibilidade de expansão dessas técnicas mesmo em instituições com recursos limitados (MACEDO et al., 2021).

O desenvolvimento de modelos sintéticos que reproduzem com precisão texturas e comportamentos biomecânicos é destacado como essencial para o ensino eficaz de habilidades cirúrgicas. Magalhães e Ortêncio Filho (2006) enfatizam que a imitação realista do tecido biológico permite ao estudante vivenciar a experiência tátil e visual de uma cirurgia, sem comprometer a segurança animal (MAGALHÃES; ORTÊNCIO FILHO, 2006). Entretanto, Bermond Junior et al. (2015) ressaltam a necessidade de avaliar criticamente se os modelos sintéticos conseguem substituir integralmente a complexidade biológica real, o que é essencial para orientar a adoção massiva dessas tecnologias (BERMOND JUNIOR et al., 2015).

3. Benefícios no Desempenho e na Ética Profissional

Os modelos anatômicos proporcionam repetibilidade, segurança, economia e redução de riscos, tanto para estudantes quanto para animais. A simulação prática contribui para diminuição dos erros iniciais, melhora do tempo cirúrgico e aumento da destreza manual. A literatura mostra que estudantes treinados em simuladores apresentam maior autoconfiança e desempenho superior quando realizam o procedimento em pacientes reais (HUNT et al., 2021).

No âmbito ético, a transição para modelos sintéticos se alinha aos princípios internacionais de bem-estar animal, reduzindo o uso de animais saudáveis para fins didáticos e promovendo práticas educativas responsáveis e contemporâneas (RUSSELL; BURCH, 1959).

Considerações finais

O avanço das metodologias de simulação e o desenvolvimento de moldes anatômicos representam uma transformação significativa na formação prática em Medicina Veterinária. A análise da literatura evidencia que o uso de modelos sintéticos, peças tridimensionais e cadáveres preparados oferece benefícios relevantes tanto do ponto de vista pedagógico quanto ético, refletindo uma tendência mundial de aprimoramento das práticas educacionais na área da saúde animal. A implementação dos Princípios dos 3Rs, originalmente propostos por Russell e Burch, reforça a necessidade de estratégias alternativas que reduzam o uso de animais vivos em atividades didáticas, sem comprometer a qualidade do aprendizado.

Os estudos revisados demonstram que os moldes anatômicos, especialmente aqueles desenvolvidos por tecnologias como impressão 3D e clonagem de órgãos reais com materiais sintéticos, permitem a reprodução fiel de estruturas anatômicas, favorecendo a aprendizagem por meio de práticas repetitivas e seguras. Esses recursos mostram-se eficazes para o desenvolvimento de habilidades técnicas importantes, como sutura, dissecação, identificação de planos teciduais e execução de procedimentos cirúrgicos mais complexos. Além disso, auxiliam na redução de erros iatrogênicos durante a transição para práticas em animais vivos, contribuindo para a formação de profissionais mais seguros, autoconfiantes e conscientes.

A adoção de simuladores também atende às demandas contemporâneas de biossegurança, ao minimizar a exposição de estudantes a substâncias tóxicas utilizadas na conservação tradicional de peças anatômicas, como o formaldeído. Paralelamente, favorece um ensino mais alinhado às expectativas sociais e profissionais, diante de uma sociedade cada vez mais atenta ao bem-estar animal e à responsabilidade ética no manejo de seres vivos.

Apesar das inúmeras vantagens, a literatura indica que ainda há desafios a serem superados, como a validação científica contínua dos modelos, a padronização de metodologias de avaliação prática e a acessibilidade tecnológica para instituições com recursos limitados. Contudo, iniciativas nacionais têm mostrado que é possível desenvolver modelos de baixo custo, eficazes e adequados à realidade do ensino veterinário brasileiro, ampliando a democratização dessas ferramentas.

Diante do exposto, conclui-se que os moldes anatômicos constituem instrumentos essenciais para o ensino moderno da cirurgia veterinária, contribuindo para a capacitação técnica, ética e emocional dos futuros profissionais. A consolidação dessas tecnologias no âmbito acadêmico tende a fortalecer uma formação mais completa, segura e sustentável, promovendo o equilíbrio entre excelência técnica e compromisso com o bem-estar animal. Assim, a continuidade das pesquisas, o incentivo à inovação e o investimento institucional em métodos alternativos são fundamentais para o avanço da educação veterinária no Brasil e no mundo.

Referências Bibliográficas

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1Acadêmica da Faculdade de Medicina Veterinária da UNIRV;
2Acadêmica da Faculdade de Medicina Veterinária da UNIRV ;
3Acadêmico da Faculdade de Medicina Veterinária da UNIRV;
4Acadêmica de medicina veterinária UniRV;
5Acadêmica da Faculdade de Medicina Veterinária da UNIRV;
6Médico Veterinário;
7Profa. Ma. da Faculdade de Medicina Veterinária da UniRV;
8Profa Dr. da Faculdade de Medicina Veterinária da UniRV;
9Prof Dr. da Faculdade de Medicina Veterinária da UniRV;
10Professor Dr.Titular da Faculdade de Medicina Veterinária da UniRV