TRAUMATISMO DENTÁRIO INFANTIL: DESAFIOS E ESTRATÉGIAS EDUCATIVAS PARA PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL

CHILDHOOD DENTAL TRAUMA: CHALLENGES AND EDUCATIONAL STRATEGIES FOR ELEMENTARY SCHOOL TEACHERS

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ar10202508081509


Bianca Peaguda Pereira¹
Marina Legal Pizolato¹
Pietra Ruiz Geromini¹
Samira Neves De Melo¹
Eliane Marçon Barroso²


Resumo

Os traumatismos dentários em crianças constituem um importante desafio à saúde pública, devido às consequências funcionais, estéticas e psicológicas que acarretam. A escola, ambiente de alta incidência desses eventos, apresenta-se como cenário estratégico para ações educativas voltadas à prevenção e manejo inicial desses traumas. Este estudo teve como objetivo capacitar professores da rede municipal para o reconhecimento e conduta adequada em casos de traumatismo dentário infantil. Para tanto, foi elaborada uma cartilha informativa e realizada apresentação durante o Horário de Trabalho Pedagógico Coletivo (HTPC), seguida de disponibilização do material para consulta. A fundamentação teórica baseou-se em revisão de literatura em bases especializadas, incluindo critérios rigorosos de seleção. Os resultados evidenciaram baixa familiaridade prévia dos professores com o tema e grande interesse na capacitação. Ressalta-se a necessidade de programas contínuos e intersetoriais que envolvam educadores, responsáveis e profissionais de saúde, visando a melhoria do prognóstico dos traumas dentários infantis. A integração entre saúde e educação é fundamental para a promoção do bem-estar e da qualidade de vida das crianças.

Palavras-chaves: Traumatismo Dentário, Infantil, Dente Decíduo, Dente Permanente.

Abstract

Dental trauma in children represents a significant public health challenge due to its functional, aesthetic, and psychological consequences. Schools, as environments with a high incidence of such events, serve as strategic settings for educational actions aimed at the prevention and initial management of these traumas. This study aimed to train municipal school teachers to recognize and appropriately manage cases of childhood dental trauma. To this end, an informative booklet was developed and presented during the Collective Pedagogical Work Hours (HTPC), followed by the distribution of the material for further consultation. The theoretical foundation was based on a literature review conducted in specialized databases, applying rigorous selection criteria. Results revealed limited prior knowledge among teachers about the subject and high interest in the training. The study highlights the need for continuous and intersectoral programs involving educators, caregivers, and health professionals to improve the prognosis of childhood dental traumas. Integration between health and education sectors is essential to promote the well-being and quality of life of children.

Keywords: Dental Trauma, Pediatric, Primary Tooth, Permanent Tooth.

Introdução

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o traumatismo dentário é caracterizado como uma lesão que acomete dentes, ossos, tecidos gengivais e tecidos moles da cavidade bucal, resultante de um impacto externo, podendo causar danos parciais ou totais às estruturas envolvidas. Esses traumas podem ser classificados conforme sua extensão, intensidade e gravidade (Braga; Bönecker, 2019).

O traumatismo dentário representa um problema de saúde pública com elevada prevalência, especialmente na infância. Uma revisão sistemática com meta-análise realizada por Freire-Maia et al. (2021) apontou prevalência média de 21 % em dentes permanentes e 35 % em dentes decíduos entre crianças e adolescentes brasileiros, sendo mais comum em meninos. Fatores como overjet aumentado, má oclusão de Classe II e cobertura labial inadequada estão fortemente associados à ocorrência desses traumas (Freire et al., 2014; Oliveira et al., 2007).

Estudos regionais reforçam essa realidade. Em escolares de 6 a 12 anos, Lira et al. (2018) observaram prevalência de 4,0 %, sendo as quedas a principal causa (65,3 %). Já em Belo Horizonte, Bendo et al. (2010) registraram 17,1 % de prevalência entre adolescentes de 11 a 14 anos, com maior risco em meninos e associação significativa com cárie dentária e overjet. Em escolares de seis anos no Sul do Brasil, Traebert et al. (2021) encontraram 4,2 % de prevalência, com maior ocorrência em alunos de escolas particulares.

Esses traumas são frequentes em ambientes escolares e domiciliares, especialmente em crianças com coordenação motora, equilíbrio e reflexos de proteção ainda em desenvolvimento (Silva, 2023). Como situações de urgência odontológica, muitas vezes o atendimento inicial não é realizado por cirurgião-dentista, o que pode prejudicar o prognóstico do dente lesionado. Além do impacto físico, os traumas causam grande desconforto emocional à criança e aos responsáveis, exigindo preparo técnico e acolhimento emocional por parte dos profissionais envolvidos (Serval; Schistel; Massignan, 2019).

Tais acidentes são vistos como urgências na odontologia e muitas vezes o atendimento primário não é realizado por um dentista, podendo impactar em um prognóstico desfavorável para o dente. É uma situação desconfortável tanto para as crianças que sofreram os traumas, tanto quanto para os pais e/ou responsáveis, e para amenizar o problema de forma correta, o profissional deve estar apto para lidar com a situação, tratando com a conduta específica e acalmando a situação emocional de todos os envolvidos (SERVAL; SCHISTEL; MASSIGNAN, 2019).

Diante disso, o presente trabalho teve como objetivo orientar os professores do Ensino Fundamental II da rede pública de Barretos – SP quanto à ocorrência de traumas odontológicos no ambiente escolar. Buscou-se informar sobre os diferentes tipos de traumatismos dentários – como trinca ou fratura de esmalte, fraturas com ou sem exposição pulpar, fraturas coronorradiculares, fraturas radiculares, concussão, subluxação, luxações (extrusiva, intrusiva e lateral) e avulsão dentária – além de instruir sobre as condutas apropriadas a serem adotadas, considerando as diferenças entre dentição decídua e permanente.

Metodologia

Este estudo teve como objetivo principal promover a conscientização dos professores da rede municipal de ensino sobre os traumatismos dentários que podem ocorrer no ambiente escolar, destacando aspectos relacionados à prevenção, ao manejo inicial e à importância do encaminhamento especializado.

Desenvolvimento da ação educativa

Para a intervenção educativa, foi elaborada uma cartilha informativa digital, desenvolvida por meio da plataforma Canva®, contendo informações claras e ilustradas sobre os principais tipos de trauma dentário, medidas de primeiros socorros e orientações quanto ao fluxo de atendimento odontológico adequado. A cartilha foi transformada em uma apresentação em slides utilizando o software Microsoft PowerPoint®, com o intuito de facilitar a exposição do conteúdo em ambiente escolar.

As atividades foram realizadas na Escola Municipal Luiza Parassu Borges, no município de Barretos-SP, nos dias 17 e 18 de junho de 2024. A intervenção ocorreu durante o Horário de Trabalho Pedagógico Coletivo (HTPC), período reservado para a formação continuada dos docentes. No dia 17, a apresentação foi direcionada aos professores das turmas do 1º e 5º ano do ensino fundamental, aos professores de Educação Física e aos profissionais do Atendimento Educacional Especializado (AEE). No dia 18, a atividade contemplou os docentes do 2º, 3º e 4º ano. Ao final das apresentações, uma cópia impressa da cartilha foi deixada na instituição, com o objetivo de ampliar o acesso ao material e permitir futuras consultas pelos profissionais da escola.

Levantamento bibliográfico

A fundamentação teórica para a construção do material educativo foi baseada em uma revisão narrativa da literatura. A busca por artigos científicos foi realizada entre abril e maio de 2024, nas seguintes bases de dados: Google Acadêmico, Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), Scientific Electronic Library Online (SciELO) e Biblioteca Virtual em Saúde (BVS).

Foram utilizados os seguintes descritores em português: “trauma odontológico”, “odontopediatria” e “dentição mista”, bem como suas equivalentes em inglês: “dental trauma”, “pediatric dentistry” e “mixed dentition”.

Os critérios de inclusão para a seleção dos artigos foram: estudos originais publicados em língua portuguesa; artigos que apresentassem análise epidemiológica dos fatores associados a traumatismos dentários na infância; estudos que abordassem estratégias de diagnóstico, conduta inicial e tratamento dos traumas dentários.

Foram excluídos: livros, capítulos de livros e outros materiais não indexados nas bases de dados selecionadas; artigos sem resumo disponível; artigos com dados insuficientes ou inconsistentes em relação ao tema proposto.

Resultados

A ação educativa foi realizada conforme planejado, abrangendo dois dias de apresentação na Escola Municipal Luiza Parassu Borges, com a participação de professores de diferentes segmentos do ensino fundamental. No total, participaram aproximadamente 25 docentes, incluindo professores regentes do 1º ao 5º ano, professores de Educação Física e profissionais do Atendimento Educacional Especializado (AEE).

Durante as apresentações, foi possível observar elevado nível de interesse por parte dos participantes, evidenciado pela escuta atenta, questionamentos ao final da exposição e relatos de situações vivenciadas em que não sabiam como proceder diante de traumas dentários ocorridos no ambiente escolar. Muitos dos docentes relataram não ter recebido orientações anteriores sobre o tema durante sua formação inicial ou continuada.

Os principais pontos de dúvida manifestados pelos professores incluíram: o que fazer nos primeiros minutos após um acidente com avulsão dental; como identificar se um trauma envolve risco de fratura radicular; para onde encaminhar o aluno em caso de emergência odontológica e como proceder no contato com os pais ou responsáveis após o acidente.

A cartilha informativa foi bem recebida, sendo destacada pelos participantes como um material acessível, claro e relevante. Após a exposição, alguns professores sugeriram que o conteúdo fosse adaptado para estudantes e incluído nas atividades de educação em saúde dentro do currículo escolar.

Além disso, constatou-se que a realização da ação durante o HTPC facilitou o alcance de um número maior de profissionais da rede, possibilitando a discussão conjunta entre diferentes áreas do conhecimento e promovendo maior integração entre educação e saúde.

Por fim, uma cópia impressa da cartilha foi disponibilizada na escola para consulta futura, reforçando o caráter permanente da intervenção.

Discussão

Os resultados deste estudo ressaltam a importância da educação em saúde no contexto escolar, especialmente no que tange à capacitação dos professores para o manejo inicial dos traumatismos dentários. O interesse e a receptividade demonstrados pelos docentes durante as apresentações evidenciam a carência de ações formativas específicas, bem como a necessidade de integração entre os setores de saúde e educação para o enfrentamento adequado das situações de urgência odontológica no ambiente escolar.

O traumatismo dentário infantil configura um importante problema de saúde pública, não apenas pelas suas consequências estéticas e funcionais, mas também pelo impacto psicológico causado na criança e em seus familiares (ANDREASEN et al., 2018). Estima-se que cerca de 20% das crianças já tenham sofrido algum tipo de trauma dentário, com maior incidência nos ambientes escolar e doméstico (PETTI et al., 2018).

Os dentes anteriores, sobretudo os incisivos centrais superiores decíduos, são os mais acometidos, devido à sua posição proeminente e maior exposição a quedas e atividades físicas (GLENDOR, 2009). Adicionalmente, fatores anatômicos, como a protrusão maxilar e o aumento do overjet, são reconhecidos como preditores importantes para a ocorrência desses traumatismos (FELICIANO; CALDAS, 2006).

Entre as lesões mais comuns destacam-se as fraturas de esmalte e dentina, luxações e, em casos mais graves, a avulsão dentária, que corresponde à expulsão completa do dente do alvéolo (ANDERSSON et al., 2012). A avulsão, apesar de menos frequente, requer cuidados imediatos e específicos para viabilizar o reimplante e garantir um prognóstico favorável (FLORES et al., 2007).

Estudos indicam a vulnerabilidade das crianças a traumas coronários. No estudo “Traumatismo Dentário na Infância: Conduta de Professores do Ensino Fundamental Público do Sertão de Pernambuco” (2022), verificou-se que 55% dos professores consideram essencial transportar o dente avulsionado em sua posição original, enquanto 14% acreditam que o procedimento adequado seja a colagem do dente após a avulsão. No manejo emergencial da avulsão dentária, recomenda-se que o dente seja cuidadosamente higienizado antes de ser reposicionado no alvéolo, a fim de aumentar as chances de sucesso do reimplante.

O intervalo entre o trauma e o atendimento odontológico é fator determinante para o êxito do tratamento, especialmente nos casos de avulsão. Pesquisas apontam que o reimplante imediato ou realizado no máximo em 30 minutos após o trauma, aliado ao armazenamento do dente em meio adequado — como leite ou solução salina —, potencializa significativamente as chances de sucesso (ANDREASEN; ANDREASEN, 2007; PANZARINI et al., 2014).

Além disso, investigações demonstram que o conhecimento dos pais e responsáveis acerca das condutas emergenciais diante de traumatismos dentários é limitado, principalmente no que diz respeito ao armazenamento correto do dente e à urgência do atendimento. No estudo “Conhecimento de responsáveis sobre traumatismo dentário em crianças”, a maioria dos participantes desconhecia as medidas apropriadas, optando por métodos inadequados, como guardar o dente em guardanapo ou álcool.

Observou-se que aqueles que já haviam recebido orientações ou vivenciado situações de trauma dentário apresentaram maior preparo para agir corretamente, adotando práticas como o armazenamento em solução salina ou tentando o reimplante imediato. Esses dados reforçam a necessidade de estratégias educativas direcionadas a responsáveis, cuidadores e professores, destacando que o tempo e o meio de conservação do dente são cruciais para o prognóstico (CUNHA et al., 2017).

Esse déficit de conhecimento evidencia a urgência de programas educativos em saúde bucal, voltados para a prevenção e para o manejo correto do traumatismo dentário infantil. A escola, como ambiente de elevada incidência desses eventos, deve ser contemplada com capacitações específicas e protocolos de primeiros socorros odontológicos (PETTI et al., 2018).

Além dos aspectos biológicos, as repercussões psicológicas dos traumatismos dentários são relevantes, podendo afetar a autoestima, as relações sociais e a qualidade de vida da criança (CORTES et al., 2002). Dessa forma, o atendimento deve ser humanizado, contemplando não apenas a reabilitação funcional e estética, mas também o suporte emocional ao paciente e à família.

Em síntese, o traumatismo dentário infantil requer ações integradas entre profissionais de saúde, educadores e familiares, abrangendo desde a prevenção até a abordagem inicial e acompanhamento psicológico. Políticas públicas que promovam a educação em saúde e a qualificação em primeiros socorros são fundamentais para mitigar os impactos desses traumas.

Conclusão

A realização desta ação educativa evidenciou a relevância de capacitar os professores para o reconhecimento e manejo inicial dos traumatismos dentários em ambiente escolar. A abordagem didática, por meio de uma cartilha informativa e apresentações presenciais, proporcionou um ambiente favorável à reflexão, à troca de experiências e ao aprendizado prático.

Os docentes demonstraram interesse, engajamento e apontaram a ausência prévia de informações sobre o tema em sua formação profissional, reforçando a importância de estratégias intersetoriais de promoção da saúde no contexto escolar. Assim, conclui-se que iniciativas como esta são fundamentais para a construção de uma rede de apoio mais qualificada frente a emergências odontológicas, contribuindo para a saúde e bem-estar das crianças em idade escolar.

A ampliação dessas ações, aliada à continuidade de formações periódicas e à inclusão de conteúdos sobre primeiros socorros odontológicos nos programas de capacitação docente, é recomendada como forma de fortalecer o vínculo entre educação e saúde no espaço escolar.

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¹Discentes do Centro Universitário da Fundação Educacional de Barretos | UNIFEB
²Docente do Centro Universitário da Fundação Educacional de Barretos | UNIFEB