REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202508071255
Angélica Marques Franco Silva
RESUMO
Os trabalhadores de enfermagem em seu dia-a-dia lidam com vários tipos de riscos ocupacionais, sendo o risco biológico um dos mais presentes. Neste contexto, o presente estudo teve por objetivo identificar na literatura quais os riscos biológicos que os trabalhadores de enfermagem estão expostos, as medidas preventivas utilizadas e a identificação de novas medidas preventivas na literatura científica. A metodologia utilizada foi a de pesquisa bibliográfica. Na pesquisa preliminar foram encontrados 623 artigos, os quais foram refinados resultando em 85 artigos cujos resumos foram lidos. Destes, 08 artigos estavam relacionados ao foco deste estudo foram lidos, na íntegra, e analisados individualmente. Os resultados revelaram três principais riscos: risco por perfurocortantes, risco por acidentes onde há presença de microrganismos patógenos (HIV, hepatite B e C) e acidentes com fluidos corpóreos. As medidas identificadas foram: medidas de precauções padrão; uso de EPIS e EPC; vacinação e programas de educação continuada. Esta pesquisa contribuiu para ampliar o conhecimento sobre a temática, e a elaboração de medidas preventivas.
Palavra chave: riscos ocupacionais, EPIS, EPC, medidas preventivas.
INTRODUÇÃO
Nos dias atuais o trabalho constitui uma das práticas mais importantes da vida do ser humano, pois é através dessa atividade que o homem tira os elementos para sua própria subsistência familiar. Entretanto, o ser humano não deve trabalhar apenas pelo salário que recebe, mas também pela satisfação pessoal que deve sentir e pelos resultados que colhe através do seu próprio esforço e dedicação (MAURO; MUZI; GUIMARÃES ; MAURO, 2004).
Segundo Mauro; Muzi; Guimarães e Mauro (2004), pelo fato do trabalho desempenhar essa tão importante função na vida do homem é muito importante que ele preencha alguns objetivos, como: respeitar a vida e a saúde do trabalhador, priorizando o problema da segurança e da salubridade dos locais de atividade laboral; deixar-lhe tempo livre para o descanso e lazer, destacando-se a questão da duração dessa jornada e de sua coordenação para a melhoria das condições de vida fora do local da atividade ocupacional; e deve permitir ao trabalhador sua própria realização pessoal, ao mesmo tempo em que prestar serviços à comunidade, considerando o problema do tipo de atividade e da organização do trabalho.
Na Portaria nº 3.214 de 08 de junho (BRASIL, 1978), foram aprovadas as Normas Regulamentadoras (NRs), relacionadas à Segurança e Medicina do Trabalho, que são obrigatórias as empresas públicas e privadas. As NRs foram criadas e ampliadas para assegurar condições ideais de trabalho através da redução ou eliminação dos riscos existentes. A NR 32, criada no final da década de 90, estabelece diretrizes básicas para implantação de medidas de proteção em relação à segurança e à saúde dos trabalhadores, bem como daqueles que exercem atividades de promoção e assistência à saúde em geral (PINHEIRO; ZEITOURE, 2008).
O trabalhador da área da saúde quase sempre está exposto a diversos tipos de riscos ocupacionais, assim é importante discutir os aspectos relacionados ao trabalho que garantam o bem-estar desses trabalhadores. Os acidentes de trabalho com exposição a material biológico são extremamente frequentes entre os trabalhadores de saúde em todo o mundo. Isso ocorre pelos diversos procedimentos que são realizados na manutenção da saúde das pessoas e pelas condições em que o trabalho é executado pelo colaborador (JULIO; FILARDI ; MARZIALE, 2014). Em 2007, o Center for Disease Control (CDC) relatou que anualmente ocorrem cerca de 385.000 exposições ocupacionais a material biológico entre trabalhadores de saúde. Esse elevado número de exposições sofridas por trabalhadores de saúde levou ao reconhecimento da gravidade do problema e à criação de uma legislação americana específica, regulamentada por meio da Occupational Safety and Health Agency (CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION, 2007).
No Brasil, embora haja o risco de acidentes com material biológico, podemos ver que em muitos hospitais, há uma imensa dificuldade em diagnosticar a real magnitude do problema e a adoção de medidas preventivas (MARZIALE ; RODRIGUES, 2002).
É importante estarmos cientes que os trabalhadores da área da saúde, são de grande importância para a saúde pública. Contudo, muitos são mal remunerados, o que os leva em muitos casos, a atuarem em dois ou mais empregos, resultando em uma sobrecarga de trabalho (RITTER; STUMM; KIRCHER, 2009).
Ritter; Stumm e Kircher (2009), ainda ressalta que em consequência, esses profissionais podem estar expostos a fortes pressões físico-emocionais e a baixa atenção ao trabalho, situações essas que somadas às condições de segurança inadequadas no trabalho, podem ser responsáveis por acidentes de trabalho e doenças ocupacionais, as quais podem levar a incapacidade temporária ou definitiva do trabalhador. Daí a importância desses trabalhadores aprenderem a cuidar de si, evitando e/ou reduzindo os danos desta ocupação e, consequentemente, preservando a saúde, com condições plenas de proporcionar uma assistência adequada aos usuários.
É estimado pela Organização Internacional do Trabalho-OIT (2011) que entre os anos de 2003 e 2008 o número de enfermidades mortais relacionadas aos acidentes de trabalho aumentou de 1,95 milhão para 2,02 milhões. Isto equivale a uma média de mais de 6.300 mortes diárias relacionadas com o trabalho e cerca de 317 milhões de trabalhadores feridos em acidentes de trabalho a cada ano, representando uma média de cerca de 850.000 lesões diárias.
No ambiente de trabalho são fundamentais os recursos que propiciem segurança aos pacientes e à equipe sob condições normais e de emergências. Portanto, estudos que tenham como objetivos o conhecimento dos riscos ocupacionais e o uso dos equipamentos de proteção individual entre os trabalhadores de enfermagem são atuais e poderão contribuir, em parte, para a prevenção de acidentes de trabalho e a melhoria do ambiente laboral.
Este estudo será voltado para a área de saúde ocupacional, se concentrando nos colaboradores da área da saúde que trabalham em unidades de saúde particulares ou públicas, que no seu dia –a- dia de trabalho, estão expostos a vários riscos ocupacionais, sendo um deles os riscos biológicos. Estes riscos têm causado diversos acidentes e colocado o colaborador em situação de insalubridade, assim os objetivos deste trabalho serão identificar quais os riscos biológicos aos quais trabalhadores de enfermagem estão expostos, as medidas preventivas utilizadas e a identificação de novas medidas preventivas.
OBJETIVOS
Identificar na literatura científica quais os riscos biológicos aos quais trabalhadores de enfermagem estão expostos, as medidas preventivas utilizadas e a identificação de novas medidas preventivas na literatura científica.
DELINEAMENTO METODOLÓGICO
Trata-se de uma pesquisa bibliográfica, que segundo Marconi e Lakatos (2001), e o levantamento de toda a bibliografia já publicada em formas de livros, revistas, publicações avulsas em imprensa escrita e documentos eletrônicos. Sua principal finalidade é colocar o pesquisador em contato direto com tudo aquilo que foi escrito sobre determinado assunto, com objetivo maior de permitir ao cientista o esforço paralelo na análise de suas informações.
A pesquisa foi efetuada por meio de consultas as seguintes bases de dados: Literatura Latino-americana do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), Scientific Electronic Library Online (SciELO) e Index Medicus Eletrônico da National Library of Medicine (MEDLINE). Foi realizado um levantamento sistemático das pesquisas publicadas no período de 2004 -2014.
Para o Levantamento dos artigos foram utilizados os descritores: Riscos ocupacionais, riscos biológicos, riscos em enfermagem, modelos de prevenção à saúde, saúde do trabalhador, acidentes de trabalho. Foram estabelecidos os seguintes critérios de inclusão dos artigos: idioma português, inglês e espanhol, disponibilidade de resumos para identificação e artigos na íntegra para a fase de análise propriamente dita.
Na pesquisa preliminar foram encontrados 623 artigos, os quais foram refinados resultando em 85 artigos cujos resumos foram lidos. Destes, 08 artigos estavam relacionados ao foco deste estudo foram lidos, na íntegra, e analisados individualmente.
Esta avaliação dos artigos selecionados envolveu a leitura analítica e anotação dos dados referentes ao periódico (título, idioma, data de publicação) a ao estudo (delineamento, resultados, limitações) em instrumento padronizado. Os dados foram submetidos às seguintes questões: Quais os riscos biológicos ao qual a equipe de enfermagem está exposta? Quais medidas preventivas utilizadas? Em seguida, os dados foram organizados por meio do programa Microsoft Word, e analisados.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Os estudos apontaram de forma geral três classes de riscos biológicos: riscos biológicos causados por materiais perfurocortantes (87%); acidentes com material biológico onde pode haver o contato com microrganismos patógenos, como o vírus do HIV, Hepatite B e C (75%) e risco biológico por acidentes com fluidos corpóreos (50%).
Os riscos biológicos por meio de materiais perfurocortantes (Agulhas, lancetas, scalps, lâminas, entre outros) apareceram em 87% dos estudos analisados. Acosta (2004), afirma que são grandes os problemas gerados pelo descarte inapropriado de perfurocortantes através de: coletores improvisados e localizados longe do local de realização do procedimento, disposição dos residuais acima da capacidade recomendada, presença de agulhas e outros dispositivos perfurocortantes dispostos fora dos recipientes. Esses descartes inapropriados podem aumentar o risco de acidentes por materiais perfurocortantes.
Em um estudo realizado no ano de 2009, onde o objetivo era investigar as causas dos acidentes biológicos, chegou-se a conclusão que os acidentes causados por materiais perfurocortantes ocorrem relacionados principalmente pela manipulação frequente de objetos perfurocortantes; pela característica da ocupação profissional e pelo comportamento profissional indevido levando assim a acidentes com agulhas, através do descarte inapropriado de perfurocortantes, proporcionando assim riscos a outros grupos de profissionais que não estão em contato direto ao paciente (SILVA; PAULA; ALMEIDA; VILLAR, 2009).
Para Alves; Passos e Tocantins (2009), os acidentes com perfurocortantes são causados por falta de atenção no planejamento e na execução das atividades; falta de observação das normas de biossegurança; uso inadequado de equipamentos de proteção individual e sobrecarga de trabalho pela número reduzido de profissionais na prestação de cuidados de enfermagem.
Simples medidas podem ser tomadas a fim de que os acidentes com perfurocortantes possam ser evitados, como o simples uso da cuba-rim e bandeja durante qualquer procedimento que seja invasivo, para colação de material perfurocortante. Separar com muita atenção os materiais perfurocortantes de campos e roupas utilizados nos procedimentos invasivos, após a sua realização. Jamais colocar materiais perfurocortantes em lixos comuns, sempre manter a caixa de perfurocortantes lacrada e sempre transportar pelas alças mantendo a caixa longe do corpo. Nunca guardar esse tipo de material nos bolsos ou lençóis (CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION, 2007).
Na prática, ainda se tem dado pouca atenção aos acidentes perfurocortantes, quando avaliamos a sua alta frequência, sua significativa e a enorme necessidade de preveni-los em função das graves consequências que podem acometer trabalhadores expostos a esses acidentes (SARQUIS; FELLI, 2002).
Em 75% dos estudos analisados, foi considerado como risco ocupacional, os acidentes com materiais biológicos em que é possível adquirir os vírus da imunodeficiência humana (HIV) e os vírus de hepatites B (HBV) e C (HCV). O Ministério da Saúde (2006) considerou os ferimentos causados por agulhas e materiais perfurocortantes perigosos, pois estes tipos de acidentes podem transmitir pouco mais de 20 tipos de patógenos diferentes, entre eles o vírus do HIV, o vírus da Hepatite B e da Hepatite C.
Dentre as medidas preventivas principais a serem adotadas, destaca-se a profilaxia a pré-exposição da Hepatite B, por meio de vacina ou imunoglobulina, mas não existe vacina para Hepatite C. A redução do risco de infecção depende também da conduta adotada quando ocorre uma ocorrência de acidente, o que inclui o uso da profilaxia pós exposição (PPE) para a prevenção da contaminação pelo HIV (CARDO; CULVER; CIESIELSKI; SRIVASTAVA; MARCUS; ABITEBOUL; ET AL, 1997).
Segundo Almeida e Benatti (2007), foi somente após a descoberta do vírus da imunodeficiência humana (HIV), como agente da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS), e a elucidação da sua forma de transmissão, que as organizações estatais desencadearam esforços para diminuir as consequências dos acidentes com a exposição aos fluidos orgânicos potencialmente contaminados.
Os acidentes com sangue e outros fluidos corpóreos (secreção gástrica, saliva, urina, fezes, entre outras) foram apontados em 50% dos estudos. Segundo Balsamo e Felli (2006) os trabalhadores de saúde estão expostos a fluidos biológicos, o que pode causar agravos à sua saúde. Esses profissionais lidam direta ou indiretamente com o cuidado aos pacientes, expondo-se a diversos microrganismos que estão presentes no sangue, urina, fezes entre outros. Uma das maneiras usadas para diminuir ou evitar acidentes com esses fluidos são através da utilização das medidas preventivas, do uso de equipamentos de proteção individual (EPI) como luvas, óculos, avental e máscara; também através do estabelecimento de normas de biossegurança e educação continuada (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2006).
A biossegurança esteve presente em todos os estudos analisados, destacando como medidas preventivas o uso das precauções padrões (Higienização das mãos, uso de luvas e avental, máscaras e óculos); uso de equipamentos de proteção coletivas e individuais; profilaxia a pré-exposição da hepatite B e C, pós-exposição para a prevenção da contaminação pelo HIV e a criação de programas de educação continuada em unidades de saúde. Para Silva e Almeida (2009), a percepção dos riscos aos quais estão submetidos pelo trabalhador trás influência em seu comportamento e consequentemente em sua exposição aos riscos. A prevenção está diretamente ligada à identificação dos riscos aos quais estão expostos.
É notório que o ambiente de atuação de enfermagem, se torna muitas vezes nocivo à saúde, isso muitas vezes pelas condições desfavoráveis ao bem estar da saúde e á insatisfação pessoal. A precariedade do trabalho, causada pelo excesso de atividade física e mental, pelo vínculo empregatício, pelo acúmulo de horas trabalhadas ou mesmo pela má remuneração, tem sido o fator determinante de ocorrências de acidentes e doenças ocupacionais (MAURO; VEIGA, 2008).
Dessa forma, acredita-se na relevância em estudar os riscos a que esses trabalhadores estão expostos e as medidas possíveis a serem usadas no dia-a-dia na prevenção de acidentes e manutenção da saúde.
CONCLUSÃO
Este estudo teve como objetivo conhecer através da literatura, os riscos biológicos aos quais os trabalhadores de enfermagem estão expostos e as medidas preventivas apontadas. Isso nos permitiu conhecer os riscos biológicos presentes no dia-a-dia desses trabalhadores e identificar a importância das medidas para a utilização das medidas preventivas e de manutenção da saúde.
Dentro dos objetivos propostos foi possível identificar três principais riscos biológicos, o risco biológico por acidentes por perfurocortantes, risco por contaminação por microrganismos patógenos e exposição a fluidos corpóreos. Através da identificação desses riscos é possível utilizar as medidas preventivas.
No que se refere às medidas preventivas, foi possível identificar medidas específicas e gerais. De forma inespecífica as medidas apontadas foram: uso das medidas de precauções; uso de luvas; máscaras; protetores de olhos; nariz e boca; jaleco; esquema vacinal completo; uso de material de apoio para realização de procedimentos; criação de programas de educação continuada.
Assim podemos concluir que os trabalhadores da saúde estão expostos a vários riscos biológicos, a identificação desses riscos se faz importante, pois é através dessa identificação que será possível a utilização de medidas preventivas específicas aos riscos que estão expostos. Também se faz necessário uma orientação, através de um programa de educação continuada, principalmente porque a exposição a esses riscos serão frequentes e podem causar vários problemas à saúde, podendo causar consequências irreversíveis, gerando afastamentos e desemprego.
Esperamos que este estudo possa esclarecer dúvidas e trazer mais conhecimento. Entretanto, tenho consciência da limitação do mesmo, por se tratar de um estudo com amostra pequena. Apesar disso creio que seus resultados contribuíram para o ensino, para pesquisa e para prevenção. Para o ensino contribuiu mais como fonte de conhecimento sobre o tema abordado, ajudando novos acadêmicos a ampliar os seus conhecimentos; na pesquisa como um estudo sobre riscos ocupacionais, ajudando na produção de novas pesquisas; na prevenção como suporte para o planejamento de ações preventivas.
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