INSULIN RESISTANCE AND ITS EFFECTS ON THE DEVELOPMENT OF BREAST CANCER
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/dt10202508251729
Raissa Morelatto Vendruscolo1; Stella Rezende2; Isadora Justo Feitoza3; Nathalia Rech Vechiato4; Dr. Renam Arthur de Sousa5
RESUMO
A resistência insulínica (RI) configura-se como um importante distúrbio metabólico associado a diversas condições crônicas, incluindo obesidade, síndrome metabólica e Diabetes Mellitus tipo 2, além de exercer papel relevante na carcinogênese mamária. A hiperinsulinemia crônica decorrente da RI estimula a via do IGF-1, promovendo proliferação celular, angiogênese e inibição da apoptose, mecanismos que favorecem a progressão tumoral. Evidências epidemiológicas e estudos prospectivos, como o Women’s Health Initiative, apontam que a síndrome metabólica, frequentemente acompanhada de RI, está relacionada tanto à maior incidência de câncer de mama quanto a pior prognóstico e mortalidade específica. Nesse contexto, padrões alimentares de baixo potencial insulinêmico e intervenções dietéticas, como restrição de tempo alimentar e dietas com baixo teor de carboidratos, mostraram impacto positivo em biomarcadores séricos e na melhora do HOMA-IR, sugerindo efeito protetor. Adicionalmente, a metformina, fármaco de primeira linha no tratamento do diabetes tipo 2, tem demonstrado benefícios além do controle glicêmico, incluindo a melhora da sensibilidade à insulina e a redução da insulinemia em pacientes com câncer de mama não diabéticas. Ensaios clínicos indicam que a droga pode modular biomarcadores proliferativos, como o Ki-67, e reduzir hormônios relacionados ao risco tumoral, como estradiol e estrona, sobretudo quando associada a mudanças no estilo de vida. Embora os resultados ainda sejam heterogêneos, o conjunto de evidências sugere que a metformina, aliada a estratégias nutricionais, representa uma promissora abordagem adjuvante para reduzir a recorrência e melhorar o prognóstico do câncer de mama.
Palavras-chave: Resistência insulínica. Câncer de mama. Obesidade. Metformina.
1. INTRODUÇÃO
A resistência insulínica é definida como uma disfunção da resposta biológica dos tecidos-alvo à estimulação de insulina decorrente de várias etiologias, como: aumento da adiposidade visceral, processo de envelhecimento e desequilíbrio nutricional. Esse distúrbio ocasiona falha na captação de glicose pelas células dependentes de GLUT-4, um transportador de glicose dependente da insulina, resultando em aumento da produção de tal hormônio pelas células beta pancreáticas, acarretando a hiperinsulinemia.
A referida condição representa uma crescente preocupação à saúde pública, devido à sua forte associação com outros distúrbios metabólicos, tais quais: Obesidade, Síndrome Metabólica, Síndrome dos Ovários Policísticos, doenças cardiovasculares, câncer e Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2), doença em que o desenvolvimento é precedido em 10 a 15 anos pela RI. Nesse sentido, segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, o Brasil apresenta cerca de 20 milhões de pessoas com Diabetes Mellitus, sendo 90% portadoras do tipo 2. Sob essa ótica, a DM2 é caracterizada por quadro de hiperglicemia decorrente do uso inadequado da insulina. (COSTA et al, 2023; SZABLEWSKI, 2024).
Nesse ínterim, constata-se que a insulina é um hormônio anabólico relacionado aos níveis de glicose no sangue, responsável por regular o metabolismo e o armazenamento de energia. Atuando sinergicamente com ela, o IGF-1 (fator de crescimento semelhante à insulina) é responsável pela manutenção da sensibilidade à insulina e pela ativação de vias de sinalização mitogênicas, o que gera proliferação celular (SZABLEWSKI, L., 2024). No que tange às proliferações celulares, o câncer é definido pelo crescimento desordenado de células indiferenciadas, uma característica altamente preditiva de comportamento maligno.
Nesse foco, a carcinogênese resulta de um acúmulo de mutações complementares e sequenciais, ao longo do tempo, em dois tipos principais de genes: os proto-oncogenes e os genes supressores de tumor. Com o desbalanço das vias, proliferação ativada e supressão desativada, o resultado será de crescimento e proliferação exacerbados. (KUMAR; ABBAS & ASTER, 2023).
Estudos epidemiológicos apontam o câncer como o maior problema de saúde pública e uma das principais causas de morte em todo o mundo. De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde, em 2022, 20 milhões de novos casos de câncer foram descobertos e 9,7 milhões de pessoas foram a óbito. Com o aumento da incidência da doença, a previsão para 2050 é de 35 milhões de novos casos no mundo.
No âmbito do Brasil, pesquisas revelam que em 2023, 704 mil novos casos foram estimados. Desse modo, o rápido crescimento da carga global de câncer reflete diretamente as transições epidemiológicas e demográficas do mundo, as quais resultaram em uma população envelhecida e em maior exposição a fatores de risco associados à dieta, obesidade, exposição a carcinógenos ambientais e mudanças comportamentais (SANTOS et al., 2023).
Dentre as diversas neoplasias relacionadas a distúrbios metabólicos, o câncer de mama destaca-se por sua elevada incidência e impacto na saúde feminina. Considerado o tipo de câncer mais comum entre as mulheres em todo o mundo, de fisiopatologia multifatorial, a qual envolve: predisposição genética, exposição hormonal, estilo de vida e, mais recentemente, fatores metabólicos como a resistência insulínica. Evidências crescentes sugerem que a hiperinsulinemia crônica pode exercer um papel relevante na carcinogênese mamária, uma vez que a insulina atua como fator de crescimento, promovendo a proliferação celular e inibindo a apoptose em células mamárias normais e neoplásicas (BARBOSA et al., 2021; GALLAGHER & LEROITH, 2020).
Por isso, diante da relevância epidemiológica e biológica do tema, o presente estudo tem como objetivo realizar uma revisão integrativa da literatura a fim de investigar a relação entre os mecanismos envolvidos na resistência insulínica, bem como sua possível contribuição para o desenvolvimento de malignidades, focando no câncer de mama.
2. METODOLOGIA
Trata-se de uma revisão bibliográfica integrativa, cujo objetivo é investigar a relação entre resistência à insulina e câncer de mama. A busca foi realizada nas bases de dados PubMed (Medline), Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e Cochrane Library e Literatura Latino-Americana.
Foram incluídos artigos publicados em inglês, espanhol e português nos últimos cinco anos, com acesso ao texto completo, envolvendo seres humanos adultos. Utilizaram-se os descritores “insulin resistance”, “insulin sensitivity”, “breast cancer”, “breast neoplasia”, combinados pelos operadores booleanos “AND” e “OR”, buscando-se sua ocorrência no título e/ou resumo dos artigos.
A seleção dos estudos considerou aqueles que abordam explicitamente a associação entre resistência insulínica e a carcinogênese das neoplasias mamárias. Foram priorizados artigos originais e ensaios clínicos, com filtro para textos de acesso aberto.
Foram encontrados, por exemplo, 40 artigos no PubMed com acesso livre ao texto completo, dos quais 9 correspondiam a estudos em adultos, humanos, nos últimos cinco anos, em inglês, português e espanhol. Na base Cochrane Library, foram identificados 119 artigos com acesso livre ao texto completo, sendo 14 nos últimos 5 anos em inglês. Por fim, na Biblioteca Virtual em Saúde foram observados 969 artigos de acesso livre, sendo 48 dentro dos critérios citados anteriormente.
Por se tratar de uma pesquisa baseada exclusivamente em dados secundários disponíveis em domínio público, não foi necessária a submissão ao Comitê de Ética em Pesquisa (CEP), conforme dispensa prevista na Resolução nº 510/2016 do Conselho Nacional de Saúde, especialmente nos incisos II, III e V do artigo 2º.
3. DISCUSSÃO E RESULTADOS
O câncer de mama resulta do acúmulo de mutações que comprometem genes responsáveis pelo reparo do DNA, controle do ciclo celular e vias de sinalização do crescimento. Entre os principais, destacam-se BRCA1 e BRCA2 (reparo por recombinação homóloga), TP53 (resposta ao dano genético), PIK3CA (ativação da via PI3K/AKT) e amplificação de HER2/ERBB2 (sinalização proliferativa). O estrogênio exerce papel central, estimulando a proliferação epitelial e aumentando a chance de erros replicativos, especialmente em tumores com receptores hormonais positivos. Esses fatores contribuem para a formação de subtipos moleculares com comportamentos distintos: Luminal A (mais lento), Luminal B (mais agressivo), HER2 positivo (alta proliferação e resposta a terapias-alvo) e Triplo Negativo/Basal-like (muito agressivo, associado a BRCA1). (KUMAR; ABBAS & ASTER, 2023)
A progressão geralmente começa com lesões pré-invasivas, como hiperplasia atípica e carcinoma in situ, avançando para carcinoma invasivo capaz de ultrapassar a membrana basal. A disseminação ocorre principalmente por via linfática para linfonodos axilares e por via hematogênica para ossos, pulmões, fígado e cérebro. O microambiente tumoral – composto por células estromais, vasos sanguíneos e elementos inflamatórios – participa ativamente, promovendo angiogênese e remodelamento tecidual, o que facilita a invasão local e a formação de metástases. (KUMAR; ABBAS & ASTER, 2023)
Sob essa ótica, a resistência à insulina, frequentemente mensurada por marcadores como o índice triglicerídeos-glicose (TyG), apresenta forte associação com o risco e a progressão do câncer de mama, conforme evidenciado por meta-análises recentes. Mecanisticamente, a hiperinsulinemia crônica resultante desse estado metabólico promove ativação sustentada da via do fator de crescimento semelhante à insulina tipo 1 (IGF-1), estimulando proliferação celular, angiogênese e inibindo a apoptose. Além disso, a resistência à insulina contribui para um microambiente tumoral pró-inflamatório e para o aumento da biodisponibilidade de estrogênios por redução da SHBG, fenômenos que favorecem a transformação maligna e a progressão do tecido mamário. (DIAR et al., 2025)
Ainda, o estudo prospectivo do Women’s Health Initiative reforça esse vínculo ao demonstrar que a síndrome metabólica, frequentemente acompanhada de resistência à insulina, está associada não apenas a maior incidência de câncer de mama, mas também a pior prognóstico, com elevação da mortalidade específica. Os componentes metabólicos, como obesidade abdominal, dislipidemia e hiperglicemia, correlacionaram-se a tumores com receptores hormonais específicos (ER+/PR−), de comportamento mais agressivo. Esses dados indicam que a resistência à insulina atua como elemento central na interface entre disfunção metabólica e carcinogênese mamária, configurando-se como alvo potencial para estratégias preventivas e terapêuticas. (CHLEBOWSKI et al., 2024)
A literatura evidencia que a resistência à insulina, frequentemente agravada pela obesidade, desempenha papel central no aumento da incidência e mortalidade por câncer de mama, especialmente em mulheres na pós-menopausa. Padrões alimentares mal-adaptativos, caracterizados por elevado potencial insulinêmico, favorecem a hiperinsulinemia e a inflamação, criando um ambiente propício para a carcinogênese mamária. Nesse contexto, estratégias nutricionais como a restrição de tempo alimentar (TRF) e o padrão alimentar de baixa glicose (LGEP) demonstraram melhora significativa nos índices de resistência à insulina (HOMA-IR) e em biomarcadores séricos relacionados ao câncer, sugerindo impacto benéfico sobre o microambiente mamário (CAMPBELL, 2023).
De forma semelhante, dietas de baixo potencial insulinêmico, ricas em frutas, vegetais folhosos, laticínios integrais e café, têm sido associadas à redução do risco de câncer de mama, em contraste com padrões alimentares hiperinsulinêmicos, ricos em carnes processadas, bebidas açucaradas e ultraprocessados, os quais aumentam o risco da neoplasia (MOUSAVI et al., 2022).
Ensaios clínicos reforçam o papel da modulação dietética na redução do risco e na melhora do prognóstico do câncer de mama. O estudo WHI DM, por exemplo, demonstrou que intervenções com dieta de baixo teor de gordura reduzem componentes da síndrome metabólica — como glicemia, insulina de jejum e HOMA-IR — e estão associadas à menor mortalidade por câncer de mama em longo prazo (Andrea Romanos-Nanclares et al., 2022). Ademais, ensaios com dietas cetogênicas e de baixo carboidrato em pacientes diagnosticadas revelaram melhora da qualidade de vida, composição corporal e parâmetros metabólicos, incluindo resistência insulínica (SCHEMBRE et al., 2021). Esses achados sustentam a hipótese de que a alimentação exerce influência direta sobre a resistência à insulina e, consequentemente, sobre a biologia tumoral mamária, configurando-se como um eixo central de prevenção primária e adjuvância terapêutica no câncer de mama.
Nesse viés, a Metformina, uma biguanida amplamente utilizada como primeira linha no tratamento do DM2, atua inibindo a gliconeogênese hepática e aumentando a sensibilidade à insulina nos tecidos periféricos. Além de reduzir a incidência de diabetes em mulheres obesas com intolerância à glicose, o fármaco tem demonstrado efeito positivo sobre a resistência à insulina em pacientes com câncer de mama não diabéticas, contribuindo para a diminuição da insulina circulante e do índice HOMA-IR (JOHANSSON et al., 2024). Esse efeito metabólico é relevante, uma vez que a hiperinsulinemia e o estado de resistência insulínica estão associados à progressão tumoral por meio da ativação de vias proliferativas, como a PI3K/AKT/mTOR, que favorecem o crescimento e a sobrevivência das células neoplásicas (FARKHONDEH et al., 2021).
Do ponto de vista oncológico, a metformina tem sido investigada por seu potencial impacto no prognóstico do câncer de mama. Ensaios clínicos indicam que o medicamento pode modular biomarcadores proliferativos, como o Ki-67, além de reduzir leptina, estradiol e estrona em mulheres sobreviventes de câncer de mama, especialmente quando associado a intervenções no estilo de vida (FARKHONDEH et al., 2021; JOHANSSON et al., 2024). Embora alguns estudos apresentem resultados heterogêneos, o conjunto das evidências sugere que a melhora da resistência à insulina e a modulação hormonal proporcionadas pela metformina podem contribuir para a redução do risco de recorrência e para um melhor prognóstico, reforçando seu papel como estratégia adjuvante promissora na oncologia mamária.




























4. CONCLUSÃO/CONSIDERAÇÕES FINAIS
A resistência insulínica exerce influência significativa no desenvolvimento e progressão do câncer de mama, ao estimular vias proliferativas, inflamatórias e hormonais que favorecem a carcinogênese. Evidências demonstram que a hiperinsulinemia crônica está associada a maior incidência da neoplasia, bem como a piores desfechos clínicos, incluindo recorrência e mortalidade específica. Nesse cenário, intervenções nutricionais de baixo potencial insulinêmico mostraram-se benéficas na modulação de biomarcadores metabólicos, indicando papel protetor relevante.
Além disso, a metformina tem se destacado como estratégia adjuvante promissora, ao melhorar a sensibilidade insulínica e reduzir hormônios e marcadores proliferativos relacionados ao risco tumoral. Apesar da heterogeneidade dos estudos, o conjunto das evidências aponta para a importância da integração entre terapias farmacológicas e modificações no estilo de vida, reforçando a necessidade de ensaios clínicos mais robustos que consolidem tais abordagens na prática clínica e na formulação de políticas públicas em saúde.
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1Discente do Curso Superior de Medicina do Centro Universitário Cesumar Campus Maringá, PR e-mail: raissavendruscolo2@gmail.com
2Discente do Curso Superior de Medicina do Centro Universitário Cesumar Campus Maringá, PR e-mail: stella-rezende@hotmail.com
3Discente do Curso Superior de Medicina do Centro Universitário Cesumar Campus Maringá, PR e-mail: isadorajf03@gmail.com
4Discente do Curso Superior de Medicina do Centro Universitário Cesumar Campus Maringá, PR e-mail: nataliarechvechiato@gmail.com
5Docente do Curso Superior de Medicina do Centro Universitário Cesumar Campus Maringá, PR e-mail: renam.sousa@docentes.unicesumar.edu.br
