THE RELEVANCE OF THE CLINICAL PHARMACIST’S ROLE IN THE HOSPITAL SETTING: A LITERATURE REVIEW.
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ra10202512081738
Isaias Mauro da Silva Barbosa1
Marcelo Rodrigues Ribeiro2
Mayara Sabrina de Amorim Rodrigues3
Renata Vaz Rodrigues4
Resumo
A atuação do farmacêutico clínico no âmbito hospitalar tem colaborado de maneira positiva para a melhoria da saúde dos pacientes, tendo em vista que o acompanhamento contínuo do profissional com paciente proporciona um melhor gerenciamento da condição de saúde tanto em doenças crônicas quanto em problemas relacionados a medicação. Sendo assim, o presente estudo se justifica a devido à grande e enfática importância da atuação do farmacêutico clínico no âmbito hospitalar, no sentido que o profissional garante medidas, como minimizar os riscos relacionados a assistência da saúde. O presente estudo tem como objetivo investigar na literatura a atuação do farmacêutico clínico em âmbito hospitalar, identificando-se seus impactos na assistência prestada aos pacientes.: Sendo assim, esta pesquisa se qualifica como uma revisão sistemática da literatura, a qual não será submetido à avaliação do Comitê de Ética. Para a elaboração e coleta de dados desta pesquisa, foram utilizados artigos científicos encontrados nas seguintes bases de dados: Literatura Latino- americana e do Caribe em Ciências da Saúde (Lilacs), Publicattionsof Medical Literature Analysis and Retrievel System Online (PubMed) e Scientific Electronic Library Online (SciELO). Dentre os artigos analisados foram selecionadas de acordo com os critérios de inclusão estabelecidos previamente. Com relação a abordagem das fontes primárias selecionadas, notou-se que 60 % (4) abordam a importância das intervenções farmacêuticas realizadas em hospitais, 20% (3) abordam a economia com presença de farmacêutico clínico em unidade hospitalar, 20% (3) descrevem o impacto da atuação do farmacêutico na diminuição de problemas relacionados a medicamentos. Dessa forma, valida-se que o farmacêutico clínico atua promovendo a saúde.
Palavras-chave: Farmacêutico clínico; relevância; problemas relacionados a medicamentos.
1 INTRODUÇÃO
Atualmente a garantia da segurança dos pacientes é uma das prioridades dos serviços de saúde principalmente no âmbito hospitalar tendo em vista que problemas relacionados à terapia podem ocasionar consequências irreversíveis aos pacientes principalmente em casos de erros de medicação nesse contexto os alguns responsáveis procuro programar estratégias as com as diminuam a ocorrência desses defeitos e que garantam o perfil de segurança eficácia do tratamento para os pacientes internados ou que fazem acompanhamento no hospital (Reis et al. 2013).
A utilização de medicamentos no âmbito hospitalar é um procedimento que envolve um sistema complexo no qual tem sido cada vez mais discutido, pois é considerado um risco a segurança do paciente e é apontado como causador de danos desnecessários associados a assistência em saúde sendo assim a atuação do farmacêutico clínico é fundamental a fim de criar um ambiente mais seguro na assistência (Miranda et al., 2018).
Foram identificadas deficiências no processo de abastecimento e desorganização estrutural, o que gerou dificuldades no fluxo de trabalho. É importante notar que, apesar das adversidades, a maioria dos colaboradores está adequadamente treinada e segue orientações baseadas em procedimentos operacionais padrão. A atuação do farmacêutico é crucial para a recuperação da saúde e desempenha um papel ativo na farmacovigilância. Além disso, esse profissional é fundamental para um controle mais eficaz no monitoramento dos pacientes, muitos dos quais enfrentam interações medicamentosas severas (Oliveira, 2023).
Segundo Alano (2012) os problemas relacionados a terapia medicamentosa podem ser identificados através da baixa adesão ao tratamento medicamentoso além disso as falhas no monitoramento da terapia em pacientes tendo em vista o elevado número de tratamentos os quais se demonstram ineficazes na obtenção dos objetivos. Nesse contexto, o autor propõe uma reflexão a qual indica que a implementação de um serviço farmacêutico clínico no âmbito hospitalar proporciona aos pacientes uma possibilidade de usufruírem e realizarem o tratamento e o serviço com segurança e minimizando assim o acontecimento de efeitos adversos e estabelecendo o uso racional.
Atualmente a atuação do farmacêutico clínico no âmbito hospitalar tem colaborado de maneira positiva para a melhoria da saúde dos pacientes tendo em vista que o acompanhamento contínuo do profissional com paciente proporciona um melhor gerenciamento da condição de saúde do paciente tanto em doenças crônicas quanto em problemas relacionados a medicação ou seja o profissional farmacêutico e um ser de seguimento clínico ele atua com objetivo de prevenir identificar e resolver possíveis problemas relacionados a medicação através do envio intervenções farmacêuticas (Correr et al., 2011).
Segundo, Reis et al. (2013), a assistência à saúde ao paciente é um procedimento o qual não garante sozinho a segurança ao paciente, o autor indica que muitos óbitos ocorrem devido a erros e problemas relacionado a medicação, inclusive de prescrição médica, tal fato justifica a importância das intervenções do farmacêutico clínico no ajuste de dose e posologia, no sentido de garantir segurança, efetividade e uso racional do medicamento.
Mediante ao cenário de insegurança nos serviços de saúde, principalmente no âmbito hospitalar, ressalta-se a importância da atuação clínica do farmacêutico, compondo a equipe multiprofissional. Nesse contexto, a relevância da implementação da farmácia clínica em unidades hospitalares, no sentido de garantir medidas que possam minimizar os riscos relacionados à assistência à saúde e propondo estratégias que possam aperfeiçoar a terapia medicamentosa de maneira segura e efetiva (Oliveira, 2014).
Nesse contexto, de insegurança na realização dos serviços de saúde principalmente no âmbito hospitalar ressalta-se a importância da atuação do farmacêutico clínico o qual deve compor a equipe multiprofissional sendo assim o presente estudo se justifica a medida do qual o importante é enfatizar a importância da atuação do farmacêutico clínico no âmbito hospitalar no sentido que o profissional garantir medidas as com as minimizar os riscos relacionados assistência saúde (Oliveira, 2014).
2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA OU REVISÃO DA LITERATURA
FARMÁCIA CLÍNICA
Após a industrialização do setor farmacêutico, que se intensificou no período pósSegunda Guerra Mundial, os farmacêuticos se afastaram das equipes de saúde. Foi apenas na década de 1960, nos Estados Unidos, com o advento da Farmácia Clínica, que esses profissionais puderam se reintegrar ao trabalho junto às equipes de saúde, trazendo sua expertise para melhorar a farmacoterapia. No Brasil, o primeiro Serviço de Farmácia Clínica foi estabelecido apenas em 1979 (Carvalho et al., 2009).
Em nível nacional, até o começo do século XXI, as funções do farmacêutico em hospitais eram restritas à administração do controle de medicamentos e à gestão financeira. Essa situação começou a se transformar com a implementação da Atenção Farmacêutica e, em seguida, da Farmácia Clínica no Sistema Único de Saúde (SUS) e em outros sistemas de saúde. Essa mudança possibilitou uma abordagem mais centrada no paciente, onde os medicamentos passaram a ser vistos como ferramentas, e não como um objetivo final (Dantas, 2011).
De maneira semelhante, os sistemas de saúde têm se direcionado cada vez mais para um modelo de cuidado focado no paciente, caracterizado por ações colaborativas e de natureza interdisciplinar, onde as iniciativas são voltadas para as necessidades dos indivíduos (Silva; Castro et al., 2008). Nesse contexto, o farmacêutico se revela um membro essencial da equipe de saúde responsável pelo cuidado de pacientes em tratamento medicamentoso, devendo atuar de forma sinérgica com os demais profissionais, com o único objetivo de promover a saúde e assegurar a eficácia do tratamento (Brasil, 2010).
O farmacêutico clínico desempenha um papel essencial na prevenção e redução de erros relacionados à medicação, reações adversas, interações entre medicamentos e incompatibilidades. Além disso, ele promove o uso adequado e racional dos fármacos, o que contribui para melhores práticas de segurança e qualidade no atendimento ao paciente, além de diminuir os custos com tratamentos e o tempo de hospitalização, resultando em uma maior eficiência nas instituições de saúde (Storpitis, 2008).
ATUAÇÃO DO FARMACÊUTICO CLÍNICO
Segundo Cardoso (2013), a farmácia clínica é a área da farmácia que envolve a ciência e a prática do uso racional de medicamentos e cujo objetivo é o efeito terapêutico máximo com o mínimo de efeitos indesejáveis. Diante disso, as atividades da farmácia clínica se relacionam à utilização segura e adequada do medicamento no âmbito hospitalar.
De acordo com a resolução nº 357 de 20 de abril de 2001, a importância da presença e atuação do farmacêutico é indispensável para a dispensação de medicamentos aos pacientes e suas atribuições são irrenunciáveis, não podendo ser autuada por mandato e nem representação.
Deste modo, ao farmacêutico são atribuídas importâncias dentro da equipe de saúde, ocupando um novo papel dentro da assistência terapêutica, envolvido nos primeiros cuidados ao paciente, no auxílio a prevenção de doenças, no uso racional de medicamentos e assistência ambulatorial, podendo se envolver em diversos setores do hospital (Costa, 2017).
Uma das atividades realizadas pelo farmacêutico clínico é a avaliação de prescrições médicas antes do aviamento destas. Essa prática permite a identificação de possíveis problemas relacionados a medicamentos, e monitorização de medicamentos potencialmente perigosos, sendo esta função fundamental principalmente no ambiente hospitalar (Bernardi, et al., 2014).
A importância da segurança do paciente está relacionada com o trabalho de análise de prescrição do farmacêutico, pois é evidenciado que há incidência de casos relacionados aos erros de medicação, estão associados às prescrições e a farmácia clínica, tendo como papel importante neste cenário, sendo essencial para revisão das prescrições realizadas no hospital com análise individual para cada paciente (Reis et al., 2013).
As atividades desenvolvidas pelo farmacêutico clínico colaboram de maneira positiva para que seja compreendida a importância da adesão ao tratamento medicamentoso, além disso, para entender quais cuidados devem ser tomados mediante a automedicação e como implantar medidas não farmacológicas a fim de prevenir efeitos adversos e contribuir com eficácia do tratamento medicamentoso tradicional, sendo assim o profissional farmacêutico deve atender as necessidades do paciente e acompanhar de forma contínua evolução da sua saúde (Correia et al., 2017).
No que se refere aos benefícios das intervenções realizadas pelo profissional farmacêutico clínico na Fidelis et al. (2015), apresentaram um estudo realizado no Hospital Universitário Federal de Fortaleza-CE, no qual foi observado intervenções como ajuste de dose, interação medicamento-medicamento, ajuste de intervalo, recomendações de terapia contribuíram com o tratamento de diversos pacientes e foram bem-aceitas pela equipe multiprofissional.
Medeiros; Moraes (2014), ressaltam que as intervenções farmacêuticas realizada pelo farmacêutico clínico junto à equipe multidisciplinar combate problemas recorrentes como erros das prescrições, ocorrência de interações medicamentosas dentre outros problemas dos quais prejudicam a assistência em saúde, nesse contexto as intervenções possuem benefícios comprovados pelo farmacêutico clínico os quais são incontestáveis e abrangem não só área clínica, mas também a área econômica.
Tal fato é reforçado pelo autor Packeiser; Resta (2014) o qual defende que implementação dos estudos farmacoeconômicos, pelo farmacêutico clínico é uma importante estratégia para a racionalização terapêutica, pois permite avaliar diferentes variáveis, como o custo, a eficácia, o benefício, a utilidade e a eficiência de diferentes tratamentos, sendo torna-se evidente a atuação dinâmica e multifuncional que as intervenções farmacêuticas proporcionam a uma unidade hospitalar.
A Organização Mundial de Saúde define a farmacovigilância com uma ciência a qual realiza atividades relativas à detecção, avaliação, compreensão e prevenção de efeitos adversos ou quaisquer outros possíveis problemas relacionados a medicamentos nesse contexto a farmácia com vigilância possuem objetivos como melhorar a atenção e o cuidado com o paciente de forma que estabeleça uma relação segura no uso do medicamento, contribuir para avaliar o perfil de segurança eficácia dos medicamentos bem como estabelecer o seu uso racional (Oms, 2005).
O início da idealização do conceito de farmacovigilância foi marcado pelo “desastre da talidomida” que ocorreu anos 1950 e 1960, quando surgiram milhares de casos de focomelia, uma rara malformação congênita ocasionada pelo uso do medicamento talidomida o qual era receitado para prevenção de náuseas em mulheres grávidas (Reis, 2016).
Nesse contexto a Organização Mundial de Saúde instituiu o conceito de farmacovigilância sendo esta ciência responsável por monitorar os efeitos adversos que podem ocorrer durante o uso de algum medicamento ou vacina, além disso, as autoridades reguladoras mundiais determinaram normas e diretrizes as quais devem ser cumpridas por empresas que possuem registro de medicamentos e exigem validações periódicas de dados de segurança dos produtos fabricados onde os produtos são analisados dentro da farmacovigilância para que qualquer suspeita de reação adversa ou uma situação especial interesse relativa ao uso seja relatada (Eurofarma, 2022).
IMPACTO DO FARMACÊUTICO CLÍNICO NA SEGURANÇA DO PACIENTE
Tendo em vista os avanços tecnológicos dos aumentos das exigências em relação à segurança dos pacientes em unidades hospitalares as instituições de saúde aumentaram uma preocupação na assistência prestada aos pacientes a fim de elevar seu perfil de eficácia e segurança. Nesse contexto, foram criadas ações promovidas com objetivo de garantir a segurança do paciente no Brasil sendo esta regulamentada pela Resolução 36 de 25/07/13 a qual descreve seis metas ilustradas pela figura 4 que auxiliam na garantia da segurança do Paciente (Vilar et al., 2020).
Todavia, garantir a segurança de um paciente é um grande desafio atualmente sendo de suma importância reconhecer a ocorrência de erros ou acidentes adversos que possam ter consequências graves aos pacientes sendo assim as instituições de saúde seus gestores está cada vez mais em busca de alternativas as quais diminuem as situações de riscos das instituições (Santos et al., 2017)
Nesse contexto, um realizado por Pinto; Santos, (2020) realizou uma análise discursiva dos profissionais em relação à segurança do paciente e a partir dos resultados o autor concluiu que os participantes da pesquisa buscam conhecimentos acerca do protocolo de segurança do paciente, entretanto estes profissionais encontram dificuldades em aplicar na prática esses protocolos, seja por uma comunicação deficiente e ações mais eficazes.
Sendo assim, o estudo apresentou de forma evidente a necessidade de implantar e incorporar boas práticas para favorecer a efetividade dos cuidados na saúde e segurança do paciente, deve ser adotado protocolos devidamente disseminados a todos que prestam cuidado em saúde favorecendo assim a identificação dos riscos e proporcionando uma busca por práticas seguras com o intuito de promover a segurança ao paciente (Pinto; Santos, 2020).
3 METODOLOGIA
TIPO DE PESQUISA
Esta pesquisa se qualifica como uma revisão sistemática da literatura, visto que esse tipo de pesquisa possui um método que proporciona a síntese de conhecimento e a incorporação da aplicabilidade de resultados de estudos significativos na prática, pois trata-se de um estudo realizado por meio de levantamentos bibliográficos.
Segundo Galvão et al, (2014) as revisões sistemáticas são classificadas como estudos secundários, cuja fonte de dados provém dos estudos primários. Estudos primários são definidos como aqueles artigos científicos que apresentam os resultados de pesquisa de forma direta. As revisões sistemáticas de ensaios clínicos randomizados são as mais comuns, mas também tem aumentado o número de revisões baseadas em investigações observacionais, incluindo coortes, estudos de caso controle, transversais, séries e relatos de casos. Outros tipos de pesquisa utilizados incluem estudos de avaliação econômica e qualitativos. Quando se observa que os estudos primários incluídos em uma revisão sistemática adotam procedimentos semelhantes, seus resultados podem ser combinados através de técnicas de metanálise.
ÉTICA NA PESQUISA
O presente estudo, por ser de revisão de literatura, não será submetido à avaliação do Comitê de Ética em pesquisa de acordo com a Resolução 466/12 e 506/12 do Conselho Nacional de Saúde (CNS) pois não oferece riscos. Porém todos os preceitos éticos estabelecidos pela ABNT, NBR 14724,2011) serão respeitados no que se refere a zelar pela legitimidade das informações transcritas, na medida em que, se não forem de própria autoria, serão citados e referenciados.
TIPO DE POPULAÇÃO E INSTRUMENTO DE PESQUISA
Para a elaboração e coleta de dados desta pesquisa, serão utilizados artigos científicos encontrados nas seguintes bases de dados: Literatura Latino-americana e do Caribe em Ciências da Saúde (Lilacs), Publicattionsof Medical Literature Analysis and Retrievel System Online (PubMed) e Scientific Electronic Library Online (SciELO). No campo da busca de dados, serão utilizados descritores como: relevância do farmacêutico clínico, farmácia clínica, âmbito hospitalar, para que dessa forma, fossem considerados artigos que contivessem os termos farmacêutico clínico e importância no âmbito hospitalar ou artigos com esses grupos de palavras.
CRITÉRIOS DE INCLUSÃO
Serão incluídos para análise e exposição nos resultados, trabalhos nos últimos cinco anos (2018-2023), cujos textos estejam completos e discriminem autores, nome da revista e ano de publicação e que pertença as plataformas de pesquisa já mencionadas, nos idiomas inglês e português.
CRITÉRIOS DE EXCLUSÃO
Serão excluídos desta pesquisa; publicações realizadas anteriormente a 2018, que não apresentaram textos disponíveis na língua portuguesa ou inglesa. Serão descartados também trabalhos duplicados, com texto incompleto, sem data de publicação e sem autor definido.
ANÁLISE DE DADOS
Os resultados vão ser obtidos através das análises dos artigos selecionados foram organizados em formulários e tabelas com parágrafos para discussão das informações apresentadas.
4 RESULTADOS E DISCUSSÕES OU ANÁLISE DOS DADOS
Uma Após a pesquisas realizadas nas plataformas Lilacs, Scielo e Pubmed foram identificados 45 artigos no total nos quais 25 não atendiam os critérios de inclusão do tiveram que ser descartados, pois estavam incompletos ou duplicados. Dentre os artigos analisados foram selecionadas de acordo com os critérios de inclusão pré-estabelecidos (20) artigos, sendo 90 % (19) publicadas na língua portuguesa 10% (1) na língua inglesa.
No que diz respeito à análise das fontes primárias escolhidas, observou-se que 80% (8) delas trataram dos benefício da presença do farmacêutico clínico no âmbito hospitalar 20% (2) abordaram a relevância do papel do farmacêutico e sua importância na promoção do uso racional aos medicamentos dentro dos hospitais. Quanto às abordagens metodológicas, a mais frequentemente utilizada nos artigos selecionados foi a revisão sistemática da literatura, que compreende cerca de 80% (8), seguida por 20% (2) de estudos observacionais descritivos. A figura 1 a seguir apresenta um resumo detalhado dos estudos aplicados nesta pesquisa e os resultados alcançados.
Figura 1: Fluxograma de resultados

Fonte: Autores 2025
Cruz et al., (2020) realizou um estudo, onde foram avaliadas 18.795 prescrições e encontrados e considerados 2.834 PRMs, sendo o tipo de problema mais comum relacionado ao medicamento as taxas de diluição e/ou infusão prevalentes, equivalentes a 28,7%. A equipe médica manifestou satisfação com as intervenções propostas pelo farmacêutico sendo concluído que o serviço de farmácia clínica detectou vários problemas relacionados ao uso de medicamento, que levou a oportunidades de melhoria na farmacoterapia, contribuindo para a segurança do paciente.
Um estudo realizado por Maioli et al., (2018) analisou variáveis como dose, via de administração, forma do medicamento, medicação inadequada, inconsistência na posologia prescrita e dosagem desnecessária de glicemia. Um total de 933 medidas de intervenção foram relatadas durante o período, incluindo 263 relacionadas a dose, 139 relacionadas à via de administração, 47 relacionadas à forma farmacêutica, 116 relacionadas à medicação inadequada, 310 relacionadas à dose e testes desnecessários de glicemia.
Este estudo corrobora com o supracitado, pois evidencia que a segurança dos pacientes depende do envolvimento ativo dos farmacêuticos, pois é evidente que estes contribuem significativamente para minimizar os danos que podem pôr em perigo a vida dos pacientes hospitalizados ou prolongar a sua estadia hospitalar.
Barros; Araújo, (2021) realizou um estudo observacional, descritivo e retrospectivo no qual os dados foram coletados por meio de fichas de consulta de intervenção medicamentosa, arquivadas em Unidade de Farmácia Clínica. A amostra deste estudo incluiu 239 prescrições médicas. Eles estão dentro durante o período de avaliação, ocorreram 354 intervenções farmacêuticas classificadas em 17 categorias, sendo as mais comuns: Medicação (n=103; 29,1%), dosagem (n=95; 26,8%), medicação adicionada (n=44; 12,4%), incompatibilidade Y (n=32; 9,0%), Reconstituição/diluição (n=23; 6,5%). A aceitabilidade das intervenções da equipe de saúde durante este período foi (n=345; 97%) e apenas (n=9; 3%) não aceito. A partir dos resultados apresentados percebe-se que o farmacêutico clínico intensivista deve estar cada vez mais presente junto à equipe multiprofissional, participando no cuidado ao paciente, pois assim consegue estabelecer intervenções as quais otimizam o tratamento.
Por fim, outro estudo transversal, prospectivo e observacional realizado em uma unidade de terapia intensiva geral de um hospital público com 8 leitos completos no estado de Santa Catarina, Brasil. O estudo incluiu 54 pacientes internados de fevereiro a julho de 2017. O estudo incluiu prescrições médicas e intervenções farmacológicas registadas em prontuários eletrônicos de pacientes de ambos os sexos, independentemente de raça, procedência, idade e patologia. Ao avaliar as intervenções clínicas farmacêuticas como benefício complementar aos cuidados críticos na Unaidade de Terapia Intensiva, destacamos o percentual de aceitação das intervenções farmacêuticas (64%), principalmente aquelas que envolvem risco aumentado de efeitos adversos e interações medicamentosas, contribuindo assim para a prevenção de complicações (Dias et al., 2018).
É válido ressaltar que os cuidados de manejo também variam, desde simplesmente acompanhar o efeito ou monitorar parâmetros bioquímicos e fisiológicos, até suspender/substituir um dos agentes. Portanto, os cuidados não se baseiam apenas na interação mencionada na literatura, mas também devem levar em consideração as particularidades do paciente, em um processo de personalização da terapia. Sendo assim, o farmacêutico, como membro da equipe multiprofissional de cuidados ao paciente, auxilia na identificação, avaliação e redução das consequências indesejáveis das interações medicamentosas, fornecendo informações sobre as interações clinicamente relevantes, estimulando a discussão e antecipando medidas de cuidado, entre outras ações. Esta é mais uma iniciativa para promover o uso seguro e racional dos medicamentos (Barros; Araújo 2021)
Segundo um estudo realizado por Arantes e colaboradores (2020), em um hospital universitário de grande porte, foram executadas 3.033 intervenções, das quais 943 foram incluídas. A economia obtida atingiu o valor de R$ 72.648,39 (US$ 23.134,95). As intervenções mais comuns estavam relacionadas à adequação da apresentação (847) e da forma farmacêutica (44). O estudo revelou que a atuação do farmacêutico clínico resultou na efetuação de intervenções relacionadas à adequação de dose, correção de diluição, mudança de apresentação, substituição de forma farmacêutica, ajuste do tempo de tratamento e adesão aos protocolos institucionais. Essas intervenções tiveram um impacto direto na diminuição dos custos dos tratamentos, tornando os recursos mais eficientes e gerando economia para o serviço de saúde e demonstrou uma taxa de aceitação de 95%.
Outro estudo que demonstrou a economia proporcionada por um farmacêutico clínico foi realizado por Aguiar et al., (2018) no qual seis mil e cento e quatro receitas e doze mil cento e vinte e oito medicamentos foram avaliados. Identificamos problemas relacionados a medicamentos em 274 (4,5%) das receitas, sendo que a maioria deles foi causada pela falta de informações (n=117; 36,1%). Quando agrupados, os problemas associados à dose representaram 32,1% (n=98) do total. Em 13 casos (13,3%), a variação na dose prescrita em relação à dose correta foi superior a 50%. Os problemas relacionados a medicamentos interceptados resultaram em uma economia de R$54.081,01 e gastos de R$20.863,36, gerando um saldo positivo de R$33.217,65. Cada intervenção resultou em uma economia média de R$126,78, com uma taxa de aceitação de 98%, demonstrando assim que ações simples de serem implantadas, como análise de prescrições.
Sendo assim, percebe-se que a farmacoeconomia se apresenta como uma ferramenta para a tomada de decisões, fornecendo informações relevantes para auxiliar os farmacêuticos na gestão hospitalar a fazerem escolhas adequadas para cada caso. Apesar de haver uma quantidade significativa de evidências científicas sobre a farmacoeconomia, seu desenvolvimento no Brasil ainda não alcançou os patamares internacionais, mesmo após quatro décadas de sua criação; a farmacoeconomia é considerada uma abordagem recente e inovadora para a maioria dos profissionais farmacêuticos brasileiros com taxa de aceitação de cerca de 90% pelas instituições e uma economia de R$33.217,65 (Silva et al., 2022).
Uma revisão sistemática da literatura realizada por Cavalcante et al., (2021) identificou os erros de medicação com maior incidência: dose, diluição, frequência, via de administração e tempo de infusão. Os erros de administração ocorrem em decorrência de condições que podem ser evitadas, tais como comunicação escrita inadequada, sobrecarga de trabalho, estresse e distrações durante o processo de gerenciamento dos medicamentos. Portanto, é crucial que os farmacêuticos clínicos tenham um papel ativo na identificação desses problemas e proponham intervenções clínicas, a fim de aumentar a segurança na administração dos medicamentos.
Em um estudo realizado por Vieira (2019) foram identificados 634 erros de prescrições nas 4.620 prescrições atendidas, uma taxa de erros de 13,7%. Elevada prevalência de erros foi identificada na faixa etária de 65 anos ou mais (307; 48,4%). Quanto à classificação dos erros, o que ocorre principalmente é a prescrição de medicamentos com o horário de administração inadequado (333; 52,3%). Foi concluído que erros de prescrições são uma realidade no hospital e podem estar relacionados a falhas no processo de cuidado. Sendo assim, a atuação do farmacêutico clínico e hospitalar diminuem a incidências desses erros que ocasionam problemas relacionados a medicação.
A função do farmacêutico no que diz respeito à dispensação de medicamentos conclui que os erros mais comuns incluíam altas imprecisas, pedidos de medicação estranhos durante a alta e a omissão de pedidos de medicamentos. Foram registrados 200 erros de medicação no grupo de controle e 104 no grupo de intervenção. Do total de 104 discrepâncias observadas no grupo de intervenção, o farmacêutico corrigiu 89 delas antes ou em até 72 horas após a alta. Conclui-se que a participação efetiva do farmacêutico clínico nos processos de assistência contribui diretamente para a segurança do paciente (Ferreira; Soler, 2020).
5 CONCLUSÃO/CONSIDERAÇÕES FINAIS
A importância do farmacêutico clínico nos hospitais é bastante grande quando se trata de garantir a saúde e a segurança dos pacientes. Esses profissionais têm um papel essencial na melhoria do uso de medicamentos, ajudando a evitar erros na administração e incentivando os pacientes a seguirem corretamente o tratamento. Além disso, a presença ativa dos farmacêuticos nas equipes multidisciplinares favorece uma abordagem mais integrada e focada nas necessidades de cada paciente, o que leva a melhores resultados de saúde e maior segurança. Para fortalecer ainda mais esse trabalho, é importante investir em educação contínua e criar protocolos colaborativos entre os profissionais, assim podemos otimizar o uso dos medicamentos nos hospitais e oferecer um cuidado mais eficiente.
O farmacêutico clínico desempenha um papel fundamental na diminuição das reações adversas a medicamentos (RAMs), na prevenção de erros de medicação, no gerenciamento de infecções hospitalares e na redução de despesas, visando aprimorar os resultados em farmacoterapia.
REFERÊNCIAS
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1Discente de Farmácia pela Faculdade de Educação e Tecnologia da Amazônia.e-mail: isaiasmauromauro@gmail.com
2Discente de Farmácia pela Faculdade de Educação e Tecnologia da Amazônia. e-mail: mribeiror@hotmail.com
3Discente de Farmácia pela Faculdade de Educação e Tecnologia da Amazônia e-mail: Renata989012028@gmail.com
4Discente de Farmácia pela Faculdade de Educação e Tecnologia da Amazônia e-mail: Renata989012028@gmail.com
