REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ch10202511210504
Bruna Eduarda Andriote de Oliveira1; Gustavo dos Santos Paccini1; Bruna Carla Pedroso2; Giuliano Roberto da Silva3
RESUMO
O objetivo do estudo foi compreender como diferentes treinamentos influenciam a liberação hormonal, especialmente a testosterona, em distintos contextos populacionais. A metodologia realizada foi uma revisão de literatura de natureza qualitativa, por meio da análise de artigos, teses, dissertações e monografias publicados entre os anos de 2020 e 2025, disponíveis nas bases de dados Lilacs, Periódicos Capes, SciELO e Google Acadêmico. Foram utilizados critérios de inclusão que privilegiaram estudos com foco específico na relação entre os membros inferiores e a testosterona, excluindo pesquisas voltadas a outras modalidades ou regiões corporais. Os resultados demonstraram que variáveis como intensidade, volume e tipo de exercício foram determinantes para a magnitude da resposta hormonal. Protocolos que incluíram agachamento, levantamento terra e leg press, por exemplo, mostraram-se mais eficazes na elevação da testosterona. A resposta endócrina variou conforme o perfil dos participantes, destacando a importância da personalização dos treinos. Conclui-se que mesmo em populações com restrições, como pacientes em reabilitação ou mulheres com distúrbios hormonais, o treinamento de sobrecarga induziu efeitos positivos. Os dados obtidos confirmaram que a prática sistemática e bem estruturada é uma alternativa eficaz e segura para otimizar os níveis hormonais de forma natural.
Palavras-chave: Testosterona. Treinamento de Sobrecarga. Membros Inferiores.
ABSTRACT
The aim of this study was to understand how different training methods influence hormonal release, especially testosterone, in different population contexts. The methodology employed was a qualitative literature review, analyzing articles published between 2020 and 2025, available in the Lilacs, Capes Journals, SciELO, and Google Scholar databases. Inclusion criteria prioritized studies specifically focused on the relationship between the lower limbs and testosterone, excluding research outside of other modalities or body regions. The results showed that variables such as intensity, volume, and type of exercise were determinants of the magnitude of the hormonal response. Protocols that included squats, deadlifts, and leg presses, for example, proved more effective in raising testosterone levels. The endocrine response varies according to the participants’ profile, highlighting the importance of personalized training. It is concluded that even in restricted groups, such as patients in rehabilitation or women with hormonal disorders, resistance training induced positive effects. The data obtained confirmed that a systematic and well-structured practice is an effective and safe alternative for improving hormone levels naturally.
Keywords: Testosterone. Resistance Training. Lower Limbs.
INTRODUÇÃO
A literatura científica discute amplamente os efeitos do treinamento de sobrecarga sobre os níveis hormonais, especialmente no que se refere à testosterona, considerada um hormônio essencial para a síntese proteica, o desenvolvimento de massa muscular e a melhora do desempenho físico. Pesquisas destacaram a importância do estímulo mecânico proporcionado por exercícios resistidos na ativação do sistema endócrino, favorecendo a liberação de testosterona como resposta adaptativa ao esforço físico. Dentro desse contexto, destacou-se o papel dos exercícios de sobrecarga voltados para os membros inferiores, que, por envolverem grandes grupos musculares, pareceram gerar estímulos endócrinos mais expressivo (AQUINO et al., 2023).
A investigação dos efeitos do exercício físico sobre a produção hormonal, particularmente da testosterona, evoluiu com a consolidação da musculação como modalidade amplamente adotada não apenas para fins estéticos e de desempenho, mas também como estratégia terapêutica (AQUINO et al., 2023).
Atualmente, observa-se um crescente interesse por estratégias que promovam o equilíbrio hormonal sem a utilização de terapias farmacológicas, motivado tanto pelos riscos associados ao uso indevido de hormônios exógenos quanto pela valorização de abordagens que respeitem os limites fisiológicos do organismo. Nesse cenário, o treinamento de sobrecarga, especialmente aquele direcionado aos membros inferiores, ganhou destaque na literatura científica por envolver grupos musculares extensos e, consequentemente, induzir uma resposta hormonal mais pronunciada (CHAVES, 2023).
Essa temática também dialoga diretamente com diretrizes de saúde pública. O incentivo à prática regular de atividade física integra políticas de promoção da saúde propostas por órgãos como o Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde, que reconhecem a musculação como uma modalidade eficaz na prevenção de doenças crônicas, controle do peso corporal e promoção da saúde mental e hormonal. A prática de exercícios resistidos, ao estimular naturalmente a produção de testosterona, configura-se como uma alternativa não invasiva de cuidado à saúde, especialmente relevante no contexto de envelhecimento populacional, aumento da obesidade e sedentarismo (OMS, 2020).
Dessa forma, compreender a relação do treinamento de sobrecarga nos níveis de testosterona tornou-se um ponto de convergência entre ciência, prática clínica e políticas de saúde, justificando a necessidade de estudos como este. Logo, esta revisão visou investigar como os exercícios de sobrecarga aplicados aos membros inferiores influenciaram a produção de testosterona, considerando variáveis como o tipo de exercício, intensidade, frequência e perfil dos praticantes. A partir dessa análise, buscou-se oferecer subsídios teóricos e práticos para profissionais da saúde e do exercício físico, contribuindo para a qualificação das intervenções voltadas à otimização hormonal e ao desempenho físico.
MATERIAL E MÉTODOS
Os procedimentos metodológicos adotados neste estudo seguiram uma abordagem qualitativa, tendo como método principal a revisão de literatura. Essa estratégia foi escolhida com o objetivo de reunir, analisar e interpretar informações disponíveis em estudos previamente publicados que abordaram a relação entre o treinamento de sobrecarga em membros inferiores e os níveis de testosterona. A pesquisa bibliográfica caracterizou-se por um levantamento teórico sistematizado, que permitiu o aprofundamento na compreensão do tema a partir de diferentes perspectivas científicas. De acordo com Lima e Mioto (2007), a revisão de literatura consiste em uma etapa essencial para a construção do conhecimento, pois permite o acesso a dados já validados pela comunidade acadêmica, favorecendo a fundamentação teórica e a reflexão crítica sobre a temática investigada.
O levantamento foi realizado com base em publicações disponíveis nas plataformas Lilacs, Periódicos Capes, Scielo e Google Acadêmico, respeitando o recorte temporal entre os anos de 2020 e 2025. As palavras-chaves utilizadas foram: testosterona, treinamento de sobrecarga e membros inferiores. Tais termos foram selecionados com o intuito de abarcar estudos que apresentassem relevância direta com o objeto de investigação.
Quanto aos critérios de inclusão, consideraram-se apenas os estudos originais que abordaram de forma específica a influência do treinamento de sobrecarga em membros inferiores sobre os níveis de testosterona e que estivessem disponíveis integralmente nas bases de dados consultadas. Foram excluídos os estudos que trataram de protocolos de treinamento voltados exclusivamente para membros superiores e aqueles que abordaram práticas esportivas distintas do treinamento de sobrecarga, como atividades aeróbicas, com o intuito de manter o foco e a coerência temática da pesquisa.
A seleção criteriosa dos estudos possibilitou a elaboração de uma análise crítica e fundamentada, proporcionando uma compreensão ampla e atualizada sobre os efeitos do treinamento de sobrecarga de membros inferiores na regulação hormonal, em especial na produção de testosterona.
Inicialmente foram selecionados 48 estudos que abordavam a temática. Após a leitura de título, resumo e existência de duplicidade de estudos, 31 textos foram excluídos. Logo, 17 estudos foram selecionados para compor a pesquisa.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Diversos estudos recentes abordaram os efeitos do treinamento de sobrecarga sobre a resposta hormonal, com enfoque em diferentes variáveis, populações e estratégias metodológicas.
Os trabalhos analisaram desde a relações fisiológicas em atletas até os efeitos em indivíduos com condições clínicas específicas, contribuindo para uma compreensão mais ampla da modulação hormonal via exercício. A seguir, apresenta-se os principais dados extraídos dessas pesquisas, contemplando o nome dos autores, objetivo do estudo, título da obra e o respectivo ano de publicação (Tabela 1).
Tabela 1 – Resultado da Pesquisa





Fonte: Autores (2025).
A presente discussão integra os principais achados obtidos a partir da análise detalhada de estudos que investigaram a relação entre o treinamento de sobrecarga em membros inferiores e os níveis de testosterona. Alípio (2021), destacou que práticas intensas como o Crossfit são capazes de promover adaptações agudas e crônicas no eixo GH/IGF-I, favorecendo o anabolismo muscular. Andrade (2021), reforçou a importância dos métodos tradicionais de musculação, salientando a eficiência dos exercícios compostos no estímulo hormonal e na hipertrofia. Aquino et al. (2023), evidenciaram que a combinação entre treinamento de força e nutrição adequada maximiza a resposta hormonal anabólica em atletas. Caracho (2023), abordou a conexão entre estímulo mecânico, dano muscular e processos hipertróficos, ressaltando a necessidade de protocolos bem planejados para alcançar resultados hormonais expressivos.
Chaves (2023), apresentou dados relevantes sobre os efeitos hormonais positivos do treinamento resistido em sobreviventes de câncer, ampliando a aplicabilidade terapêutica dessas práticas. Coelho et al. (2024), enfatizaram o papel do exercício físico na regulação hormonal e no impacto metabólico geral, aspecto fundamental para compreender as adaptações corporais.
Costa (2022), reforçou o papel da testosterona na performance esportiva, destacando seu potencial na recuperação e no desempenho físico. Grala et al. (2021), investigaram diferentes intensidades de treino e intervalos de recuperação, demonstrando sua influência na modulação dos níveis de testosterona e cortisol. Guimarães, Alves e Lopes (2020), avaliaram a utilização do treinamento com oclusão vascular, evidenciando que essa técnica também pode gerar efeitos hormonais significativos, mesmo com cargas reduzidas.
Junior et al. (2024), exploraram os benefícios do treinamento funcional sobre a força máxima, demonstrando um impacto direto sobre os mecanismos hormonais, enquanto Knispel e Tiggermann (2023), observaram alterações fisiológicas agudas específicas ao treinamento de membros inferiores. Neto (2021), examinou a interação entre testosterona e cortisol, ressaltando a importância do equilíbrio hormonal para a eficácia das adaptações musculares. Rutenberg, Cezne e Vidal (2022), investigaram as variações hormonais ao longo do ciclo menstrual, destacando a importância de ajustar os protocolos de treinamento conforme essas flutuações. Santos (2021), analisou alterações hormonais e de dano muscular em homens submetidos a diferentes programas de treino de força, enquanto Vieira et al. (2024), demonstraram que o exercício físico desempenha papel central na saúde endócrina e metabólica.
O artigo de Junior et al. (2024), apresenta relevância para o presente trabalho por abordar adaptações fisiológicas e de força resultantes de protocolos de treinamento funcional. Apesar de o foco principal do artigo não ser a testosterona, o estudo contribui para a compreensão do impacto do treinamento com sobrecarga em exercícios compostos, que envolvem os membros inferiores, na promoção de adaptações neuromusculares. Os dados apresentados por Junior et al. (2024), sustentam o argumento de que estímulos intensos e bem estruturados. Como os do treinamento funcional estão associados a respostas fisiológicas significativas, incluindo as hormonais. Dessa forma, o estudo complementa a discussão ao reforçar a importância do tipo e da estrutura do exercício na obtenção de respostas adaptativas consistentes.
O estudo de Rutenberg et al. (2024), que investiga a influência da fadiga sobre parâmetros fisiológicos e metabólicos após séries múltiplas de exercícios resistidos com diferentes tempos de intervalo, apresenta relação direta com o tema do presente trabalho. A pesquisa contribui para a discussão sobre os efeitos agudos do treinamento resistido, sobretudo em protocolos que envolvem os membros inferiores. O estudo de Rutenberg et al. (2024) oferece dados que auxiliam na explicação dos mecanismos associados à produção hormonal após o exercício, especialmente em situações de alta intensidade e com variações nos tempos de recuperação, elementos essenciais para o tipo de estímulo abordado na pesquisa.
Knispel e Tiggemann (2023), examina os efeitos agudos do treinamento resistido com ênfase nos membros inferiores, identificando alterações fisiológicas significativas, entre as quais se destacam alterações hormonais, como o aumento temporário dos níveis de testosterona pós-exercício. O artigo aponta que protocolos com altas demandas metabólicas e volume elevado de trabalho muscular, especialmente em grandes grupamentos como os das pernas, são capazes de provocar respostas endócrinas agudas. Essa elevação hormonal está diretamente ligada ao objetivo do presente trabalho, que investiga a influência do treinamento de sobrecarga nos membros inferiores sobre os níveis de testosterona, justificando assim a presença e pertinência da citação dos autores acima citados, na discussão teórica.
O estudo de Andrade (2021), embora não tenha mensurado diretamente os níveis hormonais, contribui de forma indireta à compreensão da relação entre o treinamento de sobrecarga e a resposta endócrina. O autor ressalta que exercícios compostos, como o agachamento e o levantamento terra, promovem elevados níveis de estresse mecânico e metabólico, condições que favorecem a criação de um ambiente anabólico necessário para a hipertrofia muscular. Essa ativação intensa de grandes grupos musculares, segundo Andrade (2021), desencadeia adaptações fisiológicas complexas, entre as quais se incluem respostas hormonais, ainda que não quantificadas no estudo. A abordagem teórica apresentada sustenta a hipótese de que treinos estruturados com alta sobrecarga em membros inferiores contribuem para um cenário favorável à produção de hormônios anabólicos, como a testosterona, reforçando a pertinência desses exercícios em protocolos voltados à modulação hormonal natural.
Guimarães, Alves e Lopes (2020), apresentou uma contribuição importante ao demonstrar que a resposta hormonal, incluindo a elevação da testosterona, pode ser induzida mesmo em treinos com carga reduzida quando associada à técnica de oclusão vascular. A pesquisa destacou que a restrição parcial do fluxo sanguíneo durante exercícios de membros inferiores gera um ambiente de estresse metabólico que estimula a liberação de hormônios anabólicos como a testosterona e o IGF-1, fundamentais para o processo de hipertrofia e adaptação tecidual. Esses achados reforçam a possibilidade de alcançar efeitos endócrinos relevantes sem a necessidade de sobrecargas extremas, o que amplia a aplicabilidade terapêutica do treinamento de força, sobretudo para populações com limitações físicas ou em reabilitação.
Em conjunto, esses estudos reforçam o objetivo desta pesquisa, que foi compreender como o treinamento de sobrecarga direcionado aos membros inferiores influencia os níveis de testosterona, considerando aspectos estruturais, fisiológicos e individuais, e fornecendo subsídios relevantes para intervenções que visem resultados seguros e otimizados.
CONCLUSÃO
A pesquisa evidenciou a relevância do controle de variáveis como cargas, intervalos de recuperação e planejamento das sessões para maximizar os efeitos hormonais. Ressalta a importância de personalizar os treinos conforme fatores individuais como idade, sexo e condição clínica, permitindo ajustes que atendam às necessidades específicas de cada praticante. Conclui-se que, quando bem estruturado, o treinamento resistido é uma alternativa eficaz e segura para otimizar os níveis hormonais e melhorar o desempenho físico, com aplicações terapêuticas e preventivas.
REFERÊNCIAS
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1Discente do Curso de Educação Física da Universidade Professor Edson Antônio Velano – UNIFENAS. e-mail: oliveirabru017@gmail.com, , gustavopaccini123@gmail.com;
2Discente do Curso de Educação Física da Universidade de Franca – UNIFRAN. e-mail: bca.pedroso@gmail.com
3Docente do Curso de Educação Física da Universidade Professor Edson Antônio Velano – UNIFENAS e Faculdade de Ciências e Tecnologias de Campos Gerais – FACICA. e-mail: giuliano.silva.r@gmail.com
