REABILITAÇÃO ESTÉTICA EM DENTES VITAIS E NÃO VITAIS COM ALTERAÇÃO CROMÁTICA: RELATO DE CASO 

AESTHETIC REHABILITATION OF VITAL AND NON-VITAL TEETH WITH  CHROMATIC ALTERATION: CASE REPORT 

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ch102025113000955


Jackeline Souza Silva1; Jackeline Cardoso dos Anjos2; Julianny Leticia de Freitas Quemel3; Karolaine Mota Gomes4; Rute Baía Valente5; Rui Neves Carneiro6; Marcella de Almeida Canto7


Resumo 

A estética dental é um dos pilares fundamentais da Odontologia atual, influenciando  diretamente a saúde bucal, a autoestima e o bem-estar dos pacientes. Somado a isso, dentre as  alterações que comprometem a harmonia do sorriso, o escurecimento dentário – em dentes vitais  e não vitais – destaca-se pela frequência e pelo impacto estético negativo. Diante a essa  condição, o presente trabalho tem como objetivo relatar um caso clínico de reabilitação estética  de dentes anteriores escurecidos, utilizando uma abordagem conservadora baseada na  associação entre clareamento dental (interno e externo) e facetas diretas em resina composta.  Essa proposta terapêutica visa atender aos princípios da odontologia minimamente invasiva,  promovendo resultados estéticos previsíveis, funcionais e duradouros. A técnica utilizada foi o  clareamento interno tipo “walking bleach” para dentes não vitais – que consiste na aplicação de  peróxido de hidrogênio no interior da câmara pulpar – e posteriormente a confecção de facetas  diretas estratificadas com resina composta. A avaliação dos resultados consistirá por meio de  fotografias padronizadas, análise espectrofotométrica da cor dental e colaboração direta com  paciente, verificando a satisfação estética. Os resultados deste tratamento, irão contribuir  significativamente para a melhora da coloração dental, integração estética e aceitação por parte  do paciente. Por conseguinte, concluirá que a associação de técnicas clareadoras e facetas  diretas, atrelado ao planejamento individualizado, mostra-se eficaz aos princípios da odontologia minimante invasiva, sendo uma alternativa viável para casos em que o clareamento  isolado não é suficiente. 

Palavras-chave: Estética dentária, Reabilitação bucal, Clareamento bucal e Facetas dentárias.

1. INTRODUÇÃO 

A estética dental representa um dos principais pilares da Odontologia moderna, sendo  essencial para a saúde bucal, a autoestima e o bem-estar psicossocial dos pacientes. Dentre os  desafios estéticos mais comuns, o escurecimento dentário, tanto em dentes vitais quanto não  vitais, destaca-se pela frequência e impacto negativo na harmonia do sorriso. Essa condição  pode estar associada a fatores como traumatismos, necrose pulpar, hemorragias internas,  tratamentos endodônticos, fluorose e alterações estruturais do esmalte e da dentina (Da Silva et  al., 2023). 

Com o avanço das técnicas restauradoras e dos materiais dentários, diferentes  abordagens vêm sendo propostas para recuperar a estética dental com previsibilidade e mínima  intervenção. O clareamento dental, tanto interno quanto externo, permanece como uma das  alternativas mais conservadoras e eficazes para tratar alterações cromáticas (Lucena et al.,  2015). Além disso, destaca-se a possibilidade de reanatomização estética dos dentes anteriores  com resina composta como forma de aliar função e estética de maneira previsível e acessível  (Lucena et al., 2020). 

Pois, quando os resultados não são satisfatórios ou há necessidade de correções  morfológicas, as facetas diretas em resina composta tornam-se uma solução viável, com  resultados clínicos duradouros (Korkut et al., 2018). Essas técnicas permitem ao cirurgião dentista individualizar o tratamento conforme o substrato dental, utilizando estratégias  modernas de estratificação, opacificadores e resinas com diferentes graus de translucidez  (Pereira et al., 2023). Assim, o planejamento estético deve considerar não apenas o tipo de  alteração cromática, mas também a vitalidade dentária e motivação do paciente. 

Portanto, este trabalho visa demonstrar um tratamento em que houve o emprego das  técnicas, combinando clareamento (interno e/ou externo) com facetas diretas em resina  composta ou reanatomização estética, de modo a restaurar cor, forma e harmonia do sorriso.  Através de um planejamento rigoroso — contemplando diagnóstico preciso, escolha de  materiais com diferentes graus de translucidez, e execução cuidadosa dos incrementos restauradores — buscando alcançar um resultado estético satisfatório, com preservação da  estrutura dental e com resultados clínicos duradouros. 

2. OBJETIVOS 

Relatar um caso clínico de reabilitação estética de dentes anteriores escurecidos,  envolvendo elementos vitais e não vitais, por meio de clareamento dental (interno e externo) e  aplicação de facetas diretas em resina composta, enfatizando a abordagem conservadora,  personalizada e multidisciplinar para restabelecer a harmonia do sorriso. 

3. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 

3.1 CLAREAMENTO DENTAL INTERNO 

O clareamento interno é uma técnica indicada exclusivamente para dentes não vitais  escurecidos, geralmente após necrose pulpar, hemorragias internas ou tratamento endodôntico.  A técnica mais empregada é o walking bleach, que consiste na aplicação do agente clareador  — normalmente peróxido de hidrogênio ou carbamida — diretamente na câmara pulpar, sendo  o dente selado temporariamente até a próxima sessão. Essa abordagem é considerada eficiente  e pouco agressiva quando realizada com barreira protetora adequada (Lucena et al., 2015). 

Em casos de calcificação pulpar ou escurecimento severo, os efeitos clareadores podem  demandar múltiplas aplicações, mas a literatura confirma resultados estéticos consistentes  (Kohen et al., 2021). 

Contudo, é importante ressaltar suas limitações: o risco de reabsorção cervical externa.  Essa condição pode ocorrer quando peróxidos altamente concentrados atravessam a câmara  pulpar e atingem tecidos periodontais. Para reduzir esse risco, recomenda-se o uso de barreiras  cervicais protetoras em associação a concentrações controladas de agentes clareadores (Lopes  et al., 2025). 

Assim, a seleção criteriosa do caso e o acompanhamento clínico tornam-se  fundamentais para garantir previsibilidade e segurança. 

3.2 CLAREAMENTO DENTAL EXTERNO

O clareamento externo é uma das técnicas mais utilizadas para dentes vitais com  alteração cromática, sendo bastante procurado pelos pacientes por sua eficácia e segurança. Ele  baseia-se na ação de agentes oxidantes, como o peróxido de hidrogênio ou de carbamida, que  removem pigmentos incorporados à estrutura dentária. 

Diversos protocolos podem ser aplicados, tanto em consultório quanto supervisionados  em casa, variando principalmente pela concentração do gel e tempo de aplicação. Costa e  Campos (2018) relatam que concentrações mais altas, como o peróxido de hidrogênio a 25%,  promovem clareamento rápido, mas aumentam o risco de sensibilidade. Já Ferreira et al. (2017)  reforçam a importância de individualizar o protocolo conforme fatores como idade do paciente,  grau de escurecimento e histórico de hipersensibilidade. 

Comparações entre técnicas mostram que métodos caseiros supervisionados oferecem  resultados semelhantes aos de consultório, embora mais lentos, com a vantagem de menor risco  de sensibilidade (Martins et al., 2019). 

Quanto ao uso de lasers ou luz como catalisadores, estudos recentes demonstram que  não há diferença estatisticamente significativa em relação ao clareamento convencional,  reforçando que a eficácia depende, sobretudo, da correta indicação clínica e do tempo de  exposição ao agente clareador (Carvalho et al., 2002). 

3.3 FACETAS DIRETAS EM RESINA COMPOSTA 

As facetas diretas em resina composta vêm ganhando destaque na Odontologia Estética  como alternativa conservadora para reabilitação de dentes escurecidos. Essas restaurações  permitem modificar cor, forma e textura dental, com mínima remoção de estrutura, sendo  indicadas especialmente em casos em que o clareamento não atinge os resultados desejados ou  há necessidade de correção morfológica (Da Silva et al., 2023; Korkut; et al., 2018). 

Mondelli et al. (2015) e Silva et al. (2021) descrevem a técnica de estratificação com  diferentes resinas e opacificadores como recurso para mascarar substratos escurecidos. Estudos  indicam que, com manutenção adequada, essas facetas apresentam boa durabilidade e estética  estável. Lucena et al. (2020) ainda apontam que a reanatomização com resinas compostas pode  ser personalizada conforme a opacidade e translucidez dos materiais, permitindo maior  mimetização óptica. 

O custo acessível, a possibilidade de reparo e a previsibilidade funcional tornam as  facetas diretas uma excelente opção, principalmente em regiões esteticamente críticas como os  dentes anteriores superiores. 

4. METODOLOGIA 

O presente estudo trata-se de um relato de caso clínico, realizado na Clínica Escola do  Curso de Odontologia do Centro Universitário Metropolitano da Amazônia (UNIFAMAZ). 

4.1 RELATO DE CASO 

 Paciente do sexo feminino, 49 anos, procurou atendimento odontológico na Clínica  Escola do Curso de Odontologia do Centro Universitário Metropolitano da Amazônia  (UNIFAMAZ), relatando insatisfação estética com o escurecimento dental na região anterior  superior. Durante a anamnese, foi relatado que o dente 11 havia passado por tratamento  endodôntico há alguns anos e, desde então, apresentava escurecimento progressivo. Também  foi observada leve alteração cromática em dentes adjacentes, o que comprometia o sorriso da  paciente e sua autoestima. 

 Ao exame clínico, constatou-se coloração acinzentada do elemento 11, integridade  estrutural preservada e ausência de sintomatologia dolorosa. Radiograficamente, o dente  apresentava tratamento endodôntico satisfatório e ausência de lesões periapicais. 

Figura 1 – Aspecto inicial do sorriso, evidenciando o escurecimento no elemento 11.

4.2 CONDUTA 

 Inicialmente, foi proposto o clareamento dental combinado (interno e externo), com o  objetivo de uniformizar a coloração e minimizar a diferença entre os dentes vitais e o elemento  não vital. 

Foi utilizado peróxido de hidrogênio a 35%, aplicado em duas sessões clínicas. O clareamento  interno foi realizado pela técnica de walking bleach, com inserção do agente clareador na  câmara pulpar do dente 11 e selamento provisório, permanecendo por aproximadamente sete  dias entre as trocas. Uma barreira cervical protetora à base de ionômero de vidro foi  confeccionada para impedir a difusão do agente clareador em direção aos tecidos periodontais,  prevenindo riscos de reabsorção cervical externa. 

Simultaneamente, foi realizado o clareamento externo nos dentes anteriores superiores e  inferiores, utilizando o mesmo agente clareador, aplicado em duas sessões clínicas de 40  minutos cada, com intervalo semanal. 

Figura 2 – Aplicação do agente clareador interno (walking bleach) no elemento 11.

Figura 3 – Clareamento dental externo em dentes anteriores com peróxido de hidrogênio  a 35%. 

Após o término do clareamento e estabilização da cor, iniciou-se a etapa restauradora. Foram  confeccionadas facetas diretas em resina composta (Filtek Universal Restorative Easy Match – 3M, cor Natural), visando restabelecer a estética e harmonia do sorriso. 

O procedimento foi realizado em três sessões clínicas: 

● Na primeira, foram confeccionadas as facetas dos incisivos centrais;

● Na segunda, as dos incisivos laterais; 

● E na terceira, foram realizados os ajustes oclusais, acabamento e polimento final.

Figura 4 – Remoção de restauração antiga pigmentada. 

Figura 5 – Inserção da resina composta Filtek Universal Restorative Easy Match (3M).

Figura 6 – Acabamento final. 

Figura 7 – Resultado final após polimento, demonstrando harmonia estética e  naturalidade da cor. 

A paciente relatou plena satisfação com o resultado estético e funcional obtido,  expressando melhora significativa na autoconfiança e no bem-estar. O acompanhamento  pós-tratamento demonstrou estabilidade de cor e boa integração entre os dentes vitais e o  elemento clareado, confirmando o sucesso clínico do protocolo conservador adotado. 

5. RESULTADOS E DISCUSSÕES 

A alteração de cor em dentes não vitais pós-tratamento endodôntico é um dos principais motivos  que levam à insatisfação, incômodo e à busca por um tratamento que devolva a harmonia do  sorriso e a autoestima do paciente (MILESKI et al., 2018; SILVA et al., 2023). Um tratamento  conservador e seguro escolhido foi o clareamento interno com a técnica de walking bleach associado ao clareamento externo, bem como o planejamento estético envolvendo a confecção  de facetas diretas em resina composta em etapa posterior (PEREIRA et al., 2023). 

A concepção inicial da técnica de walking bleach é atribuída a Spasser (1961), no qual o agente  clareador é inserido na cavidade pulpar, selado e o material é mantido durante um período de 7  dias. Além de proporcionar maior segurança clínica, essa técnica, em conjunto com a confecção  de barreira cervical de ionômero de vidro, é a que apresenta menor risco de induzir reabsorção  cervical externa (LUCENA et al., 2015; LOPES et al., 2025; ZARENEJAD et al., 2015). 

Por isso, o clareamento dental externo configura-se como uma das principais abordagens  estéticas para dentes vitais com alteração cromática, sendo amplamente utilizado pela eficácia  e previsibilidade (MENEZES et al., 2022; MONDELLI et al., 2015). Fundamenta-se na  aplicação de agentes oxidantes, como o peróxido de hidrogênio ou de carbamida, que  promovem a remoção de pigmentos da estrutura dentária. A definição do protocolo depende de  fatores clínicos, como concentração do gel, tempo de aplicação e sensibilidade pré-existente,  evidenciando a necessidade de individualização do tratamento para equilibrar eficiência e  segurança, gerando benefícios significativos (SILVA et al., 2023). 

Ademais, quando os resultados estéticos são insatisfatórios ou há necessidade de correções  morfológicas, as facetas diretas em resina composta apresentam-se como alternativa  restauradora conservadora (DA SILVA et al., 2023; KORKUT; YAPICI; GÜNDAY, 2018).  Além de modificar a cor, permitem ajustes de forma e textura com mínima remoção de estrutura  dental. A estratificação com resinas amplia o potencial de mimetização óptica, especialmente  em substratos escurecidos (MARTINS et al., 2019). Com manutenção adequada, apresentam  boa durabilidade, estética estável e possibilidade de reparo. 

6. CONSIDERAÇÕES FINAIS 

Nesse interim, conclui-se que a combinação entre técnicas de clareamento e facetas diretas tem  se mostrado uma alternativa viável e eficaz para a reabilitação estética de dentes vitais e não  vitais com alteração cromática, especialmente em situações em que o clareamento externo não  é suficiente (PEREIRA et al., 2023; SILVA et al., 2023). A confecção de facetas diretas em  resina composta, quando bem indicada, planejada e executada, mostra-se altamente eficaz por  devolver ao paciente tanto a estética quanto a função (DA SILVA et al., 2023; MENEZES et  al., 2022). Ressalta-se, ainda, a importância de um planejamento padronizado, da correta indicação clínica e da criteriosa escolha de materiais restauradores, de modo que os resultados  sejam duradouros e compatíveis com uma odontologia minimamente invasiva (MARTINS et  al., 2019). 

7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 

DA SILVA, F. R. D. et al. Facetas diretas em resina composta para tratamento de dentes  escurecidos: revisão integrativa. Repositório Ânima Educação, 2023. Disponível em:  https://repositorio.animaeducacao.com.br/handle/ANIMA/33921. Acesso em: 19 abr. 2025. 

KORKUT, B.; YAPICI, Y.; GÜNDAY, M. Smile makeover with direct composite veneers: a  two-year follow-up report. J Dent Res Dent Clin Dent Prospects, v. 12, n. 1, p. 75–79, 2018.  Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5865937/. Acesso em: 19  abr. 2025. 

LOPES, Cíntia Mayara Medeiros Teixeira; CAVALCANTE, Caroline de Souza; ARAÚJO,  Diana Ferreira Gadelha de; CALDAS, Marília Regalado Galvão Rabelo; MEDEIROS, Maria  Cristina dos Santos; FERREIRA, Isana Álvares. Eficácia do cimento de ionômero de vidro  modificado por resina como barreira cervical no clareamento dental interno: revisão  integrativa. Revista Ciência Plural, v. 11, n. 1, p. 1-16, 2025. Disponível em:  https://periodicos.ufrn.br/rcp/article/view/37528. Acesso em: 28 set. 2025. 

LUCENA, M. T. L. et al. Clareamento interno em dentes desvitalizados com a técnica  walking bleach. Revista Uningá, v. 24, n. 1, p. 33–39, 2015. Disponível em:  https://revista.uninga.br/uningareviews/article/download/1679/1289/4838. Acesso em: 19 abr.  2025. 

MARTINS, J. B. et al. Reabilitação estética de dentes escurecidos: uma revisão da literatura.  Revista de Odontologia do Brasil, v. 21, n. 3, p. 217–224, 2019. Disponível em:  https://doi.org/10.34119/bjhrv7n3-413. Acesso em: 21 out. 2025. 

MENEZES, M. S. et al. Abordagens restauradoras minimamente invasivas em odontologia  estética: clareamento dental e facetas diretas de resina composta. Journal of Clinical and  Esthetic Dentistry, v. 27, n. 2, p. 105–110, 2022.

MILESKI, M. et al. Clareamento e reabilitação estética de dentes escurecidos: abordagem  restauradora conservadora. Revista Odonto Atual, v. 21, n. 1, 2018. 

MONDELLI, R. F. L. et al. Realização de clareamento e faceta direta de resina composta na  mesma sessão. Anais de Odontologia do Unifunec, v. 2, n. 2, 2015. Disponível em:  https://seer.unifunec.edu.br/index.php/AJOF/article/view/1686. Acesso em: 19 abr. 2025. 

PEREIRA, G. M. C. et al. Facetas em resina composta associadas a clareamento externo de  dente escurecido endodonticamente: relato de caso. Revista de Estudos Multidisciplinares  UNDB, v. 3, n. 1, 2023. Disponível em:  https://periodicos.undb.edu.br/index.php/rem/article/view/86. Acesso em: 19 abr. 2025. 

SILVA, E. O. et al. Clareamento em dentes não vitais e facetas em resina composta: uma  análise comparativa das técnicas de tratamento estético. Research, Society and Development,  v. 12, n. 12, p. e90121243992, 2023. Disponível em:  https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/download/43992/35328/462493. Acesso em: 19  abr. 2025. 

SPASSER, H. F. A simple bleaching technique using sodium perborate. New York State  Dental Journal, v. 27, n. 6, p. 332–334, 1961. 

ZARENEJAD, N.; ASGARY, S.; RAMAZANI, N.; HAGHSHENAS, M.; RAFIEI, A.;  RAMAZANI, M. Coronal microleakage of three different dental biomaterials as intra-orifice  barrier during nonvital bleaching. Dental Research Journal (Isfahan), [S.l.], v. 12, n. 6, p. 581,  2015. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4661442/ . Acesso em: 28 set. 2025. 


1Discente do Curso Superior do Centro Universitário Metropolitano da Amazônia (UNIFAMAZ). jackeline37265@famaz.com.br 
2Discente do Curso Superior do Centro Universitário Metropolitano da Amazônia (UNIFAMAZ). jackeanjos08@gmail.com
3
Discente do Curso Superior do Centro Universitário Metropolitano da Amazônia (UNIFAMAZ). julianny36632@famaz.com
4Discente do Curso Superior do Centro Universitário Metropolitano da Amazônia (UNIFAMAZ). karolaine37537@famaz.com
5Discente do Curso Superior do Centro Universitário Metropolitano da Amazônia (UNIFAMAZ). rutevalente.valente@hotmail.com
6Docente do Curso Superior do Centro Universitário Metropolitano da Amazônia (UNIFAMAZ). ruicarneiro@famaz.edu.br 
7Docente do Curso Superior do Centro Universitário Metropolitano da Amazônia (UNIFAMAZ). marcellacanto@famaz.com.br