REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ni10202510221955
Wesley Andrelino Galdino
Yuri Omar De Oliveira Silva
Orientadora: Profª Esp. Trinit Di Lu Soares Germano
Coautora: Esp. Ana Gabriela Reis Arouca
Resumo
O trabalho traz informações sobre um procedimento de reabilitação oral desde o tratamento endodôntico até a confecção da coroa metal free. O objetivo principal deste estudo é restauração estética e funcional do elemento comprometido, preservando a estrutura, a resistência mecânica e a harmonia em relação a dentição e face do paciente. O presente trabalho foi elaborado com base nos procedimentos clínicos que foram realizados na clínica odontológica da Faculdade Metropolitana, sendo registrados através de fotografias no decorrer dos procedimentos, trazendo de volta a estética e principalmente a função após o preenchimento daquele “espaço protético”. Trazendo os materiais mais utilizados na atualidade, tanto como suas vantagens e principais indicações, abrindo também as janelas para as diversas possibilidades de procedimentos que visam trazer os melhores resultados, devolvendo harmonia e autoestima aos pacientes. Introduzindo também as diversas técnicas a serem utilizadas, sendo essas aprimoradas diariamente, assim como a substituição da coroa metalocerâmica pela coroa metal free, que traz mais satisfação aos pacientes, por não apresentar escurecimento na peça protética.
Palavras-chave: Odontologia. Coroa do dente. Estética dentária. Reabilitação Bucal.
Abstract
This paper presents information about an oral rehabilitation procedure, from endodontic treatment to the fabrication of a metal-free crown. The main objective of this study is the aesthetic and functional restoration of the compromised tooth, preserving its structure, mechanical strength, and harmony with the patient’s dentition and facial features. This study was developed based on clinical procedures to be performed at the dental clinic of Faculdade Metropolitana, documented through photographs taken throughout the process, aiming to restore aesthetics and, most importantly, function after filling the “prosthetic space.” It highlights the most widely used materials today, along with their advantages and main indications, while also exploring various procedural options designed to achieve similar results, restoring harmony and self-esteem to patients. Furthermore, it introduces the different techniques to be employed, which are constantly being improved, as well as the replacement of metal-ceramic crowns with metal-free crowns, offering greater satisfaction to patients by eliminating the darkening effect on the prosthetic restoration.
Keywords: Odontology. Tooth crown. Dental aesthetics. Oral rehabilitation.
1. INTRODUÇÃO
Quando falamos em avanços em meio a odontologia, vemos sendo utilizadas e abordadas diversas técnicas que passam por etapas de aprimoramento diário, como no caso das coroas totais, que em grande escala eram feitas de metalocerâmicas, com núcleo de metal fundido, material esse que se tornava mais utilizável pela viabilidade, principalmente em questão financeira, mas também pela sua eficácia, resistência e satisfação gerada nos pacientes por atender as necessidades, mas nem sempre atendendo o objetivo estético, pois, seu núcleo metálico acaba tornando a peça protética escurecida, tendo isso em vista, com base em diversos estudos e análises estruturais, estéticas e nas composições dos materiais, vem se adotando cada vez mais no mercado de trabalho o uso de coroas metal free (livre de metal) juntamente com o pino de fibra de vidro como núcleo, mantendo assim a estética branca devido a ausência de metal acoplada ao material cerâmico (Custódio et al, 2023).
Os pinos de fibra de vidro e os núcleos metálicos fundidos são opções comuns de escolha nesses tipos de procedimento, e escolher entre um deles pode depender de vários fatores, como o tamanho do canal radicular e a expectativa estética do paciente. Os pinos de fibra de vidro são considerados mais resistente a fratura, em relação ao metálico fundido, é importante destacar que a resistência mecânica de um pino intrarradicular é multifatorial, incluindo o tipo de material, o diâmetro e a forma do pino, o tamanho da raiz e a carga aplicada a restauração (Custódio et al. 2023).
As coroas metal free entram como ótimas opções em casos de reabilitação oral, tendo em vista que são indicações para trabalhos unitários. Com isso, o trabalho irá expor através da reabilitação de um primeiro pré-molar superior que já passou por tratamento endodôntico, na paciente E.B.S, 34 anos, com abordagem de técnicas e materiais mais atualizados no mercado de trabalho, contribuindo para estudos futuros e análise documental, sendo um presente relato de caso.
O presente trabalho tem como objetivos a contribuição com o compartilhamento de técnicas e materiais mais utilizados e recomendados na atualidade no meio estético e funcional na elaboração de coroas totais. Também apresentar vantagens e desvantagens da coroa total free; entregar procedimentos com técnicas mais atualizadas, devolvendo a função e estética; relato do processo de reabilitação completo.
2. METODOLOGIA
O presente trabalho consiste em um relato de caso clínico qualitativo realizado na Clínica Odontológica da Faculdade Metropolitana de Rondônia, em Porto Velho, envolvendo a paciente E.B.S., 34 anos, que havia sido previamente submetida a tratamento endodôntico no elemento dentário 24. Durante a avaliação clínica e radiográfica, observou-se perda significativa de estrutura coronária remanescente, o que impossibilitava a restauração direta em resina composta. Diante disso, optou-se pela reabilitação do dente por meio da instalação de pino de fibra de vidro e confecção de coroa total metal free, com o objetivo de restabelecer função, estética e resistência biomecânica.
O tratamento foi realizado em três sessões clínicas. Na primeira sessão, foi executada a desobturação de dois terços do comprimento radicular, preservando o terço apical do material obturador. Em seguida, procedeu-se à prova e cimentação do pino de fibra de vidro nº 0,5, utilizando cimento resinoso dual e sistema adesivo compatível. Após a cimentação, foi confeccionado um núcleo de resina composta fotopolimerizável sobre o pino, possibilitando a reconstrução da porção coronária para o preparo protético.
O preparo dentário foi realizado com brocas diamantadas específicas, respeitando os princípios biomecânicos de redução uniforme e término cervical em chanfro largo, favorecendo a adaptação marginal da futura coroa metal free. Após o preparo, procedeu-se à moldagem com silicona de condensação (pesada e leve).
Para proteção do elemento preparado e conforto da paciente, foi confeccionada uma coroa provisória em resina composta, devidamente ajustada e polida, sendo cimentada com cimento provisório à base de hidróxido de cálcio.
O modelo obtido a partir do molde e registro oclusal foram encaminhados ao laboratório protético, onde foi confeccionada a coroa de teste clínico e em seguida a definitiva em zircônia monolítica, de acordo com a cor e características anatômicas dos dentes adjacentes.
Na segunda sessão, realizou-se a prova clínica da coroa probatória, seguida dos ajustes oclusais e verificação dos contatos proximais, sendo reenviada para o laboratório para posterior confecção da coroa definitiva.
Na terceira sessão, após aprovação estética e funcional, a coroa metal free foi cimentada definitivamente com cimento resinoso dual, conforme as recomendações do fabricante. A oclusão foi verificada em movimentos de protrusão e lateralidade, garantindo distribuição equilibrada das forças mastigatórias.
Após a cimentação final, foram feitos acompanhamentos clínicos periódicos para avaliação da adaptação marginal, estabilidade oclusal, resposta gengival e satisfação estética da paciente. Durante o acompanhamento, observou-se excelente integração do material restaurador com os tecidos adjacentes, ausência de inflamação gengival e estabilidade funcional do conjunto pino–coroa.
A fundamentação teórica utilizada na elaboração deste trabalho baseou-se em artigos científicos nacionais e internacionais sobre reabilitação oral com pinos de fibra de vidro e coroas metal free, garantindo embasamento científico atualizado e relevante.
3. RELATO DE CASO
Paciente: E.B.S, sexo feminino, idade 34 anos, compareceu a clínica odontológica para início de tratamento reabilitador do elemento 24 (primeiro prémolar superior esquerdo, que havia sido submetido a um tratamento endodôntico, com necessidade de reforço do remanescente coronário e a confecção da coroa total protética fixa, para reestabelecer a função e estética.
1ª Sessão: Inicialmente foi realizado a desubturação parcial dos canais radiculares, mantendo o selamento apical com o comprimento mínimo para garantir o sucesso endodôntico. Em seguida, foi realizada a prova e ajuste do pino de fibra de vidro, o qual apresentou boa adaptação, dessa forma, foi feita a anatomização dos condultos e cimentado com cimento resinoso dual, considerando o protocolo adesivo adequado: condicionamento ácido, aplicação dos adesivos compatíveis e inserção do cimento nos canais, garantindo o preenchimento adequado e ausência de bolhas, após essa etapa, foi realizada a fotoativação e fotopolimerização completa, o núcleo coronário foi preenchido com resina composta para criar um remanescente anatômico que possibilitasse a confecção do preparo. Na sequência foi realizado o preparo para receber a coroa total, respeitando os princípios da retenção, resistência e espessura do material. Para a moldagem funcional a gengiva foi afastada com o fio retrator, e executada com silicona de condensação (pesada e leve), garantindo a cópia fiel dos limites cervicais. Posteriormente foi confecciada uma coroa provisória em resina composta, devidamente com a oclusão ajustada e protocolos de polimento, proporcionando conforto, e estética satisfatória à paciente. A cor foi escolhida e o molde juntamente com o registro de mordida foram encaminhados ao laboratório para que fosse confeccionada a coroa de teste clínico, e na sequência a coroa definitiva.
Figura – Imagem inicial

Figura – Inserção dos pinos de fibra de vidro

Figura – Preparo do remanescente para receber a coroa

Figura- Coroa provisória em resina composta

Figura – Fio retrator preparando a gengiva para moldagem

2ª Sessão: Foi realizada a prova clínica da coroa confeccionada pelo laboratório, sendo posicionado e avaliado quanto à adaptação marginal, pontos de contato proximais, e oclusão. Foram feitas pequenas adequações, para ajuste oclusal, e reencaminhada ao laboratório protético para o processo final da coroa.
Figura – Modelo funcional em gesso

Figura – Coroa para teste clínico

Figura – Teste clínico

3ª Sessão: Inicialmente foram feitas as limpeza e o tratamento de superfície da coroa com ácido fluorídrico e aplicação de silano. O preparo foi condicionado com o sistema adesivo compatível com o cimento escolhido, após o cimento resinoso ser aplicado na coroa, foi aplicada sobre o preparo sendo assentada cuidadosamente sob leve pressão, o excesso foi removido e a fotoativação do cimento foi feita em toda a periferia, a oclusão foi novamente conferida, sem a necessidade de novos ajustes. Ao final, a paciente apresentou excelente adaptação, estética, e conforto oclusal, em seguida, foram oferecidas orientações de higienização e cuidados, como manutenção e acompanhamento periódico.
Figura – Coroa definitiva em zircônia monotítica

Figura – Preparo pronto para receber a coroa

Figura – Coroa definitiva cimentada

4. DISCUSSÃO
A reabilitação oral do elemento dentário número 24, por meio da instalação de um pino de fibra de vidro associado a uma coroa total metal-free, demonstrou resultados clínicos satisfatórios no ponto de vista funcional e estético. Após a realização do procedimento, observou-se a recuperação da função mastigatória, a harmonia com os dentes adjacentes e o restabelecimento da autoestima da paciente, o que reforça a eficácia da técnica aplicada. Esses achados corroboram com os estudos, que destacam a relevância das coroas metal free em proporcionar resultados estéticos superiores, devido à ausência de escurecimento causada por núcleos metálicos (Jorge et al, (2019); (Viana et al, 2022).
A utilização do pino de fibra de vidro mostrou-se fundamental para garantir uma adequada distribuição das tensões mastigatórias ao longo da raiz dentária, prevenindo fraturas e aumentando a longevidade da restauração. Esse tipo de pino apresenta propriedades mecânicas semelhantes à dentina, como módulo de elasticidade compatível e elevada adesividade, o que contribui para um comportamento biomecânico mais previsível (Custódio et al, 2023). No presente caso, tais características se refletiram em uma adaptação marginal adequada e ausência de sinais clínicos de infiltração ou desadaptação durante o acompanhamento pós-cimentação.
Em relação ao processo adesivo, a utilização de cimento resinoso dual associada à silanização do pino foi determinante para o sucesso da retenção coronária e adaptação marginal. A escolha correta do cimento influencia diretamente na durabilidade e estabilidade do conjunto pino–coroa, sendo os cimentos resinosos de dupla cura os mais indicados para esse tipo de procedimento (Ghodsi et al, 2022). A boa adaptação obtida no presente caso confirma essa evidência, reforçando a importância do protocolo de cimentação e do controle de umidade durante a execução clínica.
No aspecto estético, o material cerâmico utilizado (zircônia) proporcionou excelente mimetismo óptico, integrando-se de maneira natural à dentição da paciente. Essa característica é amplamente discutida, ressaltando que as coroas metal-free, além de apresentarem alta resistência mecânica, permitem uma translucidez semelhante à do esmalte dental, promovendo resultados estéticos superiores em comparação às coroas metalocerâmicas convencionais (Durão et al, 2015); (Oliveira et al, 2016). Durante a prova clínica, observou-se que a zircônia apresentou estabilidade de cor, ausência de pigmentação marginal e brilho compatível com os dentes vizinhos, mostrando-se eficaz em relação a estética.
Do ponto de vista funcional, após a cimentação definitiva, a oclusão foi ajustada para garantir equilíbrio e distribuição uniforme das forças mastigatórias, evitando sobrecargas. Tendo em vista que dentes tratados endodônticamente e reabilitados com pinos e coroas estão sujeitos a falhas mecânicas se houver má oclusão (Selvaraj et al, 2023). No caso relatado, não houve relato de sensibilidade pós-operatória nem sinais de microfratura, o que indica o sucesso da adaptação funcional.
A análise do desempenho clínico também reforça a importância do planejamento restaurador e da execução criteriosa das etapas, desde a desobturação parcial até a cimentação final. O uso de pinos de fibra de vidro é amplamente defendido na literatura por sua facilidade de manipulação e previsibilidade clínica, (Sales et al, 2021); (Souza et al, 2020). Tais características foram comprovadas no presente caso, no qual o procedimento foi executado sem intercorrências, demonstrando boa reprodutibilidade da técnica e segurança para aplicação clínica rotineira.
No contexto biológico, observou-se boa resposta tecidual peri-gengival, sem sinais de inflamação, retração ou alteração na coloração gengival, fatores que podem ocorrer em restaurações com núcleo metálico. Esse achado confirma a superior biocompatibilidade das coroas metal free, e ressaltam que esses materiais evitam o escurecimento gengival e apresentam comportamento mais favorável em relação aos tecidos moles (Viana et al, 2022); (Guimarães et al, 2021).
Portanto, o presente caso clínico reforça que a associação do pino de fibra de vidro com a coroa total metal free constitui uma alternativa restauradora altamente eficaz, tanto funcional quanto esteticamente. A técnica demonstrou previsibilidade, resistência e excelente aceitação por parte da paciente, comprovando na prática clínica os benefícios amplamente descritos na literatura científica. Assim, o resultado obtido confirma que a evolução dos materiais odontológicos modernos permite alcançar níveis de excelência estética e biomecânica que atendem plenamente às demandas atuais da odontologia restauradora.
5. CONSIDERAÇÕES FINAIS
A reabilitação protética de dentes que foram tratados endodonticamente ainda é um desafio clínico que exige cuidadosa avaliação do remanescente dentário, escolha certa de materiais e domínio das técnicas adesivas. No caso apresentado, a utilização do pino de fibra de vidro cimentado com cimento resinoso dual proporcionou reforço para estrutura compatíveis com as propriedades mecânica da dentina, favorecendo a distribuição de tensão de forma uniforme, diminuindo significativamente o risco de fraturas radiculares. Essa escolha aliada a reconstrução coronária com resina composta e preparo conservador, foi essencial para proporcionar retenção e longevidade á coroa.
Os protocolos clínicos utilizados demonstrou a importância de realizar o planejamento em etapas bem definidas, desde a reabilitação do remanescente dentário, até a cimentação definitiva da coroa. A moldagem com silicona de condensação garantiu alta precisão dos detalhes marginais e anatômicos, permitindo ao laboratório confeccionar uma peça com excelente adaptação e estética natural. A cimentação com cimento resinoso dual, por sua vez, promoveu uma adesão suficiente entre substrato dentário e a prótese, resultando em vedamento marginal adequado e resistência mecânica.
Os resultados obtidos no caso clínico reforçam que a integração entre materiais e técnicas adesivas avançadas constitui a base do sucesso nas reabilitações unitárias em dentes com tratamento endodôntico. O caso evidenciou excelente adaptação funcional, estética harmônica e oclusão adequada, demonstrando previsibilidade clínica e satisfação da paciente. O acompanhamento periódico será determinante para garantir a estabilidade do tratamento e contribuir com dados longitudinais sobre o desempenho clínico desses materiais reabilitadores.
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