QUALIDADE DE VIDA DE PORTADORES DE DPOC APÓS TREINAMENTO DA MUSCULATURA RESPIRATÓRIA: UMA REVISÃO INTEGRATIVA

QUALITY OF LIFE OF COPD PATIENTS AFTER RESPIRATORY MUSCLE TRAINING: AN INTEGRATIVE REVIE

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ra10202511280951


Maria Jaqueline de Araújo Costa Nogueira1
Kennedy Cristian Alves de Sousa2
Michel Jorge Dias3
Luciano Braga de Oliveira4
Francisco Roque da Silva5
Brena da Silva Fernandes Abrantes6
Sabrina Lacerda Lima7
Tágina Isabel Abrantes de Assis8


RESUMO

Introdução: A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) representa um grave problema de saúde pública, caracterizada pela limitação progressiva e irreversível do fluxo aéreo, impactando diretamente a qualidade de vida dos indivíduos acometidos. Objetivo: O presente trabalho tem como objetivo analisar, por meio de uma revisão bibliográfica, os efeitos do treinamento da musculatura respiratória sobre a qualidade de vida de pacientes diagnosticados com DPOC. Método: A metodologia adotada consistiu na análise de artigos científicos disponíveis em bases de dados como SciELO, PubMed e BVS, priorizando publicações dos últimos dez anos. Os estudos selecionados indicam que o treinamento muscular inspiratório (TMI) promove melhorias significativas na força respiratória, na tolerância ao esforço físico e na redução da sensação de dispneia, fatores diretamente relacionados à autonomia funcional e ao bem-estar dos pacientes. Além dos benefícios físicos, o TMI contribui para o resgate da autoestima e para a melhora da saúde mental, frequentemente afetada pela progressão da doença. Constatou-se ainda que o TMI é uma prática acessível, de baixo custo, com potencial de aplicação em serviços públicos de saúde. Conclusão: Conclui-se que o treinamento da musculatura respiratória é uma estratégia eficaz e promissora dentro da fisioterapia respiratória, com potencial de contribuir significativamente para a reabilitação funcional e melhoria da qualidade de vida de pacientes com DPOC.

Palavras-chave: DPOC. Fisioterapia respiratória. Qualidade de vida. Treinamento muscular inspiratório. Reabilitação.

ABSTRACT

Introduction: Chronic Obstrutive Pulmonary Disease (COPD) represents a serious public health problem, characterized by progressive and irreversible airflow limitation, directly impacting the quality of life of affected individuals. Objective: This study aims to analyze, through a literature review, the effects of respiratory muscle training on the quality of life of patients diagnosed with COPD. Method: The methodology adopted consisted of the analysis of scientific articles available in databases such as SciELO, PubMed, and VHL (Virtual Health Library), prioritizing publications from the last ten years. The selected studies indicate that inspiratory muscle training (IMT) promotes significant improvements in respiratory strength, physical exertion tolerance, and the reduction of the sensation of dyspnea, factors directly related to the functional autonomy and well-being of patients. In addition to the physical benefits, IMT contributes to the recovery of self-esteem and the improvement of mental health, which is often affected by the progression of the disease. It was also found that IMT is an accessible, low-cost practice with the potential for application in public health services. Conclusion: It is concluded that respiratory muscle training is an effective and promising strategy within respiratory physiotherapy, with the potential to contribute significantly to the functional rehabilitation and improved quality of life of patients with COPD.

Keywords: COPD. Respiratory physiotherapy. Quality of life. Inspiratory muscle training. Rehabilitation.

INTRODUÇÃO

A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) configura-se como uma condição respiratória progressiva, caracterizada pela obstrução persistente do fluxo aéreo, que resulta em sintomas como dispneia, tosse crônica e produção excessiva de muco. Tratase de uma enfermidade de elevada prevalência e impacto funcional, que afeta milhões de pessoas globalmente, apresentando altas taxas de morbidade e mortalidade associadas (Gold, 2023).

Nesse contexto, a limitação respiratória e o consequente declínio da capacidade funcional comprometem de forma significativa a autonomia e a qualidade de vida dos pacientes, especialmente em estágios mais avançados da doença (Lopes et al., 2020). Com etiologia fortemente associada ao tabagismo e à exposição prolongada a poluentes, a DPOC já é considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a terceira principal causa de morte no mundo, responsável por aproximadamente 3 milhões de óbitos anuais (OMS, 2023).

Essa realidade alarmante evidencia a necessidade urgente de intervenções terapêuticas eficazes que possam não apenas minimizar os sintomas e reduzir as exacerbações, mas também melhorar a condição clínica e psicológica dos indivíduos acometidos (Neder et al., 2021).

Frente a esse cenário, a fisioterapia respiratória surge como um pilar fundamental no manejo não farmacológico da DPOC (Costa et al., 2017). A reabilitação pulmonar, da qual o treinamento muscular faz parte, é reconhecida como uma das intervenções mais eficazes para melhorar a dispneia, a capacidade de exercício e a qualidade de vida (Lacasse et al., 2006). Dentre as estratégias disponíveis, o treinamento da musculatura respiratória (TMR) tem ganhado destaque por sua eficácia na melhora da força muscular inspiratória e na redução da sensação de dispneia (Ferreira et al., 2018; Borges et al., 2020).

Exercícios sistematizados, como o treinamento muscular inspiratório (TMI), promovem o fortalecimento do diafragma e dos músculos intercostais, otimizando a mecânica ventilatória e, como resultado, refletindo em ganhos substanciaIS na tolerância ao exercício e na execução das atividades de vida diária (AVDs) (Pinto et al., 2019; Neder et al., 2021).

Além dos benefícios físicos, é crucial destacar o impacto psicossocial da DPOC, uma vez que os pacientes frequentemente desenvolvem quadros depressivos e ansiosos decorrentes das limitações impostas pela doença (Santos et al., 2022). Portanto, intervenções que aprimoram a performance respiratória podem também favorecer a autoestima e a sensação de controle sobre a condição, promovendo um cuidado mais humanizado e integral.

Embora a reabilitação pulmonar, da qual o TMI faz parte, seja reconhecida por seus efeitos comprovados, seu acesso ainda é um desafio, o que reforça a importância de pesquisas que validem a eficácia dessas práticas e estimulem sua adoção mais ampla.

Diante do exposto, torna-se evidente a relevância de aprofundar os estudos sobre o impacto do treinamento da musculatura respiratória na qualidade de vida de pacientes com DPOC. Avaliar os efeitos dessa intervenção permite não apenas ampliar o entendimento sobre sua aplicabilidade clínica, mas também fornecer subsídios para o fortalecimento de políticas públicas e estratégias de atenção integral à saúde respiratória.

Sendo assim, o objetivo geral deste estudo é analisar os impactos do treinamento da musculatura respiratória na qualidade de vida de indivíduos diagnosticados com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). Para alcançar este propósito, serão investigados os efeitos do fortalecimento muscular sobre os sintomas respiratórios característicos da doença, como dispneia e fadiga. Adicionalmente, verificar-se-á a influência do treinamento respiratório na realização das atividades de vida diária (AVDs) e, por fim, analisar-se-ão as possíveis melhorias na percepção de bem-estar e na qualidade de vida, a partir de indicadores subjetivos e funcionais relatados pelos participantes.

METODOLOGIA

Tipo de estudo

Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, desenvolvida com base nas seis fases recomendadas por Souza, Silva e Carvalho (2010): 1ª) elaboração da pergunta norteadora; 2ª) busca ou amostragem na literatura; 3ª) coleta de dados; 4ª) análise crítica dos estudos incluídos; 5ª) discussão dos resultados; e 6ª) apresentação da revisão integrativa.

Pergunta norteadora

Quais são os efeitos do treinamento da musculatura respiratória na qualidade de vida de pacientes diagnosticados com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica?

Estratégia de busca e fontes de dados

A pesquisa foi realizada entre maio a setembro de 2025, por meio da busca de artigos científicos indexados nas seguintes bases de dados: Scientific Electronic Library Online (SciELO), Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e Google Acadêmico.

Foram utilizados os Descritores em Ciências da Saúde (DeCS) e palavras-chave correspondentes em português, inglês e espanhol: “Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica”, “Treinamento Muscular Inspiratório”, “Fisioterapia Respiratória”, “Qualidade de Vida”.

Critérios de inclusão e exclusão

Como critérios de inclusão foram selecionados artigos como ensaios clínicos randomizados, estudos de coorte, estudos de casos, intervenções, revisões sistemáticas e metanálises que abordem o tema proposto. Os estudos estavam disponíveis na íntegra nos idiomas português, inglês ou espanhol, e publicados nos últimos 10 anos.

Como critérios de exclusão foram excluídos editoriais, cartas ao editor, resumos de congressos, teses, dissertações, monografias e artigos que não estiverem disponíveis na íntegra ou que não respondam à pergunta norteadora.

Procedimentos de coleta de dados

A seleção dos artigos foi realizada em duas etapas. Inicialmente, os títulos e resumos dos estudos identificados nas bases de dados foi avaliados por dois revisores independentes. Aqueles que parecerem relevantes para o objetivo da pesquisa serão selecionados para a leitura completa.

A seleção final dos artigos que comporão a amostra seguirá rigorosamente os critérios de inclusão e exclusão e será detalhada por meio de um fluxograma PRISMA (Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses).

Figura 1: Fluxograma de seleção dos artigos que constituíram a amostra.

Fonte: Autoria própria (2025).

Análise e síntese dos dados

As informações extraídas dos artigos selecionados foram organizadas em um quadro sinóptico para facilitar a análise comparativa. Este quadro conterá os seguintes itens: autores, título, periódico, ano, país do estudo, objetivos, metodologia, principais resultados e conclusões/limitações.

A apresentação dos resultados será feita de forma descritiva, com o suporte de quadros e tabelas para sintetizar as evidências encontradas e discutir as informações à luz da literatura pertinente.

Aspectos éticos

Por se tratar de uma revisão integrativa que utiliza dados de domínio público (artigos científicos), não há necessidade de submissão a um Comitê de Ética em Pesquisa. No entanto, todos os aspectos éticos serão assegurados, garantindo o devido crédito e a correta citação dos autores e das fontes consultadas, conforme as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

RESULTADOS E DISCUSSÕES

A seleção dos estudos resultou na inclusão de 10 artigos que investigam a eficácia de diversas abordagens fisioterapêuticas em pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). As publicações abrangem revisões sistemáticas, ensaios clínicos e revisões narrativas.

As intervenções incluem o Treinamento Muscular Inspiratório (TMI), exercícios combinados (aeróbicos e de resistência), e o uso de dispositivos específicos como incentivadores a fluxo e de pressão positiva oscilante. Os desfechos primários analisados foram a força muscular respiratória, a capacidade funcional, a dispneia e a qualidade de vida.

O Quadro 1 sintetiza as informações dos estudos incluídos.

Quadro 1 – Síntese dos estudos incluídos na revisão.

Fonte: Elaborado pelos autores (2025).

A análise aprofundada dos estudos selecionados para esta revisão consolida o papel indispensável da fisioterapia no manejo da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). As evidências, provenientes de revisões sistemáticas e ensaios clínicos, convergem para a afirmação de que intervenções focadas no treinamento muscular e em exercícios respiratórios promovem benefícios significativos (Gomes et al., 2017). Estes ganhos são observados em múltiplos domínios, abrangendo desde a melhora objetiva da força muscular até a percepção subjetiva de qualidade de vida e capacidade funcional, embora a interação entre esses desfechos seja complexa e, por vezes, alvo de debate na literatura.

O aumento da força muscular inspiratória, quantificado pela Pressão Inspiratória Máxima (PImáx), emerge como o desfecho mais consistente e robusto entre as pesquisas. A revisão sistemática de Mota et al. (2023) conclui que o Treinamento Muscular Inspiratório (TMI) é inequivocamente eficaz no incremento da força e da resistência dos músculos da inspiração. Esta conclusão é fortemente amparada por estudos experimentais, como o de Rosa e Escorcio (2020), que, mesmo não encontrando benefícios em outras variáveis, demonstrou um aumento estatisticamente significativo na PImáx após um protocolo com incentivador respiratório a fluxo. Tal consistência sugere que o fortalecimento da musculatura inspiratória é um efeito primário e direto do treinamento direcionado, constituindo uma meta terapêutica confiável e alcançável.

Contudo, a transposição desse ganho de força para uma melhor capacidade funcional em atividades de corpo inteiro, como a deambulação, revela-se um ponto de maior complexidade e debate. A maioria das evidências aponta para uma correlação positiva. O estudo de Machado et al. (2019), por exemplo, registrou um aumento médio de 52 metros na distância percorrida no Teste de Caminhada de 6 Minutos (TC6) após um programa de exercícios combinados, um ganho considerado clinicamente relevante. As revisões de Da Silva et al. (2025) e Mota et al. (2023) também citam a melhora da tolerância ao exercício como um resultado frequente.

Em contrapartida, o estudo de Rosa e Escorcio (2020) apresenta um resultado discordante, não identificando melhora significativa no TC6, apesar do ganho de força muscular. Essa aparente contradição é fundamental para a discussão clínica, sugerindo que o tipo e a abrangência da intervenção são determinantes. O protocolo de Rosa e Escorcio (2020) utilizou apenas o treinamento respiratório isolado com um incentivador a fluxo, enquanto Machado et al. (2019) aplicaram um programa abrangente com exercícios aeróbicos e de resistência periférica.

Isso reforça a hipótese, sustentada pelas revisões de Da Silva Souza et al. (2025) e Da Silva e Bahia (2023), de que para obter melhorias funcionais globais, uma abordagem integrada que contemple tanto a musculatura respiratória quanto a periférica é superior ao treinamento isolado.

De forma análoga, o impacto sobre a dispneia e a qualidade de vida, objetivos centrais no tratamento da DPOC, também apresenta nuances. Há um forte consenso de que as intervenções fisioterapêuticas são capazes de reduzir a sensação de dispneia. O estudo de Machado et al. (2019) demonstrou melhoras expressivas em escalas como MRC e LCADL, além de um aumento significativo na qualidade de vida, avaliada pelo questionário SGRQ. Contudo, novamente o trabalho de Rosa e Escorcio (2020) diverge, não encontrando alteração significativa na qualidade de vida.

Essa dissonância ressalta que a percepção de bem-estar é um construto multifatorial, e que um ganho objetivo em uma única variável (PImáx) pode não ser suficiente para alterá-la. A melhora funcional que permite ao paciente retomar atividades diárias, como a proporcionada por programas combinados, parece ser um fator mais determinante para impactar positivamente a qualidade de vida (Campos et al., 2019).

A literatura demonstra, portanto, que a reabilitação pulmonar mais eficaz é aquela que adota uma abordagem multimodal e sinérgica. A revisão de Da Silva Souza et al. (2025) argumenta explicitamente em favor do fortalecimento conjunto dos músculos respiratórios e periféricos. Essa visão é complementada por De Souza Almeida e Schneider (2019) e Teles et al. (2025), que descrevem a reabilitação como um programa amplo que inclui não apenas exercícios, mas também componentes educacionais e uma vasta gama de técnicas, conforme as diretrizes atuais (Pereira et al., 2020). A diversidade de intervenções, que vão desde o TMI e exercícios aeróbicos até o uso de dispositivos para higiene brônquica (OPEP) e suporte ventilatório (CNAF, VNI), evidencia a necessidade de um plano terapêutico individualizado e completo.

A relevância do fortalecimento muscular respiratório estende-se para além do contexto ambulatorial, mostrando-se vital em cenários de alta complexidade. A revisão de Cunha et al. (2023) destaca o papel crucial dessas técnicas no auxílio ao desmame da ventilação mecânica em pacientes na UTI. A fraqueza e a atrofia muscular decorrentes do desuso durante a internação são barreiras significativas para a retomada da respiração espontânea, e a intervenção fisioterapêutica para reverter esse quadro é determinante para o sucesso do processo.

Finalmente, o campo da reabilitação pulmonar na DPOC permanece em constante evolução, com pesquisas buscando otimizar os protocolos existentes. O protocolo de ensaio clínico proposto por Rodrigues et al. (2022) para investigar os efeitos do TMI de alta intensidade é um exemplo dessa busca por maior eficácia.

Em conclusão, embora técnicas isoladas como o TMI sejam comprovadamente eficazes para desfechos específicos como o aumento da PImáx, as evidências mais robustas indicam que os ganhos mais significativos e holísticos para os pacientes com DPOC — abrangendo capacidade funcional, dispneia e qualidade de vida — são alcançados por meio de programas de reabilitação abrangentes, personalizados e multifacetados.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Com base na análise realizada, conclui-se que o treinamento da musculatura respiratória, com destaque para o TMI, é uma estratégia eficaz e com forte embasamento científico na reabilitação de pacientes com DPOC, sendo sua contribuição mais consistente o aumento da força muscular inspiratória.

Contudo, a análise comparativa dos estudos revelou que a melhora isolada da força não se traduz universalmente em ganhos diretos na capacidade funcional e na qualidade de vida. As evidências sugerem que os resultados mais expressivos e holísticos são alcançados por meio de programas de reabilitação abrangentes, que associam o treinamento respiratório ao fortalecimento de músculos periféricos e a exercícios aeróbicos.

Portanto, esta revisão reforça a importância de uma abordagem fisioterapêutica multifacetada e individualizada, que vise não apenas o fortalecimento muscular específico, mas a reabilitação funcional integrada do paciente, para promover uma melhora significativa e duradoura em sua qualidade de vida.

REFERÊNCIAS

BORGES, P. S. et al. Efeitos da fisioterapia respiratória na qualidade de vida de pacientes com DPOC: uma revisão sistemática. Fisioterapia em Movimento, Curitiba, v. 33, p. 1-10, 2020.

CAMPOS, F. T. et al. Reabilitação pulmonar na DPOC: uma revisão integrativa. Revista Brasileira de Ciências da Saúde, João Pessoa, v. 21, n. 2, p. 35-42, 2019.

COSTA, D. et al. Fisioterapia respiratória: fundamentos e prática clínica. 7. ed. São Paulo: Manole, 2017.

CUNHA, C. S.; REZENDE, F.; MELO, J. B. de. Utilização de técnicas de fortalecimento respiratório no auxílio do desmame de pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica. Saberes Interdisciplinares, v. 16, n. 29, p. 68-81, 2023.

DA SILVA, M. E. R. et al. A Fisioterapia Respiratória no tratamento da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC): uma revisão sistemática. Revista Multidisciplinar, v. 38, n. 1, p. 1-17, 2025.

DA SILVA, V. R.; BAHIA, B. L. Exercício respiratório em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica. Brazilian Journal of Development, v. 9, n. 6, p. 1967619687, 2023.

DA SILVA SOUZA, H. C. et al. O fortalecimento da musculatura periférica e respiratória no tratamento de pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica. Brazilian Journal of Health Review, v. 8, n. 1, p. e77528, 2025.

DE SOUZA ALMEIDA, J. T.; SCHNEIDER, L. F. A importância da atuação fisioterapêutica para manter a qualidade de vida dos pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica–DPOC. Revista Científica da Faculdade de Educação e Meio Ambiente, v. 10, n. 1, p. 168-177, 2019.

FERREIRA, G. M. et al. Treinamento muscular inspiratório em pacientes com DPOC: uma revisão. Jornal Brasileiro de Pneumologia, São Paulo, v. 44, n. 1, p. 66-74, 2018.

GLOBAL INITIATIVE FOR CHRONIC OBSTRUCTIVE LUNG DISEASE (GOLD). Global Strategy for the Diagnosis, Management, and Prevention of COPD: 2023 Report., 2023. Disponível em: https://goldcopd.org/2023-gold-report/. Acesso em: 10 maio 2025.

GOMES, L. M. et al. Efeitos do treinamento muscular inspiratório na DPOC: uma revisão sistemática. Fisioterapia Brasil, Araraquara, v. 18, n. 2, p. 107-113, 2017.

LACASSE, Y. et al. Pulmonary rehabilitation for chronic obstructive pulmonary disease. Cochrane Database of Systematic Reviews, Oxford, n. 4, art. CD003793, 2006.

LOPES, R. R. et al. Fisioterapia na DPOC: contribuições para a funcionalidade e qualidade de vida. Revista Brasileira de Reabilitação Respiratória, v. 4, n. 1, p. 1219, 2020.

MACHADO, F. R. L.; CORRÊA, K. de S.; RABAHI, M. F. Efeitos do exercício físico combinado na dispnéia, capacidade funcional e qualidade de vida de pacientes com DPOC em uma clínica privada. Brazilian Journal of Respiratory, Cardiovascular and Critical Care Physiotherapy, v. 2, n. 2, p. 19-28, 2019.

MOTA, J. C. et al. Treinamento muscular inspiratório em pessoas com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC): uma revisão sistemática. Fisioterapia e Pesquisa, v. 30, p. e21028823en, 2023.

NEDER, J. A. et al. Reabilitação pulmonar baseada em evidências na DPOC. Jornal Brasileiro de Pneumologia, São Paulo, v. 47, n. 2, p. 1-13, 2021.

ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (OMS). Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). Genebra: OMS, 16 mar. 2023. Disponível em: [https://www.who.int/pt/newsroom/fact-sheets/detail/chronic-obstructive-pulmonary-disease-(copd](https://www.who.int/pt/news-room/fact-sheets/detail/chronic-obstructivepulmonary-disease-(copd). Acesso em: 9 jun. 2025.

PEREIRA, C. A. C. et al. Diretrizes para o diagnóstico e tratamento da DPOC. Jornal Brasileiro de Pneumologia, São Paulo, v. 46, supl. 1, p. 1-23, 2020.

PINTO, J. M. et al. Intervenções fisioterapêuticas na reabilitação pulmonar: impacto na qualidade de vida em pacientes com DPOC. Revista Brasileira de Ciências da Saúde, João Pessoa, v. 23, n. 1, p. 41-48, 2019.

RODRIGUES, L. et al. O treino muscular inspiratório aumenta a deposição de radioaerossol pulmonar em pacientes com DPOC com fraqueza muscular respiratória?: Um protocolo de estudo para ensaio clínico randomizado. Research, Society and Development, v. 11, n. 3, p. e33211326707, 2022.

ROSA, N. N.; ESCORCIO, R. Análise da eficácia de incentivador respiratório a fluxo sobre a força muscular respiratória, resistência e tolerância ao exercício em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica. Revista da Faculdade de Ciências Médicas de Sorocaba, v. 22, n. 2, p. 65-71, 2020.

SANTOS, R. C. et al. Impacto da DPOC na saúde mental dos pacientes: revisão de literatura. Revista de Psicologia da Saúde, v. 14, n. 3, p. 45-52, 2022.

TELES, L. da S. V. et al. A atuação e a eficácia da fisioterapia respiratória em pacientes com a doença pulmonar obstrutiva crônica. Revista Liberum Accessum, v. 17, n. 1, p. 34-48, 2025.


1 Acadêmica do curso de Bacharelado em Fisioterapia da Universidade Santa Maria (UNIFSM), Cajazeiras, Paraíba.
2 Orientador. Professor do curso de Bacharelado em Fisioterapia da Universidade Santa Maria (UNIFSM), Cajazeiras, Paraíba.
3 Professor do curso de Bacharelado em Fisioterapia da Universidade Santa Maria (UNIFSM), Cajazeiras, Paraíba.
4 Professor do curso de Bacharelado em Fisioterapia da Universidade Santa Maria (UNIFSM), Cajazeiras, Paraíba.
5 Professor do curso de Bacharelado em Fisioterapia da Universidade Santa Maria (UNIFSM), Cajazeiras, Paraíba.
6 Acadêmica do curso de Bacharelado em Fisioterapia da Universidade Santa Maria (UNIFSM), Cajazeiras, Paraíba.
7 Acadêmica do curso de Bacharelado em Fisioterapia da Universidade Santa Maria (UNIFSM), Cajazeiras, Paraíba.
8 Acadêmica do curso de Bacharelado em Fisioterapia da Universidade Santa Maria (UNIFSM), Cajazeiras, Paraíba.