PREVALENCE OF MUSCULOSKELETAL INJURIES IN AMATEUR VOLLEYBALL ATHLETES: INTEGRATIVE REVIEW.
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/pa10202510192129
Vinicius Vieira Guimarães2
João Victor Gonçalves Lino3
RESUMO:
O voleibol é um dos esportes mais populares do mundo, podendo ser praticado de forma recreativa ou competitiva. Essa modalidade não exige contato direto entre adversários e permite a participação de diferentes faixas etárias nas mesmas equipes. Com base nisso, esta pesquisa tem como objetivo, analisar e descrever as principais prevalências de lesões musculoesqueléticas em atletas de voleibol amador. Para tanto, foi utilizado como metodologia a revisão integrativa de literatura, utilizando estudos científicos disponíveis nas bases de dados Scientific Eletronic Library Online (SciELO), Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), Biblioteca Virtual de Saúde (BVS), utilizando os seguintes Descritores em Ciências da Saúde (DECS) e operador booleano: voleibol AND atletas amadores AND lesão musculoesquelética. Desse modo, obteve-se a seguinte pergunta norteadora: Quais as prevalências de lesões musculoesquelética em atletas de vôlei amador? Com isso, os achados evidenciaram que as lesões musculoesqueléticas afetam significativamente o desempenho de atletas de vôlei, prejudicando a execução dos movimentos necessários para a prática esportiva. Conclui-se que, a alta prevalência de lesões identificadas em atletas de voleibol, se faz necessária maior atenção a esse público, a fim de prevenir e tratar distúrbios musculoesqueléticos, visando proporcionar qualidade na prática do esporte, o qual, sabemos que tem a capacidade de gerar bem-estar físico, mental e social.
Palavras–Chave: Voleibol; Atletas Amadores; Lesão musculoesquelética.
ABSTRACT:
Volleyball is one of the most popular sports in the world, and can be played recreationally or competitively. This sport does not require direct contact between opponents and allows for the participation of different age groups on the same teams. Based on this, this study aims to analyze and describe the main prevalence of musculoskeletal injuries in amateur volleyball players. To this end, an integrative literature review was used, utilizing scientific studies available in the Scientific Electronic Library Online (SciELO), Latin American and Caribbean Literature in Health Sciences (LILACS), and Virtual Health Library (VHL) databases, using the following Health Sciences Descriptors (DECS) and Boolean operator: volleyball AND amateur athletes AND musculoskeletal injury. Thus, the following guiding question emerged: What is the prevalence of musculoskeletal injuries in amateur volleyball players? The findings revealed that musculoskeletal injuries significantly affect volleyball players’ performance, hindering the execution of movements required for sports practice. The high prevalence of injuries identified in volleyball players suggests greater attention to this population is needed to prevent and treat musculoskeletal disorders and ensure quality sports practice, which we know has the potential to generate physical, mental, and social well-being.
Keywords: Volleyball; Amateur Athletes; Musculoskeletal Injury.
1 INTRODUÇÃO
O voleibol foi criado no ano de 1895 com o norte americano Willian Morgan em uma adaptação do basquetebol, se caracteriza como um esporte coletivo, disputado por duas equipes de seis jogadores em cada lado, tendo como objetivo fazer com que a bola toque o chão da quadra adversária. Essa modalidade esportiva se apresenta como a segunda mais praticada no Brasil e no mundo. De acordo com a federação internacional de voleibol, o esporte apresenta um crescimento de cerca de 800 milhões de atletas em todo o mundo, que praticam pelo menos uma vez por semana o esporte (CRUZ et al., 2020).
Na década de 1960, “o voleibol foi considerado o esporte mais popular em 25 países (incluindo Japão, Checoslováquia, União Soviética e China) dentre mais de cem filiados à FIVB” (Bizzocchi, 2004,). O voleibol é recreativo e competitivo. O esporte recreativo explora o espírito humano e promove a vida “divertida” e saudável. A competição permite que as pessoas exibam o melhor da habilidade, criatividade, liberdade de expressão e espírito de luta. As regras são projetadas e estruturadas para permitir que todas essas facetas floresçam. (FEDERAÇÃO INTERNACIONAL DE VOLEIBOL, 2021).
O voleibol é um dos esportes mais populares do mundo, o qual, pode ser praticado de forma recreativa ou competitiva. Essa modalidade não exige contato direto entre os times adversários e permite a participação de diferentes idades nas mesmas equipes, proporcionando aos praticantes a oportunidade de desenvolver o espírito coletivo e a sociabilidade. (ANISZEWSKI et al., 2024).
A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) implementou diversas ações conhecidas pelo público. Por exemplo, foi introduzido rankings de jogadores durante a temporada da Superliga 1992/1993, que continuaram até cerca de 2018, com a finalidade de equilibrar tecnicamente as equipes, encorajar a inclusão de atletas formados pelos clubes e promover a criação de novas equipes (Tavares et al., 2019).
O voleibol brasileiro tem sido apresentado de forma dominante em competições internacionais por vários anos. O desempenho notável nas Ligas Mundiais, Copas do Mundo e Jogos Olímpicos nas últimas duas décadas, tanto das seleções nacionais femininas quanto masculinas, é resultado de um conjunto de decisões gerenciais que abrangem as condições financeiras e estruturais, visando promover o desenvolvimento do esporte no Brasil e no mundo. (KRAHENBUHL et al., 2024).
O voleibol é um jogo em que as lesões são extremamente comuns, embora não ocorram lesões de contato físico entre jogadores. Um estudo publicado em 2019 confirma que durante a 2ª sessão, em média 45% dos jogadores profissionais sofreram lesões e distúrbios sistema musculoesquelético. Lesões agudas afetaram principalmente as articulações dos joelhos e tornozelos, enquanto os problemas crônicos diziam respeito principalmente aos ombros, joelhos, coluna e músculos abdominais. (YOUNG et al., 2023).
A lesão se caracteriza por ser uma alteração ou deformidade tecidual que se diferencia do estado normal do tecido, podendo atingir vários níveis, e os mais variados tipos de células. Sendo assim, a lesão esportiva é qualquer problema médico provindo da prática de um esporte, podendo levar o atleta a perda total ou parcial da função e habilidade atlética. Mesmo que alguns indivíduos sofram lesões de maior gravidade de modo mais frequente do que outros, ninguém é poupado da dor, do transtorno e da incapacidade causados por elas (ANDRADE et al., 2023).
Embora os sintomas possam aparecer de forma gradual, e muitos atletas continuem a jogar e treinar apesar da presença de condições de uso excessivo, as dores exacerbadas e a fadiga musculoesquelética, podem prejudicar seriamente o desempenho dos jogadores de voleibol, em longos períodos de repouso forçado. (BITTENCOURT et al., 2023).
O presente estudo tem por objetivo analisar e descrever as principais prevalências de lesões musculoesqueléticas em atletas de voleibol amador.
2 MATERIAIS E MÉTODOS
Trata-se de um estudo de revisão da literatura do tipo integrativa, realizado através de Levantamento bibliográfico, o qual é um método utilizado para analisar e sintetizar as pesquisas, contribuindo para o aprofundamento da temática bem como para síntese de conhecimento por meio de um processo sistemático e rigoroso. Com isso, as revisões integrativas funcionam como uma metodologia que permite um resumo do conhecimento e alcançar resultados e estudos relevantes (SANTOS, KUMADA, 2021).
A pesquisa foi organizada em 5 etapas que foram ordinariamente seguidas. A primeira etapa consistiu na escolha e delimitação do tema. Em seguida, a segunda etapa corresponde à organização lógica do trabalho, onde foram traçados os objetivos, plano de atividades e cronograma. A terceira etapa se deu com a identificação e localização das fontes capazes de fornecer informações pertinentes sobre o tema abordado. Na quarta etapa sucedeu compilação e leitura do material. A última etapa consistiu na sistematização dos dados apresentados neste trabalho (DANTAS et al., 2022).
Utilizou-se da estratégia PICo (P-População, I-Interesse, Co-Contexto) para nortear a construção da questão de pesquisa, em que P = Atletas amadores de vôlei, I = lesões musculoesqueléticas e Co = Prevalência de lesões. Assim, este estudo se fundamentou na seguinte questão: Quais as prevalências de lesões musculoesquelética em atletas de vôlei amador?
As buscas foram realizadas nas bases eletrônicas de dados: Biblioteca Virtual de Saúde (BVS), Scientific Eletronic Library Online (Scielo), Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS). A estratégia de busca foi estruturada com base nos Descritores em Ciências da Saúde (DeCS) e operadores booleanos: voleibol AND atletas amadores AND lesão musculoesquelética.
Para seleção dos artigos que compõem a amostra desta revisão, foram adotados os seguintes critérios de inclusão: estudos primários que apresentassem tecnologias educacionais acerca da informação e comunicação, disponíveis nos idiomas português, inglês e espanhol, publicados de 2020 a 2024. Foram excluídos: dissertações, teses, editorial ou relato de caso, estudos de revisão e duplicados.
A coleta e a organização dos dados foram realizadas após a aplicação da estratégia de busca nas bases de dados, por meio de uma leitura exploratória dos resumos, na qual foram filtrados e selecionados os artigos que atenderam aos critérios de inclusão. Posteriormente, proceda à leitura completa dos textos selecionados. Todo o material foi então sistematizado, proporcionando o embasamento científico necessário para abordar a proposta temática e identificar, na literatura, respostas ao problema de pesquisa.
Os dados foram apresentados por meio do fluxograma PRISMA 2020 e de um quadro contendo as seguintes informações: identificação (ID), autor/ano, tipo de estudo, síntese dos resultados e conclusão.
3 RESULTADOS
O fluxograma a seguir apresenta o processo metodológico da fase de busca dos artigos na literatura, bem como a seleção por critérios de inclusão e exclusão por base de dados, onde se obteve uma amostra final de 05 estudos.
Figura 01: Fluxograma do processo de seleção dos artigos.

Fonte: adaptado do PRISMA, 2020.
Foram encontrados um total de 50 artigos, sendo 12 na LILACS, 16 BVS e 22 SciELO. Desses, foram eliminados 20 estudos por estarem duplicados. Após a leitura, dos 30 que restaram, 9 foram excluídos por não atenderem à temática, sendo que 21 foram selecionados para leitura na íntegra onde foram eliminados 16 que não respondiam à questão norteadora do estudo. Assim classificou-se 05 para o recorte final.
Após a realização do levantamento de dados e seleção dos artigos que atendiam a proposta do estudo, os mesmos foram analisados, organizados e categorizados. Desse modo, foi elaborado um quadro para expor a organização de informações dos artigos escolhidos conforme autor/ano, tipo de estudo, síntese dos resultados e conclusão, como demonstra no Quadro 01.
Quadro 01. Caracterização dos estudos incluídos na pesquisa.



Fonte: autoria própria, 2025.
4 DISCUSSÃO
De acordo com a Confederação Brasileira de Voleibol, nos jogos olímpicos de Atenas em 2004 o voleibol se apresentou como o esporte com menor índice de lesões dentre oito modalidades disputadas. As lesões mais frequentes nos membros superiores de atletas de vôlei se destaca a região do ombro, acometendo cerca de 8% a 20% dos jogadores (CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE VOLEIBOL, 2018).
No voleibol, esforços de alta intensidade por longos períodos são frequentes, e é provável que o atleta sofra fadiga. Parece viável, portanto, que os efeitos da fadiga comprometam as respostas do controle neuromuscular, tornando inevitáveis as estratégias anormais e talvez perigosas de movimento. (BITTENCOURT et al., 2023).
A1 ressalta que embora as lesões possam se apresentar de forma precoce, muitos atletas continuam suas atividades de treinamentos e jogos, devido a ansiedade gerada pelo medo de parar tais atividades e regredir no processo de evolução esportiva. O voleibol é um esporte complexo para o qual diversas demandas atléticas precisam ser desenvolvidas. Uma dessas demandas é a força devido à sua relevância para as habilidades técnicas utilizadas no voleibol, como pular, bater e bloquear. Assim, a força muscular é um dos fatores mais importantes que dão aos jogadores uma vantagem durante competições de nível de elite.
O estudo de A1 compreende ainda que, o movimento do atleta para acelerar o balanço para frente da panturrilha ao bater na bola no ar ajuda a mudar a posição do centro de gravidade e melhorar a força no ar. Flexionar o braço oposto e acelerar a bainha quando o atleta bate na bola também ajuda a aumentar a velocidade do braço que bate. Os atletas podem melhorar suas funções corporais de forma mais eficaz após exercícios científicos de longo prazo. Ao mesmo tempo, o atleta também melhora a função humana.
Embora lesões possam ser classificadas como um resultado muito provável do esporte, A5 apresenta a importância de reconhecer que estratégias nutricionais apropriadas têm a capacidade de reduzir o risco de lesões, bem como melhorar a recuperação caso uma lesão ocorra. Todos os atletas devem se envolver com uma nutrição devidamente qualificada que promoverá uma abordagem para prevenir e tratar lesões.
Com a sobrecarga nas estruturas corporais que são mais exigidas no exercício físico, as lesões esportivas sempre preocuparam e comprometeram a vida esportiva do atleta e seu retorno as atividades podendo afastá-lo dos treinos por longos períodos. Em 2008, Pazim e colaboradores classificaram as lesões como leve (caracterizada pelo afastamento das atividades de um a sete dias), moderado (ausência de oito a vinte e oito dias), e grave (ultrapassando vinte e oito dias) (LIMA, 2018).
O estudo A3 relata que no voleibol é comum esforços de alta intensidade por longos períodos de tempo, desse modo é provável que o atleta sofra fadiga, comprometendo as respostas do controle neuromuscular, tornando assim mais suscetíveis ao acometimento de lesões crônicas. Além disso para o atleta a fadiga muscular se relaciona com o baixo desempenho ao realizar sua atividade dentro de quadra, prejudicando seu posicionamento e função.
De acordo com A3, a dor musculoesquelética é queixa comum entre os atletas, sendo elas crônicas e podendo ser observadas em 61% dos atletas, com predominância na região do joelho, coluna lombar e ombro. Em relação a dores agudas, aquelas apresentadas atualmente, estão presentes em 52,9% das atletas. O joelho esteve como o complexo anatômico mais citado, seguido pelo ombro e tornozelo.
A4 entende que as lesões ocorrem com frequência, e estas surgem pelo aumento do número de treinos, da intensidade e da duração da prática desportiva do voleibol. A fadiga muscular tem sido relacionada à diminuição do desempenho e desalinhamento dos membros inferiores, impulsionando assim cada vez mais a realização de movimentos desordenados, favorecendo ao acometimento de lesões. É importante entender a cinemática do movimento, identificando a posição do atleta e sua função na equipe, para assim entender como ocorreu o acometimento.
Os estudos A2 e A3 apontam que os anos de prática de Voleibol influenciam também as limitações na articulação do joelho, e membros superiores, sobressaindo o ombro e punho, podendo demonstrar o risco de reincidência. Desse modo, a pratica constante dos atletas torna maiores as ocorrências provindas da pratica de voleibol caso não tratadas de forma adequada.
A pesquisa A4 nos apresenta que, na área do esporte os atletas são tratados com cuidados especiais quando são lesionados e devem ter o cuidado de modo que a lesão não atrapalhe seu objetivo de jogar pela equipe. A respeito do mecanismo de lesão, existem dois tipos de lesões: a lesão direta que ocorre devido à aplicação da força no local específico; e a lesão indireta que ocorre quando a força aplicada ocorre longe do local específico (BENITES, 2018).
Conforme A1 e A5 os atletas estão frequentemente sujeitos a exigências necessárias a uma boa preparação física, sujeitos à intensidade de jogos integrados no calendário desportivo, ao número de treinos efetuados por dia/semana, aos resultados impostos pelo clube ou pelos patrocinadores, e passam por estresses e ansiedade, podendo, assim, desenvolver lesões por fadiga/falência/stress, ou seja, por esforço repetitivo, lesões estas típicas das exigências motoras da modalidade desportiva.
5 CONCLUSÃO
A presente pesquisa de revisão integrativa sobre a prevalência de lesões musculoesquelética em atletas de vôlei amador, destaca a alta prevalência de lesões musculoesqueléticas entre atletas amadores de vôlei, destacando-se as articulações do ombro, tornozelo, joelho e região lombar como as mais afetadas. O estudo identificou que movimentos explosivos e aterrissagens frequentes, características inerentes à modalidade, são fatores determinantes para o surgimento dessas lesões.
Outrossim, o despreparo e a falta de suporte técnico foi identificada como um dos principais desafios enfrentados por esses atletas, refletindo em uma maior exposição a lesões e na dificuldade de recuperação adequada. Desse modo, é notório a necessidade de fazer com que essa população tenha acesso a programas de fortalecimento muscular, acompanhamento profissional e educação sobre prevenção de lesões.
Conclui-se que, a alta prevalência de lesões identificadas em atletas de voleibol, se faz necessária maior atenção a esse público, a fim de prevenir e tratar distúrbios musculoesqueléticos, visando proporcionar qualidade na prática do esporte, o qual, sabemos que tem a capacidade de gerar bem-estar físico, mental e social. Portanto, é necessário a implantação de programas de prevenção associada com a prática esportiva no intuito de reduzir o número de lesões e suas gravidades.
REFERÊNCIAS
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1 Artigo apresentado ao Curso de Bacharelado em Enfermagem do Instituto de Ensino Superior do Sul do Maranhão – IESMA/Unisulma
2 Acadêmico do curso de Bacharelado em Fisioterapia do Instituto de Ensino Superior do Sul do Maranhão – IESMA/Unisulma. E-mail: viniciusvieira2608@gmail.com
3 Docente do curso de Bacharelado em Fisioterapia do Instituto de Ensino Superior do Sul do Maranhão – IESMA/Unisulma. E-mail: dr.joaovictorlino@gmail.com
