AGRICULTURE 4.0 AND THE APPLICATION OF AGRICULTURAL PESTICIDES AND THEIR IMPACT ON CROPS
LA AGRICULTURA 4.0 Y LA APLICACIÓN DE PLAGUICIDAS AGRÍCOLAS Y SU IMPACTO EN LOS CULTIVOS
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ch10202511270523
Felipe Cardoso de Souza¹
Eduardo Henrique Baltrusch de Gois²
RESUMO: Este estudo tem como objetivo analisar o papel da Agricultura 4.0 e o impacto do uso de defensivos agrícolas na produtividade das lavouras. A pesquisa aborda como as inovações tecnológicas vêm transformando o setor agrícola, promovendo maior eficiência produtiva e sustentabilidade. Tecnologias como sensores, drones, sistemas de georreferenciamento, inteligência artificial – IA e softwares de gestão permitem o monitoramento em tempo real das lavouras, auxiliando na tomada de decisões mais precisas e na aplicação racional de insumos. Com base em uma revisão bibliográfica, foram identificados os principais benefícios da agricultura digital, entre eles a redução de custos, o aumento da produção e a melhoria da qualidade dos produtos. Observou-se também que o uso controlado de defensivos, aliado às ferramentas tecnológicas, reduz impactos ambientais e promove o equilíbrio entre produtividade e conservação dos recursos naturais. Conclui-se que a Agricultura 4.0 representa uma revolução no campo, proporcionando maior competitividade, sustentabilidade e rentabilidade principalmente nas pequenas e médias propriedades rurais.
Palavras-chave: Tecnologias Agrícolas, Agricultura digital, Redes de sensores.
ABSTRACT: This study aims to analyze the role of Agriculture 4.0 and the impact of using agricultural pesticides on crop productivity. The research discusses how technological innovations have been transforming the agricultural sector, promoting greater production efficiency and sustainability. Technologies such as sensors, drones, georeferencing systems, artificial intelligence (AI), and management software enable real-time crop monitoring, supporting more precise decision-making and the rational application of inputs. Based on a literature review, the main benefits of digital agriculture were identified, including cost reduction, increased production, and improved product quality. It was also observed that the controlled use of pesticides, combined with technological tools, reduces environmental impacts and promotes a balance between productivity and the conservation of natural resources. It is concluded that Agriculture 4.0 represents a revolution in the field, providing greater competitiveness, sustainability, and profitability, especially for small and medium-sized rural properties.
Keywords: Agricultural Technologies, Digital Agriculture, Sensor Networks.
RESUMEN: Este estudio tiene como objetivo analizar el papel de la Agricultura 4.0 y el impacto del uso de plaguicidas agrícolas en la productividad de los cultivos. La investigación aborda cómo las innovaciones tecnológicas han transformado el sector agrícola, promoviendo una mayor eficiencia productiva y sostenibilidad. Tecnologías como sensores, drones, sistemas de georreferenciación, inteligencia artificial (IA) y programas de gestión permiten el monitoreo en tiempo real de los cultivos, ayudando en la toma de decisiones más precisas y en la aplicación racional de insumos. Con base en una revisión bibliográfica, se identificaron los principales beneficios de la agricultura digital, entre ellos la reducción de costos, el aumento de la producción y la mejora de la calidad de los productos. También se observó que el uso controlado de plaguicidas, junto con herramientas tecnológicas, reduce los impactos ambientales y promueve el equilibrio entre productividad y conservación de los recursos naturales. Se concluye que la Agricultura 4.0 representa una revolución en el campo, proporcionando mayor competitividad, sostenibilidad y rentabilidad, especialmente en pequeñas y medianas propiedades rurales.
Palabras clave: Tecnologías Agrícolas, Agricultura Digital, Redes de Sensores.
1 INTRODUÇÃO
Cada vez mais a tecnologia se faz presente nas lavouras, é incontestável a evolução no campo quando constatada sua presença, seja na redução de custos, na elevação da capacidade produtiva através da qualidade e eficiência e até mesmo no aperfeiçoamento da produção com o mínimo de desperdício. A utilização de equipamentos como drones, GPS, robôs, sensores e software, tem a capacidade de auxiliar o agricultor a promover uma agricultura que preserva o meio ambiente e os recursos naturais, bem como um desempenho com eficiente e sustentável (MASSRUHÁ; LEITE, 2017).
A agricultura 4.0 têm proporcionado recordes em aplicabilidade no cenário agrícola, por outro lado, ainda é considerado um contratempo para muitos produtores rurais, que ainda não tiveram acesso ou por falta de recursos financeiros não iniciaram as inovações em suas propriedades. A tecnologia gera uma série de fatores que possibilitam o aumento da produção de forma eficiente, como o monitoramento do tempo de manutenção dos maquinários, precisão em relação ao clima, maior controle de ervas daninhas e doenças, além de uma quantidade produtiva superior nas áreas de plantio (RENZCHERCHEN et al., 2021).
A justificativa desse estudo parte da importância de como a tecnologia digital aliada com a agricultura se transformou na agricultura 4.0, que é definida por um conjunto de tecnologias digitais compostos por softwares, hardwares e equipamentos, que trazem todas as informações desde antes do plantio até o pós-colheita, ajudando os agricultores na gestão de todas as etapas de produção, trazendo agilidade, economia e praticidade, e com isso aumentando a sua produção, facilitando todas as suas decisões, de forma ágil e correta. Uma vez que, esse sistema consente numa abertura de espaço para produtores que já introduziram máquinas, sistemas automatizados tornando-o mais influente no mercado competidor (EMBRAPA, 2023).
A tecnologia pode ser aplicada nas mais diversas áreas agrícolas, e em todas as etapas da produção, diminuindo custos, aumentando a produção e auxiliando na tomada de decisão e com isso aumentando os lucros. Apesar do investimento inicial alto o retorno é vantajoso e lucrativo, de modo que com o auxílio do custeio agrícola na área rural a tomada de decisões, podendo trazer benefícios financeiros e econômicos, bem como para fazer novos investimentos seja na propriedade rural atual ou na aquisição de novas áreas (BRUSADIN et al., 2023). E com o atual cenário da agricultura e o grande avanço das tecnologias nas áreas rurais, é primordial buscar meios que auxiliem a elevação da performance produtiva, portanto o problema de pesquisa desse estudo se pauta na seguinte questão: Como a aplicação de defensivos pode impactar e aumentar a produtividade nas lavouras através da agricultura 4.0?
O objetivo geral deste estudo é demonstrar as facilidades que a tecnologia está trazendo para os agricultores. O primeiro objetivo específico foi conhecer a evolução da agricultura 4.0 e como os resultados dessa tecnologia no campo pode elevar a produtividade. O segundo objetivo foi descrever as principais vantagens da agricultura 4.0 e como o custeio pode favorecer a ampliação e modernização da produção agrícola e o terceiro objetivo foi analisar os aspectos técnicos e os benefícios atribuídos pelos impactos que a agricultura 4.0 gera na atividade agrícola em pequena e média propriedade rural.
A metodologia do estudo foi de revisão de literatura a partir de informações baseados em artigos voltados ao tema inicial da tecnologia, que tem concedido bons frutos às propriedades rurais. A pesquisa qualitativa descritiva, inclui material impresso, e terá como base: livros, revistas, jornais, teses, dissertações e anais de eventos científicos, bem como o material disponibilizado pela Internet. Pautados numa vasta base de autores e pesquisadores, sendo utilizado também o método de pesquisa bibliográfica, visto que há uma necessidade em desenvolver, esclarecer e modificar conceitos e ideias para a formulação de abordagens posteriores (GIL, 2010).
2 A EVOLUÇÃO DA AGRICULTURA 4.0 E O IMPACTO DE COMO ESSA TECNOLOGIA NO CAMPO PODE ELEVAR A PRODUTIVIDADE
2.1 A agricultura e sua evolução tecnológica
A agricultura teve início a milhares de anos atrás, contudo, para facilitar a compreensão dos avanços tecnológicos, ocorridos ao longo das décadas, na produção de alimentos, foram determinados alguns marcos temporais, que são descritos na Figura 1.
Figura 1: Evolução da Agricultura 1.0 até a Agricultura 5.0

Fonte: Do autor (2025).
A agricultura passou por um processo intenso de modernização, bem diferente dos primórdios do tempo onde a agricultura era definida apenas como uma atividade econômica voltada para o sistema de cultivo e de produção de vegetais, que visa atender as necessidades de alimentação humana. No início das civilizações, os homens viviam em pequenos grupos, que perambulavam de região para região de acordo com a disponibilidade de alimentos que a natureza naturalmente lhes oferecia. Esses indivíduos dependiam da coleta de alimentos silvestres, da caça e da pesca esporádica (ARAÚJO, 2010).
Este mesmo autor cita que os grupos tinham sempre que se mudar, pois no início à caça, pescas e colheitas eram abundantes, porém com o passar do tempo as dificuldades apareciam, em decorrência da escassez desses alimentos que os obrigavam a migrarem para outra região, para assim se abrigarem, e iniciar o processo novamente.
Portanto, não havia lavouras, criações domésticas, armazenagem e nem trocas de mercadorias entre eles. Assim, passavam por períodos de abundância ou de escassez. Com o passar dos anos, esses indivíduos começaram a perceber que as sementes das plantas, corretamente semeadas ao solo, podiam germinar crescer e frutificar e que os animais podiam ser domesticados e/ou domados e criados (ARAÚJO, 2010).
Nasce então o agricultor, cultivando, colhendo e criando seu próprio alimento. E assim, começaram a utilizar também, os meios de trocas, trocando mercadorias, que necessitavam, e que não eram produzidos por eles. Durante muito tempo, o homem viveu dessa forma, sem utilizar nenhuma tecnologia, nem mesmo as técnicas mais simples como adubações, e preparo do solo. Os conhecimentos eram poucos, e os avanços eram mínimos, em relação a isso. Desde a colonização a agricultura foi a principal atividade econômica para a produção de alimentos no país. Até os dias atuais, o Brasil lidera no ranking, sendo um dos maiores produtores de alimentos do mundo (ARAÚJO, 2010)
Assim, segundo Lisbinski et al (2020), a agricultura é toda atividade exploratória da capacidade produtiva do solo por meio do cultivo da terra, da criação de animais e da transformação de determinados produtos agrícolas. Pode ser caracterizada como uma unidade de produção em que são exercidas atividades que dizem respeito a culturas agrícolas, criação de gado ou culturas florestais, com a finalidade de obtenção de renda. Independentemente, da agricultura ser familiar ou patronal, é integrada por um conjunto de recursos denominados fatores da produção.
O processo evolutivo da agricultura ocorre no momento que os produtores avaliam a propriedade como uma empresa rural, numa visão geral de Lamas (2017, p. 24), “empresas rurais são aquelas que exploram a capacidade produtiva do solo por meio do cultivo da terra, da criação de animais e da transformação de determinados produtos agrícolas”. Segundo Schneider (2003), são três fatores, que forçosamente intervêm na produção: a terra, o capital e o trabalho. A terra é o fator mais importante para a agropecuária, pois é nela que se aplicam o capital e o trabalho, desta maneira é imprescindível que o empresário rural conserve a capacidade produtiva de sua terra.
O capital da empresa agrícola pode ser: As benfeitorias, os animais de produção e serviço, as máquinas e implementos agrícolas e os insumos agropecuários. As relações entre o setor primário com o desenvolvimento econômico vêm de longa data. Todas as abordagens relacionadas à agricultura e a pecuária e conhecem o importante papel deste setor e suas interações com outros setores produtivos da economia (DA SILVA, 2018).
De acordo com o princípio da evolução tecnológica e a busca por adquirir produtos de melhor qualidade, o produtor rural necessita desenvolver cada vez mais técnicas, chega-se então na agricultura 4.0, que nada mais é que um segmento mais generalizado capaz de envolver as diversas etapas de trabalho, com a adjunção de aplicativos, instrumentos tecnológicos e internet. Sendo esses fatores, anteriormente mencionados como coeficiente predominante para que o agricultor prospere e se diferencie dos demais, desenvolvendo estratégias competitivas de produção como planejamento, controle financeiro e de resultados e o controle de produção. (BARRIGA, 2005).
Na agricultura 4.0 o planejamento econômico, pode ser analisado questões como local da área e quantidade de alqueires a serem cultivada, criação de animais, tipos de processos a serem utilizados, além de se determinar os insumos e a quantidade a ser utilizado dos mesmos, o tamanho da força de trabalho que será necessária e a programação de atividades diárias determinadas com o auxílio de drones e equipamentos tecnológicos. (MACHADO, 2020).
Dessa forma, pode-se definir que o desenvolvimento da agricultura sofreu um processo evolutivo, tornando-se imprescindível que a análise econômica dos fatos, a sua estruturação e análises sejam realizadas com perfeito conhecimento, onde os fatores tecnológicos são os mais diversos e complexos.
2.2 As principais vantagens da agricultura 4.0 e o impacto sobre a produtividade
De acordo com a Jacto (2019), o Brasil ocupa a posição como a terceira maior potência em exportador de alimentos do mundo, com previsões de safras recordes almejando o status de maior produtor nos anos próximos. Com isso, o país apresenta um papel de extrema relevância no cenário do suprimento da alimentação humana, como principal exportador de soja, açúcar, café, suco de laranja, além de carne bovina e frango.
A alta produção de alimentos, em conjunto ao crescimento da população mundial, permite que o Brasil esteja num estágio consolidado no contexto agrícola, é importante ressaltar, que a produção nacional atende muito mais que a necessidade nacional, de modo que, a escala potencializada concede ao país melhorias, tanto na qualidade de vida, geração de emprego e renda (FACHIN, 2019)
As projeções realizadas pelo USDA – Departamento de Agricultura dos Estados Unidos colocam o Brasil com uma expansão de quase 70%, com isso a agropecuária será referência e liderança produtiva de alimentos agrícolas até o ano de 2027, à frente de países como Estados Unidos, Índia, Argentina, Rússia e Austrália (ALHADAS, 2017).
Toda essa conjuntura, voltada a produção agrícola das últimas décadas, gerou a ascensão junto a elevação do conhecimento, desenvolvimento das inovações tecnológicas, o que resultou num sistema mais eficiente e competitivo. Efetivamente a produção agrícola por menores que sejam requerem um controle de custos eficaz, uma vez que os impactos das decisões administrativas são fundamentais para uma boa gestão, inclusive no que se refere a tecnologia no campo através da Agricultura 4.0 (VOLTARELLI, 2020).
No intuito de referenciar as ferramentas tecnológicas, com intenção de organizar um avanço agrícola, assim como, identificar possíveis falhas na gestão da empresa rural, visto que, para que a produção atinja bons índices econômico-financeiros é de grande importância que o produtor rural ou os profissionais responsáveis detenham condições capazes de ajudar a alcançar seu objetivo (ALHADAS, 2017)
Cabe aos profissionais agrícolas, nessa imensa extensão agrícola com cerca de 105 milhões de hectares incorporada ao processo produtivo, demonstrar e analisar as vantagens da agricultura 4.0, bem como os custos de produção e de rentabilidade em cada cultura, seja na pequena propriedade rural ou em grandes extensões patrimoniais, tomando como base a evolução da agricultura através de equipamentos tecnológicos. Com isso, verifica-se que a agricultura 4.0 é um processo que busca facilitar a vida dos pequenos agricultores, alavancando a produção agrícola independente de qual seja ela (SCHNEIDER, 2003)
2.3 A inteligência artificial e os efeitos da agricultura 4.0 na produção alimentícia
Estudos organizados pela ONU – Organização das Nações Unidas (ONU, 2019), que em razão da alta demanda alimentar da população global, há um projeto que garante e gera uma preservação da sustentabilidade do complexo alimentar, assim como uma reestruturação da produtividade agrícola de alimentos no mundo e da diversificação de atividades e comparação de resultados seja por safras ou períodos definidos (PICHELL, 2016).
As progressões da ciência e da tecnologia participaram significativamente na produção agrícola mundial, segundo o pesquisador Castro (2018), a tecnologia sem dúvidas é uma das portas para o sucesso do sistema alimentar, não é possível almejar futuro sustentável no âmbito da produção de commodities sem grandes inovações (CASTRO, 2018).
A agricultura pode ser definida como uma atividade econômica voltada para o sistema de cultivo, produção de vegetais, cereais ou carne, que visa atender as necessidades de alimentação humana. Essa atividade é muito antiga, e marca o estabelecimento do homem na terra, fazendo com que abandonasse a vida nômade. Assim, ele pode fixar-se num local e cultivar a terra. No início das civilizações, os homens viviam em pequenos grupos, que perambulavam de região para região de acordo com a disponibilidade de alimentos que a natureza naturalmente lhes oferecia. Esses indivíduos dependiam da coleta de alimentos silvestres, da caça e da pesca esporádica (ARAUJO, 2010).
Desta forma, tem-se o começo da agropecuária e também o início da fixação do homem, nasce então o agricultor, cultivando, colhendo e criando seu próprio alimento. Portanto, começaram também a empregar os meios de troca, trocando produtos que precisavam e que não eram produzidos por eles mesmos. Por um longo período, o ser humano atuou dessa maneira, sem recorrer a qualquer tecnologia, nem mesmo aos métodos mais básicos como adubação e preparação do solo. A quantidade de conhecimentos era limitada e os progressos eram mínimos nesse sentido. Desde a época colonial, a agricultura se destacou como a principal atividade econômica na produção de alimentos no país (ARAÚJO, 2010).
No entanto, o uso intensivo de tecnologias está cada vez mais ligado ao cultivo de plantas. Considerando que a agricultura é uma das principais atividades econômicas do país, é crucial essa conexão para diminuir as disparidades em termos de competitividade. Este investimento em pesquisas e progressos tecnológicos em larga escala tem o potencial de aumentar a produção de alimentos agrícolas, particularmente nas commodities que englobam produtores de médio e grande escala (SANTOS et al., 2019).
Uma das vantagens da agricultura 4.0, é possibilitar o incremento e desenvolvimento dos resultados no campo, além de incentivar e motivar os produtores rurais, concedendo um aumento de investimentos, controle de desperdícios, aperfeiçoamento da qualidade de vida, valorizando as ferramentas e processos que visam gerar o crescimento da produção como por exemplo, os drones (veículos autônomos não tripulados) como demonstrados na Figura 2, assim como, na aplicação dos insumos, produtos agrícolas, máquinas agrícolas, softwares, equipamentos tecnológicos, entre outros (OLIVEIRA, 2018).
Figura 2 – Uso de drones no zoneamento de áreas agrícolas

Fonte: Agrointeli Bearing Tips (2022).
Além disso, essa a ferramenta tem como atribuição administrar os desperdícios e altos dispêndios com a produção, bem como, intensificar os benefícios do conhecimento do custeio, determinando os custos dos produtos cultivados, otimizando e estudando técnicas que proporcionem a redução destes sem, no entanto, limitar a qualidade dos mesmos.
O desempenho da agricultura 4.0 se dá por intermédio da captação de informações, e da coleta dados capazes de compreender as informações obtidas afim de que as mesmas tramitem entre si para obter melhorias nos processos, assim como, uma evolução que contribua de forma impactante, como a Internet, a Tecnologia de Informação e Comunicação, Big Data, Computação em Nuvem e Inteligência Artificial. Entre as tecnologias mais utilizadas e que tem conquistado maior investimento para na agricultura, a Internet das Coisas (loT), apontada pela capacidade de transformar a economia de uma forma impactante (MACHADO, 2020).
Segundo Machado (2020), a Tecnologia de Informação e Comunicação, é outra ferramenta especializada na introdução do conhecimento na agricultura de modo completo, esse recurso propicia o uso dos sistemas estruturados com capacidade de desenvolver a automatização na cadeia produtiva. Além disso, a tecnologia da informação e comunicação viabiliza dados acerca do clima, solo, pragas e doenças, bem como, concebe referências sobre a cultura cultivada com informações desde o início ao final do processo ao produtor.
As informações prévias referentes as mudanças climáticas seriam insuficientes se não fossem os avanços gerados na área de TIC, assim como, a realização antecipada nas regiões mais propensas a intempéries e riscos climáticos, precisão dos dados meteorológicas, acompanhar dos indicadores de mercado, estimativa por safras, realização de investigações genéticas, assistência à saúde de animais, entre outras aplicações (MACHADO, 2020).
A intensificação da produtividade agrícola pode ser potencializada pela Inteligência Artificial, que se faz cada vez mais presente na agricultura, atuando em diversas áreas da agricultura, atuando através do emprego robótico e computacional nas áreas das lavouras. A prática da Inteligência Artificial pode ser utilizada desde a análise de solo no pré-plantio até a colheita, mapeamento de propriedades rurais, análise de regiões desmatadas, precisão na averiguação dos fenômenos climáticos, controle de agrotóxico e manejo de pragas e doenças. (SYNGENTA DIGITAL, 2020).
A agricultura 4.0 ainda dispõe do sistema inteligente de armazenamento e análise de dados conhecido como o Big Data, essa ferramenta é determinada por 5 “Vs”, sendo: Valor, velocidade, volume, variedade e veracidade. A operação é resultado de uma junção de informações concretas, coletadas em tempo real. O Big Data pode ser aplicado simultaneamente com a agricultura de precisão, visto que a agricultura de precisão busca uma gestão mais detalhada e minuciosa da produção agrícola. Essa conjectura permite ainda uma maior propensão no aumento do rendimento agrícola, visto que, a alta precisão de informações do Big Data tem a destreza de captar os dados de produção e repassar elementos e dados ao produtor rural, que diante dessas indicações conseguirá observar a capacidade de produção, assim como, reduzir gastos e prejuízos se necessário (JACTO, 2019).
3. VANTAGENS DA AGRICULTURA 4.0 E COMO O CUSTEIO PODE FAVORECER A AMPLIAÇÃO E MODERNIZAÇÃO DA PRODUÇÃO AGRÍCOLA
São diversos setores e ferramentas que compõem a Agricultura 4.0 como a agricultura de precisão, a internet, a utilização da automação, o fato é que, essas tecnologias podem trabalhar e se conectar uns com os outros, condicionando maior aquisição, aprimorar o processamento e comunicação de dados. Essas tecnologias estão disponíveis através de equipamentos de inovação tecnológica, máquinas e equipamentos agrícolas, entre eles podem ser mencionados os receptores de GPS, sensores, controladores, entre outros (CASTRO, 2018).
A agricultura de precisão está atrelada à tecnologia aplicada nas máquinas agrícolas, o que acarreta alguns benefícios como o manejo e variabilidade espacial e temporal da lavoura. Um ciclo de operações é estipulado no manejo de campo, sendo que esses processos e operações agrícolas auxiliam na coleta de informações georreferenciadas relativas aos fatores biológicos, químicos e físicos do solo. Os dados resultantes dessa coleta de informações são instantaneamente transmitidos e analisados, com a finalidade de mensurar a capacidade produtiva da cultura por área de plantio (AGRISHOW DIGITAL, 2020).
Em 1966 se deu a primeira utilização de sensores, constituindo o panorama para a agricultura com uma nova proposta de maquinários, com um conjunto de sensores eletrônicos de monitoramento que possibilitava um rendimento mais eficiente e desenvolvimento superior no cultivo das lavouras. Esses sensores, foram incorporados nas semeadoras a ar e plantadeiras mecânicas, concedendo benefícios de plantio, semeadura, aplicação de produtos químicos e fertilizantes (SAKATE, 2017).
Além dos aspectos mencionados, os sensores possibilitam uma redução nos custos de produção, segundo estudos de Gasques (2004), o controle econômico é evidente, tanto na capacidade de rendimento dos produtos aplicados, quanto na redução das perdas na colheita.
A agricultura pode contar atualmente com uma série de tecnologias que podem ser empregadas no campo, e com isso trazer um melhor desenvolvimento das culturas e aumento no rendimento da produção, trazendo maior lucro para os proprietários, menos impactos ambientais e mais segurança no trabalho. As tecnologias estão em constante evolução e com uma rapidez surpreendente, caracterizada no meio agrícola como a agricultura de precisão (ESPINOSA; MARINHO; RIBEIRO, 2019).
Desse modo, as informações são repassadas para as máquinas e aos equipamentos, para que ocorra a aplicação automatizada dos mecanismos produtivos, sejam produtos fitossanitários para o controle de pragas e doenças, seja insumos para a correção de solo, ou ainda, para a aplicação de fertilizantes em solos com ausência de nutrientes, essa tecnologia permite a leitura de área e o mapeamento da prescrição e distribuição dos insumos na quantidade correta (OLIVEIRA, 2018).
3.1 Transformações das atividades agrícolas: inovação e modernização
A modernização da agricultura brasileira foi coordenada no período do processo de industrialização do País. Esse período compreende em as décadas de 1950 e 1970, onde a política econômica do governo pode beneficiar a indústria em desfavor à agricultura, ou seja, uma época marcada por perdas de mão-de-obra, reforçadas então o poder das cidades e aumentando o êxodo rural. No entanto, foi um ciclo que concedeu o desenvolvimento de uma economia diversificada e urbana causadas pela industrialização do país (ALVES, 1999)
A elevação da capacidade de e autonomia no poder de compra, relacionado ao forte crescimento demográfico entre o final da década de cinquenta até meados de 2000, possibilitou a demanda por produtos alimentares com taxas percentuais anuais de até 6%, o que concedia um ambiente favorável a evolução, crescimento e à modernização da agricultura (ALVES, 1999).
No entanto, a demanda de consumo pela população que vinha aumentando consideravelmente, junto com o crescimento do custo de oportunidade do trabalho, a agricultura com base nas principais culturas como soja, algodão, milho e trigo, foi pressionada a se fortalecer, intensificando as atividades agrícolas com o auxílio da mecanização de máquinas e implementos. Outro fator, que influenciou nesse avanço tecnológico e mecânico, foi o fator da industrialização que estabeleceu parâmetros da transformação da agricultura, pautada na ciência e na tecnologia (SABOURIN; SAYAGO, 2017)
Segundo Sabourin e Sayago (2017), o termo modernização e inovação da agricultura é utilizado para representar a transformação no processo técnico da produção agropecuária. A ênfase do termo, se dá em relação as modificações intensas da produção no campo, correlacionados às relações, capital x trabalho, sendo que esse período é considerado como dependente do mercado externo dos meios de produção.
Para Vian e Andrade Jr (2010), a constituição efetiva da agricultura moderna aconteceu no início de 1960, com a implantação de inovações tecnológicas, tanto no processo produtivo, como no de regulamentação dos complexos agroindustriais, dando condições de uma nova configuração socioeconômica no setor agrícola brasileiro.
O desempenho da agricultura está correlacionado, não somente a levar em conta a introdução de novas máquinas agrícolas no campo. A utilização do uso intensivo de fertilizantes e defensivos agrícolas, que causam sérios problemas ao meio ambiente, são fatores que atribuem a inovação tecnológica o poder de evolução e auxílio junto aos produtores (SAKATE, 2017).
3.2 A tecnologia nas máquinas e implementos agrícolas
Segundo Leite e Massruhá (2017), a modernização e inovação na agricultura utiliza sistemas tecnológicos de alta performance, interligando várias redes, sendo elas de sensores, máquinas, dispositivos moveis, dados em nuvem, e assim com todas essas informações são feitas as análises através de programas específicos para se ter as tomadas de decisões.
Com toda essa tecnologia em mãos a inúmeros benefícios, como o aumento de produtividade, o uso correto de insumos sendo aplicada a quantidade correta no local correto, redução de custos com mão de obra, pois exige menos funcionários, também melhora a qualidade e segurança do trabalhador, diminui impactos ambientais (VEGRO, 2020).
A tecnologia é a base para todo esse desenvolvimento da agricultura, tanto é que um dos desafios do setor é a padronização tecnológica que garanta a compatibilidade dos equipamentos, requerendo capacidade dos agricultores de investimento em modernização. Dentre as tecnologias que veem sendo utilizadas dentro do meio agrícola está o GPS – Sistema de Posicionamento Global, o grande precursor desta modernidade no campo, o qual é de extrema importância pois com é possível mapear e localizar todos os pontos de uma extensão de terras. (BERNARDI et al., 2014).
Os dados obtidos através desses maquinários durante o plantio são armazenados em banco de dados e repassados para uma central afim de ser calculado e analisado, sendo subsequentemente enviadas para as máquinas preparadas e automatizadas para que sejam assim suceda as operações na lavoura. (BERNARDI, et al, 2014).
A agricultura 4.0 ainda dispões do benefício das operações automatizadas em todas as etapas da lavoura, partindo dos cuidados com a área, semeadura, irrigação, plantio da cultura e colheita explorando a capacidade máxima produtiva. As ferramentas mais utilizadas nesses ciclos são os sensores remotos (Figura 3), satélites, drones, GPS e aviões.
Figura 3 – Sensores instalados no solo, utilizados para o monitoramento da temperatura do solo

Fonte: FUNDAP (2019).
Desse modo, os autores Cruz, et. al., (2016), conceituam que atualmente a mecanização no setor agrícola desponta como um agente ativo e essencial na prática da tecnologia rural, com o uso atuante de máquinas e equipamentos, dispondo de dados e informações capazes de fornecer elementos precisos, maior velocidade, estimulo na produção e potencialização nas mais variadas culturas. As máquinas e implementos mais utilizados no campo são as plantadeiras, semeadeiras, pulverizadores, trator, arados, niveladores, entre outras variadas máquinas (CIGANA, 2016).
A produção industrial de colheitadeiras e tratores são os maquinários que tiveram a maior ampliação, com salto de 60,2% e 47,3%, respectivamente. Essa elevação tanto na fabricação, quanto nas vendas no mercado interno, foi motivada pelo crescimento da agricultura 4.0, e pela intensificação da capacidade produtiva agrícola (VEGRO, 2017).
3.3 O auxílio produzido pelo custeio e os impactos na tomada de decisões agrícolas
O custeio rural proveniente do financiamento agrícola serve como diretriz para uma boa evolução da propriedade rural, de acordo com os conceitos de Da Silva (2012, p.132). Os produtores rurais da atualidade têm buscado cada vez processos e profissionais que o auxilie nessa gestão tecnológica, uma vez que, a integralização de agricultura e evolução, tem conceitos bem definidos ainda tem muito a ser explorado principalmente quando se tem um sistema completo utilizando os métodos de custeio e fazendo apropriação bem detalhada dos seus custos deve haver um aprofundamento sendo necessário o comprometimento de todos os envolvidos no processo.
Mesmo sabendo que a custeio rural dispõe de informações de extrema importância, a definição do melhor método de apresentação dos resultados financeiros cabe aos objetivos que se queira alcançar, segundo Padoveze (2004, p. 343). Sendo assim, a gestão de custo é uma ferramenta para os diversos departamentos na propriedade rural, quando implementada de maneira coerente podendo ser definidos com os produtos mais rentáveis, as atividades que trazem ou não valores para a empresa diante de seus clientes internos e externos, as limitações dos recursos, entre outras vantagens.
Ainda segundo Padoveze (2004, p. 283), a necessidade de se ter uma gestão dos custos para possibilita conhecer, separar e minimizar os gastos ocorridos na empresa rural com objetivo de maximizar os lucros. Para definir as influências nos custos no processo decisório, faz necessário um estudo para o conhecimento da relevância do processo bem como suas carências e desenvoltura.
O processo decisório abrange toda a organização sendo de extrema importância no cotidiano rural. Toda organização toma decisões rotineiras cabendo ao produtor rural ou ao agrônomo especializado nesse setor em verificar os recursos, desenvolvendo processos que sejam efetivos, além fazer as escolhas que serão necessárias para a continuidade da organização no mercado, competindo e dando o retorno esperados por seus investidores (PADOVEZE, 2004)
Por fim, Bacha (2004), ao tomar como base de decisões dados gerados dentro da propriedade rural, o tomador de decisões tende a reduzir o risco por considerar que suas políticas denominam o caminho a ser seguido. As decisões sofrem influências internas e externas, tendo na gestão de custos uma ferramenta que pode identificar ou apontar os cenários das decisões a serem tomadas, apresentando as alternativas bem como suas vantagens e desvantagens.
Para Barriga (2005), a gestão tanto financeira como tecnológica serve como principal ferramenta para auxiliar na tomada de decisões, podendo trazer benefícios financeiros e econômicos, e fazer novos investimentos seja na propriedade rural atual ou na aquisição de novas áreas, através da desse financiamento, os produtores rurais procuram reduzir custos e despesas.
Além de subsidiar o crescimento da produção agrícola de sua área, as informações servirão para auxílio do planejamento seja canalizado com a finalidade de controlar e planejar a empresa rural dentro de uma visão de conjunto tendo como base a análise econômica para os produtores rurais que buscam a melhor forma de financiamento a curto ou longo prazo direcionado a um custo adequado com taxas que caibam no bolso do produtor rural (ZIGER, 2013).
4. OS ASPECTOS TÉCNICOS E BENEFÍCIOS ATRIBUÍDOS PELOS IMPACTOS QUE A AGRICULTURA 4.0 EM PEQUENA E MÉDIA PROPRIEDADE RURAL
Atualmente existem diversas tecnologias a serem empregadas no campo, e com isso trazer um melhor desenvolvimento das culturas e aumento no rendimento da produção, trazendo maior lucro para os proprietários, menos impactos ambientais e mais segurança no trabalho. As tecnologias estão em constante evolução e com uma rapidez surpreendente, caracterizada no meio agrícola como Agricultura 4.0, uma evolução que derivou da Indústria 4.0 (ESPINOSA; MARINHO; RIBEIRO, 2019).
A tecnologia aplicada no campo é primordial para que a agricultura brasileira alcance o posto de um dos maiores produtores mundiais no setor agrícola. No entanto, a evolução é ininterrupta e de acordo com as novas diretrizes se consolida uma nova era de tecnologia agrícola.
O conceito da Agricultura 4.0, também conhecida como agricultura digital, está diretamente ligado à referência padrão da Indústria 4.0. Essa revolução industrial que teve início no setor automobilístico alemão e que posteriormente conquistou diversos segmentos industriais, foi baseado na automatização relacionada aos processos produtivos (VOLTARELLI, 2020).
A tecnologia é a base para todo esse desenvolvimento da agricultura 4.0, tanto é que um dos desafios do setor é a padronização tecnológica que garanta a compatibilidade dos equipamentos, requerendo capacidade dos agricultores de investimento em modernização. Dentre as tecnologias que veem sendo utilizadas dentro do meio agrícola está o GPS – Sistema de Posicionamento Global, o grande precursor desta modernidade no campo, o qual é de extrema importância pois é possível mapear e localizar todos os pontos de uma extensão de terras (DA SILVA, 2018).
Junto com esse sistema pode ser implantado, o sistema de piloto automático nas máquinas agrícolas que traz um melhor desempenho, trazendo mais qualidade no plantio e na pulverização de defensivos e colheita. Os drones (veículos aéreos não tripulados) é um sistema que vem cada dia aumentando seu leque de utilidades no meio agrícola, com ele é possível capturar imagens aéreas instantâneas mapeando os locais críticos de uma área agrícola, também já vem sendo feito pulverização de defensivos agrícolas, podendo ir diretamente ao ponto específico a ser aplicado, dentro muitas outras utilidades que vem se mostrando eficaz através dele (CEMA, 2017; RODRIGO, 2016).
Segundo Leite e Massruhá (2017), a agricultura 4.0 utiliza sistemas tecnológicos de alta performance, interligando várias redes, sendo elas de sensores, máquinas, dispositivos moveis, dados em nuvem, e assim com toda essas informações são feitas as análises através de programas específicos para se ter as tomadas de decisões. Com toda essa tecnologia em mãos a inúmeros benefícios, como o aumento de produtividade, o uso correto de insumos sendo aplicada a quantidade correta no local correto, redução de custos com mão de obra, pois exige menos funcionários, também melhora a qualidade e segurança do trabalhador, diminui impactos ambientais.
A Agricultura de Precisão, uma das principais ferramentas da agricultura 4.0, começou quando os sinais de GPS foram disponibilizados para o público em geral. Ela possibilita a orientação de veículos e o monitoramento e controle específico até o local de deslocamento. Isso permite uma melhora na precisão das operações e também o gerenciamento de variações de deslocamento em campo (ou em rebanho). O objetivo é dar a cada planta (ou animal) exatamente o que ele precisa para crescer otimamente, com o objetivo de melhorar a produção agronômica, enquanto reduz a entrada, produzindo mais com menos (CEMA, 2017).
Existem muitos softwares que utilizam inteligência artificial para processar as informações capturadas, fazendo o cruzamento de dados e informações para se tomar as melhores escolhas, também se tem muitas informações trazidas pela internet como previsões meteorológicas, preços, até mesmo as redes sociais que aproximam os produtores de outras pessoas e empresas que podem estar ajudando e trazendo facilidades para eles (KOVÁCS; HUSTI, 2018).
Ainda segundo Kovács; Husti (2018), a chegada da internet facilitou mais ainda a tecnologia do campo, pois com ela consegue conectar quase todos os equipamentos, trazendo as informações para os smartphones, e literalmente tendo as informações na palma das mãos em tempo real, como pode ser visto na Figura 4.
Figura 4 – Digitalização da agricultura, caracterizada pela coleta e trocas de dados remotamente

Fonte: Adaptado de CEMA (2017).
Todas essas tecnologias embarcadas, podem realizar um grande trabalho que é a agricultura de precisão, a qual está crescendo a cada dia mais, com ela consegue um melhor rendimento, pois com todas as informações em mãos fica mais fácil para tomar as decisões corretas, e sendo preciso no que deve ser feito para melhor o rendimento (CEMA, 2017).
4.1 A influência que a agricultura 4.0 gera na gestão do agronegócio e os seus reflexos com os custos na implantação.
Com as novas projeções no cenário rural e de gestão no agronegócio do mercado mundial, constata-se que cada dia mais as organizações agrícolas precisam estar prontas para responder de maneira eficaz a essas mudanças contínuas. Portanto, os agricultores estão orientando suas propriedades a aplicar a tecnologia e seus elementos na administração do agronegócio de maneira eficiente. Dessa forma, elas se tornam um complemento no processo sistemático de forma planejada e administrada, para que os agricultores e outros participantes se dediquem à gestão realizada, visando ao desenvolvimento (OLIVEIRA, 2018).
Na conceituação de Gasques et al., (2004) acredita que o crescimento da produção agrícola e pecuária nos últimos anos teve também uma grande contribuição dos custeios financiados por instituições, voltados a auxiliar a pequena e média propriedade rural. De modo, que o setor privado e as instituições públicas financeiras contribuíram de forma preponderante para a expansão da tecnologia e implementação de máquinas no agronegócio, garantindo uma oferta crescente de produtos e matérias-primas. Através de uma genética fortalecida e de uma pesquisa qualificada surgem novas variedades e instrumentos de conservação de solo e de manejo, o que tem demonstrado que o país é de primeiro mundo na questão da produção agrícola (LAMAS, 2017).
Para que essa série de processos tecnológicos aconteça nas propriedades rurais, é essencial que a empresa tenha acesso às ferramentas, que ajudem os agricultores, permitindo que eles continuem suas atividades e mantenham a empresa capaz de lidar com as mudanças, buscando crescimento e adaptando-se a cada situação enfrentada. Assim, a estratégia serve para ajudar os gestores a se posicionarem de maneira adequada diante das dificuldades que podem surgir, geradas pelo ambiente, seja no aspecto financeiro ou em relação às suas atividades e processos iniciais em pequenas e médias propriedades rurais (BARROS, 2014).
Segundo Barros (2014), pode-se afirmar que a influência da Agricultura 4.0 está ligada ao uso de diversos recursos disponíveis na empresa, sejam eles humanos, técnicos ou financeiros. Com esses recursos, o agricultor pode analisar a propriedade e o contexto em que ela se encontra, permitindo que ele estabeleça as direções da empresa rural e aumente sua lucratividade.
Para Gonçalves (1997), a política agrícola é constituída pelas ações tomadas pelo Governo com intuito de regular a atuação dos setores privados e dar rumos ao setor público para que os trabalhos atinjam determinados objetivos para o setor primário da produção. Esta política define os parâmetros para a operação dos bancos, as linhas de crédito disponíveis aos clientes, as taxas de juros, os subsídios que o Governo fornecerá aos produtores, concedendo créditos e ou incentivos junto à obtenção de máquinas e implementos mais recentes e disponíveis na indústria agroindustrial.
4.2. Principais decisões de investimento
As principais decisões de investimento na Agricultura 4.0 estão diretamente ligadas ao sucesso e crescimento, sendo que o princípio está relacionado às decisões de gestão implantadas na estrutura do ativos voltados a novos projetos. A concorrência é um fator da economia moderna que obriga as empresas rurais que querem seu espaço e querem progredir, a ter uma evolução tecnológica atualizada bem como o investimento voltado a crescimento da estrutura, visto que nenhuma empresa pode ficar conformada, pois a todo instante, novas empresas são constituídas e os concorrentes podem surgir com novos produtos sejam eles mais baratos ou melhores (MATTEI, 2006).
Segundo Ferreira (2005), o agronegócio que busca destaque e crescimento deve desenvolver continuamente novos projetos e a tomar decisões sobre a sua implantação e melhorias quanto a seus investimentos. Geralmente, essas decisões sobre os investimentos têm uma necessidade significativa de somar recursos juntamente com a elevação no risco do empreendimento, isto porque, uma vez que a elevação de riscos tem um efeito positivo e de grande impacto na vida da empresa rural, vale ressaltar que toda e qualquer decisão mal planejada ou inadequada poderá comprometer irremediavelmente o seu futuro (GASQUES, 2004).
É importante ressaltar que ao realizar a aquisição de subsídios para o custeio, o produtor deve estar ciente que risco e retorno estão associados a muitas formas de investimento, sendo que quanto maior a projeção de sucesso, maior será o nível de risco gerado. Um dos maiores fatores apresentados pelo empresário rural é a forma com que os investidores acabaram se tornando especuladores, com isso a necessidade de lidar constantemente com fatores de gestão econômica e administrativa de equilibrar o risco e o retorno. Em regra, quanto maior o risco associado a um investimento, maior será o retorno que se pode conseguir (FILHO, 2017).
Ainda segundo Gasques (2004), apesar de isto ser verdade, existem outros fatores a ter em conta para determinar o grau de risco em relação ao retorno oferecido. Portanto, é possível verificar que o mercado financeiro rural está sempre pronto para avaliar o que está a acontecer para se conseguir uma estimativa do que vai acontecer futuramente, seja pela projeção de faturamento futuras ou pelo crescimento e evolução.
4.3 O favorecimento do agronegócio através do uso de dados provenientes da agricultura digital.
O crescimento da produtividade e lucratividade agrícola são os pontos almejados por todo produtor rural. A agricultura pautada na inovação tecnológica envolve vários setores do agronegócio, por exemplo, facilitar e orientar o produtor na lavoura a executar decisões estratégicas através da extração de dados automatizados diretamente do campo, com informações precisas e em tempo real (FILHO, 2017).
O produtor rural quase sempre vive num mundo de constantes adversidades, que compreendem fatores externos e internos, que em muitos casos nem sempre o permitem cumprir com as obrigações angariadas ao longo dos contratos de concessão financeira. Dados fornecidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA, (2019), apontam que o crescimento de máquinas, equipamentos e implementos tecnológicos, entre o segundo semestre de 2019 e o primeiro trimestre de 2020, compreendendo a safra de 2019/2020, configurou um crescimento de 63% num comparativo à safra 2018/19 (VEGRO, 2020).
O MAPA, (2019), estima que cerca de 72% das propriedades rurais no Brasil empregam algum tipo de tecnologia na agricultura, seja no processo produtivo ou na gestão da propriedade. São várias as opções desse uso tecnológico, entre eles a geolocalização através de GPS, emprego da inteligência artificial, inclusão dos aparelhos conectados em máquinas e ferramentas através da Internet e ainda, a análise de dados por meio de Big Data (VEGRO, 2020).
Com esse conjunto de novas tecnologias no campo, não é só permitido apenas compreender as reais necessidades de uma propriedade agrícola, mas também, ter maior capacidade de garantir a sustentabilidade do processo produtivo por um período bem maior. Entretanto, essa gama de opções depende da manipulação correta e consequentemente, dependem da assistência de profissionais capacitados (RIBEIRO et al., 2019).
A parceria entre agricultura digital e a agricultura de precisão permite ao produtor, uma vasta coleta e processamento de dados em plataformas digitais, para controlar com maior efetividade o monitoramento em cada talhão. O uso, por exemplo, de drones na agricultura digital, conforme apresentado na Figura 5, demonstra como esse equipamento contribui na agricultura de precisão.
Figura 5 – Drones na Agricultura 4.0

Fonte: FUNDAP (2019).
Desde o primeiro semestre de 2019, o Ministério da Agricultura estabeleceu uma ampliação de prazos e redução dos custos de aquisição de máquinas e tecnologias no campo para os produtores rurais. Uma comissão formada, nesse ministério tem como função subsidiar técnicas e estimular a importância da agricultura 4.0, principalmente na perspectiva da promoção da sustentabilidade; suporte em cursos de capacitação profissional, redução de custos utilizados na agricultura de precisão, todos esses fatores visão atender um número maior de produtores, entre eles os donos de pequenas e médias propriedades (RIBEIRO, 2019).
Outro aspecto que favorece o agronegócio, através da agricultura 4.0, são as diversas opções de ferramentas disponíveis ao produtor, entre elas, o mapeamento das operações de plantio, manejo, controle de pragas, pulverização e colheita. O georreferenciamento possibilitem o repasse de informações para os produtores, como o caso variações irregulares da lavoura, prescrição de insumos e fertilizantes, recomendação de sementes, otimização do processo de pulverização, entre outras (FACHIN, 2020).
Vale destacar que a implantação tecnológica voltada ao crescimento do agronegócio, advém de um processamento de dados, que busca beneficiar o uso de técnicas agronômicas desde o momento inicial do reconhecimento de campo. A agricultura atual dispõe de uma infinidade de recursos, que proporcionam aos produtores extração e cruzamento de informações sobre o histórico de plantio, partindo do preparo com o solo, início da semeadura, os produtos utilizados no manejo, pulverização e pôr fim a produção obtida (RIBEIRO, 2019).
E são esses dados, que posteriormente servirão na tomada de decisão sobre quais insumos e sementes devem ser adquiridos na próxima safra, bem como quais manejos deverão ser realizados. Caso os dados sejam apresentados na safra vigente, os produtores poderão alcançar informações em tempo hábil para corrigir possíveis erros durante as operações com o maquinário, melhorar os procedimentos de pulverização malsucedidas, controle de pragas, análise de problemas no plantio, entre outros (FACHIN, 2020).
Muitos dessas adversidades envolvendo as áreas rurais, como fatores climáticos, pragas, alta do mercado internacional, visto que o dólar influencia diretamente na compra de insumos, fertilizantes e agrotóxicos planos econômicos insuficientes e altas taxas de juros que são os maiores infortúnios que prejudicam o setor agropecuário. Com base nesses fatores desagradáveis, o pequeno e médio produtor rural se vê obrigado a coletar dados através da tecnologia que englobam a agricultura digital, numa busca em proporcionar maior longevidade e a sustentabilidade dos campos, na propriedade rural (SANTOS, 2019).
5 MATERIAIS E MÉTODOS
A metodologia adotada neste trabalho de conclusão de curso é a revisão bibliográfica, com o objetivo de reunir, analisar e discutir a produção científica existente sobre a agricultura familiar na produção de alimentos orgânicos. A pesquisa será conduzida a partir da seleção criteriosa de obras e publicações relevantes sobre a temática, permitindo a construção de uma base teórica sólida e atualizada.
As buscas foram realizadas em plataformas digitais e bases de dados científicas, como o Google Acadêmico, SciELO e periódicos indexados de reconhecimento nacional, a exemplo da Revista Brasileira de Ciências Sociais. Também serão consultadas publicações institucionais da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), além de livros, dissertações, teses e outros materiais acadêmicos que apresentem contribuições significativas para o desenvolvimento do tema.
Como critério temporal, foi considerada a seleção de materiais publicados nos últimos vinte anos, a fim de garantir a atualidade e a relevância dos dados analisados. A escolha dos autores e fontes considerará a consistência metodológica, a pertinência ao tema proposto e a credibilidade das instituições responsáveis pelas publicações.
As estratégias de busca incluíram o uso de palavras-chave e combinações de termos em português e inglês, com o intuito de ampliar o escopo e a profundidade da pesquisa. As palavras-chave principais que orientarão a investigação serão: Agricultura 4.0, aplicação de defensivos agrícolas e impacto nas lavouras. Outras expressões relacionadas, como tecnologias de precisão, sustentabilidade na produção, monitoramento digital, eficiência no uso de insumos e produtividade agrícola, também poderão ser utilizadas conforme a necessidade de aprofundamento do conteúdo.
De acordo com Gil (2010), a pesquisa bibliográfica caracteriza-se pelo uso de métodos científicos, reflexão sistemática, controle de variáveis e observação atenta dos fatos, permitindo ao pesquisador o contato direto com o conhecimento já produzido sobre determinado assunto.
6 RESULTADOS E DISCUSSÃO
A presente pesquisa evidenciou que a inserção de tecnologias digitais e automatizadas no campo tem promovido transformações significativas na gestão e na produtividade agrícola. Os resultados obtidos por meio da análise bibliográfica e da observação do avanço tecnológico no setor demonstram que a Agricultura 4.0 representa um marco evolutivo no modo de produção, articulando conceitos de automação, inteligência artificial, big data e agricultura de precisão. Tais ferramentas têm contribuído para o aumento da eficiência produtiva, redução de custos e mitigação de impactos ambientais.
Os resultados mostraram que o uso de drones, sensores, GPS, softwares de monitoramento e sistemas de controle remoto vem otimizando processos como o plantio, a pulverização e a colheita, além de permitir o manejo localizado de insumos. Essa modernização possibilita a aplicação racional de defensivos agrícolas, direcionando as substâncias apenas às áreas necessárias, o que reduz desperdícios e minimiza os riscos de contaminação ambiental e humana. Conforme relatado por Oliveira (2018) e corroborado por Leite e Massruhá (2017), a tecnologia aplicada à agricultura tem garantido maior precisão e sustentabilidade no uso de insumos.
A análise dos investimentos e do custeio agrícola revelou que o acesso a programas de financiamento, como o PRONAF, tem sido essencial para a modernização das pequenas e médias propriedades rurais. A concessão de crédito facilita a aquisição de maquinários, softwares e equipamentos tecnológicos, integrando o pequeno produtor às práticas inovadoras do agronegócio moderno. De acordo com Mattei (2006) e Gonçalves (1997), tais políticas de custeio reduzem desigualdades e estimulam o desenvolvimento econômico rural.
Verificou-se também que o processo decisório nas propriedades rurais têm se tornado mais estratégico com o uso de dados obtidos em tempo real. Ferramentas como a Internet das Coisas (IoT) e o Big Data fornecem informações meteorológicas, sobre o solo e sobre o estado fitossanitário das culturas, possibilitando decisões mais assertivas quanto ao uso de defensivos e ao planejamento produtivo. Essa integração de dados favorece o monitoramento contínuo e a eficiência operacional, conforme afirmam Machado (2020) e Syngenta Digital (2020).
Em relação aos impactos ambientais e econômicos, observou-se que a agricultura digital proporciona vantagens competitivas sem comprometer a sustentabilidade. A automação de processos reduz a necessidade de mão de obra manual, mas, ao mesmo tempo, exige capacitação técnica para o manuseio das novas ferramentas. A produtividade é potencializada e o desperdício de recursos é minimizado, garantindo melhor rentabilidade ao produtor rural. Esses resultados estão em consonância com Fachin (2019) e Voltarelli (2020), que destacam o papel do Brasil como potência agrícola e tecnológica.
A discussão dos resultados reforça que, embora o investimento inicial em tecnologias de ponta ainda seja elevado, o retorno econômico e ambiental é expressivo a médio e longo prazo. Pequenos e médios produtores que adotam práticas da Agricultura 4.0 tendem a alcançar maior competitividade e sustentabilidade. Além disso, a utilização de defensivos de forma automatizada e inteligente representa um avanço significativo para o equilíbrio entre produtividade e conservação ambiental.
Por fim, a análise permite concluir que a Agricultura 4.0 está redefinindo o paradigma produtivo no campo brasileiro. O alinhamento entre inovação tecnológica, políticas de custeio e gestão de custos tem proporcionado ao agronegócio uma nova dimensão de eficiência e sustentabilidade. A integração entre homem, máquina e informação se configura como o principal resultado desse novo modelo agrícola, que une produtividade, rentabilidade e responsabilidade socioambiental.
7 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Com um mercado cada dia mais competitivo para os produtores rurais, onde a busca diária por menores custos e maiores lucros, demanda uma gestão financeira e técnica, mais eficiente da propriedade rural.
Assim, a agricultura 4.0, surge para suprir essa necessidade do produtor rural, integrando diversas tecnologias, que auxiliam o agricultor, na redução de impactos ambientais, de desperdícios e dos custos (devido, ao menor uso de defensivos agrícolas), no aumento e melhoria da produtividade, da qualidade dos produtos agrícola produzidos, da lucratividade (pois o valor obtido com a venda dos produtos será maior) e da segurança do trabalhador (consequência do uso adequado das tecnologias de proteção individual e coletiva dos trabalhadores rurais), em seu empreendimento rural.
Tudo isso, gera uma melhoria na qualidade de vida do agricultor e sua família e muitas vezes a adoção de tecnologias inseridas na agricultura 4.0, fomentam a sucessão família em propriedades de pequeno, médio e grande porte.
REFERÊNCIAS
AGRINELI DIGITAL. Oportunidades internacionais no setor agrícola em 2021. Disponível em: https://blog.agrointeli.com.br/blog/drones-agricolas-como-utilizar-no-agro/. Acesso em: 15 de Set. de 2025.
Agrishow Digital. Oportunidades internacionais no setor agrícola em 2021. Disponível em: https://digital.agrishow.com.br/agrishow-experience/oportunidades-internacionais-no-setor-agrcola-em-2021. Acesso em: 15 de Agosto. de 2025.
ALHADAS, E. Agricultura 4.0 revoluciona o Campo. Instituto de Engenharia. São Paulo, 2017. Acesso em: 15 de Set. de 2025.
ALVES, A. et al. Assimetria de Informação e o Crédito Rural Brasileiro. 2003. 90 f. Dissertação. Centro de ciências empresariais da UNIPAR, Toledo, 2003.
ARAÚJO, M. J. Fundamentos de agronegócios. 3.ed.rev.ampl. E atual. São Paulo: Atlas, 2010.
BACHA, Carlos José Caetano. Economia e política agrícola no Brasil. São Paulo: Atlas, 2004. 232p.
BARRIGA, C. Tecnologia e Competitividade em Agronegócios. São Paulo. 2005 USP Management Journal, v. 30, n. 4, p. 83-90.
BARROS, G. S. de C. Agricultura e indústria no desenvolvimento brasileiro. In:
BUAINAIN, A. M.et al. (Ed.). O Mundo rural no Brasil do século 21: A formação de um novo padrão agrário e agrícola. Brasília: I. E. Unicamp/EMBRAPA, 2014.
BERNARDI, A. C.DE C.; NAIME, J. DE M.; RESENDE, A. V. DE; BASSOLI, L. H.; INAMASU, R. Y. Agricultura de precisão: Resultado de um novo olhar. Brasília, DF. Embrapa, 2014.
BRUSADIN, I. E.; ALVES, M. R.; CAVICHIOLI, F. A. O uso da Agricultura 4.0. Revista Interface Tecnológica, Taquaritinga, v. 20, n. 1, p. 518–529, 2023.
CASTRO, B. O Aumento da Produtividade por Meio da Tecnologia. abr. 2018. Disponível em: https://hexagonagriculture.com/pt-br/news/articles/increasing-productivity-agricultural-efficiency-through-technology. Acesso em: 18 de Set. de 2025.
CEMA – European Agricultural Machinery Association. Digital Farming: what does it really mean?, 2017. European Agricultural Machinery Association. Disponível em: https://www.cemaagri.org/index.php?option=com_content&view=publications& id=14&Itemid=107 – Acesso em: 20 Set. de 2025.
CIGANA. C. Agricultura 4.0 é nova fronteira no campo. Zero Hora: Campo e Lavoura. 2016. Disponível em:http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/campo-e-lavoura/noticia/2016/09/agricultura-4-0-e-nova-fronteira-no-campo-7413654. Acesso em: 15 de Set. de 2025.
CRUZ, M. R.; SEVERO, E. A.; GUIMARÃES, J. C. F., 2016. Inovação e tecnologia no agronegócio como alternativa para a economia do Brasil. Disponível em: https://www. ucs.br/site/mídia/arquivos/ebook-inov-tecnologia.pdf.
DA SILVA, J. R. A tecnologia no campo e a gestão efetiva do agronegócio. 2018. Folha 22. Especialização em automação e controle de processos industriais – Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Campus Ponta Grossa, 2018.
EMBRAPA. Agro 4.0. Documento técnico / Plano Agro. Embrapa, 2023.
ESPINOSA, J. W. M.; MARINHO, D. Y.; RIBEIRO, J. G., AGRICULTURA 4.0: DESAFIOS À PRODUÇÃO DE ALIMENTOS E INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS. Universidade Federal de Goiás, Simpósio de Engenharia de Produção, 2019. Disponível em: https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1012/o/AGRICULTURA_4.0_ DESAFIOS_%C3%80_PRODU%C3%87%C3%83O_DE_ALIMENTOS_E_INOVA%C3%87%C3%95ES_TECNOL%C3%93GICAS.pdf, Acesso em: 15 Set. de 2025.
FACHIN, R. Agricultura 4.0: revolução tecnológica no campo. Artigo Técnico. Revista Cultivar. Disponível em: https://www.grupocultivar.com.br/artigos/agricultura-4-0-revolucao-tecnologica-no-campo. Acesso em: 15 de Set. de 2025.
FILHO, V. O. O papel do crédito rural frente ao crescimento econômico do Brasil. Revista Pensamento e Realidade. 2017.
FUNDAP. Uso de drones na pecuária. 2019. Disponível em: https://www.fundapba.com/informativo/33/saiba-mais-sobre-o-uso-de-drones-na-pecuaria. Acesso em: 15 de Set. de 2025.
GASQUES, J. G. et al. Desempenho e Crescimento do Agronegócio no Brasil. Texto para Discussão nº 1009 – IPEA, Brasília, 2004.
GIL, A. C. Metodologia do trabalho científico. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2010, p. 29.
GONÇALVES NETO, W. Estado e agricultura no Brasil: política agrícola e modernização econômica brasileira 1960–1980. São Paulo: Hucitec, 1997.
JACTO. Acompanhe as principais estatísticas da agricultura mundial. Blog Jacto. 20 mai. 2019. Disponível em: https://blog.jacto.com.br/agricultura-mundial/. Acesso em: 18 de Set. de 2025.
KOVÁCS, I.; HUSTI, I. The role of digitalization in the agricultural 4.0–how to connect the industry 4.0 to agriculture? Hungarian Agricultural Engineering, n. 33, p. 38-42, 2018.
LAMAS, F. M. Artigo: A tecnologia na agricultura. Embrapa. Nov. 2017. Disponível em: < https://www.embrapa.br/en/busca-de-noticias/-/noticia/30015917/artigo-a-tecnologia-na-agricultura>. Acesso em: 15 de Set. de 2025.
LISBINSKI, C. F.; MUHL, D.D.; OLIVEIRA, L.; CORONEL, A. D. Perspectivas e desafios da agricultura 4.0 para o setor agrícola. Porto Alegre: VIII Simpósio da Ciência do Agronegócio, 2020. Disponível em: https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/218601/001122708.pdf?sequence=1, Acesso em: 15 de Set. de 2025.
MACHADO, R. Desigualdade no Acesso à Informação e Tecnologias e o Desafio a Imersão Profunda Do Brasil na Agricultura 4.0. Entrevista Especial Com Silvia Maria Massruhá. Instituto Humanitas Unisinos – IHU. 07 fev. de 2020.Disponível em: http://www.ihu.unisinos.br/159-noticias/entrevistas/596142-desigualdade-no-acesso-a-informacao-e-tecnologias-e-o-desafio-a-imersao-profunda-do-brasil-a-agricultura-4-0-entrevista-especial-com-silvia-maria-massruha. Acesso em: 15 de Set. de 2025.
MASSRUHÁ, S, S. F. M.; LEITE, A. A. M. M. Agro 4.0 – Rumo à agricultura digital. JC na Escola Ciência, Tecnologia e Sociedade: Mobilizar o Conhecimento para Alimentar o Brasil, 2017.
MATTEI, L. Impactos do Pronaf: análise de indicadores. MDA, Núcleo de Estudos Agrários e Desenvolvimento Rural. Brasília: NEAD, 2006.
OLIVEIRA, I. Industria 4.0 no cenário agrícola e no Brasil. Superbid Blog. 19 dez. 2018. Disponível em: https://blog.superbid.net/industria-4-0-no-cenario-agricola-e-no-brasil/. Acesso em: 25 de Set. de 2025.
PADOVEZE, Clóvis Luís. Manual de Contabilidade Básica. São Paulo: Atlas, 2004.
PICHELL, K. Agricultura 4.0: A agricultura conectada. Embrapa. News. Brasília, DF. 2016. Disponível em: https://www.embrapa.br/en/busca-de-noticias/-/noticia/15894563/agricultura-40-a-agricultura-conectada. Acesso em: 23 de Set. de 2025.
RENZCHERCHEN, S. K.; SIATKOWSKI, A.; MARCOWICZ, T.; DE CASTRO, M. Desenvolvimento do Agronegócio 4.0 e seu impacto no mercado de trabalho rural. Revista de Estudos em Organizações e Controladoria, v. 1, n. 2, p. 98-118, jul./dez. 2021.
RIBEIRO, J. G; MARINHO, D. Y; ESPINOSA, J. W. M. Agricultura 4.0: Desafios À Produção De Alimentos E Inovações Tecnológicas. Catalão, 2019. ago. Acesso em: 15 de Abr. de 2025.
RODRIGO, O. A. Drones sobre o campo: avanços tecnológicos ampliam as possibilidades do uso de aeronaves não tripuladas na agricultura. Pesquisa FAPESP, 2016. Drones sobre o campo: Avanços tecnológicos. Revista Pesquisa Fapesp, Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/drones-sobre-o-campo/.Acesso em: 20 mar. de 2025.
SABOURIN E.; SAYAGO M. Políticas de desenvolvimento tecnológico e industrial para maquinaria agrícola adaptada para agricultura familiar: as experiências do Brasil e da Argentina. 2017.
SAKATE, M. A tecnologia ilumina o campo. Revista VEJA, Editora Abril, ed. 2017.
SANTOS, A. L. Industria 4.0 O Setor da Agricultura em Crescimento Tecnológico. Guarulhos, p. 1-9, mai. 2019.
SCHNEIDER, S. A pluriatividade na agricultura familiar. Porto Alegre. Editora da Universidade, 2003.
SOUZA, Felipe Cardoso de. Evolução da agricultura. Infográfico elaborado no Canva com base na Aula 8 – Gestão em Agricultura: Agro 5.0. Cornélio Procópio: Faculdade Cristo Rei, 2025.
SYNGENTA DIGITAL. A Inteligência Artificial Na Agricultura. Posts. 01 set. 2020. Disponível em: https://www.syngenta.com/agriculture/agricultural-technology/artificial-intelligence. Acesso em 20 mar. de 2025.
VEGRO, C. L. R. Gradual Retomada do Mercado de Máquinas Agrícolas Automotrizes. Instituto de Economia Agrícola (IEA). ago. 2020. Disponível em: <http://www.iea.sp.gov.br/out/TerTexto.php?codTexto=14337>. Acesso em: 15 de Set. de 2025.
VIAN, C. E. F.; ANDRADE JÚNIOR, A. M. Evolução histórica da indústria de máquinas agrícolas no mundo: origens e tendências. In: CONGRESSO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E SOCIOLOGIA RURAL, 48.,Campo Grande. Anais. Campo Grande: Sober, 2010
VOLTARELLI. C. S. S. P. A Agricultura 4.0, a Produção Digital e um Novo Modelo de Negócio Agrícola. Ribeirão Preto/ Sorocaba, jan. 2020.
ZIGER, V. O Crédito Rural e a Agricultura Familiar: desafios, estratégias e perspectivas – Livro Sebrae – Serviços Financeiros Vl. 5. 2013.
1Autor: Estudante do Curso de Bacharelado em Agronomia da Faculdade Cristo Rei – FACCREI, de Cornélio Procópio. E-mail: felipecardoso16@hotmail.com
2Orientador: Professor do curso de bacharelado em Agronomia da Faculdade Cristo Rei- FACCREI, de Cornélio Procópio. Graduado em Agronomia pela Universidade Estadual do Norte do Paraná, mestre em Engenharia Ambiental pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná e doutor em biotecnologia aplicada a Agricultura pela Universidade Paranaense. E-mail: eduardo.gois@faccrei.edu.br
