OS EFEITOS DA SUPLEMENTAÇÃO DE CREATINA EM RELAÇÃO A FORÇA  MUSCULAR

THE EFFECTS OF CREATINE SUPPLEMENTATION ON MUSCLE STRENGTH

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cs10202510072230


Eder Carvalho Mendes1
Elianderson Freitas Barboza da Silva1
Ana Beatriz Costa Perdigão1
Francisca Marta Nascimento de Oliveira Freitas2
Luiz Eduardo Rodrigues Lima3


RESUMO  

Introdução: A suplementação é importante para o ser humano em razão de complementar os nutrientes  necessários para o bem-estar humano, quando este não encontra na alimentação a quantidade suficiente. No caso  da creatina verifica-se que com a suplementação dessa substância ocorre o aumento da disponibilidade de  fosfocreatina nos músculos, que é usada para a produção rápida de ATP (adenosina trifosfato), a principal fonte  de energia para a contração muscular. Objetivo: Revisar a literatura científica que trata sobre os efeitos da  suplementação de creatina no desenvolvimento da força muscular. Material e o método: Trata-se de uma  revisão bibliográfica em fontes confiáveis, atuais e fidedignas, da literatura científica produzida e publicada em  que abordam os principais efeitos da suplementação da creatina no desenvolvimento da força muscular. Resultados: Foram encontradas cerca de cinquenta obras que corroboram com a ideia da eficácia do uso da  suplementação de creatina no organismo humano, ainda mais em face do fortalecimento muscular e na melhoria  do desempenho das atividades físicas. Considerações Finais: Levando em consideração que uma vez indicada a  suplementação, ela deverá ser feita de maneira constante, com o devido controle das doses a serem ingeridas,  sem se esquecer da prática dos exercícios físicos, seguindo a recomendação médica, a fim de obter os resultados  esperados.  

Palavras-chave: Creatina, Músculos, Suplementação. 

ABSTRACT 

Introduction: Supplementation is important for humans because it supplements the nutrients necessary for well being when dietary intake is insufficient. In the case of creatine, supplementation increases the availability of  phosphocreatine in muscles, which is used for the rapid production of ATP (adenosine triphosphate), the primary  energy source for muscle contraction. Objective: To review the scientific literature on the effects of creatine  supplementation on muscle strength development. Material and method: This is a literature review of reliable,  current, and trustworthy sources, addressing the main effects of creatine supplementation on muscle strength  development. Results: Approximately fifty studies were found that support the efficacy of creatine  supplementation in the human body, especially for muscle strengthening and improving physical activity  performance. Final Considerations: Considering that once supplementation is indicated, it must be done  consistently, with due control of the doses to be ingested, without forgetting the practice of physical exercises,  following medical recommendations, in order to obtain the expected results. 

Keywords: Creatine, Muscles, Supplementation.

1. INTRODUÇÃO 

A suplementação é importante para o ser humano em razão de complementar os nutrientes necessários para o bem-estar humano, quando este não encontra na alimentação a  quantidade suficiente (Bouzas et al., 2015). 

A creatina é uma substância endógena, ou seja, tem origem ou se desenvolve no  interior de um determinado organismo, como por exemplo, no organismo humano, porém ela  também pode ser encontrada em alimentos de procedência animal, sendo utilizada como  suplementação (Alves; Cunha, 2020). Ao fazer uso da suplementação de creatina o que ocorre no organismo humano é o aumento da disponibilidade de fosfocreatina nos músculos, que é  usada para a produção rápida de ATP (adenosina trifosfato), a principal fonte de energia para  a contração muscular (Avelino; Ferreira, 2022). 

A força muscular é fundamental para a saúde e o bom funcionamento do corpo, pois é  através dos músculos que o corpo consegue exercer determinados movimentos, empregar  força, sustentar cargas etc. Assim sendo, para o bom funcionamento desta engrenagem são  necessários cuidados com a alimentação, com a prática de exercícios físicos e outros (De  Oliveira et al., 2022). 

Esses cuidados supracitados tornam-se mais evidentes na fase adulta, principalmente  nos indivíduos idosos, os quais pouco a pouco vão perdendo a força muscular, a resistência  física, com isso derivando várias complicações que podem levá-los a uma situação repleta de  desafios, como dificuldades para realizar atividades simples, como se levantar, caminhar etc.  (Amaral; Nascimento, 2020). De acordo com Penadez et al. (2023), por exemplo, ao analisar  o público idoso pode-se verificar que eles são os que mais sofrem com problemas de  enfraquecimento muscular. 

Diante disso, é significativa a crescente preocupação por parte da sociedade civil e  dos profissionais médicos, em relação à saúde, especificamente, no que diz respeito às atrofias  e falências musculares, fatores estes que têm afligido cerca de 64% da população idosa no  País (Brasil, 2020). 

Conforme apontam Lima e Britto (2017) ao fazer uso da suplementação de creatina  o ser humano que necessita de fortalecimento muscular tende a adquirir melhores  condições físicas, aumento no rendimento dos exercícios físicos que porventura realize, a fim  de continuar etapas relevantes como resistência física, desempenho muscular etc. 

Segundo Pessoa et al. (2023), é equivocado pensar que apenas os idosos necessitam dos benefícios da creatina, atletas de alto rendimento que precisam de recuperação muscular mais rápida, pessoas obesas e que precisam realizar exercícios, pessoas com complicações  musculares etc. 

Muitos dos problemas relacionados à força e ao desempenho são frutos de uma má qualidade na alimentação, ausência de atividades físicas, uso indevido de remédios, situações  relacionadas ao campo emocional e outros (Martins et al., 2020). 

Portanto, trata-se de um assunto que precisa ser abordado através da revisão literária,  para que sejam atualizados aspectos clínicos e nutricionais referentes ao tema, uma vez que a  literatura informa sobre como a creatina atua feito um reservatório de energia nas células  musculares, permitindo maior capacidade de realizar exercícios com maior intensidade e  volume (Carvalho; Molina; Fontana, 2016). 

Diante disso, acerca do objeto de estudo da presente pesquisa, a questão da prática de  atividades físicas para aquelas pessoas que são adeptas à questão fitness ou por conta das  recomendações médicas, a suplementação de creatina possibilita melhor rendimento e  desempenho no fortalecimento muscular (Burke, 2023). 

Estes apontamentos acima justificam a realização da pesquisa, através da revisão de  literatura, o que possibilitará melhor entendimento da temática em pauta. Por fim, para o meio  social por buscar esclarecer acerca das muitas dúvidas em relação ao assunto, principalmente  acerca dos efeitos benéficos da suplementação de creatina visando o fortalecimento muscular,  a maior resistência física.  

O objetivo geral deste estudo é revisar a literatura científica que trata sobre os efeitos  da suplementação de creatina no desenvolvimento da força muscular. 

2. METODOLOGIA 

2.1 Tipo de estudo 

O presente estudo trata-se de uma revisão bibliográfica, trazendo como aspecto geral  os principais efeitos da suplementação de creatina no desenvolvimento da força muscular. A  revisão integrativa é um método de pesquisa que consiste em sintetizar um conjunto de ideias  e conhecimentos a respeito dos mais importantes trabalhos científicos encontrados sobre o  assunto, cuja importância deles é a divulgação de dados atuais e relevantes para uma  determinada área de ensino (Gil, 2018).

2.2 Coleta de dados 

A pesquisa bibliográfica foi realizada em bases de dados científicos, como: Scientific  Electronic Library Online (Scielo), PubMed, Lilacs, Base de Dados de Ciências de Nutrição e  Alimentação da CABI e principais periódicos publicados no período citado anteriormente. Foram utilizados os seguintes descritores: “Creatina”; “Força Muscular” e “Suplementação”,  combinados pelo operador booleano “AND” para refinar a pesquisa. A estratégia de busca  resultante foi: “Creatina” AND “Força Muscular” AND “Suplementação”, permitindo a  identificação de publicações que abordam acerca da temática voltada para os efeitos da  suplementação de creatina no desenvolvimento da força muscular, levando em consideração  os atendimentos dos objetivos propostos no início deste trabalho, bem como a resposta à  pergunta norteadora. 

2.3 Análise de dados  

Após a coleta, os artigos foram selecionados, através do aproveitamento de material  com base nos critérios de elegibilidade, os quais consistiram na escolha de artigos e obras  publicadas no período de 2015 a 2024 (exceto as fontes oriundas de autores clássicos e  documentos oficiais); material publicado em línguas portuguesa e inglesa; produções e  publicações que tratavam, especificamente, sobre o tema e obras oriundas de fontes  fidedignas e confiáveis. 

No que se refere ao descarte de materiais pesquisados nas plataformas de busca, essa  etapa se deu levando em consideração os critérios de inelegibilidade que consistiram na  exclusão de todos os materiais produzidos e publicados em outras línguas que não fossem a  portuguesa e a inglesa, obras e artigos publicados anteriores ao ano de 2015, obras que não  tratavam do tema e materiais produzidos e publicados em fontes não confiáveis. 

Os materiais aproveitados foram utilizados para fundamentar a parte teórica da  pesquisa. 

Figura 1: Processo de identificação e seleção de artigos

Fonte: Elaboração dos autores (2025).

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO 

O mundo fitness passa por mudanças constantes, resultando em várias fases em que  os suplementos acabam tendo maior atenção por conta das pessoas que se utilizam desse  recurso para melhoria do seu desempenho físico e força muscular (Kreider et al., 2017). Na  verdade, os benefícios supracitados é que fazem com que grande parte dos adeptos ao mundo  fitness busquem não somente o fortalecimento muscular através dos exercícios e dos  treinamentos de resistência, mas também façam uso de suplementos que visam justamente a  reposição de substâncias necessárias para o vigor da força muscular (Silva; Rodrigues Júnior,  2021). Segundo Galvão et al. (2017) as constantes alterações ocorridas em relação à questão  da estética, físico e corporal na sociedade, revelam a necessidade de uma significativa  mudança de hábitos alimentares, além da prática de exercícios físicos, as quais devem contar  com a ajuda de suplementos. 

Entende-se que a atividade física está inserida na questão da mobilidade corporal, e  qualquer movimento que este efetue, quer seja oriundo de um treinamento mais pesado, que  seja apenas por uma questão de caminhar, demanda energia, que precisa ser restabelecida para  o bom andamento das funções (Brito, 2020). Todo e qualquer tipo de cuidado com a  musculatura do corpo não se trata única e exclusivamente de uma questão estética, pelo  contrário, os benefícios oriundos de uma boa musculatura são inúmeros, tais como:  diminuição da gordura corporal, ganho de força e massa muscular, melhora no bem-estar  orgânico e para saúde mental (Frade et al., 2016). 

No caso de pessoas idosas, por exemplo, o declínio da força muscular é fator  característico dessa etapa da vida do ser humano, o que pode representar a diferença entre  uma vida ativa e autônoma, de uma cercada de dependência e várias complicações em relação  ao bom funcionamento do corpo (Zanelli, 2015). Neste aspecto, a necessidade de se manter  uma excelente qualidade na questão relacionada aos músculos, conforme dito anteriormente,  vai além da aparência física, ela está relacionada diretamente com o bem-estar, com qualidade  de vida, prevendo lesões, controle de peso, fortalecimento de ossos e outros aspectos (Moretti  et al., 2018). 

Essa energia demanda através dos exercícios físicos ou de uma simples caminhada  pode ser reposta através da suplementação de creatina, que leva ao ganho de resistência, de  força e potência muscular, além dos demais benefícios que anteriormente descritos (Theodoro  et al., 2017). 

O sistema muscular humano é composto por todos os músculos do corpo e possui  relação direta com a movimentação, força e resistência (De Medeiros; Da Silva; Machado  Filho, 2023). Para os supracitados autores, os músculos correspondem a cerca de 50% do peso  total do corpo humano, e sua vitalidade depende de vários fatores, desde uma adequada  alimentação, até a prática de exercícios físicos regulares. Em relação às principais funções do  sistema muscular destacam-se: a movimentação do corpo, a promoção da estabilidade em  relação às posições corporais, são responsáveis pela movimentação do sangue pelo organismo  e pela garantia da realização dos movimentos respiratórios (Gualano, 2015). 

Segundo Cordeiro et al. (2018) e Falcão (2016) o corpo humano é composto por três  tipos musculares, sendo eles: o estriado esquelético (associado ao sistema esquelético), o  estriado cardíaco (coração) e por fim, o não estriado (sistema respiratório e digestório). A  compreensão da composição e das funções dos músculos do corpo humano é importante para  melhor entendimento daquilo que se pretende demonstrar ao longo da pesquisa e que se refere a  questão da força muscular e sua relação com a suplementação de creatina no organismo  (Araújo et al., 2022). 

Sendo assim, conforme pontua De Souza et al. (2018) o nível de aperfeiçoamento  das aptidões físicas do ser humano é que define a sua capacidade física e determina os tipos  de esforços que ele precisa realizar visando o seu fortalecimento muscular e com isso  possibilitando melhoria nos treinos e exercícios.

Engana-se que apenas atletas e a atual geração fitness é que precisam se interessar  por atividades físicas, e com isso obter maior rendimento muscular. Pelo contrário, todos  devem ter conhecimento do que é seja rendimento muscular, tendo em vista que todos  deverão passar pelo processo natural que é o envelhecimento, e este com qualidade de vida  (Baldissera et al., 2017). 

Para Brioschi; Hemerly e Bindaco (2020), o aumento na resistência muscular poderá  proporcionar ao indivíduo, melhorias consideráveis, inclusive na realização de movimentos  considerados simples, os quais são realizados no cotidiano e que seus reflexos dizem bastante  sobre sua saúde, como por exemplo: subir escadas, andar sem cansar etc. 

Conforme pontuam Do Nascimento e Amaral (2020), a força muscular é  caracterizada pela realização de movimentos constantes, com resistência e por um período  determinado, ou seja, embora seja um termo ligado a prática de exercícios físicos, é  importante ressaltar que a pessoa que consegue realizar exercícios por mais tempo é aquela  que possui maior força muscular. De acordo com De Faria (2018) o conceito de força, sob o  aspecto físico, somente pode ser interpretado a partir do efeito de sua ação, ou seja, a  interpretação das componentes ortogonais desta força permite o entendimento das condições  do movimento estudado, que respondem por funções de transferência de forças às estruturas  do aparelho locomotor, técnicas de estabilidade do apoio, ou ainda alterações no padrão  técnico que identificam disfunções no comportamento motor. 

Em termos gerais, segundo Gomes; Lopes e Alvim (2021) pode-se inferir que a força  muscular se caracteriza pela capacidade que os músculos possuem de gerar força, ou seja,  pelos diversos movimentos de contração muscular, os quais podem ser influenciados por  fatores biológicos e comportamentais. Os fatores biológicos, de acordo com Leite et al. (2015) dizem respeito aos aspectos e condições físicas e funcionais do ser humano, enquanto  os fatores comportamentais estão ligados às atividades físicas e sua mobilidade. Quando o  indivíduo não possui equilíbrio e nem um bom funcionamento em relação aos supracitados  fatores, então ocorrem problemas em relação ao desenvolvimento da força muscular. 

Diante disso, segundo afirmam Lorenzeti; Júnior e Zanuto (2019) a suplementação  de creatina promove a redução da fadiga, aumentando a força e a potência muscular, fomenta  a síntese proteica, além de diversos outros benefícios. Os estudos realizados pelos autores,  demonstraram que a referida suplementação faz que o ser humano obtenha maior rendimento  nos treinos, favorecendo desta maneira, um significativo aumento no fornecimento de energia. 

Segundo De Melo; De Araújo e Reis (2016), o conceito de força muscular está  relacionado diretamente à quantidade de tensão máxima de tensão que um ser humano consegue fazer ao realizar determinado movimento, desde os mais simples como andar, subir  escadas, até os mais complexos, como atividades físicas. 

Por exemplo, em uma situação em que um atleta deve realizar exercícios para  levantamento de peso, a quantidade que esse indivíduo consegue segurar corresponde a sua  força, e o número de vezes que ele consegue se agachar com o peso, corresponde a resistência  (Dos Santos; Pereira, 2017). 

3.1 A função da creatina no fortalecimento muscular 

A creatina é uma substância produzida pelo próprio corpo humano, especificamente,  no pâncreas, no fígado e nos rins, sendo composta por três aminoácidos (glicina, metionina e  arginina), podendo ser adquirida em alimentos como carne e leite (Pereira Júnior et al., 2018). Segundo Nemezio; Oliveira e Silva (2015), do total de creatina produzida pelo corpo e  adquirida pelos alimentos supracitados, parte dela é eliminada pela urina e cerca de 40% a  60% é armazenada para absorção do organismo, ou seja, a parte eliminada pode ser  suplementada, desta forma, quando o ser humano utiliza a creatina como suplemento, as  lacunas são preenchidas através da suplementação. 

A creatina é composta de aminoácidos que agem no desenvolvimento dos  músculos, na forma de creatina-fosfato (CP), é uma substância que atua no aumento da força  muscular, melhorando o tônus e as demais funções relacionadas ao bom funcionamento dos  músculos do corpo humano (Hummer et al., 2019). No corpo humano, a creatina reage após  três semana de uso, sendo que esse tempo pode ser reduzido quando é realizado um protocolo  de saturação, no qual é controlado o estoque e aumentada a ação de creatina no organismo, o  que possibilita um tempo de reação equivalente a uma semana após o seu uso (Menezes,  Moraes e Linhares, 2020). 

Acerca da composição da creatina, Penadez et al. (2023) pontua que ela é um  composto de aminoácidos presente nas fibras musculares e no cérebro, sua síntese ocorre no  fígado, rins e pâncreas. Conforme elucidam Maia Forte; Paiva e De Souza Meireles (2020), o  ácido metilguanidina-acético, conhecido como creatina, ainda permanece como o suplemento  mais utilizado e eficaz, no que se refere ao aumento das adaptações do Treinamento de  Resistência (TR), pois segundo os autores supracitados, a sua suplementação promove maior  rendimento e desenvolvimento na força muscular. 

Assim sendo, a suplementação de creatina pode ser feita através de pó ou cápsula,  devendo ser o seu consumo, devidamente, orientado e acompanhado por um nutricionista ou um médico, que deverá analisar cada caso, e desta forma indicar a melhor suplementação a ser  realizada (Oliveira; Azevedo; Cardoso, 2017). 

Segundo Panatto et al. (2019), o rendimento e o desenvolvimento muscular nos  exercícios físicos praticados por pessoas que fazem uso da suplementação de creatina são  positivos, e fazem com que ela seja a substância mais indicada para essa finalidade, na  atualidade. Portanto, é importante que se tenha maior preocupação e conhecimento em relação  ao aumento da resistência muscular tendo em vista a melhoria das condições de saúde, ainda  mais em se tratando de pessoas com problemas relacionados à atrofia e fadiga muscular. 

Ao se movimentar, o ser humano produz energia em quantidade maior do que se ele  estivesse em inatividade, quando esse movimento é realizado através da prática de alguma  atividade física, os níveis de energia aumentam consideravelmente (Rhodes et al., 2017). Conforme afirmam Mendes e Tirapegui (2022) parte da creatina contida no corpo humano é  despejada através da urina, e então a fim de repor as fontes de energia necessárias para um  bom rendimento muscular, se faz necessária a suplementação da referida substância. 

Neste sentido, movimentos simples e que muitas das vezes causam certa fadiga nos  músculos durante a realização deles, podem ser melhorados através do uso de suplementação  de determinadas substâncias, o que pode levar a um envelhecimento saudável e melhor  qualidade de vida (Silva et al., 2024). De acordo com Teixeira et al. (2020) evidente que a  prática de exercícios regulares, a suplementação de substâncias para melhoria de rendimento e  desenvolvimento da força muscular, necessitam do acompanhamento por um profissional  qualificado, tendo em vista que envolvem muitos outros fatores além dos aspectos físicos,  como por exemplo: o lidar com as frustrações, a perda gradativa de peso, a fadiga etc. Estudos  realizados por Stábile; Da Silva e Oliveira (2027), demonstram que as atividades físicas têm  sido aliadas em relação a busca por bem-estar, equilíbrio, saúde, corpo atlético e  principalmente, por pessoas que necessitam de fortalecimento muscular e melhoria no  rendimento. 

Neste sentido, entende-se que ao perceber a importância da suplementação de  creatina no organismo humano, os estudos aqui correlacionados demonstram a necessidade de  novas pesquisas acerca da temática abordada, pois se trata de um assunto constante e atual,  presente nas pautas relacionadas à questão de melhoria no desenvolvimento da força  muscular. Conforme Burke (2023), em relação a creatina pode-se inferir que o corpo humano  sintetiza a creatina de forma significativa, em razão dela ter ligação direta na questão  bioenergética celular, ou seja, no fornecimento de energia, em especial, nos tecidos que  precisam de muita energia para um bom desenvolvimento, como por exemplo nos músculos.

Desta forma, a sua suplementação é recomendada para aqueles que almejam maior  resistência física e força muscular. Importante ressaltar que o ganho de massa magra ocorre  através da mudança em aspectos relacionados a transcrição miogênica. Assim sendo, ao  ocorrer a suplementação de creatina no organismo, associado aos treinamentos físicos, os  níveis da substância inibidora de crescimento muscular (miostatina) diminuem  consideravelmente (Avelino e Ferreira, 2022). Neste aspecto, a creatina é considerada como  uma das poucas substâncias em que o resultado de sua suplementação no organismo humano  é tido como eficaz no aumento da resistência muscular, no desempenho das atividades e  exercícios físicos, conforme demonstra a Tabela 1, logo abaixo: 

Tabela 1: Benefícios da suplementação de creatina 

Fonte: Elaboração dos autores (2025).

Evidente que a maioria dos estudos aqui compilados corroboram com a ideia da  eficácia do uso da suplementação de creatina no organismo humano, ainda mais em face do  fortalecimento muscular, na melhoria do desempenho das atividades físicas etc., porém não se  pode cair na armadilha de que quanto mais fizer uso da creatina, maior o meu rendimento será  (Cordeiro et al., 2018). Vale ressaltar que cada organismo reage de maneira diferente, cada  um tem o seu determinado limite de armazenamento das substâncias, e que uma pessoa  poderá apresentar um nível de resposta mais elevado do que outra, o que não significa que a  dose de suplementação esteja errada, sendo relevante o acompanhamento individual (De  Souza et al., 2018).

Conforme os estudos realizados por Gomes e Freitas (2025) e Avelino e Ferreira  (2022) demonstram que a suplementação de creatina promove a hidratação de maneira  compartimentada intracelularmente, uma vez que aumenta a água corporal total no organismo  humano. A creatina tem sido considerada como um nutriente fundamental e que tem sido  recomendada por vários profissionais de saúde, como forma segura e eficaz de reposição e  suplementação nutricional (Menezes; Moraes e Linhares, 2020). 

De acordo com Santos et al. (2021), a creatina foi primeiramente relacionada à prática esportiva, isso em razão de que os atletas ao fazerem uso da suplementação dela  tiveram maior rendimento muscular, o que melhorou bastante o seu desempenho nas práticas  esportivas. Ela pode ser encontrada em alguns tipos de alimentos, como no caso de alguns  peixes e de carnes, porém a quantidade encontrada nesses alimentos não é suficiente para  proporcionar os benefícios que ela produz no organismo, por esta razão é que se recomenda a  suplementação (Williams; Kreider e Branch, 2018). 

Neste sentido, segundo Maia Forte; Paiva e De Souza Meireles (2020) observam que  alguns dos indivíduos que fazem uso da suplementação de creatina ganham massa magra, a  qual é atribuída à retenção de água. Por exemplo, “a suplementação com 20 g/dia de creatina  durante 3 dias seguidos de 5 g/dia durante 7 dias em participantes não treinados aumentou as  estimativas DXA da sua massa magra” (Brito, 2020). O entendimento dessa ação da creatina  no organismo é interessante para que seja verificada a maneira como ela promove os  benefícios em relação ao fortalecimento muscular e a resistência física, uma vez que as  propriedades inerentes a referida substância podem ser encontradas em outras vias de  suplementação. 

A questão da suplementação de creatina deve portanto, ser objeto de estudo  constante, pois é notório que as reações dela no organismo variam de indivíduo para indivíduo  e desta maneira é sempre é recomendável que se procure o profissional adequado a fim de que  ele faça a recomendação mais eficiente em relação ao desempenho e absorção do organismo,  assim como do tempo de resposta em face da suplementação da creatina (Gualano, 2015). 

Diante da perspectiva supracitada, levando em consideração que uma vez indicada a  suplementação, ela deverá ser feita de maneira constante, com o devido controle das doses a  serem ingeridas, sem se esquecer da prática dos exercícios físicos, se seguir à risca a  recomendação médica, a fim de obter os resultados esperados.

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS 

Esta pesquisa levou em consideração as publicações e produções científicas contidas  na literatura que evidenciam os principais aspectos em relação aos efeitos da suplementação  de creatina no desenvolvimento da força muscular, desta forma corroborando para a  ampliação da aprendizagem relacionada à temática em questão. Com base nos objetivos  propostos almejou-se em relação aos resultados a identificação de possíveis lacunas na  literatura; bem como quais seriam as atividades que mais ajudam na ação da creatina no  organismo, e por fim sobre a existência ou não de grupos específicos onde o uso da creatina é  mais recomendado do que em outros. 

Neste sentido, cada item que compõem o presente trabalho foi devidamente pensada  e elaborada tendo em vista o atendimento dos objetivos propostos, e durante a sua produção  pode-se perceber o avanço e consolidação do assunto em razão das linhas traçadas de maneira  a suprir as lacunas que por hora pudessem existir no meio literário. 

A suplementação de creatina para fins de fortalecimento muscular e resistência física  é comprovadamente eficiente, porém isso não significa que para fazer uso da referida  substância, o indivíduo tenha que abdicar do acompanhamento médico e do profissional  nutricionista, uma vez que o nível de resposta do organismo é diferente para cada pessoa. 

Ficou perceptível que o assunto abordado nas entrelinhas desta pesquisa é muito  presente no meio literário, tendo em vista a enorme variedade de material encontrado nos sites  de busca acadêmica e científica, porém isso, ao contrário do quê se pode julgar como  facilitador do trabalho, nos revelou uma dificuldade, por conta de utilizar maiores meios de  filtrar tais materiais até chegar ao quantitativo esperado com a qualidade desejada. 

Porém, é perceptível que no meio acadêmico e também junto aos profissionais de  saúde, bem como os professores que nos orientaram durante o curso, o sentimento de  dedicação e de melhor servir, mesmo diante das dificuldades citadas anteriormente, porém,  como ocorrem constantes mudanças no cenário da saúde, ainda mais pesquisas se fazem  necessárias, a fim de elucidar estas novas percepções que vão surgindo e que precisam ser  atualizadas, razão pela qual se optou pela revisão de literatura. 

Desta forma, entendemos que este artigo contribui de maneira significativa para os  aspectos científico, social e acadêmico em razão dos fatores já anteriormente mencionados.  Ressalta-se que ele promoveu significativas mudanças em nossa percepção ao longo de sua  construção, fato que valorizou bastante o interesse em prosseguir na profissão de  nutricionista.

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1Graduandos do Curso de Bacharelado em Nutrição do Centro Universitário FAMETRO. E-mails: edercarvalhomendes@gmail.com; eliandersonfreitas@outlook.com; costaperdigao1210@gmail.com
2Orientadora do TCC, Doutora em Biotecnologia pela Universidade Federal do Amazonas. Docente do Curso de  Bacharelado em Nutrição do Centro Universitário FAMETRO. E-mail: francisca.freitas@fametro.edu.br
3Coorientador do TCC, Mestre em Ciências da Saúde pela Universidade Federal do Amazonas. Docente do  Curso de Bacharelado em Nutrição do Centro Universitário FAMETRO. E-mail: luiz.lima@fametro.edu.br