NURSING PROFESSIONALS IN EMERGENCY AND URGENT CARE: AN INTEGRATIVE LITERATURE REVIEW
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ra10202509041336
Helber Freitas Tavares1
RESUMO
Introdução: A urgência e emergência é uma atividade que requer profissionais ágeis e qualificados, pois possuem características inerentes à diversidade de casos clínicos e gravidade. Objetivo Geral: Identificar o perfil dos profissionais enfermeiros atuantes em Unidades de Pronto Atendimento. Metodologia: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura de cunho exploratório, descritivo com abordagem qualitativa. Resultados e Discussões: Foram selecionados dois artigos, onde observou-se o perfil dos profissionais que atuam na urgência e emergência. O perfil do enfermeiro de urgência e emergência está alinhado ao padrão de proatividade e resolutividade que gera resultados de positivos de problemáticas inesperadas. Destaca-se a necessidade de produções científicas relacionadas à temática.
Descritores: Pronto Atendimento. Urgência e Emergência. Emergência Pré-Hospitalar.
ABSTRACT
Introduction: Urgency and emergency care is an activity that requires agile and qualified professionals, as it has characteristics inherent to the diversity of clinical cases and severity. General Objective: To identify the profile of nursing professionals working in Emergency Care Units. Methodology: This is an integrative review of the literature with an exploratory, descriptive nature and a qualitative approach. Results and Discussions: Two articles were selected, where the profile of professionals working in urgency and emergency care was observed. The profile of the urgency and emergency nurse is aligned with the standard of proactivity and resolution that generates positive results for unexpected problems. The need for scientific productions related to the subject is highlighted.
Descriptors: Emergency Care. Urgency and Emergency. Prehospital Emergency.
INTRODUÇÃO
Em julho de 2011, o Ministério da Saúde publicou a Portaria nº 1.600, reformulando a Política Nacional de Atenção às Urgências, de 2003, e instituindo a Rede de Atenção às Urgências e Emergências (RUE) no SUS, sendo esta, uma rede complexa que atende a diferentes condições clínicas. A urgência e emergência é caracterizada por sua imprevisibilidade nas ocorrências e quadros clínicos em que o paciente chega, o enfermeiro é o profissional na área da saúde e está presente na unidade de pronto atendimento ou pronto socorro hospitalares ou no pré-hospitalar (Brasil, 2024).
Nesse contexto, destaca-se que a principal função da enfermagem em urgências e emergências, sem dúvida, é a de oferecer um atendimento e manutenção das principais funções vitais do indivíduo, sempre protegendo a vida. Diariamente, diversas pessoas são atendidas e passam por atendimentos clínicos gerais, ou seja, pacientes com níveis de gravidade variados (GALVÃO, 2013).
A urgência e a emergência são conceitos fundamentais na área da saúde, utilizados para classificar a gravidade de uma condição clínica e determinar a necessidade de intervenção médica imediata. A urgência refere-se a situações que requerem assistência médica rápida, mas que, em geral, não apresentam risco iminente de morte. Exemplos incluem crises hipertensivas sem lesão de órgão-alvo, fraturas sem exposição óssea e cólicas renais intensas. Nesses casos, a atenção deve ser prestada em curto prazo para evitar complicações, mas há um tempo hábil para o atendimento sem risco iminente à vida do paciente (Cruz; Abellan, 2015).
Assim, Galvão (2013) afirma que a distinção entre urgência e emergência é essencial para a organização dos serviços de saúde, otimizando o uso dos recursos e priorizando os casos mais graves. Serviços de triagem, como a Classificação de Risco em unidades de pronto atendimento, utilizam critérios clínicos padronizados para diferenciar essas condições e definir a prioridade do atendimento. Essa classificação está diretamente instituída ao enfermeiro que realizando uma boa classificação contribui para a redução da mortalidade e melhoria da eficiência nos serviços de saúde, garantindo assistência adequada conforme a necessidade de cada paciente.
O atual estudo justifica-se por buscar compreender e conhecer o perfil do profissional de enfermagem no setor de urgência e emergência. Assim, reafirmar que é extremamente necessário que o enfermeiro de urgência e emergência obtenha um perfil dinâmico com processo de educação em saúde atualizado, envolvendo capacitação, técnica, agilidade e criticidade sobre a realidade do serviço e fortalecimento do papel da enfermagem no setor de urgência e emergência.
Portanto, conforme afirma Brasil (2024), a assistência de enfermagem no setor de urgência e emergência necessita de atualização profissional contínua uma vez que isto favorece um atendimento mais qualificado minimizando assim os riscos de morte de pacientes. Além disso, é função do enfermeiro junto a equipe multidisciplinar assistir a saúde do indivíduo com segurança e conhecimento científico com perfil adequado para gerenciar as adversidades do setor. Por essa razão, optamos por trabalhar o tema: “PERFIL DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS EM URGÊNCIA E EMERGÊNCIA: UMA REVISÃO INTEGATIVA DA LITERATURA” essa pesquisa consiste num grande desafio, por ser uma temática em evidência e buscar aproximar os profissionais de saúde da boa qualidade da assistência em saúde (DANTAS et al., 2015).
Considerando que a enfermagem é uma profissão que lida diariamente com pessoas, morte, desespero, sofrimento e tristeza. O contexto de estresse está presente diariamente no exercício da profissão do enfermeiro e requer o controle emocional muito grande. O cuidar é muito importante tanto para o paciente quanto para o profissional, pois, para prestar o cuidado é preciso que a sua saúde mental e física esteja bem (CRUZ; ABELLÁN, 2015).
Desse modo, ressalta-se que na graduação de enfermagem, o acadêmico é preparado para trabalhar em vários setores da área da saúde, que perpassam a assistência adentrando em cunho de gestão pelo seu amplo meio de atuação. No entanto, percebe-se que quando formados, os profissionais enfermeiros têm dificuldades em se adaptar nos serviços de urgência e emergência, sendo necessário especializações e capacitações para ter segurança na atuação do trabalho (SILVA; INVENÇÃO, 2018).
Nessa proposição tem-se como objetivo Geral: Analisar o perfil do profissional enfermeiro atuante em urgência e emergência. Diante do exposto formulou-se a seguinte questão: qual perfil de profissionais que uma urgência e emergência necessita?
METODOLOGIA
Optou-se pelo levantamento do Estado da Arte, por se entender que o mesmo proporciona um conhecimento sobre determinada área do conhecimento que se busca debater, discutir e/ou mapear. Além disso, por ter como base a pesquisa bibliográfica, observa-se como as pesquisas (artigos, Monografias/TCCs, Dissertações e/ou Teses) vêm sendo desenvolvidas e onde/como estão sendo disponibilizadas ao público (FERREIRA et al., 2002).
Em relação à pesquisa em si, efetuou-se um levantamento bibliográfico no dia 15 de março de 2023 sobre a temática já apresentada a partir de cinco (05) descritores: Urgência; Emergência; Atendimento Pré-Hospitalar; Enfermagem; Atendimento de Emergência Pré-Hospitalar. É preciso pontuar que foi feito um levantamento de materiais em quatro (4) sítios, a saber: Scientific Electronic Library Online – Scielo; Portal Regional da Biblioteca em Saúde – BVS; Google Acadêmico e Acadêmica.edu. Obteve-se, assim, um total de 11 artigos e se avaliou os mesmo a partir dos seguintes critérios de Inclusão
Aos critérios de inclusão e exclusão foram incluídos artigos completos originais, teses e dissertações escritos em português, disponíveis online, publicados no período de 2017 a 2021, sendo utilizados os descritores em Ciências da Saúde (DeCS): Urgência; Emergência; Atendimento Pré-Hospitalar; Enfermagem; Atendimento de Emergência Pré- Hospitalar e as Palavras- Chave: Urgência. Emergência.
Atendimento Pré-Hospitalar. Enfermagem. Atendimento de Emergência Pré-Hospitalar. As bases de dados consultadas foram Scientific Electronic Library Online – Scielo; Portal Regional da Biblioteca em Saúde – BVS; Google Acadêmico e
Acadêmica.edu. Foram excluídos os artigos que não estiverem no idioma português, os publicados antes de 2017 e posteriores à 2021, relato de casos, artigos de revisão, artigos que não estejam disponíveis online, artigos incompletos, aqueles com conteúdo não relevante e que não respondam aos questionamentos do estudo, aos descritores e as palavras chaves.
RESULTADOS E DISCUSSÕES
No primeiro momento realizou-se a pesquisa nas plataformas indicadas, para tanto, obteve-se os seguintes resultados: Scielo – 04 artigos, BVS – 00 artigos, Google Acadêmico – 07 artigos, Acadêmica EDU – 00 artigos.
Após a utilização dos critérios de Inclusão e Exclusão, esse material ficou ainda mais reduzido com BVS com zero (00) pois não atingiu os critérios de inclusão, compreendendo que foram utilizados os descritores e as palavras chaves (Urgência; Emergência; Atendimento Pré- Hospitalar; Enfermagem; Atendimento de Emergência Pré-Hospitalar e as Palavras- Chave: Urgência. Emergência. Atendimento Pré-Hospitalar. Enfermagem. Atendimento de Emergência Pré-Hospitalar) mas, os materiais encontrados eram de anos anteriores a 2017.
Na pesquisa que foi realizada na plataforma de Google Acadêmico, utilizou-se os descritores e as palavras chaves (Urgência; Emergência; Atendimento Pré-Hospitalar; Enfermagem; Atendimento de Emergência Pré-Hospitalar e as Palavras- Chave: Urgência. Emergência. Atendimento Pré-Hospitalar. Enfermagem. Atendimento de Emergência Pré-Hospitalar), porém, não encontramos artigos publicados entre 2017 e 2021 que integrassem a discussão proposta neste estudo.
Enquanto isso, ao realizar a pesquisa na Academia.Edu, tivemos cautela em utilizar apenas os descritores (Urgência; Emergência; Atendimento Pré-Hospitalar; Enfermagem; Atendimento de Emergência Pré-Hospitalar), para possível busca referenciada ao tema proposto, porém, não encontrado nenhum documento que pudesse adentrar aos descritores propostos nos anos de 2017 a 2021.
Na plataforma da Scielo após realizar os critérios de inclusão e exclusão restaram-se apenas três artigos para análise e discussões deste trabalho de pesquisa.
Tabela 1: Artigos selecionados através da literatura



Fonte: Elaborado pelo autor, 2025.
O PERFIL DO PROFISSIONAL DE ENFERMAGEM EM URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
O perfil do profissional de enfermagem que atua em serviços de urgência e emergência é multifacetado e envolve uma série de competências e desafios. Battisti et al., (2019) destacam que a satisfação dos usuários do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) está diretamente relacionada à qualidade do atendimento prestado pelos profissionais de enfermagem. Os autores enfatizam que a formação e a experiência dos enfermeiros são cruciais para garantir um atendimento eficaz, especialmente em situações críticas, onde decisões rápidas e precisas são necessárias.
Por outro lado, Carvalho et al., (2020) abordam o estresse ocupacional enfrentado pelos profissionais de enfermagem que atuam no atendimento pré-hospitalar. Eles identificam que a alta carga emocional e a pressão do trabalho podem impactar negativamente a saúde mental desses profissionais, o que, por sua vez, pode afetar a qualidade do atendimento. O estresse é um fator que não pode ser ignorado, pois pode levar a um aumento de erros e a uma diminuição na satisfação do usuário.
Além disso, Bueno e Bernardes (2020) discutem a percepção da equipe de enfermagem sobre o gerenciamento de enfermagem em serviços de atendimento pré-hospitalar. Eles ressaltam que uma gestão eficaz pode contribuir para a redução do estresse e para a melhoria do ambiente de trabalho. A implementação de práticas de gerenciamento que valorizem a equipe e promovam um suporte adequado pode ser uma estratégia importante para mitigar os efeitos do estresse e, consequentemente, melhorar a qualidade do atendimento.
Mediante ao conteúdo exposto, segundo Battisti et al., (2019) destaca pontualmente as estruturas do SAMU de Porto Alegre “O SAMU de Porto Alegre possui 15 ambulâncias disponíveis para uso, sendo três de suporte avançado de vida e 12 de suporte básico de vida. Atua, também, com um Veículo de Intervenção Rápida (VIR) que faz apoio às outras ambulâncias e serve de Suporte Avançado, não transportando pacientes. Possui ainda três ambulâncias de baixa complexidade, que fazem os transportes de pacientes entre hospitais ou para a realização de exames. Recebe cerca de 30 mil ligações mensais, desde pedidos de informações, até enganos e trotes (40%)”.
Além disso, Bueno e Bernardes (2020), destacam os profissionais que compõe a equipe do SAMU de Porto Alegre “O SAMU dispõe de ambulâncias do tipo Suporte Básico de Vida (SBV) (B), com tripulação composta de motorista e técnico de enfermagem; Suporte Avançado de Vida (D), com motorista, médico e enfermeiro; Aeronave de Transporte Médico (E), contendo piloto, médico e enfermeiro; e Embarcação de Transporte Médico, a qual presta atendimento de suporte básico ou avançado. O Suporte Avançado de Vida (SAV) atende casos que demandam maior complexidade de atendimento, a exemplos de traumas graves e paradas cardiorrespiratórias, onde a gravidade expõe o paciente ao risco aumentado de óbito ainda em cena”.
Segundo Battisti et al., (2019), o enfermeiro que atua em unidades de urgência e emergência desempenha um papel crucial na assistência imediata e eficaz a pacientes em situações críticas. Suas funções englobam desde a triagem inicial, identificando a gravidade dos casos, até a execução de procedimentos complexos, como administração de medicamentos, realização de curativos de alta complexidade e suporte avançado de vida. Além disso, esses profissionais são responsáveis pela coordenação e supervisão da equipe de enfermagem, garantindo a qualidade e a segurança do atendimento prestado.
Assim, Carvalho el at., (2020) afirma que para atuar de forma eficiente nesse ambiente dinâmico e imprevisível, o enfermeiro deve possuir um conjunto de competências específicas. Dentre elas, destacam-se a capacidade de tomar decisões rápidas e assertivas, habilidades de liderança, trabalho em equipe, humanização no atendimento, comunicação eficaz e estabilidade emocional para lidar com situações de alta pressão. A formação contínua e a especialização na área são essenciais para o desenvolvimento dessas competências, permitindo ao profissional adaptar-se às constantes evoluções tecnológicas e às demandas emergentes do setor de saúde.
A intersecção entre esses estudos revela que, para que os profissionais de enfermagem possam oferecer um atendimento de qualidade em situações de urgência e emergência, é fundamental que haja um equilíbrio entre a formação técnica, o suporte emocional e uma gestão eficaz. A formação contínua e o suporte psicológico são essenciais para preparar os enfermeiros para os desafios que enfrentam, conforme apontado por Carvalho et al. (2020). Além disso, a valorização do trabalho e o reconhecimento das dificuldades enfrentadas pelos profissionais são aspectos que podem contribuir para a satisfação no trabalho e, por consequência, para a satisfação dos usuários, como discutido por Battisti et al. (2019).
Em suma, o perfil do profissional de enfermagem em urgência e emergência deve ser compreendido em um contexto que considera tanto as habilidades técnicas quanto os fatores emocionais e gerenciais. A integração dessas dimensões é crucial para garantir um atendimento de qualidade e a saúde mental dos profissionais, refletindo diretamente na experiência do usuário Bueno e Bernardes (2020).
A experiência profissional em serviços de urgência e emergência também contribui significativamente para a autopercepção das competências dos enfermeiros. Profissionais com maior vivência nessas áreas tendem a desenvolver um conhecimento aprofundado, habilidades de liderança e a capacidade de promover mudanças positivas no ambiente de trabalho. Essa expertise é fundamental para a identificação rápida de problemas, tomada de decisões informadas e melhoria contínua dos processos assistenciais, assegurando um atendimento de qualidade aos pacientes em situações críticas Battisti et al. (2019).
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Diante das análises realizadas, conclui-se que o perfil do profissional de enfermagem que atua em serviços de urgência e emergência deve contemplar não apenas habilidades técnicas, mas também competências emocionais e gerenciais. O ambiente dinâmico, imprevisível e de alta pressão exige que o enfermeiro esteja preparado para decisões rápidas, trabalho em equipe, liderança e comunicação eficaz. Além disso, é essencial que esses profissionais recebam apoio institucional contínuo, com investimentos em capacitação, suporte emocional e políticas de valorização do trabalho.
A revisão integrativa permitiu observar que a qualidade da assistência prestada está diretamente relacionada à formação e às condições de trabalho oferecidas aos enfermeiros. Portanto, torna-se imprescindível promover ações que fortaleçam a prática profissional nas unidades de urgência e emergência, estimulando a produção científica, o desenvolvimento de protocolos assistenciais e o reconhecimento do papel estratégico da enfermagem nesses contextos. Investir no enfermeiro é investir na segurança do cuidado e na resolutividade do sistema de saúde.
REFERÊNCIAS
Battisti GR, Branco A, Caregnato RCA, Oliveira MMC. Perfil de atendimento e satisfação dos usuários do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Rev Gau Enferm. 2019; 40:e20180431.
Carvalho AEL, Frazao IS, Silva DMR, Andrade MS, Vasconcelos SC, Aquino JM. Estresse dos profissionais de enfermagem atuantes no atendimento pré-hospitalar. Rev Bra Enferm. 2020; 73(2):e20180660.
CRUS, S.P. de. L; ABELLÁN, M.V. Desgaste profissional, stress e satisfação no trabalho do pessoal de enfermagem em um hospital universitário. Revista Latino-americana de enfermagem. vol.23 no.3 Ribeirão Preto mai-jun 2015.
DANTAS, U. I. B. et al. O trabalho dos enfermeiros no setor de urgência e emergência: limites e perspectivas. Revista Enfermagem UFPE on line, v. 9, n 3, p. 7556-7561, 2015.
GALVÃO. J. Gerência de serviço de urgência e emergência: fortalezas e fragilidades. Revista Enfermagem Integrada – Ipatinga: Unileste, v. 6 – n. 2 – nov./dez. 2013. Disponível em < http://www.unilestemg.br/enfermagemintegrada/artigo/v6_2/01-gerencia-de-servicosde-urgencia-e-emergencia-fortalezas-e-fragilidades.pdf>. Acesso em 16 mar. 2023.
MUNHOZ, O. L. et al. Atuação do enfermeiro em unidade de pronto socorro: relato de experiência. Biblioteca Lascasas, v. 12, n 1, 2016.
SANTANA, L. F. et al. Atuação do enfermeiro na urgência e emergência: revisão integrativa da literatura. Brazilian Journal of Development, v.7, n.4, p. 3599435006, 2021.
SANTOS, J. L. G. dos. et al. Práticas de enfermeiros na gerência do cuidado em enfermagem e saúde: revisão integrativa. Revista Brasileira de Enfermagem, v. 66, n. 2, p. 257-63, 2013.
SILVA, A. M. S. M. INVENÇÃO, A. S. A. A atuação do enfermeiro no atendimento de urgência e emergência. Revista UNILUS Ensino e Pesquisa, v. 15, n 39, 2018.
SILVA, D. S. S. et al. A liderança do enfermeiro no contexto dos serviços de urgência e emergência. Revista Eletrônica de Enfermagem, v. 16, n. 1, p. 211-9, 2014.
SILVA, L. A. S. et al. Atuação da Enfermagem em Urgência e Emergência. Revista Extensão, v. 3, n. 1, 2019.
1Enfermeiro – Faculdade FINAMA, Pós-Graduando em Biologia Parasitária na Amazônia Belém- PA, Weber Marcos, Professora de orientação e pesquisa da faculdade FINAMA. noa@faculdadefinama.com.edu Prof.webermarcos@finama.edu.br helberfreitastavares@gmail.com
