O PAPEL DO ENFERMEIRO NA ORIENTAÇÃO PARA O EXAME PREVENTIVO DE COLO DE ÚTERO

THE ROLE OF THE NURSE IN GUIDING PATIENTS REGARDING CERVICAL CANCER SCREENING. 

EL PAPEL DE LA ENFERMERA EN LA ORIENTACIÓN DE LAS PACIENTES SOBRE EL CRIBADO DEL CÁNCER DE CUELLO UTERINO. 

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/fa10202511272309


Laura Arrais Primo Feitosa1, Felipe Antonio Gomes de Azevedo2, Cauã Emerique Dias Soares3, Tassio Breno Alves de Brito4, João Victor Pina Marinho5, Stefani Gisele Bastos Dornas6, Lucas Gomes Noronha7, Simon Dickinson Rodrigues Cruz8, Antonio Jeova da Silva Cruz9, Edicarla Torres Ribeiro10


RESUMO

Introdução: O câncer do colo do útero é um importante problema de saúde pública, relacionado principalmente à infecção pelo Papilomavírus Humano (HPV). Embora seja uma doença evitável e curável quando diagnosticada precocemente, a falta de informação, o medo e o difícil acesso aos serviços de saúde ainda limitam a adesão ao exame preventivo. Nesse contexto, o enfermeiro desempenha papel essencial na promoção da saúde da mulher, realizando a coleta do exame citopatológico (Papanicolau) e orientando sobre sua importância. Este estudo teve como objetivo analisar o papel do enfermeiro na coleta e orientação para o exame preventivo do colo do útero, destacando sua contribuição nas ações educativas e assistenciais voltadas à prevenção e ao diagnóstico precoce do câncer cervical. Metodologia: trata-se de uma revisão integrativa da literatura, baseada no modelo de Ganong. As buscas foram realizadas nas bases SciELO, BVS e MEDLINE, utilizando os descritores “cuidado de enfermagem”, “prevenção” e “Papanicolau”. Foram incluídos artigos publicados entre 2020 e 2025, em português e inglês, resultando em nove estudos selecionados. Resultados: os resultados indicaram que o enfermeiro é protagonista no controle do câncer do colo do útero, promovendo educação em saúde e acolhimento humanizado. Conclusão: Conclui-se que a formação continuada e o fortalecimento da Atenção Básica são fundamentais para ampliar o rastreamento e reduzir a morbimortalidade feminina. 

Palavras-Chaves:  Papel do enfermeiro; Prevenção; Papanicolau; Câncer do colo de útero; saúde da mulher. 

1 INTRODUÇÃO 

O câncer do colo do útero caracteriza-se pelo crescimento anormal e descontrolado das células cervicais, podendo causar danos às estruturas adjacentes e se disseminar para outros órgãos. Essa neoplasia está fortemente associada à infecção pelo Papilomavírus Humano (HPV) e representa um dos mais relevantes problemas de saúde pública, em razão das elevadas taxas de incidência e mortalidade, especialmente entre mulheres em idade reprodutiva (Lacerda et al., 2025). 

No Brasil, estima-se a ocorrência de aproximadamente 16.590 novos casos de câncer do colo do útero (CCU) por ano. Embora as taxas nacionais sejam classificadas como intermediárias, o CCU ocupa o terceiro lugar entre as causas de morte por câncer no país. No entanto, na região Norte, especialmente no estado do Pará, a doença assume a primeira posição, evidenciando desigualdades regionais e reforçando sua relevância epidemiológica (FRANÇA et al., 2025). 

Conforme o Ministério da Saúde (BRASIL, 2024), reforça-se a necessidade de garantir a oferta do exame citopatológico em todas as unidades da Atenção Primária à Saúde, assegurando também as ações de seguimento, busca ativa e acompanhamento das mulheres com resultados alterados. 

O câncer do colo do útero é passível de prevenção e apresenta altas chances de cura quando diagnosticado precocemente. Entretanto, a falta de informação e as limitações no acesso aos serviços de saúde ainda representam desafios significativos para o controle da doença em diversas regiões brasileiras. Nesse contexto, o enfermeiro desempenha papel fundamental, atuando tanto na atenção básica quanto em hospitais e campanhas de prevenção, sendo um agente indispensável no enfrentamento desse importante problema de saúde pública (CARVALHO et al., 2025). 

A colpocitologia oncótica, também conhecida como exame citopatológico, Papanicolau ou exame preventivo (PCCU), é um procedimento disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Nessas unidades, o enfermeiro é o profissional responsável pela coleta do material e pela orientação às mulheres quanto ao preparo e à importância do exame. O rastreamento é indicado para mulheres entre 25 e 64 anos que mantêm atividade sexual, devendo ser realizado anualmente; após dois resultados consecutivos normais, o intervalo pode ser ampliado para três anos (FRANÇA et al., 2025). 

A realização periódica do exame preventivo é essencial, pois permite detectar a presença do HPV e de lesões precursoras, que, quando identificadas precocemente, apresentam altas taxas de cura. Entre os sintomas mais comuns nas fases mais avançadas da doença estão o sangramento vaginal anormal, a dor pélvica e o desconforto durante as relações sexuais; contudo, nas fases iniciais, o câncer pode evoluir de forma assintomática (LIRA  et al., 2025). 

De acordo com MOTA et al. (2025), a Atenção Básica de Saúde (ABS) representa a principal porta de entrada da população no SUS e exerce papel essencial na identificação e prevenção de agravos à saúde da mulher. Nessa esfera, o enfermeiro é um dos protagonistas, promovendo ações de prevenção, detecção precoce e acompanhamento de infecções ginecológicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). 

A enfermagem, presente em todos os níveis de atenção à saúde, é essencial para a disseminação do conhecimento e para o estímulo ao autocuidado. Por meio da educação em saúde, o enfermeiro contribui para desconstruir tabus e promover novos aprendizados adequados à realidade e às necessidades individuais e coletivas (SILVA et al., 2025). 

SILVA et al. (2025) também destacam a relevância do uso de recursos educativos, como cartilhas, palestras e rodas de conversa, por serem estratégias eficazes para fortalecer a educação em saúde. Cabe ao enfermeiro planejar e conduzir essas ações, incentivando a participação ativa das mulheres, de suas famílias e da comunidade, bem como integrando a equipe multiprofissional de forma articulada e humanizada. 

A presente pesquisa justifica-se pela importância do exame preventivo do colo do útero como ferramenta essencial para a detecção precoce de alterações precursoras do câncer cervical, contribuindo diretamente para a redução da morbimortalidade feminina. O enfermeiro, enquanto profissional atuante na Atenção Básica, é peça-chave nesse processo, sendo responsável tanto pela coleta citopatológica quanto pela orientação das mulheres sobre a periodicidade do exame e o seguimento adequado dos resultados. 

Assim, este estudo mostra-se relevante ao destacar a atuação do enfermeiro na coleta e na orientação sobre o exame preventivo do colo do útero, enfatizando sua contribuição para a promoção da saúde da mulher e a prevenção do câncer cervical. A partir desse cenário, formulou-se a seguinte questão norteadora: De que forma a atuação do enfermeiro na atenção básica contribui para a redução dos índices de câncer do colo do útero? 

Para responder ao questionamento acima, o objetivo geral é analisar o papel do enfermeiro na coleta e na orientação para o exame preventivo do colo do útero, evidenciando sua contribuição nas ações de caráter preventivo e assistencial voltadas à promoção da saúde feminina. Como objetivos específicos, buscou-se identificar as atribuições do enfermeiro relacionadas à coleta do exame preventivo do colo do útero e analisar a importância da atuação do enfermeiro na prevenção e detecção precoce do câncer do colo do útero. 

2 DESENVOLVIMENTO  
2.1 Metodologia  

Este estudo se trata de uma revisão da literatura e buscou identificar os achados científicos publicados entre o marco temporal de 2020 à 2025 sobre o papel do enfermeiro na coleta e orientação para o exame preventivo de colo de útero. A elaboração ocorreu em cinco etapas: pergunta norteadora; busca na literatura; classificação dos estudos; avaliação dos estudos para inclusão na revisão e interpretação dos resultados. 

Para a construção da revisão, foi utilizada como estratégia o acrônimo PICO (Pacient/ population; Intervention or issue of interest; Comparison or issue of interest and Outcome), conforme a figura 1. Tendo como pergunta norteadora “De que forma a atuação do enfermeiro na atenção básica contribui para a redução dos índices de câncer do colo do útero?” Desenvolvida a partir da proposta de Ganong que estabelece cinco passos apresentados na tabela 01.  

Figura 01: Estratégia PICO  

Fonte: Autores (2025) 

Tabela 01: Proposta de ganong  

PROPOSTA DE GANONG 

Fonte: Autores (2025) 
2.2 Método de busca  

A busca na literatura foi conduzida de forma sistematizada, com o objetivo de identificar estudos relevantes sobre o papel do enfermeiro nas orientações relacionadas ao exame de Papanicolau. Foram estabelecidos como critérios de inclusão: artigos publicados no período de 2020 a 2025, disponíveis gratuitamente, redigidos nos idiomas português e inglês, e que abordassem a temática proposta. Os critérios de exclusão compreenderam estudos que não tratavam do tema central, publicações anteriores ao período delimitado e artigos duplicados entre as bases de dados. 

A seleção dos descritores foi realizada com base nos Descritores em Ciências da Saúde (DeCS) e no Medical Subject Headings (MeSH), utilizando os termos: “cuidado de enfermagem”, “prevenção” e “Papanicolau”. 

As buscas foram efetuadas nas seguintes bases de dados eletrônicas: Scientific Electronic Library Online (SciELO): foram encontrados 10 artigos, dos quais 10 foram selecionados para leitura na íntegra; após análise, 2 foram incluídos e 9 excluídos por não se enquadrarem na temática. Biblioteca Virtual em Saúde (BVS): identificaram-se 10 artigos para leitura completa; destes, 6 foram incluídos e 4 excluídos por não abordarem o tema central. Medical Literature Analysis and Retrieval System Online (MEDLINE): localizaram-se 30 artigos, dos quais 1 foi selecionado para compor a revisão. Ao final do processo de seleção e análise, 16 artigos atenderam aos critérios estabelecidos, constituindo o corpus da presente pesquisa. 

3 RESULTADOS E DISCUSSÕES 

A enfermagem é amplamente reconhecida como uma ciência e uma arte voltada ao cuidado integral do ser humano, atuando na promoção da autonomia, na prevenção de doenças e na reabilitação, por meio de ações educativas e assistenciais. Nesse cenário, o cuidado com a saúde da mulher, especialmente o cuidado ginecológico, assume papel estratégico dentro das políticas públicas. De acordo com VARJÃO et al. (2024), o profissional de enfermagem integra ativamente as ações de promoção, prevenção e recuperação da saúde, sendo peça central no trabalho multiprofissional. No âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), tal atuação é essencial para garantir o cuidado equitativo, integral e contínuo às especificidades femininas. 

Historicamente, as políticas públicas avançaram de modo significativo no que se refere à atenção à saúde da mulher. Como destaca SILVA et al. (2024), o Programa de Atenção Integral à Saúde da Mulher (PAISM), criado em 1984, consolidou-se como um marco por propor um olhar ampliado para todas as fases da vida feminina, rompendo com a visão reducionista centrada apenas no ciclo gravídico-puerperal. Posteriormente, a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher (PNAISM), instituída em 2004, reforçou a necessidade de qualificação profissional e ampliação das práticas preventivas, priorizando agravos de alta prevalência, como o câncer do colo do útero e as infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). Esses avanços evidenciam que a formação e a atuação do enfermeiro são pilares indispensáveis para o fortalecimento das ações de saúde pública. 

Nesse contexto, o exame citopatológico do colo do útero, ou Papanicolau, destaca-se como um dos métodos mais eficazes para a detecção precoce de lesões precursoras do câncer cervical. SANTOS (2023) enfatiza que sua simplicidade, baixo custo e alta efetividade o tornam um instrumento fundamental na Atenção Primária à Saúde (APS). Entretanto, a discussão sobre sua adesão revela desafios persistentes: medo, vergonha, desinformação, tabus culturais e barreiras geográficas ainda dificultam a participação das mulheres no rastreamento. Essas questões exigem dos profissionais de enfermagem não apenas domínio técnico, mas também sensibilidade, escuta qualificada e habilidade comunicativa para acolher e orientar. 

A literatura reforça que o enfermeiro ocupa lugar estratégico na APS. Segundo DIAS et al. (2022), compete a este profissional não apenas executar o exame citopatológico, mas também desenvolver ações educativas que incentivem a participação das mulheres e esclareçam dúvidas, promovendo comportamento preventivo. No entanto, para que essas ações tenham impacto, é indispensável que o enfermeiro possua sólida formação técnico-científica e competências relacionais que favoreçam um cuidado humanizado. Assim, a qualificação contínua passa a ser elemento chave para suprir lacunas e garantir assistência de qualidade. 

Estudos como o de MACIEL et al. (2021) apontam que a baixa cobertura do rastreamento ainda é influenciada por dificuldades estruturais, como falhas na busca ativa e sobrecarga de agentes comunitários de saúde. Apesar dessas limitações, os autores reforçam que o trabalho educativo do enfermeiro permanece como elemento essencial para engajar as mulheres na realização do exame e nas consultas ginecológicas. Desse modo, a atuação do enfermeiro contribui diretamente para reduzir a morbimortalidade por câncer cervical, destacando seu impacto nas políticas preventivas. 

A etiologia do câncer do colo do útero também amplia a discussão. MONTEIRO et al. (2021) destacam que a infecção pelo papilomavírus humano (HPV) é o principal fator de risco, agravado por condições como tabagismo, múltiplos parceiros e baixa imunidade. Portanto, estratégias de prevenção precisam ir além do Papanicolau, incluindo vacinação contra HPV e educação permanente em saúde sexual. Mais uma vez, o enfermeiro, por sua proximidade com a comunidade, tem papel fundamental na orientação, no esclarecimento de mitos e na promoção de práticas seguras. 

Contudo, a atuação efetiva requer capacitação contínua. KARENA et al. (2025) identificaram lacunas no conhecimento de enfermeiros sobre fatores de risco e métodos de detecção, como o próprio Papanicolau e a inspeção visual com ácido acético, o que pode comprometer a qualidade da assistência. Esses achados reforçam a necessidade de formação permanente, atualização curricular e desenvolvimento de habilidades comunicativas, visto que o enfrentamento de tabus e o estímulo à adesão dependem de uma postura empática e competente. 

Da mesma forma, PINHEIRO et al. (2025) ressaltam que o sucesso das políticas de rastreamento está intimamente ligado à atuação qualificada, humanizada e culturalmente sensível do enfermeiro. O acolhimento respeitoso, o vínculo e a confiança estabelecidos com as usuárias impactam diretamente na decisão de realizar o exame e no retorno periódico ao serviço. Portanto, o cuidado humanizado não é apenas um diferencial, mas uma condição essencial para o êxito das ações preventivas na atenção primária. 

Finalmente, SILVA et al. (2025) reforçam que a capacitação técnica e científica dos enfermeiros constitui estratégia de alto impacto e baixo custo para o fortalecimento do diagnóstico precoce. A formação continuada, aliada a uma postura ética e acolhedora, contribui para exames mais confiáveis e para maior adesão das mulheres ao rastreamento. Assim, o enfermeiro consolida sua posição como protagonista no cuidado preventivo, desempenhando papel decisivo na redução da morbimortalidade por câncer cervical e no fortalecimento da saúde pública no Brasil. 

4 CONSIDERAÇÕES FINAIS 

O câncer do colo do útero continua sendo um importante desafio para a saúde pública brasileira, especialmente nas regiões com menor acesso aos serviços de prevenção e diagnóstico precoce. Apesar de ser uma enfermidade evitável e com altas chances de cura quando identificada precocemente, as desigualdades sociais, o déficit de informação e as barreiras de acesso ainda comprometem a efetividade das estratégias de rastreamento. 

Neste contexto, o papel do enfermeiro na Atenção Básica é de extrema relevância. Esse profissional atua não apenas na realização técnica do exame citopatológico, mas também na orientação e educação em saúde, promovendo o empoderamento feminino e incentivando a adesão ao exame preventivo. Por meio de ações educativas, acolhimento humanizado e acompanhamento contínuo, o enfermeiro contribui de forma significativa para a redução dos índices de morbimortalidade por câncer do colo do útero. 

Os estudos analisados evidenciam que a atuação do enfermeiro vai além da execução de procedimentos: ela envolve o compromisso ético, científico e social com a promoção da saúde e a prevenção de doenças. A capacitação contínua e o aprimoramento técnico são fundamentais para assegurar a qualidade do cuidado e a efetividade do rastreamento, especialmente diante dos avanços tecnológicos e das novas diretrizes de prevenção. 

Dessa forma, reforça-se a necessidade de investimento em políticas públicas que fortaleçam a Atenção Primária à Saúde e garantam condições adequadas de trabalho e formação aos profissionais de enfermagem. Somente com uma atuação integrada, humanizada e baseada em evidências será possível ampliar a cobertura do exame preventivo, reduzir as desigualdades regionais e consolidar o enfermeiro como protagonista na promoção da saúde da mulher e na prevenção do câncer do colo do útero no Brasil. 

REFERÊNCIAS 

BRASIL. Ministério da Saúde. Diretrizes Brasileiras nº 977 para o Rastreamento do Câncer do Colo do Útero: Parte I – Rastreamento organizado utilizando testes moleculares para detecção de DNA-HPV oncogênico. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2025. (Relatório de Recomendação – Protocolos & Diretrizes). Disponível em: https://www.gov.br/conitec/pt-br. Acesso em: dia mês ano

CARVALHO, Juliana Barros et al. O papel do enfermeiro na prevenção e controle do câncer de colo do útero. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, v. 11, n. 4, p. 2387-2398, 2025. Disponível em: https://periodicorease.pro.br/rease/article/view/18765. Acesso em: 20 de outubro de 2025. 

DIAS, Ernandes Gonçalves; ANDRADE, Camila Antunes; SILVA, Natália Miranda; CAMPOS, Lyliane Martins; CALDEIRA, Maiza Barbosa. Percepção do acadêmico de enfermagem acerca do procedimento de coleta do material do exame Papanicolau / Perception of the nursing student about the procedure for collecting the material of Papanicolaou exam. Journal of Health and Biological Sciences (Online), v. 10, n. 1, p. 1-6, Jan. 2022. Disponível em: https://periodicos.unichristus.edu.br/jhbs/article/view/4487/1647. Acesso em: Acesso em: 20 de outubro de 2025. 

FRANÇA, Renata Camelo; SANTANA, Juliane Marcelino dos Santos. O papel da enfermagem na detecção precoce do câncer do colo do útero. Facit Business and Technology Journal, v. 1, n. 60, 2025. Disponível em: http://revistas.faculdadefacit.edu.br/index.php/JNT/article/view/3322. Acesso em: 22 de outubro de 2025. 

KARENA ZV, Faldu PS. A Cross-Sectional Study on Knowledge, Attitude, and Practices Related to Cervical Cancer Screening Among the Nursing Staff in a Tertiary Care Hospital in the Western Region of India. Cureus. 2024 Jan 3;16(1):e51566. doi: 10.7759/cureus.51566. PMID: 38313907; PMCID: PMC10835643.Acesso em: 9 nov. 2025. 

LACERDA, Cecília Martins Lopes et al. O papel do enfermeiro na prevenção do câncer cervical: desafios na atenção primária. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, v. 11, n. 5, p. 8308-8320, 2025. Disponível em: https://periodicorease.pro.br/rease/article/view/19563. Acesso em: 20 de outubro de 2025. 

LIRA, Matheus et al. A contribuição do profissional enfermeiro na prevenção e rastreamento do câncer de colo do útero. Revista Piauiense de Enfermagem, v. 1, n. 2, 2025. Disponível em: https://revistaenfermagem.uespi.br/index.php/revistaenfermagem/article/view/56. Acesso em: 20 de outubro de 2025. 

MACIEL, Nathanael de Souza; LUZIA, Francisco Jardsom Moura; FERREIRA, Diego da Silva; FERREIRA, Luzia Camila Coelho; MENDONÇA, Valdenia de Melo; OLIVEIRA, Antônio Wendel Nogueira; SOUSA, Leilane Barbosa de. Busca ativa para aumento da adesão ao exame Papanicolaou / Active search to increase adherence to the Pap Smear test / Búsqueda activa para aumentar la adherencia a la prueba de Papanicolaou. Revista de Enfermagem UFPE on line, Recife, v. 15, n. 1, p. 1-11, jan. 2021. Disponível em: https://periodicos.ufpe.br/revistas/ revistaenfermagem/article/view/245678/37926. Acesso em: Acesso em: 20 de outubro de 2025. 

MOTA, Maria Luisa Caixeta da; ANDRADE, Mírian Daniela Matos Campos. A assistência de enfermagem nas campanhas de conscientização sobre os cânceres de colo de útero e de mama: uma revisão da literatura. Revista JRG de Estudos Acadêmicos, v. 8, n. 18, p. e082100-e082100, 2025. Disponível em: http://revistajrg.com/index.php/jrg/article/view/2100. Acesso em: 22 de outubro de 2025. 

MONTEIRO, Anne Gabriella Pacito; DUTRA, Heloyse Nathelly Rodrigues; CASTELLINI, Tatiane Silva; VIGO, Juliana da Silva; RAIMONDI, Daiane Cortêz. Exame citopatológico do colo do útero: faixa etária e resultados encontrados / Cervical cytopathological examination: age range and results found / Examen citopatológico del cervix: rango de edad y resultados encontrados. Revista de Enfermagem e Atenção à Saúde, v. 10, n. 3, e202133, out./dez. 2021. Disponível em: https://seer.uftm.edu.br/revistaeletronica/index.php/enfer/article/view/5533. 
Acesso em: Acesso em: 20 de outubro de 2025. 

PINHEIRO, A. D.; MENEZES, I. P. de; SILVA, S. B. de P.; LIMA, A. M. de; BRASIL, B. M. B. L.; FERREIRA , U. R. Impacto da atuação de enfermeiros na prevenção ginecológica em mulheres atendidas na atenção primária à saúde. Revista da Faculdade Paulo Picanço, Fortaleza, v. 5, n. 3, 2025. DOI: 10.59483/rfpp.v5n3162. Disponível em: https://revista.facpp.edu.br/index.php/rfpp/article/view/162. Acesso em: 9 nov. 2025. 

SILVA, Ivanilce Ferreira da et al. Estratégias de prevenção do câncer cérvico-uterino em adolescentes: o exame Papanicolau como ferramenta crucial na atuação da enfermagem. Revista Foco, v. 18, n. 8, p. e9450-e9450, 2025. Disponível em: https://ojs.focopublicacoes.com.br/ foco/article/view/9450. Acesso em: 22 de outubro de 2025. 

SILVA, Isabella Nunes da; FREITAS, Carla Kalline Alves Cartaxo; LISBOA, Alicia de Souza; CUNHA, Maria Larisse de Jesus Santana da; MAHL, Claudiane; GUIMARÃES, Yandra Dirce Nascimento de Castro; RODRIGUES, Iellen Dantas Campos Verdes; BARREIRO, Maria do Socorro Claudino. Assistência de enfermagem à saúde da mulher na atenção primária à saúde. Enfermagem em Foco (Brasília), v. 15, supl. 1, p. 1–7, mar. 2024. Acesso em: 9 nov. 2025. 

SANTOS, Rosângela França. Rastreamento do câncer do colo do útero no município do Rio de Janeiro: a perspectiva dos enfermeiros da atenção primária à saúde / Cervical cancer screening in the city of Rio de Janeiro: the perspective of primary health care nurses. Rio de Janeiro: s.n., 2023. 113 p. Ilus., tab., mapas. Acesso em: 9 nov. 2025. 

SILVA, N. M. da; MAGALHÃES, D. C. G.; MACHADO, T. B. CAPACITAÇÃO DOS ENFERMEIROS NO RASTREAMENTO DO CÂNCER DO COLO DO ÚTEROEXAME CITOPATOLÓGICO EM MEIO LÍQUIDO. REVISTA FOCO, [S. l.], v. 18, n. 5, p. e8475, 2025. DOI: 10.54751/revistafoco.v18n5-108. Disponível em: https://ojs.focopublicacoes.com.br/foco/article/view/8475. Acesso em: 9 nov. 2025. 

VARJÃO, Jaqueline Alves Soares. Consulta ginecológica por enfermeiro do trabalho para profissionais de saúde de Porto Velho : desenvolvimento e implantação [recurso eletrônico] / Jaqueline Alves Soares Varjão. – Curitiba : Universidade Federal do Paraná, 2024. Trabalho de Conclusão de Curso (Mestrado Profissional em Prática do Cuidado em Saúde) – Setor de Ciências da Saúde, Universidade Federal do Paraná.Acesso em: 9 nov. 2025. 


1Discente do Curso Bacharelado em enfermagem  
Instituição de formação: Centro Universitário Anhanguera 
Endereço: Nova Marabá, Pará, Brasil 
E-mail: lauraphfeitosa@gmail.com

2Discente do Curso Bacharelado em enfermagem  
Instituição de formação: Centro Universitário Anhanguera 
Endereço: Cidade Nova, Pará, Brasil 
E-mail: lipeantonio.2002@gamil.com

3Discente do Curso Bacharelado em enfermagem  
Instituição de formação: Centro Universitário Anhanguera 
Endereço: Jacundá, Pará, Brasil 
E-mail: cauadias59@gmail.com

4Graduado em enfermagem
Instituição de formação: Centro Universitário Anhanguera
Pós-graduado em enfermagem do trabalho 
Instituição de formação: Anhanguera 
Endereço: Nova Marabá, Pará, Brasil 
E-mail: tarssobrenno19@gmail.com

5Graduado em enfermagem
Instituição de formação: Universidade Pitágoras de Marabá
Endereço: Nova Marabá, Pará, Brasil
E-mail: joaoenfermeiro0811@gmail.com

6Graduada em enfermagem 
Instituição de formação: Faculdade Adamantinenses  Integradas (FAI)
Mestranda em Saúde da Família 
Instituição de formação: Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (UNIFESSPA)
Endereço: Cidade Nova, Pará, Brasil 
E-mail: dornas.stefani@gmail.com

7Graduado em enfermagem
Instituição de formação:  Centro Universitário Anhanguera
Pós-graduado em enfermagem do trabalho
Instituição de formação: Anhanguera
Endereço: Nova Marabá, Pará, Brasil
E-mail: lucasnoronha43@gmail.com

8Graduado em enfermagem
Instituição de formação: Universidade Paulista (UNIP)
Pós-graduado em enfermagem do trabalho
Instituição de formação: Anhanguera
Endereço: Nova Marabá, Pará, Brasil
E-mail: enf.simondickinson@gmail.com

9Graduado em enfermagem
Instituição de formação: Universidade Paulista (UNIP)
Endereço: Cidade Nova, Pará, Brasil
E-mail: simon.jeova@hotmail.com

10Mestre em Cirurgia e Pesquisa Experimental pela Universidade Estadual do Pará (UEPA)
Docente e Orientadora do Centro Universitário  Anhanguera
Instituição: Centro Universitário de Anhanguera
Endereço: Nova Marabá, Pará, Brasil
E-mail: edicarla.torres@hotmail.com