THE IMPACT OF ANIMAL ASSISTED THERAPY IN PEDIATRIC PATIENTS
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cs10202506300548
Juliana Yoshie Hara Gomes1; Isabela Barboza Magnan Magalhães1; Julia Coelho da Silva1; Nicolle Barbosa Matolla de Alencar1; Guilherme Curvelo Bernardes Silva1; Arthur Werneck Barros1; Thaís Rodrigues Neves1; Gabriel Caetano de Almeida1; Rafael Gonçalves Murray Mariz1; Marcos Antônio Mendonça2
Resumo:
A Terapia Assistida por Animais (TAA) é uma abordagem terapêutica estruturada e conduzida por profissionais da saúde, utilizando animais como agentes coadjuvantes no tratamento. Tem sido amplamente adotada na pediatria para promover o bem-estar físico, emocional e mental de crianças hospitalizadas. Este estudo, de natureza qualitativa, retrospectiva e transversal, foi desenvolvido por meio de uma revisão integrativa da literatura com o objetivo de analisar os efeitos da TAA em populações pediátricas. A pesquisa foi realizada nas bases BVS e ScienceDirect, utilizando os descritores “Animal assisted therapy” e “Children”, combinados com o operador booleano “AND”. Foram incluídos artigos dos últimos cinco anos (2020– 2025), de livre acesso, do tipo ensaio clínico controlado ou estudo observacional. Excluíram-se publicações sem base teórica clara ou fora do escopo temático. Os estudos analisaram a TAA em diversos contextos clínicos, como enfermarias, prontos-socorros, ambulatórios e programas de mudança de estilo de vida, com destaque para sua aplicação em casos de transtornos psiquiátricos. Os animais mais utilizados foram cães, seguidos por cavalos e cães robóticos. Os resultados apontaram benefícios psicológicos, cognitivos, sociais e físicos, ainda que individualizados, dependendo das necessidades de cada paciente. Apesar dos efeitos positivos observados, destaca-se a necessidade de mais pesquisas para esclarecer os mecanismos fisiopatológicos envolvidos. Conclui-se que a TAA é uma alternativa terapêutica eficaz e viável para crianças, com impactos positivos em diversas dimensões da saúde, podendo ser considerada uma intervenção complementar relevante na prática clínica pediátrica.
Palavras-chave: Terapia assistida por animais. Atividade assistida por animais. Pediatria.
Abstract
Animal-Assisted Therapy (AAT) is a structured therapeutic intervention conducted by healthcare professionals, where animals play a central role in the treatment process. It has been increasingly adopted in pediatrics to promote the physical, emotional, and mental well being of hospitalized children. This study, with a qualitative, retrospective, and cross-sectional approach, was carried out through an integrative literature review aimed at analyzing the effects of AAT in pediatric populations. The research was conducted in the BVS and ScienceDirect databases using the descriptors “Animal assisted therapy” and “Children,” combined with the Boolean operator “AND.” Articles published between 2020 and 2025 were included, provided they were open-access, clinical trials, or observational studies. Articles without a clear theoretical foundation or unrelated to the subject were excluded. The selected studies addressed various clinical contexts such as hospital wards, emergency rooms, outpatient care, and lifestyle change programs, with psychiatric disorders being the most frequently studied conditions. The animals used were mainly dogs, followed by horses and robotic dogs. The results demonstrated psychological, cognitive, social, and physical benefits for the patients, although these effects were individualized based on each patient’s needs. Despite the positive findings, further research is needed to clarify the underlying physiological mechanisms. In conclusion, AAT is an effective therapeutic alternative when properly implemented in pediatric care. Its justification lies in the proven benefits across emotional, social, cognitive, and motor domains, making it a viable complementary therapy option for health promotion in children.
Keywords: Animal assisted therapy. Animal assisted activity. Pediatry.
Introdução
A Terapia Assistida por Animais (TAA) é uma intervenção terapêutica com objetivos, estrutura e planejamento bem orientados, dirigida por profissionais da saúde, tendo o animal como principal agente de tratamento1. A TAA faz parte de um conjunto chamado Intervenção Assistida por Animais, que por sua vez se conceitua pelo uso de animais como instrumento facilitador em ações voltadas para saúde, educação ou recreação de pessoas2. Sua aplicabilidade se dá em qualquer tipo de faixa etária, identidade pessoal, classe social, ambiente e tipo de paciente, demonstrando sua universalidade como recurso terapêutico3.
A presença de animais na vida do homem se mostra recorrente por toda a história da humanidade. Edward O. Wilson propôs em 1984 a teoria da Biofilia, defendendo a existência de uma necessidade biológica do homem de construir laços com outras formas de vida, como a natureza e os animais, promovendo o bem estar psicossocial4. Pode-se dizer que o uso de animais como terapia complementar se baseia no laço afetuoso entre animais e humanos com benefícios para a saúde e bem estar do indivíduo5. Entretanto, deve-se observar que este vínculo se torna subjetivo quando o protagonismo da terapêutica se dá pela função instrumental, apoiado por hipóteses fisiológicas como o envolvimento do sistema de ativação e ação do hormônio ocitocina, gerando redução do estresse e possibilitando assim demais cascatas fisiológicas benéficas ao indivíduo6. Ademais, somente a presença de um animal no ambiente, especialmente num contexto hospitalar, traz consigo efeitos próprios da humanização, como a descontração entre indivíduos e melhoria das relações interpessoais7.
A TAA tem sido cada vez mais usado na pediatria a fim de promover o bem estar físico, mental e emocional de jovens hospitalizados8. Tem-se então a TAA como uma prática inovadora, de custo acessível e fácil implementação, com potenciais benefícios para seu uso na prática clínica pediátrica9.
No campo científico, a área ainda luta para se definir e ganhar credibilidade como forma de medicina complementar. Embora haja um crescimento no número de pesquisas demonstrando a consolidação do tema, se faz necessário o desenvolvimento de mais estudos no Brasil, a fim de se equiparar a países como a Inglaterra e Estados Unidos3. Sendo assim, o presente estudo tem por objetivo contribuir com a literatura acerca do uso terapêutico de animais ao entender quais são os efeitos de sua implementação na população pediátrica.
Metodologia
Trata-se de um estudo de abordagem qualitativa, retrospectiva e transversal executado através de uma revisão integrativa da literatura. O estudo foi realizado a partir das seguintes etapas: definição do tema; estabelecimento de critérios de inclusão e exclusão dos trabalhos; busca e seleção da literatura relevante; análise dos artigos selecionados; síntese e apresentação dos achados. Realizou-se uma busca nas bases eletrônicas de dados Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e ScienceDirect com os descritores “Animal assisted therapy” e “Children” adjunto do operador booleano “AND”. Foram incluídos artigos publicados nos últimos 5 anos (2020-2025); cujo estudo era do tipo ensaio clínico controlado ou estudo observacional; cujo acesso é disponibilizado gratuitamente. Foram excluídos artigos cujo embasamento teórico não foi elucidado e que não contemplavam o tema abordado. o presente estudo tem por objetivo contribuir com a literatura acerca do uso terapêutico de animais ao entender quais são os efeitos de sua implementação na população pediátrica.
Resultados
A busca resultou em um total de 933 artigos, sendo 255 trabalhos na base de dados BVS e 678 na base de dados ScienceDirect. Após a leitura dos trabalhos, foram aplicados os critérios de inclusão e exclusão, sendo assim selecionados 7 artigos na base BVS e 2 na base Science Direct, totalizando 9 trabalhos, conforme ilustrado na Figura 1.
Os estudos analisados abrangem a faixa etária de 2 a 18 anos, contemplando a população pediátrica. Dentre os contextos clínicos, foram abordados os mais diversos cenários, incluindo enfermaria hospitalar, pronto socorro, tratamento ambulatorial e prática de mudança de estilo de vida. Há também grande variação de patologias abordadas, tendo como destaque os transtornos psiquiátricos. Os animais utilizados foram em sua maioria cães, seguido de cavalo e cão robótico. Os resultados demonstraram efeitos psicológicos, cognitivos, sociais e físicos nos pacientes, embora suas necessidades e aplicações sejam individualizadas e haja necessidade de mais estudos sobre o assunto para elucidar a fisiopatologia envolvida no mecanismo. Os trabalhos foram organizados de acordo com seus principais achados a fim de facilitar a análise, conforme demonstrado na Tabela 1.
Discussão
Os resultados desse estudo demonstraram que os 9 artigos analisados associaram a TAA a efeitos benéficos em pacientes pediátricos, contemplando diversos contextos clínicos e diferentes formas de intervenção. As intervenções devem ser individualizadas, pautadas no objetivo da dinâmica e no ambiente em que ocorre, podendo assim incluir pacientes com grandes variedades de diagnósticos, idades e complexidades médicas11,16.
O ambiente hospitalar é percebido com medo e estranheza devido a infamiliaridade, levando a intervenções invasivas para controle do paciente12. Dos estudos analisados, 6 foram realizados com pacientes internados. Um estudo constatou melhora do humor, se estendendo por horas após a ação, além da normalização das atividades no leito11. Em um serviço de Oncologia, foram relatados menor estresse, cansaço e tristeza com melhora do bem estar geral16. Na Unidade Intensiva, embora não houvesse mudanças significativas nos sinais vitais, as escalas de percepção de dor e medo foram zeradas13. Um estudo com 49 crianças internadas em enfermaria relatou reações de felicidade e conforto, não havendo necessidade de intervenção farmacológica para dor14. A presença de um animal pode transferir à criança uma sensação de segurança e conforto, minimizando a dor e a ansiedade, diminuindo assim a necessidade de intervenções químicas, além de facilitar a aceitação da criança quanto à hospitalização12,16. Não houve aumento de zoonoses, infecções ou eventos adversos15,16.
Um estudo centrado em crianças em reabilitação física relatou a melhora do comportamento e do engajamento do paciente, encorajando o mesmo a se submeter a atividades mais desafiadoras15. A presença do animal oferece oportunidade para a criança ter controle de si próprio e experimentar auto confiança, empoderamento e bem estar14.
A função executora coordena os altos níveis de cognição e tem como grande estímulo atividades físicas de alta complexidade. Um estudo demonstrou que a prática de equinoterapia se equipara a esportes como artes maciais ou futebol, pois também se associa a mudanças positivas no volume e estrutura cerebrais, melhora da neuroplasticidade e exercício da memória. Andar a cavalo é uma atividade complexa, onde o indivíduo deve ajustar sua técnica rapidamente devido a mudanças no ambiente externo, como o próprio movimento do cavalo ou a novas coordenadas do instrutor, melhorando assim a eficiência do processamento cognitivo. Entende-se que o estímulo sensorial da montaria e a presença e feedback imediato do cavalo promovem auto regulação física e mental, retendo atenção e gerando engajamento na atividade10.
Quanto a habilidades sociais, um estudo analisou crianças com déficits intelectuais, portando Síndrome de Down ou Transtorno do Espectro Autista. A presença de animais reduz o estresse ambiental e gera a regulação do humor, possibilitando assim os efeitos positivos no comportamento social. Houve melhora da sintonia emocional (capacidade de se conectar com o ambiente) em todos e da regulação emocional, melhorando assim a sintomia conversacional, confiança, cognição e motivação social. As crianças que realizaram o teste com cães robóticos alcançaram os mesmos avanços em sintomia emocional que as outras, apresentando assim uma alternativa promissora para aqueles que têm alergia ou medo de animais16.
Um estudo pautado em crianças com Transtorno do Espectro Alcoólico Fetal demonstrou melhora da comunicação, cooperação, responsabilidade, empatia, engajamento, auto controle e comportamento. Além disso, foi notada a redução da severidade dos sintomas globais. O estudo atribui o resultado à presença do animal como um facilitador do processo terapêutico por ajudar a tornar o ambiente mais relaxado18.
Conclusão
A TAA é uma alternativa terapêutica eficiente em pacientes pediátricos quando implementada adequadamente. Sua justificativa se permeia pelos efeitos benéficos comprovados nas esferas emocionais, sociais, cognitivas e motoras, tornando-se assim uma alternativa de terapia complementar viável para a promoção da saúde.
Referências
1. DELTA SOCIETY. Standards of practice in animal-assisted activities and animal assisted therapy. Renton, WA: Delta Society, 1996.
2. JEGATHEESAN, B. et al. IAHAIO whitepaper 2014 (updated for 2018): The IAHAIO definitions for animal assisted intervention and guidelines for wellness of animals involved in AAI. 2018. Disponível em: http://iahaio.org/best-practice/white paper-on-animal-assisted-interventions/. Acesso em: 12 jun. 2025.
3. NOGUEIRA, M. T. D.; NOBRE, M. O. Terapia assistida por animais e seus benefícios. Pubvet, v. 9, n. 9, p. 414–417, 2015. Disponível em: https://doi.org/10.22256/pubvet.v9n9.414-417. Acesso em: 13 jun. 2025.
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5. CAPOTE, P. S. O.; COSTA, M. P. R. Terapia assistida por animais (TAA): aplicação no desenvolvimento psicomotor da criança com deficiência intelectual. São Carlos: Ed. da UFSCar, 2011.
6. MENNA, L. F. et al. Changes of oxytocin and serotonin values in dialysis patients after animal assisted activities (AAAs) with a dog – A preliminary study. Animals, Basel, v. 9, n. 8, p. 526, 2019. Disponível em: https://doi.org/10.3390/ani9080526. Acesso em: 13 jun. 2025.
7. VACCARI, A. M. H.; ALMEIDA, F. A. A importância da visita de animais de estimação na recuperação de crianças hospitalizadas. Einstein (São Paulo), v. 5, p. 111–116, 2007.
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10. CHENG, X.; ZHEN, K.; FAN, Y.; TANG, Q.; WU, H. The effects of equine assisted activities on execution function in children aged 7–8 years: a randomized controlled trial. Brain and Behavior, [S.l.], v. 13, n. 9, e3148, set. 2023. Disponível em: https://doi.org/10.1002/brb3.3148. Acesso em: 13 jun. 2025.
11. JENNINGS, M. L. et al. Effect of animal assisted interactions on activity and stress response in children in acute care settings. Comprehensive Psychoneuroendocrinology, [S.l.], v. 8, p. 100076, nov. 2021. Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.cpne.2021.100076. Acesso em: 13 jun. 2025.
12. KELKER, H. P.; SIDDIQUI, H. K.; BECK, A. M.; KLINE, J. A. Therapy dogs for anxiety in children in the emergency department: a randomized clinical trial. JAMA Network Open, [S.l.], v. 8, n. 3, e250636, 3 mar. 2025. Disponível em: https://doi.org/10.1001/jamanetworkopen.2025.0636. Acesso em: 13 jun. 2025.
13. LÓPEZ-FERNÁNDEZ, E. et al. Implementation feasibility of animal-assisted therapy in a pediatric intensive care unit: effectiveness on reduction of pain, fear, and anxiety. European Journal of Pediatrics, [S.l.], v. 183, n. 2, p. 843–851, fev. 2024. Disponível em: https://doi.org/10.1007/s00431-023-05284-7. Acesso em: 13 jun. 2025.
14. MARIA LINDSTRÖM NILSSON, et al. Children’s interaction with a dog when having Animal Assisted Activity in paediatric hospital care. Complementary Therapies in Clinical Practice, [S.l.], v. 53, p. 101807, 1 nov. 2023. Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.ctcp.2023.101807. Acesso em: 13 jun. 2025.
15. NARAD, M. E. et al. The feasibility and acceptability of integrating dogs into inpatient rehabilitation therapy with children with acquired brain injury. PM&R, [S.l.], v. 16, n. 11, p. 1212–1220, 2024. Disponível em: https://doi.org/10.1002/pmrj.13176. Acesso em: 13 jun. 2025.
16. STEFF, K. et al. Feasibility, efficacy, and safety of animal-assisted activities with visiting dogs in inpatient pediatric oncology. World Journal of Pediatrics, [S.l.], v. 20, n. 9, p. 915–924, set. 2024. Disponível em: https://doi.org/10.1007/s12519-024- 00829-8. Acesso em: 13 jun. 2025.
17. VAN DER STEEN, S.; KAMPHORST, E.; GRIFFIOEN, R. E. A randomized controlled trial of the effects of dog-assisted versus robot dog-assisted therapy for children with autism or Down syndrome. PloS ONE, [S.l.], v. 20, n. 3, e0319939, 2025. Disponível em: https://doi.org/10.1371/journal.pone.0319939. Acesso em: 13 jun. 2025.
18. VIDAL, R. et al. Dog-assisted therapy for children and adolescents with fetal alcohol spectrum disorders: a randomized controlled pilot study. Frontiers in Psychology, [S.l.], v. 11, p. 1080, 26 maio 2020. Disponível em: https://doi.org/10.3389/fpsyg.2020.01080. Acesso em: 13 jun. 2025.
Figura 1: Fluxograma dos artigos selecionados nas bases de dados BVS e ScienceDirect.

Quadro 1: Caracterização dos artigos selecionados conforme autor, ano de publicação, título, número da amostra e principais conclusões.
| Autor | Ano | Título | Amostra | Principais conclusões |
| CHENG, X.; ZHEN, K.; FAN, Y.; TANG, Q.; WU, H. | 2023 | The effects of equine assisted activities on execution function in children aged 7–8 years: a randomized controlled trial. | N= 24 | 12 semanas de equinoterapia são efetivas e melhoram a função executiva e a performance cognitiva em crianças de 7 a 8 anos |
| JENNINGS, M. L. et al. | 2021 | Effect of animal assisted interactions on activity and stress response in children in acute care settings. | N= 80 | IAA beneficia crianças em unidade de cuidado agudo |
| KELKER, H. P.; SIDDIQUI, H. K.; BECK, A. M.; KLINE, J. A. | 2025 | Therapy dogs for anxiety in children in the emergency department: a randomized clinical trial. | N= 80 | Cães terapêuticos geram grande redução na ansiedade de crianças no serviço de emergência hospitalar |
| LÓPEZ- FERNÁNDEZ, E. et al. | 2024 | Implementation feasibility of animal- assisted therapy in a pediatric intensive care unit: effectiveness on reduction of pain, fear, and anxiety. | N= 61 | TAA em UTI é viável, segura e bem aceita por pacientes e pela equipe; É eficaz na redução da dor, medo e ansiedade, podendo ser usada em complemento a terapias não farmacológicas |
| MARIA LINDSTRÖM NILSSON et al. | 2023 | Children’s interaction with a dog when having Animal Assisted Activity in paediatric hospital care. | N= 49 | IAA estruturada com um cão incluindo introdução, parte ativa e parte relaxante é uma opção plausível a ser oferecida em hospitais desde que a interação possa ser iniciada pela criança ou por brincadeiras |
| NARAD, M. E. et al. | 2024 | The feasibility and acceptability of integrating dogs into inpatient rehabilitation therapy with children with acquired brain injury. | N= 16 | TAA é viável e aceitável, podendo ser uma ferramenta para terapeutas que trabalham com pacientes com lesões cerebrais ou em reabilitação motora |
| STEFF, K. et al. | 2024 | Feasibility, efficacy, and safety of animal- assisted activities with visiting dogs in inpatient pediatric oncology. | N= 60 | AAA com visita de cães em serviço de oncologia pediátrica são viáveis e seguros |
| VAN DER STEEN, S.; KAMPHORST, E.; GRIFFIOEN, R. E. | 2025 | A randomized controlled trial of the effects of dog-assisted versus robot dog- assisted therapy for children with autism or Down syndrome. | N= 65 | Terapia com cão real obteve maior ênfase em efeitos socioemocionais do que cão robô em crianças com Transtorno do Espectro Autista ou Síndrome de Down |
| VIDAL, R. et al. | 2020 | Dog-assisted therapy for children and adolescents with fetal alcohol spectrum disorders: a randomized controlled pilot study. | N= 33 | Terapia Assistida por Cães é um tratamento adjuvante promissor para crianças e adolescentes com FASD |
1Discente do curso de graduação em Medicina, Universidade de Vassouras, Vassouras, Rio de Janeiro, Brasil. Juliana Yoshie Hara Gomes: Email do autor: julianayhg@gmail.com. ORCID: https://orcid.org/0009-0004-0294-2074
2Docente do curso de graduação em Medicina, Universidade de Vassouras, Vassouras, Rio de Janeiro, Brasil
