REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ni10202509132204
Karen Vergani1
Resumo
O presente trabalho teve como objetivo identificar os índices de infestação pelo ácaro Varroa destructor em colônias de Apis mellifera de apiários de Caxias do Sul, município que detém altos índices de humidade durante o ano todo, na Serra Gaúcha, Rio Grande do Sul. A pesquisa foi desenvolvida no mês de junho de 2025. Participaram do estudo 20 colônias, onde foram coletadas em média 407 abelhas adultas (nutrizes) retiradas dos quadros centrais do ninho com crias de cada colmeia, aprisionadas em recipientes plásticos contendo álcool a 70%. Após as coletas a campo, as amostras foram analisadas para quantificar os ácaros e as abelhas. Os resultados demonstraram que todas as amostras estavam parasitas pelo ácaro Varroa destructor, obtendo uma taxa média de infestação de 1,85%. O grau de infestação pelo ácaro, observado nas colônias variou de 0,62% a 3,05%. Conclui-se que embora o apiário visitado, esteja situado em uma região com altos índices de umidade, obtevese níveis leves de infestação pelo ácaro varroa.
Palavras chave: infestação, Varroa destructor, abelhas.
Abstract
The present study aimed to identify the infestation rates of the Varroa destructor mite in Apis mellifera colonies from apiaries in Caxias do Sul, a municipality located in the Serra Gaúcha region of Rio Grande do Sul, Brazil, known for its high humidity levels throughout the year. The research was conducted in June 2025. The study involved 20 colonies, from which an average of 407 adult (nurse) bees were collected from the central brood frames of each hive. These bees were trapped in plastic containers filled with 70% alcohol. After field collection, the samples were analyzed to quantify both the mites and the bees. The results showed that all samples were parasitized by the Varroa destructor mite, with an average infestation rate of 1.85%. The degree of mite infestation observed in the colonies ranged from 0.62% to 3.05%. It is concluded that although the visited apiary is located in a region with high humidity levels, only low levels of varroa mite infestation were found.
Keywords: infestation, Varroa destructor, bees.
Introdução
Polinizadores essenciais, as abelhas, são responsáveis por polinizar cerca de 75% das plantas cultivadas no mundo (CLEMENTINO, GALINDO, MILFONI, 2016). Pesquisas sobre o papel ecológico das abelhas indicam que esses insetos desempenham uma função essencial na conservação da biodiversidade vegetal, sobretudo por meio da polinização, contribuindo diretamente para a preservação das espécies e para a manutenção da variabilidade genética (NOGUEIRA, COUTO, 1994).
Considerando a importância das abelhas como agentes polinizadores e seu papel na atividade apícola, torna-se indispensável o aprofundamento do conhecimento sobre as patologias que afetam sua saúde, visando entender a redução das populações de abelhas melíferas, principalmente em regiões de clima temperado (MONDRAGÓN et al., 2005).
Entre os principais agentes patogênicos que afetam as abelhas, destaca-se o ácaro Varroa destructor, devido seu impacto significativo sobre a saúde das colônias (TORRES, BARRETO, 2013). Este ectoparasita de abelhas, do gênero Apis, aloja-se predominantemente nas regiões torácica e/ou abdominal dos indivíduos (MOREIRA et al., 2017). Sua alimentação baseia-se na hemolinfa e no tecido adiposo das abelhas (SILVA et al., 2023, MOREIRA et al., 2017) comprometendo diretamente o sistema imunológico dos hospedeiros.
A infestação por Varroa, pode resultar em uma drástica redução da população da colmeia, podendo em casos mais graves, levar a morte da colônia (DE GRANDIHOFFMAN, CHEN, 2015). Por essas razões, o ácaro Varroa destructor é apontado como um dos principais fatores que contribuem para a Síndrome do Colapso das Colônias (CCD) (SILVA et al., 2023, p. 1006), que vem ocorrendo em diversos países.
A varroatose está presente em todas as regiões do Brasil (MOREIRA et al., 2017; TORRES, BARRETO, 2013), acometendo as diversas abelhas africanizadas, porém, ao contrário do que acontece em outros países, os danos à apicultura brasileira causados por este ácaro ainda são aceitáveis, devido aos níveis, históricos, de infestação das colônias serem baixos (inferior a 5%), não apresentando riscos para a apicultura no país (MOREIRA et al., 2017).
Foram observados níveis de infestação mais elevados, nas regiões Sul e Sudeste, tipicamente de clima mais ameno, enquanto o Norte, com clima tropical, apresenta níveis menores (PEIXOTO et al., 2021).
A maioria das pesquisas com a varroatose apontam as variáveis climáticas como fatores com alto padrão de influência nas taxas de infestação e reprodução do ácaro. Entretanto, ainda se tem poucos trabalhos em relação à taxa de infestação em diferentes regiões do território brasileiro. Sendo este, um obstáculo nas possíveis comparações de resultados entre as diversas regiões o que pode culminar em resultados isolados, dificultando possíveis pesquisas com potencial coadjuvante em desenvolvimento de técnicas de manejos apícolas, uma vez que o Brasil é rico pela sua diversidade de flora apícola, pelo grau de africanização das abelhas e diferencial climático. Desta forma, este trabalho teve como objetivo realizar um levantamento de incidência do ácaro V. destructor em colmeias na região de Caxias do Sul, Serra Gaúcha, RS.
Materiais e métodos
O estudo foi realizado no município de Caxias do Sul (51º10’06’’W e 29º10’05’’S), região pertencente a Serra Gaúcha, no estado do Rio Grande do Sul, durante o mês de junho. A região apresenta clima subtropical úmido, com temperatura média anual de 17ºC, humidade em torno de 70% e a vegetação é Mata Atlântica ombrófila, caracterizada por abundância de araucárias e campos de altitude com vegetação rasteira (GAIO et al., 2011). Junho é o mês que detém a humidade relativa mais elevada (83,88%) e a menor incidência solar do ano (2,9 kWh) (INMET, 2025).
Desta forma, utilizou-se 20 colônias de abelhas africanizadas (Apis mellifera) instaladas em colmeias padrão Schenk, em um apiário comercial, no distrito de Santa Lúcia do Piaí. As colmeias encontravam-se em uma região sem sombreamento, de forma que a incidência solar ocorresse diretamente. Para a amostragem, foram coletadas cerca de 200 a 600 abelhas adultas jovens, retiradas dos favos centrais com crias abertas e operculadas do ninho de cada colmeia, e aprisionadas em recipientes plásticos com tampa, contendo 250ml de álcool a 70% e 2ml de detergente.
Após um período de 24 horas, as amostras foram agitadas manualmente por um minuto, para que houvesse o total despendimento do parasita aderido no corpo da abelha. De acordo com Dietemann et al. (2013), as amostras foram filtradas com auxílio de uma peneira de 2,00 mm. Desta forma, os ácaros desprendidos dos corpos das abelhas juntamente ao álcool foram depositados em uma bandeja de fundo branco, e as abelhas ficaram retidas na peneira, esse processo foi repetido por cinco vezes.
Para a obtenção da taxa de infestação em cada colônia, foram quantificados todos os ácaros e também as abelhas operárias. A taxa de infestação (TI%) por Varroa destructor em abelhas operárias (nutrizes), africanizadas (Apis mellifera), foi obtida através do número de ácaros encontrados dividido pelo número de abelhas adultas, multiplicado por 100.
Resultados e Discussão
O parasita Varroa destructor esteve presente em 100% das amostras examinadas, entretanto estas apresentaram resultados de infestação variados conforme tabela 1. A taxa média de infestação observada nas colônias foi de 1,85%. O menor e maior valor de infestação por V. destructor obtido no apiário foram a colônia 10 (0,62%), e a colônia 3 (3,05%), respectivamente. Taxas de infestação a partir de 10% podem fomentar a morte de colônias por varroatose segundo Frey et al. (2011), resultado que não foi observado em nenhuma das vinte amostras estudadas.
Tabela 1: Taxa de infestação por Varroa destructor nas colônias analisadas em apiário comercial do município de Caxias do Sul, Serra Gaúcha.
| Colônia | Número de abelhas | Número de ácaros | Taxa de infestação (%) |
| 01 | 232 | 5 | 2,15 |
| 02 | 399 | 5 | 1,25 |
| 03 | 425 | 13 | 3,05 |
| 04 | 371 | 6 | 1,61 |
| 05 | 337 | 10 | 2,96 |
| 06 | 203 | 6 | 2,95 |
| 07 | 305 | 8 | 2,62 |
| 08 | 351 | 9 | 2,56 |
| 09 | 351 | 5 | 1,42 |
| 10 | 481 | 3 | 0,62 |
| 11 | 574 | 12 | 2,09 |
| 12 | 319 | 3 | 0,9 |
| 13 | 438 | 9 | 2,05 |
| 14 | 200 | 3 | 1,5 |
| 15 | 460 | 7 | 1,52 |
| 16 | 596 | 4 | 0,67 |
| 17 | 359 | 7 | 1,94 |
| 18 | 642 | 13 | 2,02 |
| 19 | 751 | 16 | 2,13 |
| 20 | 356 | 4 | 1,12 |
Os níveis observados no município de Caxias do Sul encontram-se dentro dos limites considerados aceitáveis o que pode ser atribuído ao nível tecnológico adotado no manejo apícola local (SOUZA et al., 2014). Praticas simples, como a renovação periódica da cera dos favos e o controle populacional de zangões, demonstram eficácia na redução das taxas de infestação pelo ácaro Varroa destructor (PICCIRILLO e DE JONG, 2004).
Os níveis de infestação por Varroa destructor observados nas colmeias analisadas em Caxias do Sul variaram entre 0,62% e 3,05%. Esses valores indicam, de modo geral, uma situação de controle satisfatório da varroatose na região, considerando que níveis de infestação abaixo de 3% são frequentemente considerados aceitáveis para a manutenção da saúde das colônias sem comprometer significativamente sua produtividade e sobrevivência (ROSA et al., 2019). Embora algumas colmeias tenham atingido o limite superior desse intervalo, ainda assim os dados sugerem que as práticas de manejo adotadas pelos apicultores locais estão sendo relativamente eficazes no controle do ácaro.
Em contraste, os níveis registrados no município de Vacaria, importante polo de fruticultura, variaram de 3,0% a 6,7%, ultrapassando o limiar de infestação comumente aceito como seguro (BIZZOTO et al., 2018). Tais valores indicam uma condição mais crítica, com potencial para provocar sérios prejuízos à saúde das colônias e à produção apícola, especialmente quando não há intervenção adequada. Infestações superiores a 3% exigem ações imediatas de controle, uma vez que a Varroa destructor está diretamente associada ao declínio de colônias, podendo também atuar como vetor de viroses apícolas importantes (DE JONG et al., 1982; BOECKING & GENERSCH, 2008).
A comparação entre as duas localidades revela um cenário epidemiológico distinto, sugerindo diferenças nas estratégias de manejo, nas condições ambientais ou até mesmo no nível de conscientização e capacitação dos apicultores locais. Em Caxias do Sul, os baixos níveis de infestação podem estar associados ao uso mais consistente de práticas de monitoramento e controle integrado da praga.
A presença do ácaro Varroa destructor em apiários do Rio Grande do Sul representa um desafio relevante para a sanidade apícola regional, considerando seus impactos sobre a saúde das colônias de Apis mellifera e, consequentemente, sobre a produtividade de mel e serviços de polinização. Embora existam estudos pontuais na região, observa-se uma lacuna significativa quanto a levantamentos sistemáticos e de larga escala que permitam compreender a real prevalência e a distribuição espacial do parasita no estado.
Reconhecendo a carência de informações epidemiológicas, a Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPI-RS) iniciou um inquérito inédito para estimar a prevalência do ácaro em diferentes regiões do estado, abrangendo 375 propriedades distribuídas em 97 municípios. A iniciativa também prevê a vigilância para outras ameaças sanitárias, como Aethina tumida, com as amostras sendo processadas no Centro Estadual de Diagnóstico e Pesquisa em Saúde Animal Desidério Finamor (CEPVDF) (Secretaria da Agricultura do RS, 2024).
A ausência de dados robustos sobre sazonalidade da infestação, fatores de risco regionais e limiares críticos para tomada de decisão quanto ao tratamento ainda limita a adoção de medidas de controle integradas. Essa limitação se torna mais preocupante diante dos múltiplos estresses enfrentados pelas abelhas no Rio Grande do Sul, incluindo eventos climáticos extremos, como enchentes, que já resultaram na perda de milhares de colmeias (Agência Brasil, 2024). Tais fatores podem atuar sinergicamente, aumentando a suscetibilidade das abelhas ao parasitismo.
Portanto, torna-se evidente a necessidade de intensificar esforços de monitoramento, capacitar apicultores em técnicas de diagnóstico e manejo integrado, além de estabelecer políticas públicas que incentivem práticas sustentáveis de controle. A integração das informações regionais com estudos nacionais permitirá não apenas mitigar os impactos da varroose, mas também assegurar a sustentabilidade da apicultura e a manutenção dos serviços ecossistêmicos prestados pelas abelhas.
Conclusão
A presença do ácaro Varroa destructor nas colônias com abelhas A. mellifera foi considerada baixa, porém todas as colmeias amostradas apresentaram a presença do ácaro.
Altos índices de infestação por Varroa em abelhas adultas resultam da interação entre fatores biológicos, genéticos, comportamentais e de manejo, além das condições climáticas e ambientais específicas de cada região. A disponibilidade de recursos naturais, modulada por essas variáveis, influencia diretamente a dinâmica populacional do ácaro.
Assim, o monitoramento contínuo dos níveis de infestação é imprescindível para prevenir perdas significativas, considerando que aumentos expressivos da população de V. destructor podem levar à mortalidade de colônias e a dispersão e transmissão de patologias pelo ácaro na região da Serra gaúcha.
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1Aluna de pós-graduação em Apicultura e Meliponicultura – UNITAU
