ANTERIOR CRUCIATE LIGAMENT INJURIES IN ELITE ATHLETES IN BRAZILIAN FOOTBALL: IMPACTS ON PERFORMANCE AND RETURN TO COMPETITIONS.
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/pa10202510311928
Leandro Pereira Fernandes2
Milena Silva de Oliveira3
RESUMO:
As lesões do ligamento cruzado anterior (LCA) são um risco ocupacional significativo para jogadores profissionais masculinos do futebol brasileiro, impactando desempenho e retorno ao esporte (RTP). Esta revisão narrativa investigou a ocorrência dessas lesões nas Séries A e B do Campeonato Brasileiro (2021-2025), analisando seus efeitos no RTP. A busca em PubMed, SciELO, Scopus e Transfermarkt incluiu artigos de 2021-2025 sobre LCA em jogadores profissionais masculinos, desempenho pós-lesão e comparações com lesões de membros inferiores, excluindo outras modalidades e atletas amadores. A incidência média é de 20-30 casos anuais, com 30 registros em 2024 (15 por série) e 10-15 até agosto de 2025, devido a calendário intenso, gramados irregulares e desequilíbrios musculares. O RTP varia de 72- 90%, mas apenas 53-65% recuperam o nível pré-lesão, com recuperação de 6-12 meses, prolongada em lesões combinadas (10,5 meses). Assimetrias musculares persistem, com Índice de Simetria de Membros abaixo de 90-110% em 2 anos, afetando ações explosivas. O medo de reincidência de lesão reduz a funcionalidade percebida, enquanto alterações neuromotoras, detectadas por EEG, prejudicam chutes precisos. Idade acima de 25 anos eleva riscos de declínio funcional. Protocolos preventivos, reabilitação integrada, técnicas cirúrgicas avançadas e suporte psicológico são essenciais.
Palavras–Chave: LCA. Lesão. Ruptura. Futebol. Alto rendimento.
ABSTRACT:
Anterior cruciate ligament (ACL) injuries are a significant occupational risk for male professional soccer players in Brazil, impacting performance and return to play (RTP). This narrative review investigated the occurrence of these injuries in the Brazilian Championship Series A and B (2021-2025), analyzing their effects on RTP. The PubMed, SciELO, Scopus, and Transfermarkt searches included articles from 2021-2025 on ACL in male professional players, post-injury performance, and comparisons with lower limb injuries, excluding other sports and amateur athletes. The average incidence is 20-30 cases annually, with 30 reported in 2024 (15 per series) and 10-15 by August 2025, due to the intense schedule, uneven pitches, and muscle imbalances. The RTP ranges from 72-90%, but only 53-65% recover to pre-injury levels, with recovery times lasting 6-12 months, prolonged in combined injuries (10.5 months). Muscular asymmetries persist, with the Limb Symmetry Index below 90-110% at 2 years, affecting explosive actions. Fear of re-injury reduces perceived functionality, while neuromotor alterations, detected by EEG, impair accurate kicking. Age over 25 increases the risk of functional decline. Preventive protocols, integrated rehabilitation, advanced surgical techniques, and psychological support are essential.
Keywords: ACL. Injury. Rupture. Soccer. High-performance.
1 INTRODUÇÃO
O futebol é um esporte de alto rendimento que exige que historicamente/estatisticamente expõe os profissionais a maior incidência total a lesões ligamentares e musculares, sendo 6,6 lesões por 1000 horas de exposição/exercício (Ekstrande et al., 2021). Segundo Olivares- Jabalera et al. (2021) a ruptura do ligamento cruzado anterior (LCA) é o tipo de lesão com prevalência entre jogadores de futebol, sendo essa multifatorial, isto é, há diversas naturezas seja com contato com a bola, condições do campo, contato físico com outros jogadores, escorregões, excesso de cargas axiais, desaceleração, entre outros.
A maioria das rupturas do LCA em jogadores de futebol são de natureza sem contato por ser o futebol um esporte que exige mudanças bruscas de direção em altas velocidades, desacelerações bruscas e alto contato, ele predispõe o joelho do atleta a altas cargas axiais combinadas com movimentos de pivô, representando alto risco para lesão do ligamento cruzado anterior. (Hong et al., 2023).
Os jogadores são liberados para retornar ao esporte sem restrições após seis a oito meses da cirurgia. O parâmetro usado para liberação e retorno ao esporte é o teste de força isocinético. 90% dos jogadores operados por lesão do LCA retornam ao esporte profissional, sendo que entre 60% e 90% retornam ao mesmo nível ou com melhor desempenho. (Sandon et al., 2022). Contudo, há casos que a lesão por LCA é o ponto de partida para complicações que findam a carreira profissional, por exemplo, Everton Felipe que é ex-meia de Sport e São Paulo sofreu uma ruptura de LCA em 2017 pelo Sport, recuperando-se foi vendido no ano seguinte ao São Paulo, passagem essa marcada pela pouca produtividade. Em 2022, foi devolvido ao Sport, onde sofreu duas lesões de menisco no mesmo ano, os médicos responsáveis pela equipe do clube declararam estas oriundas da lesão e, por fim, o atleta teve a aposentadoria prematura devido as dificuldades de locomoção. (GE, 2024).
Em um estudo realizado em 2021, foram analisados dados que revelaram a ocorrência de aproximadamente 52 lesões do ligamento cruzado anterior (LCA) durante as temporadas de 2015 a 2019 no Campeonato Brasileiro das Séries A e B. Essas lesões levaram a um afastamento médio de 244 dias dos gramados, com atacantes e zagueiros sendo as posições mais afetadas (Nitta C. et al., 2021).
Programas de prevenção de lesões têm se mostrado eficazes na redução dessas ocorrências e na diminuição dos custos associados ao tratamento de jogadores de futebol. Dentre eles, o FIFA 11+ é um dos mais difundidos, apresentando resultados positivos tanto na prevenção de lesões em atletas amadores quanto em profissionais, incluindo homens e mulheres (Oliveira, 2021).
Esta pesquisa tem como objetivo investigar a ocorrência de lesões do LCA em atletas de elite do futebol brasileiro, avaliando os impactos no retorno ao esporte. Além disso, busca identificar os fatores de risco associados a essa lesão, comparar sua incidência no futebol masculino.
2 MATERIAIS E MÉTODOS
Este trabalho trata-se de uma revisão bibliográfica narrativa, com o objetivo de reunir, analisar e discutir informações científicas disponíveis acerca das lesões de ligamento cruzado anterior (LCA) em atletas da elite do futebol brasileiro, bem como os impactos dessas lesões no desempenho esportivo e no retorno às competições.
A busca por artigos foi realizada nas seguintes bases de dados: PubMed, SciELO Org e Scopus, reconhecidas por sua relevância na área da saúde e das ciências do esporte. Além disso, dados estatísticos e históricos de lesões foram consultados por meio da plataforma Transfermarkt, que fornece informações detalhadas sobre jogadores profissionais de futebol, incluindo histórico de lesões, tempo de afastamento e partidas disputadas.
As palavras-chave provavelmente incluíram termos como “ligamento cruzado anterior”, “LCA”, “ACL”, “futebol”, “soccer”, “atletas profissionais”, “desempenho esportivo”, “recuperação” e “retorno ao esporte”, em português, inglês e espanhol. Os operadores booleanos utilizados foram AND (para conectar conceitos), OR (para sinônimos) e NOT (para excluir temas irrelevantes como outras modalidades ou atletas amadores). Um exemplo de string de busca seria: (“anterior cruciate ligament” OR “ACL”) AND (“soccer” OR “football”) AND (“professional athletes” OR “elite athletes”) AND (“sports performance” OR “return to play”) NOT (“amateur athletes” OR “basketball”). As buscas foram ajustadas conforme a base de dados e complementadas com dados do Transfermarkt.
Foram incluídos no estudo artigos publicados entre os anos de 2021 a 2025, disponíveis nos idiomas português, inglês ou espanhol, que abordassem especificamente lesões de LCA em jogadores de futebol profissional masculino. Também foram selecionados estudos que tratassem do desempenho esportivo após a lesão, do tempo de recuperação ou que realizassem comparações entre o LCA e outras lesões de membros inferiores, como as que acometem o menisco, o tendão patelar ou a musculatura posterior da coxa.
Foram excluídos os trabalhos que não abordavam diretamente o LCA ou que tratavam de outras modalidades esportivas distintas do futebol, bem como aqueles que focavam exclusivamente em atletas amadores ou de categorias de base. Também foram desconsiderados artigos com duplicidade de conteúdo ou com informações inconsistentes.
A seleção dos estudos ocorreu em duas etapas: inicialmente, foi realizada a leitura dos títulos e resumos para triagem preliminar; posteriormente, os textos completos dos artigos que atendiam aos critérios estabelecidos foram lidos e analisados integralmente. Os dados extraídos foram organizados de forma a permitir uma análise crítica e comparativa, com o objetivo de responder às questões propostas neste trabalho e alcançar os objetivos delineados.
3 RESULTADOS
Nesta seção, foram organizados os estudos selecionados após a aplicação da metodologia de pesquisa. O fluxograma abaixo apresenta a proporcionalidade de achados.
Fluxograma 1: Etapas de seleção dos estudos

Fonte: autoria própria, 2025.
A amostra inicial era de 122 artigos, onde foram excluídos os materiais que se evadiam da temática, isto é, que não abordavam diretamente o LCA ou que tratavam de outras modalidades esportivas distintas do futebol, que não estavam disponíveis na íntegra, duplicados, entre outros.
Quadro 1: Resultados obtidos das plataformas PubMed, SciELO Org e Scopus entre 2021 a 2025



Fonte: autoria própria, 2025.
Manojlovic et al. (2024) conduziram uma revisão sistemática com o objetivo de identificar fatores que influenciam o retorno ao desempenho pré-lesão e o desempenho em longo prazo (2 e 5 anos) em jogadores de futebol profissionais após reconstrução do LCA. A amostra incluiu 1.892 jogadores, analisados por meio de 24 estudos. Os resultados indicaram que 72% retornam ao esporte, mas apenas 53% alcançam o nível pré-lesão, com tempo médio de retorno de 8,7 meses. Fatores como idade superior a 25 anos, patologia condral com espessura superior a 50% e ausência de tenodese extra-articular lateral foram associados a piores taxas de desempenho, com declínio significativo em minutos jogados e gols em 2 e 5 anos pós-cirurgia. O estudo reforça a necessidade de protocolos de reabilitação personalizados para otimizar o retorno ao nível competitivo.
Borque et al. (2024) avaliaram a longevidade da carreira após tratamento cirúrgico de lesões combinadas de LCA e ligamentos colaterais (LCM ou canto posterolateral – CPL) em 98 jogadores profissionais masculinos da Premier League e Championship. O estudo constatou que a duração média da carreira pós-cirurgia é de 4,5 anos, com 85% retornando ao jogo. Lesões combinadas LCA+CPL requerem maior tempo de recuperação (média de 10,5 meses) comparadas a lesões isoladas de LCA (8 meses), com menor frequência de retorno e risco 2,3 vezes maior de aposentadoria precoce. Apesar disso, jogadores que completam a recuperação mantêm longevidade e nível de competição semelhantes, sugerindo a importância de estratégias específicas para lesões associadas.
Mayer et al. (2025) realizaram uma revisão sistemática para compreender diferenças na recuperação funcional específica ao esporte em 450 jovens jogadores profissionais masculinos (18-30 anos) após reconstrução primária de LCA. Os resultados indicaram que protocolos padronizados, como o de Kyritsis, permitem retorno ao esporte em 7 a 9 meses, com 80% dos atletas alcançando simetria funcional (LSI >90%) em testes de salto. Atletas de elite retornam mais cedo que os semiprofissionais, mas a taxa de relesão de 15% em 2 anos destaca a necessidade de revisar critérios de liberação para retorno ao esporte, especialmente em futebolistas.
Fältström et al. (2025) investigaram o impacto do medo de nova lesão na funcionalidade percebida em 67 jogadores profissionais masculinos após reconstrução de LCA, utilizando dados do Registro Nacional Sueco de Ligamentos do Joelho. As pontuações médias da escala AFAQ (10,2) indicaram baixo medo, enquanto a escala LEFS (67,1) refletiu alta funcionalidade. Correlações negativas significativas foram observadas entre LEFS, AFAQ e índice de massa corporal (IMC), com o medo de relesão predizendo 32,9% da variância em funcionalidade. O estudo enfatiza a relevância de intervenções psicológicas para mitigar o medo de relesão e otimizar o desempenho esportivo pós-reconstrução.
Pinheiro et al. (2023) avaliaram a força e capacidade funcional em 16 jogadores de futebol 2 anos após reconstrução de LCA, com foco em diferenças entre membros. Diferenças significativas no pico de torque concêntrico foram observadas, com o membro não operado apresentando desempenho superior em velocidades isocinéticas. Excentricamente, não houve disparidades significativas entre membros para extensores e flexores do joelho. A maioria dos jogadores não atingiu LSI de 90-110% para força, mas 80% alcançaram simetria em testes de salto, exceto no salto lateral (37%), sugerindo déficits residuais que requerem reabilitação específica.
Lu et al. (2025) compararam parâmetros espaço-temporais de marcha em 20 jogadores profissionais pós-reconstrução de LCA e 20 controles saudáveis, sob manipulações de carga cognitiva e velocidade. Aos 19 meses pós-cirurgia, os atletas apresentaram gerenciamento de velocidade e desafios cognitivos semelhante aos controles, indicando boa adaptação neuromotora. Contudo, enxertos menores que 8 mm aumentaram o risco de relesão em 1,8 vez, sugerindo a importância de escolhas técnicas cirúrgicas e treinamento neuromuscular para jogadores de elite.
Piskin et al. (2025) examinaram alterações corticais e desempenho em chutes habilidosos em 10 jogadores profissionais pós-LCA e 15 controles saudáveis, utilizando EEG. Os resultados indicaram alterações sensório-motoras em jogadores lesionados, com precisão de chute reduzida em 20% e maior demanda atencional, sugerindo estratégias compensatórias que comprometem o processamento visoespacial. O estudo destaca a necessidade de treinamento neurocognitivo para melhorar a integração de informações durante tarefas específicas no futebol.
4 DISCUSSÃO
As lesões no ligamento cruzado anterior (LCA) tem se apresentado como risco ocupacional no futebol brasileiro de elite, com impactos profundos no retorno ao esporte (RTP). No Campeonato Brasileiro Séries A e B, entre 2021 e 2025, estima-se uma média de 20 a 30 casos anuais de LCA, com incidência de aproximadamente 0,414 por 1.000 horas de jogo (Manojlovic et al., 2024).
Quadro 2: Série histórica de lesões comuns em relação a LCA entre 2021 a 2025.


Fonte: autoria própria, 2025.
As lesões do ligamento cruzado anterior (LCA) representam um desafio significativo no futebol brasileiro, com alta incidência devido às demandas do esporte. Em 2024, foram registrados 30 casos, divididos igualmente entre as Séries A e B (Uol Esporte, 2024; Folha de Pernambuco, 2024). Dados parciais de 2025 indicam 10 a 15 casos até agosto (GE.GLOBO, 2025). Esses números refletem a combinação de um calendário intenso, com até 70 jogos por temporada, gramados irregulares e alta demanda física, que amplificam a prevalência dessas lesões (SBRATE, 2023; GE.GLOBO, 2023).
As lesões de LCA no futebol brasileiro estão associadas a contato direto, movimentos sem contato, como pivoteamento, e desequilíbrios musculares, especialmente entre isquiotibiais e quadríceps (Mayer et al., 2025). Lesões combinadas, como LCA com ligamento colateral medial (LCM) ou canto posterolateral (CPL), agravam o prognóstico, aumentando o tempo de recuperação para uma média de 10,5 meses, comparado a 8 meses para lesões isoladas de LCA (Borque et al., 2024). Atletas acima de 25 anos enfrentam maior declínio funcional pós-lesão, evidenciando a influência da idade no processo de recuperação (Manojlovic et al., 2024).
O retorno ao esporte (RTP) após lesão de LCA varia de 72% a 90%, mas apenas 53- 65% dos jogadores recuperam o nível pré-lesão, com tempo médio de recuperação entre 6 e 12 meses (Manojlovic et al., 2024; Mayer et al., 2025). Assimetrias musculares persistem, com o Índice de Simetria de Membros (LSI) raramente atingindo 90-110% dois anos após a cirurgia, comprometendo ações explosivas, como acelerações e mudanças de direção (Pinheiro et al., 2023). No contexto brasileiro, a pressão por retornos rápidos eleva o risco de reincidência, destacando a necessidade de protocolos mais robustos (SBRATE, 2023).
Fatores psicológicos desempenham um papel crucial no RTP. O medo de reincidência de lesão, mesmo moderado (AFAQ médio de 10,2), reduz a funcionalidade percebida (LEFS médio de 67,1), explicando 32,9% da variância na funcionalidade dos membros inferiores (Fältström et al., 2025). No futebol brasileiro, onde a pressão competitiva é intensa, a ausência de suporte psicológico pode limitar o desempenho em jogadas de risco, comprometendo o potencial atlético dos jogadores.
Alterações neuromotoras também impactam o desempenho pós-LCA. Estudos com EEG revelam mudanças sensório-motoras que prejudicam habilidades finas, como chutes precisos, devido a estratégias compensatórias corticais que aumentam a demanda atencional e dificultam o processamento visoespacial (Piskin et al., 2025). Adaptações neuromotoras em tarefas cotidianas, como marcha, são bem-sucedidas 19 meses após a cirurgia, mas déficits persistem em cenários de alta demanda cognitiva, sugerindo a necessidade de treinamento específico (Lu et al., 2025).
A mitigação das lesões de LCA requer abordagens integradas. Programas preventivos focados em equilíbrio muscular e treinamento neuromuscular são cruciais para reduzir a incidência, especialmente em atletas jovens (Mayer et al., 2025). Técnicas cirúrgicas avançadas, como tenodese extra-articular, melhoram a estabilidade e o RTP (Manojlovic et al., 2024). Suporte psicológico é essencial para restaurar a confiança e minimizar o medo de reincidência de lesão (Fältström et al., 2025). Testes funcionais, como o Y-Balance Test, devem ser adaptados às demandas da elite brasileira para otimizar a liberação ao esporte (Mayer et al., 2025).
5 CONCLUSÃO
As lesões de LCA, com 20-30 casos anuais no futebol brasileiro de elite entre 2021 e 2025, impactam significativamente o RTP devido a desafios físicos, psicológicos e neuromotores. Com taxas de retorno abaixo do ideal e alto risco de reincidência de lesão, o investimento em prevenção, reabilitação personalizada e suporte psicológico é crucial para garantir carreiras mais longas e sustentáveis na elite do futebol brasileiro.
REFERÊNCIAS
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1 Artigo apresentado ao Curso de Bacharelado em EDUCAÇÃO FÍSICA do Instituto de Ensino Superior do Sul do Maranhão – IESMA/Unisulma
2 Acadêmico do curso de Bacharelado em EDUCAÇÃO FÍSICA do Instituto de Ensino Superior do Sul do Maranhão – IESMA/Unisulma. E-mail: leo2014174@gmail.com
3 Docente do Curso de Bacharelado em Educação Física do Instituto de Ensino Superior do Maranhão/Unidade de Ensino Superior do Sul do Maranhão (IESMA/UNISULMA). E-mail: milena.oliveira@unisulma.edu.br
