INVESTIGAÇÃO DOS IMPACTOS DO USO EXCESSIVO DE TELAS NO CONTEXTO SOCIAL, APOIADA EM MÉTODOS E CONCEITOS MATEMÁTICOS, PARA A PRODUÇÃO DE ANÁLISES CRÍTICAS E ARGUMENTATIVAS

INVESTIGATION OF THE IMPACTS OF EXCESSIVE SCREEN USE IN THE SOCIAL CONTEXT, SUPPORTED BY MATHEMATICAL METHODS AND CONCEPTS, FOR THE PRODUCTION OF CRITICAL AND ARGUMENTATIVE ANALYSES

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/fa10202510310113


Emilly Carolline Sebold Kuiawski1
Maria Fernanda Nantes2


RESUMO

O uso de telas, como celulares, computadores e televisores, tornou-se parte indispensável do cotidiano, mas o tempo excessivo diante desses dispositivos tem gerado impactos relevantes na saúde física, mental, educacional e social. Este trabalho tem como objetivo analisar criticamente esses efeitos, destacando consequências como sedentarismo, distúrbios posturais, fadiga ocular, ansiedade, depressão, dificuldades de concentração e enfraquecimento das interações presenciais. Para fundamentar a análise, foram utilizados dados matemáticos e estatísticos que permitem identificar padrões de comportamento, comparar o tempo médio de uso em diferentes faixas etárias com os limites recomendados por especialistas e projetar cenários futuros. Os resultados apontam que a exposição às telas vem crescendo de forma acelerada, especialmente entre crianças e adolescentes, ultrapassando níveis considerados seguros. A matemática se mostrou essencial para transformar percepções em informações objetivas, contribuindo para reflexões críticas e para a elaboração de estratégias de prevenção. Conclui-se que enfrentar esse desafio exige não apenas dados concretos, mas também a integração de famílias, escolas, políticas públicas e sociedade para promover um uso equilibrado das tecnologias digitais. 

Palavras-chave: Uso de telas. Tecnologia. Impactos sociais. Saúde física e mental. Educação digital. 

1 INTRODUÇÃO 

O uso de telas, como celulares, computadores, tablets e outros dispositivos digitais tornou-se indispensável na vida cotidiana. Atualmente, grande parte das interações sociais, práticas educativas e momentos de lazer ocorrem por meio dessas tecnologias. Embora tenham revolucionado a comunicação e o acesso à informação, o uso excessivo de telas tem gerado preocupações crescentes quanto aos seus impactos na saúde física, mental e nas relações sociais dos indivíduos. 

Entre os principais efeitos negativos observados estão problemas de visão, postura inadequada, sedentarismo, obesidade, dificuldades de atenção e foco, lapsos de memória, estresse, ansiedade, distúrbios de sono e isolamento social. Esses fatores indicam que o uso exagerado de telas pode comprometer significativamente a qualidade de vida e o bem-estar das pessoas. Diante disso, torna-se necessário refletir sobre os limites e consequências dessa prática, especialmente em um contexto em que o tempo de exposição às telas tende a aumentar progressivamente. 

Historicamente, cada avanço tecnológico provocou mudanças profundas na forma como os seres humanos se relacionam entre si e com o mundo. Desde a popularização da televisão até a explosão do uso da internet, os hábitos sociais e culturais passaram por transformações marcantes. Diversos estudos já apontam a necessidade de equilibrar os benefícios trazidos pelas telas com a atenção aos riscos associados ao seu uso inadequado. A problematização central deste trabalho parte da seguinte questão: quais são os impactos do uso excessivo de telas na vida dos indivíduos e como compreendê-los de forma crítica e objetiva? 

Este projeto de pesquisa foi motivado pela relevância atual do tema, considerando que se trata de um problema contemporâneo que afeta pessoas de todas as faixas etárias e perfis sociais. A investigação busca compreender os efeitos do tempo de exposição às telas e contribuir para a discussão sobre práticas mais saudáveis e conscientes de uso. A análise será apoiada em dados estatísticos e conceitos matemáticos, permitindo uma abordagem crítica e argumentativa sobre o assunto. 

Os principais objetivos deste trabalho são: analisar o uso excessivo de telas, investigar seus impactos físicos, mentais e sociais, problematizar sua influência no cotidiano e utilizar dados matemáticos para embasar a discussão. Ao final, espera-se apresentar uma conclusão fundamentada que contribua para a compreensão do problema e para possíveis soluções. O objeto de estudo será o comportamento de diferentes grupos sociais diante do uso prolongado de dispositivos digitais. 

2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 

Na atualidade, o uso de dispositivos eletrônicos se tornou uma prática cotidiana e praticamente inevitável. Desde a infância até a vida adulta, os indivíduos estão cada vez mais imersos em ambientes digitais, por meio de celulares, computadores, tablets e televisores. Essa presença constante de tecnologias digitais têm provocado transformações profundas na sociedade, influenciando na educação, nos padrões de consumo e até nos vínculos afetivos. Embora essas tecnologias tenham promovido avanços significativos em áreas como comunicação, acesso à informação e produtividade, é extremamente necessário reconhecer e avaliar criticamente os efeitos negativos causados pelo uso excessivo de telas, tanto individualmente quanto coletivamente. 

O tempo médio de exposição às telas tem se elevado de forma acelerada nas últimas décadas. De acordo com o relatório Digital 2024 da DataReportal, o cidadão brasileiro permanece conectado na internet por mais de nove horas diárias, superando consideravelmente a média global de seis horas e quarenta minutos (DATAREPORTAL, 2024). Crianças e adolescentes estão entre os grupos mais afetados por esse fenômeno. Estudos conduzidos pela Fundação Oswaldo Cruz revelam que jovens entre 11 e 17 anos passam, em média, mais de cinco horas por dia diante de telas, ultrapassando os limites estabelecidos pela Sociedade Brasileira de Pediatria, que recomenda um máximo de três horas diárias para essa faixa etária (SBP, 2024). 

Os impactos do uso excessivo de telas são diversos. No campo da saúde física, é possível notar um aumento significativo nos índices de sedentarismo, obesidade, distúrbios posturais e fadiga ocular. A emissão de luz azul por dispositivos eletrônicos interfere na produção de melatonina, comprometendo a qualidade do sono e alterando o ritmo circadiano (CZEISLER et al., 2019). No campo da saúde mental, há uma correlação preocupante entre o tempo prolongado de exposição às telas e o surgimento de sintomas como ansiedade, depressão, irritabilidade e baixa autoestima (TWENGE et al., 2018). A constante exposição a redes sociais, marcada por comparações sociais e hiperestimulação sensorial, pode comprometer o bem-estar psicológico, especialmente entre adolescentes em fase de desenvolvimento emocional (FIOCRUZ, 2024). 

No contexto educacional, o uso de tecnologias digitais divide opiniões. Por um lado, os dispositivos servem como ferramentas que ampliam o acesso ao conhecimento, possibilitam metodologias inovadoras e favorecem um ensino mais personalizado. Por outro, o uso descontrolado pode prejudicar a concentração, a memória de longo prazo e a capacidade de leitura profunda. Pesquisas da Universidade de Stanford indicam que estudantes que alternam frequentemente entre tarefas digitais apresentam uma redução de até 20% na retenção de conteúdo (STANFORD UNIVERSITY, 2018). Além disso, o excesso de estímulos visuais e a fragmentação da atenção dificultam o desenvolvimento de competências cognitivas essenciais, como o pensamento crítico e a resolução de problemas (CARR, 2011). 

3 METODOLOGIA  

A presente pesquisa é caracterizada como um estudo de abordagem quantitativa e exploratória, com base em dados secundários obtidos por meio de relatórios institucionais e estudos científicos previamente publicados. O objetivo principal foi analisar os impactos do uso excessivo de telas em diferentes faixas etárias, utilizando ferramentas matemáticas e estatísticas para interpretar os dados e identificar padrões relevantes. 

Trata-se de uma pesquisa bibliográfica e documental, com enfoque quantitativo. A escolha por essa abordagem se justifica pela necessidade de reunir informações já consolidadas em fontes confiáveis, como relatórios técnicos, publicações científicas e recomendações institucionais. A população-alvo da pesquisa compreende indivíduos de diferentes faixas etárias, com destaque para crianças, adolescentes e adultos. A amostragem foi construída a partir de dados divulgados por instituições como a Fundação Oswaldo Cruz, a Sociedade Brasileira de Pediatria e o relatório Digital 2024 da DataReportal, que apresentam estatísticas sobre o tempo médio diário de uso de telas por idade e região. 

Os dados foram coletados por meio de levantamento documental, utilizando tabelas comparativas, gráficos e estatísticas publicadas em fontes oficiais. Não foram aplicados questionários ou entrevistas, uma vez que o estudo se baseia exclusivamente em dados secundários. Os dados foram organizados em planilhas e analisados por meio de cálculos estatísticos simples, como médias, somatórios e projeções anuais. A matemática foi utilizada como ferramenta para quantificar o tempo de exposição às telas e seus impactos, permitindo a criação de estimativas como o número de horas acumuladas por ano e a equivalência em dias inteiros diante de dispositivos eletrônicos. 

Esse conjunto de procedimentos permitiu uma análise crítica e fundamentada sobre o uso excessivo de telas, com base em evidências numéricas e projeções matemáticas que sustentam as discussões apresentadas ao longo do trabalho. 

4 ANÁLISE DOS DADOS  

A análise dos dados revelou um crescimento acelerado no tempo médio diário de uso de telas entre os anos de 2015 e 2025. Em 2015, a média era de 3 horas por dia; em 2020, subiu para 4,6 horas; e em 2025, atingiu 6,6 horas. Esses números evidenciam uma tendência de intensificação da presença digital na rotina dos indivíduos, especialmente após a popularização de dispositivos móveis e o aumento da conectividade global (DATAREPORTAL, 2024). O gráfico abaixo mostra de forma visual essa expansão: 

Esse crescimento é ainda mais expressivo no Brasil, onde o tempo médio diário de conexão ultrapassa nove horas, superando a média global de seis horas e quarenta minutos. Tal discrepância reforça a necessidade de políticas públicas voltadas para o uso consciente da tecnologia. 

Além disso, as crianças e adolescentes estão entre os grupos mais afetados por esse fenômeno. Os dados mostram que todas as faixas etárias ultrapassam os limites recomendados, com destaque para adolescentes e adultos. Essa diferença pode estar relacionada à maior exposição a redes sociais, plataformas de streaming e ambientes digitais de trabalho e estudo (SBP, 2024; FIOCRUZ, 2024). A tabela a seguir mostra a discrepância entre o tempo médio diário de uso de telas e o tempo recomendado por faixa etária: 

Como citado anteriormente, os impactos do uso excessivo de telas são diversos: no campo da saúde física, é possível notar um aumento significativo nos índices de sedentarismo, obesidade, distúrbios posturais e fadiga ocular. Ademais, a emissão de luz azul por dispositivos eletrônicos interfere na produção de melatonina, comprometendo a qualidade do sono e alterando o ritmo circadiano (CZEISLER et al., 2019). No campo  da saúde mental, há uma correlação preocupante entre o tempo prolongado de exposição às telas e o surgimento de sintomas como ansiedade, depressão, irritabilidade e baixa autoestima. A constante exposição a redes sociais, marcada por comparações sociais e hiperestimulação sensorial, pode comprometer o bem-estar psicológico, especialmente entre adolescentes em fase de desenvolvimento emocional  (TWENGE et al., 2018). 

No ambiente educacional, as tecnologias digitais despertam tanto entusiasmo quanto preocupação. De um lado, esses recursos ampliam o acesso à informação, permitem abordagens pedagógicas mais dinâmicas e contribuem para a personalização do ensino. De outro, seu uso excessivo ou desregulado pode comprometer habilidades fundamentais, como a concentração, a memória de longo prazo e a leitura aprofundada. Um estudo da Universidade de Stanford aponta que alunos que alternam constantemente entre tarefas digitais apresentam até 20% de queda na retenção de conteúdo. Além disso, o excesso de estímulos visuais e a fragmentação da atenção dificultam o desenvolvimento de competências cognitivas como pensamento crítico e resolução de problemas, conforme discutido por Carr (2011). 

Nesse cenário, a matemática vem como uma ferramenta fundamental para compreender e enfrentar os desafios impostos pela hiperconectividade. Por meio da análise estatística, é possível identificar padrões de comportamento, compreender a relação entre diferentes fatores e projetar cenários futuros. Por exemplo, ao calcular que uma criança que utiliza telas por cinco horas diárias acumula 35 horas semanais e 1.820 horas anuais, conclui-se que ela passa aproximadamente 76 dias inteiros por ano diante de dispositivos eletrônicos. A apresentação desses dados em gráficos e tabelas pode servir como instrumento de conscientização para pais, educadores e gestores públicos, evidenciando a urgência de estabelecer limites e promover rotinas digitais equilibradas. 

A matemática ajuda a criar modelos que conseguem prever os resultados de certas decisões, como a adoção de programas de educação digital nas escolas ou campanhas de uso responsável da tecnologia. Com métodos estatísticos que analisam relações entre números e observam como eles mudam ao longo do tempo, é possível identificar tendências, por exemplo, o aumento do tempo de tela, e relacioná-las com a saúde, o desempenho escolar e a qualidade de vida das pessoas. Além disso, ao usar dados numéricos, podem ser criadas escalas de risco que permitem detectar mais cedo quem está mais vulnerável aos impactos negativos do uso excessivo da tecnologia. 

No meio social, o uso excessivo de telas têm contribuído para o enfraquecimento das interações presenciais e o isolamento afetivo. A substituição de vínculos reais por conexões virtuais pode comprometer o desenvolvimento de habilidades socioemocionais, como empatia, escuta ativa e cooperação. Além disso, o consumo desordenado de conteúdo digital, frequentemente impulsionado por algoritmos que reforçam preferências e crenças, tende a limitar a diversidade de perspectivas e dificultar o diálogo. A matemática, ao oferecer instrumentos de análise crítica, pode contribuir para a compreensão dessas dinâmicas e para a formulação de soluções baseadas em evidências. 

Diante disso, é preciso desenvolver estratégias que promovam o uso equilibrado e consciente das tecnologias digitais. Isso inclui a criação de ambientes livres de telas em residências e instituições de ensino, o incentivo à prática de atividades físicas e culturais, a definição de horários específicos para o uso de dispositivos, o acompanhamento parental e a inserção da educação digital desde os primeiros anos de vida. Campanhas públicas de conscientização, fundamentadas em dados estatísticos, também podem desempenhar papel relevante na transformação de comportamentos sociais. 

Em resumo, o uso excessivo de telas é um problema complexo e muito presente na sociedade atual. Apesar de as tecnologias digitais trazerem muitos benefícios, também é importante reconhecer os riscos e procurar maneiras de reduzir seus efeitos negativos. A matemática ajuda nesse processo ao transformar percepções em números concretos, servindo de apoio para análises, reflexões e decisões mais conscientes. Só com uma união de diferentes áreas (como ciência, educação e questões sociais) será possível construir uma cultura digital mais equilibrada, inclusiva e sustentável. 

5 CONCLUSÃO 

O uso excessivo de telas caracteriza-se como uma das questões mais relevantes e complexas da sociedade contemporânea, afetando indivíduos de todas as faixas etárias e contextos sociais. A pesquisa atinge plenamente seus objetivos ao demonstrar, por meio de dados estatísticos e análises matemáticas, que a permanência prolongada diante de dispositivos eletrônicos está diretamente associada a impactos negativos em múltiplas dimensões da vida humana. Os resultados obtidos confirmam as hipóteses iniciais ao evidenciar que o tempo de tela praticado supera significativamente os limites recomendados por instituições especializadas, contribuindo para o surgimento de distúrbios do sono, quadros de ansiedade, sedentarismo, dificuldades de concentração e enfraquecimento das relações interpessoais. 

A matemática se revela uma ferramenta essencial para compreender a real dimensão do problema, ao transformar percepções subjetivas em informações quantificáveis. A análise estatística permite identificar padrões de comportamento digital, comparar o tempo recomendado com o tempo efetivamente praticado e projetar cenários futuros que auxiliam no planejamento de estratégias preventivas. Essa abordagem amplia a reflexão crítica sobre o tema e fortalece a tomada de decisões baseadas em evidências, oferecendo subsídios para ações educativas, sociais e institucionais. 

A pesquisa também contribui teoricamente ao integrar conhecimentos interdisciplinares, articulando conceitos da saúde, da educação, da sociologia e da matemática aplicada. Na prática, os dados apresentados podem orientar campanhas públicas de conscientização, programas escolares de educação digital e políticas voltadas à promoção de hábitos tecnológicos mais equilibrados. A construção de uma cultura digital saudável, no entanto, não depende apenas da análise numérica: exige o envolvimento ativo de famílias, escolas, gestores públicos e da sociedade como um todo. Medidas como o estabelecimento de limites para o uso de telas, o incentivo à prática de atividades físicas e culturais, a promoção de momentos de desconexão e a inserção da educação digital desde os primeiros anos de vida são fundamentais para mitigar os efeitos nocivos da hiperconectividade. 

Dessa forma, conclui-se que o uso excessivo de tecnologias digitais é um fenômeno que exige atenção urgente e ações coordenadas. A pesquisa confirma que a matemática, ao oferecer instrumentos de análise crítica e projeção, desempenha papel estratégico na formulação de soluções. Somente por meio de escolhas conscientes e de um esforço coletivo será possível construir um futuro digital mais equilibrado, inclusivo e sustentável, em que os avanços tecnológicos caminhem lado a lado com a preservação do bem-estar humano. 

REFERÊNCIAS 

CARR, Nicholas. The Shallows: What the Internet Is Doing to Our Brains. New York: W. W. Norton & Company, 2011. 

CZEISLER, Charles A. et al. Impact of Light on Circadian Rhythms and Sleep. Sleep Health Journal, v. 5, n. 2, p. 111–118, 2019. 

DATAREPORTAL. Digital 2024: Brazil. 2024. Disponível em:https://datareportal.com/reports/digital-2024-brazil..Acesso em: 12 set. 2025. 

FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ. Estudo sobre tempo de tela entre adolescentes. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2023. Disponível em: https://fiocruz.br/.. Acesso em: 12 set. 2025. 

SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. Manual de orientação sobre uso de telas. São Paulo: SBP, 2022. Disponível em: https://www.sbp.com.br/..Acesso em: 19 set. 2025. 

UNIVERSIDADE DE STANFORD. Pesquisa sobre multitarefa digital e retenção de conteúdo. Stanford: Stanford University Press, 2021. Disponível em: https://www.stanford.edu/..Acesso em: 19 set. 2025. 

TWENGE, Jean M. et al. Associations Between Screen Time and Mental Health in Adolescents: Evidence from a Population-Based Study. Preventive Medicine Reports, v. 12, p. 271–283, 2018.


1Discente do Ensino Médio do Colégio Estadual Cívico Militar Newton Guimarães, Londrina – PR. e-mail: kuiawski.emilly@escola.pr.gov.br

2Docente do Ensino Fundamental e Médio, Londrina – PR. Licenciatura em Matemática (UNESPAR). e-mail: maria.nantes@escola.pr.gov.br