PHYSIOTHERAPEUTIC INTERVENTIONS IN THE CARE OF CHILDREN WITH AUTISM SPECTRUM DISORDER
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/fa10202510261652
Bruna Livia da Silva Aguiar1, Eliene Evaristo Barbosa Martins2, Ezequiel Pereira dos Santos3, Marcilene Souza dos Santos4, Pamela Talia dos Santos Dias5, Bruno Silva Lomazzi6, Ester Reis de Sousa7
RESUMO
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é retratado como um distúrbio do neurodesenvolvimento que impacta diretamente nas relações sociais, fala e comportamento da pessoa. Porquanto, compromete o desenvolvimento motor dela, apresentando padrões repetitivos ou incomuns de ações, se propagando de diversas formas, com dessemelhantes níveis de gravidade, afetando tanto a interação como a promoção global. O estudo tem como objetivo esmiuçar a atuação da fisioterapia mediante os desafios encontrados no cuidado de crianças com TEA, como também analisar e identificar as variações clínicas e funcionais decorrentes dessa distúrbio, abordando os mecanismos e técnicas de avaliação fisioterapêutica e, os planos de cuidado a serem aplicados, acentuando os obstáculos para execução de tais protocolos e por fim, evidenciando as estratégias de uso nas intervenções terapêuticas que favoreçam a tendência funcional para a criança autista. Essa revisão integrativa utilizou artigos científicos das bases de dados eletrônicos como a SCIELO, LILACS e MEDLINE, além de bibliotecas virtuais em saúde e materiais acadêmicos. Pondera-se que, mediante a pesquisa a fisioterapia se mostra de suma importância nesse cenário, pois tem como escopo atuar no comprometimento motor resultante de limitações funcionais. Desta maneira, conclui-se que a fisioterapia se mostra como recurso imprescindível para o cuidado de crianças com TEA, destacando o alcance de logros funcionais, motores e sociais. Assim sendo, a pesquisa espera contribuir para implementação de práticas personalizadas com base em dados científicos e, para que os profissionais e acadêmicos da área, tenham acesso a essas informações.
Palavras-chave: Fisioterapia neuropediátrica; Transtorno do espectro autista; Desenvolvimento motor.
ABSTRACT
Autism Spectrum Disorder (ASD) is described as a neurodevelopmental disorder that directly impacts a person’s social relationships, speech, and behavior. It compromises motor development, presenting repetitive or unusual patterns of actions, manifesting in various ways, with varying degrees of severity, affecting both interaction and overall development. This study aims to examine the role of physical therapy in addressing the challenges encountered in caring for children with ASD, as well as to analyze and identify the clinical and functional variations resulting from this disorder. It addresses the mechanisms and techniques of physical therapy assessment and the care plans to be implemented, highlighting the obstacles to implementing such protocols, and finally, highlighting strategies for therapeutic interventions that promote functional development in autistic children. This integrative review used scientific articles from electronic databases such as SCIELO, LILACS, and MEDLINE, as well as virtual health libraries and academic materials. The research suggests that physiotherapy is crucial in this context, as it addresses motor impairment resulting from functional limitations. Thus, it is concluded that physiotherapy is an essential resource for the care of children with ASD, highlighting the achievement of functional, motor, and social achievements. Therefore, the research hopes to contribute to the implementation of personalized practices based on scientific data and to provide access to this information for professionals and academics in the field.
Keywords: Neuropediatric physiotherapy; Autism spectrum disorder; Motor development.
1 INTRODUÇÃO
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) ou autismo, é denominando como uma síndrome comportamental que implica o desenvolvimento motor e psiconeurológico, abrangendo prejuízos na cognição, linguagem e no contato social de crianças. Alberga também, sintomatologia com movimentos estereotipados e maneirismos, dotado de inteligência variável com presença de temperamento notadamente instável.33
Posto que, é uma síndrome desenhada de limitação no neurodesenvolvimento. Explicando, ele detém uma soma de carências no qual manifesta três tipos de graus, o leve, moderado e o severo, com aspecto crônico. Ressalta-se que, não há uma etiologia concreta acerca desse transtorno, isso ocorre devido à ausência de um marcador biológico, no entanto, questões neurobiológicas, genéticas e no meio ambiente, são particularidades que se conectam no indivíduo e causam influência.8
Os autistas tendem a desenvolver alterações de postura e equilíbrio, hipotonia, obstáculos no controle e na integração visuomotora, incoordenação motoro global e fina, problemas no sequenciamento motor e, para lidar com objetos. Outrora, há apresentação de alterações intrínsecas do TEA, a exemplo: as limitações sociais, comunicação oral e austeridade comportamental, e também, a síndrome tende a causar prejuízos na obtenção de habilidades motoras para essas pessoas.20
A saber, a fisioterapia nesse aspecto é um recurso essencial para acompanhar, orientar e intervir no TEA, visto que, as recomendações terapêuticas podem ser estruturadas, tratando-se de programas delineados para atendimentos individuais ou em grupos, implantação de diretrizes no momento da prática de esportes, instruções no ambiente e na prática escolar e, as não estruturadas, onde sua execução se dá por meio de uso jogos e atividades envolvendo família e amigos. 12
Ainda falando sobre os níveis de gravidade do autismo, é oportuno destacar que eles variam conforme os níveis de suporte que o autista necessita. Isso porquê falando do TEA deve-se vislumbrar que o indivíduo apresenta um diagnóstico e que precisa de apoio para efetuar uma gama de tarefas em múltiplos contextos e, nesse panorama, o autista que apresenta comportamentos restritivos e repetitivos, pode-se considerar como de nível leve, já os que necessitam de apoio a nível moderado, são os precisam de suporte substancial e, por fim, a nível severo são aqueles apresentam necessidades em ênfase. 4
Denota-se que cada criança autista possui necessidades e dificuldades distintas, e sobre esse viés a intervenção fisioterapêutica deve ser conduzida de forma personalizada, observando limitações, capacidades e afinidades de cada criança. Para tanto, o profissional traça uma avaliação que irá identificar cada área específica possibilitando a criação de planos terapêuticos adaptados.14
É de salientar que, a intervenção precoce propõe potencializar as vantagens da fisioterapia na evolução motora de crianças com TEA, ou seja, o quanto antes o tratamento se iniciar, maiores são as chances de bons resultados motores e funcionais. Portanto, pais e cuidadores são figuras fundamentais nesse momento, vez que, são aliados importantes para implantação de protocolos terapêuticos em casa.13
Continuando, é imprescindível que o diagnóstico do TEA seja o mais precoce possível para que possa receber uma intervenção eficaz, podendo assim reverter as disfunções provocadas pela síndrome.16 Dessarte, que o processo de diagnóstico deve ser conduzido por uma equipe multidisciplinar constituído de profissionais como: terapeuta ocupacional, psicólogo, fisioterapeuta, médicos etc.4
Cabe pontuar que além de benefícios para a própria criança autista, a fisioterapia gera impacto na sociedade, visto que, ao trazer avanço motor e autonomia funcional, ela auxilia na interação dessas crianças em programas sociais, recreativos e educativos. Tais fatores reduzem estereótipos e muros nos quais os autistas enfrentam, resultando em inclusão e acolhimento social.22
De tal modo que, as dificuldades voltadas à percepção corporal atrapalham propriamente nas ações, gesticulações e movimentações, tornando-os cada vez menos adaptáveis. Portanto, a fisioterapia direcionada a crianças autistas propõe protocolos com atividades motoras incluindo consciência corporal, plano motor, domínio de equilíbrio motor bilateral etc.6
Porquanto, o estudo justifica-se em atenção à carência de debate teórico acerca do tema, cujo se mostra importante ressaltar uma realidade vivenciada por fisioterapeutas, pacientes e familiares. As intervenções terapêuticas voltadas ao cuidado de crianças autistas demonstram que o profissional capacitado, utilizando protocolos adequados, contribui significativamente no desenvolvimento motor dessas crianças, proporcionando bem-estar.
Por essas razões o trabalho aborda a seguinte indagação: Quais são os principais desafios que os fisioterapeutas neuropediátricos encontram ao trabalhar na reabilitação de crianças com Transtorno do Espectro Autista e, quais estratégias podem ser eficazes para ajudar essas crianças a conquistarem maior independência e a participarem mais ativamente da sociedade?
Diante desse panorama, o presente estudo teve como objeto principal descrever a atuação do fisioterapeuta neuropediátrico diante dos desafios encontrados na reabilitação de crianças com Transtorno do Espectro Autista, e, como objetivos específicos: identificar e analisar as variações clinicas e funcionais decorrentes do Transtorno do Espectro Autista que interferem no bem-estar do paciente.
Também pretende explicar acerca dos mecanismos e técnicas de avaliação fisioterapêutica aplicadas em crianças com autismo; avaliar a condição da criança autista, verificando os principais obstáculos na execução do plano de cuidado; discutir estratégias adequadas de intervenção fisioterapêutica que favoreçam a independência funcional e a inclusão social.
2 METODOLOGIA
O estudo declara-se como uma revisão integrativa com abordagem de caráter qualitativo e descritivo, propondo esmiuçar as informações coletadas por meio de estudo de ideias de autores, nas quais os resultados alcançados não estão expostos em números exatos. Dessa forma, com o objetivo de identificar os principais desafios e estratégias utilizadas na fisioterapia neuropediátrica aplicada a crianças com TEA, foram realizadas análises aprofundadas de trabalhos com bases científicas.
Para construção da temática, a revisão bibliográfica utilizou artigos científicos, advindos de bases de dados eletrônicos como: Medical Literature Analysis adn Retrieval System on-line (MEDLINE), Scientific Eletronic Library On-line (SCIELO), Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências em Saúde (LILACS), além de livros, bibliotecas virtuais em saúde e materiais acadêmicos relevantes. Para tanto, utilizou-se os descritores: Fisioterapia Neurofuncional Pediátrica e Transtorno do Espectro Autista, Fisioterapia no Transtorno do Espectro Autista, Fisioterapia na Neuropediatria, Reabilitação do Autismo Infantil, Fisioterapia no Desenvolvimento Motor.
O material escolhido decorreu conforme os critérios de inclusão: artigos publicados entre 2015 e 2025, em português, inglês ou espanhol, que tratem acerca de intervenções fisioterapêuticas no cuidado de crianças com autismo, tendo preferencialmente os escritos em língua portuguesa. Como critérios de exclusão: trabalhos duplicados, artigos que versam somente o âmbito farmacológico, e/ou não aborde planos de cuidado fisioterapêuticos.
A verificação conferida aos estudos designados, obedeceu a uma leitura pormenorizada e comparativa das publicações escolhidas, conferindo-lhe as contradições e acordos referentes aos tratamentos fisioterapêuticos, compelindo suas consequências. Sendo possível destrinchar as nuances e benesses que os fisioterapeutas encontram no cuidado desse público especial, que é pouco falado na área da saúde.
3 RESULTADOS
A Fisioterapia Neuropediátrica é o campo delegado ao tratamento de crianças com disfunções neurológicas. O acompanhamento fisioterapêutico para esses pacientes é determinado para garantir/progredir as habilidades funcionais e diminuir os impactos advindos dos déficits neurológicos, viabilizando maior autonomia e atuação na comunidade.31
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é denominado como um distúrbio do neurodesenvolvimento reconhecido por apresentar desenvolvimento atípico, indícios comportamentais, dificuldade na comunicação e na participação social, ademais ele manifesta padrões de ações repetitivas e estereotipadas, sendo capaz de ter um repertório restrito de preferências e atividades. Destaca-se que a etiologia do TEA permanece desconhecida, os dados científicos apontam que a sua origem não possui causa única, mas sim, a junção de coeficientes genéticos e ambientais .9
Apesar de ambos os fatores mencionados se dirigirem ao TEA, é importante lembrar que o risco aumentado não é o mesmo que causa fatores de riscos ambientais. Portanto, os fatores ambientais podem diminuir ou aumentar o risco de TEA em indivíduos geneticamente predispostos.9
A parte de tais causas não possuírem forte correlação, seja por aumento ou diminuição dos riscos, o contato com agentes químicos, baixa incidência de vitamina D, ácido fólico, o consumo de substâncias no período gestacional, prematuridade, baixo peso no nascimento, múltiplas gestações, infecção durante a gestação e idade parental avançada, são atribuídos como condições para a manifestação do TEA .9
Outrossim, é presente sinais de agitação, máxima atenção aos estímulos visuais ao invés dos auditivos, facilidade de relacionamento com adultos do que com crianças, manifestação de seletividade alimentar, procura incessante de informações sensoriais. Ademais, há situações em que a pessoa põe as mãos cobrindo as orelhas para que assim, possa repelir sons que causam incômodo. Padrões rígidos de atividades, ecolalia imediata ou tardia entre outros aspectos.29
Os indivíduos com TEA podem demonstrar anseio por cheirar, sentir, lamber superfícies, tocar, carência de interesse pelo ambiente, e falta de resposta no comando quando chamados pelo nome.29 São diversas as características que tendem a estar mudadas nesses indivíduos, como: ausência de contato visual, baixa sensibilidade no que tange às recompensas sociais, desinteresse por brinquedos, falta de interesse em compartilhar objetos e experiências, rigidez ao contato físico, medos e posturas não correntes, oscilações de humor, uso da mão alheia para brincar etc.9
Os fisioterapeutas desempenham trabalho fundamental no cuidado dos autistas, haja vista que, sua atuação impacta beneficamente na individualidade que cada paciente apresenta, como também na coletividade, que tanto usufruí como necessita de tais serviços, de modo que, o trabalho com crianças autistas não se resume apenas no trato de deficiências preexistentes, mas também, auxilia na prevenção para que o quadro clínico não sofra maiores danos.24
O profissional pode abordar estratégias e atividades para pais e cuidadores, com o fim de que possam ser reproduzidas em casa, no intuito de alavancar o progresso motor da criança. Assim, por meio de técnicas que visam a melhoria da postura e biomecânica, é possível realização de tarefas diárias em que se pode inclusive, inserir o uso de brincadeiras e jogos voltados ao desenvolvimento dessa criança.25
A suposição clínica procura por sinais de retardo no desenvolvimento neuropsicomotor e também, na capacidade de interação social. Em sendo, os indícios a serem analisados são: a complexidade para manter o equilíbrio no decorrer do desenvolvimento motor, baixa do tônus muscular, retraso nas habilidades motoras, em suas funções básicas para adquirir independência, nas aquisições cognitivas, movimentação sem harmonia ao caminhar, andar com a ponta dos pés, e por fim, possuir um padrão exclusivo e repetitivo no que concerne ao comportamento, com a necessidade de permanecer inalterável o ambiente que está habituado. 36
Prates et al.,32 (2019), afirma que a fisioterapia aplicada quando o diagnóstico do TEA é dado precocemente, faz toda a diferença. Utilizando-se de compensações sensoriais e motoras, o fisioterapeuta consegue potencializar a capacidade da criança para executar determinada tarefa e, assim, fazendo-o encarar os entraves do dia a dia de maneira mais serena.32
Para que se estabeleça quaisquer objetivos motores, é necessário identificar os obstáculos pertinentes no trato de crianças com autismo, e o primeiro é estabelecer o canal de comunicação com a criança para que seja dado o início no plano de saúde desse público. Nesse contexto a fisioterapia em neuropediatria desempenha papel fundamental com o intuito de melhorar o controle motor e, por consequência, a convivência social, trabalhando em conjunto com outras áreas educacionais e de saúde .1
Dessarte, mesmo que pequena, a alteração em um dos cinco sentidos, pode impactar o cenário em que uma pessoa vive, sobre este viés, a percepção por parte dos fisioterapeutas é essencial, não se reduzindo ao frívolo, ademais, se faz necessário demonstrar, paciência, destreza, clareza, segurança, e alegria para o cuidado de criança com autismo, traçando assim, uma interação relacional .36
No que tange às estratégias para o tratamento fisioterapêutico de crianças autistas, algumas práticas podem contribuir no decorrer de qualquer área terapêutica, no atendimento dessas pessoas. Nesse sentido, o contato visual é imprescindível para que haja comunicação e interação, já a repetição é importante para a aprendizagem, desde que envolto de estímulo e condição lúdica, já que, a repetição permite segurança e previsibilidade, além de fortalecer sinapses e também mantêm a experiência.3
É imperioso incentivar a autonomia funcional, respeitando tanto regras quanto limites. O tratamento do transtorno do espectro autista deve ser intensivo, com intervenções multidisciplinar e interdisciplinar, aplicada de forma personalizada. Dessa forma, a equipe multidisciplinar pode envolver, fisioterapia neurofuncional, aquática, terapia ocupacional, neuropediatria ou psiquiatria, psicólogo, fonoaudiólogo, nutricionista, atividades de musicoterapia, natação, educação física, assistência social.19
No que concerne às alterações motoras associadas ao TEA, as técnicas fisioterapêuticas que podem auxiliar no atendimento dos pacientes, de modo geral são: a cinesioterapia, aplicando atividades ativos e/ou resistidos, as bandagens funcionais, o conceito neuroevolutivo (Bobath), as gaiolas terapêuticas, a massoterapia, e também o pilates.2
Inúmeros mecanismos fisioterapêuticos vêm demonstrando eficácia e podem ser aplicados no cenário do autismo, como a equoterapia que usa movimento tridimensional do cavalo como meio de estimular a correção de postura e comando motor. Fala-se também da musicoterapia que instiga os meios cognitivos e emocionais, proporcionando relações interpessoais, e também, tem-se a hidroterapia que ajuda na melhora de estabilidade e coordenação motora da criança.16,34
Como mencionado anteriormente, atividades como hidroterapia e musicoterapia, contribuem ativamente no cuidado de crianças autistas, no entanto, vale destacar que é a equoterapia ( terapia que faz uso de cavalos) é a que se sobressai, vez que abarca diversas áreas educativas na busca de sanar danos sensoriais, motores e comportamentais, contribuindo na comunicação verbal, independência , além de que, colabora na psicomotricidade, na mobilidade das articulações, coluna e pelve, percepção do esquema corporal , postura de tronco ereto, coordenação etc. Portanto, dentre as múltiplas terapias sinalizadas e elaboradas por fisioterapeutas, ela tem-se destacado.38
4 DISCUSSÃO
O Transtorno do Espectro Autista (TEA), não detém fatores específicos que expliquem sua origem, por outro lado, há uma gama de possibilidades em análise a perquirir, a fim de identificar a incidência de novos casos do transtorno, a exemplo, a exposição pré ou pós natal a metais pesados, fatores genéticos, alimentares e até mesmo infecção materna.11
Caracterizado como uma síndrome comportamental, de múltiplas etiologias, não se determina como uma doença ou deficiência, se apresentando de forma suave , moderada ou grave, classificados em níveis : nível 1, em que é pertinente o apoio, já que possui o interesse diminuto para participação de ações sociais, implicando em sua independência; nível 2, em que o apoio é substancial, vez que demonstra dificuldade grave tanto na fala quanto no convívio social, apesar do suporte; nível 3 , neste caso, é imprescindível apoio substancial intensivo , em que a pessoa possui problemas críticos na fala, impedindo inclusive da comunicação verbal. 20
Sobretudo, as pessoas com autismo manifestam transtornos do desenvolvimento da coordenação (TDC), comprometendo tanto as habilidades motoras grossas, coordenação bilateral, quanto a motricidade fina, no que concerne à habilidade de caligrafia. À vista disso, o profissional fisioterapeuta se mostra crucial para a melhora na psicomotricidade, progresso no equilíbrio e coordenação motora, ressaltando a necessidade de mecanismos aptos para que se realize a avaliação do diagnóstico.21
Santos35 (2021) aponta que o fisioterapeuta detém um papel crucial no desenvolvimento motor de crianças autistas, e uma das abordagens usualmente utilizadas é a integração sensorial. O plano dessa terapia é contribuir no processar e responder adequadamente aos estímulos sensoriais dessas crianças, a exemplo, movimento, tato, audição e visão. Por meio de tarefas sensórios sequenciais e repetitivas o fisioterapeuta auxilia a criança a manter suas respostas sensoriais.35
Doravante ao processo de reabilitação fisioterapêutica, Santos35 (2021) avalia que a análise de estágios para implantação de tratamento, como, ambiente físico, farmacológico, comunicação verbal e desenvolvimento motor básico que implica em, andar, sentar-se, ficar de pé, rolar, tocar objetos, jogar e/ou de modo geral, se locomover, é de suma importância.35
Vislumbra-se que as propostas terapêuticas trabalham de forma estruturada, por meio de programas alinhados de atendimento individual ou em grupo etc., e de forma não-estruturada, incluindo jogos, tarefas com a família e amigos. Dentre os objetivos que a fisioterapia tem a alcançar no tratamento, há que se falar na capacidade aeróbica/cardiovascular, a busca por melhorar a força muscular entre outros meios que possam levar uma melhor coordenação motora de crianças com TEA.7
Nessa perspectiva, Steyer et al.,39 (2018), destaca que o diagnóstico precoce começa pelos primeiros sinais de alerta, para a aplicação do tratamento fisioterapêutico, e é essencial, pois identificado precocemente as chances de atingir novas habilidades, acionar as funções cognitivas, atenuar os déficits de fala e o sistema motor, proporcionando maior independência no seu dia-a-dia, são maiores.39
De acordo com Soares et al.,36 (2015), o diagnóstico do transtorno do espectro autista está associado a modificações no neurodesenvolvimento, prejudicando o funcionamento cerebral da criança, isso porquê, o cérebro se encontra em formação. Essas circunstâncias impactam na fala, aprendizagem, e no desenrolar do desenvolvimento motor.36
Indiscutivelmente o desenvolvimento motor de uma criança é essencial para o seu florescimento, para tanto, há que se considerar condições genéticas e ambientais. Nesse cenário, o Sistema Nervoso Central (SNC) necessita alcançar transições consecutivas para certificar que haverá um bom progresso motor, no qual se divide em quatro fases; a fase motora reflexa; a fase de movimentos rudimentares; a de movimentos fundamentais e a fase de movimentos especializados.28
Pormenorizando, a fase motora reflexa, se manifesta nos primeiros meses de vida, como sendo os movimentos involuntários originários do corpo humano, já a fase de movimentos rudimentares, é aquela cujo tais moções são primordiais para a sobrevivência. Dando sequência, a fase de movimentos fundamentais está voltada ao processo de percepção corporal e, de movimentos de estabilização. Por último, a fase de movimentos especializados, é o momento em que a criança deve efetuar tarefas mais difíceis, a exemplo, pular corda.28
No autismo, os déficits motores decorrem do entrave que o SNC encontra para que haja uma ligação eficiente com o sistema muscular, levando em consideração as falhas na mobilidade, disfunção da propriocepção, ausência de equilíbrio, redução da hipotonia, marcha incomum e postura defeituosa. Tais indicadores podem se manifestar nos primeiros dezoitos meses de vida, se mostrando como retardo dos marcos funcionais do desenvolvimento.10
Evidencia-se que, o desiquilíbrio motor em crianças com TEA, demonstram ações desordenadas, repetitivas, irregulares e ininterruptas, em destaque aos braços e as mãos, de maneira concessiva diante dos olhos, batem palmas, e até mesmo andam nas pontas dos pés. Dado que, os movimentos envolvem o corpo por inteiro, com caraterística a hiperextensão do pescoço. Ressalta-se que outros comportamentos podem surgir como: morder, puxar os cabelos, se cortam e até mesmo causam danos ao próprio corpo.38
A ausência de conhecimento por parte do fisioterapeuta para identificar precocemente crianças autistas torna-se uma problemática que inibe a iniciação de intervenções necessárias, que devem ser feitas o quanto antes, na tentativa de promover comodidade para esse público.27
Em suma, é preciso que os fisioterapeutas possuem treinamento adequado, detenham práticas direcionadas a temática, a fim de adquirir sensibilidade na detecção.27 O fisioterapeuta encontra entraves para minimizar o comportamento singular de crianças autistas, interferindo na ação resposta de outras reações e, neste ponto que entra a perspectiva de que tais profissionais necessitam utilizar técnicas efetivas.30
Estudos apontam que as ações estereotipadas em crianças autistas podem ser minimizadas com o uso de exercícios motores. Manobras como bater em uma bola com a mão, no qual é preciso a manifestação biomecânica semelhante a conduta repetitiva de bater as mãos, fazem diferença, visto que estes movimentos beneficiam ativamente a criança.40 A literatura frisa a importância de incentivos adequados para pessoas com autismo, dado que os resultados são maiores a partir da prática compatível com a necessidade de cada criança.17
É imperioso mencionar que a equipe multidisciplinar composta por: fonoaudiólogos, psicólogos, terapeutas ocupacionais, nutricionistas, educador físico, neurologista e o fisioterapeuta, é fundamental no tratamento de crianças autistas. Dado que, a equipe em conjunto, aborda simultaneamente práticas voltadas ao desenvolvimento social, mental e a comunicação verbal, como também, contribui para a redução de estresse familiar, estereotipias, fazendo uso de práticas com jogos de sinais, e planos próprios para o estímulo de crianças autistas.16
Continuamente, a partir das experiências sensório-motoras é que as crianças autistas apresentam e expandem o repertório de vivências com o exterior e assim, aciona áreas de concentração e participação social, utilizando-se o de vários recursos, técnicas, métodos com a utilização de bolas, brinquedos/brinquedos pedagógicos e jogos interativos.23
De certo, outras intervenções e metas podem ser realizadas como: treinar o planejamento motor; promover a motricidade global; estimular os sistemas sensoriais, proprioceptivos e táteis; melhorar a coordenação motora, equilíbrio, propriocepção e percepção espacial; estimular os sistemas sensoriais e táteis; melhorar a coordenação motora fina, para o aumento da independência das atividades da vida diária (AVD’s) e treinar a marcha.23
Em que pese, para que a reabilitação de crianças autistas possa ser eficaz, é essencial a elaboração de plano fisioterapêutico educacional próprio, tendo em vista cada caso, enfatizando potencialidades e limites, destacando que cada criança é única e a síndrome se manifesta de forma heterogênea .18
O autor Fonseca et al.,18 (2021) pondera que, a “Equoterapia beneficia seus praticantes com autismo, posto que, promove melhora na cognição e aquisição motora”. Dado que os movimentos praticados pelo animal, agem diretamente no cérebro, que abraça o estímulo que lhe foi atribuído.18
Reforçando sobre equoterapia, os benefícios são intrínsecos, vez que, contribui no fortalecimento emocional das crianças. A interação com o cavalo o sincroniza com os movimentos e o ritmo do animal, explicando a melhora no ajuste postural e ganho de autoconfiança, influenciando positivamente na inclusão social e no convívio escolar.15
Atenta-se que, a hidroterapia é um instrumento utilizado pela fisioterapia para a melhoria tanto da coordenação motora, quanto do equilíbrio, e isso decorre em virtude das propriedades terapêuticas da água, que facilitam movimentos mais fluidos com menos impacto. Salienta-se que, a atmosfera lúdica e relaxante contribui para a aceitação das crianças para realizar o tratamento e também para diminuição de estresse no meio familiar.5
Ainda falando da gama de exercícios direcionados ao cuidado do autista pode-se destacar também o método Bobath. Esse método propõe aumentar o controle sobre a postura, aumento e baixa do tônus muscular, simetria do corpo, também estimula a extensão da cabeça, tronco e quadril nos casos de crianças hipotônicas etc. As abordagens fisioterapêuticas visam o aperfeiçoamento na execução, já na reabilitação tem como eixo a independência do autista, visando sua reinserção social e melhora na participação verbal.26
5 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Tendo em vista que o TEA se mostra como um paradigma por ter um desenvolvimento complexo, espera-se que, o presente estudo contribua significativamente para os profissionais da saúde e a sociedade, uma vez que, em virtude de algumas limitações e retardo no desenvolvimento de crianças autistas, o tratamento prévio e intervencionista com a equipe fisioterapêutica é inegavelmente eficaz no que concerne o alcance da qualidade de vida para este público alvo.
A fisioterapia trabalha com foco em estimular o equilíbrio, a força muscular, à coordenação motora, desenvoltura funcional e a postura, com o uso de atividades de propriocepção, jogos terapêuticos, equoterapia, hidroterapia etc. Tais métodos não melhoram somente a prática motora, como também traz melhorias na atenção, no convívio social e no bem-estar da criança, respeitando os diversos contextos sociais.
Portanto, a pesquisa ressalta que o tratamento fisioterapêutico personalizado, tem o intuito de trazer resultados positivos voltados a atenuação das implicações motoras que resultam em restrições funcionais, e também, no aprendizado cognitivo de atividades voltadas às funcionalidades desses indivíduos. Em suma, o estudo procura apontar a máxima de que o tratamento humanizado com atuação fisioterapêutica é recurso essencial na reabilitação tanto de crianças quanto de adolescentes com autismo.
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1Graduanda do Curso de Fisioterapia do Centro Universitário Planalto do Distrito Federal (UNIPLAN)
2Graduanda do Curso de Fisioterapia do Centro Universitário Planalto do Distrito Federal (UNIPLAN)
3Graduando do Curso de Fisioterapia do Centro Universitário Planalto do Distrito Federal (UNIPLAN)
4Graduanda do Curso de Fisioterapia do Centro Universitário Planalto do Distrito Federal (UNIPLAN)
5Graduanda do Curso de Fisioterapia do Centro Universitário Planalto do Distrito Federal (UNIPLAN)
6Professor e Orientador
7Professora e Coorientadora
