ELECTROTHERAPY INTERVENTIONS FOR PRIMARY DYSMENORRHEA: AN INTEGRATIVE LITERATURE REVIEW
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ch10202511081717
Arlla Beatriz Andrade Prado Queiroz1
Enya Tenório Cavalcanti de Paiva2
Orientadora: Prof.ª Renata Sampaio Rodrigues Soutinho3
RESUMO
A dismenorreia primária é caracterizada por dor cíclica durante o período menstrual, sem alterações orgânicas no sistema reprodutor, afetando grande parte das mulheres em idade fértil e comprometendo sua qualidade de vida. O tratamento farmacológico, embora eficaz, nem sempre é suficiente ou bem tolerado, o que tem estimulado o uso de abordagens não farmacológicas, como a eletroterapia. Este estudo teve como objetivo analisar, por meio de uma revisão integrativa da literatura, as evidências científicas acerca da eficácia da eletroterapia no tratamento da dismenorreia primária. A pesquisa foi conduzida na base de dados PubMed entre abril e outubro de 2025, utilizando os descritores “physical therapy”, “primary dysmenorrhea” e “electrical therapy”, combinados pelo operador booleano AND. Foram incluídos ensaios clínicos e ensaios clínicos randomizados publicados nos últimos dez anos. Após os critérios de seleção, sete estudos compuseram a amostra final. Os resultados demonstraram que a eletroterapia, especialmente a estimulação elétrica nervosa transcutânea (TENS), promove redução significativa da intensidade da dor menstrual, diminuição do uso de analgésicos e melhora da qualidade de vida das mulheres acometidas. Nenhum dos estudos relatou efeitos adversos relevantes, reforçando a segurança do método. Conclui-se que a eletroterapia é uma alternativa não invasiva, eficaz e segura para o manejo da dor na dismenorreia primária, embora a heterogeneidade dos protocolos ainda limite a padronização dos parâmetros de aplicação e a comparação direta entre os estudos.
PALAVRAS-CHAVE: eletroterapia, dismenorreia primária, fisioterapia, intervenções.
ABSTRACT
Primary dysmenorrhea is characterized by cyclical pain during menstruation, without organic alterations in the reproductive system, affecting a large proportion of women of reproductive age and impairing their quality of life. Although pharmacological treatment is effective, it is not always sufficient or well tolerated, which has encouraged the use of non-pharmacological approaches such as electrotherapy. This study aimed to analyze, through an integrative literature review, the scientific evidence regarding the efficacy of electrotherapy in the treatment of primary dysmenorrhea. The research was conducted in the PubMed database between April and October 2025, using the descriptors “physical therapy,” “primary dysmenorrhea,” and “electrical therapy,” combined with the Boolean operator AND. Clinical trials and randomized clinical trials published in the last ten years were included. After applying the selection criteria, seven studies composed the final sample. Results demonstrated that electrotherapy, particularly transcutaneous electrical nerve stimulation (TENS), significantly reduces menstrual pain intensity, decreases the use of analgesics, and improves the quality of life of affected women. No relevant adverse effects were reported, reinforcing the method’s safety. In conclusion, electrotherapy is a non-invasive, effective, and safe alternative for managing pain in primary dysmenorrhea, although protocol heterogeneity still limits the standardization of application parameters and direct comparison between studies.
KEYWORDS: electrotherapy; primary dysmenorrhea; physiotherapy, interventions.
1 INTRODUÇÃO
A dismenorreia primária (DP) é definida como uma dor cíclica que ocorre durante o período menstrual sem a presença de alterações orgânicas no sistema reprodutor. Trata-se de um quadro bastante prevalente entre mulheres em idade fértil, sendo uma das principais causas de absenteísmo escolar e laboral, além de impactar negativamente o bem-estar e a produtividade feminina. Diversos estudos epidemiológicos indicam que entre 45 % e 95 % das mulheres em idade reprodutiva apresentam sintomas relacionados à dismenorreia, com intensidades variadas conforme o contexto populacional e os critérios diagnósticos utilizados. (LÓPEZ-LIRIA et al., 2021; CORREYERO-LEÓN et al., 2024; ZHENG et al., 2024)
A origem da dor está relacionada a um aumento na síntese de prostaglandinas, especialmente as do tipo PGE₂ e PGF₂α, que desencadeiam contrações uterinas excessivas, vasoconstrição e isquemia do endométrio. Esse processo estimula terminações nervosas sensíveis à dor, gerando desconforto abdominal e lombar. Além disso, mecanismos de sensibilização periférica e central podem contribuir para a amplificação da resposta dolorosa, o que explica a intensidade dos sintomas em muitas pacientes. (ARIK et al., 2022; CORREYERO-LEÓN et al., 2024; ZHENG et al., 2024)
O tratamento mais empregado atualmente consiste no uso de anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) e de contraceptivos hormonais combinados. Apesar da eficácia desses medicamentos, parte das mulheres não alcança o controle adequado da dor, além de apresentar efeitos adversos, contraindicações ou preferência por alternativas não farmacológicas. Essa limitação terapêutica tem levado ao interesse crescente por métodos fisioterapêuticos e recursos físicos capazes de aliviar a dor menstrual de maneira segura e acessível. (ELBOIM-GABYZON, KALICHMAN, 2020; LÓPEZ-LIRIA et al., 2021; ARIK et al., 2022; XUE et al., 2023)
Entre as estratégias não farmacológicas disponíveis, destaca-se o uso da eletroterapia, especialmente a estimulação elétrica nervosa transcutânea (TENS). Esse recurso consiste na aplicação de correntes elétricas de baixa intensidade através da pele, com o objetivo de modular a transmissão dos impulsos dolorosos no sistema nervoso. O mecanismo de ação da TENS está relacionado à teoria do “controle do portão” (gate control theory), que sugere que estímulos sensoriais não dolorosos podem bloquear ou reduzir a passagem dos sinais nociceptivos para o sistema nervoso central. Além disso, há evidências de que a TENS pode estimular a liberação de endorfinas e outras substâncias analgésicas endógenas. (SILVA et al., 2016; MENEZES et al., 2021; CAMILO et al., 2023;)
Mesmo diante de resultados positivos, ainda existem lacunas importantes na literatura. A variabilidade dos parâmetros de aplicação (frequência, intensidade, duração e número de sessões) e a ausência de padronização dos desfechos dificultam a comparação entre estudos. Além disso, há escassez de pesquisas de longo prazo que avaliem a manutenção dos efeitos analgésicos e a relação custo efetividade dessa intervenção. (LÓPEZ-LIRIA et al., 2021; MENEZES et al., 2021; ARIK et al., 2022; CAMILO et al., 2023; CORREYERO-LEÓN et al., 2024) Diante dessas limitações, torna-se relevante realizar uma revisão integrativa da literatura que sintetize as evidências disponíveis sobre o uso da eletroterapia na dismenorreia primária. Essa abordagem permitirá identificar as modalidades mais estudadas, seus parâmetros de aplicação, os resultados observados e as lacunas existentes, oferecendo subsídios para o aperfeiçoamento da prática fisioterapêutica baseada em evidências.
O presente estudo tem como objetivo geral analisar, por meio de uma revisão integrativa, as evidências científicas relacionadas à eficácia das intervenções com eletroterapia no tratamento da dismenorreia primária. Os objetivos específicos incluem identificar as correntes elétricas utilizadas, descrever seus parâmetros de aplicação, avaliar os desfechos clínicos mais frequentes e apontar as principais limitações metodológicas encontradas nos estudos recentes.
2 METODOLOGIA
Esta pesquisa trata-se de um estudo bibliográfico do tipo revisão integrativa da literatura realizada no período de abril de 2025 a outubro de 2025, na base de dados Pubmed, onde buscou-se responder à questão norteadora: quais são as evidências disponíveis na literatura científica sobre a eficácia da eletroterapia no tratamento da dismenorreia primária?
Os dados foram coletados por meio de busca eletrônica no Pubmed utilizando os seguintes descritores: “physical therapy”, “primary dysmenorrhea”, “electrical therapy” A pesquisa foi feita usando o operador de lógica booleano AND.
Os critérios de inclusão foram: artigos científicos, artigos originais publicados nos últimos dez anos, que abordavam a temática da pesquisa, em inglês, do tipo ensaios clínicos e ensaios clínicos randomizados.
Excluíram-se as publicações encontradas nas bases de dados que fossem estudos pilotos, editoriais, cartas curtas, relatórios de pesquisa, guidelines, estudos qualitativos, resumos publicados em conferências nacionais e internacionais, estudos de caso, estudos com experimentação animal, artigos de opinião de especialistas e publicações governamentais ou que abordassem exclusivamente a terapia medicamentosa.
A triagem inicial consistiu na leitura dos títulos, excluindo-se aqueles que não se enquadram no objetivo da pesquisa. Posteriormente, procedeu-se a leitura do resumo excluindo-se aqueles que também não contemplavam a temática. Por fim, para a seleção, os textos resultantes foram lidos na íntegra e selecionados os artigos a serem utilizados na discussão dessa pesquisa.
As informações foram extraídas pela leitura do texto completo, e organizadas em planilha eletrônica com a coleta dos dados de: identificação do artigo original, características metodológicas dos estudos, características das intervenções mensuradas e dos resultados encontrados. Após a coleta realizou-se uma análise descritiva dos conteúdos e metodologias dos artigos.
3 RESULTADOS E DISCUSSÃO
Ao final da seleção, resultaram 7 artigos para a discussão desta revisão pelas estratégias usadas com os descritores, e os resultados deste processo em cada etapa segue ilustrado na figura 1.
Figura 1 – Estratégia de busca

Fonte: Dados da pesquisa, 2025
Nesta seção os artigos selecionados serão apresentados e discutidos de forma descritiva em seus aspectos teóricos e metodológicos para o alcance da resposta à pergunta norteadora desta pesquisa conforme demonstrado na Tabela 1.
Tabela 1 – Caracterização dos estudos e suas informações de identificação e método (continua).


Fonte: Dados da pesquisa, 2025
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Os resultados da pesquisa demonstram de forma consistente que a eletroterapia é eficaz no tratamento da dor associada à dismenorreia primária, corroborando o que já vem sendo amplamente descrito na literatura acerca do seu potencial analgésico. Em todos os estudos analisados, observou-se redução significativa na intensidade da dor após a intervenção, o que reforça o uso desse recurso como uma alternativa não farmacológica eficaz, segura e acessível para o manejo da dor menstrual.
Nos estudos de Banghyun et al. (2015) e Machado et al. (2019), foram avaliados os efeitos combinados da termoterapia e da eletroterapia em mulheres com dismenorreia primária. No primeiro, participaram 115 mulheres na pré-menopausa, com idade acima de 20 anos e diagnóstico de dor abdominal inferior de intensidade moderada a grave, com pontuação igual ou superior a 5 na escala visual analógica (EVA). As participantes registraram em um diário o início do ciclo menstrual, os horários de uso do dispositivo, a intensidade da dor antes e após a aplicação e o tempo de alívio obtido. O dispositivo era utilizado sempre que a dor surgia e retirado após 30 minutos ou quando o alívio era suficiente. O registro continuava até o final do ciclo menstrual, por no máximo oito dias, e também eram monitorados eventuais efeitos adversos. A análise mostrou redução expressiva da dor logo após as aplicações, sem relato de complicações, confirmando a eficácia do método. Já no estudo de Machado et al., 88 mulheres nulíparas, com idades entre 18 e 44 anos e praticantes de atividade física regular, foram divididas aleatoriamente em quatro grupos experimentais, de modo a combinar a termoterapia e o TENS em modalidades ativas ou placebo. O estudo, duplo-cego e controlado, evidenciou que tanto a termoterapia quanto o TENS foram eficazes no alívio da dor, mas a termoterapia isolada apresentou efeito mais duradouro, com redução da dor que perdurou por até 24 horas, além de diminuir significativamente o uso de analgésicos.
O estudo de Hai-Yan et al. (2017) acrescentou novas evidências sobre a eficácia e segurança do TENS em 134 mulheres entre 18 e 30 anos, com histórico de dor abdominal inferior recorrente há mais de seis ciclos menstruais consecutivos. As participantes foram divididas aleatoriamente em dois grupos: um submetido à aplicação de TENS ativo e outro a um TENS simulado. A intervenção resultou em diminuição significativa tanto na intensidade quanto na duração da dor, além de reduzir a necessidade de medicamentos analgésicos, sem registro de efeitos adversos. Os autores observaram, contudo, que o efeito analgésico do TENS foi mais pontual e dependente da aplicação, com menor duração em comparação à termoterapia.
De forma semelhante, Guy et al. (2022) também confirmaram a eficácia e a segurança da eletroestimulação, incluindo mulheres de 18 a 45 anos com dor menstrual moderada a intensa. O estudo foi realizado com delineamento cruzado, em que as participantes utilizaram o TENS ativo e o TENS simulado em ciclos alternados. Assim que sentiam dor, aplicavam o dispositivo na região abdominal ou lombar, ajustando a intensidade até o limite máximo suportável. Os resultados mostraram uma redução média de 88% na intensidade da dor, com alívio que persistiu por até quatro horas e reaparecimento gradual após aproximadamente sete horas. Também foi observada redução de 90% no consumo de analgésicos e alta taxa de satisfação entre as participantes, que consideraram o dispositivo prático, confortável e fácil de usar, sem relato de eventos adversos graves.
Em um grupo etário diferente, Manisha e Anuradha (2021) estudaram 140 adolescentes do sexo feminino, entre 14 e 19 anos, divididas em grupo experimental e grupo controle. O grupo experimental recebeu TENS de alta frequência aplicado na região lombar (níveis L3-L5) com o aparelho portátil Stim Tec4, enquanto o grupo controle não recebeu intervenção. As adolescentes que utilizaram o TENS apresentaram redução significativa da dor abdominal, lombar e referida nas coxas, além de diminuição nos valores médios da pressão arterial sistólica e diastólica, sugerindo também um possível efeito benéfico sobre a resposta autonômica ao estresse doloroso.
Em estudo mais recente, McLagan et al. (2024) compararam os efeitos da estimulação elétrica neuromuscular com o uso de anti-inflamatórios não esteroidais em 34 mulheres entre 18 e 35 anos, com dor menstrual recorrente há mais de seis ciclos consecutivos. O estudo, com delineamento cruzado e randomizado, utilizou o dispositivo PowerDot durante três ciclos menstruais consecutivos. Embora a redução da dor tenha sido inicialmente mais expressiva no grupo controle, devido às maiores pontuações de dor antes do tratamento, ao final da intervenção houve redução clinicamente relevante e duradoura da dor nos grupos que utilizaram o dispositivo.
Observou-se também menor consumo de medicamentos analgésicos durante os ciclos de uso da estimulação elétrica, o que reforça seu efeito terapêutico e sua segurança.
De modo complementar, Dayican et al. (2024) compararam os efeitos de exercícios combinados com kinesio taping e eletroterapia com corrente interferencial em 36 mulheres entre 18 e 30 anos diagnosticadas com dismenorreia primária. Ambas as intervenções foram realizadas duas vezes por semana, durante oito semanas, associadas a um programa de exercícios padronizado. Tanto o grupo da bandagem elástica quanto o grupo da eletroterapia apresentaram melhora significativa na intensidade da dor, mas o grupo submetido à corrente interferencial obteve resultados superiores em aspectos como redução de queixas somáticas, melhora dos efeitos negativos e aumento da qualidade de vida, evidenciando que a eletroterapia pode atuar também sobre sintomas associados e não apenas sobre a dor em si.
De forma geral, a análise conjunta dos estudos permite concluir que a eletroterapia é uma intervenção eficaz, segura e de fácil aplicação para o tratamento da dismenorreia primária. Os resultados apontam redução consistente na intensidade e na duração da dor, menor necessidade de uso de medicamentos analgésicos, ausência de efeitos adversos relevantes e alto grau de satisfação entre as usuárias. Além de representar uma abordagem não invasiva e economicamente viável, a eletroterapia contribui para o bem-estar físico e emocional das pacientes, favorecendo uma melhor qualidade de vida durante o período menstrual.
Do ponto de vista fisiológico, a explicação para o efeito analgésico da eletroterapia baseia-se na teoria do portão da dor (Gate Control Theory), segundo a qual a transmissão do estímulo doloroso é modulada por mecanismos espinhais. A dor é percebida quando o portão se abre, permitindo a passagem de impulsos conduzidos por fibras nervosas de pequeno diâmetro (fibras C e A-delta), responsáveis pela condução lenta e dolorosa. A aplicação do TENS estimula fibras de grande diâmetro (A-beta), que fecham o portão e inibem a transmissão dos impulsos dolorosos ao sistema nervoso central, promovendo alívio imediato. Esse mecanismo explica o efeito rápido e seguro do TENS e sustenta sua ampla utilização como recurso terapêutico de baixo risco, alta efetividade e boa aceitação clínica entre as mulheres acometidas pela dismenorreia primária.
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
De forma geral, os estudos analisados demonstraram elevada eficácia da eletroterapia no tratamento da dor associada à dismenorreia primária, evidenciando se uma redução significativa na intensidade dolorosa e no uso de analgésicos, além da persistência do alívio mesmo após o término das aplicações. Em comparação com os grupos controle ou submetidos a intervenções placebo, observou-se que as participantes que receberam a estimulação elétrica apresentaram melhora clínica superior, refletida tanto na percepção subjetiva da dor quanto em indicadores funcionais e de bem-estar.
De modo consistente, os resultados apontaram redução expressiva nas pontuações das escalas de dor — especialmente na Escala Visual Analógica (EVA) e na Escala Numérica de Dor (NRS) —, acompanhada por melhora na qualidade de vida, maior conforto durante o ciclo menstrual e menor necessidade de uso de fármacos analgésicos ou anti-inflamatórios. Esses efeitos foram observados tanto em avaliações de curto prazo, imediatamente após as sessões, quanto em acompanhamentos de médio prazo, evidenciando a efetividade sustentada da eletroterapia.
Importante destacar que nenhum dos estudos revisados relatou eventos adversos graves associados à aplicação da eletroterapia, o que reforça sua segurança e tolerabilidade para uso clínico e domiciliar. Entretanto, foram identificadas variações significativas entre os protocolos empregados, principalmente em relação à duração das sessões, frequência semanal, intensidade da corrente e número total de aplicações. Essa heterogeneidade metodológica limita a comparação direta entre os estudos e dificulta a padronização de um protocolo único ideal, sugerindo a necessidade de novos ensaios clínicos que adotem parâmetros mais uniformes e possibilitem uma análise comparativa mais precisa dos efeitos terapêuticos da eletroestimulação na dismenorreia primária.
REFERÊNCIAS
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1Graduanda do curso de Fisioterapia. Centro Universitário CESMAC. E-mail: biafisioterapia2021@gmail.com
2Graduanda do curso de Fisioterapia. Centro Universitário CESMAC. E-mail: enyatenorio2908@gmail.com
3Docente do curso de Fisioterapia. Centro Universitário CESMAC. E-mail: renata.sampaio@cesmac.edu.br
