IMPLICATIONS OF HYALURONIC ACID IN AESTHETICS: AN INTEGRATIVE REVIEW
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/dt10202511212218
Adriane de Santana da Silva
Orientadora: Lorena Silva Matos Andrade
RESUMO
O Ácido Hialurônico em aplicações injetáveis tem sido utilizado em contornos faciais, preenchimentos labiais, correção de olheiras e rejuvenescimento global da face — o que amplia sua relevância para a estética e cosmetologia. Entretanto, apesar dos benefícios relatados, também há evidências que apontam para intercorrências e efeitos adversos associados ao seu uso, bem como discussões sobre a segurança, a capacitação dos profissionais e os pressupostos éticos da estética invasiva. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura acerca das implicações do ácido hialurônico na estética, com ênfase em seus benefícios, mecanismos de ação, riscos e possíveis intercorrências. Esta revisão foi constituída por 7 artigos. De modo geral, os estudos incluídos reforçam que o ácido hialurônico (AH) continua sendo um dos biomateriais mais utilizados em procedimentos estéticos faciais, especialmente em lábios e região nasal, com alto potencial de resultado estético e com a vantagem da reversibilidade pela hialuronidase. Entretanto, apesar de amplamente considerado seguro, o uso do AH não é isento de riscos e as intercorrências, ainda que pouco frequentes, podem ser significativas – variando de reações mais brandas (edema, hematoma, dor local, inflamação) até eventos graves como isquemia e necrose tecidual após técnicas mal executadas ou aplicadas em regiões vascularmente críticas, como ponta nasal e lábio superior. Os relatos de casos demonstram que a conduta imediata frente às complicações (especialmente o reconhecimento precoce de sinais isquêmicos e o uso oportuno da hialuronidase) constitui o fator determinante para a prevenção de sequelas permanentes. Diante dos achados desta revisão integrativa, conclui-se que o ácido hialurônico se consolidou como um dos principais biomateriais utilizados em procedimentos estéticos faciais e corporais, atendendo ao objetivo geral proposto, uma vez que apresenta ampla aplicabilidade, resultados previsíveis, efeito imediato, reversibilidade e grande aceitação clínica e do público consumidor
Palavras-chave: Ácido Hialurônico. Estética. Preenchimento facial. Procedimentos Cosméticos.
ABSTRACT
Hyaluronic acid, when injected, has been used for facial contouring, lip augmentation, under-eye correction, and overall facial rejuvenation—thus increasing its relevance to aesthetics and cosmetology. However, despite the reported benefits, there is also evidence pointing to complications and adverse effects associated with its use, as well as discussions about safety, professional training, and the ethical principles of invasive aesthetics. This is an integrative literature review on the implications of hyaluronic acid in aesthetics, emphasizing its benefits, mechanisms of action, risks, and possible complications. This review consisted of 7 articles. In general, the included studies reinforce that hyaluronic acid (HA) continues to be one of the most widely used biomaterials in facial aesthetic procedures, especially in the lips and nasal region, with high potential for aesthetic results and the advantage of reversibility through hyaluronidase. However, despite being widely considered safe, the use of HA is not without risks, and adverse events, although infrequent, can be significant – ranging from milder reactions (edema, hematoma, local pain, inflammation) to serious events such as ischemia and tissue necrosis after poorly executed techniques or application in vascularly critical regions, such as the nasal tip and upper lip. Case reports demonstrate that immediate action in the face of complications (especially early recognition of ischemic signs and timely use of hyaluronidase) is the determining factor in preventing permanent sequelae. Based on the findings of this integrative review, it is concluded that hyaluronic acid has established itself as one of the main biomaterials used in facial and body aesthetic procedures, fulfilling the proposed general objective, since it presents wide applicability, predictable results, immediate effect, reversibility, and great clinical and consumer acceptance.
Keywords: Hyaluronic acid. Aesthetics. Facial fillers. Cosmetic procedures.
1. INTRODUÇÃO
Nos últimos anos, o uso do Ácido hialurônico (AH) nos procedimentos estéticos tem se expandido significativamente, pautado em suas propriedades fisiológicas e cosméticas. Em nível cutâneo, o AH atua como um importante componente da matriz extracelular, contribuindo para a hidratação, volume e elasticidade da pele, uma vez que sua produção endógena se reduz com o envelhecimento. Por exemplo, estudos destacam que a diminuição do AH está associada com o aparecimento de rugas e flacidez, o que faz desse ativo uma alternativa terapêutica de interesse em tratamentos antienvelhecimento (Souza; Ferreira, 2023).
Além de atuar como hidratante e preenchedor, o AH em aplicações injetáveis tem sido utilizado em contornos faciais, preenchimentos labiais, correção de olheiras e rejuvenescimento global da face — o que amplia sua relevância para a estética e cosmetologia. Entretanto, apesar dos benefícios relatados, também há evidências que apontam para intercorrências e efeitos adversos associados ao seu uso, bem como discussões sobre a segurança, a capacitação dos profissionais e os pressupostos éticos da estética invasiva (Carvalho et al., 2023).
Dessa forma, justifica-se a realização de uma revisão integrativa da literatura que sistematize e analise criticamente as implicações do AH na estética — abrangendo benefícios, mecanismos de ação, limitações e riscos — de modo a fornecer subsídios para profissionais e pesquisadores atuantes nesta área.
O crescente interesse e utilização do ácido hialurônico em procedimentos estéticos impõe a necessidade de reflexão sistemática acerca de suas implicações — tanto sob o aspecto clínico-terapêutico quanto no âmbito da segurança e do perfil de efeitos adversos. A partir de uma revisão integrativa, torna-se possível mapear o estado da arte da temática, identificar lacunas no conhecimento e orientar boas práticas profissionais.
Além disso, diante da popularização dos procedimentos de harmonização facial e da atuação de diferentes profissionais na área estética, torna-se imprescindível uma base teórica atualizada que sustente decisões clínicas, políticas e éticas desse tipo de intervenção.
Por fim, ao consolidar os achados da literatura, este estudo poderá contribuir para o desenvolvimento de protocolos mais seguros, para a formação de profissionais e para a proteção do usuário/cliente de serviços estéticos. O objetivo geral consiste em analisar as implicações do uso do ácido hialurônico em procedimentos estéticos e os objetivos específicos consistem em identificar e descrever as principais aplicações e benefícios do ácido hialurônico no contexto da estética facial e corporal e investigar o perfil de segurança do AH, incluindo efeitos adversos, complicações e intercorrências documentadas.
2. METODOLOGIA
Trata-se de uma revisão integrativa da literatura acerca das implicações do ácido hialurônico na estética, com ênfase em seus benefícios, mecanismos de ação, riscos e possíveis intercorrências. De acordo com Botelho, Cunha e Macedo (2011), a revisão integrativa viabiliza a sistematização do conhecimento científico, permitindo que o pesquisador aproxime-se da problemática a ser investigada e trace um panorama da produção científica sobre o tema, de modo a identificar lacunas e oportunidades de pesquisa.
Para o desenvolvimento deste estudo, foram seguidas as etapas preconizadas por Souza, Silva e Carvalho (2010), que orientam a construção da revisão integrativa, sendo elas: (1) identificação do tema e formulação da questão de pesquisa; (2) estabelecimento dos critérios de inclusão e exclusão; (3) definição das informações a serem extraídas dos artigos selecionados; (4) categorização e análise dos dados obtidos; (5) interpretação dos resultados; e (6) apresentação da síntese do conhecimento.
A busca dos estudos foi realizada nas bases de dados Literatura Latino Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), PubMed, Scientific Electronic Library Online (SciELO) e Google Acadêmico. Utilizaram-se os Descritores em Ciências da Saúde (DeCS): “Ácido Hialurônico”, “Estética”, “Preenchimento Facial” e “Procedimentos Cosméticos”, combinados por meio dos operadores booleanos AND e OR, conforme aplicabilidade em cada base.
Foram definidos como critérios de inclusão: artigos disponíveis na íntegra, publicados entre 2020 e 2025, redigidos em português, e que abordassem diretamente o uso ou implicações do ácido hialurônico em procedimentos estéticos. Foram excluídos estudos duplicados, revisões de literatura, trabalhos de conclusão de curso, teses, dissertações, resumos de eventos, capítulos de livros e trabalhos que não contemplassem a temática proposta.
A coleta de dados foi realizada por meio de um instrumento estruturado, contendo as seguintes variáveis: título do artigo, autores, ano de publicação, tipo de estudo, objetivos, principais resultados e conclusões. Após a leitura e análise criteriosa dos materiais, a constituição da amostra final obedeceu aos critérios estabelecidos pelo protocolo PRISMA (Moher, 2009), sendo a análise dos estudos conduzida de forma descritiva e interpretativa, a fim de identificar as principais implicações clínicas, funcionais e estéticas do uso do ácido hialurônico.
Figura 1. Fluxograma de seleção do material do estudo


Não foram realizadas pesquisas em seres humanos, nem utilizados dados confidenciais, institucionais ou pessoais. Toda a pesquisa foi desenvolvida através de estudos publicados em bases de dados eletrônicas. Dessa forma, o estudo não necessitou da aprovação por parte do Comitê de Ética em Pesquisa Sistema CEP CONEP.
3. RESULTADOS E DISCUSSÃO
Esta revisão foi constituída por 7 artigos. De modo geral, os estudos incluídos reforçam que o ácido hialurônico (AH) continua sendo um dos biomateriais mais utilizados em procedimentos estéticos faciais, especialmente em lábios e região nasal, com alto potencial de resultado estético e com a vantagem da reversibilidade pela hialuronidase. Entretanto, apesar de amplamente considerado seguro, o uso do AH não é isento de riscos e as intercorrências, ainda que pouco frequentes, podem ser significativas – variando de reações mais brandas (edema, hematoma, dor local, inflamação) até eventos graves como isquemia e necrose tecidual após técnicas mal executadas ou aplicadas em regiões vascularmente críticas, como ponta nasal e lábio superior. Os relatos de casos demonstram que a conduta imediata frente às complicações (especialmente o reconhecimento precoce de sinais isquêmicos e o uso oportuno da hialuronidase) constitui o fator determinante para a prevenção de sequelas permanentes. As evidências também mostram que o desfecho favorável está diretamente relacionado à habilidade do profissional, ao conhecimento anatômico, ao seguimento de protocolos científicos e ao domínio das técnicas de manejo de intercorrências.
Além disso, os estudos qualitativos mostraram que, embora rotineiros, os procedimentos com AH apresentam alta taxa de efeitos adversos leves a moderados na prática clínica, indicando a necessidade de capacitação continuada, atualização técnica e rigor na indicação. Por fim, os achados reforçam o AH como uma abordagem estética eficaz, versátil e reversível, porém que requer responsabilidade técnica, formação adequada e interpretação crítica das limitações e riscos, sendo fundamental o manejo baseado em evidências para garantir segurança e melhores desfechos estéticos e emocionais ao paciente. O quadro 1 apresenta as informações extraídas dos estudos selecionados.
Quadro 1. Características dos artigos selecionados para a revisão




Alves et al. (2023) apontam que, embora o ácido hialurônico seja amplamente utilizado e considerado seguro para o preenchimento labial, intercorrências podem ocorrer, podendo inclusive demandar sua reversão para resguardar a integridade física e emocional do paciente, sendo que novos produtos específicos vêm surgindo como alternativas de mitigação desses eventos. Esse achado dialoga com achados recentes que afirmam que o perfil de segurança do AH é altamente dependente do conhecimento do profissional e da correta indicação do produto, uma vez que o risco de eventos adversos aumenta conforme a complexidade anatômica da área tratada (STEENBLOCK et al., 2024).
Furtado et al. (2020) destacam que, apesar da reconhecida segurança do ácido hialurônico, a rinomodelação pode gerar eventos graves, como necrose tecidual, e que o manejo adequado e precoce baseado em protocolos científicos reduz o risco de sequelas permanentes. De acordo com FRISINA et al. (2021), a rinomodelação é considerado um procedimento de maior risco vascular entre os preenchimentos faciais, devido à rede arterial nasal e à possibilidade de embolização retrógrada.
Monteiro e Neres (2022) evidenciam que procedimentos com ácido hialurônico são rotineiros nas clínicas de estética, porém apresentam taxas significativas de reações adversas, o que reforça a importância da capacitação profissional e do uso adequado de hialuronidase como primeira conduta frente às intercorrências. De acordo com Medeiros et al. (2024), procedimentos de emergência e planos de ação para complicações são essenciais para garantir uma resposta rápida e eficaz caso ocorram intercorrências
Duarte, Aleixo e Mattos (2024) mostram que a aplicação imediata de hialuronidase em casos de complicações vasculares decorrentes do preenchimento com ácido hialurônico favorece evolução clínica satisfatória, desde que o profissional conheça os eventos adversos e aja prontamente. De acordo com Nogueira e Labanca (2025), a hialuronidase é uma enzima utilizada de forma off-label na harmonização orofacial para reverter preenchimentos realizados com ácido AH com objetivo de tratar complicações provenientes de tais procedimentos como, terapias de nódulos, granulomas, hematomas, reações alérgicas e oclusão vascular.
Pires, Reis e Silva (2025) reforçam que o ácido hialurônico permanece como técnica central da harmonização orofacial, proporcionando resultados estéticos naturais, seguros e reversíveis, como demonstrado na correção eficaz de assimetria labial apresentada no caso. Em consonância, a demanda crescente por procedimentos minimamente invasivos está associada à menor morbidade e maior satisfação subjetiva com a autoimagem (HADDAD et al., 2022).
Costa et al. (2024) demonstram que o uso do preenchimento com ácido hialurônico pode ser alternativa rápida e eficaz para correções estéticas secundárias em pacientes com fissura labiopalatina. De acordo com Farias et al. (2024), os preenchimentos injetáveis de tecidos moles, especialmente com o ácido hialurônico, podem fornecer um método minimamente invasivo para aprimoramento cosmético em pacientes com fissura labial que desejam maior melhoria estética após o reparo cirúrgico.
Lima et al. (2022) ressaltam que o ácido hialurônico na rinomodelação tem oferecido resultados estéticos expressivos, com vantagens como recuperação simples, menor custo e grande satisfação, desde que o profissional detenha conhecimento anatômico e domínio da técnica. Assim, o conjunto das evidências atuais aponta que o AH segue como biomaterial de excelência, mas sua segurança depende do domínio técnico e da capacidade diagnóstica do profissional — e não apenas do material em si.
4. CONCLUSÃO
Diante dos achados desta revisão integrativa, conclui-se que o ácido hialurônico se consolidou como um dos principais biomateriais utilizados em procedimentos estéticos faciais e corporais, atendendo ao objetivo geral proposto, uma vez que apresenta ampla aplicabilidade, resultados previsíveis, efeito imediato, reversibilidade e grande aceitação clínica e do público consumidor. No que se refere ao primeiro objetivo específico, verificou-se que suas aplicações incluem desde harmonização orofacial, correção de assimetrias e hidratação labial, até abordagens reparadoras, como em pacientes com fissura labiopalatina, configurando benefícios estéticos diretos e impacto positivo na percepção de autoimagem.
Entretanto, ao analisar o segundo objetivo específico, o presente estudo evidencia que o perfil de segurança do ácido hialurônico não é absoluto, sendo impactado diretamente pela experiência, capacitação técnica e conhecimento anatômico do profissional que executa o procedimento. Embora efeitos adversos leves sejam frequentemente relatados, eventos graves, como isquemia e necrose, podem ocorrer — especialmente em regiões de alto risco vascular, como nariz e lábios, exigindo condutas imediatas e baseadas em protocolos científicos. Nesse contexto, destaca-se a hialuronidase como ferramenta terapêutica essencial e padrão ouro para reversão de intercorrências graves.
Portanto, conclui-se que o ácido hialurônico permanece como recurso estético seguro, eficaz e versátil, desde que utilizado por profissionais habilitados, capacitados e com domínio dos protocolos de prevenção e manejo de complicações. Reforça-se a necessidade de formação contínua, adoção de protocolos clínicos e disponibilidade de kit de emergência como pilares para a segurança assistencial e para a qualificação da prática estética baseada em evidências.
5. REFERÊNCIAS
ALVES, M. et al. Intercorrências na aplicação de ácido hialurônico no preenchimento labial: um relato de caso. Revista Científica da UNIFENAS: Sorriso em Evidências, Alfenas, v. 5, n. 1, p. 804, nov./dez. 2023.
ANADIR, A. W.; DA SILVA, C. C.; FONSECA, W. C. As diferentes aplicações do ácido hialurônico na estética facial: uma revisão integrativa. Revista FT, v. 28, ed. 137, 2024. Disponível em: https://revistaft.com.br/as-diferentes-aplicacoes-do-acido hialuronico-na-estetica-facial-uma-revisao-integrativa/.
BOTELHO, L. L. R.; CUNHA, C. C. A.; MACEDO, M. O método da revisão integrativa nos estudos organizacionais. Gestão & Sociedade, v. 5, n. 11, p. 121-136, 2011.
BRAGA, J. B.; SANTOS, C. C.; COSTA, F. D.; ALVES, T. V. G. Uso de ácido hialurônico na prevenção do envelhecimento facial: revisão integrativa. Research, Society and Development, v. 11, n. 4, e5111426949, 2022. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/26949.
CARVALHO, Y. D. S.; LUCENA, A. D.; COSTA, A. A. S.; ALVES, I. A. Intercorrências e efeitos adversos no uso do ácido hialurônico injetável em preenchimentos faciais: revisão narrativa. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação – REASE, v. 9, n. 9, 2023. Disponível em: https://periodicorease.pro.br/rease/article/download/11480/5086/19980.
COSTA, M. T. S. et al. Preenchimento labial com ácido hialurônico em pacientes com fissura labial – relato de casos. Cuadernos de Educación y Desarrollo, v. 16, n. 10, e6155, 2024. DOI: 10.55905/cuadv16n10-196.
DUARTE, J. F. P.; ALEIXO, E. L. S.; MATTOS, J. L. Intercorrência em preenchimento labial com ácido hialurônico: relato de caso. Journal of Multidisciplinary Dentistry, v. 11, n. 3, p. 183-189, 2024. DOI: 10.46875/jmd.v11i3.899.
FRISINA, A. C.; BARBOSA, B. D. O.; TEIXEIRA, G. H. D. C.; FERNANDES, R. L. Rinomodelação com ácido hialurônico: técnica, riscos e benefícios. Revista Brasileira de Cirurgia Plástica, v. 36, n. 1, p. 108-114, 2021.
FURTADO, G. R. D. et al. Necrose em ponta nasal e lábio superior após rinomodelação com ácido hialurônico – relato de caso. AHOF, v. 1, n. 1, p. 62-67, 2020.
HADDAD, M. F.; SILVA, I. B.; OLIVEIRA, L. R. S.; FERREIRA, I. A. S. Combinação de técnicas para harmonização orofacial em paciente jovem: relato de caso. Archives of Health Investigation, v. 11, n. 1, p. 186-191, 2021.
LIMA, C. F. P. et al. Use of hyaluronic acid for rhinomodeling – Case report. Research, Society and Development, v. 11, n. 3, p. e27811326846, 2022. DOI: 10.33448/rsd-v11i3.26846. Acesso em: 4 nov. 2025.
MEDEIROS, V. C. A.; CHIGUEIRA, A. P. C.; GOUVEA, J. C.; FREITAS, G. L. Possíveis intercorrências causadas pelo preenchimento labial decorrente da utilização de ácido hialurônico. RECIMA21 – Revista Científica Multidisciplinar, v. 5, n. 3, e535045, 2024.
MOHER, D. et al. Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta Analyses: The PRISMA Statement. PLoS Medicine, v. 6, n. 7, p. e1000097, 2009.
NOGUEIRA, L. A.; LABANCA, M. R. C. O uso da hialuronidase na harmonização orofacial. Cadernos de Odontologia do UNIFESO, v. 7, n. 1, 16 jun. 2025. Disponível em: https://revista.unifeso.edu.br/index.php/cadernosodontologiaunifeso/article/view/4308.
PIRES, T. S.; REIS, J. A. B.; SILVA, A. M. Preenchimento com ácido hialurônico para correção de assimetria labial: um relato de caso. ID on Line. Revista de Psicologia, v. 19, n. 77, p. 24-31, 2025. DOI: 10.14295/idonline.v19i77.4232.
SOUZA, M. T.; SILVA, M. D.; CARVALHO, R. Revisão integrativa: o que é e como fazer. Einstein, São Paulo, v. 8, n. 1, p. 102-106, 2010.
SOUZA, S. P.; FERREIRA, R. M. P. E. Os benefícios do ácido hialurônico no tratamento do antienvelhecimento facial. e-Acadêmica, v. 4, n. 2, e0142437, 2023. Disponível em: https://eacademica.org/eacademica/article/download/437/327/3759.
