REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ch10202512121123
Yara de Almeida Viana Lima
Kadu Camelo de Sousa
Francisca da Conceição Sousa
Orientador: Me. Marcos André Arrais de Sousa
RESUMO
O uso de suplementos alimentares tem crescido significativamente entre praticantes de musculação, motivado pela busca por melhor desempenho físico, hipertrofia muscular e rápida recuperação. O objetivo deste estudo foi analisar os impactos do uso de suplementos alimentares sobre marcadores bioquímicos em praticantes de academia, com foco especial em creatina e suplementos proteicos. Para isso, realizou-se uma revisão narrativa da literatura publicada entre 2009 e 2025, investigando alterações em marcadores relacionados à função renal e hepática. Os resultados demonstram que, embora esses produtos apresentem benefícios ergogênicos reconhecidos, seu uso indiscriminado pode provocar elevações em creatinina, ureia e proteinúria, sugerindo possível sobrecarga dos rins e efeitos metabólicos adversos. Casos clínicos evidenciam que doses excessivas de creatina e proteínas podem desencadear quadros de disfunção renal reversível, enquanto outros estudos indicam que o uso adequado e supervisionado tende a ser seguro para indivíduos saudáveis. Conclui-se que a suplementação deve ser orientada por profissionais qualificados, reforçando a importância da avaliação individualizada e do consumo responsável para evitar riscos à saúde.
Palavras-chave: Suplementos alimentares; impactos renais; hepáticos; marcadores analisados.
ABSTRACT
The use of dietary supplements has increased significantly among bodybuilding practitioners, driven by the pursuit of improved physical performance, muscle hypertrophy, and rapid recovery. The aim of this study was to analyze the impacts of dietary supplement use on biochemical markers in gym practitioners, with a particular focus on creatine and protein supplements. To achieve this, a narrative review of the literature published between 2009 and 2025 was conducted, investigating changes in markers related to renal and hepatic function. The results show that, although these products have recognized ergogenic benefits, their indiscriminate use may cause elevations in creatinine, urea, and proteinuria, suggesting possible kidney overload and adverse metabolic effects. Clinical cases demonstrate that excessive doses of creatine and proteins can trigger reversible renal dysfunction, while other studies indicate that proper and supervised use tends to be safe for healthy individuals. It is concluded that supplementation should be guided by qualified professionals, reinforcing the importance of individualized assessment and responsible consumption to avoid health risks.
Keywords: Dietary supplements; renal impacts; hepatic impacts; analyzed biomarkers.
1 INTRODUÇÃO
Nas últimas décadas, observa-se um crescimento expressivo no uso de suplementos alimentares por praticantes de atividades físicas, especialmente em academias. Esse aumento está relacionado à busca por melhores resultados estéticos e de desempenho, como o ganho de massa muscular, a redução de gordura corporal e a melhora da resistência física. O consumo de suplementos como whey protein, creatina e aminoácidos de cadeia ramificada (BCAAs) tornou se prática comum entre indivíduos que buscam potencializar os efeitos do treinamento, muitas vezes sem a devida orientação profissional (CARVALHO et al., 2018; GOMES et al., 2017).
De acordo com Nogueira e Souza (2013), os suplementos alimentares são formulações compostas por vitaminas, minerais, aminoácidos e proteínas, utilizados para complementar a alimentação e melhorar o desempenho físico. Contudo, seu uso indiscriminado e sem orientação adequada pode trazer prejuízos à saúde. Santos et al. (2021) observaram que o consumo excessivo de creatina pode elevar os níveis de creatinina e ureia no sangue, indicando sobrecarga renal. Da mesma forma, Martins e Perônico (2022) relatam que a ingestão exagerada de suplementos proteicos pode causar proteinúria e outros distúrbios metabólicos associados à função renal.
A relevância deste estudo reside na importância de promover o uso consciente e seguro de suplementos alimentares, especialmente entre praticantes de musculação que os utilizam como estratégia para potencializar o rendimento físico. Avaliar os efeitos bioquímicos desses produtos é essencial para prevenir complicações renais e hepáticas, além de subsidiar a atuação de profissionais de saúde, como farmacêuticos, nutricionistas e educadores físicos, na orientação adequada do público consumidor.
Assim, o presente trabalho tem como objetivo geral analisar os impactos do uso de suplementos alimentares sobre marcadores bioquímicos em praticantes de academia, com base em evidências científicas publicadas entre 2009 e 2025.
2 METODOLOGIA
Trata-se de uma revisão narrativa de literatura, de abordagem qualitativa, com caráter descritivo e exploratório. Esse tipo de revisão tem como finalidade reunir, analisar e discutir publicações científicas relevantes sobre o tema, permitindo uma compreensão ampla e crítica acerca dos impactos do uso de suplementos alimentares por praticantes de academia, bem como suas possíveis alterações em marcadores bioquímicos e implicações para a saúde.
A busca dos estudos foi realizada nas seguintes bases de dados eletrônicas: Google Acadêmico, SciELO (Scientific Electronic Library Online), PubMed e LILACS (Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde), por serem amplamente reconhecidas na área da saúde e por possibilitarem acesso a produções científicas nacionais e internacionais.
O período de busca compreendeu publicações entre os anos de 2009 e 2025, visando contemplar estudos recentes e relevantes que abordem a temática.
Para a realização da pesquisa, foram utilizadas as seguintes palavras-chave e suas combinações em português e inglês: “suplementos alimentares”, “praticantes de academia”, “marcadores bioquímicos”, “função renal”, “creatina” e “whey protein”.
Os critérios de inclusão abrangeram artigos científicos disponíveis na íntegra, publicados em periódicos revisados por pares, que abordassem a relação entre o uso de suplementos alimentares, a prática de atividades físicas e os efeitos sobre marcadores bioquímicos, especialmente os de função renal e hepática. Foram considerados estudos de revisão, ensaios clínicos, estudos observacionais e relatos de caso pertinentes ao tema.
Os critérios de exclusão compreenderam trabalhos duplicados, publicações que não tratavam diretamente do uso de suplementos alimentares por praticantes de academia, estudos que abordavam outras substâncias (como esteroides anabolizantes) e artigos indisponíveis em texto completo.
Após a aplicação dos critérios de seleção, foram identificados 29 artigos que atenderam aos parâmetros estabelecidos e foram incluídos na análise final. Os principais resultados e discussões extraídos desses estudos são apresentados nas seções seguintes deste trabalho.
3 RESULTADOS E DISCUSSÃO
Foram identificados 29 artigos publicados entre 2009 e 2025 que abordam o uso de suplementos alimentares por praticantes de academia e seus efeitos sobre marcadores bioquímicos. A seguir, estão apresentados os principais achados desses estudos.
3.1 Principais tipos de suplementos utilizados e suas funções
Entre os suplementos mais utilizados por praticantes de musculação destacam-se a creatina, cafeína, whey protein, albumina e os aminoácidos de cadeia ramificada (BCAAs), reconhecidos por seus efeitos no aumento da força, na aceleração da recuperação muscular e na promoção da hipertrofia (Pizo et al.,2023; Macedo; Sousa; Fernandez, 2017). Corroborando esses achados, Schlickmann (2020) observou em seu estudo com frequentadores de academia que o whey protein, o BCAA e a creatina figuram entre os suplementos mais consumidos tanto por homens quanto por mulheres, reforçando a predominância dessas substâncias no contexto da musculação.
Tabela 1. Principais suplementos utilizados por praticantes de academia e suas funções no organismo

3.2 Efeitos sobre marcadores bioquímicos
Diversos estudos apontaram alterações em marcadores laboratoriais em decorrência da suplementação. O uso excessivo de creatina foi associado ao aumento de creatinina sérica e ureia, sugerindo sobrecarga renal (Santos et al., 2021). Já suplementos proteicos, como whey protein e albumina, podem levar ao aumento da proteinúria, indicando disfunção glomerular (Martins & Perônico, 2022).
Tabela 2. Efeitos do consumo de suplementos sobre marcadores bioquímicos

3.3 Riscos à saúde e alterações em marcadores bioquímicos associadas ao uso de suplementos alimentares
A sobrecarga renal, frequentemente relacionada à ingestão elevada de proteínas e creatina, foi o risco mais recorrente observado (Resende et al., 2015). De forma complementar, estudos apontam que o uso indiscriminado e sem orientação profissional desses suplementos também está associado a alterações hormonais, bem como a complicações cardiovasculares e metabólicas, conforme relatado por Macedo; Ferreira (2021) e Gabbay; Lobato (2023).
Tabela 3. Riscos à saúde relacionados ao uso indiscriminado de suplementos


Os estudos de caso identificados na literatura reforçam a preocupação com os efeitos do consumo inadequado de suplementos sobre os marcadores bioquímicos. Baumgartner (2019), por exemplo, avaliou nove praticantes de musculação que utilizavam suplementos proteicos e verificou aumento nos níveis de ureia urinária. Após a suspensão temporária do consumo, houve redução significativa, evidenciando a relação direta entre o uso contínuo de proteínas em excesso e a sobrecarga renal. Esse achado indica que até mesmo indivíduos jovens e saudáveis podem apresentar alterações laboratoriais em decorrência da suplementação sem controle.
Oliveira et al. (2009), ao investigarem o uso de suplementos proteicos, identificaram que grande parte dos participantes consumia quantidades de proteína acima de 2 g/kg/dia. Esse resultado é motivo de atenção, uma vez que a literatura aponta 2 g/kg/dia como limite máximo recomendado de ingestão proteica, valor que pode variar conforme as demandas nutricionais e o tipo de atividade física praticada (Biesek; Alves; Guerra, 2015).
O caso clínico descrito por Santos et al. (2021) relatou complicações graves em um jovem de 18 anos após ingestão elevada de creatina. O paciente consumiu 20 g em um único dia, seguido de 1 g diário durante seis semanas, e apresentou sintomas como náuseas, vômitos e dor epigástrica. Os exames laboratoriais evidenciaram aumento significativo da creatinina sérica, passando de 2,28 para 4,55 mg/dL, além de elevação da pressão arterial. O diagnóstico de necrose tubular aguda confirmou a toxicidade do consumo exagerado. Após a suspensão do suplemento, os níveis voltaram ao normal em 25 dias, demonstrando a reversibilidade do quadro, mas também o potencial risco do uso indiscriminado.
Os estudos analisados indicam que a creatina é considerada segura para indivíduos saudáveis quando utilizada de forma adequada, especialmente em doses de 3 a 5 g/dia, conforme apontado por Baldin et al. (2022) e Fernandes.
Neuman (2025), sem evidências de danos aos sistemas cardiovascular, hepático ou renal; porém, ainda faltam dados conclusivos sobre o uso prolongado em doses elevadas. Embora suplementos proteicos também apresentem bom perfil de segurança quando consumidos dentro das recomendações, ingestões excessivas podem gerar sobrecarga renal, como descrito por Daniel; Neiva (2009). Apesar dos efeitos ergogênicos reconhecidos, parte da literatura apresenta limitações metodológicas e casos isolados sugerem riscos apenas em consumos exagerados, resultando em um consenso parcial sobre a segurança desses suplementos.
A elevação da creatinina em indivíduos suplementados decorre principalmente da conversão espontânea da creatina em creatinina, processo fisiológico que ocorre diariamente no músculo esquelético. Assim, aumentos moderados não indicam, por si só, lesão renal, mas sim ao próprio metabolismo da creatina (Vega; Huidobro, 2019; Naeini et al., 2025). De modo semelhante, a metabolização hepática das proteínas gera amônia, que é convertida em ureia pelo ciclo da ureia no fígado. Sua concentração sérica é diretamente proporcional à quantidade de proteínas consumidas, de modo que o consumo excessivo pode elevar esse produto final e impor uma maior filtração glomerular (Martins; Perônico 2022).
A proteinúria é um marcador de função renal que sinaliza a presença anormal de proteínas na urina, frequentemente indicando problemas nos rins, especialmente nas estruturas de filtração, como os glomérulos. O consumo excessivo e prolongado de suplementos proteicos pode elevar os níveis de proteinúria. Estudos epidemiológicos mostram que essa sobrecarga sobre os rins intensifica a reabsorção nos túbulos renais, aumentando a atividade inflamatória e promovendo a formação de fibróticos tóxicos, fatores que contribuem para o desenvolvimento de doenças renais (Daniel; Neiva, 2009).
A pressão por padrões estéticos idealizados, associada à forte influência de conteúdos disseminados nas redes sociais, constitui um dos principais fatores que impulsionam o uso indiscriminado de suplementos nutricionais. Na busca por resultados rápidos, muitos praticantes de atividade física passam a aderir a dietas “milagrosas” e a protocolos amplamente divulgados por influenciadores digitais, frequentemente sem qualquer respaldo científico ou supervisão profissional. Esse comportamento favorece a ingestão superestimada de nutrientes e combinações inadequadas de substâncias, representando um risco potencial à saúde (Cazal; Portes; Silva, 2024). Por serem de venda livre, esses produtos são facilmente encontrados em diversos estabelecimentos, o que permite que qualquer pessoa os adquira sem restrições. (Fernandes; Machado, 2016).
Dessa forma, a orientação nutricional é a melhor forma de evitar os riscos associados ao consumo excessivo de suplementos, pois os nutricionistas são capazes de avaliar as necessidades específicas de cada indivíduo, ajustando a quantidade ideal e o tempo de uso de suplemento a ser consumido diariamente conforme o biotipo e as demandas fisiológicas de cada pessoa. (Galvão et al,2017).
No âmbito da prescrição de suplementos alimentares, o farmacêutico desempenha papel relevante na promoção, manutenção e recuperação da saúde. Essa prática é regulamentada pela Resolução nº 661/2018 do Conselho Federal de Farmácia, que delimita as competências profissionais e os critérios para a prescrição responsável desses produtos. Assim, o farmacêutico pode prescrever suplementos em formas farmacêuticas isentas de prescrição médica Sua atuação não envolve a elaboração de dietas, mas contribui para a complementação terapêutica e para o uso racional desses produtos (Brasil, 2018).
Portanto, conforme destacado por Ferreira et al. (2016), é essencial que os profissionais de saúde orientem que os suplementos alimentares devem ser utilizados como uma ferramenta para auxiliar nos ajustes nutricionais de atletas e de indivíduos que enfrentam dificuldades em manter uma dieta equilibrada no dia a dia. Assim, esses produtos têm a finalidade de complementar a alimentação, e não de substituí la, reforçando seu papel como um complemento à dieta diária, sem comprometer a importância da alimentação regular.
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
O presente estudo demonstrou que o uso de suplementos alimentares se tornou cada vez mais frequente entre praticantes de musculação, impulsionado principalmente pelo desejo de melhorar o desempenho físico, aumentar a massa muscular e obter resultados rápidos. Entretanto, quando utilizados sem orientação adequada, esses produtos podem oferecer riscos significativos à saúde. As pesquisas analisadas indicam que o consumo excessivo de substâncias como creatina e whey protein pode elevar os níveis de creatinina, ureia e proteínas na urina. Marcadores que nem sempre representam necessariamente uma lesão renal ou hepática, mas que funcionam como importantes sinais de alerta para possível sobrecarga orgânica.
Dessa forma, embora o uso equilibrado e supervisionado apresente benefícios comprovados, a suplementação indiscriminada caracteriza um risco real, capaz de ocasionar alterações metabólicas e danos temporários ou permanentes ao organismo. Esse cenário torna evidente a necessidade de cautela por parte dos praticantes, especialmente aqueles que buscam resultados rápidos sem considerar as particularidades fisiológicas do próprio corpo.
Diante dos achados apresentados, considera-se que o objetivo geral do estudo foi plenamente atingido. A análise de 29 artigos científicos permitiu identificar e compreender os principais impactos do uso de suplementos alimentares entre praticantes de musculação, destacando tanto os benefícios quanto os riscos associados ao consumo desses produtos. A revisão narrativa possibilitou reunir evidências consistentes que demonstram o potencial ergogênico da creatina e dos suplementos proteicos, bem como os efeitos negativos do uso excessivo e sem orientação, atendendo de forma satisfatória à proposta inicial da pesquisa.
Assim, destaca-se a importância do acompanhamento por profissionais habilitados, como nutricionistas, médicos ou farmacêuticos, ou mesmo por uma equipe multidisciplinar capaz de avaliar individualmente as necessidades e orientar o uso seguro e racional desses produtos. Conclui-se que a suplementação pode ser uma aliada relevante na promoção do desempenho físico e na manutenção da saúde, desde que utilizada com responsabilidade. Mais do que buscar resultados imediatos, torna-se fundamental valorizar a saúde a longo prazo, reconhecendo que uma alimentação equilibrada e hábitos de vida saudáveis permanecem como pilares essenciais para o bem-estar e o equilíbrio do organismo.
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