IMPACT OF CHRONIC NON-COMMUNICABLE DISEASES ON THE LIVES OF ELDERLY PEOPLE: A LITERATURE REVIEW
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ni10202510160756
Isadora Cristina Marinho Lopes1
Jacilene Heliodoto de Amorim Barros2
Maria Solange Oliveira Alves3
Ronyerre de Souza Pereira4
Resumo
O envelhecimento populacional traz consigo alguns desafios para a saúde pública, como é o caso das doenças crônicos não transmissíveis, que comprometem significativamente a qualidade de vida do idoso, tanto fisicamente quanto mentalmente. As limitações funcionais, o impacto psicológico e a dependência progressiva, demonstram a necessidade de uma abordagem contínua e integral. Assim, este estudo tem como objetivo descrever o impacto das DCNT na qualidade de vida dos idosos, discutindo os principais fatores associados e consequências para a saúde mental e física. Como metodologia, utilizou-se a revisão de literatura. Para tanto foram consultadas bases de dados como: Google Acadêmico, Scielo e PubMed. Foram utilizadas publicações entre os anos de 2020 a 2025. Foram encontrados um total de 6.200 publicações, sendo excluídas 6.185, permanecendo 15 publicações. Ao final concluiu-se que as DCNTs têm se mostrado como um grande desafio para a qualidade de vida do idoso devido suas múltiplas repercussões psicológicas, físicas e sociais, além de sua elevada prevalência. A revisão dos estudos mostrou que a presença de DCNT está diretamente ligada à perda progressiva da autonomia, comprometimento na realização das atividades diárias, limitações funcionais e crescimento da dependência de cuidados.
Palavras-chave: Dependência. Impacto psicológico. Qualidade de vida. Saúde Pública.
1 INTRODUÇÃO
O envelhecimento populacional tem marcado fortemente a transição epidemiológica brasileira e a composição etária da População Economicamente Ativa (PEA), e isso ocorre devido ao aumento da expectativa de vida, marcado pela diminuição das taxas de fecundidade e natalidade (Moro et al., 2021).
Existe uma estimativa de que a quantidade de idosos com 60 anos ou mais aumentará consideravelmente em países em desenvolvimento. No ano de 2017 eram 652 milhões de idosos com 60 anos ou mais, e a projeção para 2050 é de que número aumente para 1,7 bilhões de idosos. Já nos países desenvolvidos, passará de 310 milhões para 427 milhões no mesmo período. O quantitativo de idosos tem aumentado consideravelmente na África, América Latina, Caribe e Ásia. Segundo as projeções, cerca de 80% dos idosos estão localizados em países menos desenvolvidos (Santos; Silva; Soares, 2021).
Embora o processo de envelhecimento não significa adoecimento, os idosos estão sujeitos a vulnerabilidades clínico-funcional e predisposição à doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), que se associam a incapacidades, que pode aumentar os encargos econômicos sociais e a utilização dos serviços de saúde, e por consequências os custos com o tratamento (Figueiredo et al., 2020).
As DCNTs são classificadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como comorbidades que possuem longos períodos de duração e latência, de caráter multifatorial, provindas da interação genética-ambiental, que possui como fatores de risco o sedentarismo, o tabagismo, a má alimentação e o alcoolismo. As DCNTs são compostas por doenças cardiovasculares, do cérebro, diabetes mellitus (DM), hipertensão arterial sistêmica (HAS), neoplasias, doenças respiratórias, desordens osteoarticulares e genéticas, transtornos neurológicos e mentais (Melo et al., 2023).
Segundo Silva et al., (2022), as doenças cardiovasculares são responsáveis por 29,7% da mortalidade no Brasil, as neoplasias por 16,8%, as doenças respiratórias crônicas por 5,9% e o diabetes mellitus por 5,1%. Frequentemente, os idosos são diagnosticados com duas ou mais DNNT simultaneamente, o que se denomina de multimorbidade, constituindo a principal causa de morbimortalidade e incapacidade nessa população. Sabe-se que as DCNT possuem um perfil de desenvolvimento lento e de longa duração, que podem provocar desfechos negativos caso não sejam controlados e acompanhados adequadamente.
Souto (2020) acrescenta que uma pessoa que possui uma ou mais DCNT necessita mudar seu estilo de vida, pois quando não consegue fazer essa mudança, acaba impactando sua qualidade de vida, que vai além das implicações clínicas por afetar diretamente sua autonomia, participação social e capacidade funcional. A qualidade de vida é algo que abrange o entendimento subjetivo da pessoa sobre sua posição na vida, levando em consideração aspectos psicológicos, físicos, ambientais e sociais. No idoso, a presença das DCNT constantemente está associada a uso contínuo de fármacos, limitações funcionais, aumento de internações e sobrecarga emocional e física de cuidadores e familiares.
Desta maneira, este estudo tem como objetivo descrever o impacto das DCNT na qualidade de vida dos idosos, discutindo os principais fatores associados e consequências para a saúde mental e física.
2 METODOLOGIA
Neste estudo foi utilizado como metodologia a revisão de literatura. Para tanto foram consultadas bases de dados como: Google Acadêmico, Scielo e PubMed. Como estratégia de busca, utilizou-se combinação de termos DeCS, sinônimos livres e operadores booleanos, como “AND” e “OR”. Para realizar a busca, utilizou-se como palavras-chave “doenças crônicas não transmissíveis”; “idosos”; “qualidade de vida”. As palavras chaves foram utilizadas tanto para realizar as buscas de materiais em português quanto em inglês.
Foram utilizadas publicações entre os anos de 2020 a 2025, em português e/ou inglês. Utilizou-se como critérios de inclusão: artigos originais e confiáveis, gratuitos, disponíveis na íntegra e que se relacionavam diretamente ao tema. Os critérios de exclusão foram: material duplicado, monografias, teses e dissertações.
Os estudos foram selecionados a partir da leitura do resumo dos mesmos e logo após a leitura do texto completo. Após a leitura extraiu-se do material informações que compuseram os resultados deste estudo, sendo estas: autoria, ano de publicação, objetivo do estudo e resultados encontrados.
Foram encontrados um total de 6.200 publicações, sendo excluídas 6.185, permanecendo 15 publicações.
3 RESULTADOS E DISCUSSÕES
Foram selecionados um total de 15 (quinze) publicações neste estudo de revisão de literatura, que tinham como foco central as doenças crônicas não transmissíveis em idosos. Essas publicações foram categorizadas conforme ano de publicação, autor(es), objetivo e principais resultados encontrados, conforme demonstra a Tabela 1.
Tabela 1- Relação das publicações selecionadas conforme autor(es) ano de publicação, objetivo e principais resultados encontrados
| Ano | Autor(es) | Objetivo | Resultados |
| 2020 | Borges, JES et al. | Avaliar a qualidade de vida de idosos hipertensos e diabéticos da comunidade, analisar suas correlações e caracterizar o perfil desses idosos. | DCNT influenciam negativamente a qualidade de vida dos idosos. O medo de morrer foi a variável que apresentou maior interferência na qualidade de vida dos idosos. |
| 2020 | Figueiredo, AEB; Ceccon, RF; Figueiredo, JHC | Investigar as implicações das doenças crônicas não transmissíveis em idosos dependentes. | Uso de medicamentos, que também se constituem como fator de risco; na condição da dependência e na vivência com doenças crônicas, que denotam em maior uso dos serviços de saúde; no alto impacto econômico das doenças crônicas para as famílias e para o Estado; e na precariedade da renda familiar, que condicionam os idosos a contarem com poucos dispositivos de apoio social e comunitário. |
| 2020 | Frota, RS et al. | Analisar as consequências no campo físico e mental do sedentarismo em idosos portadores de DCNT, em especial diabetes mellitus e hipertensão arterial sistêmica, que são as DCNT mais prevalentes no município de Goianésia. | Grande parte dos idosos é dependente. Existem idosos que são aptos a realizar atividades, mas que perdem progressivamente essa capacidade. |
| 2020 | Souto, CN | Apresentar as possíveis relações entre a qualidade de vida dos brasileiros com o surgimento de doenças crônicas e a adesão ao tratamento, especial- mente em pessoas portadoras de diabetes mellitus tipo II. | O desenvolvimento de doenças crônicas causa diversos impactos na QV do indivíduo, como na sua capacidade física, mental e na sua independência. |
| 2021 | Alves, VP; Oliveira, RC; Gregori, D | Delinear as principais doenças crônicas não transmissíveis que levaram idosos à morte no Brasil e na Itália antes da pandemia de SARS-CoV-2, de acordo com a diferença de idade e a região de residência. | Nossos resultados destacam as diferenças socioeconômicas nas áreas com as maiores taxas de mortalidade por doenças crônicas não transmissíveis. |
| 2021 | Malta, DC et al. | Investigar a utilização de serviços de saúde e a limitação das atividades habituais entre adultos e idosos com e sem doenças crônicas não transmissíveis, segundo estratos sociodemográficos | A presença dessas doenças associou-se à maior frequência de uso de serviços de saúde (consulta médica, uso de serviços de saúde e internação) e da restrição das atividades habituais em todos os estratos socioeconômicos e demográficos. |
| 2021 | Moro, MIB et al. | Descrever e analisar o comportamento da série histórica das internações por DCNT que acometem o sistema musculoesquelético e o sistema nervoso segundo registro de Autorização de Internação Hospitalar (AIH) em Hospital Escola do sul do país, por grupos etários no processo de envelhecimento, com base na perspectiva de Sahrmann (2014), destacando as DCNT do sistema musculoesquelético e sistema nervoso. | A imobilidade física está entre os fatores de risco mais relevantes para o aumento da prevalência das DCNT no processo de envelhecimento. |
| 2021 | Santos, ML; Silva, TM; Soares, LR | Proporcionar uma reflexão sobre os aspectos relacionados à prevenção das DCV na população idosa | A DCNT, especialmente as doenças cardiovasculares, provocam mortandade e incapacidades físicas, psicológicas e sociais. |
| 2022 | Cavalcante, AP et al. | Avaliar a funcionalidade e qualidade de vida dos idosos portadores de DCNT. | As DCNT são doenças que acometem principalmente idoso, com grandes taxas de mortalidade precoce, altamente incapacitantes. |
| 2022 | Silva, DSM et al. | Analisar as diferenças entre as proporções de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), em dois momentos, em uma coorte de idosos a partir de determinantes sociodemográficos. | Elevadas prevalências de DM e HAS, sendo que estas se destacam-se entre os principais problemas de saúde pública e as principais causas de morbimortalidade na população idosa. |
| 2022 | Wu, Y et al. | Explorar os fatores que influenciam a autogestão de doenças crônicas (CDSM) e verificar a autoeficácia como mediadora entre a alfabetização em e-saúde e o comportamento de autogestão em pacientes idosos com DCNTs | Dificuldade de autogerenciamento. |
| 2023 | Lima, EJA et al. | Verificar a relação entre as Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) e o tempo de internação de idosos em Unidades de Terapia Intensiva (UTI). | A maioria das internações está ligada a DCNT, como doenças cardiovasculares e respiratórias, afetando idosos, que muitas vezes já enfrentam fragilidades de saúde. |
| 2023 | Melo, MTB et al. | Analisar a prevalência das DCNT em idosos do Nordeste com 60 anos ou mais, por meio de uma revisão integrativa. | Observou que a prevalência de DCNT é maior na população idosa feminina e que os indivíduos com mais de uma comorbidade têm maiores incapacidades funcionais e se autoavaliam com a saúde “ruim’’. |
| 2023 | Silva, AM et al. | Identificar a prevalência das doenças crônicas não transmissíveis: hipertensão arterial, diabetes mellitus e os fatores de risco associados em pessoas idosas longevas de três regiões brasileiras. | Foram observadas maiores prevalências de hipertensão arterial entre aqueles que fazem uso de polifarmácia. |
| 2024 | Garcia, JPR; Souza, ILG; Arruda, JT | Realizar uma revisão integrativa sobre o estilo de vida e perfil nutricional em idosos, e a sua relação com o aparecimento de DCNT. | A presença de duas ou mais doenças crônicas, mostrou-se prevalente e associada a fatores como idade, sexo, restrição ao lar, inatividade física e condições de saúde mental. |
A prevalência das DCNTs aliado ao processo de envelhecimento da população tem se mostrado como um problema de saúde pública, provocando grandes impactos, com diversas repercussões psicológicas, físicas, econômicas e sociais para as pessoas idosas (Souto, 2020). Silva et al., (2023) acrescenta que, no Brasil, existe uma grande quantidade de idosos que possuem condições com DM e HAS, especialmente idosos longínquos, ou seja, com 80 anos a mais. Outro apontamento é que idosos portadores de HAS, em sua grande maioria na faixa etária de 80 a 84 anos, fazem uso da polifarmácia (uso de diversos medicamentos) e estão acima do peso. Já o DM tem se mostrado mais prevalente em homens e entre os que fazem uso de cinco ou mais fármacos.
No estudo de Figueiredo et al., (2020), os autores apontaram que idosos que possuem dificuldade para realizarem atividades diárias básicas possuem maiores implicações das DCNTs, como por exemplo maior necessidade dos serviços de saúde, uso contínuo de medicamentos, maior impacto econômico sobre o Estado e suas famílias, menor renda familiar, que limita o acesso ao suporte comunitário e social. Malta et al., (2021) ressaltam que as DCNTs são responsáveis pela limitação da capacidade funcional dos idosos, o que acaba comprometendo a autonomia, uma vez que, quanto maior o número de doenças, maiores serão os prejuízos para o idoso desempenhar suas atividades diárias.
Borges et al., (2020) realizaram um estudo com objetivo de avaliar a qualidade de vida de idosos hipertensos e diabéticos da comunidade, analisar suas correlações e caracterizar o perfil desses idosos e verificaram que idosos sem DCNT possuíam melhores escores nos domínios do WHOQOL-OLD quando comparados aos que possuíam uma ou mais DCNTs. Contataram ainda que, quanto maior o número de DCNT em um idoso, pior era a sua percepção sobre bem-estar, o que afetava negativamente sua qualidade de vida.
Segundo Silva et al., (2022) as DCNTs causam elevação de custos diretos e indiretos, tanto para o sistema de saúde quanto para os idosos e suas famílias, onde idosos que possuem mais de uma DCNT exigem maior número de consultas médicas, medicamentos, hospitalizações e tratamentos contínuos, além de possuírem limitações para desenvolver suas atividades diárias. Malta et al., (2021) destacaram que o estudo com base na Pesquisa Nacional de Saúde realizado no ano de 2019 demonstrou que idosos e adultos portadores de DCNTs utilizam de maneira contínua os serviços de saúde, além de ter sido demonstrado maior número de hospitalizações e limitações na realização das atividades usuais.
Autores como Garcia; Souza; Arruda (2024); Melo et al., (2023); Wu et al., (2022); Cavalcante et al., (2022); Moro et al., (2021) destacam que pessoas com menores renda, maior prevalência de DCNTs e menor escolaridade, são portadores de limitações provocadas pelos agravos das DCNTs. Para Alves et al., (2021) as DCNTs são responsáveis pela maioria dos óbitos que ocorrem entre os idosos, sendo que as taxas de mortalidade variam conforme o sexo, renda e regiões brasileiras. As regiões que possuem população de menores renda e populações femininas, estão ligadas a maior mortalidade e menor expectativa de vida saudável.
4 CONCLUSÃO/CONSIDERAÇÕES FINAIS
As DCNTs têm se mostrado como um grande desafio para a qualidade de vida do idoso devido suas múltiplas repercussões psicológicas, físicas e sociais, além de sua elevada prevalência. A revisão dos estudos mostrou que a presença de DCNT está diretamente ligada à perda progressiva da autonomia, comprometimento na realização das atividades diárias, limitações funcionais e crescimento da dependência de cuidados. Além do mais, o impacto emocional proveniente do convívio prolongado com a doença favorece o surgimento de sintomas de ansiedade, depressivos e para o isolamento social, o que agrava o quadro de vulnerabilidade da pessoa idosa.
Assim, é essencial que se implemente políticas públicas voltadas à promoção da saúde, prevenção de doenças e manejo correto e adequado das DCNTs, tendo como foco a interdisciplinaridade e o fortalecimento da rede de apoio familiar e social. Sabe-se que é fundamental investir em educação em saúde e ações de autocuidado, além de estimular a prática de hábitos mais saudáveis, uma vez que isso irá contribuir para a melhoria da qualidade de vida e assim favorecer um envelhecimento saudável e ativo.
REFERÊNCIAS
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1Discente do Curso Superior de Enfermagem da Afya Faculdade Porto Nacional Campus Porto Nacional-TO email: isadoracris884@gmail.com
2Discente do Curso Superior de Enfermagem da Afya Faculdade Porto Nacional Campus Porto Nacional-TO email: jacileneamorim030@gmail.com
3Discente do Curso Superior de Enfermagem da Afya Faculdade Porto Nacional Campus Porto Nacional-TO email: mariasolangeoliveiraalves@gmail.com
4Docente do Curso Superior de Enfermagem da Afya Faculdade Porto Nacional Campus Porto Nacional-TO. Mestre em Programa Saúde da Família. e-mail: ronyerrem@gmail.com
