IMPACT OF POLYPHARMACY ON THE ELDERLY PERSON
REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ra10202511162331
Ana Vitória de Pádua Bordin¹; Bruna Taiane Gomes Copetti¹; Isadora Arantes Martins¹; Rafaela da Silva Vaiandt¹; Kathlleen Gomes Fritz¹; Roberta Fabiani Dodo Diegues¹; Valter Chalub Diegues¹; Francielle Alba de Moraes²
Resumo: O envelhecimento populacional tem levado a um aumento expressivo do uso simultâneo de medicamentos entre idosos, tornando a polifarmácia um dos principais desafios da prática clínica e da saúde pública. Essa condição está relacionada a eventos adversos e comprometimento da qualidade de vida. Métodos: Trata-se de uma revisão bibliográfica de caráter descritivo e reflexivo, realizada nas bases SciELO, BVS, PubMed e Google Acadêmico, entre setembro e outubro de 2025. Foram usados os descritores Polifarmácia (Polypharmacy), Pessoa Idosa (Aged) e Saúde do Idoso (Health of the Elderly), combinados pelos operadores booleanos “AND” e “OR”. Foram incluídos artigos em português e inglês, publicados entre 2012 e 2025, disponíveis em texto completo e relacionados à temática proposta. Resultados: A análise qualitativa revelou que a polifarmácia resulta de fatores clínicos, sociais e organizacionais, estando diretamente relacionada ao uso de medicamentos potencialmente inapropriados, à fragilidade, à desnutrição e ao aumento das hospitalizações. Evidenciou-se que a integração do farmacêutico nas equipes multiprofissionais e a revisão periódica das prescrições contribuem para o uso racional de medicamentos e para a segurança terapêutica dos idosos. Conclusão: Conclui-se que o manejo da polifarmácia requer abordagens interdisciplinares e centradas no paciente, com foco na prescrição racional, na educação em saúde e na desprescrição criteriosa, visando reduzir riscos e promover um envelhecimento saudável e funcional.
PALAVRAS-CHAVE: Polifarmácia, Pessoa Idosa, Saúde do Idoso.
Abstract: Population aging has led to a significant increase in the simultaneous use of medications among the elderly, making polypharmacy one of the main challenges in clinical practice and public health. This condition is associated with adverse events and compromised quality of life. Methods: This is a descriptive and reflective bibliographic review, conducted in the SciELO, VHL (BVS), PubMed, and Google Scholar databases between September and October 2025. The following health science descriptors (DeCS) were used: Polypharmacy, Aged, and Health of the Elderly, combined by the Boolean operators “AND” and “OR.” Articles in Portuguese and English, published between 2012 and 2025, available in full text, and related to the proposed theme were included. Results: The qualitative analysis revealed that polypharmacy results from clinical, social, and organizational factors, being directly related to the use of potentially inappropriate medications, frailty, malnutrition, and increased hospitalizations. It was evidenced that the integration of the pharmacist into multidisciplinary teams and the periodic review of prescriptions contribute to the rational use of medications and therapeutic safety for older adults. Conclusion: It is concluded that the management of polypharmacy requires interdisciplinary and patient-centered approaches, focusing on rational prescribing, health education, and judicious deprescribing, aiming to reduce risks and promote healthy and functional aging.
KEYWORDS: Polypharmacy, Aged, Health of the Elderly.
Introdução
O envelhecimento populacional constitui um fenômeno global caracterizado pela combinação de fatores demográficos, sociais e tecnológicos. No Brasil, as projeções indicam que, em 2050, o país contará com cerca de 253 milhões de habitantes, tornando-se a quinta maior população do planeta (Escorsima, 2021; Miranda, Mendes; Silva, 2016). O envelhecimento é um processo heterogêneo, fortemente influenciado pelas condições socioeconômicas, culturais e de saúde ao longo da vida (Escorsima, 2021).
De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2019, mais da metade da população idosa brasileira apresentava pelo menos uma doença crônica, e cerca de um terço possuía três ou mais condições de saúde de longa duração (IBGE, 2024). Assim, a presença de múltiplas morbidades, somada às mudanças fisiológicas decorrentes do envelhecimento, pode resultar em maior vulnerabilidade clínica (Lourenço et al., 2018).
Dessa forma, a polifarmácia, emerge como um dos principais desafios clínicos no cuidado à população idosa. Ela é frequentemente resultado de múltiplas comorbidades, atendimento por diferentes especialidades médicas e uso de medicamentos além do recomendado em protocolos clínicos (Oliveira et al., 2021; Dantas; Santos, 2018; Andrade et al., 2024). O fenômeno está diretamente relacionado ao aumento do risco de utilização de medicamentos potencialmente inapropriados (Oliveira et al., 2021; Dantas; Santos, 2018; Andrade et al., 2024).
A sensibilidade aumentada dos idosos aos efeitos terapêuticos e tóxicos dos medicamentos decorre de alterações farmacocinéticas e farmacodinâmicas associadas ao envelhecimento, além de possíveis erros de administração (Moreira, 2020; Freitas, 2022; Assunção et al., 2024). O uso de múltiplos medicamentos, somado à presença de doenças crônicas e alterações fisiológicas próprias do envelhecimento, constitui um importante fator de risco (Soares; Okuno, 2024; Bichara et al., 2023).
Mediante o exposto, nossa pesquisa tem por objetivo analisar os impactos da polifarmácia na saúde e na qualidade de vida da população idosa. Dessa forma, visa busca oferecer informações científicas que possam apoiar o desenvolvimento e o aprimoramento de estratégias de intervenção multidisciplinares, com o objetivo de promover um uso mais racional dos medicamentos.
Metodologia
O presente estudo caracteriza-se como uma revisão bibliográfica de natureza descritiva e reflexiva. Este estudo foi conduzido entre os meses de setembro e outubro de 2025, utilizando as seguintes bases de dados eletrônicas: Scientific Electronic Library Online (SciELO), Google Acadêmico, Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e PubMed. Para a busca dos estudos, foram utilizados os Descritores em Ciências da Saúde (DeCS): Polifarmácia (Polypharmacy), Pessoa Idosa (Aged) e Saúde do Idoso (Health of the Elderly). As combinações entre esses descritores foram realizadas por meio dos operadores booleanos “AND” e “OR”, de modo a ampliar a abrangência e a precisão dos resultados encontrados, ilustrado em Figura 1.
Os critérios de inclusão envolveram artigos científicos publicados em português e inglês, acessíveis em texto completo, que abordassem o uso múltiplo de medicamentos por idosos, incluindo seus fatores clínicos, sociais ou organizacionais, além dos impactos na saúde e na qualidade de vida. Foram considerados estudos originais, revisões sistemáticas, revisões integrativas e consensos nacionais e internacionais publicados entre 2012 e 2025, período que abrange as principais novidades científicas recentes sobre o tema. Como critérios de exclusão, descartaram-se trabalhos duplicados, estudos que não tinham relação direta com o assunto, publicações sem revisão por pares e documentos de fontes não indexadas ou com baixa confiabilidade científica.
Após a seleção dos artigos, foi realizada uma análise qualitativa e interpretativa do conteúdo, priorizando a identificação de convergências e divergências entre os autores, bem como as lacunas existentes na literatura sobre o tema. A discussão dos resultados foi desenvolvida de forma a integrar as diferentes perspectivas teóricas e práticas acerca da polifarmácia em idosos, considerando o contexto brasileiro e as recomendações para o cuidado interdisciplinar.
Figura 1 – Fluxograma da Metodologia de Revisão Bibliográfica

Fonte: (Autor, 2025)
Dessa forma, esta metodologia possibilitou uma síntese crítica e atualizada das evidências científicas sobre o impacto da polifarmácia em idosos, favorecendo a compreensão das principais tendências, desafios e implicações clínicas do tema.
DESENVOLVIMENTO
Caracterização e conceito da polifarmácia
A polifarmácia é um fenômeno amplamente discutido na literatura, mas ainda necessita de uma definição universalmente aceita. De modo geral, refere-se ao uso simultâneo de múltiplos medicamentos, normalmente além do necessário para o tratamento clínico indicado (Montamat, 2004). A polifarmácia pode envolver desde o uso concomitante de quatro fármacos até mais de cinco, sendo um conceito que varia conforme o contexto clínico e populacional (Cadogan, 2016; King’s Fund, 2013; Stewart, 1990).
Nesta perspectiva, a preocupação central não se restringe apenas ao número de medicamentos, mas à adequação terapêutica e ao potencial de interações medicamentosas e eventos adversos, sobretudo entre idosos, cujo metabolismo apresenta alterações fisiológicas relacionadas ao envelhecimento (Andrade et al., 2024). Assim, a polifarmácia é entendida como um importante marcador de vulnerabilidade entre pessoas idosas, exigindo avaliação criteriosa das prescrições e acompanhamento contínuo por equipes multiprofissionais (Assunção et al., 2024).
Envelhecimento, multimorbidades e vulnerabilidade ao uso múltiplo de medicamentos
O envelhecimento populacional tem se intensificado nas últimas décadas, impulsionado pela transição demográfica e epidemiológica. Nesse cenário, a polifarmácia, definida pelo uso concomitante de cinco ou mais medicamentos, tornou- se um fenômeno comum entre idosos. Embora muitas vezes necessária para o manejo de condições clínicas complexas, a polifarmácia representa um importante desafio para os sistemas de saúde, por estar relacionada a riscos clínicos significativos e a impactos negativos sobre a qualidade de vida (Oliveira et al., 2021; Dantas; Santos, 2018).
Entre os principais efeitos adversos associados à polifarmácia estão as as interações fármaco-fármaco, reações medicamentosas indesejadas, a intoxicação medicamentosa e o aumento do risco de hospitalizações. O uso prolongado e não racional de medicamentos pode ocasionar descompensações clínicas importantes, como declínio funcional, insuficiência renal e maior vulnerabilidade a agravos de saúde. Além disso, a complexidade dos esquemas terapêuticos favorece erros de administração e baixa adesão ao tratamento, principalmente entre idosos com limitações cognitivas ou físicas (Andrade et al., 2024; Oliveira et al., 2021).
Desse forma, a literatura mostra uma forte relação entre polifarmácia e pior qualidade de vida entre idosos. Estudos brasileiros e internacionais mencionam que o uso de múltiplos medicamentos está associado a piores escores de qualidade de vida em domínios físicos, sociais e psicológicos, refletindo maior dependência funcional, redução da autonomia e comprometimento da vida diária. Ademais, a polifarmácia favorece para a elevação do risco de quedas, eventos adversos graves e mortalidade, sendo considerada um marcador importante de vulnerabilidade clínica nessa faixa etária (Bichara et al., 2023; Soares; Okuno, 2024).
Os determinantes da polifarmácia vão além das condições clínicas, aspectos socioeconômicos, culturais e organizacionais dos serviços de saúde desempenham papel relevante. A fragmentação do cuidado, a ausência de revisão sistemática de prescrições e a automedicação são fatores normalmente associados ao uso excessivo de fármacos. Intervenções multiprofissionais, especialmente com atuação de farmacêuticos e enfermeiros, têm impacto positivo na diminuição de medicamentos desnecessários, na prevenção de interações medicamentosas e na promoção do uso racional de medicamentos entre idosos (Dantas; Santos, 2018; Assunção et al., 2024). O envelhecimento populacional tem favorecido para o aumento expressivo da prevalência de doenças crônicas não transmissíveis e, consequentemente, do uso de múltiplas terapias farmacológicas. Em indivíduos com 65 anos ou mais, a multimorbidade, caracterizada como a coexistência de duas ou mais condições crônicas, é um achado frequente, incluindo patologias cardiovasculares, metabólicas e osteoarticulares, que demandam tratamentos contínuos e complexos (Barnett et al., 2012).
Estudos populacionais demonstram que essa condição eleva significativamente o risco de prescrição simultânea de diferentes classes de medicamentos, aumentando a possibilidade de interações medicamentosas e efeitos adversos cumulativos (Kantor et al., 2015). Desse modo, a polifarmácia emerge como um reflexo direto do avanço da idade, da complexidade clínica e da necessidade de múltiplas intervenções terapêuticas, representando um desafio para a prática médica e farmacêutica no contexto geriátrico.
Polifarmácia e fragilidade em idosos
A literatura aponta uma associação relevante entre a polifarmácia e o estado de fragilidade, embora a direção causal dessa relação ainda não esteja completamente esclarecida. Estudos indicam que tal relação pode ser bidirecional, ou seja, a fragilidade pode ocasionar ao aumento da prescrição de medicamentos, enquanto o uso excessivo de fármacos pode favorecer para o desenvolvimento ou agravamento da fragilidade (Gutiérrez-Valencia et al., 2018).
A ausência de definições padronizadas para ambos os conceitos, fragilidade e polifarmácia, dificulta a comparação entre estudos e limita a formulação de recomendações clínicas robustas. Contudo, há consenso de que o uso inapropriado de múltiplos medicamentos potencializa declínios funcionais, quedas e hospitalizações, sobretudo entre idosos com comprometimento funcional. Assim, a revisão periódica das prescrições e a redução da polifarmácia desnecessária são estratégias recomendadas para minimizar o risco de fragilidade e promover o envelhecimento saudável (Assunção et al., 2024).
Aspectos nutricionais e cognitivos associados à polifarmácia
Os efeitos da polifarmácia não se limitam à esfera farmacológica, alcançando também o estado nutricional e cognitivo dos idosos. O uso prolongado e simultâneo de diferentes medicamentos pode favorecer modificações gastrointestinais, diminuição do apetite e prejuízos na absorção de nutrientes, fatores que contribuem para a desnutrição (Jyrkkä et al., 2012). Essa relação é particularmente crítica em idosos com múltiplas doenças crônicas, nos quais o tratamento medicamentoso frequentemente interfere na ingestão e metabolismo de micronutrientes essenciais.
Além disso, há evidências que relacionam a polifarmácia à fragilidade cognitiva, especialmente em indivíduos de idade avançada e com baixa escolaridade. A desnutrição e o comprometimento cognitivo podem reforçar-se mutuamente, agravando o risco de dependência funcional (Seesen et al., 2021). Entre pacientes idosos com câncer, a relação entre polifarmácia e desnutrição é ainda mais pronunciada: o uso de antineoplásicos e outros fármacos pode causar anorexia, caquexia e distúrbios gastrointestinais, o que necessita de avaliação nutricional integrada e manejo interdisciplinar (Kose; Wakabayashi; Yasuno, 2021).
Estudos recentes reforçam que a avaliação nutricional deve compor rotineiramente a abordagem geriátrica, incluindo a revisão da farmacoterapia, de modo a evitar que interações entre nutrientes e medicamentos agravem o estado de saúde do idoso (Loddo et al., 2022).
Intervenções e estratégias para o uso racional de medicamentos
A literatura tem apontado diversas intervenções voltadas à otimização da prescrição e ao uso racional de medicamentos em idosos. Revisões sistemáticas indicam que ações voltadas à melhoria da prescrição apropriada, como a revisão de medicamentos por equipes multiprofissionais, apresentam resultados promissores, embora as evidências ainda sejam limitadas quanto à magnitude dos efeitos clínicos (Rankin et al., 2018; Cole et al., 2023).
Entre as estratégias analisadas, destaca-se a integração do farmacêutico nas equipes de atenção primária, que tem mostrado impacto positivo na redução do número de medicamentos prescritos e na prevenção de prescrições potencialmente inadequadas. Embora os efeitos sobre a qualidade de vida ainda sejam incertos, essa prática apresenta potencial custo-efetividade e fortalece o cuidado colaborativo (Croke et al., 2023).
Outras abordagens envolvem intervenções comportamentais e educacionais voltadas à adesão medicamentosa, porém os resultados são heterogêneos e de baixa qualidade metodológica, indicando a necessidade de novos ensaios clínicos robustos para avaliar sua efetividade (Cross et al., 2020).
Por fim, estudos recentes reforçam a importância de práticas centradas no paciente, que promovam revisões individualizadas de medicamentos (deprescrição) e considerem o impacto das decisões terapêuticas na percepção de saúde e autonomia dos idosos. Tais abordagens reforçam que o manejo da polifarmácia deve ser humanizado e compartilhado, valorizando a participação ativa do paciente nas decisões terapêuticas (Reeve et al., 2022).
CONCLUSÃO
Neste contexto, a polifarmácia é um dos maiores desafios enfrentados na prática clínica geriátrica atualmente. Ela está ligada a riscos como eventos adversos, desnutrição, fragilidade e perda de funcionalidade, além de afetar a autonomia e a qualidade de vida dos idosos.
Por isso, resolver esse problema exige uma abordagem que envolva diferentes profissionais de saúde, como médicos, farmacêuticos, nutricionistas e outros especialistas. O foco deve estar na prescrição cuidadosa, na revisão regular das terapias e na promoção de educação em saúde. Embora as evidências atuais mostrem que a colaboração com o farmacêutico e ações multiprofissionais trazem benefícios, ainda precisamos de estudos mais aprofundados e duradouros para confirmar esses efeitos na saúde e bem-estar dos idosos brasileiros.
REFERÊNCIAS
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¹ Graduação em Medicina (Faculdade Metropolitana – Porto Velho – RO)
² Docente – Medicina (Faculdade Metropolitana – Porto Velho – RO)
