IDENTIFICAÇÃO DE ATAQUES CIBERNÉTICOS EM REDES PÚBLICAS COM AUXÍLIO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

IDENTIFICATION OF CYBERATTACKS IN PUBLIC NETWORK WITH THE AID OF ARTIFICIAL INTELLIGENCE

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/ra10202512120952


Netzél Crhysthyan Da Silva Arévalo1
Alexandre Fonseca de Castro2


Resumo

O presente trabalho tem como objetivo analisar o uso da Inteligência Artificial (IA) na identificação e prevenção de ataques cibernéticos em redes públicas sem fio. Com o aumento do uso de conexões abertas, como as disponíveis em aeroportos, cafeterias e estabelecimentos comerciais, os usuários tornam-se cada vez mais vulneráveis a invasões, roubo de dados e vazamentos de informações sensíveis. A pesquisa, de natureza aplicada, com abordagem qualitativa e exploratória, baseia-se em revisão bibliográfica de estudos sobre ferramentas de detecção de intrusões (IDS), como Snort e Suricata, e sobre a aplicação de algoritmos de aprendizado de máquina na segurança cibernética. Os resultados indicam que a IA desempenha papel fundamental na análise em tempo real e na detecção de padrões anômalos, e tendo mais eficiência na prevenção de ataques. Além disso, verificou-se que a integração da IA com redes definidas por software (SDN) amplia a eficiência dos mecanismos de defesa, tornando-os mais autônomos e proativos. Essa abordagem favorece a mitigação de riscos e fortalece a resiliência das infraestruturas digitais diante do aumento da complexidade dos ataques cibernéticos. 

Palavras-chave: Ataque cibernético, segurança, Wi-Fi público, inteligência artificial, aprendizado de máquina. 

1. INTRODUÇÃO

A evolução tecnológica e o avanço da conectividade global têm proporcionado inúmeros benefícios  à sociedade contemporânea. Contudo, o crescimento exponencial do uso da Internet e das redes sem fio públicas também trouxe um aumento significativo na ocorrência de ataques cibernéticos, que visam explorar vulnerabilidades e comprometer a segurança das informações. Locais de acesso livre, como aeroportos, cafeterias e centros comerciais, tornaram-se ambientes propícios para a atuação de invasores, colocando em risco a privacidade de usuários e instituições.  A Inteligência Artificial (IA) tem se destacado em diversas aplicações, como assistentes virtuais e automação de processos, demonstrando grande potencial para aprimorar a segurança digital (SANTOS, 2024). Assim, este estudo busca analisar como a IA pode ser utilizada para identificar e prevenir ataques cibernéticos em redes públicas, reforçando a importância dessa tecnologia na proteção de dados e informações. 

2. JUSTIFICATIVA  

Dada a frequência de incidentes em que usuários foram vítimas de ataques cibernéticos após a utilização de Wi-Fi em redes públicas, torna-se importante realizar a identificação e análise desses tipos de ataques. Diante disso é essencial investigar as causas e os fatores que propiciam a ocorrência dessas ameaças, visando o desenvolvimento de estratégias de prevenção mais eficazes. 

Para isso é necessário aprimorar a segurança, para que possa garantir à proteção da privacidade  dos usuários, prevenindo possíveis danos e prejuízos. 

Em situações como essas, o uso da inteligência artificial se mostra uma possível solução para identificar esses possíveis ataques, e também prescrever e elaborar formas de evitá-los. 

3. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 

3.1 Segurança Cibernética em Redes Públicas

A segurança cibernética tem se tornado um grande desafio, especialmente com o crescente número de incidentes de vazamento de dados, logo após usuários se conectarem a uma rede pública, como Wi- Fi de locais públicos; aeroportos; cafeterias ou lojas. Essas redes  públicas, por serem de acesso livre, acabam apresentando mais vulnerabilidade a esse tipo de  ataque, se tornando um perigo para quem acessa como também para os próprios proprietários,  como exemplo uma loja podendo ter seus dados vazados ou hackeados, e perdendo até acesso a  sua conta bancária.

Uma solução promissora para mitigar esses riscos é o uso de inteligência artificial, que  pode atuar na prevenção de ataques por meio de sistemas como o Intrusion Detection System  [IDS], utilizando ferramentas como Snort ou Suricata, sendo capaz de identificar padrões que  indicam e bloqueiam ataques em andamento, como também é capaz de identificar quais os  pontos vulneráveis da rede pública, e assim prevenir possíveis ataques. 

3.2 Sistemas de Detecção de Intrusão (IDS)

A IDS, ou sistemas de detecção de invasão monitoram os sistemas operacionais ou redes de computadores em busca de ações potencialmente prejudiciais (ALVES,  2018).  O suricata IDS é um software de detecção de intrusão de código aberto que ajuda a  monitorar os seus pacotes e executar análise comportamental de alto nível para identificar  possíveis ameaças (Santos da Cruz,G (2022). 

Snort é um IDS capaz de realizar análise de tráfego em tempo real e registro de pacotes em redes de computadores. Criado em 1998 por Martin Roesch é atualmente mantido pela Cisco. Basicamente, possui três principais funções: sniffer de pacotes; registrador de pacotes ou um  completo sistema de prevenção de intrusos. A ferramenta pode ser obtida gratuitamente em  versões para Windows ou Linux do site oficial sob uma licença GNU GPL v.2 (OpenSource) 6  CEZAR, C.; TREVISAN, A. (2015). 

A abordagem de IDS baseada em Inteligência Artificial e Machine Learning busca  reproduzir métodos semelhantes ao aprendizado humano, como reconhecimento de padrões e  otimização ( Felicio et al., 2025). 

3.3 Redes Definidas por Software (SDN) e Segurança Cibernética

Com a capacidade de monitorar e controlar o fluxo de dados em tempo real , a SDN  pavimenta o caminho para detectar e mitigar ameaças rapidamente, isolando segmentos  comprometidos e prevenindo a propagação de ataques. Os estudos realizados sobre o estado da arte e o referencial teórico na área de segurança de dados em sistemas SDN, indicam que a  centralização das soluções existentes pode incorrer em questões de desempenho bem como  vulnerabilidades de segurança. Isso acontece pela necessidade de intervenção do controlador  central da SDN (WANG et al., 2018 apud Nogueira, M. (2024) a. 

Por outro lado a flexibilidade da SDN permite a integração eficiente de novas soluções  de segurança, tais como as baseadas em Inteligência Artificial (IA), que podem prever e  neutralizar ataques antes que causem danos significativos (ABDI et al., 2024 apud Nogueira, M.  (2024) b. Dessa forma, a SDN não só permite aumentar a resiliência das redes contra ameaças  cibernéticas, mas também proporcionar um ambiente mais seguro e confiável para o  desenvolvimento de novas aplicações e serviços. Mecanismos proativos para detecção e mitigação de intrusões em SDNs se apresentam como uma solução avançada para crescente  sofisticação e frequência dos ataques cibernéticos. 

Esses mecanismos permitem a identificação e neutralização de ameaças antes que  elas possam causar danos significativos, ao contrário dos mecanismos reativos, que só entram  em ação após a ocorrência do ataque e podem causar prolongados períodos de crise. Assim, a  adoção de abordagens proativos não apenas reforça a segurança e resiliência das SDNs, mas  também minimiza o tempo de resposta e os custos associados à recuperação de incidentes de  segurança, o que motiva o desenvolvimento deste trabalho.( Nogueira, M. (2024)) 

A segurança cibernética é uma prática de proteger informações e dados de fontes externas  na Internet, abrangendo a proteção de redes, servidores, intranets e sistemas de computador. Com  o aumento da sofisticação dos ataques cibernéticos, a Inteligência Artificial (IA) tornou-se uma  ferramenta essencial, analisando grandes volumes de dados, identificando padrões e respondendo  a ameaças em tempo real. Ao aplicar algoritmos de aprendizado de máquina, a IA pode detectar  anomalias no tráfego de rede e logs de sistema, melhorando significativamente a segurança  cibernética ao identificar possíveis violações de segurança (PEREIRA, 2024 apud Rodrigues,  2025). 

 Portanto, diante da vulnerabilidade que apresenta o uso das redes públicas o IDS seria  essencial para garantir segurança cibernética e reduzir os riscos de vazamento de dados dos  usuários, com auxilio da inteligência artificial que visa identificar em tempo real as ameaças.

4. METODOLOGIA DA PESQUISA  

A presente pesquisa será aplicada com abordagem qualitativa e exploratória, utilizando um estudo de revisão bibliográfica. O objetivo é analisar o uso de sistemas baseados em Inteligência Artificial (IA) que podem contribuir para a segurança cibernética em redes públicas sem fio (Wi-Fi).

As informações coletadas nesse estudo, fundamentam-se em artigos científicos,  monografias e publicações acadêmicas recentes que abordam a integração de IA e aprendizado  de máquina (machine learning) em sistemas de detecção de intrusões (IDS), como o Snort e o  suricata. Essas ferramentas foram analisadas quanto à sua aplicabilidade de padrões anômalos,  prevenção de ataques e resposta automática a ameaças. 

Além disso, foram considerados estudos sobre o uso de redes definidas por software  (SDN), que permitem maior controle e monitoramento do tráfego de dados em tempo real. A  análise dessas soluções visa compreender como a combinação entre IA, IDS e SDN podem aprimorar  os mecanismos de defesa cibernética, reduzindo a vulnerabilidade de usuários conectados a redes  públicas. 

A coleta de informação foi realizada por meio de pesquisa documental, utilizando bases  de dados acadêmicas, repositórios institucionais e publicações especializadas na área de  segurança da informação. As fontes utilizadas priorizam estudos realizados entre 2018 e 2025,  garantindo atualidade e relevância dos dados analisados. 

Por fim, os resultados obtidos a partir da revisão foram sistematizados e interpretados de  forma a identificar as principais contribuições da Inteligência Artificial na detecção, mitigação e  prevenção de ataques cibernéticos, destacando as tendências tecnológicas que podem ser aplicadas  na proteção de redes públicas.

5. RESULTADOS E DISCUSSÃO 

Os resultados obtidos por meio da revisão bibliográfica demonstram que a Inteligência  Artificial (IA) possui papel essencial no aprimoramento da segurança cibernética em redes  públicas, especialmente pela capacidade de identificar e responder a ameaças em tempo real. O  uso de técnicas de aprendizado de máquina (machine learning) em sistemas de detecção de  intrusões (IDS), como o Snort e o Suricata, tem se mostrado eficaz na identificação de padrões  anômalos no tráfego de dados, aumentando a eficiência na mitigação de ataques e reduzindo o  tempo de resposta (ALVES, 2018; SANTOS DA CRUZ, 2022). 

Além disso, destaca-se o avanço proporcionado pelas redes definidas por software  (SDN – Software Defined Networks), que possibilitam o controle centralizado do tráfego e a  aplicação dinâmica de políticas de segurança. Quando integradas à IA, essas redes favorecem a contenção imediata de ameaças e o isolamento de segmentos comprometidos, representando  uma abordagem mais eficiente e inteligente na defesa de infraestruturas digitais. 

Nessa perspectiva, os estudos de Cabral (2024) e Nogueira (2024) apresentam  abordagens complementares sobre o uso da Inteligência Artificial associada às SDNs. Cabral  (2024) desenvolve um modelo preditivo de detecção de intrusão baseado em múltiplas técnicas  de aprendizado de máquina aplicadas a redes SDN. Sua proposta enfatiza o aspecto técnico da  integração entre IA e controle de tráfego, evidenciando que a automação e o aprendizado  contínuo aumentam a precisão e reduzem o tempo de detecção. Assim, Cabral foca na eficiência  operacional e no desempenho das soluções automatizadas. 

Por outro lado, Nogueira (2024) adota uma visão estratégica e sistêmica da segurança  cibernética, defendendo que a IA deve atuar não apenas como ferramenta de detecção, mas  também como mecanismo de adaptação e governança inteligente das redes. Para Nogueira, a  centralização excessiva proposta por alguns modelos SDN pode gerar vulnerabilidades,  tornando necessário um sistema mais distribuído e resiliente, no qual a IA coordena respostas  dinâmicas entre múltiplos pontos de defesa. 

Ao comparar as duas abordagens, observa-se que Cabral (2024) prioriza a velocidade  e eficiência técnica da detecção, enquanto Nogueira (2024) enfatiza a resiliência e  adaptabilidade estratégica das redes inteligentes. Ambas convergem ao reconhecer que a  Inteligência Artificial é indispensável para o fortalecimento da segurança digital, mas divergem  quanto à forma de implementação: Cabral propõe um modelo mais centralizado e técnico, e  Nogueira defende uma estrutura mais autônoma e distribuída.

Aplicando essas perspectivas ao contexto das redes públicas Wi-Fi, nota-se que o  equilíbrio entre as duas visões é o caminho mais adequado. Em ambientes de uso coletivo e alta  rotatividade de usuários, como redes públicas, é necessário aliar a agilidade de resposta  destacada por Cabral à resiliência adaptativa sugerida por Nogueira. Essa integração possibilita  um sistema de defesa mais inteligente, capaz de detectar, isolar e neutralizar ameaças em tempo  real, ao mesmo tempo em que aprende e se ajusta às novas formas de ataque. 

Em síntese, a comparação entre os autores reforça que o futuro da segurança cibernética  depende da convergência entre o desempenho técnico e a adaptabilidade estratégica. A  combinação das abordagens de Cabral e Nogueira fornece um referencial teórico robusto para  o desenvolvimento de soluções baseadas em IA, aplicáveis tanto em redes corporativas quanto  em redes públicas Wi-Fi, consolidando a IA como o principal eixo de evolução da  cibersegurança contemporânea.

6. CONCLUSÃO 

A segurança cibernética em redes públicas permanece um dos maiores desafios da era  digital, especialmente diante da crescente sofisticação dos ataques e do aumento da  conectividade em espaços abertos. As pesquisas analisadas evidenciam que os sistemas  tradicionais de detecção de intrusões (IDS) são eficazes, mas limitados quando aplicados  isoladamente, sobretudo em ambientes dinâmicos e de grande tráfego. 

Nesse cenário, a incorporação da Inteligência Artificial (IA) e do Aprendizado de  Máquina (Machine Learning) representa um avanço significativo, pois essas tecnologias ampliam a  capacidade de análise em tempo real, identificando padrões anômalos e antecipando possíveis  invasões com maior precisão. Ferramentas como Snort e Suricata, quando integradas a modelos  de IA, demonstram resultados promissores na detecção e mitigação de ameaças, contribuindo  para a construção de redes mais seguras. 

Contudo, a revisão aponta que ainda há lacunas relevantes relacionadas à escalabilidade,  desempenho e atualização contínua dos algoritmos frente à evolução das técnicas de ataque.  Assim, torna-se imprescindível o aprofundamento de estudos voltados à integração de métodos inteligentes adaptativos e ao desenvolvimento de soluções proativas e autônomas de defesa. 

A aplicação da IA na segurança cibernética é um caminho estratégico e irreversível.  Além de fortalecer os mecanismos de proteção em redes públicas, ela redefine a forma como a  segurança digital é concebida, caminhando para um modelo mais preventivo, inteligente e autossustentável. 

Portanto, conclui-se que o uso de Inteligência Artificial integrada a IDS e SDN  representa um avanço indispensável para o monitoramento e proteção de redes públicas,  contribuindo para um ambiente digital mais seguro e eficiente.

REFERÊNCIAS

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1Discente do Curso Superior de Engenharia da Computação da Fundação Centro de Análise, Pesquisa e inovação Tecnológica – FUCAPI
2Docente do Curso Superior de Engenharia da Computação do Instituto Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica Campus Manaus. Especialista em Robótica Educacional (PROMINAS). e-mail: alexandre.hfcastro@gmail.com