HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA – PERFIL DE PACIENTES HIPERTENSOS DO PROGRAMA FARMÁCIA POPULAR DO MUNICÍPIO DE ITAPERUNA – RJ

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202512161116


Hugo Cardoso Esposti1


RESUMO 

A hipertensão arterial pode ser entendida como a presença de um nível persistente de pressão arterial acima dos valores de referência considerados como normais para a média da população, qual seja entre 120 a 140 mm Hg (Sistólica) e 80 a 90 mm Hg. (Diastólica). Os objetivos do tratamento da hipertensão arterial consistem em prevenir as sequelas de longa evolução da doença, durante o tratamento sem medicamentos o paciente portador de hipertensão deve ser estimulado a reduzir o seu peso evitando à ingestão de gorduras saturadas, insaturadas trans, reduzir o consumo de álcool, e se fumantes, esta prática deve ser abolida, deve-se restringir o consumo de sódio e se implantar ou aumentar a prática de atividades físicas de maneira regular. O presente estudo tem como objetivo identificar o nível de conhecimento de pessoas com hipertensão arterial acerca desta patologia e verificar de forma quantitativa fatores como presença de histórico familiar, presença de sintomas, dieta para controle da hipertensão, uso de medicamentos de controle hipertensivo e eficácia do tratamento medicamentoso proposto. Através deste estudo pôde-se inferir que apesar de parte dos pacientes hipertensos inscritos no programa “Farmácia Popular” do município de Itaperuna-RJ, desconhecerem informações acerca da doença, a terapêutica medicamentosa proposta para o tratamento da hipertensão arterial sistêmica no setor em questão foi bem empregada e consequentemente bem adotada pelos componentes da amostra, uma vez que todos relataram melhora durante o tratamento da hipertensão arterial. Contudo, ressalta-se que além do tratamento farmacológico da HAS, é importante também envolver medidas não farmacológicas, como a introdução à alguma atividade física, redução do sal da alimentação assim como das gorduras saturadas com aumento de frutas e fibras, redução do peso corporal e do consumo de álcool e tabagismo. 

Palavras chave: Hipertensão, Farmácia Popular, Tratamento 

ABSTRACT 

Hypertension can be understood as the presence of a persistent level of blood pressure above the reference values considered as normal for the population mean, which is between 120 to 140 mm Hg (Systolic) and 80 to 90 mm Hg. (Diastolic). The goals of the treatment of arterial hypertension are to prevent the long-term sequelae of the disease, during treatment without medication, the patient with hypertension should be encouraged to reduce their weight, avoiding the ingestion of saturated and trans unsaturated fats, reducing the consumption of alcohol, and if smokers, this practice should be abolished, sodium consumption should be restricted and physical activity should be implemented or increased on a regular basis. This study aims to identify the level of knowledge of people with hypertension about this pathology and to quantitatively verify factors such as the presence of family history, presence of symptoms, diet to control hypertension, use of drugs to control hypertension and effectiveness of proposed drug treatment. Through this study, it could be inferred that although part of the hypertensive patients enrolled in the “Popular Pharmacy” program in the municipality of Itaperuna-RJ did not know information about the disease, the drug therapy proposed for the treatment of systemic arterial hypertension in the sector in question was well used and consequently well adopted by the sample components, since all reported improvement during the treatment of arterial hypertension. However, it is noteworthy that in addition to the pharmacological treatment of SAH, it is also important to involve non-pharmacological measures, such as the introduction of some physical activity, reduction of dietary salt as well as saturated fat with an increase in fruit and fiber, reduction in body weight and consumption of alcohol and tobacco. 

Keywords: Hypertension, Popular Pharmacy, Treatment 

1. Introdução 

Atualmente, sabe-se que as doenças cardiovasculares são a maior causa de mortes no mundo. No ano de 2008 estima-se que elas foram responsáveis por mais de 17 milhões de óbitos, dos quais três milhões ocorreram antes dos 60 anos de idade, porém o fato que chama ainda mais atenção é que grande parte poderia ter sido evitada. A Organização Mundial de Saúde calcula que em 2030 quase 23,6 milhões de pessoas morrerão de doenças cardiovasculares ao redor do mundo (RADOVANOVIC, 2014). 

A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é considerada um importante problema de saúde pública devido à sua alta prevalência e baixas taxas de controle, contribuindo significativamente nas causas de morbidade e mortalidade cardiovascular. Dentro do espectro das doenças cardiovasculares, a hipertensão arterial sistêmica constitui importante fator de risco para complicações cardíacas e cerebrovasculares, uma vez que é considerada um problema de saúde pública em âmbito mundial. No ano 2000, a prevalência da HAS na população mundial era de 25% e a estimativa para o ano de 2025 é de 29%. Estudos realizados no Brasil revelaram que a taxa de prevalência da hipertensão arterial variou entre 22,3 e 43,9%, com média de 32,5% (CESARINO et al, 2008; ROSÁRIO et al, 2009). 

De acordo com Yamada et al, (2011) a hipertensão arterial é uma patologia caracterizada pela persistência de pressão arterial sistólica acima de 135mmHg e diastólica acima de 85mmHg, sendo hoje considerada um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares e cerebrovasculares. Possui uma condição clínica de caráter multifatorial definida por níveis elevados e sustentados de pressão arterial (PA). Frequentemente, associa-se a alterações funcionais e/ou estruturais dos órgãos-alvo (coração, encéfalo, rins e vasos sanguíneos) e também a alterações metabólicas, predispondo assim o indivíduo a um consequente aumento do risco de eventos cardiovasculares fatais e não-fatais (YAMADA et al, 2011). 

A HAS pode ser conceituada como uma doença crônica não transmissível, de causas multifatoriais associada a alterações funcionais, estruturais e metabólicas. As estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS) indicam que as doenças crônicas não transmissíveis são responsáveis por 58,5% de todas as mortes ocorridas no mundo e por 45,9% da carga global de doenças (SILVA et al, 2016). 

A não adesão do paciente ao tratamento anti-hipertensivo, seja pela falta de conhecimento a respeito da gravidade da doença ou acesso a saúde, assim como o diagnóstico tardio e o curso prolongado e assintomático da doença, é amplamente descrita como um dos principais desencadeadores dos agravos da HAS, suscitando o desenvolvimento de estudos com esta temática. Consonantemente, estimativas apontam que o grau de não adesão mundial aos tratamentos de Doenças Crônicas (DC) varia de 25 a 50% (BARRETO et al, 2014). 

Diante do exposto, o presente estudo tem como objetivo identificar o nível de conhecimento de pessoas com hipertensão arterial acerca desta patologia e verificar de forma quantitativa fatores como presença de histórico familiar, presença de sintomas, dieta para controle da hipertensão, uso de medicamentos de controle hipertensivo e eficácia do tratamento medicamentoso proposto. 

2. Materiais e Métodos 

Para este artigo, foi feito uma pesquisa de campo, um formulário foi elaborado (Anexo I) para ser usado em pacientes/clientes hipertensos inscritos no programa “farmácia popular” de uma drogaria localizada no município de Itaperuna-RJ. A escolha dos candidatos foi feita de forma aleatória independente de sexo ou idade, que assim compartilharam informações sobre suas condições e conhecimentos relacionados a hipertensão arterial. Ao todo foram preenchidos 30 formulários no próprio estabelecimento. 

3. Resultados 

A população analisada foi composta por 30 indivíduos com faixa etária entre 25 e 82 anos de idade, portadora de hipertensão arterial sistêmica (HAS) e outras comorbidades clínicas, sendo excluídos da amostra os pacientes sem histórico de HAS e com níveis pressóricos considerados normais pelas V Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial. 

Em relação a distribuição por sexo dos 30 pacientes analisados, houve predominância do sexo feminino com 17 casos, correspondendo a 57% dos pacientes hipertensos e 13 casos do sexo masculino (43%). Quanto ao histórico familiar todos os pacientes da amostra relataram possuir histórico familiar de hipertensão arterial sistêmica, sendo este um fator comum entre os dois grupos (masculino e feminino) analisados.

Pesquisa sobre Hipertensão Arterial realizada no município de Itaperuna – RJ 
Total de Entrevistados 30 
Homens 13 
Mulheres 17 
Faixa Etária 25 a 82 anos 
Perguntas Respostas masculinas Respostas Femininas 
Vai ao médico regularmente? Sim = 8; Não = 5 Sim = 12; Não = 5 
Faz exames de rotina? Sim = 8; Não = 5 Sim = 13; Não = 4 
Sabe o que é Hipertensão? Sim = 8; Não = 5 Sim = 7; Não = 10 
Possui algum parente hipertenso na família? Sim = 13; Não = 0 Sim = 17; Não = 0 
Tem sintomas da doença? Sim = 12; Não = 1 Sim = 17; Não = 0 
Faz dieta para ajudar no controle da hipertensão? Sim = 0; Não = 13 Sim = 3; Não = 14 
Pratica exercícios físicos? Sim = 1; Não = 12 Sim = 3; Não = 14 
Usa medicamentos para controlar a Hipertensão? Sim = 13; Não = 0 Sim = 17; Não = 0 
Houve melhora durante o tratamento? Sim = 13; Não = 0 Sim = 17; Não = 0 
Possui alguma doença junto à Hipertensão? Sim = 4; Não = 9 Sim = 11; Não = 6 

Um fator que vem sendo estudado ultimamente é a relação do conhecimento do indivíduo frente à doença e a adesão ao tratamento proposto, onde de acordo Barreto et al, (2014) quanto menor o grau de conhecimento do paciente sobre sua patologia menor o comprometimento no autocuidado e adesão ao tratamento, uma vez que apesar de conhecerem o que deve ser feito, os pacientes não agem em conformidade com tal saber, pois, enquanto o conhecimento é racional, a adesão envolve um processo multifatorial influenciado por fatores emocionais, sociais, biológicos e culturais. No presente estudo, 50% do total da amostra (15 pacientes), não sabem o que é hipertensão. 

A história familiar tem grande relevância no desenvolvimento da hipertensão, tanto é que, quando os dois pais têm hipertensão arterial, a chance de os filhos ficarem hipertensos é maior do que quando apenas um deles é hipertenso. Na presente pesquisa pode-se destacar o fato de que todos os pacientes têm algum parente hipertenso na família. Nos indivíduos com antecedente familiar de hipertensão, a exposição a fatores ambientais como o sal vai resultar na ativação dos sistemas nervoso simpático e renina-angiotensina. E segundo Lopes (2014), o desequilíbrio desses sistemas vai resultar em alterações estruturais e funcionais dos vasos que geram o aumento da resistência vascular sistêmica, que é o principal mecanismo da hipertensão arterial primária. 

Embora a HAS apresente um curso prolongado e assintomático – o que faz muitos indivíduos a não iniciarem o tratamento precocemente, optando por tratar apenas após observarem os sinais desencadeadores de agravos da HAS – observou-se que uma parcela significativa da amostra, 29 pacientes, têm sintomas da doença. 

Quanto a dieta para ajudar no controle da hipertensão, é consenso no meio científico que em uma abordagem não farmacológica da HAS, a redução de sal é uma das intervenções mais importantes, uma vez que ao diminuir a ingestão de sódio para 2g/dia ou cloreto de sódio para 5g/dia pode-se obter uma redução da pressão arterial de 2 a 8mmHg, na presente pesquisa pode-se notar que nenhum indivíduo da amostra faz dieta para ajudar no controle da HAS. Na presente pesquisa notou-se que nenhum indivíduo da amostra faz uma dieta para ajudar no controle da hipertensão arterial. 

4. Discussão 

A associação entre uma dieta rica em sódio e sua excreção urinária como fator etiológico primário da hipertensão arterial (HA) em humanos é antiga. Evidências epidemiológicas demonstram que há uma correlação direta entre a magnitude da ingestão de sódio na dieta e o aumento da prevalência de HA. Populações com ingestões pequenas de sódio praticamente não apresentam hipertensão (BOMBIG et al, 2014). 

Existem evidências clínicas apoiando benefícios cardiovasculares da restrição de sal (RODRIGUES et al, 2011).  Os melhores resultados vêm de duas meta-análises de estudos randomizados com períodos de intervenção de até seis meses. Uma meta-análise analisou separadamente estudos de pacientes que eram normotensos ou hipertensos (TAYLOR et al, 2011) Eventos foram melhores com restrição de sódio, mas o efeito não foi estatisticamente significante. A segunda meta-análise combinou os resultados em pacientes normotensos e hipertensos (HE & MACGRAGOR, 2011).  Com grande número de pacientes, a restrição de sódio associou-se com redução significativa de eventos cardiovasculares (8,0 versus 10,1%), mas o benefício na mortalidade ainda não foi significante. Esse benefício talvez seja devido, pelo menos em parte, à queda obtida na pressão com a restrição de sódio (TAYLOR et al, 2011). 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estimou que 50 a 70% dos hipertensos não aderem ao tratamento medicamentoso prescrito. No entanto, de acordo com o percentual encontrado no presente estudo onde todos os pacientes relatam que houve melhora durante o tratamento proposto, pode-se afirmar que a adesão ao tratamento anti-hipertensivo foi muito alta, embora contradiga os estudos de maior proporção onde evidenciam que tanto em países emergentes quanto nos desenvolvidos há uma baixa adesão ao tratamento proposto (WEBER et al, 2014; PLASTER, 2006; BORGES & CAETANO, 2005; LEITE & VASCONCELLOS, 2003). 

A relação existente entre a não adesão ao tratamento da HAS e o conhecimento do paciente sobre a doença e o regime terapêutico tem sido reportada. Contudo, essa relação ainda necessita de maiores evidências. Ademais, para que os profissionais de saúde possam atuar de maneira mais eficaz, propondo e implementando ações que atendam às reais necessidades dessa população, é necessário identificar os pacientes que não aderem ao tratamento, bem como suas características e os motivos pelos quais isso ocorre (BARRETO et al, 2014; GUIRADO et al, 2011; OSAMOR & OWUMI, 2011). 

Segundo Nogueira et al, (2010) esta situação deve-se ao fato de a hipertensão arterial sistêmica ser uma doença pouco sintomática, aos esquemas terapêuticos complexos, aos efeitos colaterais, ao custo dos medicamentos, a falta de conhecimento sobre a doença e principalmente a longa duração do tratamento, entre outros. 

5. Conclusão 

Através deste estudo pôde-se inferir que apesar de parte dos pacientes hipertensos inscritos no programa “Farmácia Popular” do município de Itaperuna-RJ, desconhecerem informações acerca da doença, a terapêutica medicamentosa proposta para o tratamento da hipertensão arterial sistêmica no setor em questão foi bem empregada e consequentemente bem adotada pelos componentes da amostra, uma vez que todos relataram melhora durante o tratamento da hipertensão arterial. 

Contudo, ressalta-se que além do tratamento farmacológico da HAS, é importante também envolver medidas não farmacológicas, como a introdução à alguma atividade física, redução do sal da alimentação assim como das gorduras saturadas com aumento de frutas e fibras, redução do peso corporal e do consumo de álcool e tabagismo. 

6. Referências 

BARRETO, M. S.; et al. Conhecimento sobre hipertensão arterial e fatores associados à não adesão à farmacoterapia. Rev. Latino-Am. Enfermagem, v. 22, n. 3, p. 484-490, 2014. 

BOMBIG, M. T.; et al. A importância do sal na origem da hipertensão. Rev. Bras. Hipertens. v. 21, n. 2, p. 63-67, 2014. 

BORGES, P. C. S, CAETANO, J. C. Abandono do tratamento da hipertensão arterial Sistêmica dos pacientes cadastrados no HIPERDIA/MS em uma unidade de saúde do município de Florianópolis-SC, Santa Catarina. Arq. Cat. Med. v. 34, n. 1, p. 45-50, 2005. 

BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de atenção básica. Coordenação Nacional de Hipertensão e Diabetes. Hipertensão arterial e diabetes mellitus. Morbidade auto referida. Brasília: Ministério da Saúde; 2011. Disponível em: http://www.sbn.org.br/pdf/ vigitel.pdf. Data de acesso 27 de abril de 2019. 

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1Bacharel em Farmácia, Pós Graduado, hugoesposti@gmail.com