GINCANA DE RECICLAGEM COMO INSTRUMENTO DE CONSCIENTIZAÇÃO DA SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA NO ENSINO FUNDAMENTAL DE UMA ESCOLA PÚBLICA EM JANUÁRIA-MG.

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/cl10202602261120


Autor: Daiane Alves Rodrigues
 Coautor: Ângelo Oliveira Ferreira
Orientador: Heron Walmor Santos Cruz


RESUMO

A crescente produção de resíduos sólidos e a necessidade de promover práticas mais sustentáveis no ambiente escolar reforçam a importância da Educação Ambiental como ferramenta formadora de cidadãos conscientes e críticos. Nesse contexto, este artigo apresenta um relato de experiência sobre a realização de uma gincana de reciclagem com alunos do Ensino Fundamental de uma escola pública em Januária-mg, desenvolvida como estratégia lúdica para estimular a reflexão sobre o descarte correto de resíduos e incentivar atitudes sustentáveis. A atividade envolveu desafios criativos, provas práticas e dinâmicas cooperativas, integrando teoria e prática por meio do reaproveitamento de materiais, trabalho em equipe e resolução de problemas. Os resultados evidenciaram elevado engajamento dos estudantes, que demonstraram criatividade, responsabilidade e maior compreensão acerca da reciclagem e do consumo consciente. Conclui-se que atividades lúdicas constituem instrumentos eficazes na Educação Ambiental, favorecendo a construção de valores socioambientais e contribuindo para o desenvolvimento de uma cultura escolar mais sustentável.

Palavras chaves: Educação ambiental; Reciclagem; Sustentabilidade.

1. INTRODUÇÃO  

A crescente geração de resíduos sólidos é um dos maiores desafios ambientais da atualidade, resultado direto do consumo excessivo e do descarte inadequado de materiais (Lima, 2022). Esse cenário tem despertado a atenção de pesquisadores, educadores e gestores públicos, que reconhecem a urgência de promover ações que estimulem a mudança de comportamento e o desenvolvimento de práticas sustentáveis. A educação ambiental, nesse contexto, assume um papel essencial na formação de cidadãos conscientes e críticos, capazes de compreender a interdependência entre o ser humano e o meio ambiente e de adotar atitudes responsáveis no seu cotidiano (Escanhoela, 2016).  

Conforme estabelece a Lei nº 9.795, de abril de 1999, a educação ambiental deve ser tratada como um componente essencial e permanente da educação nacional. Essa legislação reforça a importância de que o tema esteja presente em todos os níveis e modalidades de ensino, de maneira articulada, abrangendo tanto as práticas formais quanto as não formais (Brasil, 1999). Tal perspectiva busca consolidar a educação ambiental como um processo contínuo e interdisciplinar, que vai além do simples repasse de conteúdos e envolve a formação ética, cultural e social do indivíduo.  

A escola, como espaço de construção do conhecimento e transformação social, apresenta-se como um ambiente privilegiado para o desenvolvimento de ações que promovam reflexão sobre a relação entre o ser humano e o meio ambiente (Bragagnollo, 2019). Nesse sentido, os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) indicam que a Educação Ambiental deve ser tratada como um tema transversal, estando presente em todas as disciplinas do Ensino Básico. Essa abordagem favorece a integração entre teoria e prática e contribui para o desenvolvimento de uma consciência ecológica que ultrapasse os limites da sala de aula, estendendo-se à comunidade escolar e ao entorno (Brasil, 2012).  

Segundo Silva (2019) trabalhar a temática ambiental desde os primeiros anos escolares é fundamental para o desenvolvimento de valores, atitudes e comportamentos voltados à sustentabilidade. As atividades lúdicas e interativas têm se mostrado ferramentas eficazes nesse processo, pois despertam o interesse e o engajamento dos estudantes, facilitando a aprendizagem significativa e a construção coletiva do conhecimento (Silva et al., 2024). Entre essas práticas, destacam-se as gincanas educativas com temáticas ambientais, que unem o aprendizado teórico às práticas sustentáveis, estimulando a cooperação, a criatividade e o senso de responsabilidade ecológica (Souza, 2024).  

Assim, o presente artigo tem como objetivo promover a conscientização ambiental entre os alunos do Ensino Fundamental de uma escola pública em Januária-MG, por meio da realização de uma gincana com atividades lúdicas relacionadas à reciclagem e à sustentabilidade.  

2. MATERIAIS E MÉTODOS  

A gincana intitulada sustentabilidade foi desenvolvida no dia 18 de agosto de 2025, em uma escola localizada no norte de Minas Gerais com o apoio dos residentes e pibidianos do Instituto Federal – campus Januária e teve como público-alvo os alunos do ensino fundamental. A distribuição dos 148 estudantes participantes está detalhada na tabela 1.  

Tabela 1. Distribuição dos participantes da gincana.

TURMA  ALUNOS PARTICIPANTES 
7° Reg 1  22 
7° Reg 2  23 
8° Reg 1  28 
8° Reg 2  21 
9° Reg 1  28 
9° Reg 2  26 
TOTAL 148  148  

Fonte: elaborada pela autora (2026)  

Os alunos foram organizados em três equipes formadas por meio de sorteio, denominadas: guardiões do planeta, do lixo ao luxo e natureza em jogo. Previamente ao evento, foi realizado um convite geral aos estudantes para participação. O dia da gincana, iniciou com uma cerimônia de abertura que incluiu as boas vindas aos participantes e à comunidade escolar, seguida da exibição de um vídeo educativo sobre sustentabilidade, que teve como finalidade contextualizar o tema e sensibilizar os alunos para práticas ambientais responsáveis.  

A gincana foi composta por diversas atividades e desafios avaliativos, elaborados com o objetivo de integrar aprendizado, criatividade e conscientização ambiental. A primeira atividade consistiu na criação do nome da equipe, que estimulou os alunos a escolherem denominações criativas e relacionadas ao tema da sustentabilidade. Em seguida, realizou-se o grito de guerra, no qual as equipes foram incentivadas a expressar entusiasmo e união por meio de frases curtas e divertidas.  

O desfile da roupa reciclável desafiou os participantes a confeccionarem peças de vestuário utilizando materiais recicláveis, apresentando-as posteriormente aos jurados. Já o desfile da mochila reciclável teve como foco o desenvolvimento de uma mochila funcional e esteticamente criativa, também avaliada pela comissão julgadora. O desfile do brinquedo reciclável considerou critérios como originalidade, reaproveitamento de materiais e inovação.  

Entre as atividades dinâmicas, destacou-se a corrida do saco, que avaliou a agilidade dos participantes, e o desafio sequência da caixa, voltado à memorização e à observação, no qual cada representante de equipe deveria acertar a ordem correta dos objetos dispostos. No desafio da reciclagem rápida, cada grupo recebeu uma caixa contendo diferentes resíduos e  precisou realizar a separação correta nas lixeiras correspondentes, sendo vencedora a equipe mais rápida e precisa.  

Por fim, a atividade “Passa ou Repassa Sustentável” envolveu perguntas sobre temas ambientais e práticas de reciclagem, incentivando o raciocínio rápido e o conhecimento adquirido durante as atividades. A etapa final, de arrecadação de materiais recicláveis, teve como objetivo mobilizar os alunos e a comunidade escolar na coleta de resíduos reaproveitáveis, reforçando o compromisso coletivo com a preservação ambiental como  envolvendo o reaproveitamento de materiais e o estímulo ao trabalho em equipe. As provas realizadas e seus respectivos critérios de pontuação estão presentes na tabela 2.  

Tabela 2. Atividade e critérios de pontuação da gincana de reciclagem.

Atividade/Desafio  Pontuação máxima  Critério de avaliação 
Nome sustentável da equipe 20 pontos  Criatividade e coerência com o tema 
Grito de guerra  20 pontos  Originalidade e entrosamento 
Desfile de roupas recicláveis 50 pontos  Criatividade e uso de materiais recicláveis 
Desfile da mochila reciclável 50 pontos  Funcionalidade e estética 
Desfile do brinquedo reciclável 50 pontos  Originalidade e reaproveitamento de materiais 
Corrida do saco  20 pontos  Agilidade e trabalho em equipe 
Sequência da caixa  20 pontos  Acerto na ordem dos objetos 
Desafio da reciclagem rápida 20 pontos  Tempo e precisão na escolha correta 
Passa ou repassa sustentável 10 perguntas (10 pontos por acerto/ 5 por erro) Conhecimento básico sobre sustentabilidade 
Arrecadação de materiais recicláveis variável (0,5 – 2 pontos)  Quantidade e tipo de resíduos coletados 

Fonte: Elaborada pela autora (2026)  

As atividades foram avaliadas considerando os critérios de criatividade, participação, cooperação, desempenho nas provas e envolvimento com o tema ambiental. As dinâmicas foram planejadas de forma a integrar aprendizado e entretenimento, permitindo que os estudantes compreendessem, na prática, a importância da reciclagem, da separação correta dos resíduos e responsabilidade ambiental. 

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO  

A realização da gincana de reciclagem demonstrou resultados bastantes positivos no que se refere ao engajamento e aprendizagem na temática abordada para com os estudantes . Durante o evento, observou-se grande envolvimento das equipes, tanto na execução das tarefas quanto na elaboração dos materiais reciclados utilizados nas provas. A participação ativa refletiu o interesse dos estudantes em aprender de forma lúdica, explorando o conceito de sustentabilidade por meio da prática. De maneira geral, as atividades despertaram curiosidade, criatividade e espírito colaborativo entre os estudantes. A confecção de roupas, mochilas e brinquedos recicláveis não apenas incentivou o reaproveitamento de materiais, mas também promoveu momentos de reflexão sobre o consumo consciente e suas implicações no cotidiano. Ao participarem ativamente das atividades, os estudantes puderam relacionar os conteúdos trabalhados com situações concretas de sua realidade,  tornando a aprendizagem mais significativa. Essa experiência se aproxima das discussões atuais da educação ambiental crítica, que defendem a integração entre compreensão dos problemas ambientais e ação transformadora, contribuindo para a formação de sujeitos mais conscientes e comprometidos com seu contexto socioambiental (Kozinski 2024). Além disso, pesquisas recentes destacam que práticas pedagógicas participativas e reflexivas potencializam o desenvolvimento do pensamento crítico e das competências socioambientais, fortalecendo o engajamento dos estudantes diante das problemáticas ambientais contemporâneas (Nogueira 2023). Dessa forma, a vivência observada reafirma o que Jacobi (2003) aponta ao defender que a educação ambiental deve articular saberes e valores capazes de promover mudanças nas atitudes cotidianas. 

A dinâmica do passa o repasse e o desafio da reciclagem rápida contribuíram significativamente para reforçar a aprendizagem sobre a classificação e o destino correto dos resíduos, aproximando teoria e prática de maneira envolvente. Ao vivenciarem situações relacionadas ao gerenciamento de resíduos, os estudantes puderam compreender, na prática, a importância de suas ações no contexto ambiental. Conforme Lins (2020), a aprendizagem ambiental torna-se mais efetiva quando o conhecimento é experienciado, pois o estudante passa a se reconhecer como agente ativo no processo de transformação. Essa perspectiva é reforçada por estudos que evidenciam que experiências contextualizadas favorecem a aprendizagem significativa, especialmente quando os conteúdos dialogam com a realidade dos alunos (Santos & Barros, 2024). Além disso, a adoção de metodologias participativas no ensino de educação ambiental potencializa o engajamento estudantil e contribui para o desenvolvimento de competências voltadas à sustentabilidade (Santos et al., 2025). A competição saudável entre as equipes também se destacou como elemento motivador, promovendo o trabalho coletivo, o respeito mútuo e a cooperação. As equipes Guardiões do Planeta, Do Lixo ao Luxo e Natureza em Jogo demonstraram entusiasmo em todas as etapas, sobretudo na arrecadação de materiais recicláveis, evidenciando comprometimento com a causa ambiental. Dessa forma, a integração entre ludicidade, participação e reflexão crítica mostrou-se fundamental para que a escola consolidasse seu papel como espaço formador de cidadãos conscientes e participativos. 

Ao final das provas, foi realizada a contagem geral das pontuações, totalizando 441,32 pontos para a equipe do lixo ao luxo, conforme observa-se no gráfico 1. Como premiação, os integrantes receberam um dia de lazer e um piquenique compartilhado, e todos os integrantes que participaram do desfile, receberam uma suculenta em reconhecimento ao empenho e à dedicação demonstrados durante o evento. 

Gráfico 1. Tabela de apuração dos pontos da gincana.

Fonte: elaborado pela própria autora (2026)  

Os resultados finais mostraram que as ações desenvolvidas contribuíram significativamente para o fortalecimento da consciência ecológica dos estudantes, evidenciando a importância das gincanas escolares como instrumentos pedagógicos no processo de ensino-aprendizagem. Ao aliarem ludicidade, desafio e cooperação, as gincanas favoreceram o engajamento ativo dos alunos, tornando o aprendizado mais dinâmico e significativo. Estudos apontam que atividades lúdicas estruturadas, como gincanas, ampliam a motivação e facilitam a assimilação de conteúdos ao integrar dimensões cognitivas e socioemocionais (Soares et al., 2024). Além disso, estratégias baseadas em desafios colaborativos estimulam o protagonismo estudantil e fortalecem competências como responsabilidade, trabalho em equipe e pensamento crítico (Bastos et al., 2024). Dessa forma, as gincanas demonstram não apenas potencial motivador, mas também relevância formativa, consolidando-se como ferramentas eficazes para a construção de conhecimentos e valores voltados à sustentabilidade.  

Assim, a gincana de reciclagem configurou-se como uma estratégia pedagógica eficaz para o ensino de Educação Ambiental, como ilustra a Figura 1, pois uniu conhecimento, criatividade e ludicidade em torno de um objetivo comum: a preservação do meio ambiente. 

Figura 1. Resultado da gincana reciclagem – educação ambiental.

Fonte: Elaborada pela autora (2026)  

4. CONCLUSÃO  

A gincana de reciclagem demonstrou ser uma estratégia pedagógica altamente eficaz para fortalecer a educação ambiental no ambiente escolar, permitindo que os estudantes vivenciassem, de forma concreta, os princípios da sustentabilidade. Ao integrar atividades lúdicas, desafios cooperativos e momentos de reflexão, a proposta promoveu um aprendizado significativo, no qual teoria e prática se articularam para estimular a criatividade, o engajamento e a responsabilidade socioambiental.  

O envolvimento ativo das equipes, observado tanto nas produções confeccionadas quanto na participação nas dinâmicas, evidencia que metodologias participativas favorecem não apenas a compreensão dos conteúdos, mas também a formação de valores essenciais para a construção de uma cultura sustentável. A dedicação dos alunos nas etapas de coleta, separação e reaproveitamento de materiais reforça a ideia de que a educação ambiental se torna mais efetiva quando o estudante se reconhece como parte do problema e, principalmente, da solução.  

Portanto, os resultados obtidos após a gincana mostram que ações educativas dessa natureza têm grande potencial para transformar percepções, estimular comportamentos responsáveis e ampliar o compromisso coletivo com a preservação ambiental. Considera-se, portanto, que iniciativas semelhantes devem ser incentivadas nas escolas, fortalecendo práticas pedagógicas que formem cidadãos críticos, conscientes e capazes de contribuir para um futuro mais equilibrado e sustentável.  

5. REFERÊNCIAS 

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BRAGAGNOLLO, A., F.; GUEDES, A., M.; OLIVEIRA, K., de, J. A importância da educação ambiental nas escolas: uma revisão bibliográfica. CONGRESSO, Assis Gurgacz, 2019.  

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