GINÁSTICA LABORAL COMO FERRAMENTA ERGONÔMICA PREVENTIVA: UMA REVISÃO INTEGRATIVA DA LITERATURA

REGISTRO DOI: 10.69849/revistaft/dt10202509261755


Danielle Rodrigues de Oliveira1
Venicius de Paula Silva2
Maria Auxiliadora Andrade Pinto Ribeiro3
Adam Gonçalves Zeni de Oliveira4
Jessiane Leite Rosa5


RESUMO 

O trabalho contemporâneo, caracterizado por jornadas extensas e tarefas repetitivas, tem levado ao aumento de Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT), um desafio significante para a saúde pública e as organizações. Diante desse cenário, a ginástica laboral tem se destacado como uma intervenção promissora para a prevenção de agravos ocupacionais. Este estudo, uma revisão integrativa da literatura, analisou as evidências científicas que tratam a ginástica laboral como uma ferramenta ergonômica e preventiva. Os resultados demonstraram que a ginástica laboral é eficaz na redução de dores e desconfortos osteomusculares, na prevenção de DORTs, na melhora da qualidade de vida e na promoção da educação em saúde no ambiente de trabalho. Contudo, a análise revelou que, embora a prática seja potente, ela é apenas uma das estratégias em um programa ergonômico mais amplo. O estudo de caso de Silva et al. (2017), incluído por critério de conveniência, ressaltou que a ginástica laboral deve complementar outras ferramentas de análise e correção do ambiente e das posturas de trabalho. Em suma, a ginástica laboral se apresenta como uma ferramenta promissora e respaldada por evidências científicas, que, quando integrada a uma gestão ergonômica abrangente, contribui de forma significante para ambientes de trabalho mais saudáveis e produtivos. 

PALAVRAS-CHAVE: Ginástica Laboral; Ergonomia; Saúde do Trabalhador; DORT;  Qualidade de Vida. 

INTRODUÇÃO 

O cenário do trabalho contemporâneo, caracterizado por jornadas extensas,  tarefas repetitivas e posturas estáticas, tem contribuído para os Distúrbios  Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT). No Brasil, os acidentes e as  doenças laborais representam um desafio significante, com custos anuais expressivos  (SILVA et al., 2022). Diante desse panorama, a ergonomia emerge como uma ciência  fundamental, buscando adaptar o trabalho ao homem e, assim, prevenir os riscos  ocupacionais. 

Nesse contexto, a ginástica laboral tem se destacado como uma intervenção  promissora, sendo reconhecida por sua efetividade na prevenção de agravos  ocupacionais. Caracterizada pela prática de exercícios físicos de curta duração no  próprio ambiente de trabalho, a ginástica laboral atua na prevenção de doenças, na  redução de dores e na promoção do bem-estar dos colaboradores (SILVEIRA et al.,  2013). Sua eficácia tem sido evidenciada por diversos estudos, que apontam para a  redução da dor e da fadiga muscular (ROCHA, 2019) e para a melhora da qualidade  de vida de forma mais ampla (SANTOS et al., 2018). 

No entanto, a literatura sobre ergonomia aponta para a importância da  aplicação de múltiplas ferramentas de análise e intervenção. O estudo de caso  conduzido por Silva et al. (2017) em uma indústria de sistemas metálicos, por  exemplo, demonstrou que a ginástica laboral é uma das estratégias possíveis, mas  que a correção de problemas na fonte, como o design inadequado de estações de  trabalho e a metodologia de levantamento de cargas, é crucial para a prevenção de  agravos à saúde do trabalhador. Compreender como a ginástica laboral se insere  nesse conjunto de ações é fundamental para validar e fortalecer a implementação de  programas preventivos de forma integrada. 

Considerando essa lacuna e a necessidade de uma visão mais abrangente, o presente estudo trata-se de uma revisão integrativa da literatura, realizada com recorte temporal entre 2015 e 2025, com o objetivo de analisar as evidências científicas que abordam a ginástica laboral como uma ferramenta ergonômica e preventiva no ambiente de trabalho. A pesquisa busca responder à seguinte questão:  “como a literatura científica tem tratado a ginástica laboral como ferramenta  ergonômica preventiva no ambiente ocupacional?”.

Justifica-se a realização deste trabalho pela necessidade de reunir, analisar e  sintetizar os achados de pesquisas recentes sobre o tema, oferecendo uma visão  clara e atualizada que possa subsidiar profissionais de Educação Física,  Ergonomistas, Fisioterapeutas e gestores na tomada de decisões e na elaboração de  programas de prevenção mais eficazes e alinhados com as evidências científicas. 

MATERIAIS E MÉTODOS  

O presente estudo trata-se de uma revisão integrativa da literatura, realizada  no Portal de Periódicos da CAPES, com o objetivo de identificar produções científicas  que abordem a ginástica laboral como ferramenta preventiva. O recorte temporal  adotado compreendeu o período de 2015 a 2025. Adicionalmente, um estudo de caso  sobre a aplicação de ferramentas ergonômicas (Silva et al., 2017) foi incluído por  critério de conveniência, devido ao conhecimento prévio do autor sobre a sua  relevância. 

Para a busca, foram utilizados os descritores “ ginástica laboral”, no campo título, e “ prevenção”, em qualquer campo. O resultado inicial da busca totalizou 27 trabalhos. Posteriormente, foram aplicados os filtros de acesso aberto, período entre 2015 e 2025 e artigos revisados por pares. Após a aplicação desses filtros, foram localizados 5 artigos que atenderam aos critérios estabelecidos. 

Os critérios de inclusão consideraram artigos originais e revisões que discutissem a ginástica laboral em sua dimensão preventiva. Foram excluídos trabalhos não científicos, resumos sem artigo completo, duplicados ou que abordassem o tema apenas de forma tangencial. 

Após a aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, os artigos foram analisados em duas etapas: inicialmente pela leitura de títulos e resumos e, posteriormente, pela leitura integral dos textos completos. O processo de identificação, triagem, elegibilidade e inclusão dos estudos seguiu as recomendações do modelo PRISMA, estando representado no fluxograma abaixo (Figura 1).

FIGURA 1: Fluxograma PRISMA (adaptado) referente ao processo de identificação, triagem, elegibilidade e inclusão dos estudos selecionados

Fonte: Autor (2025).

O processo de seleção ocorreu em duas etapas: inicialmente, a leitura de títulos e resumos para exclusão preliminar e, em seguida, a leitura integral dos artigos restantes para confirmar sua adequação ao tema. A extração de dados contemplou informações como autor, ano de publicação, população estudada, características da intervenção e principais resultados. Os achados foram organizados em quadro síntese e analisados de forma descritiva e comparativa, possibilitando a identificação de convergências e divergências entre os estudos. 

Por se tratar de uma revisão de literatura, não houve necessidade de submissão ao Comitê de Ética em Pesquisa, sendo observados os princípios de uso adequado e correto das fontes consultadas.

RESULTADOS E DISCUSSÃO 

A busca realizada no Portal de Periódicos da CAPES resultou em cinco artigos  que atenderam aos critérios de inclusão. Esses estudos, de naturezas metodológicas  diversas, abordaram a ginástica laboral (GL) como estratégia preventiva em diferentes  contextos ocupacionais e educacionais, contemplando desde trabalhadores  industriais até estudantes inseridos em ambiente escolar. Para melhor visualização,  os achados foram organizados em um quadro síntese, evidenciando objetivos,  populações, contextos e principais resultados de cada estudo (Quadro 1).

Quadro 1 – Síntese dos estudos incluídos na revisão integrativa sobre  ginástica laboral.

Fonte: Autor (2025).

Em síntese, os artigos selecionados destacam a GL como um recurso educativo, preventivo e de promoção da saúde. Silva et al. (2022) demonstraram que a elaboração de uma cartilha de ginástica laboral foi considerada clara e efetiva pelos trabalhadores de uma fábrica, com potencial de prevenir lesões por esforços repetitivos (DORT). Esse enfoque educativo também foi explorado por Silva e Lima Filho (2024), que avaliaram a produção de um vídeo sobre GL voltado a estudantes da educação profissional, mostrando que a estratégia didática contribuiu para a compreensão do tema e pode atuar na prevenção do estresse escolar. Assim, observa-se que parte da literatura recente valoriza a dimensão pedagógica da GL, aproximando-a de intervenções ergonômicas de caráter informativo e formativo. 

Em outra perspectiva, Araújo et al. (2022) propuseram um protocolo de GL inspirado no método Pilates para trabalhadores da saúde em um hospital público. Os resultados indicaram alta confiabilidade (α = 0,91) e apontaram para o potencial da intervenção na prevenção de adoecimento ocupacional e absenteísmo. Esse achado é relevante, pois amplia a compreensão da GL para além de exercícios generalistas, aproximando-a de práticas corporais sistematizadas e com fundamentação científica reconhecida. 

Já as revisões conduzidas por Lucena et al. (2020) e por Serra, Pimenta e Quemelo (2014) reforçam os benefícios da GL sobre a saúde física e psicológica dos trabalhadores. Ambas identificaram melhora na qualidade de vida, redução de sintomas depressivos e de dores osteomusculares, além do fortalecimento da sociabilidade no ambiente de trabalho. Contudo, Serra, Pimenta e Quemelo (2014) destacam que os estudos analisados apresentaram qualidade metodológica moderada (média PEDro = 5,7), indicando a necessidade de pesquisas mais robustas e padronizadas para consolidar evidências. 

Ao contrastar essas produções com o estudo de caso de Silva et al. (2017), nota-se convergência quanto à preocupação com a prevenção de agravos ocupacionais por meio de estratégias ergonômicas. Enquanto os artigos da revisão apontam a GL como um recurso educativo e corporal aplicado diretamente ao trabalhador, Silva et al. (2017) recorreram a ferramentas ergonômicas objetivas (medidas antropométricas, método OWAS e equação de levantamento da NIOSH) para avaliar posturas e esforços em um posto de trabalho industrial. Os resultados evidenciaram inadequações ergonômicas significantes, que foram corrigidas após a intervenção, melhorando tanto a saúde dos trabalhadores quanto a produtividade do setor. 

Essa comparação revela que, embora distintas em método, as duas abordagens possuem finalidade comum: a prevenção de riscos ocupacionais e a promoção da saúde do trabalhador. A GL, conforme discutido por Araújo et al. (2022) e Silva et al. (2022), atua diretamente sobre o corpo e hábitos dos trabalhadores, promovendo conscientização e práticas físicas adaptadas à rotina. Já o uso de ferramentas ergonômicas, como demonstrado por Silva et al. (2017), atua sobre o ambiente de trabalho e os fatores de risco estruturais, ajustando dimensões e condições para reduzir a sobrecarga. Assim, pode-se afirmar que ambas são complementares: a GL incide sobre o trabalhador e sua capacidade adaptativa, enquanto a ergonomia aplicada reorganiza o contexto laboral. 

Outro ponto a ser discutido refere-se às diferentes populações estudadas. Nos estudos de Silva e Lima Filho (2024) e Lucena et al. (2020), observa-se que a GL pode ser incorporada também em ambientes não industriais, como escolas e instituições de ensino, ampliando seu alcance preventivo. Por outro lado, Araújo et al. (2022) e Silva et al. (2022) mantêm a perspectiva clássica da GL voltada a trabalhadores em contextos fabris e hospitalares, evidenciando maior proximidade com a prática ergonômica. Já o estudo de Silva et al. (2017) reforça a importância da ergonomia aplicada em setores de alta demanda física, como a indústria metalúrgica, onde o risco de sobrecarga postural é elevado. 

Dessa forma, pode-se afirmar que a literatura científica analisa a GL como uma ferramenta ergonômica preventiva principalmente sob duas dimensões: (i) educativa e promocional, voltada ao fortalecimento da consciência corporal e à redução de sintomas psicofísicos; e (ii) preventiva, articulada a metodologias consolidadas como o Pilates ou aplicada em conjunto com ajustes ergonômicos no ambiente laboral. O estudo de Silva et al. (2017) amplia essa perspectiva ao demonstrar que a análise ergonômica do trabalho, realizada por instrumentos normativos e técnicos, pode gerar intervenções complementares e necessárias para reduzir riscos físicos de origem ambiental. 

Em síntese, os achados desta revisão integrativa e o estudo de caso analisado corroboram a importância de compreender a saúde ocupacional em uma abordagem multifatorial. A GL mostra-se eficaz na promoção de bem-estar físico e psicológico, enquanto ferramentas ergonômicas estruturais contribuem para a adequação do posto de trabalho. Juntas, essas estratégias podem compor um modelo integrado de prevenção, alinhado às recomendações de saúde ocupacional e ergonomia. 

CONSIDERAÇÕES FINAIS 

O presente estudo buscou responder à questão: “como a literatura científica tem tratado a GL como ferramenta ergonômica preventiva no ambiente ocupacional?”. A partir da revisão integrativa realizada, complementada pelo estudo de caso de Silva et al. (2017), foi possível identificar que a ginástica laboral é amplamente reconhecida como estratégia eficaz na promoção da saúde, na prevenção de agravos ocupacionais e na melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores. 

Os artigos incluídos nesta revisão destacaram a GL em duas principais dimensões. A primeira é a educativa e promocional, em que a prática é apresentada por meio de recursos pedagógicos, como cartilhas e vídeos educativos , contribuindo para a conscientização sobre hábitos saudáveis e para a prevenção de estresse e sintomas psicofísicos. A segunda dimensão é a preventiva e funcional, em que protocolos estruturados, como o baseado no método Pilates, ou programas corporativos mais amplos se mostraram efetivos na redução de dores musculoesqueléticas, no aumento da sociabilidade e na diminuição do absenteísmo. 

Percebeu-se ainda a relevância do uso de ferramentas ergonômicas para o diagnóstico e adequação dos postos de trabalho. Enquanto a GL incide diretamente sobre o corpo do trabalhador, promovendo adaptação e fortalecimento, a ergonomia aplicada atua sobre o ambiente e as condições laborais, corrigindo fatores de risco estruturais. Dessa forma, as duas abordagens se revelam complementares, compondo um modelo integrado de promoção da saúde ocupacional. 

Cabe destacar, contudo, que parte das evidências analisadas apresenta limitações metodológicas, como amostras reduzidas ou ausência de padronização nos protocolos de intervenção, o que dificulta a generalização dos resultados. Assim, recomenda-se que futuras pesquisas invistam em ensaios clínicos randomizados, revisões sistemáticas e estudos multicêntricos que possam fortalecer o corpo de evidências científicas. 

Os resultados desta revisão reforçam que a GL deve ser entendida não apenas como atividade física no ambiente de trabalho, mas como componente de um programa ergonômico preventivo mais amplo, capaz de integrar recursos educativos, protocolos corporais específicos e ajustes estruturais no ambiente. Tal integração pode potencializar a redução de riscos, ampliar o bem-estar e contribuir para a sustentabilidade das organizações. 

REFERÊNCIAS 

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1Doutora em Engenharia Mecânica (Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – UNESP). Docente no Centro Universitário Santa Cecília – UNICEA e Faculdade de Ciências Humanas do Estado de São Paulo – FACIC. danielleror@gmail.com

2Mestre em Ciência da Atividade Física (Universidade de São Paulo – USP). Docente no Centro Universitário Santa  Cecília – UNICEA e Faculdade de Ciências Humanas do Estado de São Paulo – FACIC.

3Doutora em Engenharia Mecânica (Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – UNESP). Docente no Centro Universitário Santa Cecília – UNICEA e Faculdade de Ciências Humanas do Estado de São Paulo – FACIC. dorinharibeiro@hotmail.com

4Mestre em Projetos Educacionais de Ciências (Universidade de São Paulo – USP). Docente no Centro Universitário Santa Cecília – UNICEA e Faculdade de Ciências Humanas do Estado de São Paulo – FACIC. adamfuzy@gmail.com – https://orcid.org/0000-0002-3870-3946

5Especialista em Metodologia do Ensino na Educação Superior (Centro Universitário Internacional – UNINTER).
Docente no Centro Universitário Santa Cecília – UNICEA e Faculdade de Ciências Humanas do Estado de São Paulo – FACIC. jessianeleitte@hotmail.com